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PRONAC 2416808IndeferidoMecenato

Mostra de Cinemas Africanos

ANA CAMILA DE SOUZA ESTEVES
Solicitado
R$ 3,23 mi
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-04-01
Término
2025-11-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

A Mostra de Cinemas Africanos é o único festival continuado dedicado exclusivamente à exibição de filmes africanos contemporâneos no Brasil. Criado em 2018 pela produtora cultural e pesquisadora brasileira Ana Camila Esteves, juntamente com a curadora e pesquisadora espanhola Beatriz Leal-Riesco, o festival surgiu em resposta à escassez de plataformas que exibem filmes africanos recém-lançados no país. Além das exibições de filmes, a MCA tem o compromisso de promover o conhecimento no âmbito acadêmico dos cinemas africanos. O festival produz conteúdo acadêmico em português, tornando-o acessível a estudantes brasileiros, pesquisadores e aos países africanos de língua oficial portuguesa. Nesta edição contará com uma programação diversa, que além das exibições, trará masterclasses, workshops, minicurso, laboratório de crítica, premiações, exposição e mostra com temáticas especiais, e a produção de um catálogo com textos, artigos, entrevistas e fichas catalográficas dos filmes.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Geral: Realização da edição de 2025 da Mostra de Cinemas Africanos, com previsão de ocorrer no mês de setembro, com uma programação diversa entre exibições, ações formativas e desenvolvimento de material editorial de pesquisa. Produto: Festival / Mostra Audiovisual - Exibição de 40 longas-metragens e 25 curtas-metragens dirigidos por pessoas africanas nos últimos 2 anos; - Previsão de 20 cineastas convidados para apresentar seus filmes e fazer parte de atividades paralelas ao festival (masterclasses, workshops e debates); - Exibição de 03 mostras temáticas especiais (retrospectivas, festivais convidados etc) com 05 filmes cada. - Realização da segunda edição dos Encontros do Audiovisual Brasil-África dentro da programação, com 03 dias dedicados a discutir as relações possíveis entre Brasil e África no cinema a partir de quatro eixos: pesquisa, produção, difusão e formação; - Realização de 01 minicurso presencial sobre os cinemas da África, com foco em temas relacionados à programação; - Programação de filmes africanos em realidade virtual (VR) acompanhada de uma formação em construção de narrativas VR para jovens cineastas baianos; - Realização de um laboratório de crítica de cinema com foco nos filmes africanos em exibição para publicação na Revista Crítica de Cinemas Africanos, a revista digital oficial da Mostra: www.cinemasafricanos.com.br. - Realização de intercâmbio cultural no formato de encontros colaborativos que reúnem roteiristas brasileiros e africanos para uma imersão criativa durante o festival, coordenada por dois roteiristas mentores: 01 brasileiro e 01 africano; - Mobilização de públicos estratégicos para sessões temáticas voltadas para africanos que vivem no Brasil; - Exposição de obras do artista africano convidado para fazer a arte principal do festival (artista plástico, fotógrafo, ilustrador); - Realização de premiações para filmes em exibição: Prêmio do Público (votação online); Prêmio da Crítica (críticos de cinema convidados + participantes do laboratório crítico); Prêmio MARCA DO PATROCINADOR (equipe da empresa); - Publicação de uma tirangem de 1000 unidades, de catálogo de 100 páginas com textos, artigos, entrevistas e fichas dos filmes da programação. - Celebração da Diversidade Cultural: O evento tem como objetivo enriquecer a experiência cultural do público baiano, oferecendo uma visão autêntica e diversificada das realidades africanas por meio do cinema contemporâneo. Destaca-se como uma celebração da riqueza das culturas africanas, contribuindo para a promoção da diversidade cultural e a quebra de estereótipos; - Visibilidade para o Cinema Africano Contemporâneo em Salvador: A Mostra busca proporcionar uma vitrine para o cinema africano contemporâneo na efervescente cena cultural de Salvador. Isso não apenas reconhece a importância dessas produções, mas também fortalece o acesso do público baiano a um panorama cinematográfico muitas vezes pouco explorado; - Desconstrução de Estereótipos e Contribuição para o Diálogo: O projeto enfrenta estereótipos e preconceitos associados ao continente africano, desafiando visões simplificadas. Proporciona, assim, uma oportunidade para o público baiano desconstruir preconceitos e contribuir para um diálogo mais rico e informado sobre as diversas culturas africanas; - Fomento ao Diálogo e Intercâmbio Cultural na Bahia: A presença de cineastas africanos e a realização de debates, cursos e encontros profissionais em Salvador criam um espaço propício para o diálogo intercultural. Essa troca de experiências e perspectivas contribui para uma compreensão mais profunda e enriquecedora entre as comunidades baiana e africana; - Laboratório de Crítica: O laboratório de crítica em Salvador propicia uma análise aprofundada das obras apresentadas, estimulando a reflexão crítica sobre aspectos estéticos, narrativos e culturais. Essa iniciativa visa envolver não apenas o público, mas também profissionais e estudiosos do cinema na Bahia, promovendo um olhar mais fundamentado sobre as produções africanas contemporâneas; - Contribuição para o Calendário Cultural Baiano: Realizada anualmente em setembro, a Mostra busca consolidar-se como um evento fundamental no calendário cultural baiano. Oferece não apenas uma programação diversificada, mas também cria uma expectativa regular entre o público baiano, fortalecendo o reconhecimento do cinema africano contemporâneo em Salvador; - Consolidar a Bahia como Capital do Cinema Africano no Brasil: Busca criar uma plataforma duradoura para o intercâmbio cultural e profissional entre cineastas e profissionais da cadeia produtiva do cinema africano e brasileiro. Ao estabelecer parcerias e conexões entre os setores cinematográficos entre continentes, a Mostra visa fortalecer a colaboração em produções conjuntas, coproduções e iniciativas que ampliem o alcance e a influência do cinema africano no contexto brasileiro. Essa iniciativa contribuirá para a criação de uma rede duradoura que transcenda as fronteiras geográficas, promovendo um intercâmbio sustentável e enriquecedor entre as indústrias cinematográficas da Bahia e da África.

