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Uma Florzinha Chamada Maya, Argumento e roteiro - Curta-Metragem Autor: Hamilton Rosa Júnior
Com imaginação, algumas pessoas podem voar entre as estrelas, rumar para o centro da terra ou desvendar o fundo do mar. Maya era uma florzinha muito imaginativa. Ela sonhava que tinha pernas e que podia correr pelos campos, saltitar e semear o jardim e conhecer outros lugares. Quando acordava, no entanto, a florzinha se via presa ao chão pelas raízes. A Mãe de Maya afirmava para a filha que era bom sonhar, mas advertia que a imaginação podia ser perigosa, se você desejasse lutar contra a sua natureza. Mesmo assim Maya acreditava que seu sonho poderia se tornar realidade. E se empenhava todo dia, fazendo ginástica e acreditando que um dia romperia as raízes da terra, caminhando pelo campo para semear o jardim e conquistar o mundo.
Objetivos gerais: O curta-metragem de animação "Uma Florzinha Chamada Maya", é o novo projeto escrito e dirigido por Hamilton Rosa Jr. em parceira com a Rush Video, de Campinas, uma sociedade que já produziu os curtas "Abelha Rainha" (2019), "Trala Land" (2020), "Atriz" (2024) e o doc "Os Labirintos de Stanley Kubrick" (2023). É o primeiro filme da equipe direcionado para o público infanto-juvenil e usará muito da expertise da Rush com animações de filmes publicitários, para construir o projeto animado diretamente para o cinema. "Maya" acompanha a jornada de uma florzinha sonhadora que questiona muito sobre os limites da falta de mobilidade das plantas. Em seus sonhos, ela imagina que as flores podem andar. Maya se vê correndo e saltitando por um campo jogando sementes pelo chão e cultivando um jardim. A mãe explica a Maya que muitos sonhos são possíveis, mas que o desejo de flores terem pernas vai completamente contra a natureza. A florzinha ignora os conselhos maternos. Em seu empenho para provar que, quando você deseja muito uma coisa, elas acontecem, Maya viverá muitas decepções. Esse crescimento amargo, no entanto, mudará seu ponto de vista, ao encontrar numa formiga chamada Bruno, uma terna amizade. Sensibilizado com a questão de Maya, Bruno articula com o formigueiro uma ação coletiva para concretizar o sonho de semear o jardim, algo que a florzinha sempre sonhou. O argumento escrito por Hamilton veio de uma ideia que ele desenvolveu enquanto ministrava aulas de inglês numa escola estadual de educação infantil. A coordenação de ensino pediu para o professor inserir em sua aula o tema da polinição e Hamilton desenvolveu uma história lúdica para tornar a aula mais divertida. "No meu processo de trabalho, vou colecionando fragmentos, coisas que me chamam a atenção, me brilham aos olhos e ao coração e vou guardando. E trazer essas ideias para a sala de aula, inspirado pela criação artística é algo que me estimula". O professor e cineasta acrescenta: "Sempre foi assim. Entre um filme e outro, entre uma aula e outra, eu vou esboçando meus projetos, mas nunca as duas profissões se interligaram de forma tão casada como aconteceu com "Maya". Tinha uma cena na cabeça, um momento que considero o começo de tudo e que representa o que o desenho será no final. É a florzinha saltitando pelos campos e caindo numa poça d'água. Ao levantar do tombo, vemos na água o espelho dessa flor, que revela que ela estava em outro lugar, como se fosse outra dimensão". Hamilton conta que saiu inundado por essa ideia, imaginando um drama muito real, que encontramos no dia a dia: "as pessoas sonham, todos temos sonhos, mas a realidade, é terrível, é capaz de minar nossos planos, de gradativamente tirar as cores dos nossos sonhos e tornar nossa vida um drama sombrio, sem esperança, sem cor e sem foco. A vida cobra da gente, te sacode e te lembra a toda hora que existem limites e você só sobrevive se tiver os pés no chão" - e acrescenta _ "A ironia é que na nossa história, Maya nem tem pés, ela está presa a terra, por mais que ela tente, as raízes sempre vão segurá-la", completa. Assim como os