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PRONAC 2416836Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

4a Bienal Black

14.287.854 PATRICIA BRITO KNECHT
Solicitado
R$ 461,6 mil
Aprovado
R$ 459,8 mil
Captado
R$ 123,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

26.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-02-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

A Bienal Black é uma exposição de artes que acontece a cada 2 anos. Em sua quarta edição, busca descentralizar e mapear a produção de artes de expressões afro-diaspóricas produzidas por mulheres e minorias com ênfase em práticas decoloniais e na ampliação de diálogos entre artistas do Brasil e de países da diáspora africana. O projeto se desdobra em três ações principais: uma residência artística virtual no primeiro semestre de 2025, um programa de mobilidade artístico-curatorial em Maputo, Moçambique, e a exposição da Bienal Black, que ocorrerá em Fortaleza, Ceará, no primeiro semestre de 2026.

Sinopse

Produto CatálogoTrará um panorama completo sobre a 4ª Bienal BlackO Catálogo da 4ª edição da Bienal Black será um registro completo sobre a mostra que acontecerá em Fortaleza, em 2026. O catálogo trará textos dos curadores, imagens das obras e atividades que irão ocorrer durante o evento, além dos destaques dos processos criativos dos artistas em residencia (os que originarão participação na Bienal Black) que estarão expondo no evento. A publicação será bilingue (português e inglês). Produto Exposição de Arte A exposição é dividida em eixos temáticos conforme as "camadas da pele" objeto temático da mostra. Cada eixo poderá ser delineado expograficamente em um unico local ou, como ocorrido na 3a edição da Bienal Black, os eixos temáticos foram separados em diferentes espaços expositivos locais criando assim, um percurso a seu percorrido pelo publico e facilitando o dialogo com diferentes equipamentos culturtais. A duração da mostra será de 3 meses e contará com 5 eixos expositivos. Produto Residência Artística e Mobilidade Artístico-Curatorial A Residência Artística é o norteador da construção da Bienal Black. Nasce desse laboratório de teoria e prática iniciado através de um tema central, neste caso, a "decolonialidade das cinco peles". Este tema é o mesmo tema da bienal que acaba se desdobrando em eixos expositivos conforme cada pele dessa teoria (teoria das cinco peles é baseada nos estudos do austriaco Hundertwasser) é desbobrada na residência. Este ano, a mobilidade artistica-curatorial também fomentará as praticas para a Bienal Black por ocasião do intercambio entre a Black Brazil Art e o Instituto Guimarães Rosa. Produto Prêmiação Desde a sua primeira edição, em 2019, a Bienal Black outorga em formato de premiação em dinheiro, de maneira a incentivar a técnica, estética e oportunizando a participação plena de artista iniciantes, uma premiação única no valor de 3 mil reais a cada um dos cinco selecionados atraves de um juri autonomo. A obra premiada passa a integrar o acervo da Bienal Black ou tem destino por ela mencionado. Produto Artistas (em) Conversação - palestras virtuais e presenciais Artistas (em) Conversações são encontros em formato de rosa de conversa quando presenciais e cubo de conversa quando virtuais. Tem duração de 1h30 com artistas e especialistas convidados a falarem sobre temas pertinentes dentro dos eixos propostos na exposição. Nesta edição, serão divididos entre Brasil x Moçambique quando da mobilidade artístico curatorial.

