Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2416850Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL: NOVOS OLHARES NO CINEMA.

MARIELA SALGADO LACERDA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 399,7 mil
Aprovado
R$ 399,7 mil
Captado
R$ 20,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

5.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Cataguases
Início
2025-03-01
Término

Resumo

Viabilizar a realização da 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL, contemplando dentro de 9 dias apresentações de artes cênicas, ações formativas, exposições de arte, performances artísticas de diversas linguagens, debates culturais, exibições e mostras de obras audiovisuais. Fomentando a difusão artística com estratégias de descentralização, fortalecendo a democratização cultural e construção coletiva. Abraçando como motivação o centenário da primeira obra cinematográfica realizada por Humberto Mauro, na cidade de Cataguases, teremos o cinema como tema da Semana de Arte, sendo desenvolvido no viés da decolonialidade. Para realização de todas as atrações e programação do projeto, teremos as artes cênicas, em especial a dança, como linguagem principal responsável pela viabilização do diálogo com demais linguagens artísticas.

Sinopse

Cerimônia de abertura: Iremos criar um roteiro original para cerimônia de abertura, que contemple múltiplas linguagens artísticas, consolidando um verdadeiro espetáculo coletivo, capaz de apresentar e celebrar obras do cinema brasileiro em uma perspectiva totalmente criativa e decolonial. Inspirados pela cerimônia de abertura que ocorreu na "Semana de Arte Moderna" em 1922 na cidade de São Paulo-SP, prevemos reunir em média 100 artistas em cena, apresentando para o público em geral diversas performances artísticas, gerando de forma inovadora diálogos entre cinema, artes cênicas, artes visuais, música e arquitetura, regidos por eixos de criação e pesquisas pautadas na decolonialidade. Tendo o ambiente urbano como palco a céu aberto, iremos viabilizar e estimular uma participação efetiva de diversas comunidades, grupos e artistas. O local específico de realização da cerimônia de abertura será definido durante o trabalho de curadoria na fase de pré-produção do projeto, assim como articulações e parcerias com esferas públicas, caso o projeto seja aprovado e captado. O cinema americano tem uma grande e relevante parcela da atenção mundial, nesta cerimônia de abertura desejamos ressaltar olhares para o cinema brasileiro, tendo como ferramenta as diferentes manifestações e nossa riqueza cultural, já que o cinema tem a capacidade de em uma mesma obra abraçar diferentes expressões artísticas. Acreditamos que neste viés conseguimos de forma prática fortalecer o conceito de “arte decolonial” dentro de nossa iniciativa, gerando estratégias mais democráticas de construção cênica, ao abrir oportunidades mais coletivas de participação e envolvimento de artistas locais e convidados. Experiência muito positiva concretizada na primeira edição do projeto. Para realização desta cerimônia de abertura que será um grande espetáculo de múltiplas linguagens, teremos as artes cênicas, em especial a dança, como linguagem principal e condutora, responsável pela viabilização do diálogo com demais linguagens artísticas. Performance de grande porte: Como encerramento da 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL: NOVOS OLHARES NO CINEMA, vamos criar e apresentar uma grande performance artística no “Monumento a Humberto Mauro”, criado por Amilcar de Castro em homenagem ao cineasta mineiro. O monumento fica situado na Avenida Humberto Mauro no centro da cidade de Cataguases-MG, munido de uma extraordinária estrutura de ferro bruto, pesando em média 15 toneladas. Para ressaltar este monumento e homenagem ao grande Humberto Mauro iremos contar com artistas de diferentes linguagens, que irão agregar ao monumento uma infinidade de sons, vozes, movimentos e recortes visuais, capazes de encantar e despertar na população novos olhares para o monumento, que neste contexto ganhará movimento e novos vieses de existência, transcendendo suas estruturas brutas e sólidas, agregando leituras ainda mais poéticas em relação a sua forma de portal, ressignificando sua existência na paisagem urbana e cotidiana. Durante a etapa de pré-produção do projeto serão reunidos em média 10 multiartistas, para concretização de um processo de pesquisa, criação e montagem desta grande performance artística, culminando em uma apresentação e espetáculo performático inovador, capaz de ultrapassar barreiras arquitetônicas estéticas e fortalecer os significados culturais agregados a estruturas teoricamente estáticas, que sobrevivem ao movimento do tempo. Para realização desta grande performance que será um grande espetáculo de múltiplas linguagens, teremos as artes cênicas, em especial a dança, como linguagem principal e condutora, responsável pela viabilização do diálogo com demais linguagens artísticas.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL, tendo como eixo temático o cinema, resgatando um pedaço de nossa história, celebrando o centenário da primeira obra cinematográfica de Humberto Mauro, realizada em Cataguases-MG, ao mesmo tempo que estimulamos a criação de novos capítulos históricos em um mundo contemporâneo, tecnológico e com constante sede de inovação. Com este movimento potente, vamos fortalecer a valorização e desenvolvimento da cena artística cataguasense, ressaltando nossa gente, nosso lugar e o patrimônio material e imaterial existente no interior mineiro. Durante 9 dias vamos viabilizar intercâmbios, diálogos e conexões que seguirão posicionando Cataguases-MG na vanguarda de uma autêntica revolução nas artes brasileiras, como ressalta Alessandra Simões, autora do livro "A Virada Decolonial na Arte Brasileira". O projeto propõe o diálogo entre múltiplas linguagens artísticas, tendo as artes cênicas, em especial a dança, como veículo de viabilização da interação entre diferentes linguagens e propostas artísticas, onde o corpo, gera corpo para infinitas possibilidades dentro do universo das artes e seus ricos diálogos. Objetivos específicos: -REALIZAR A ESTRUTURAÇÃO DE NÚCLEO MULTIDISCIPLINAR: Realizar encontros da equipe principal do projeto, com outros artistas, estudiosos e profissionais que especialmente são referência no cinema e arte decolonial, gerando uma ponte de reflexão entre as tendências de produções artísticas no passado em contraponto