outros filmes que produziu com a Rush, com "Uma florzinha chamada Maya", o cineasta pretende explorar a riqueza artística do mundo do desenho animado _ principalmente nas texturas, nas cores e nas paisagens. "Acho que será muito instigante para criar o universo do filme", completa. "Já temos a história, os esboços de desenvolvimento dos personagens, já estamos estudando as matizes e cores e até a trilha sonora já está sendo desenvolvida, mas a animação será mais trabalhosa, assim que conseguirmos o financiamento, esperamos desenvolvê-la em seis meses, o que é um prazo rápido se considerarmos o nível de excelência que queremos". Hamilton também celebra a equipe que está sendo escalada: "Pra mim, será uma grande experiência. Eu, na direção, o Toni Ferreira, na produção, a Vitória Letícia, na coordenação dos storyboards e animação, o Henrique Baldani, no Motion Design, e a Karla Maturana, na trilha sonora, formamos o núcleo principal do filme, as cinco cabeças principais. São pessoas o tempo todo antenadas em querer fazer o melhor filme possível. Sempre buscamos os melhores caminhos, e tudo já começou a ser debatido. O Toni e a Karla leram o roteiro num primeiro momento e levantaram várias questões. A Vitória, que cuida da animação, também trouxe considerações importantes do ponto de vista visual. Cada um com seu entendimento diferente vão aprimorar mais o projeto. Afinal, eu sou o autor do argumento, mas no desenvolvimento do roteiro e do filme, eles possuem um olhar requintado para a questão dramatúrgica e estão trazendo elementos importantes em termos de organização, de pensar nos personagens. O processo será muito rico e o melhor que tudo, no final, traremos um resultado diferente de tudo que fizemos antes em cinema", conclui. Objeivos Específicos: - Produção, Realização e Finalização curta-metragem. - 6 Oficinas de audiovisual
O argumento escrito por Hamilton veio de uma ideia que ele desenvolveu enquanto ministrava aulas de inglês numa escola estadual de educação infantil. A coordenação de ensino pediu para o professor inserir em sua aula o tema da polinição e Hamilton desenvolveu uma história lúdica para tornar a aula mais divertida. "No meu processo de trabalho, vou colecionando fragmentos, coisas que me chamam a atenção, me brilham aos olhos e ao coração e vou guardando. E trazer essas ideias para a sala de aula, inspirado pela criação artística é algo que me estimula". O professor e cineasta acrescenta: "Sempre foi assim. Entre um filme e outro, entre uma aula e outra, eu vou esboçando meus projetos, mas nunca as duas profissões se interligaram de forma tão casada como aconteceu com "Maya". Tinha uma cena na cabeça, um momento que considero o começo de tudo e que representa o que o desenho será no final. É a florzinha saltitando pelos campos e caindo numa poça d'água. Ao levantar do tombo, vemos na água o espelho dessa flor, que revela que ela estava em outro lugar, como se fosse outra dimensão". Hamilton conta que saiu inundado por essa ideia, imaginando um drama muito real, que encontramos no dia a dia: "as pessoas sonham, todos temos sonhos, mas a realidade, é terrível, é capaz de minar nossos planos, de gradativamente tirar as cores dos nossos sonhos e tornar nossa vida um drama sombrio, sem esperança, sem cor e sem foco. A vida cobra da gente, te sacode e te lembra a toda hora que existem limites e você só sobrevive se tiver os pés no chão" - e acrescenta _ "A ironia é que na nossa história, Maya nem tem pés, ela está presa a terra, por mais que ela tente, as raízes sempre vão segurá-la", completa. O projeto cumpre com as seguintes finalidades descritas no Art. 1° da Lei 8.313/91: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto dasmanifestações culturais e seus respectivos criadores - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar,fazer e viver da sociedade brasileira; - Priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra no Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei e para tal o projeto atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Era uma vez uma florzinha chamada Maya. Maya era muito imaginativa e nasceu num jardim de flores do campo. Entre vizinhas, Maya convivia com girassóis, cravos, lírios, margaridas e tulipas. Na verdade, não eram muitos girassóis, cravos, lírios, margaridas e tulipas, mas como Maya era muito sonhadora, ela imaginava uma multidão de flores. Na sua cabeça, a florzinha via um campo mágico, alegre e colorido. Nos seus sonhos, suas raízes se transformavam, viravam pernas e, da ponta das pernas, surgiam pés. Maya corria pelo campo, jogando suas sementes e ia até o alto da colina, de onde via o sol. E avistava também suas sementes brotarem, enchendo o campo de flores. A florzinha acordada sempre muito feliz ao lembrar desse sonho. Mas, a Mãe-Flor ficava preocupada com a filha. Ela queria que Maya compreendesse que, ao despertar, a realidade era diferente. A Mãe-Flor dizia que era impossível uma planta ter pernas. _ A gente não pode pensar assim, mãe. Eu acredito que, se a gente quer muito, os sonhos podem se realizar. _ Eu também acredito, filha, mas uma flor andando: é demais! Vai contra a natureza. A Florzinha, muito teimosa, não queria ouvir. E todo dia de manhã, ela insistia com seu plano de mobilidade e transformação, fazendo uma bateria de exercícios. Primeiro ela respirava fundo e espreguiçava. Depois partia para uma sequência de alongamentos, agachando e espichando o caule em três séries de dez, abrindo e contraindo as folhas, em duas séries de doze, torcendo as pétalas para a esquerda e para a direita, em três séries de quinze. E enfim, uma sequência de vinte espichadas para o alto, mentalizando a ideia de que pudesse sair da terra. _ Uf, uf _ se esforçava e gemia _ Eu sei que vou conseguir. Acontece que: quanto mais Maya se esforçava, mais as raízes a prendiam ao chão. Maya se empenhava. Todo dia se exercitava. Todo dia insistia, ganhando músculos, postura e botando fé que poderia se transformar. E ela acreditou e acreditou por semanas, as semanas viraram meses e se tornaram anos. A Mãe-flor continuava a pedir juízo para Maya. Mas a sapeca dava de ombros. Seu empenho nos exercícios era tanto, que ela mal reparou na tarde que o jardineiro se aproximou, e num zás cavou um buraco envolta da Mãe-flor e a levou, sem que, nem ao menos, Maya tivesse a chance de se despedir Por um momento, a florzinha achou que o homem fosse voltar para colhê-la também. E assim ela faria a viagem com a mãe. Mas ele não voltou. Não retornou nem pra buscar o relógio prateado que ele derrubou no canteiro. Desesperada, Maya começou a se agitar: _ Ah, se eu fizer um pouco mais de força.... uf, uf. Acho que consigo alcançar minha mãe. Uf uf. Certamente, Maya estava mais flexível e atlética, para tentar um movimento novo, e mais ágil, e eis que algo de repente aconteceu e seu corpo se deslocou uma vez, depois pareceu se deslocar uma segunda vez, como numa onda: _ Isso, isso, tá por um triz... Tentou dobrar o caule, transformando sua haste em joelho. Até que ela percebeu que era uma ilusão. O vento bateu em suas pétalas e, por um instante, ela acreditou que estava caminhando. E então veio uma chuva que molhou suas esperanças, só restando no ar o perfume da Mãe-flor, para Maya recordar. A partir desse dia, a florzinha que era alegre e conversadeira, ficou mais quieta. Às vezes olhava o relógio prateado que o jardineiro perdeu e se perguntava se ele voltaria para pegá-lo. Mas o relógio continuou lá! Com o tempo, foi enferrujando por dentro e a grama o cobrindo por fora. Maya cresceu e foi ficando cada vez mais amarga, porque percebeu que a Mãe-Flor talvez tivesse razão. Não tinha como lutar contra a natureza. Um dia, uma formiga muito curiosa, que sempre passava por ali, resolveu conversar com a flor. _ Dona Florzinha, você me deixa intrigada. _ Eu? _ Você é a mais bonita desse campo e, no entanto, só te vejo triste. Por que fica assim? _ Se eu disser, você vai rir de mim. _ Rir? Eu não... _ Como é seu nome formiguinha? _ Eu me chamo Bruno. _ Tá bom, Bruno. Sabe, eu não sou de falar de mim, mas sua simpatia, me convenceu. Na verdade, eu seria feliz se fosse como você. _ Como eu? – Bruno, surpreso, olhou para os gomos de seu corpo de formiga e mexeu as patinhas finas não acreditando no que ouvia. E então continuou: - Mas eu sou tão pequena, magrinha, sem cor e você é tão alta, elegante, colorida... _ De que adianta ser alta e elegante? Eu não consigo nem sair do lugar! Bruno, você pode subir na colina, pode correr pelo campo, pode ir até onde minha vista não alcança, enquanto... eu… mal consigo usar minhas folhas pra coçar minhas costas. _ Mas há compensações, disse a formiguinha. _ Quais? Olha pra baixo, minhas raízes não me obedecem. Elas nunca vão deixar eu sair desse lugar. Bruno coçou a cabeça e ficou sem resposta. Mas enquanto caminhava com suas patinhas pra casa, teve uma ideia. Naquela noite, contou a história no formigueiro. O silêncio tomou as formigas que ficaram imaginando o drama da florzinha e nem Jocasta, a rainha do formigueiro, conseguiu dormir. Na manhã seguinte, a rainha nem quis tomar o café. Convocou todas as operárias para manda-las para uma nobre missão. As formigas deveriam se reunir para ajudar a pequena flor a espalhar suas sementes pelo jardim. E pediu para o Bruno organizar a plantação. As operárias se animaram e saíram em marchas do formigueiro até o jardim. Maya estava distraída, tomando sol, quando olhou pra baixo e viu uma multidão de operárias marchando, como se fosse num desfile. _ Meu Deus, o que está acontecendo aqui? Bruno, saiu da formação e lhe contou: _ Maya, hoje, nós formigas, vamos mostrar pra você que a única forma de chegar ao impossível é acreditando que é possível. As formigas rapidamente se dividiram em dois grupos. O primeiro se alinhou para escalar a florzinha. Subiram até a haste de Maya, deslizaram até as folhas e começaram a fazer cócegas na florzinha. E Maya riu. Riu tanto, até não se poder. Se fosse uma pessoa, ela riria até às lágrimas, mas como era uma flor, o que caia com suas risadas, eram suas sementes. Então o segundo grupo, prontamente, se organizou em baixo, aproveitando a chuva de sementes. Elas agarravam os grãos e partiam com eles nas costas para plantá-los em fileiras pelo jardim. O trabalho estava sendo tão eficiente e envolvia tantas operárias que levantou uma poeira e atraiu a atenção de uma abelhinha que por ali passava. A abelha muito intrigada, desceu próxima a poeira e perguntou para Bruno, o que estava acontecendo. _ Olá Liz! _ á procurando água pra se refrescar? _ Não, Bruno, quero entender o motivo de toda essa festa. E então Bruno contou o drama da florzinha, o que deixou a abelha Liz muito sensibilizada. _ Puxa, tenho que contar essa história para minhas amigas abelhas! E a abelhinha mais que depressa disparou para contar a trágica história na colméia. As formigas foram plantando as sementes da florzinha, primeiro em sua volta, mas o trabalho, que no começo era de centímetros, foi ganhando metros e, no final, já estava em três metros de lonjura. Por sorte, quando todas as formiguinhas começaram a ficar cansadas com a ida e volta, eis que ouviram um instigante zumbido. Era uma nuvem de abelhas se aproximando. As abelhinhas vinham da colméia muito empenhadas e comovidas de ouvir a história da florzinha que não tinha pernas. E com isso decidiram vir ajudar na plantação. Bruno saudou as amigas voadoras e pensou: “Puxa, as abelhas não precisavam dos atalhos do chão. Podem plantar as sementes cinquenta metros à frente”. E foi exatamente o que elas fizeram. Pegavam as sementes de Maya e partiam em revoada, seguindo as ordens de Liz, que coordenava toda a operação. Liz estava tão ocupada voejando e dando instruções para o enxame que nem notou o Beija-Flor no ar ao lado dela. _ Que rolê é esse que tá acontecendo aqui? _ Estamos empenhados numa boa ação, disse a abelha. O Beija Flor, que se chamava Gael, posou momentaneamente num galho, ouviu atentamente a história e perguntou: _ Eu também posso ajudar? Liz abriu um sorriso e concordou: _ Seria maravilhoso, Gael! E assim o Beija-Flor desceu num vôo elegante até Maya, pegou várias sementes no bico e subiu como um tiro, tão alto e ligeiro que pareceu atravessar uma nuvem. E de repente aquela nobre missão se ampliou além do jardim, ganhando o mundo. Tantas sementes tiraram de Maya, que ela quase ficou destroçada. Mas como estava feliz! Quem diria que ela poderia alcançar distâncias tão grandes com suas sementes? Naquela noite, bichos e flores se uniram numa festa para celebrar aquele extraordinário feito. Foi assim que Maya entendeu verdadeiramente que não há limites para nossos sonhos, quando conquistamos amigos e praticamos o espírito coletivo. Que sozinhos nem sempre conseguimos fazer muita coisa, mas com ajuda podemos ir longe! Até hoje aquele campo e aquela colina permanecem florescidos pelos bisnetos e tataranetos de Maya, a flor que entendeu que tudo era possível, inclusive, andar. Crianças na faixa dos 6 aos 10 anos são o foco central, mas o filme está sendo produzido visando não apenas o entretenimento infantil, mas como complemento para material didático para as escolas. A Educação Infantil demanda estratégias de ensino que compreendam o desenvolvimento global das crianças e a diversidade existente entre elas. O cinema se enquadra como uma estratégia de ensino que se utiliza de uma ferramenta tecnológica, inovando as dinâmicas do desenvolvimento da aprendizagem. O filme "Uma Florzinha Chamada Maya", é uma fábula sobre a Ecologia e a biodiversidade, um tema fundamental que está inserido na Educação das Escolas. O filme aborda a questão de que as flores precisam de polinização para se reproduzirem e produzir frutos e sementes. “A polinização é fundamental para a manutenção da biodiversidade e dos ecossistemas. Nós adultos, sabemos, porque aprendemos na escola, que a polinização é realizada por animais, como abelhas, borboletas, vespas, morcegos, besouros e moscas. Mas as crianças ainda não têm essa consciência”, explica o cineasta. “Elas nem sabem que, se os animais polinizadores deixassem de existir, a presença de flores no nosso universo seria extinta rapidamente”, acrescenta. Mediante os desafios ambientais, como as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade, a alfabetização ecológica é essencial. Ela ajuda os pequenos a compreender os ecossistemas para se conscientizarem. A partir disso, eles entendem como a ação do homem pode afetar a natureza e prejudicar o planeta. Além disso, começam a adotar ações que colaboram efetivamente para preservar o meio ambiente. Sendo assim, tanto o Ministério da Educação como as Secretárias de Educação Estadual e Municipal podem ter no desenho mais um componente interdisciplinar para desenvolver estratégias para: 1 - Conscientizar e sensibilizar as crianças sobre os problemas ambientais. 2 - Ampliar as vivências e o universo de experiências das crianças, oportunizando o desenvolvimento da imaginação e da criatividade. 3 - Servir de ponto de partida para a discussão de concepções pessoais sobre questões ambientais, filosóficas, psicológicas, sociológicas, políticas e econômicas.
O curta "Uma florzinha Chamada Maya" será uma animação em 2-D produzida em resoluçãp 4K, produzida com diversas técnicas artísticas, entre elas: Desenhos Os desenhos serão feitos com lápis de cor, giz de cera, pastel e canetinha, sem separação entre desenho e pintura. Colagens Poderemos usar recortes de jornais e revistas para formar objetos, roupas, construções e detalhes dos personagens. Diálogos As personagens do desenhos, todas, falam, e os diálogos serão gravados em português. Sons Os sons e ruídos serão criados especialmente para o filme, como os sons dos animais, insetos, ventos e máquinas. A duração será de até 15 minutos e faremos, além de uma première no cinema, cinco oficinas para exibir o filme para as crianças, com atividade de colorir e desenhar e trabalhar a conscientização sobre a biodiversidade para os pequenos.