Objetivos

Objetivo geral A 4ª Bienal Black tem por objetivo a criação artística contemporânea afro-diaspórica por meio da realização de uma residência virtual, um programa de mobilidade artística curatorial em Maputo e a exposição Bienal Black em Fortaleza, no Ceará conectando artistas, curadores e públicos de diferentes regiões para discutir a "decolonialidade das cinco peles", tema escolhido para delinear esta edição. Ao iniciar a construção de uma bienal através de uma residência artística mostra que o processo de construção de uma bienal não nasce da simples escolha por parte do curador, de artistas convidados, mas sim, de um processo de construção horizontal facilitando o acesso a uma bienal itinerante, inclusiva e interseccional, que se conecte a nível local e global. Tanto a residência artística virtual quanto o programa de mobilidade em Moçambique são ações fundamentais para construir pontes, não apenas estéticas, mas também sociais, ligadas à memória, identidade e ao pertencimento. Fortaleza, uma cidade historicamente marcada por movimentos migratórios, será o palco para a exposição física, reforçando a importância do diálogo entre global e local. Este projeto responde à carência de espaços de visibilidade e à necessidade de criar ambientes que valorizem a diversidade cultural e a produção artística decolonial. Objetivos específicos • Residência Artística Virtual (2025):- Desenvolver um laboratório teórico-prático para 50 artistas afrodescendentes ou não, indígenas, Lgbtqia+, que tenham em suas práticas artísticas e desdobramentos práticos a relação com o tema da decolonialidade, criando um espaço de experimentação e diálogo.- Selecionar os principais projetos artísticos desenvolvidos na residência para compor a exposição da Bienal Black em Fortaleza, criando eixos expositivos, integrando as obras com projetos selecionados por meio de edital público.• Programa de Mobilidade Curatorial (Maputo, Moçambique, 2025):- Facilitar a mobilidade curatorial de um curador e um artista brasileiro para um intercâmbio de 15 a 20 dias em Maputo, promovendo diálogos entre o Brasil e Moçambique, com atividades na Casa Guimarães Rosa. - Internacionalizar a discussão decolonial da Bienal Black, ampliando as redes de contato e colaboração entre artistas dos dois continentes. • Exposição da 4ª Bienal Black (Fortaleza, Ceará, 2026):- Organizar uma exposição abrangente e multidisciplinar em Fortaleza, apresentando trabalhos artísticos que dialogam com o tema da decolonialidade das cinco peles e que resultam da residência, do edital público e da mobilidade em Maputo.- Envolver o público local e internacional por meio de exposições, palestras presenciais e virtuais, oficinas com artistas, premiação e um catálogo bilíngue. E ainda... - Criar um espaço de diálogo e reflexão crítica sobre as questões decoloniais, diversidade e inclusão na arte contemporânea.- Incentivar o desenvolvimento de novos talentos entre artistas negros e outras minorias sub-representadas.- Estabelecer conexões entre artistas, curadores e críticos de arte de diferentes partes do mundo, para promover acolaboração e a troca de ideias.- Contribuir para a ampliação do acesso à arte contemporânea para o público em geral, especialmente para aqueles quehistoricamente foram excluídos dos espaços culturais.- Promover a diversidade de perspectivas e abordagens na curadoria e na produção da Bienal Black, com a participação decuradores e artistas de diferentes origens e experiências.- Incentivar a discussão e a reflexão sobre questões decoloniais, migração e memória, explorando as interseções entreetnicidade, identidade e arte. - Estimular o diálogo intercultural e a troca de perspectivas, contribuindo para a construção de um cenário artístico globalmais inclusivo e diversificado.- Ampliar a acessibilidade e o engajamento do público na arte contemporânea, através de ações educativas, eventosparalelos e atividades culturais.- Estabelecer parcerias com instituições culturais, governamentais e privadas, visando ampliar o alcance e o impacto daBienal Black Brazil Art na sociedade.- Contribuir para o fortalecimento da produção artística nacional, incentivando a criação, pesquisa e experimentaçãoartística no contexto da diversidade cultural brasileira.- Sensibilizar o público e os agentes culturais para a importância da representatividade, inclusão e equidade no campo dasartes visuais e na sociedade em geral.

