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PRONAC 241680Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bolsa Pampulha - residência artística

VIADUTO DAS ARTES
Solicitado
R$ 983,0 mil
Aprovado
R$ 983,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-07-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

o projeto Bolsa Pampulha configura-se em uma Residência Artística a ser realizada durante 6 meses, no Viaduto das Artes, instituição estabelecida no Barreiro em Belo Horizonte. Serão disponibilizadas 11 bolsas para artistas de todo o país, a serem selecionados por meio edital público de cadastro de propostas, sendo 10 vagas para artistas contemporâneos e 1 vaga para curador. A residência terá acompanhamento curatorial e tutoriale, 6 encontros públicos com a participação de profissionais de destaque nacional na área de cultura. Como resultado deste processo, será promovida uma mostra de resultado, com a exibição das obras produzidas onde processos e produtos da residência serão exibidos para o público em geral, além da produção de um catálogo com o registro da mostra e da produção dos artistas participantes.

Sinopse

Bolsa residência: Com duração de 6 (seis) meses, contemplando 11 (onze) bolsistas, sendo 10 (dez) para artistas contemporâneos e 1 (uma) para curador. Os participantes poderão ser oriundos de qualquer estado brasileiro ou ser estrangeiro naturalizados ou estrangeiros com residência de no mínimo 2 anos e atuação comprovada no meio. Atividades e mostra final: Serão abertas ao público em geral, incentivando e apoiando a produção de arte contemporânea no país, estimulando a pesquisa, o processo de criação, a reflexão e a crítica. Catálogo: Será publicado um catálogo, em formato físico e virtual contendo textos críticos e registros dos processos e resultados da residência, com a seguinte especificação: tiragem 500 exemplares e versão digital. Formato: Miolo – 250 páginas (aproximadamente), 21x21cm, 4x4cor, papel 115gr. Capa - 21x21cm, 4x0 cor, papel 300gr. 1 exemplar em Braille.

Objetivos

Objetivo Geral: Incentivar e apoiar a produção de arte contemporânea no país, estimulando a pesquisa, o processo de criação, a reflexão e a crítica, por meio da realização de nova Edição do Bolsa Pampulha. O programa promove um processo de residência artística, com acompanhamento de 2 curadores e 2 tutores, com duração de 6 (seis) meses, contemplando 11 (onze) bolsistas, sendo 10 (dez) para artistas contemporâneos e 1 (uma) para curador. Os participantes poderão ser oriundos de qualquer estado brasileiro ou ser estrangeiro naturalizado. Paralelamente à residência, que será realizada nas instalações do Viaduto das Artes em Belo Horizonte, serão promovidas 6 encontros e mostra de resultados final abertas ao público em geral, além do registro das atividades em um catálogo impresso e virtual. Objetivos específicos: - Gerênciar o programa de residência artística, disponibilizando o apoio necessário a todos os participantes e a devida coordenação e acompanhamento dos trabalhos. - Promover a participação e interação dos bolsistas, curador e convidados na vida cultural da cidade, estabelecendo intercâmbios e colaborações, aumentando a visibilidade e o impacto do programa no fomento à arte e à cultura na cidade, np estado e no país. - Promover a diversidade e transdisciplinaridade de linguagens contempladas no programa de residência, assim como dos formatos de pesquisa e produtos resultantes. - Contribuir para facilitar o acesso da população brasileira em gral aos meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais produzidas pelos artistas brasileiros - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - Priorizar o produto cultural originário do País.

