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Wajãpi é o nome utilizado para designar os índios falantes da língua Tupi que vivem na região Pedra Branca, Amapá. Os Wajãpi possuem uma cultura única que está em risco de entrar no esquecimento devido aos poucos integrantes da etnia além de que os jovens se afastam de sua cultura originária. A partir desse projeto iremos conservar a cultura dos povos originários de modo a evitar que sejam esquecidos, principalmente num momento onde a preservação da sua história é preservar a história do nosso país.Com este projeto criaremos um centro onde os jovens possam ver a importância da preservação da sua cultura e aprender sobre ela e também registrar em vídeo a rica cultura dos Wajãpi que está desde suas pinturas, artesanatos e mitos que foram sendo desenvolvidos e passados pelas gerações ao decorrer dos séculos.
Produtos do Projeto: NO CENTRO CULTURAL: Seminários Culturais: Encontros focados na discussão e análise das tradições culturais e artísticas dos povos indígenas da Amazônia, além do impacto das artes na sociedade atual. Os eventos contarão com a presença de especialistas, pesquisadores e líderes comunitários.Classificação Indicativa: Livre Palestras Educativas: Apresentações realizadas por profissionais de renome e especialistas em música, artes e cultura indígena. As palestras tratarão de temas como a história da música indígena, a importância da preservação cultural e as tendências atuais nas artes.Classificação Indicativa: Livre Performances Musicais: Shows e apresentações musicais que irão destacar tanto a música indígena tradicional quanto composições contemporâneas locais, realizados por músicos e grupos indígenas, promovendo um intercâmbio entre o passado e o presente musical.Classificação Indicativa: Livre Oficinas Criativas: Atividades práticas de arte, música e dança, permitindo que os participantes aprendam e experimentem técnicas tradicionais e contemporâneas. As oficinas serão acessíveis para pessoas de todas as idades e níveis de habilidade, priorizando a inclusão e a educação artística.Classificação Indicativa: Livre Exposições Culturais: Mostras de arte, artesanato e itens culturais dos povos indígenas da Amazônia. As exposições contarão com curadoria especializada e incluirão painéis informativos, visitas guiadas e atividades educativas.Classificação Indicativa: Livre Programas Educativos: Iniciativas voltadas para escolas e instituições de ensino, que oferecem visitas guiadas, palestras e atividades interativas sobre a cultura e as artes dos povos originários. Esses programas têm como objetivo promover a conscientização e o respeito pela diversidade cultural.Classificação Indicativa: Livre Ensaios Abertos: Sessões de ensaio disponíveis ao público, onde as pessoas podem observar o processo de criação e preparação de peças teatrais, espetáculos de dança e outras produções artísticas. Esses eventos oferecem uma visão dos bastidores e incentivam o envolvimento da comunidade.Classificação Indicativa: Livre . Transmissões Online: - Descrição:Transmissões ao vivo e gravações de eventos culturais, palestras e oficinas realizadas no Centro. Disponibilizadas através do site do Centro e redes sociais para alcançar um público mais amplo, incluindo aqueles que não podem participar presencialmente. - Classificação Indicativa:Livre VÍDEO EDUCACIONAL: Devido a falta de informações e aos poucos Wajãpi existentes é essencial que seja registrada e divulgada a cultura desse povo tão único. Na década de 1970 devido a uma epidemia de sarampo que quase dizimou a população, chegou a ficar apenas 150 indivíduos dos Wajãpi . Esse povo originário possui uma visão única do mundo: com mitos sobre sua criação, com arte utilizando tinta vermelha do urucum, do suco do jenipapo verde e de resinas perfumadas. Onças, sucuris, jiboias, peixes e borboletas são parte de um repertório codificado de padrões gráfico. Registrar e divulgar a importância deles para a história do Brasil e para nossa formação como nação é de importância vital. O vídeo terá classificação etária livre buscando atingir o maior público possível.
OBJETIVO GERAL: O projeto "Preservação da cultura indígena de Caburi - Amazonas" tem como principal objetivo preservar e resgatar a cultura dos povos originários de uma região onde eles foram basicamente dizimados e desenvolver um espaço que promova o bem-estar e o desenvolvimento para prosperar a cultura indígena local. O centro cultural será um ponto de encontro para artistas, músicos e a população, oferecendo uma ampla variedade de atividades culturais e educacionais. Além disso, será um importante meio de divulgação dos trabalhos artesanais e manifestações culturais dos povos originários da região de Pedra Branca, Amapá, pois a cultura dos Wajãpi tem origem centenária com diversas lendas sobre o início e o fim dos tempos, possuem meticulosa cultura sobre seus desenhos e o modo como são feitos e que precisam ser registrados e suas lendas que são passadas por via oral. Pretendemos oferecer um espaço acessível e inspirador para a formação artística, a realização de eventos e a promoção da diversidade cultural, com ênfase na preservação das tradições e na dignidade dos povos originários e principalmente gravar um documentário sobre a cultura do povo Wajãpi com o intuito de mostrar a riqueza cultural que eles tem para o Brasil e o mundo e sobre a importância de termos conhecimento e preservar a cultura dos povos originários. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -Desenvolver um vídeo educacional sobre a população Wajãpi a partir de entrevistas com os pajés, anciãos, parteiras e outras pessoas detentoras dos conhecimentos ancentrais para que fiquem registrados e que possam ser divulgados para não serem perdidos com o tempo. -Promover a valorização e a preservação das tradições culturais dos povos originários da região do Baixo Rio Amazônia (na região delimitada pelos rios Oiapoque, Jari e Araguari, no Amapá) através da observação do comportamento dos ancestrais (pajés, parteiras, caciques, etc.) e outros líderes anciãos. -Estabelecer um espaço onde as expressões artísticas e culturais das comunidades indígenas sejam valorizadas, incentivadas e protegidas. O centro atuará como uma plataforma para que artistas indígenas e grupos tradicionais compartilhem seus saberes e práticas culturais com a sociedade em geral, especialmente proporcionando oportunidades para que indígenas mais afastados possam participar das atividades oferecidas. Por meio de parcerias e programas dedicados, o centro também buscará fortalecer a educação sobre a rica diversidade cultural das populações originárias. -A relevância da cultura indígena vai além do âmbito cultural, englobando também questões sociais e ambientais. Proteger e valorizar essas culturas é fundamental para formar uma sociedade mais inclusiva e ciente de seu passado.
Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991Restabelece princípios da Lei nº 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências.Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Os nove parágrafos do Art. 1º da Lei 8313/91 mostram a importância desse projeto. Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991Restabelece princípios da Lei nº 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências.Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A criação do Projeto "Povos indígena de Pedra Branca: preservação de sua identidade cultural e sua relação com a natureza" representa uma iniciativa de grande importância para o desenvolvimento cultural e social da região do baixo Rio Amazonas, com foco especial na valorização, preservação e divulgação das culturas dos povos originários.