Justificativa

A proposta da 4ª Bienal Black se justifica por permitir a manutenção e a continuidade de um evento já realizado desde 2019 cujo mapeamento das artes afro-diaspóricas contemporâneas no Brasil, veio permitindo o diálogo com outros países a partir do olhar global dentro da Década do Afrodescendente (2015-2014) pela perspectiva da decolonialidade. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das formas mais democraticas para se disceminar a cultura no nosso país, sendo imprescindível sua existência bem como sua utilização consolidando recursos financeiro necessários para a realização das atividades da Bienal. Com isso, nos enquadramos nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 (I, II, III, IV, VI, VII, VIII e IX) e Art. 3º da Lei 8313/91 (I, II, IV e V). A 4ª edição da Bienal Black traz o tema da "Decolonialidade das Cinco Peles" como uma forma de provocar reflexões profundas sobre o lugar da arte contemporânea na desconstrução de narrativas coloniais. Baseada na teoria do artista austríaco Hundertwasser, a proposta das cinco peles aborda as camadas que constituem a identidade humana e suas interações com o mundo. Essas peles são a epiderme, o vestuário, o lar, a identidade social e a relação com o meio ambiente global. A teoria coloca o indivíduo no centro de uma experiência relacional com o mundo, partindo do corpo e expandindo para esferas sociais e ambientais, oferecendo uma perspectiva rica para discussões decoloniais na arte. No contexto da Bienal, a decolonialidade das cinco peles serve como uma metáfora para a desconstrução de hierarquias e para a crítica às estruturas impostas pelo colonialismo na arte e na cultura. A primeira pele, a epiderme, pode ser pensada como o espaço mais íntimo, onde as questões raciais, de gênero e de identidade encontram expressão, enquanto a quinta pele, o planeta, nos convida a pensar sobre a responsabilidade ambiental e as interações entre o local e o global. Essa estrutura permite aos artistas explorar temas como migração, memória, identidade e pertencimento, articulando suas obras em uma rede de significados que vai além da individualidade, alcançando o coletivo e o planetário. Ao trazer essa teoria de um artista europeu para um contexto afrodescendente e indígena, a Bienal se propõe a decolonializar o próprio olhar europeu que originalmente formulou a ideia. A arte, nesse sentido, se beneficia ao romper com paradigmas de subordinação e hierarquização entre o centro e a periferia, entre o Norte global e o Sul global. A decolonialidade na arte, como argumentam autores como Walter Mignolo e Aníbal Quijano, consiste em desvincular-se dos referenciais ocidentais que historicamente colocaram o Sul global em uma posição de marginalização cultural. Através de um olhar crítico, a arte contemporânea pode subverter as narrativas dominantes, trazendo à tona vozes e experiências que foram historicamente silenciadas ou sub-representadas. A residência artística virtual, que antecede a Bienal, é a primeira construção desse processo. Funciona como um laboratório teórico-prático onde os artistas selecionados poderão explorar suas criações e processos, fundamentados na teoria das cinco peles de Hundertwasser. Essa teoria é o pilar das discussões da residência bem como o tema da Bienal Black: Decolonialidade das cinco peles. O resultado desse laboratório será essencial para compor a curadoria da Bienal, e será complementado por um edital público, que reforça o caráter inclusivo e acessível da Bienal, permitindo que artistas afrodescendentes e outros, de qualquer parte do Brasil, tenham