Justificativa

De forma a atender o Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, o projeto visa: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Art. 3° De forma a atender o art. 3° desta lei, o projeto visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Bolsa Pampulha é um programa de estímulo à produção em Artes Contemporânea que existe desde 2003, constituindo-se como importante política pública do Município de Belo Horizonte de alcance nacional, promovida pelo Museu de Arte Moderna da Pampulha. Como o Museu está fechado, desde 2021, para reforma da sua edificação, atualmente o programa é desenvolvido por uma OSC, sendo que as edições de 2021/2022 e 2023/2024 são realizadas pela OSC Viaduto das Artes. A instituição está localizada num lugar antes marcado pela vulnerabilidade social, que tornou-se um centro cultural, onde se respira arte por todos os lados. O local é dotado de galeria de exposições, biblioteca, ateliês de arte, jardim de escultura e espaço ao ar livre para eventos diversos e atividades esportivas. Localizado sob o Viaduto Engenheiro Andrade Pinto, na região do Barreiro, é gerido por uma OSC criada por um grupo de artista, tendo o escultor mineiro Leandro Gabriel como idealizador e líder do movimento. Sua proposta é favorecer a aproximação do público com o universo artístico, social e cultural e proporcionar atividades multidisciplinares como exposições, oficinas de artes plásticas, contação de histórias, eventos literários, exibição de filmes, apresentações musicais, entre outras atividades do gênero. Dado todos estes predicados e contando com enorme experiência no desenvolvimento de programas culturais, a OSC Viaduto da Artes apresenta ao MINC o presente projeto de para realizaçõ de mais uma Edição da Bolsa Pampulha. Para além da capacidade profissional, demonstrada no currículo da OSC e dos seus gestores, será colocada à disposição do programa o espaço físico da Instituição, já descrito anteriormente, dotado de reais condições de abrigar os 11 artistas a serem selecionados, bem como para a exposição de suas obras na mostra de resultados. Os gestores do Viaduto das Artes acreditam que a atividade artística atue como um instrumento fundamental para a valorização da cidadania através de pesquisa e da experimentação, premissa que vai ao encontro dos resultados almejados pelo programa Bolsa Pampulha. Mais do que possibilitar a realização e exibição de trabalhos artísticos dos 11 jovens, o programa, como o âmago do Viaduto das Artes, quer proporcionar uma intensa experiência aos selecionados, abrangendo pesquisa histórica, utilização de técnicas inovadoras, contato com profissionais experientes, aprofundamento do conhecimento em arte contemporânea, participação em palestras e oficinas ministradas por especialistas, visita a espaços culturais da cidade, contato com público diversificado, entre outras vivências. Quanto à participação do Viaduto das Artes, destaca-se sua infraestrutura, um equipamento cultural completo, com área disponível para as principais atividades previstas no programa. Sua localização na Regional Barreiro, sudoeste de Belo Horizonte, proporcionará uma descentralização das atividades previstas, além de uma proximidade com municípios da região metropolitana limítrofes, como Contagem, Betim, Ibirité, Brumadinho e Nova Lima. Como informação complementar, o Barreiro é a segunda região mais produtiva da cidade, com mais de 300 mil habitantes, 90 mil domicílios, enorme área de comércio e vários estabelecimentos de prestação de serviços, shoppings centers e indústrias, com destaque para a maior do município, a siderúrgica Vallourec. Como detalhado acima e apresentado a seguir a OSC Viaduto das Artes se propõe a realizar o projeto da melhor forma possível, "contribuindo para a sua atualização e reafirmando sua relevância em um contexto de mudanças".

Estratégia de execução

PÚBLICO ESTIMADO Com base em edições passadas do Bolsa Pampulha, podemos estimar o público atingido diretamente pelo programa em: · Participação direta (equipe de profissionais) = 25 pessoas. · Bolsistas (inscrições e participantes) = 360 artistas em 2022, ampliado para 500 artistas em 2024, dada a amplitude nacional do programa. · 6 encontros coletivos de compartilhamento de processos à 6 x 100 pessoas cada = 600 pessoas. · Visitação à exposição = 8.000 pessoas. · Acesso ao catálogo = 500 exemplares x 5 pessoas cada = 2.500 pessoas. · TOTAL à 11.625 pessoas atingidas diretamente. Além destas, o programa será acessado por inúmeras pessoas pelas redes sociais e matérias jornalísticas. ÁREA DE ABRANGÊNCIA Nesta edição, a abrangência do programa será nacional, atingindo artistas de todas as partes do país e estimulando a participação do público oriundo de todos os estados brasileiros. Há possibilidade da abrangência também ser internacional, pois a seleção poderá contar com inscrições de artistas naturalizados ou estrangeiros residentes no país por no mínimo 2 anos. Então, caso algum estrangeiro seja selecionado, a presença de público e a divulgação poderá atingir espontaneamente pessoas e mídia de fora do país. RESULTADOS ESPERADOS Espera-se alcançar pleno êxito na realização das metas propostas. O primeiro resultado esperado é o mesmo que obtivemos durante a realização das edições ássadas do Bolsa Pampulha que foi o convívio harmonioso e respeitoso entre os profissionais do Viaduto das Artes, os contratados e os bolsistas. As reuniões e os contatos presenciais se deram com frequência necessária e adequada, com horários sendo respeitados por todos. O fluxo de informações e os cumprimentos de metas se deram de forma satisfatória e devem ser mantidos e ampliados, com até maior rigor. Espera-se os seguintes resultados com relação às diversas etapas do programa: · Disponibilizar informações consistentes durante o período de seleção, publicando edital com dados acessíveis para ampla participação de artistas em todo o território nacional. · Selecionar um grupo de profissionais e de artistas competentes e cumpridores das atividades previstas na residência artística proposta. · Promover encontros produtivos e que agregam valor entre bolsistas, curador, tutores e convidados, bem como atinja o público interessado em Arte Contemporânea. · Selecionar artistas, pesquisadores, críticos e outros profissionais com saber notório e grande destaque para participar dos encontros coletivos. · Promover efetivamente a participação e interação dos bolsistas, curador e convidados na vida cultural da cidade. · Realizar uma assessoria de imprensa que atinja nível nacional, alcançando divulgação ampla do programa. · Realizar uma mostra de resultados de alta qualidade, que apresente ao grande público da cidade os processos e produtos da residência, impulsionando Belo Horizonte como incentivadora e difusora da produção artística e cultural em âmbito nacional. · Publicar catálogo impresso, virtual e em Braille de alta qualidade contendo textos críticos e registros dos processos e resultados da residência. · Promover com eficiência a diversidade e transdisciplinaridade de linguagens contempladas no programa de residência, assim como dos formatos de pesquisa e produtos resultantes. · Executar a gestão financeira do programa dentro dos valores aprovados e realizar a prestação de contas ao MINC de acordo com as normas previstas.