com as produções artísticas nos dias atuais, fortalecendo a equipe com informações históricas e mais conhecimentos sobre os temas cinema e obras cinematográficas de Humberto Mauro, além de fortalecer a identidade de decolonialidade dentro da estrutura de execução do projeto, buscando uma construção sólida, coletiva e fundamentada de argumentos, para consolidação de repertórios e concretização da programação final da 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES. Almejando uma arte que vai além do entretenimento e nos faz refletir sobre uma arte capaz de combater as injustiças sociais. Todo processo de curadoria, definições de critérios e concretização da efetiva programação da Semana de Arte, serão definidos com o trabalho deste núcleo multidisciplinar, que será formado no início da execução do projeto, e durante toda pré-produção estará trabalhando na pesquisa e construção coletiva da programação. -REALIZAR UMA CERIMÔNIA DE ABERTURA: Iremos criar um roteiro original para cerimônia de abertura, que contemple múltiplas linguagens artísticas, consolidando um verdadeiro espetáculo coletivo, capaz de apresentar e celebrar obras do cinema brasileiro em uma perspectiva totalmente criativa e decolonial. Inspirados pela cerimônia de abertura que ocorreu na "Semana de 22" em São Paulo-SP, prevemos reunir 100 artistas em cena, apresentando para o público em geral diversas performances artísticas, gerando de forma inovadora diálogos entre artes cênicas, cinema, artes visuais, música e arquitetura, regidos por eixos de criação e pesquisa pautadas na decolonialidade. Tendo o ambiente urbano como palco a céu aberto, iremos viabilizar e estimular uma participação efetiva de diversas comunidades e artistas. O local específico de realização da cerimônia de abertura será definido durante o trabalho de pré-produção, assim como articulações e parcerias com esferas públicas, caso o projeto seja aprovado e captado. Para realização desta abertura, que será um grande espetáculo de múltiplas linguagens, teremos as artes cênicas, em especial a dança, como linguagem principal e condutora, responsável pela viabilização do diálogo com demais linguagens artísticas. -REALIZAR UMA EXPOSIÇÃO COLETIVA: Usufruindo de espaços públicos como o Museu da Chácara Dona Catarina em Cataguases-MG, esta exposição terá como tema o cinema na perspectiva decolonial, onde estaremos abertos para receber obras de artistas diversos, obras que retratem a história do cinema em nossa região, e especialmente obras que dialoguem com diferentes suportes e mídias, nos ajudando a refletir sobre o cinema em seu surgimento mais primitivo e químico, alcançando a era audiovisual digital e de novas tecnologias. O objetivo geral desta exposição coletiva é conseguir reunir em um mesmo espaço obras de artistas renomados, juntamente com artistas em começo de caminhada, visando gerar ainda um grande ambiente de intercâmbio e comunhão artística, entre artistas da cidade de Cataguases-MG e outras regiões do país. Toda curadoria da exposição será realizada de forma coletiva e durante o trabalho de pré-produção do projeto, assim como articulações e parceiras com esferas públicas e espaços para realização das atividades previstas, caso o projeto seja aprovado e captado. Dentro do contexto da exposição também prevemos a realização de performances artísticas de diferentes linguagens, em especial artes cênicas, que possam gerar interações com as obras expostas e abrir espaços para debates com a presença de mediadores e população em geral. -REALIZAR AÇÕES FORMATIVAS: Como uma de nossas estratégias de descentralização das atividades do projeto, vamos realizar em média 5 ações formativas voltadas para distritos e bairros periféricos. As oficinas irão contemplar múltiplas linguagens artísticas, e dialogar com contextos e realidades locais. Tendo como norteadores o cinema e a decolonialidade, vamos realizar em bairros periféricos oficinas que dialoguem com as artes urbanas e diferentes formas de produzir obras audiovisuais, já em distritos prevemos a realização de oficinas que dialoguem com questões de sustentabilidade e valorização das paisagens rurais, tão apreciadas e retratadas por Humberto Mauro em suas obras cinematográficas. Além das oficinas, prevemos a realização de duas sessões de cinema com abertura para debates, as obras a serem exibidas, autorizações de exibição, o local e mediadores dos debates serão definidos durante o trabalho de curadoria, na etapa de pré-produção do projeto, considerando reflexões sobre o cinema brasileiro na perspectiva decolonial. Todas as ações formativas buscarão parcerias com instituições públicas de ensino, além de espaços e equipamentos culturais públicos e privados da cidade, com intuito de enriquecer a programação gratuita dos mesmos, agregando atividades artísticas e culturais de qualidade, abertas para toda população. -REALIZAR EXIBIÇÕES E MOSTRAS AUDIOVISUAIS: Durante a 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES, iremos realizar duas Mostras Audiovisuais. -MOSTRA CURTA NA RUA: Esta mostra será dedicada a exibir curtas metragens em bairros periféricos e/ou em distritos, como uma de nossas estratégias de descentralização das atividades do projeto. As obras poderão ser dos mais diferentes gêneros e estilos cinematográficos, tendo como regra principal ser indicada para todos os públicos (censura livre). -MOSTRA CURTA NO CINEMA: Esta mostra será realizada em sala de projeção, e exibirá curtas metragens de diferentes gêneros e estilos cinematográficos, será aberta para toda população em coerência com a classificação indicativa das obras a serem exibidas. -REALIZAR UMA PERFORMANCE DE GRANDE PORTE: Como encerramento da 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES, vamos criar e apresentar uma grande performance artística no "Monumento a Humberto Mauro", criado por Amilcar de Castro em homenagem ao cineasta mineiro. Para ressaltar este monumento e homenagem ao grande Humberto Mauro iremos contar com artistas de diferentes linguagens, que irão agregar ao monumento uma infinidade de sons, vozes, movimentos e recortes visuais, capazes de encantar e despertar na população novos olhares para o monumento, que neste contexto ganhará movimento. Para realização desta grande performance que será um grande espetáculo de múltiplas linguagens, teremos as artes cênicas, em especial a dança, como linguagem principal e condutora, responsável pela viabilização do diálogo com demais linguagens artísticas.