a oportunidade de participar. A decisão de itinerar a Bienal por diferentes localidades, com a 4ª edição sendo realizada em Fortaleza, Ceará, é parte estratégica dessa expansão. Ao percorrer as várias regiões do Brasil, a Bienal não só promove uma descentralização cultural, mas também estabelece uma conexão mais profunda e acessível com diferentes públicos e contextos artísticos. Dessa forma, a Bienal Black reforça seu caráter democrático, proporcionando oportunidades iguais para artistas de diferentes regiões, com foco na interseccionalidade entre raça, gênero e outras camadas de identidade. A Bienal Black, ao itinerar por diferentes regiões do Brasil e ao criar um diálogo transcontinental com a África, como o intercâmbio curatorial em Maputo, se posiciona como um agente transformador no campo da arte contemporânea. Ao abraçar o conceito de decolonialidade, a Bienal oferece um espaço para que artistas afrodescendentes e indígenas não apenas respondam à história colonial, mas também redefinam seus próprios caminhos, reescrevendo suas narrativas de forma autônoma. O olhar decolonial, como defendido por Catherine Walsh e Silvia Rivera Cusicanqui, também implica em reapropriar o território simbólico da arte, contestando a supremacia eurocêntrica e abrindo espaço para que novas cosmologias e formas de ser no mundo possam florescer. Nossa primeira edição reconheceu e selecionou mais de 160 artistas visuais de todo o país, procurou se envolver com questões contemporâneas no contexto da arte brasileira e suas dimensões regionais e nacional da perspectiva das mulheres, principalmente das mulheres negras e, teve um total de mais de 320 obras de artes em diversos suportes. Em sua primeira edição, se comprometeu a se tornar um espaço de reflexão e diálogo em torno do gênero, das subjetividades, das diferenças étnicas e sociais com o tema: "Mulheres (in)Visíveis. "Mulheres (in) Visíveis", buscou uma conexão da arte brasileira produzida ou inspiradas em mulheres, principalmente as mulheres negras e teve como objetivo dar protagonismo às mulheres artistas, inserindo-as no circuito nacional e internacional das artes ao abrir o debate sobre a inexistência de suas produções. Esta conexão foi abordada a partir da perspectiva da (in) visibilidade das mulheres e de suas produções em espaços de museu e galerias, dando uma amplitude nas noções de empatia, equidade e reciprocidade, mas também, formando novos públicos.Foi realizada simultaneamente em três capitais da região sul do Brasil, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, região essa cujo recorte de raça se diferencia do resto do país. Em 2022, a segunda edição da Bienal Black entendeu seu papel transformador e dentro de um quadro limitante de distanciamento social, ampliou as discussões da desigualdade entre os gêneros, por mostrar o recorte que a pandemia do COVID-19 "cartografou" ao deixar as mulheres mais vulneráveis do que nunca seja com o aumento da violência contra o gênero ou com as perdas sem precedentes de emprego e renda. O evento realizado totalmente online, ficou em cartaz de janeiro a julho de 2022, teve pouco mais de 100 artistas nacionais e internacionais em mostra, e toda uma gama de atividades paralelas que alimentaram o círculo da subsistência. Ao total foram mais de 250 obras que circularam em plataforma digital. O evento contou com a participação de artistas nacionais e internacionais, colocando assim em diálogo diferentes realidades, pensamentos, experiências de produção e criação, o que sem dúvida contribuiu para a criação de novos caminhos, novas redes, novas soluções.