Justificativa

Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Histórico: A Mostra de Cinemas Africanos é o único festival continuado dedicado exclusivamente à exibição de filmes africanos contemporâneos no Brasil. Criado em 2018 pela produtora cultural e pesquisadora brasileira Ana Camila Esteves, juntamente com a curadora e pesquisadora espanhola Beatriz Leal-Riesco, o festival surgiu em resposta à escassez de plataformas que exibem filmes africanos recém-lançados no país. Enquanto outros eventos no Brasil, incluindo mostras específicas e festivais internacionais de cinema, apresentam um número limitado de filmes africanos, a MCA buscou preencher essa lacuna. Para isso, o festival traz ao Brasil uma seleção dos títulos relevantes apresentados nos principais festivais internacionais de cinema e outros filmes de destaque identificados por meio da pesquisa das curadoras. Desde 2019, o festival tem parceria institucional do Sesc São Paulo. Essa parceria assegura apoio contínuo e garante pelo menos uma edição do festival por ano. Além disso, a MCA expandiu seu alcance ao realizar exibições em várias cidades ao longo do ano. Além das exibições de filmes, a MCA tem o compromisso de promover o conhecimento no âmbito acadêmico dos cinemas africanos. O festival produz conteúdo acadêmico em português, tornando-o acessível a estudantes brasileiros, pesquisadores e aos países africanos de língua oficial portuguesa. Desde 2018, o festival publicou diversos catálogos, incluindo uma publicação em formato de e-book, com contribuições de acadêmicos e críticos de cinema de todo o mundo. A MCA também mantém um site dedicado a críticas de filmes africanos e um memorial em homenagem ao professor Mahomed Bamba, importante estudioso dos cinemas africanos no Brasil, falecido em 2015. Desde 2022, a MCA tem feito convites a cineastas, críticos de cinema e acadêmicos africanos para participarem do festival. Suas ações incluem a apresentação de filmes, a realização de sessões de perguntas e respostas e a facilitação de debates e mesas-redondas com colegas brasileiros. Desde sua edição inaugural, a MCA formou parcerias com outros festivais de cinema africanos em todo o mundo, envolvendo-se no intercâmbio de processos curatoriais e seleções de filmes. Nas últimas edições, o festival tem buscado colaborar mais estreitamente com profissionais africanos de diversas áreas, contratando anualmente profissionais da Nigéria, Senegal, Burkina Faso, Benin e Quênia para contribuir com a curadoria e com a produção da MCA. Contexto desta edição: A transferência da Mostra de Cinemas Africanos de São Paulo para Salvador é uma decisão embasada na busca pela autenticidade e alinhamento aos princípios culturais e históricos originais do evento. Este redirecionamento estratégico para a capital baiana, ao longo de 4 anos, visa estabilizar a Mostra na cidade, fomentando parcerias locais, fortalecendo laços com a comunidade e consolidando sua posição no calendário cultural da cidade. Esta mudança proporcionará um ambiente propício ao crescimento sustentável do evento, permitindo a incorporação de novas parcerias e o fortalecimento da presença da Mostra na Bahia. O histórico de sucesso da Mostra fora da Bahia destaca seu potencial e atratividade. Ao trazer inúmeros filmes africanos contemporâneos para o Brasil, o evento se destaca como único em sua proposta, contribuindo para a diversificação do panorama cultural brasileiro. A transição para Salvador ampliará ainda mais essa influência, permitindo que a mostra exerça um impacto mais significativo em uma cidade conhecida por sua rica herança afrodescendente. Além da conexão ancestral, uma justificativa adicional surge da crescente demanda identificada nas edições anteriores da Mostra, com cineastas expressando o desejo de explorar oportunidades na Bahia para futuros projetos. A Mostra se posiciona como um espaço fundamental para viabilizar esses encontros não apenas entre a África e a Bahia, mas também em âmbito nacional. Isso não só responde à demanda dos criadores, mas também descentraliza eventos cinematográficos do sudeste do país, promovendo a Bahia e o Nordeste como centros vibrantes de exibição e produção cinematográfica, tornando-se referência em todo o Brasil. É fundamental enfatizar que a Mostra de Cinemas Africanos não é um festival exclusivamente voltado para o cinema negro, mas um evento dedicado unicamente à cinematografia africana contemporânea. Essa distinção é crucial para destacar a singularidade da Mostra, consolidando sua posição como o único no Brasil com histórico consistente de trazer uma ampla variedade de filmes africanos para o público brasileiro. Ao estabelecer a Mostra de Cinemas Africanos em Salvador, não apenas proporcionamos um retorno às raízes, mas também afirmamos o potencial transformador da Bahia como epicentro cultural, criativo e cinematográfico. Esta mudança estratégica visa fortalecer laços, desencadear colaborações enriquecedoras e consolidar a Mostra como um evento de destaque no cenário cinematográfico internacional. A Mostra surgiu com a missão de ampliar horizontes sobre a África contemporânea, desafiando estereótipos e combatendo a invisibilidade das artes e culturas africanas. Ao trazer filmes africanos para a Bahia, a Mostra não apenas celebra essa diversidade, mas também desmistifica preconceitos e expectativas da população afrobrasileira em relação ao continente africano. O cinema africano, genuíno e impactante, emerge como uma voz vital para ampliar a presença africana no território brasileiro, fomentando debates e construindo parcerias inspiradoras para um futuro compartilhado.