Justificativa

O projeto SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL nasceu a partir de reflexões e pensamentos críticos sobre a "Semana de Arte Moderna de 1922". Em sua primeira edição o projeto abraçou o recorte da "Ancestralidade e Negritude", oportunizando para toda população do interior mineiro mais intimidade e entendimento sobre o conceito de "arte decolonial". Mais do que uma Semana se Arte, apresentamos uma ferramenta que une Cataguases e sua arte, potencializando uma conjunção de talentos e artistas que se posicionam na vanguarda de uma cultura e "arte decolonial", fenômeno objeto de investigação acadêmica na atualidade, mas que já permeia a nossa realidade através de muita luta e resistência, protagonizadas, em especial, por pessoas que sentem na pele as mais diversas injustiças sociais e que sempre lutaram para romper os grilhões da influência eurocêntrica enraizada no genoma cultural brasileiro. Pautado no conceito de decolonialidade, o projeto irá promover no decorrer de nove dias apresentações artísticas, exposições, ações formativas, rodas de conversas e performances com intervenções em monumentos importantes da cidade. Além de incentivar a economia criativa na região. Em seu vasto repertório de pioneirismo nas artes, temos Cataguases-MG como locação do primeiro exercício cinematográfico de Humberto Mauro, a obra "Valadião, o cratera" que completa 100 anos em 2025, fato que nos motiva a refletir sobre o cinema dentro do viés da decolonialidade, buscando estimular novos olhares para o cinema brasileiro, em especial resgatar e valorizar importantes iniciativas que marcam nossa evolução na história cultural do país, estimulando a criação de novos capítulos pautados na originalidade de uma cultura e arte autêntica brasileira, promovendo o diálogo amplo entre nossas diversas manifestações artísticas e culturais. Em sua primeira edição, o projeto gerou impactos socioculturais positivos muito relevantes para o desenvolvimento sociocultural da cidade de Cataguases-MG, com reverberações nacionais e internacionais, onde através de suas inúmeras ações propôs reflexões, e abril o diálogo sobre arte decolonial em nossa região, posicionando a cidade de Cataguases na vanguarda de uma autêntica revolução nas artes brasileiras. O projeto constrói como legado uma plataforma de reflexão, sobre novas possibilidades de produzir e consumir arte, indo além do entretenimento e alcançando uma arte política, capaz de combater as injustiças sociais. Nesta perspectiva, identificamos na Lei Federal de Incentivo à Cultura uma possibilidade de intensificar os impactos positivos do projeto, e viabilizar a realização de sua segunda edição, gerando novas oportunidades de transformar, potencializar e aprimorar o desenvolvimento da cultura brasileira. Em relação a Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 as ações previstas no projeto atendem perfeitamente os itens contidos no artigo 1º, e se enquadram em mais de um dos itens do artigo 18 § 3º em especial artes cênicas (dança).

