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O 9º Festival ECRÃ compreende a realização de um festival de artes e cinema experimental. O projeto contará com a exibição de filmes, videoinstalações e videoartes, performances, artes interativas, games e ações formativas (como masterclasses, palestras e oficinas). O evento será realizado de forma híbrida, com uma etapa presencial a ser realizada na cidade do Rio de Janeiro, e outra etapa online, com hospedagem das obras em plataforma própria, ambas gratuitas ao público. Para esta edição do evento, o projeto oferecerá pela primeira vez recursos de acessibilidade a programação do festival(LIBRAS, legendas descritivas e audiodescrição), visando a inclusão de novos públicos, tendo em vista seus objetivos de difusão de obras e democratização do acesso à arte.
Mostra de Filmes: A seleção final dos filmes, performances, videoartes e instalações será realizada após a inscrição das obras. O festival se compromete a apresentar uma programação diversificada e inclusiva, reunindo trabalhos de diferentes diretores, gêneros e estilos. O foco do festival é promover novos talentos e valorizar obras que desafiam as convenções do cinema tradicional, explorando narrativas experimentais e interativas; Videoartes e videoinstalações: Durante a etapa presencial do evento, serão projetadas videoartes selecionadas e expostos projetos de videoinstalações curados para a edição do festival. Estes trabalhos, assim como a mostra de filmes, procuram expandir e explorar as percepções do vídeo e sua conexão com o público. Mostra de Games: Também durante a etapa presencial serão instalados nos espaços expográficos áreas para que o público possa jogar os games selecionados da edição, oferecendo ao público uma experiência interativa com as obras. A mostra busca destacar produções que desafiam formatos tradicionais e incentivam a experimentação, proporcionando um espaço de visibilidade para novos desenvolvedores e de apreciação para o público; Mediação Guiada: Monitoria especializada e inclusiva para visitas guiadas nos espaços expográficos do evento, com mediação voltada para pessoas cegas, surdas e neurodivergentes. A experiência da mediação é visada para garantir acessibilidade plena, promovendo uma imersão sensorial e informativa com descrições detalhadas e recursos de acessibilidade para enriquecer a experiência dos visitantes. Mini-curso de Crítica Audiovisual: Com o objetivo de aprofundar a compreensão crítica do audiovisual, a realização do mini-curso oferece aos estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro uma introdução a técnicas e metodologias de análise de filmes e outras mídias visuais. Por meio de debates, estudos de caso e exercícios práticos, o curso busca capacitar os participantes a desenvolverem uma leitura crítica e reflexiva sobre produções audiovisuais, incentivando novas perspectivas e abordagens. Classificação Indicativa: As sessões do ECRÃ serão programadas pensando em seus diversos públicos, tendo diferentes classificações indicativas para cada mostra, sendo as mesmas categorizadas e divulgadas de acordo.