Estratégia de execução

A fim de contribuir para a formação de público, a sensibilização estética e a quebra de preconceitos, o acesso à todas as atividades do Projeto dar-se-á a preços populares. Desta forma, além do propósito formativo, de difusão cultural, a proposta mantém o seu espírito de democratização do acesso e inclusão social. Enquanto uma instituição engajada com um empreendedorismo sustentável, temos um compromisso com a produção de experiências de forma sustentável econômica, social e ambiental. Desta forma, é compromisso socioambiental ainda deste projeto, a utilização de materiais reutilizáveis oriundos de outras atividades, buscando a redução da geração de novos resíduos. Da mesma forma, durante o processo de montagem ou desmontagem de todas as ações serão encaminhados para destinação consciente os materiais e resíduos restantes deste processo para organização que atue no setor de reciclagem e sustentabilidade. São exemplos de materiais que podem ser reaproveitados: banners em lona, pedaços de madeira, fios e similares, dentre outros. A organização da instituição irá firmar também parceria com as associações de catadores e ONG’s que trabalham no âmbito da atividade de reciclagem, para reaproveitar todos os resíduos sólidos gerados ao longo das atividades. Será adotada uma política de pré ciclagem, priorizando a utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis. Estratégias de divulgação: O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. Serão utilizadas estratégias de patrocínio e impulsionamentos nos perfis das redes sociais, focando sempre numa comunicação ativa e humana. Contempla uma comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consistirá em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Contrapartidas: Desenhamos um plano de contrapartidas integrado visando potencializar a repercussão do projeto ao longo do período. O trabalho contempla ações de assessoria de imprensa com relacionamento com veículos de mídia on e off line, formadores de opinião e influenciadores digitais; ações de relações públicas com públicos de interesse da empresa patrocinadora e das instâncias públicas envolvidas; ativações junto a influenciadores e players importantes da área do audiovisual; além de ativação de marketing a partir da ativação de marca e nome do patrocinador em todas as mídias. São contrapartidas de comunicação do projeto: - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) em todo material promocional de divulgação: fichas dos filmes, catálogo, cartazes, banner, vídeo divulgação, anúncios em revista e mídia indoor, e todas as peças digitais produzidas; - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) e menção dos mesmos em todas as peças de comunicação utilizadas e veiculadas na assessoria de imprensa e mídias digitais patrocinadas e/ou espontâneas, bem como nos materiais enviados pela assessoria de imprensa: anúncios em mídia impressa, online e radiofônica, peças de mídias digitais, campanhas criadas em facebook e Instagram, releases, notas e matérias enviadas à imprensa online e offline e influenciadores digitais; - Menção do Governo Federal, empresa (s) patrocinadora (s) e demais marcas vinculadas no evento de abertura do Festival, fala/gravação de abertura com destaque no vídeo de pós-venda; - Inserção de spots de 30” nas Rádios locais contratadas; prospecção de anúncios em revistas e jornais locais de grande circulação. Público: O perfil do público de interesse no projeto abrange crianças, jovens e adultos de diferentes condições sociais interessadas no universo do audiovisual, com especial foco na temática africana. São ainda públicos referenciais: profissionais das artes, do audiovisual, produtores e agentes culturais, educadores, professores, estudantes, especialmente da rede pública de ensino, e público afim com as temáticas propostas. Por seu caráter dinâmico e social, além da relevância do tema e reflexões propostas, o projeto estima receber a capacidade máxima de público do espaço, respeitando a regulamentação vigente na ocasião e todos os protocolos de segurança.

Especificação técnica

- Exibição de 40 longas-metragens e 25 curtas-metragens dirigidos por pessoas africanas nos últimos 2 anos; - Previsão de 20 cineastas convidados para apresentar seus filmes e fazer parte de atividades paralelas ao festival (masterclasses, workshops e debates); - Exibição de 03 mostras temáticas especiais (retrospectivas, festivais convidados etc) com 05 filmes cada. - Realização da segunda edição dos Encontros do Audiovisual Brasil-África dentro da programação, com 03 dias dedicados a discutir as relações possíveis entre Brasil e África no cinema a partir de quatro eixos: pesquisa, produção, difusão e formação; - Realização de 01 minicurso presencial sobre os cinemas da África, com foco em temas relacionados à programação; - Programação de filmes africanos em realidade virtual (VR) acompanhada de uma formação em construção de narrativas VR para jovens cineastas baianos; - Realização de um laboratório de crítica de cinema com foco nos filmes africanos em exibição para publicação na Revista Crítica de Cinemas Africanos, a revista digital oficial da Mostra: www.cinemasafricanos.com.br. - Realização de intercâmbio cultural no formato de encontros colaborativos que reúnem roteiristas brasileiros e africanos para uma imersão criativa durante o festival, coordenada por dois roteiristas mentores: 01 brasileiro e 01 africano; - Mobilização de públicos estratégicos para sessões temáticas voltadas para africanos que vivem no Brasil; - Exposição de obras do artista africano convidado para fazer a arte principal do festival (artista plástico, fotógrafo, ilustrador); - Realização de premiações para filmes em exibição: Prêmio do Público (votação online); Prêmio da Crítica (críticos de cinema convidados + participantes do laboratório crítico); Prêmio MARCA DO PATROCINADOR (equipe da empresa); - Publicação de uma tirangem de 1000 unidades, de catálogo de 100 páginas com textos, artigos, entrevistas e fichas dos filmes da programação.