Estratégia de execução

Durante a 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL: NOVOS OLHARES NO CINEMA, iremos realizar duas Mostras Audiovisuais. -MOSTRA CURTA NA RUA: Esta mostra será dedicada a exibir curtas metragens em bairros periféricos e/ou em distritos da cidade de Cataguases-MG, como uma de nossas estratégias de descentralização das atividades do projeto. As obras poderão ser dos mais variados gêneros e estilos cinematográficos, tendo como regra principal ser indicada para todos os públicos (censura livre). Esta ação também vai de encontro com questões de descentralização das atividades do projeto, e estratégias de democratização cultural, fortalecendo a difusão do acervo audiovisual produzido no interior mineiro por diferentes atores e promotores da linguagem audiovisual na região. -MOSTRA CURTA NO CINEMA: Esta mostra será realizada em sala de projeção, e exibirá curtas metragens de variados gêneros e estilos cinematográficos, será aberta para toda população em coerência com a classificação indicativa das obras a serem exibidas. Neste contexto ampliamos a difusão de acervos audiovisuais, podendo através das exibições das obras gerarmos reflexões sobre temas mais sensíveis. As obras audiovisuais que serão exibidas, autorizações, critérios de seleção e exibição serão definidos no trabalho de curadoria, durante a pré-produção do projeto, bem como a definição dos espaços exatos de exibição e difusão das obras. Resumo do plano de distribuição: -ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (PRINCIPAL): Consideramos neste produto > ESTRUTURAÇÃO DE NÚCLEO MULTIDISCIPLINAR / REALIZAÇÃO DE UMA CERIMÔNIA DE ABERTURA / REALIZAÇÃO DE UMA PERFORMANCE DE GRANDE PORTE. Prevemos beneficiar 1.100 pessoas com estas ações. A partir destas atividades que desenvolveremos todas as outras ações previstas no projeto. -EXPOSIÇÃO CULTURAL / DE ARTES: Consideramos neste produto > EXPOSIÇÃO COLETIVA e performances interativas em artes cênicas, que visam dialogar com as obras que serão expostas. Prevemos beneficiar 600 pessoas com a exposição. -Festival/Mostra – AUDIOVISUAL: Consideramos neste produto > REALIZAR EXIBIÇÕES E MOSTRAS AUDIOVISUAIS, contemplando MOSTRA CURTA NA RUA e MOSTRA CURTA NO CINEMA. Prevemos beneficiar 1.000 pessoas com esta atividade. -CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO: Consideramos neste produto > REALIZAR AÇÕES FORMATIVAS, 1-Oficina de Graffiti; 2-Oficina de Stop Motion; 3-Oficina de Vídeodança; 4-Oficina de criação artística com materiais orgânicos e pigmentos minerais; 5-Oficina de Fotografia e também realização de duas sessões de cinema com abertura para debates conduzida por mediadores. Prevemos beneficiar 300 pessoas com ações de capacitação.