Objetivos Gerais - Realização da nona edição do Festival ECRÃ em suas duas etapas: uma presencial na cidade do Rio de Janeiro, e outra virtual, hospedada virtualmente em plataforma on-line. - Expandir o acesso da população à cultura, formando novos públicos para o cinema experimental e demais artes contempladas pelo ECRÃ, por meio de oficinas, debates e palestras; - Incentivar a responsabilidade ecológica e a preservação ambiental através do uso de materiais sustentáveis e da coleta de lixo eletrônico nos espaços da etapa presencial; - Difundir, através das mostras e instalações, os trabalhos de diversos artistas brasileiros e internacionais, propondo a diversidade e a experimentação de novas formas de criar. Objetivos Específicos - Realizar mostras de curtas, médias e longas-metragens nacionais e internacionais de cinema experimental; - Realizar mostras de vídeo artes internacionais e nacionais; - Exibir no mínimo 9 (nove) videoinstalações nos espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro, durante a etapa presencial do festival; - Instalar áreas nos espaços presencial do evento para a mostra de games internacionais e nacionais; - Hospedar parte das obras selecionadas para participação do festival em plataforma online própria; - Promover pelo menos a realização de 2 (duas) performances artísticas na etapa presencial do festival; - Oferecer sessões de visitação guiada nos espaços expográficos do evento, com monitoria guiada para pessoas cegas ou com baixa visão, contando com mediação inclusiva; - Produzir e disponibilizar recursos de acessibilidade em todas as sessões de mostras, incluindo LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas, atendendo ao público com deficiências visuais ou auditivas. - Realizar pelo menos 02 oficinas formativas durante a realização da etapa presencial do festival, sem custos para os participantes; - Realizar pelo menos 02 debates com diretores e realizadores audiovisuais brasileiros e estrangeiros participantes do festival; - Oferecer sessões acessíveis em associações culturais inclusivas do Rio de Janeiro, incluindo curtas e médias-metragens com recursos de acessibilidade e debates com curadores, para ampliar a representatividade cultural de pessoas com deficiências visuais e auditivas; - Realizar 3 (três) sessões de exibição dos filmes exibidos no festival em escolas públicas da região periférica da cidade do Rio de janeiro, seguida de conversa com os curadores do festival; - Realizar 2 (dois) mini-cursos de CRÍTICA AUDIOVISUAL em escolas públicas da região periférica da cidade do Rio de Janeiro, fortalecendo o desenvolvimento cultural local.
O 9º Festival ECRÃ solicita o incentivo da Lei Federal para viabilizar sua ampla e gratuita programação, que promove o acesso ao cinema experimental e a diversas expressões artísticas contemporâneas. O festival visa, respectivamente, a difusão cultural e o fomento de produções artísticas que experimentem com novas linguagens audiovisuais. Desta forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Desde suas primeiras edições, o Festival ECRÃ propôs a gratuidade de seus ingressos para o público, acreditando na necessidade da democratização do acesso à arte experimental por todos. Com o distanciamento social promovido durante a epidemia de COVID-19 no país, o projeto passou a realizar etapas virtuais, que aumentaram o público em diversos setores: houve um aumento exponencial em participantes, tornando-o o maior festival de cinema experimental do país; também houve um aumento da diversidade de público, sendo este agora residente da cidade do Rio de Janeiro, mas também se alastrando para o Sul e o Norte do Brasil, dissolvendo as fronteiras e alcançando 50 países em todos os continentes. Pensando para além do acesso, o festival não só difunde trabalhos, como também amplia o conhecimento cultural dos participantes, incentivando a formação de novas gerações de artistas, críticos e espectadores, através de oficinas, palestras, masterclasses e debates que contextualizam o cinema experimental e a arte contemporânea. Dessa maneira, a gratuidade, a realização do evento em duas etapas (presencial e virtual) e a realização de ações formativas durante o festival facilita o livre acesso, a difusão artística e estimula a integração de seus públicos sem barreiras geográficas. X _ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes. (Incluído pela Lei nº 14.852, de 2024) Através da mostra de jogos brasileiros e internacionais, o festival busca incentivar a criação e o desenvolvimento de jogos eletrônicos independentes, ao proporcionar um espaço de exibição para jogos nacionais e internacionais. Por meio dessa mostra, o projeto contribui para a difusão da cultura dos e para a formação de novos públicos, fortalecendo a visibilidade e o mercado dessas produções no cenário nacional. Além disso, o projeto atende aos objetivos estabelecidos no Art. 3º, que descrevem os fins dos incentivos à cultura: Art. 3º, inciso IV - "Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;" O festival, com entrada gratuita tanto na sua etapa presencial quanto virtual, expande o acesso a conteúdos culturais e artísticos, permitindo que o público explore filmes, performances e outras formas de expressão de forma acessível, independente de condições financeiras ou geográficas. Art. 3º, inciso II - "Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;" A projeção de filmes tanto nacionais quanto internacionais do Festival ECRÃ consolida a importância da difusão de obras brasileiras de caráter experimental, contribuindo para o reconhecimento da produção cultural brasileira em artes inovadoras e tecnologias interativas.