Este curta-metragem demonstra um compromisso claro com a acessibilidade e a inclusão, contemplando diversas necessidades para tornar o conteúdo mais acessível a todos os públicos: 1)Acessibilidade Física: Como a exibição será realizada de forma virtual, não há necessidade de adaptações para acessibilidade física, uma vez que o conteúdo poderá ser acessado remotamente, desde que haja um dispositivo e uma conexão à internet, mas a Premiere será realizada. terá medidas de acessibilidade física para: Cadeiras de Rodas: Certifique-se de que o local da exibição tem entradas, saídas e espaços adequados para cadeiras de rodas, incluindo rampas, elevadores e assentos reservados.Banheiros Acessíveis: Garanta a presença de banheiros adaptados próximos à área do evento.Estacionamento e Transporte: Se possível, reserve vagas de estacionamento próximas ao local para pessoas com deficiência. Considere parcerias com serviços de transporte acessíveis, se disponíveis.Sinalização Clara: Use sinalização com ícones grandes e claros para indicar banheiros acessíveis, rotas de saída e espaços de atendimento para pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Legendagem Descritiva (LSE): As legendas incluem transcrição do texto oral e descrição dos elementos sonoros, como músicas, efeitos de ambiente, e sons significativos, de forma a oferecer uma experiência completa e compreensível para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Janela de Libras: Um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) aparecerá em uma área do vídeo para facilitar o entendimento do conteúdo para aqueles que utilizam essa língua como meio de comunicação principal.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Audiodescrição: Esta narração adicional em português descreve ações, emoções, expressões faciais, figurinos, cenário e sons que ajudam a transmitir o contexto de forma rica e detalhada para quem não consegue ver as imagens.Acessibilidade para Pessoas com Condições Cognitivas ou Linguísticas Diversas: Legendagem Descritiva para Idiomas e Linguagens Desconhecidas: Além de auxiliar pessoas com deficiências auditivas, a legendagem também beneficia pessoas que apresentam síndromes, condições cognitivas ou transtornos que limitam a compreensão oral e visual. As legendas fornecem o contexto necessário, mesmo para aqueles que não dominam a língua falada.Essas medidas promovem a inclusão e garantem que o curta-metragem seja acessível ao maior número de pessoas possível, proporcionando uma experiência envolvente e significativa independentemente das limitações individuais.
A proposta para o curta-metragem adota diversas estratégias para promover o acesso democrático e gratuito ao conteúdo, com foco em uso social e educativo, conforme previsto na regulamentação. 1. Distribuição Digital no YouTubeO curta-metragem será disponibilizado de forma pública e permanente no canal do projeto no YouTube, permitindo o acesso gratuito. Essa medida amplia significativamente o alcance, especialmente para alunos e professores de escolas e universidades públicas, que terão acesso facilitado por meio de links enviados diretamente a essas instituições.2. Distribuição Educativa e SocialEm conformidade com o Art. 29 da IN nº11 de 30/01/2024, a proposta destina 10% do conteúdo para distribuição gratuita com fins educativos e sociais, contemplando a distribuição entre escolas e universidades públicas para uso em atividades pedagógicas.Adicionalmente, conforme o Art. 30, o projeto ampliará essa distribuição para 20%, fornecendo acesso extra e gratuito a materiais, convites e links do curta-metragem a essas instituições, de modo a consolidar o acesso contínuo para fins educacionais.3. Convites e ContatosSerá feito um mapeamento de escolas e universidades públicas na região, que serão convidadas a acessar o filme através de e-mails e ligações. As instituições receberão um link permanente para o canal do projeto no YouTube, garantindo que o curta-metragem esteja sempre acessível para uso pedagógico.4. Veiculação em Redes Públicas de Televisão e Outros Meios GratuitosAlém da distribuição digital, o projeto permite a veiculação do conteúdo por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Instituições interessadas podem contatar o proponente diretamente pelo canal de divulgação do projeto para obter autorização e links de acesso para exibição do curta-metragem em seus canais.Essas estratégias proporcionam uma ampla democratização do acesso ao curta-metragem, garantindo que o conteúdo alcance uma audiência mais ampla e tenha um impacto significativo na educação e cultura, de forma totalmente inclusiva e gratuita.