Acessibilidade

Através de um amplo plano para mediação cultural, o projeto “Mostra de Cinemas Africanos" promove o acesso gratuito à sua programação, visando a democratização dos bens culturais, para diversas comunidades que estejam nas zonas especiais de interesse social (ZEIS) de Salvador. Todos os filmes exibidos durante o festival serão legendados em português e, sempre que possível, em outros idiomas, para garantir que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam desfrutar dos filmes com independência. Além disso, será disponibilizada audiodescrição para pessoas com deficiência visual, oferecendo descrições detalhadas de cenas visuais, diálogos e elementos essenciais para a compreensão do enredo. Produto: Festival / Mostra Audiovisual Intérpretes de Libras: Durante as atividades do festival, como palestras, mesas redondas e debates, serão disponibilizados intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para traduzir os conteúdos para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Isso garantirá que esses participantes tenham acesso igualitário à informação e possam participar ativamente das discussões. Espaços e Instalações Acessíveis: Todas as instalações do festival serão projetadas e adaptadas para garantir acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida. Isso inclui rampas de acesso, elevadores, banheiros acessíveis e espaços reservados para cadeiras de rodas em todas as áreas do evento, como salas de cinema, auditórios e áreas de exposição. Comunicação Acessível: A comunicação do festival será elaborada de forma acessível, utilizando materiais impressos em fontes de fácil leitura, contraste adequado e linguagem simples, facilitando a compreensão por pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva. Além disso, informações sobre acessibilidade serão amplamente divulgadas em todos os canais de comunicação do festival, incluindo o site oficial, redes sociais e materiais promocionais. Atendimento Especializado: Uma equipe especializada estará disponível para fornecer apoio e assistência personalizada a participantes com deficiência, oferecendo orientação, acompanhamento e suporte durante todo o evento. Essa equipe estará treinada para lidar com as necessidades específicas de cada pessoa e garantir uma experiência confortável e inclusiva para todos. Feedback e Melhoria Contínua: Ao final do festival, será solicitado feedback dos participantes com relação à acessibilidade das atividades. Essas informações serão utilizadas para identificar pontos de melhoria e implementar ajustes necessários na próxima edição do evento, visando sempre aprimorar a acessibilidade e inclusão de todas as pessoas.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no Art. 30º da Instrução Normativa Minc nº11, informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos: Produto: Festival / Mostra Audiovisual III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.

Ficha técnica

Ana Camila Comunicação & Cultura: Empresa proponente e realizadora do projeto. Agência que atua no relacionamento com a imprensa e no desenvolvimento, criação, coordenação e execução de projetos culturais e corporativos, prestando serviços de assessoria de comunicação e de produção dentro e fora da Bahia. Especializou-se em diversas áreas da cultura, como música, cinema, teatro, dança, literatura e artes visuais, tendo trabalhado com nomes como Matheus Nachtergaele, Lucinha Lins, Eder Muniz, Erasmo Carlos, Igor Angelkorte, entre outros. Na música baiana, trabalhou tanto na produção como na comunicação de nomes como Larissa Luz, Giovani Cidreira, Mariella Santiago, Dão, Candice Fiais e Sertanília. Entre 2017 e 2022, coordenou produção e comunicação do projeto Estúdio África, de Goli Guerreiro. Entre 2018 e 2022 coordenou a comunicação do VIVADANÇA Festival Internacional. Atualmente, dirige a Mostra de Cinemas Africanos, festival que promove filmes da cinematografia contemporânea do continente no Brasil, sendo o único evento 100% dedicado a este recorte no país. Coordenação Geral: Ana Camila Esteves é jornalista, produtora cultural, pesquisadora e curadora de filmes brasileira. Tem mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura (Pós-Com UFBA, 2012 e 2023) com foco em cinema e análise fílmica e tese sobre a entrada da Netflix em Nollywood, na Nigéria. Como cofundadora, diretora e curadora da Mostra de Cinemas Africanos, ela lidera o único festival continuado no Brasil dedicado exclusivamente à exibição de filmes africanos contemporâneos. Coeditou o e-book Cinemas Africanos Contemporâneos: abordagens críticas (Sesc, 2020). Pós-doutora pelo King's College London (UK, 2023-2024), atualmente é pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense (UFF) com pesquisa sobre a direção de fotografia do cinema nigeriano contemporâneo. É curadora colaboradora do Africa in Motion Film Festival (Escócia) e do Durban International Film Festival (África do Sul), e faz parte do comitê de seleção do Vues d’Afrique Film Festival (Canadá). Coordenação de produção: Edmilia Barros possui uma trajetória de atuação na cena cultural baiana, tanto na região do Recôncavo quanto no Subúrbio de Salvador, e traz consigo a vivência da multiculturalidade desses lugares. Sua experiência na produção executiva de festivais, eventos e artistas baianos em diferentes linguagens culturais demonstra sua habilidade em realizar projetos culturais de grande porte e sua capacidade de trabalhar com diversas equipes e artistas. Atua desde 2010 na cena cultural baiana, produzindo artistas como Letieres Leite e a Orkestra Rumpilezz desde 2015, ela também é sócia do grupo Sertanília e produz o grupo Pradarrum, a cantora Bruna Barreto e o clarinetista Ivan Sacerdote. Coordenação de Comunicação: Gisele Santana é Jornalista e Especialista em Comunicação Estratégica com Gestão de Marcas pela UFBA. Atua como Assessora de Imprensa há 10 anos, com foco em cultura e negócios de impacto social. Já passou por empresas como Allcance Comunicação & Produção de Eventos e Ana Camila Comunicação & Cultura. Foi Coordenadora de Comunicação da Mostra de Cinemas Africanos em 2021 e 2022 e Assessora de Imprensa do Festival Internacional VIVADANÇA em 