Estratégia de execução

Utilizaremos este espaço para falar da projeção de publico no evento: Em 2022, o relatório do Instituto Mirante, instituição que administra o Centro de Artes Dragão do Mar, computou um público de pouco mais de 184 mil visitantes distribuidos em dez meses de atividades em todo o seu complexo, isso dá uma média de mais de 17 mil visitas ao mês. Para a Bienal Black a projeção de chegarmos a um número razoavel de visitações diz respeito às atividades realizadas em escolas, virtualmente e presencialmente. O público estimado na exposição presencial de 2026 será de 80 mil visitantes. Esse número é possivel ser alcançado uma vez que a Bienal Black terá presença no mês de aniversario da cidade de Fortaleza em 13 de abril. Por outro lado, as ações formativas, de intercâmbio e residência, multiplicarão o alcance da divulgação e acesso ao evento uma vez que haverá um público indireto sendo beneficiado das ações prévias. Esse método de construção de uma bienal vem sendo realizado desde a sua primeira edição e na edição passada, 2024, ocupamos a cidade do Rio de Janeiro com uma programação semelhante o que nos proporcionou números dentro da realidade desejada. *Esse relatório segue em anexo

Especificação técnica

Produto Catálogo: Especificações técnicas (PDF) DIGITAL/FÍSICA Capa - 29.7x51cm, 4x4 cores, papel Supremo Duo Design 350g. Miolo - 200 págs, 21x29.7cm, 4 cores, papel off-set 90g. Lombada:35mm, Dobrado(Miolo), Intercalado, Colagem Na Lombada, Estampado(Capa ), Termocostura, Dupla Face=2 Pontos(Envelopes), Prolam Fosco=1, lado(s)(Capa ). Produto Exposição de Arte: Especificação técnica PRESENCIAL Exposição de arte contemporânea pelo periodo de 3 meses na cidade de Fortaleza no Ceará reforçando o caráter itinerante da mostra em percorrer todas as regiões do país. O periodo da mostra irá compreender de março a maio de 2026. Produto Residência Artística e Mobilidade Artístico-Curatorial VIRTUAL/PRESENCIAL A residência artística é dividida em três módulos de teoria e prática: escuta - atravessamento - desdobramentoEstá prevista a realização de 04 encontros por semana, 12 encontros por mês, cada mês corresponde a um módulo um com a participação de dois mentores, com o objetivo de apresentarem projetos artísticos e/ou experimentais que tenham como eixo de pensamento a decolonização das cinco peles. Para tanto, serão convidados como palestrantes artistas, intelectuais e educadores, que serão do Brasil e/ou exterior. Público-alvo: chamada aberta a ocupação de 50 vagas na residência - ofertadas a artistas iniciantes e/ou consagrados, professores e artivistas.Período de realização: de abril a junho de 2026.Número de vagas: 50 pessoasLocal de Realização: plataforma zoom, discord, google meet, google class room e streamyard.. A mobilidade artistica-curatorial refere-se a uma viagem de intercâmbio do Brasil a Moçambique pelo período de 15 a 20 dias para atividades de prática curatorial e processo crítico entre a curadora geral e um artista do Brasil para atividades no Instituto Guimarães Rosa. a) serão convidados artistas e educadores de Maputo para workshops (das mais diversas linguagens) junto a universidades, escolas e instituições culturais e de ensino parceiras;b) cada workshop deverá durar de um a dois dias;c) as temáticas dos workshops abordarão sobretudo os assuntos discutidos na 4ª Bienal Black transversalizados com o tema da decolonialidade das cinco peles.Público-alvo: professores, estudantes universitários, artistas e comunidade em geral;Estimativa de público: 300 a 500 pessoas Produto Artistas (em) Conversação - palestras virtuais e presenciais Serão ofertadas 15 palestras divididas entre presencial e virtual cada uma com duração de 1h30.Programa: com o objetivo de confrontar e debater sobre os caminhos da arte na contemporaneidade, os palestrantes serão convidados a debater sobre um dos eixos da exposição que reflita sobre a relação e o diálogo que poderia ser estabelecido entre a arte e a decolonialidade na arte, considerando os eixos da exposição como textura (epiderme), corpo (vestuário), espaço (casa), rede (identidade social), comunidade (meio global).Realização: segundo semestre de 2025 a primeiro semestre de 2026Estrutura do evento: 02 encontros a cada mês. Público-alvo: professores, estudantes universitários, artistas, críticos, pesquisadores e interessados. Carga-horária total: 40hEstimativa de público: de 500 a 1000 pessoasLocal de Realização: Será realizado em espaço virtual e espaço físico nas dependencias da mostra

Acessibilidade

Nossa proposta de projeto cultural prioriza a acessibilidade e inclusão em todas as etapas, garantindo que pessoas com diferentes deficiências possam desfrutar e participar plenamente das atividades propostas.Para isso, os espaços conveniados para a apresentação da bienal já constam com as acessibilidades arquitetônicas com rampas, elevadores e banheiros adaptados; - providenciaremos audioguias e descrições em áudio para visitantes com deficiência visual uma vez que a narrativa curatorial da bienal irá priorizar as memórias afetivas através de dispositivos eletronicos como áudio; - intérpretes de Lingua de Sinais em eventos quando for o caso, mas principalmente nas exibições e apresentações via website do evento; - informações em Braille ou formatos digitais acessíveis à leitura nas identificações de obra; - oficinas e atividades inclusivas; - comunicação visual clara e acessível; - parcerias com organizações e instituições voltadas para pessoas com deficiência ou necessidades especiais; e uma política de acessibilidade e inclusão que oriente e informe todos os envolvidos. Assim, pretendemos criar um ambiente acolhedor e acessível para todos os públicos, promovendo a diversidade e a igualdade de oportunidades. • Acessibilidade digital: A plataforma online para a residência artística será totalmente acessível, incluindo funcionalidades de leitura de tela, legendas em vídeos e transcrições de áudio.• Acessibilidade física: Na exposição em Fortaleza, serão oferecidos materiais em audiodescrição, visitas guiadas para pessoas com deficiência visual e intérpretes de Libras para os eventos ao vivo.• Acessibilidade comunicacional: Será criada uma campanha de comunicação inclusiva, com linguagem simples e fácil compreensão, além de ações em redes sociais e meios digitais para garantir o acesso ao público de diversas idades e origens. • Acessibilidade arquitetônica: todos os espaços físicos serão conveniados tendo já previsto as acessibilidades de rampas, banheiros adaptados, espaços amplos para uma boa locomoção.