Especificação técnica

Para realização das oficinas prevemos a concretização de parcerias com escolas públicas. Também prevemos a concretização de parcerias com espaços culturais públicos e/ou privados, visando entrar na programação dos mesmos, possibilitando mais movimento artístico nestes ambientes, viabilizando que mais pessoas visitem e usufruam destes espaços. A articulação e concretização de parcerias com diferentes espaços públicos e/ou privados, farão parte do trabalho de curadoria e pré-produção do projeto. Para participação nas oficinas seguiremos o critério de interesse, as vagas serão preenchidas pelos primeiros interessados que se inscreverem, tendo prioridade e números de vagas reservadas pessoas com deficiência e pessoas que se enquadram em requisitos de políticas afirmativas. Plano de ações formativas>Oficinas voltadas para bairros periféricos: 1-Oficina de Graffiti/ Ministrante: Será definido durante o trabalho de curadoria na pré-produção do projeto. Objetivo geral / conteúdo a ser desenvolvido: Desenvolver competências ligadas as técnicas de produção do Graffiti no contexto de fortalecimento das artes urbanas. Entender os elementos técnicos necessários para produção e desenvolvimento da arte do Graffiti, onde cada desenho é carregado de originalidade e pode conter traços da vivência de cada participante. Trabalhar técnicas de aplicação da tinta com spray e suas diversas funcionalidades, partindo sempre de atividades simples para mais complexas, permitindo a participação e interação efetiva de pessoas com pouca, ou nenhuma vivência no universo do Graffiti. Desenvolver possibilidades de como o Graffiti pode retratar e expressar releituras de obras do cinema brasileiro e da linguagem audiovisual. Carga horária: Em média 10 horas Números de alunos: 20 / Perfil: Público diverso de 08 a 20 anos incluindo discentes de escolas públicas. 2-Oficina de Stop Motion / Ministrante: Será definido durante o trabalho de curadoria na pré-produção do projeto. Objetivo geral / conteúdo a ser desenvolvido: Desenvolver competências que ressaltam o Stop Motion como forma criativa de expressão, através da linguagem audiovisual. Incentivando a curiosidade e criatividade dos participantes apresentando o Stop Motion (técnica de criação de filmes por meio de fotos), junto com exercícios interativos, que podem utilizar como referência materiais reciclados e o próprio corpo dos participantes, para dar origem a experimentos audiovisuais com a técnica Stop Motion, ampliando e estimulando novas formas de utilização de ferramentas como a câmera de celular. Permitindo o entendimento do cinema através da fotografia, que organizada em sequência gera imagens em movimento. Todos exercícios sempre irão partir de atividades simples para mais complexas, permitindo a participação e interação efetiva de pessoas com pouca, ou nenhuma vivência no universo audiovisual. Carga horária: Em média 10 horas. Números de alunos: 20 / Perfil: Discentes de escolas públicas, em especial do ensino fundamental I e II. 3-Oficina de Vídeodança / Ministrante: Será definido durante o trabalho de curadoria na pré-produção do projeto. Objetivo geral / conteúdo a ser desenvolvido: Introdução ao Audiovisual - Reflexões sobre o que é a linguagem Audiovisual / Um pouco da história do cinema / Introdução a Dança - Reflexões sobre o que é a Dança / Estudo do corpo e imagem (Assistir imagens fotográficas e definir sentimentos e sensações que elas geram - Capturar imagens pelo ambiente com utilização de uma câmera de celular, pensando em dar para imagem desde a captura um sentido poético (artístico) - Criar imagens através de estímulos gerados nos cinco órgãos dos sentidos - Aulas de Dança -Expressar imagens com o Corpo, trabalhar movimentos a partir dos estímulos de imagens) / Produção audiovisual em videodança (Criação de narrativas - Noções de roteiro - A importância de um planejamento para execução de um trabalho audiovisual - Noções de planos de filmagem - Noções de movimentos de câmera em relação com movimentos corporais, câmera e bailarino dançando juntos - Noções dos processos de edição e finalização de uma obra audiovisual - Reflexões sobre tecnologias disponíveis para produções de baixo custo, considerando equipamentos alternativos como celular e recursos gratuitos de rede e internet) / Criação de obra audiovisual, pensando na relação de corpo e imagem para concretização de uma videodança. Todos exercícios sempre irão partir de atividades simples para mais complexas, permitindo a participação e interação efetiva de pessoas com pouca, ou nenhuma vivência no universo audiovisual ou no universo da dança. Carga horária: Em média 10 horas Números de alunos: 20 / Perfil: Público diverso de 08 a 20 anos incluindo discentes de escolas públicas. Oficinas voltadas para distritos da zona rural: 4-Oficina de criação artística com materiais orgânicos e pigmentos minerais. / Ministrante: Será definido durante o trabalho de curadoria na pré-produção do projeto. Objetivo geral / conteúdo a ser desenvolvido: A ideia da oficina é incentivar aos participantes a pesquisar como criar obras artísticas através da utilização de materiais naturais encontrados na natureza. Buscando desenvolver técnicas coletivas para a criação de pinturas, esculturas e obras interativas com elementos naturais e/ou até mesmo reciclados. Desenvolvendo através das artes plásticas questões de consciência ambiental e sustentabilidade. Todos exercícios sempre irão partir de atividades simples para mais complexas, permitindo a participação e interação efetiva de pessoas com pouca, ou nenhuma vivência no universo das artes plásticas. Na culminância da oficina, buscaremos desenvolver possibilidades de como as artes plásticas podem retratar e expressar releituras de obras do cinema brasileiro e da linguagem audiovisual. Carga horária: Em média 10 horas. Números de alunos: 20 / Perfil: Discentes de escolas públicas, em especial do ensino fundamental I e II. 5-Oficina de Fotografia. / Ministrante: Será definido durante o trabalho de curadoria na pré-produção do projeto. Objetivo geral / conteúdo a ser desenvolvido: Todo conteúdo consiste em desenvolver junto aos participantes, capacidades para observar e realizar registros criativos de paisagens rurais em distritos da cidade de Cataguases-MG, dando origem a obras fotográficas que sejam capazes de traduzir observações e recortes dos olhares particulares dos participantes, considerando os ambientes que os cercam. No processo de desenvolvimento da oficina, serão utilizadas câmeras de celular e câmeras DSL profissionais, possibilitando mais conhecimento e diferentes vivências aos participantes, potencializando a experiência da oficina. Todo conteúdo será trabalhado de forma prática e teórica considerando sempre metodologias inclusivas, partindo de conteúdos simples, para os mais complexos. Carga horária: Em média 10 horas. Números de alunos: 20 / Perfil: Discentes de escolas públicas, em especial do ensino fundamental I e II. Além das oficinas, prevemos a realização de duas sessões de cinema com abertura para debates, as obras a serem exibidas, autorizações de exibição, o local e mediadores dos debates serão definidos durante o trabalho de curadoria, na etapa de pré-produção do projeto, considerando reflexões sobre o cinema brasileiro na perspectiva decolonial. A intenção dos debates é ampliar as reflexões sobre a identidade do cinema brasileiro, em especial das produções realizadas no interior de Minas Gerais, buscando fortalecer o reconhecimento das obras e trabalhos cinematográficos geniais que são desenvolvidos no interior do país.