Etapa Presencial: Espaços: O festival será realizado em locais acessíveis, que atenderão a todos os públicos. Isso inclui cinemas, centros culturais e espaços alternativos com infraestrutura adequada, como banheiros adaptados, rampas de acesso e guias táteis. Capacidade: Cada local terá uma capacidade que varia entre 50 e 200 pessoas, dependendo da exibição e das atividades propostas. Sessões Adaptadas: Algumas sessões serão adaptadas com iluminação e sonoridades adequadas, garantindo uma experiência inclusiva para pessoas autistas ou com hipersensibilidade sensorial. Projetores e Sistema de Som: Utilização de projetores de alta definição para exibição de filmes e videoartes, garantindo qualidade de imagem; Equipamentos de som profissionais, com boa qualidade de áudio para exibições em salas e headphones para instalações e videoartes; Também serão locados equipamentos para jogos selecionados, podendo estes serem consoles ou óculos de realidade virtual; Recursos de Acessibilidade: Disponibilização de tecnologia para audiodescrição, janela de LIBRAS e legendas descritivas em todas as obras audiovisuais exibidas. Cronograma de Atividades: O festival ocorrerá no final de junho e na primeira semana de julho de 2025, com programação que incluirá exibições de filmes, oficinas, debates e performances em horários acessíveis ao público. Materiais de Divulgação: Serão produzidas peças gráficas como pôsteres, folders, adesivos, camisetas, e banners utilizando materiais sustentáveis, promovendo a responsabilidade ambiental do festival. Etapa Virtual Plataforma Online: A etapa virtual será acessível através de uma plataforma online dedicada, funcionando como um streaming, permitindo a participação remota de espectadores de diferentes regiões e acesso aos filmes em diferentes horários e dias. Também serão hospedadas as videoartes e jogos na plataforma.
O Festival buscará, em sua nona edição, estabelecer a acessibilidade como um novo alicerce de sua execução, procurando expandir o acesso da programação para todos os públicos. As principais ações de acessibilidade do projeto incluem: - Realização do Festival em locais que possuam infraestrutura acessível, como rampas, banheiros adaptados e guias táteis para facilitar a mobilidade;- Disponibilização de legendas descritivas, janela de LIBRAS e audiodescrição para todas as obras audiovisuais do Festival;- Presença de intérprete de LIBRAS em todas as sessões de debates, mediações e palestras, garantindo acesso completo a pessoas surdas ou com deficiência auditiva;- Nas exposições de videoartes e instalações, oferecimento de audiodescrição das obras e um mapa tátil na entrada dos espaços expositivos, promovendo a acessibilidade a pessoas com deficiência visual;- Realização de visitações guiadas para pessoas neurodivergentes, com profissionais especializados e adaptações de som, iluminação e comunicação para proporcionar uma experiência confortável e acolhedora;- Realização de visitações guiadas para pessoas surdas ou com baixa audição, com mediações conduzidas por profissionais especializados em LIBRAS;- Realização de visitações guiadas para pessoas cegas ou com baixa visão, com mediações adaptadas para uma experiência inclusiva e enriquecedora;- Disponibilização, na etapa online do Festival, dos recursos de acessibilidade produzidos para os filmes exibidos para a etapa presencial, incluindo audiodescrição, LIBRAS e legendas descritivas.