ARTE E CULTURA DOS WAJÃPI A principal caracteristica da arte dos povos indigenas Wajãpi e a ARTE KUSIVA, essa modalidade de arte está ligada diretamente a cosmovisão, aos rituais, crenças e práticas xamanística do povo. A importancia de preservar essa cultura ancestral é algo que tem profundidade na história do povo indígena brasileiro. A Arte kusiva é um ritual de pintura que cobre todo corpo do povo indigena e dos objetos de arte por eles criados, essa técnica de pintura corporal é entendida como técnica ou arte gráfica. Para o povo indigena Wajãpi a arte representa a sua concepção do Universo. A UNESCO, em 2003, reconheceu a arte Kusiva como um bem imaterial da humanidade, pois representa uma identidade única que o povo Wajãpi encontra para conceber, compreender e viver o processo de criação a partir dessa cosmovisão. IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO E REGISTRO DOS POVOS WAJÂPI Os povos Wajâpi sâo descedentes dos Guaiapi, sua origem data do século XVII onde viviam no baixo Xingu. muitos desses indigenas migraram para as Guianas Francesa. Porém, grupos isolados dessa etnia, que fala o tupi, se fixaram no estado do Amapá,na região do Amapari. Atualmente ocupam terrítorios numa área de floresta tropical, local abundante em água. Os seus territórios vivem parte do ano alagados.Onde vivem aldeados, de forma primitiva, alguns locais de difícil acesso, região extremamente acidentada. Com o o solo arenoso e argiloso apresenta sempre risco de erosão. Pedra branca do Amapari é um local urbano que, de alguma maneira, promove a interação desse povos com as coisas modernas, porém nem tudo beneficia esses irmãos que vivem a séculos de forma isolada e desenvolvem doenças quando se alimentam da forma que é oferecida na Escola, o que de certa forma, cria um paradoxo, pois alguns aldeados apresentam desnutrição especialmente as crianças, mas, não se adaptam facilmente a alimentação oferecida pelos os que chamam de CARI em tupi Homem Branco. Essa etnia quase foi extinta, na década de 70 o sarampo desimou parte da população, os remanescentes somaram entre 150 a 200 pessoas, nesta localidade espécifica de pedra branca do Amapari, munícipio tem em torno de 10.000 habitantes, minoria indigena, sempre lutaram contra a invasão de seu território, enfretam a maior dificuldade em relação a manutenção da sua cultura e aos problemas sanitarios (possuem baixa imunidade contra gripe e outras doenças) A elaboração do vídeo nas comunidades de Pedra Branca terá participação ativa dos povos originários e enfatizará a importancia da preservação da cultura material e imaterial, como já foi feitas em outras comunidades. Essas comunidades em especial são bastante isoladas e nosso povo não tem acesso sequer a sua importância para o mundo como patrimônio imaterial.
Produtos do Projeto - Detalhamento Técnico: CENTRO CULTURAL: Seminários Culturais: Duração: Entre 4 e 6 horas por seminárioMaterial: Apresentações em slides, materiais impressos resumindo as discussões, gravações de áudio ou vídeoPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: Os seminários serão elaborados com base em um currículo que abrange temas de estudo, objetivos de aprendizado e metodologias interativas. Haverá espaço para debates e perguntas, promovendo uma abordagem participativa. Palestras Educativas: Duração: De 1 a 2 horas por palestraMaterial: Slides de apresentação, materiais de apoio impressos, vídeos ilustrativosPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: As palestras seguirão um formato estruturado, com objetivos de ensino definidos, introdução ao tema, desenvolvimento dos principais pontos e fechamento com discussões e sessões de perguntas e respostas. Espetáculos de Dança: Duração: Entre 40 e 90 minutos por espetáculoMaterial: Figurinos, cenários, trilha sonora, iluminação e equipamentos de somPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: As coreografias serão desenvolvidas utilizando técnicas tradicionais e contemporâneas. O projeto incluirá sessões de aprendizado sobre a origem e o significado das danças, com oficinas e discussões participativas. Performances Musicais: Duração: De 60 a 90 minutos por apresentaçãoMaterial: Instrumentos musicais, equipamentos de som, partituras e gravaçõesPaginação: Partituras variadas, com aproximadamente 20 a 50 páginas por peça musicalProjeto Pedagógico: As apresentações serão acompanhadas de explicações sobre a história e a evolução da música em destaque. Workshops serão realizados antes do evento para educar o público sobre os estilos musicais. Oficinas Artísticas: Duração: Entre 2 e 4 horas por oficinaMaterial: Materiais de arte (tintas, pincéis, papéis), instrumentos musicais e equipamentos de dançaPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: Cada oficina terá um planejamento detalhado com objetivos claros, atividades práticas e sessões de feedback. Serão adaptadas para diferentes idades e níveis de habilidade, com foco em técnicas específicas e desenvolvimento criativo. Exposições Culturais: Duração: Exposições permanentes ou temporárias, com duração de 1 a 3 mesesMaterial: Obras de arte, artesanato, objetos culturais, painéis informativosPaginação: Painéis e catálogos com 20 a 50 páginasProjeto Pedagógico: As exposições serão acompanhadas de material educativo, como catálogos e guias de visita. Serão organizadas visitas guiadas e sessões de discussão para aprofundar o entendimento sobre os itens expostos. Programas Educativos: Duração: Programas variando de 1 a 4 semanas, dependendo da atividadeMaterial: Material didático, atividades práticas e recursos audiovisuaisPaginação: Guias e materiais de apoio com 10 a 30 páginasProjeto Pedagógico: Programas elaborados com objetivos de aprendizado claros, atividades interativas e avaliações de progresso. Serão adaptados para diversas idades e contextos educacionais, com foco na integração cultural e artística. Ensaios Abertos: Duração: De 1 a 2 horas por ensaioMaterial: Cenários e figurinos em processo de criação, equipamentos de som e luzPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: Os ensaios abertos serão acompanhados de sessões explicativas sobre o processo criativo e os aspectos técnicos da produção. Haverá oportunidades para perguntas e interações com o público. Transmissões Online: Duração: Variável conforme o evento (1 a 3 horas por transmissão)Material: Equipamentos de gravação e transmissão, plataformas de streamingPaginação: Não se aplicaProjeto Pedagógico: As transmissões serão planejadas para incluir introduções e contextualizações sobre o conteúdo. As gravações estarão disponíveis online com legendas e recursos acessíveis para um público mais amplo. VÍDEO EDUCACIONAL: terá entre 1h30 a 2h com direção de Vandré Fernandes que possui bastante experiência na área . O vídeo possui como principal ponto o registro e a divulgação da cultura do povo Wajãpi com entrevistas e imagens do dia a dia do povo e seus costumes.
O Centro em Pedra Branca será desenvolvido para ser completamente acessível, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas, possam aproveitar suas instalações e atividades. A acessibilidade será uma prioridade em todas as etapas do projeto, incluindo a construção de rampas, banheiros adaptados e sinalização apropriada. Além disso, o Centro se comprometerá a tornar o conteúdo cultural acessível, implementando recursos como legendas em eventos e materiais audiovisuais, intérpretes de libras em atividades e programas educativos, além de adaptações para atender pessoas com deficiências visuais e auditivas. Essa abordagem garantirá que todos possam participar plenamente das atividades e usufruir dos recursos disponíveis. O vídeo possuirá legendas além de a opção de ter intérprete de libras na imagem.
O Centro em Pedra Branca se dedicará a garantir que os produtos culturais e educacionais disponíveis sejam amplamente acessíveis a diversos públicos, promovendo a democratização do acesso à cultura e à arte. A seguir, apresentamos como será a distribuição e comercialização dos produtos, além de ações adicionais para ampliar o acesso: Eventos e Apresentações Abertas: O Centro promoverá eventos culturais regulares, assegurando que a população local tenha acesso a essas atividades. Programação Comunitária: Serão realizadas apresentações e atividades culturais em diferentes bairros e comunidades ao redor de Pedra Branca, com foco em áreas periféricas, para alcançar públicos que normalmente têm menos acesso a eventos culturais. Venda e Distribuição de Produtos Artísticos: Os produtos artísticos, como gravações musicais, obras de arte e publicações, estarão disponíveis para compra no Centro e em plataformas online. Parcerias com lojas e espaços culturais locais também serão estabelecidas para expandir a venda desses produtos, aumentando seu alcance e visibilidade. Transmissão pela Internet: Para atingir um público maior, especialmente aqueles que não podem comparecer pessoalmente, as principais atividades culturais e educacionais serão transmitidas ao vivo pela internet. Além disso, o Centro disponibilizará gravações das apresentações e oficinas em seu site e redes sociais, permitindo que pessoas de diferentes locais acessem o conteúdo a qualquer momento. Programas Educativos e Inclusivos: Serão criados programas educativos voltados para escolas e instituições locais, com visitas guiadas, atividades e oficinas adaptadas para diversas necessidades e idades. Esses programas têm como objetivo integrar a comunidade ao ambiente cultural do Centro e promover o acesso ao conhecimento artístico desde a infância. Após finalizado o documentário fará sessões gratuitas em diversos locais e estará disponível online para ser de fácil acesso para pessoas em diferentes locais do Brasil e do mundo. Essas iniciativas visam garantir que todos os segmentos da população tenham a oportunidade de se envolver com a cultura e as artes oferecidas pelo Centro, promovendo a inclusão e a igualdade de oportunidades no acesso ao patrimônio cultural.
-JOSEFA BATISTA DE OLIVEIRA BECKES: é advogada, professora, com experiência há mais de 20 anos em atividades sócio culturais nos morros da cidade do Recife e em áreas sensíveis do Norte do País, principalmente no alto Amazônia. Com formação em direito, mestrado em economia e engenharia da produção e extrema experiência com povos da etnia Baniwa, Josefa conhece bastante a região amazônica e suas necessidades, além de saber quais necessidades da área. Também fala fluentemente a língua nhengatu, e a nível intermediário a lingua aruaque. Descendente de indigenas, morou até os 16 anos em comunidade. - Marcone Túlio do Nascimento: graduado em Licenciatura em Música com habilitação em trombone pela IFPE, bacharelado em trombone na UFPB e pós graduado em música popular brasileira. Possui diversas experiências como professor, como no projeto Anjoluz, na Fundação Música e Vida em São Caetano interior de Pernambuco e também é músico na Spok Frevo Orquestra, Conselho Regional Suplente da OMB Recife. Tem experiência com a música das comunidades indigenas xucurus. - Elias de Oliveira é formado em música pelo Seminário Batista de Música de Pernambuco e especializado em Educação Musical pela Escola de Música de Belo Jardim. É especializado em Tuba, trompa teclado e trompete, além de muita experiência em educação musical infantil. Também é Professor do conservatório Pernambucano de música. tem experiência com música indigenas.\descendente direto de quilombolas. recebeu conceito de excelencia nota 5 do MEC em 2024. IFPE Belo jardim. - Ana Luiza de Oliveira Andrade: Formada em dança pela Pantomima Grupo de Dança e em artes cênicas pela Construção do Ator, possui mais de 20 anos de experiência com diversos estilos musicais desde o clássico ao popular. - Denys Nascimento: Graduado em Música pela Escola de Música de Belo Jardim IFPE, pós graduado pela escola de música da UFPB, PEDAGOGO, é professor e músico especializado em instrumentos de sopro. Professor de percepção música, mestre formador de Banda sinfônica. - Vandré Fernandes é Graduado em Comunicação Social e Cursou pós-graduação lato sensu em Cinema e Multimeios. Seu primeiro trabalho em audiovisual foi como assistente de produção num curta metragem, em 1998. Em 2006 fundou a Circus Filmes. E fundou junto com Ana Petta a Clementina Filmes que realizou 2 longas de documentários. Em 2018 deixa a Clementina para se dedicar a Circus Filmes. Ajudou a elaborar o canal jornalístico no Youtube chamado ComunicaSul, que registra as eleições na América Latina. Assistente de produção no curta metragem “Retratos”, de Manoel Rangel, em 1998. Co-produtor e diretor de som do “Sem Fio, o filme”, de Tristan Aronovich. Diretor/roteirista do “Camponeses do Araguaia – A Guerrilha vista por dentro”, em 2010 Diretor/roteirista do “Osvaldão”em 2014 “Histórias da Praia do Flamengo, 132” (em finalização).
PROJETO ARQUIVADO.