Uma Florzinha Chamada Maya - Ficha Técnica/ Bio Hamilton Rosa Jr. (Diretor Geral e Roteirista)Produtor, diretor e roteirista, Hamilton Rosa Jr. é um talentomultifacetado do cinema brasileiro. Com experiência em publicidade,dirigiu mais de 300 comerciais antes de migrar para o cinema. Seuscréditos incluem:- Curtas-metragens: "Desencanto" (2015), "Abelha Rainha" (2019), "TRALALAND" (2020), “Meninas” (2021), “Diário Sentimental de uma Filmagem”(2022), “Atriz” (2023)- Documentário: “Os Labirintos de Stanley Kubrick” (2023)- Produtor: “Antônia” e “A Última Transmissão” Toni Ferreira (Produtor e Diretor Geral)Com vasta experiência em produção publicitária, Toni Ferreira expandiuseu alcance para o cinema em 2019. Parceiro de Hamilton Rosa Jr.,produziu:- Curtas-metragens: "Abelha Rainha" (2019), "TRALA LAND" (2020),“Meninas” (2021), “Atriz” (2023)- Documentário: “Os Labirintos de Stanley Kubrick” (2023) Diego Ruiz de Aquino (Art Concept, Storyboard, Animatic)Diretor Criativo Audiovisual com mais de 20 anos de experiência, DiegoRuiz de Aquino foi um dos fundadores da agência Lokomotiv. É vencedorde dois prêmios Profissionais do Ano da EPTV. Seus trabalhos incluem:- Diretor, produtor e roteirista do curta “Cru” (2022)- Editor do curta “A Noite dos Palhaços Mudos (2014)- Prêmios em festivais de publicidade e cinema Vitória Letícia J. Bento (Art Concept, Storyboard, Animatic) Artista Freelance, Vitória Letícia J. Bento desenvolve personagens paraanimações, livros e jogos. Sua carreira inclui:- Ilustradora, Animadora e Character Designer- Trabalhos editoriais e publicitários no Norte Studio- Projetos de animação e ilustração de livros Karla Maturana (Compositora da Trilha Sonora)Cantora, diretora musical, compositora e produtora musical, KarlaMaturana estreou no cinema com:- Trilha sonora de “Meninas” (2021)- Desenho de som e composição para “Os Labirintos de Stanley Kubrick”(2023) e “Atriz” (2023) Fábio Dalessio (Direção de Arte)Com mais de 20 anos de experiência em publicidade, Fábio Dalessiofundou a Base3 em 1998. Seus créditos incluem:- Filmes e animações para DPaschoal, 3M, Syngenta, Bosch. Valéria Baldani (Coordenação de Produção)Sócia-proprietária da Rush Video, Valéria Baldani coordena a produção de:- Filmes publicitários e coorporativos;- Na coordenação dos curtas-metragens: “Abelha Rainha”, “Trala Land”,“Os Labirintos de Stanley Kubrick” e “Atriz” (2024) Joel Camargo (Câmera e Realizador do Making Off)Câmera experiente do interior paulista, Joel Camargo trabalhou em:- Curtas “Meninas” (2022), “Diário Sentimental de Uma Filmagem” (2022).- Direção de fotografia do curta “Atriz”. Priscila de Cássia Gomes Alcântara (Intérprete de LIBRAS,Audiodescritora)Intérprete de libras e audiodescritora, Priscila trabalhou em:- Curtas “Meninas” (2022) e “Atriz” (2024).- Vídeos de campanhas políticas.- Ensino de língua de sinais e cultura surda.
PROJETO ARQUIVADO.