Acessibilidade

-Muitas ações do projeto serão executadas em parcerias com instituições públicas de ensino e espaços públicos, os mesmos por serem locais que abrigam a diversidade, têm em sua estrutura física uma arquitetura que facilita a participação de qualquer pessoa. Porém sempre buscaremos praças, teatros, centros culturais com rampas de acesso e espaços cuja arquitetura seja inclusiva, buscando sempre garantir lugares na plateia reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Nas rodas de conversas, debates e ações formativas, disponibilizaremos tradução e interpretação em LIBRAS caso seja necessário, visando garantir acessibilidade para pessoas com deficiência ou limitações auditivas. Iremos instruir palestrantes, mediadores e ministrantes da necessidade de se descreverem fisicamente antes de abordar e partilhar algum conhecimento, facilitando o entendimento e participação de pessoas com alguma limitação visual, além de em todas as atividades priorizarmos linguagem simples. Iremos priorizar a divulgação de ações do projeto em meio digital e audiovisual, além de disponibilizar materiais promocionais e de divulgação do projeto, através de folders digitais com audiodescrição e vídeos com tradução em LIBRAS. Sempre trabalhando e solucionando adversidades que possam vir a dificultar a acessibilidade por parte de qualquer pessoa, durante a execução do projeto, sempre disponibilizando membros da equipe para orientar e auxiliar pessoas com deficiência e seus acompanhantes caso tenham. Facilitando também o acesso por parte de pessoas idosas e com diferentes limitações. Despesas para garantir as estratégias de acessibilidade estão listadas em planilha orçamentária, como contratação de profissionais tradutores e intérpretes em LIBRAS, membros da equipe para orientar e auxiliar pessoas com deficiência e seus acompanhantes caso tenham estão inclusos nas despesas de assistentes de produção e questões de acessibilidade ligadas a divulgação estão inclusas nas despesas de divulgação.

Democratização do acesso

- Realizar as ações em diferentes espaços. Interagindo em escolas públicas, centros culturais e teatros. Sempre buscando espaços físicos cuja construção tenha um acesso inclusivo, como rampas de acesso, elevadores e outras ferramentas de acessibilidade e democratização cultural. -Realizar ações itinerantes, descentralizadas e com metodologias inclusivas, beneficiando comunidades periféricas, rurais e centrais. Com atividades capazes de dialogar com a realidade de cada lugar, ressaltando, identificando e valorizando diferentes formas de expressão. Gerando confiança nas comunidades de desenvolverem seus próprios trabalhos e pesquisas artísticas e culturais. -Elaboração de planos de atividades capazes de agregar benefícios para todas as faixas etárias e pessoas, independentemente de qualquer aspecto sociocultural. -Realizar todas as atividades de forma gratuita para população. -Realizar divulgações estratégicas, junto às escolas públicas de bairros periféricos e zonas rurais, mobilizando esforços para que as informações cheguem de forma eficaz nas diferentes comunidades, incentivando a participação de diferentes públicos nas ações e bens culturais a serem gerados pelo projeto. -Realizar ensaios abertos em espaços urbanos. -A essência do projeto se baseia em ações capazes de fortalecer a democratização de acesso a bens culturais.