Especificação técnica

Bolsa residência: A residência artística ocorrerá durante 6 meses, com carga horária de 20 horas semanais. O Viaduto das Artes ficará aberto de segunda à sexta-feira de 9 às 17h e, com isto, cada bolsista poderá fazer seu próprio planejamento de trabalho dentro do horário de funcionamento da Instituição. Mostra final: exposição aberta à visitação gratuita do público, com lançamento de catálogos, com duração mínima de 30 dias. Catálogo: impressão de 500 unidades do catálogo com as obras e a trajetória de cada artista durante o programa.

Acessibilidade

Bolsas / Residência Artística : Acessibilidade: A residência acontecerá em um local que possui uma estrutura arquitetônica dotada de rampa, corrimão, elevadores, etc. Catálogos: Acessibilidade: Impressão em braile Mostra de resultados: Acessibilidade: A mostra de resultados acontecerá em um local que possui uma estrutura arquitetônica dotada de rampa, corrimão, elevadores, etc.

Democratização do acesso

Democratização de acesso inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27,totalizando 20% (vinte por cento). O projeto hora apresentado atenderá as seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Bolsas / Residência Artística : Será promovido um processo de residência artística com duração de 6 (seis) meses, contemplando 11 (onze) bolsistas, sendo 10 (dez) para artistas contemporâneos e 1 (uma) para curador., remunerados em R$3.000,00 por mês durante o período da residência. Os participantes poderão ser oriundos de qualquer estado brasileiro ou ser estrangeiro naturalizado Catálogos: Haverá publicação de catálogo impresso e virtual contendo textos críticos e registros dos processos e resultados da residência, devendo ser mantido o formato padronizado e a identidade visual das edições anteriores do Programa Bolsa Pampulha. Mostra de resultados: Será realizada uma mostra de resultados, presencial, com no mínimo de 30 dias de duração, que apresente ao grande público de Belo Horizonte os processos e produtos da residência, impulsionando a cidade como incentivadora e difusora da produção artística e cultural em âmbito nacional e internacional