Desde sua primeira edição, o Festival ECRÃ tem como um dos principais objetivos a expansão do acesso à cultura pela população. Nesta edição do projeto, o evento contará com as seguintes medidas para democratização de seus produtos: - Entrada Franca: Todas as exibições de filmes, videoartes, performances, videoinstalações, jogos e debates serão oferecidas sem custo para os participantes, tanto na etapa presencial quanto na etapa online. Esta medida visa ampliar o alcance do festival e proporcionar uma experiência cultural inclusiva e acessível a pessoas de diferentes contextos econômicos e sociais;- Etapa Virtual: A etapa virtual do festival estará disponível em uma plataforma online dedicada, ampliando o acesso do público de fora da cidade do Rio de Janeiro, inclusive em regiões de menor oferta cultural. O formato híbrido permite que o público escolha a forma de participação, garantindo também a continuidade das atividades de forma remota;- Ações Formativas: Durante a etapa presencial, o festival oferecerá oficinas, workshops e masterclasses gratuitas sobre temas relevantes para o público de cinema e artes experimentais. Essas oficinas não só contribuem para a formação de novos públicos como também incentivam o desenvolvimento de novas habilidades no público participante;- Visitações Guiadas: Para atender públicos com diferentes necessidades sensoriais e de locomoção, o festival terá visitas guiadas com mediações específicas para pessoas surdas, cegas e neurodivergentes. Essas medidas garantem que o público PcD possa desfrutar da programação em igualdade de condições;- Participação Comunitária: Além das exibições, o Festival ECRÃ promoverá interatividade com o público através de debates com realizadores e rodas de conversa sobre o cinema experimental. A organização do festival também pretende envolver o público em ações de sustentabilidade, como a coleta de lixo eletrônico, promovendo a conscientização ambiental entre os participantes.
Daniel Diaz - Coordenação Geral/Diretor Artístico Bacharel em Design de Mídia Digital pela PUC-Rio, Daniel Diaz (Rio de Janeiro, 1993) é criador do Festival ECRÃ e multi-artista. Também já trabalhou como ator, passeador de cachorro, faxineiro em hostel e atendente em galeria de arte. Trabalha principalmente no ECRÃ, festival de experimentações audiovisuais, como Coordenador Geral e Diretor e Curador; no THE Descomplicado, canal de aulas dedicado à Teoria Musical, como designer e filmmaker; e como fotógrafo e editor de vídeos. Hobbies em artes plásticas, poesia, fotografia e Super Smash Bros. João Pedro Diaz - Produção Executiva João Pedro Diaz, 32 anos, possui vasta experiência como editor de cinema e vídeo desde 2013. Atualmente reside em Gent, na Bélgica, e é um jovem editor em ascensão que trabalhou em produções cinematográficas internacionais. Coeditou os longas "Secret Friend" (Maria Ramos, 2022 - Holanda, Alemanha, Brasil), "Aurora" (João Vieira Torres, em pós-produção - França, Portugal, Brasil) e editou "RIO by unique sights" (Rafael Duarte, 2021 - Brasil, exibido no canal ARTE TV) e "Beyond Dreams" (Rafael Duarte, 2019 - Brasil), pelo qual foi indicado ao prêmio de Melhor Montagem de Documentário no North Europe Film Festival 2020, entre outros. João também trabalhou em diversos filmes corporativos e publicitários, webseries, curtas-metragens e videoclipes, para clientes como ITC/Maersk, Ericsson, Fila, Kikkoman, Universal Channel, World Quant, Vitruvian, Naturgy, Unimed, Comitê Olímpico Brasileiro, o cantor Rubel e a Revista Piauí. Ele possui ampla experiência técnica na indústria de Cinema e Televisão, tendo atuado como assistente de edição em longas como "Greice" (Leonardo Mouramateus, 2024), "Barba Ensopada de Sangue" (Aly Muritiba, em pós-produção), "The Trial" (Maria Augusta Ramos, 2018), "Nona" (Camila Donoso, 2019 - Chile, França, Coreia do Sul, Brasil), "Lilith" (Bruno Safadi, 2022 - Brasil, Argentina) e em séries de TV dirigidas por renomados diretores como Walter Salles e João Jardim. João é Mestre em Estudos Cinematográficos pela Universidade de Amsterdã (2019), graduado em Cinema pela PUC-Rio (2014) e em Ciências Sociais