Ficha técnica

Coordenadora Geral> Mariela Salgado Lacerda de Oliveira: Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui Mestrado Profissional em Projeto e Patrimônio pelo Programa de Pós-graduação em Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROARQ/UFRJ). 2024 foi uma das responsáveis pela idealização e Coordenadora Geral da 1ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL – ANCESTRALIDADE E NEGRITUDE, evento que posicionou a cidade de Cataguases do interior mineiro, na vanguarda de uma autêntica revolução nas artes brasileiras. No ano de 2019, foi contemplada com o edital “Ver e Fazer Filmes” promovido pelo Polo Audiovisual da Zona da Mata, e atuou como diretora do documentário curta-metragem "Tear", o qual foi vencedor do prêmio de melhor trilha sonora no festival “Ver e Fazer Filmes”, o curta documentário foi selecionado e exibido em dois festivais de cinema (13ª Mostra Mosca e 5º ARCHcine). No âmbito acadêmico atua com ênfase na pesquisa em patrimônio cultural e projeto de arquitetura contemporânea. 2022 a 2023 – Coordenadora de pesquisa para desenvolvimento do projeto 1ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL – ANCESTRALIDADE E NEGRITUDE. Diretor Cultural> Marcus Diego de Almeida e Silva Reboredo: Possui mais de 19 anos de experiência como trabalhador da cultura, com atuação efetiva na área de Gestão Artística e Cultural, além de Multiartista Pesquisador das artes cênicas com foco na Dança e no Teatro, além de pesquisas em múltiplas linguagens artísticas. Licenciado em Educação Física. Pós-Graduado em “Gestão de Projetos Sociais”, “MBA em Gestão de Pessoas e a Educação Corporativa” e graduando em direito. Possui formação no Método Bertazzo. Bailarino e Ator registrado no SATED-MG - RPMT: 8087 - Matrícula: 4817. Em 2024 realizou intercâmbio cultural e residência artística na Europa (Paris: Centre de Danse Du Marais / Portugal: Lisboa-Centro em Movimento. Estúdio Jazzy Saldanha; Portimão - Câmara Municipal de Portimão). Em 2023 - Participou de intercâmbio cultural em Salvador-BA nas atividades do Seminário Impulso na Universidade Federal da Bahia (UFBA); participou também de aula de Dança Afro na sede do Balé Folclórico da Bahia, ministrada pelo professor José Carlos Arandiba (mais conhecido como Zebrinha). Desde 2014 - Artista Pesquisador, Diretor Artístico e Coordenador Geral do Projeto "Girarte". 2024 - Consultor artístico e Produtor Executivo do Projeto "SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL". Produtor Executivo> Rodney Carlos da Rocha: Graduado em Licenciatura da Computação - UFJF. - Pós-graduado em Neurociência e Psicologia Aplicada - Instituto Presbiteriano Mackenzie.- Gestor de projetos culturais e Produtor Executivo, desde 2009.- Produtor Executivo projeto Teatro Brincante – Arte Viajante - 1a, 2a, 3ª e 4ª Edições.- Produtor Executivo do Projeto Arte Boa Praça, 2015 e 2017-2018.- Produtor Executivo projeto Programação da Casa de Cultura Simão, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2016.- Produtor Executivo projeto Congresso de Arquitetura, Turismo e Sustentabilidade de Cataguases, 2014 e 2016.- Idealizador e Produtor Executivo do Festival Literário de Cataguases, 2009 a 2011. Assistente Executiva> Priscila Sandes Reboredo de Almeida: Graduada em Pedagogia / Graduanda em Administração / Pós-Graduada em Pedagogia Empresarial e Educação Corporativa / Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional / Pós-Graduanda em Biblioteconomia e Gestão da Informação. / 2023-Oficina de Dança Contemporânea. Ministrante Marcus Diego. Espaço diversão e Arte. Juiz de Fora-MG. / 2023-Participou de intercâmbio cultural em Salvador-BA nas atividades do Seminário Impulso na Universidade Federal da Bahia (UFBA), como aluna ouvinte em aula de Dança Afro-Brasileira ministrada pela professora Doutora Tatiana Campêlo em interação com discentes da UFBA e FUNCEB; participou também como aluna ouvinte de aula de Dança Afro na sede do Balé Folclórico da Bahia, ministrada pelo professor José Carlos Arandiba (mais conhecido como