Ficha técnica

O proponente do projeto será o responsável pela gestão do processo decisório e administração técnica efinanceira do projeto. LEANDRO GABRIEL – COORDENADOR GERAL Graduado em Educação Artística pela Fundação Escola Guignard e pós-graduado em Arte pelo Centro de Pesquisa de Minas Gerais. É o idealizador e gestor do Viaduto das Artes, projeto de democratização da arte realizado em BH, que contempla uma galeria de arte, uma biblioteca e um atelier̂ de esculturas. O local tem acesso gratuito a visitações, oficinas e palestras. Residências 2021/22 – Coordenador da 8ª Bolsa Pampulha 2016 - Coordenador do projeto de residência artística do Viaduto Das Artes Premiações 2004 - Salão Nacional de Arte de Paraty - RJ Bienal: TRIO Bienal - do RJ Acervo: Museu Nac. Arte Contemporânea de Brasília Obras Públicas: em BH/MG Parque Est. Rola Moça, Parque Roberto Burle Marx, Praça da Via do Minério, Praça José Verano, Câmara Municipal, UFMG, Fórum Lafayette Exposições Individuais 1995 Centro Cultural UFMG - BH/MG; Itaú Galeria - Goiânia/GO; Palácio das Artes - BH/MG 1996 Inauguração do Espaço de Exposições do Parque Municipal de BH/MG; "Escada Abaixo" - Palácio das Artes - BH/MG 2005 Sementes - Palácio das Artes - BH/MG 2008 Centro Cult.Usiminas - Ipatinga/MG 2009 Raízes Jardim interno da PUC – BH/MG 2010 Pé de quê? - V & M do Brasil – BH/MG 2012 One of a Kind - Design District – Miami 2013 Fragmentos – PUC – BH/MG; Memorial MG Vale – BH/MG; Brazil Artfair – Miami 2014 - Artigo - Armazém 6 do Cais do Porto – RJ 2017 - UFMG, - "Olhar Revisitado: Reencontros e Novas Afetividades" – BH/MG 2016 O Deserto Não Deixa Pegadas - Palácio das Artes DANIEL MOREIRA – ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO E FOTÓGRAFO 28/07/1978 - www.danielmoreira.art.br Vive e trabalha em BH - MG / Brasil. Graduado em Comunicação, gestor cultural e artista visual, integrante da ONG Viaduto das Artes. Residências 2021 - 2022 - Integrou a equipe de coordenação da 8ª edição do Bolsa Pampulha, projeto de residência artística do MAP. Atuou também como fotógrafo. 2016 - Integrou a equipe de coordenação do projeto de residência artística do Viaduto Das Artes Dentre exposições e premiações, destacam-se: 2021 XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2020 Prêmio de Projetos de Exposições Culturais do Centro Cultural TCU / 2019 Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger 2016 Arte Pará 2016 - Menção Honrosa 2014 XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2013 Finalista indicado ao Prêmio de Arte Conrado Wessel Exposições individuais 2023 Bordas não Brotam do Nada - Lemos de Sá Galeria (BH, MG) e Galeria Index (Brasília, DF). 2022 Trilogia Limítrofe – CCBB – Brasília - DF 2022 Trilogia Limítrofe – Centro Cultural TCU – Brasília - DF 2020 Trilogia Limítrofe – Centro de Fotografia de Montevideo - Uruguai 2019 Paisagem Ambulante 381 - Centro Cultural Fiesp - São Paulo, SP 2019 Hangaram Design Museum (Seoul Art Senter) – “Under The Same Sky” – Korea 2018 Sob o Céu Que Nos Protege - Palácio das Artes - BH, MG 2017 “Desencanto’’ Galeria Sesc, Uberlândia, MG 2016 “Catadores”, Espaço Galeria Sesi-SP- Campinas, São José dos Campos, Itapetininga e São José do Rio Preto 2015 “Paisagem Ambulante 381”, Câmera Sete - BH, MG 2015 “Paisagem Ambulante 381”, Museu Guimarães Rosa – Cordisburgo, MG 2015 “Catadores”, Galeria Antônio Sibasolly – Anápolis, GO 2015 “Catadores”, Viaduto das Artes – BH, MG Exposições coletivas 2022 Fotografia e Vídeo na Coleção de Arte Contemporânea da Casa de La Cultura do Fundo Nacional de La Cultura de Argentina - (Buenos Aires) e Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza) 2021 Terra em Transe - Museu Afro Brasil - São Paulo, SP 2019 “40x40” - Mama-Cadela - BH, MG 2020 O Olhar não vê, o olhar enxerga - Museu da Fotografia Fortaleza - CE 2019 Narrativas Polifônicas - Palacete das Artes - Salvador, BA; Exposição Acervo da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes – BH / MG 2018 “Terra em Transe” - Dragão Do Mar - Fortaleza, CE; “Entre Acervos” - Palácio Das Artes - BH, MG; Novos, Novíssimos e Seminovos - Lemos Sá Galeria de Arte, BH-MG 2017 “Olhar Revisitado: Reencontros e Novas Afetividades” - UFMG, BH/MG 2015 “40x40”, Viaduto das Artes, BH 2014 Espaço Cultural Casa das 11 Janelas, Belém – PA; “Em Desencanto” - Museu Mineiro de BH 2012 “Segue-se Ver O que Quisesse” - Galeria Genesco Murta, Palácio das Artes, BH Festivais 2018 - Fotofestival SOLAR - Fortaleza 2017 – FestFotoPoa – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre 2013 - Festival De Fotografia de Tiradentes Acervos: Museu da Fotografia Fortaleza; Fundação Clóvis Salgado; Centro Cultural Dos Correios – RJ; MAM – RJ/ Coleção Joaquim Paiva Livros: Bordas Não Brotam do Nada; O Livro das Ocupações; Paisagem Ambulante 381 ANDRÉA DE MAGALHÃES MATOS - PRODUTORA EXECUTIVAFormada em Ciências Econômicas pela PUC/MG, ciclo básico da Escola de Belas Artes da UFMG e pós-graduação em Administração pela COPPEAD/UFRJ. De 1985 a 1993, trabalhou na Construtora Mendes Júnior no Brasil e no Iraque e em planejamento urbano na Urbis Consultores Associados. Em 1994, passou para a área cultural e, em 1999, criou a VIA SOCIAL - projetos culturais e sociais, na qual atuou como diretora até o início de 2015. Na empresa, foi responsável pela gestão de projetos, viabilizados com recursos de leis de incentivo à cultura, prêmios, concursos ou convênios, desenvolvidos no: Museu Hist.Abílio Barreto –1995 a 2005; Biblioteca Públ.Est.Luiz de Bessa–1999 a 2006; Museu Mineiro - 2002 a 2004; Arquivo Públ. Mineiro–2000 a 2014; Cine Theatro Brasil–2006 a 2014; Museu Casa de Juscelino (MCJ) - Diamantina/MG–2002; Museu Casa Guignard -Ouro Preto/MG–2005; Centro Cultural da Fund.D.Cabral -N.Lima/MG– 2002; Centro Cultural USIMINAS-Ipatinga/MG–1998 a 2003; Museu Náutico da Bahia-Salvador/BA, Centro Cultural do Forte S.Francisco Xavier da Barra-V.Velha/ES, Biblioteca Públ.Municipal-Vitória/ES, Casa Porto das Artes Plásticas-Vitória/ES–1999 a 2003; Museu Casa G.Rosa-Cordisburgo/MG–2006 a 2014; Igreja Matriz de N.SraConceição de Sabará–2007 a 2013. Editou 38 livros; produziu 37 exposições e mais de 40 eventos; participou de projetos sociais, CDs e shows de artistas mineiros. Entre mar 2015 a mar 2019, foi Superintendente de Museus e Artes Visuais da Sec. de Est.de Cultura MG, responsável pela gestão de 7 museus, em BH – M.Mineiro, Centro de Arte Popular e M.Militares Mineiros, em Ouro Preto – M.Casa Guignard, em Cordisburgo – M.Casa G.Rosa, em Juiz de Fora – M.Crédito Real e em Mariana – M.Casa Alphonsus de Guimaraens. Na sua gestão, os museus receberam 293.449 visitantes, foram realizados 3 exposições de longa duração e 104 temporárias, 376 eventos, 146 assessorias a museus do interior e 15 publicações. Em 2019, retomou à iniciativa privada, constituindo a Via Proj.Culturais, realizando: Fundo Mun. Cultura BH, o projeto “Sapucaí, 36 (restauração de casa tombada)”, 2020-23, concluído. Fundo Est.Cultura - Edital FEC 01/2019 - Museus Seguros - projeto “Museu Histórico Abílio Barreto sob proteção”, 2020. Lei Federal de Incentivo à Cultura: 2020 – “Inventário da Coleção Alberto e Priscila Freire,” patrocínio da CEMIG, concluído em nov/22; Projeto “Manutenção e Formação do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim – Ano 23”, patrocínio da CEMIG, concluído em jun/23. Lei Estadual de Incentivo à Cultura: 2021 - “Homenagem a Alphonsus - Centenário morte do poeta”; “Nemer aquarelas Recentes”, finalizado; “Expansão da Coleção Alberto e Priscila Freire”, aprovado, patrocínio parcial; 2022 – “Exposição de Longa Duração da Casa de Drummond em Itabira”, patrocínio Vale, em execução; “Implantação do Centro de Memória e Estudos da Obra de G.Rosa”, aprovado. Por edital da PMBH, elaborou a proposta do Viaduto das Artes e atuou como produtora executiva e gestora financeira da 8ª Edição do Bolsa Pampulha, realizado de dez/21 a abr/22. Por edital da PM de Nova Lima, elaborou a proposta do Viaduto das Artes e atua como produtora executiva e gestora financeira do projeto “Escultórias”, iniciado em out/23.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.