pela FGV (2013). Pedro Tavares - Coordenação de Curadoria/Diretor Artístico Bacharel em cinema pela UNESA e trabalha com curadoria, programação, produção e crítica de filmes. Foi curador do Indie Festival entre 2011 e 2015 e assistente de programação do Festival Internacional de Cinema Infantil entre 2010 e 2016. Trabalhou na produção do RioContentMarket (atual Rio2C) entre 2011 e 2013. Atualmente é diretor, curador e programador do Festival ECRÃ, destinado ao cinema experimental e avant garde. Foi assistente de distribuição da Zeta Filmes. Pedro é editor da revista de cinema Multiplot. Dirigiu os curtas Protocolo Spikes, selecionado para mais de 40 festivais ao redor do mundo, Férias Para Sempre e Kurt Everywhere. Escuro Horizonte foi seu primeiro longa-metragem, até o momento selecionado para 10 festivais internacionais e lançado em vídeo-on-demand. Rian Rezende - Diretor Artístico Cientista Social e Designer. Graduado em Ciências Sociais. Mestrado e Doutorado em Design. Professor do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio. Diretor e curador do Festival Ecrã. Fundador e Designer do estúdio 5D Magic. Estuda os processos narrativos e imaginários do design. Atua nos campos do game design, narrativa, imaginação e metodologia. Gabriel Papaléo - Curador Gabriel Papaléo faz filmes e é editor da revista de cinema Multiplot!. Dirigiu curtas como Aqui de Volta (2018), exibido na 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Esses Dias de Claridade (2018), Protejam essa Laje (2019), ambos exibidos no Festival ECRÃ, e Sombras do Amanhã (2021), realizado em parceria com a instituição de preservação audiovisual Cinelimite. Montou e produziu os longas Escuro Horizonte (2019) - exibido na Mostra do Filme Livre, e Cena do Crime (2021), e o curta Muriel (2021), ambos exibidos no CineBH. Trabalhou como assistente de preservação na Cinemateca do MAM entre 2016 e 2017. Foi curador dos curtas no Festival ECRÃ por três edições, entre 2020 e 2022. Waleska Antunes - Curadora Bacharel em Cinema e Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná, mestranda em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná, participou como bolsista em caráter de Iniciação Científica - Fundação Araucária - com a linha de pesquisa Cinema e Imigração e foi Bolsista CAPES - Proex durante um ano pela Universidade Federal do Paraná.Atuou como programadora e curadora audiovisual pelo Coletivo Atalante, pelo primeiro Edital para Cineclubes da Fundação Cultural de Curitiba (2019-2022) e também na Retrospectiva Rogério Sganzerla (2022).Parte integrante do Júri Oficial na edição de 2020 do Metrô - Festival de Cinema Universitário Brasileiro.Atualmente é tradutora com foco em legendagem, editora audiovisual e curadora do Festival Ecrã, com foco em cinema experimental e aluna na Diplomatura en Preservación e Restauro Audiovisual pela Sociedad por el Património Audiovisual. Celeste Mathei - Diretor de ProduçãoCeleste Mathei é graduado em Cinema e Audiovisual pela UNESPAR, realizador audiovisual e produtor cultural. Com atuação desde 2021, começou sua carreira estagiando na produção de animações como "Te Prego Lá Fora" (Porta dos Fundos, 2021); "Acorda, Carlo!" (Netflix, 2023); e nas 3ª e 4ª temporadas da série "Giga Blaster" (Gloob, 2023 e 2024). Também atuou como estagiário de produção no curta-metragem "Casa na Árvore" (direção Guilherme Lepca, 2024), que fez sua estreia no 13º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. Dentro do campo de festivais e mostras, Celeste começou suas atividades atuando como programador do cineclube Cine FAP durante sua graduação, no ano de 2019. Em 2021 e 2022, atuou como curador no festival de cinema amador e universitário "Festival de Não-Cinema", do coletivo TATUFM. Seus últimos trabalhos na área foram a participação como assistente de produção no 8º Festival ECRÃ, voltado à promoção do cinema e artes experimentais; e a assistência de produção do Dia Internacional da Animação no Brasil, mostra de filmes de animação nacionais e internacionais que ocorre desde 2004 no país, atualmente sendo realizado em mais de 200 cidades brasileiras.
PROJETO ARQUIVADO.