2021. Trabalhou como produtora e repórter na TV UFBA e foi coordenadora de marketing da Associação de Jovens Empreendedores da Bahia (AJE Bahia) entre 2019 e 2020. Coordenação de programação: Adrielly Novaes é comunicadora e jornalista graduada pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano. Com quatro anos de experiência, atua como gestora de redes sociais e produtora de conteúdo online, sendo atualmente parte da Diretoria de Comunicação Digital da Prefeitura de Salvador. Sua atuação inclui ainda passagens como social media do Estúdio África em 2022 e a gestão recorrente das redes sociais da Mostra de Cinemas Africanos. Também é fotógrafa e produzir conteúdo em vídeo para redes sociais. Coordenação de projeto: Patrícia Patrícia Silva de Jesus é autora do Projeto #PraCegoVer, foi coordenadora da Educação Especial no Estado da Bahia e consultora da UNESCO (2009 a 2013). É formada em Letras Vernáculas (Ucsal) e Especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Uneb); Autora do livro Manual do Ledor na Perspectiva da Audiodescrição e de artigos científicos nas diversas temáticas dos livros acessíveis, publicados por renomadas instituições, é atuante na editoração de livros acessíveis digitais, em Braille, e com audiodescrição nos mais diversos formatos. Coordenação técnica: Laís Lima - Possui graduação em gestão pública pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e é mestranda no programa de pós-graduação em Museologia pela UFBA. Entre 2019 a 2022 trabalhou na administração da BAOBA PRODUÇÕES realizando atividades voltadas para o financeiro e na facilitação do envio de projetos para arrecadação de recursos públicos como editais e afins, em 2019 trabalhou como assistente da administração do Teatro Vila Velha. E em 2018 atuou na produção do Festival Internacional de Artes Cênicas – FIAC. Possui experiência e facilidade para trabalhar no setor de administração financeira voltado para projetos culturais. Produção executiva: Angela Marques, produtora atuante em Salvador há mais de 10 anos. Co-idealizadora do coletivo cultural Ninho Cultura & Afeto. Foi produtora e curadora do Sofar Sounds Salvador por 5 anos e atua como produtora executiva em shows de artistas como Nação Zumbi, Liniker, Emicida, Tom Zé; além de atuação em projetos e festivais, dentre os quais destacam-se: Salvador Capital Afro, Primavera Literária, Conexões Sonoras e Liberatum Brasil. Produção: Bergson Nunes - Produtor Cultural, graduado em Comunicação Social. Sócio da Baobá Produções Artísticas. Membro fundador da DAGENTE Produções (espaço de produção e criação artística cultural). Coordenador de produção do VIVADANÇA Festival Internacional e do Núcleo de Dança do Teatro Vila Velha. Atuou como produtor executivo com experiência em teatro, dança, audiovisual, música e artes visuais, a exemplo dos projetos: Pé de Feijão – Arte e Educação, Estúdio África, Festival Humor Negro, Salvador Capital Afro, O Artista Suburbano, É Só Amor³; FIAC – Bahia; PAVIO – Arte e Negócios; Encontro de Salão. Esteve envolvido em produções de eventos, espetáculos e iniciativas d’A Outra Companhia de Teatro; Núcleo Viladança, Teatro da Queda; CASA4; Cia Toca de Teatro; Núcleo Viladança e Cia de Teatro da UFBA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.