Zebrinha). Desde 2014 Arte-educadora, artista pesquisadora e Coordenadora pedagógica do Projeto Girarte, tendo atuado também como produtora executiva e fotógrafa em várias edições do projeto. / 2024 - Diretora e bailarina da videodança "Movimentos Modernistas" / 2024 - Secretária no projeto "SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL" / 2023 - Circulação nacional do Espetáculo “Entre Passos de Amar”. Cine Theatro Central, Juiz de Fora-MG. Teatro Vila Velha Salvador-BA. (Vinculo: Produtora, Sonoplasta, cenógrafa e Assistência artística geral). Diretora de produção> Karina Ribeiro de Freitas: Graduada em História, é produtora audiovisual e cultural há 16 anos. Iniciou sua carreira em 2005, no primeiro CINEPORT, em Cataguases MG. Trabalhou na produção de filmes premiados como “Meu pé de laranja Lima” e “Menino do Espelho”.Produtora no projeto Congresso de Arquitetura, Turismo e Sustentabilidade de Cataguases 2018.Produtora no projeto Arte Boa Praça 2017-2018. Em 2024 atuou como produtora na 1ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL – ANCESTRALIDADE E NEGRITUDE. Produtora> Fernanda Aparecida Pinheiro: Licenciada em Pedagogia / PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA / Pós-Graduação lato sensu em orientação, supervisão e inspeção escolar / Cursando Bacharelado em Biblioteconomia / 2018 - Workshop "Teatro de objetos". Cia. Truks de São Paulo-SP. Centro Cultural Humberto Mauro. Cataguases-MG/ 2017 - Workshop "Improvisição teatral e Musicalidade no trabalho do ator". Ministrado por Felipe Oliveira / 2014 - Curso "Oficina de Literatura de cordel" - INSTITUTO FRANCISCA DE SOUZA PEIXOTO. Desde 2016 - Participa do projeto Girarte (Função: Cenotécnica, Produtora, Coordenação de logística e equipamentos, Assistente e técnica de palco) / 2024-Produtora cenotécnica no projeto "SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL / 2023 - Circulação nacional do Espetáculo “Entre Passos de Amar”. Cine Theatro Central, Juiz de Fora-MG. Teatro Vila Velha Salvador-BA. (Função: Cenotécnica, Direção de Palco, operação de Luz). / 2022/2023 – Circulação do espetáculo de Dança Teatro “O Tropeço da Princesa”, por 10 cidades do interior de Minas Gerais. (Função: Figurino, Maquiagem artística, Cenário, Produção Geral). Diretor de palco ou de cena> Mariana Martins de Oliveira: Licenciada em Educação Física / Instrutora de Yoga formada pelo Curso de Formação Profissional em Yoga pela Powerlife Juiz de Fora-MG / Durante 10 anos frequentou aulas de Ballet Clássico na escola “Academia Assunta Leone Fajardo”, além de atuar como Professora-Coreógrafa-Bailarina-Produtora em Cataguases-MG, Leopoldina-MG e outras cidades da região, produzindo e participando de inúmeros espetáculos e eventos culturais / Em 2019 participou do “Seminário Arte Minas” em Belo Horizonte-MG, frequentando diferentes cursos de vários estilos de dança (Ballet Clássico, Jazz Dance, Jazz Musical, Contemporâneo) incluindo o curso de Composição Coreográfica, ministrado por Alan Keller / Entre os anos de 2009 e 2012 esteve presente no “Festival de Dança de Joinville”, participando de vários cursos, como o de Composição Coreográfica para Dança Contemporânea, ministrado por Maria Paula Costa Rego, em Joinville-SC. Fundadora-Gestora-Professora do “Estúdio MoveMente” Cataguases-MG / Atualmente é Professora-Coreógrafa do Núcleo de Dança do “Projeto EnCantArte” do Centro Cultural Sicoob Coopemata na cidade de Cataguases-MG / 2024 atuou como coreógrafa e multiartista consultora na 1ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - POR UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL – ANCESTRALIDADE E NEGRITUDE. 2022 - Performer no projeto "ABRIL É O MÊS DA DANÇA" / Em 2019 atuou como bailarina no Documentário “TEAR”, dirigido por Mariela Oliveira, participante do “Festival Ver e Fazer Filmes”, em Cataguases-MG / Por 5 atuou como bailarina em todos os espetáculos e eventos ligados à “Cia Ormeo Teatro e Dança”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-09-30
Locais de realização (1)
Cataguases Minas Gerais