Democratização do acesso

A Bienal Black buscará promover a democratização de acesso, garantindo que pessoas de diferentes origens, habilidades e condições socioeconômicas possam participar e desfrutar das atividades propostas. Levando em consideração as 3 edições passadas, cujos locais escolhidos respaldaram facilidade de acesso e mobilidade, a próxima edição contará com o mesmo principio de isonomia. Para isso, adotaremos medidas como: oferecer acesso gratuito em todos os espaços de mostra, ou quando for o caso, que a cobrança seja concedida a gratuidade para determinados grupos, garantindo que as atividades sejam acessíveis a públicos com diferentes condições financeiras; realizar eventos e exposições em locais de fácil acesso, com opções de transporte público nas proximidades; estabelecer parcerias com escolas e organizações comunitárias para divulgar o projeto e atrair um público escolar; promover eventos e atividades multiculturais que valorizem e celebrem a diversidade cultural; disponibilizar materiais e atividades educativas que atendam a diferentes faixas etárias e níveis de conhecimento; e utilizar plataformas digitais e redes sociais para ampliar o alcance e o engajamento do público. Através dessas medidas, pretendemos criar um ambiente inclusivo e acolhedor, onde todos possam se beneficiar e se envolver com as riquezas da cultura e da arte. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas deampliação do acesso: 1. Entrada gratuita | - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuitacom caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 2. Localização e acessibilidade III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou commobilidade reduzida e aos idosos; 3. Programação diversificada 4. Parcerias com escolas e organizações comunitárias VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;5. Ações educativas VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; 6. Divulgação em mídias diversas7. Transmissões online e conteúdo digital IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 8. Monitoramento e avaliação IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poderpúblico;

Ficha técnica

Proponente/produção executiva e curadora geral Patrícia Brito (RS-SC) Curadora independente, historiadora e museóloga é criadora da Bienal Black Brazil Art. Respondeu pela curadoria geral da 1a Bienal Black em Porto Alegre, Santa Catarina e Paraná; pela curadoria geral da 2a Bienal Black de forma on-line; e da 3a Bienal Black na cidade do Rio de Janeiro. é idealizadora e coordenadora geral do programa de Residência Artistica Virtual Compartilhda, tendo realizado a 1a edição em parceria com a Udelar - Universidad de la Republica do Uruguay atraves do Colectivo de Estudios Afrolatinoamericano; da 2a edição com o Coletivo Artemisia da Universidade de Bolonha na Itália; da 3a edição com a Njabala Foundation de Uganda e a 4a edição (em curso), com a Alemanha através do Momentos World. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Association of Art Museum Curators em NY (AAMC) através da Aliança Profissional de Curadores Negros (PACC). Colaboradora da Enciclopédia Itaú Cultural, citada no mapa dos curadores e curadoras negros e negras do Brasil pelo Rio Grande do Sul – pela equipe de Trabalhadores de Arte da América Latina. Indicada ao Prêmio Açorianos Artes Visuais 2021 – Exposição Coletiva 1 Bienal Black Brazil Art. Recebeu o premio Baobá pelo projeto Convergência Comunicação Comunitária em 2016 e em 2017 o mesmo projeto foi premiado pela Ford Foundation. Mãe de um adolescente, pesquisadora de gênero e raça nas artes pela International Association of Women’s Museum (IAWM) a quem é membro associativo na categoria de Gênero pela Black Brazil Art. É aluna do mestrado em Processo Crítico e Prática Curatorial como aluna convidada pela OCADu no Canadá. Assistente de produção Alexandre Silva (RS) Tem formação em Design Gráfico pelo SENAC-RS e cinema e fotografia. É ativista político, também desenvolve no mercado de audiovisual as funções de operador de câmeras e drones, técnico de som direto, sonoplasta e editor de vídeos. Como pesquisador, atua nas interseções entre Políticas Institucionais, Práticas Políticas e Poéticas identitárias. A poesia em minhas práticas herda a resiliência emergente e criativa das tradições do Candomblé, Umbanda, Capoeira Angola e do Reinado de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Meus trabalhos em todos os contextos são caminhos de reflexão politica sobre o lugar historico do qual cada pessoa fala. Em minha poética busco caminhos para um vivencia do "Devir Negro" (Mbembe) Afro-transcendente. Presentificando a experiencia relacional humana com outra perspectiva de tempo e o espaço, trazendo sementes poéticas da cosmovisão Bantu-Kongo que orbita as memórias e o modo de vida do povo afro brasileiro. Coordenadora do projeto Adriana Lemos (RJ) Pedagoga, professora, gestora cultural, arte-educadora e pesquisadora. Atualmente realizo mestrado em Educação, Psicologia e Linguagem,pesquisando com maior aprofundamento sobre a atividade criadora, a arte, a imaginação e a cidade. Ministro a oficina Brincalhoada, noLaboratório Experimental de Arte e Educação da Faculdade de Educação da USP, em uma busca coletiva por brechas brincantes para transver omundo. Assistente de curadoria Aparecida Gabriela da Cruz (MG-PR) Graduada em Educação Artística pela Faculdade de Artes do Paraná e pós graduada em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escolade Música e Belas Artes do Paraná (2006). Possui no currículo exposições individuais e coletivas no Brasil, países da America Latina, Europa eEstados Unidos e premiações em salões da Secretaria de Estado e Cultura do Paraná, São Paulo e Paris, França. Entre outros, em 2021 fazparte daa Exposição Coletiva “O Corpo na Linha de Borda”, no Museu Municipal de Arte em Curitiba, como artista e coordenadora do projeto. Assessor de imprensa Isidoro Guggiana (RS) Formado em jornalismo pela PUC-RS, Isidoro B. Guggiana desempenha a função de assessor de imprensa desde 2002. Assessora a Bienal Black Brazil Art desde a primeira edição de 2019 e da primeira edição do projeto Convergência Comunicação Comunitária 2016-2017. Trabalha na divulgação dos festivais de cinema Festival Internacional de Cinema da Fronteira (2017-2023), FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (2017-2023) e outros. Entre as produções audiovisuais, destacam-se os longas de ficção "Porto dos Mortos" (2010), "Desvios" (2016), "Os Pássaros de Massachusetts" (2019) e "A Colmeia" (2022), "O Acidente" (2023), e os documentários "Grupo de Bagé" (2018), "Pra Ficar na História" (2018), "Trinta Povos" (2020), “Portuñol” (2021), "5 Casas" (2022), "Hamlet" (2023) e "1798 - Revolta dos Búzios" (2024). Trabalhou nas séries de TV "Tainá e os Guardiões da Amazônia" (2018), "Viola e Tambor" (2019), "Angry Birds Bubble Trouble" (2020), "A Bênção" (2020) e nos vídeo games "Esquadrão 51" (2021) e "Reverie Knights Tactics" (2022). Atua na divulgação de artistas musicais, entre eles Cristian Sperandir, Marcelo Delacroix e Vanessa Longoni; e livros como "Júpiter Marte Saturno" (Irka Barrios), "Nhemombaraete Reko Rã’i: fortalecendo a sabedoria" (José Verá) e "Um certo cinema gaúcho de Porto Alegre” (Boca Migotto). Assessoria contabil Gustavo Mello Feijó (RS) Contador registrado no CRC-RS -103413/O-6. Atua para projetos relacionados a cultura desde 2011 - sendo o contador oficial das atividades e ações da Black Brazil Art (MEI Patrícia Brito Knecht). Articulador e consultor internacional Marcel Pierre Tradutor inglês portugues, espanhol portugues, frances portugues, italiano ingles, alemão ingles, pós graduado em letras pela sorbonne, consultor empresarial e de intercambio cultural entre Brasil-Canadá e Brasil-França.

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC