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PRONAC 2416854Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Rejeitos

SINAPSE 2002 EVENTOS E PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 360,0 mil
Aprovado
R$ 360,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Rejeitos" é um drama doc, um espetáculo teatral em forma de monólogo, inédito, escrito por Mauro Luiz Vianna, com direção de Maria Clara Mattos, em parceria com o autor. A atuação é de Suzana Nascimento. A personagem Verônica é uma bem-sucedida documentarista, que vai ao interior do Estado de MG, fazer a cobertura de uma queda de barragem de minério. Em meio a esse cenário de caos, ela precisa decidir se vai ou não interromper a sua gravidez, possivelmente sua última chance de tornar-se mãe. Ela vai colhendo material para o seu doc, entrevistando pessoas e esses depoimentos a marcam, de forma visceral. O desabamento de barragens já ocorreu duas vezes no Brasil, além de outros desastres ambientais de grande porte. Não houve prevenção ea reparação vem se alastrando há anos. É necessário regurgitar. Serão 16 apresentações com preços populares de 20 reais, em um teatro com cerca de 200 lugares, com apresentações em libra e audiodescrição, com debates.

Sinopse

REJEITOS é um drama doc, um monólogo teatral, inédito, escrito por Mauro Luiz Vianna. Será uma direção compartilhada entre Maria Clara Mattos (¨Lygia¨, ¨O Conto da Ilha Desconhecida¨...) A atuação será de Suzana Nascimento (¨Em Nome da Mãe¨, ¨Julius Caesar¨, ¨Calango Deu”...) A produção ficará a cargo de José Carlos Dellas Vedova, Marcia Rubim na direção de movimento, Rico e Renato Vilarouca com videodesign, Mina Quental na cenografia. Rogério Wiltgen no desenho de luz, Tiago Ribeiro nos figurinos e Federico Puppi na trilha. O espetáculo narra a história de Verônica Paz, uma documentarista que vai cobrir o desabamento de uma barragem de minério em Minas Gerais para um filme. A ação se passa em local indeterminado, em uma cidade não nomeada no estado de Minas Gerais, Brasil. Os cenários de dor e de tragédia revelam muito sobre a mão do homem que destrói, mata e corrói e a outra mão que reconstrói e acaricia. É uma história que poderia ser arquetípica sobre as tragédias humanas, porque é cíclica. Em meio a um cenário distópico, a personagem, que se encontra grávida pela primeira vez, aos 45 anos, deve tomar a decisão de prosseguir ou interromper a gestação. Verônica demonstra sua descrença pelos caminhos da humanidade, em meio a tanta ganância, destruição do meio ambiente e descaso. Nesse campo de guerra, por outro lado, presencia momentos de esperança, de solidariedade e de empatia. A ação toda se passa no quarto de uma pousada. A personagem tem como interlocutores, ao telefone, a sua chefe Paula, o seu namorado Miguel, a diretora de Relações Pública da mineradora, dentre outros. Verônica revê vídeos de seus entrevistados, projetados em um telão. As filmagens devem manter um tom não realista, de modo que fique claro ao espectador que se trata de cenas construídas pela dramaturgia do espetáculo e não por material coletado e editado. Os personagens dos entrevistados são, respectivamente: 1) Adélia, mãe que narra o momento do rompimento da barragem, onde estava ao lado do seu filho de oito anos, que segue desaparecido, após seis dias de busca; 2) Um caboclo, filho de mãe indígena, dos povos nativos, e de pai católico, comenta sobre a sua visão de mundo dessa sociedade, destacando a ganância e as escolhas perigosas e autodestrutivas que o Ser Humano toma em relação ao Meio Ambiente e ao planeta; 3) Uma bombeira, que atua nas operações de busca a sobreviventes. Ele descreve as dificuldades encontradas diante desta cidade desfigurada e do desespero de quem espera por notícias de seus parentes e amigos; e 4) Uma idosa, moradora da cidade, que conta sobre as transformações que presenciou em sua terra, antes e depois da chegada da mineradora. Muitas vezes, para uma mulher, ter talvez a sua última chance de se tornar mãe, é um momento singular e muito controverso. A tomada de decisão irá impactar o resto de sua vida. A personagem é uma documentarista conceituada e não pretendia abrir mão de sua plena atuação profissional para cuidar de um bebê. Verônica questiona se a maternidade é imposta à mulher como uma obrigação social. Embora tenha uma relação de harmonia e amor com o namorado, ela rejeita a ideia da responsabilidade materna, sobretudo para crescer e viver em uma sociedade que ela considera injusta e imperfeita. Ao mesmo tempo, não descarta a possibilidade de vivenciar a experiência materna. Mas compreende que ela, como uma mulher do seu tempo, terá livre arbítrio nessa escolha. Que motivações levariam uma mulher, nos dias atuais, a optar pela gravidez? A gerar uma vida, em um planeta em decadência e desordem? O índice de natalidade no planeta vem caindo abruptamente. Em 1950, a média era de 5 crianças por cada mulher. As projeções indicam que, em 2050, deverá chegar perto de 2,1. O texto é árduo, assim como o ambiente em que a jornalista está inserida. Tudo em torno dela é dor, aspereza, desespero. Há morte de crianças, idosos, mulheres grávidas, gente de todo tipo. Morte de um rio inteiro, morte de animais. O planeta agoniza naquela cidade do interior. Mas existe uma vida que se forma dentre de um ventre e um instinto de permanência da raça. E, naquela cidadela, existe um grande movimento de solidariedade e de empatia, na busca tentar minimizar os riscos causados pela catástrofe. O espetáculo não versa exatamente sobre o deslizamento de barragem, pois essa página da história, que se repetiu anos depois, no mesmo estado, todos conhecem, com grande pesar. A narrativa se ocupa mais em descrever o quanto esse tipo de catástrofe, que poderia ter sido evitada, em ambos os episódios, nos aproxima de uma perspectiva distópica da sociedade. É preciso regurgitar esse, que é um dos maiores deslizes da recente história do país e, cuja reparação está muito aquém do aceitável, por parte da empresa causadora. É preciso sim alardear o descaso na prevenção e na reparação. Entretanto, o espetáculo não finaliza com a desistência humana, mas sim com a reafirmação da vida. “REJEITOS” são aqueles que advêm do minério e transbordam nas barragens, vem daquilo que varremos, de forma semi-inconsciente, para debaixo do tapete, vem daquilo que não elaboramos bem ao fazer cada escolha ordinária, em nosso dia a dia. O desabamento da barragem é o pano de fundo e também a metáfora. Verônica revê vídeos de seus entrevistados, projetados em um telão. As filmagens devem manter um tom não realista, de modo que fique claro aos espectadores que se trata de cenas construídas pela dramaturgia do espetáculo e não por material coletado e editado.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: é preciso regurgitar essas tragédias, os maiores desastres da história do país e, cuja reparação está muito aquém do aceitável. É preciso sim alardear o descaso na prevenção e na demora com a prestação de contas. A discussão é também sobre quais seriam as motivações que uma mulher tem para colocar um filho nesse mundo distópico e desordenado. A taxa de natalidade no planeta vem caindo vertiginosamente. Mas, o espetáculo não finaliza com a desistência e sim com a reafirmação da vida. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Revelar o descaso na tentativa de evitar tragédias humanas e ambientais desse porte, que cada vez mais nos aproximam de uma perspectiva distópica da sociedade. - Denunciar que em MG, o rompimento já ocorreu duas vezes. Muitas outras barragens encontram-se ainda em situação de risco. - Nove anos depois do rompimento da barragem em Mariana, o Relatório Anual do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática da Área Ambiental, realizado pela Ufes, com participação de mais de 500 pesquisadores, revelou níveis ainda preocupantes de contaminação em toda biodiversidade do Rio Doce. E a cidade ainda carrega um legado de tristeza e de reparação ao acidente, incompatível ao que seria justo. - Revelar que, além das mortes ocorridas na ocasião do desabamento, a tragédia afetou gravemente o estado de saúde da população local. Um estudo da Fundação Getulio Vargas com base em dados do Datasus que mostra uma redução média de dois anos e meio na expectativa de vida nas localidades atingidas. Em alguns municípios, a perda pode significar até 24 anos a menos de vida. "A gente identifica um aumento de até 100% em casos de câncer em municípios atingidos pelo rompimento da barragem, casos de aborto de até 400% acima nos municípios atingidos, quando comparado com os não atingidos, e também de mais de 400% no caso de arboviroses, como chikungunya, por exemplo", afirma Leandro Patah, coordenador do projeto. - Mostrar um mundo corporativo que preza, acima da Humanidade e do Planeta, caminhos de lucro a qualquer custo. - Montar uma obra teatral poética e humana, com viés de denúncia. - Realizar 16 apresentações de uma obra inédita, em um teatro com cerca de 200 lugares, para um público estimado de 3.200 espectadores, a preços populares de 20 reais. Realizar 16 debates. Realizar sessóes de libras e audiodescrição.

Justificativa

Para montagem desse projeto teatral, que requer uma tecnologia em vídeo de última geração e que envolve profissionais reconhecidos e gabaritados, é necessario dispor de uma quantia em que a produção não dispõe com recursos próprios. Na referida Lei, o artigo I versa sobre ¨contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acessoàs fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto Rejeitos é bastante ousado na abordagem e construção do tema: trata-se de uma documentarista que vai fazer a cobertura do desabamento de uma barragem de minério no estado de Minas Gerais. Portanto, há um perfil de empresas que não se poderia se comprometer com o projeto e justamente é um perfil de empresas que financia projetos culturais. Mas, quando abrimos o leque de empresas, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, estamos dando mais oportunidades à captação de recursos. A sociedade deve manter esse debate e não mais aceitar a possibilidade de crimes ambientais. O artigo III defende que se deve ¨apoiar. valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores¨. O projeto é constituido por profissionais que vivem de arte desde suas respectivas formações e que ajudam a compor o mosaico dessa classe artística nacional. Já o artigo VI defende ¨preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro¨. A montagem do projeto cultural ¨Rejeitos¨fala sobre isso: a destruição de um rio, junto a muitas mortes, fala sobre as maiores tragédias ambientais na história do país. Portanto, trata-se de uma luta pela presevação de nossos bens nacionais. O artigo IX quer ¨priorizar o produto cultural originário do país¨. O projeto é inteiramente realizado por artistas brasileiros: autor, direção, atuação, direção de movimento, designers de vídeo, trilha, iluminação, cenário, figurino etc. O projeto vem propor uma temporada a preços populares de 20 reais, promovendo o acesso e a democratização do produto cultural em questão.

Especificação técnica

REJEITOS é um drama doc, um monólogo teatral, inédito, escrito por Mauro Luiz Vianna. Será uma direção compartilhada entre Maria Clara Mattos (¨Lygia¨, ¨O Conto da Ilha Desconhecida¨...) A atuação será de Suzana Nascimento (¨Em Nome da Mãe¨, ¨Julius Caesar¨, ¨Calango Deu”...) A produção ficará a cargo de José Carlos Dellas Vedova, Marcia Rubim na direção de movimento, Rico e Renato Vilarouca com videodesign, Mina Quental na cenografia. Rogério Wiltgen no desenho de luz, Tiago Ribeiro nos figurinos e Federico Puppi na trilha. O espetáculo narra a história de Verônica Paz, uma documentarista que vai cobrir o desabamento de uma barragem de minério em Minas Gerais para um filme. O espetáculo tem duração de cerca de 55 minutos. O projeto propõe 16 sessões em local ainda não selecionado na cidade do Rio de Janeiro, com capacidade média de 200 espectadores, em horário nobre. Haverá sessões com linguagem de libras e audiodescrição.erônica revê vídeos de seus entrevistados, projetados em um telão. As filmagens devem manter um tom não realista, de modo que fique claro aos espectadores que se trata de cenas construídas pela dramaturgia do espetáculo e não por material coletado e editado.A montagem será rodeada de sons incidentais, a fim de contribuir na ambientação desse campo de guerra: sons de helicópteros, ambulâncias, carros de bombeiro, sirenes... E ainda: batimentos cardíacos, sinos de igreja, cantos de cigarra etc. É possível também construir um projeto cenográfico, a partir de rejeitos. No texto, há referências às cores preto, cinza e marrom, cores de áreas degeneradas, que substituem as áreas de natureza intocadas, que trazem os verdes, os azuis e eventuais brancos. O lighting design deve acentuar muitos momentos de total escuridão, semi-escuridão e momentos de luzes invasivas, inclusive à plateia, como existem nos campos de guerra, no intuito de realizar buscas, com refletores em movimento. Haverá um planejamento de mídias tradicionais como busdoor, e-jornal, mídias sociais com impulsionamento e Assessoria de Imprensa, além de um programa com acesso por QR-Code. Haverá x apresentações em libra e x apresentações em audiodescrição. A produção é de José Carlos Della Vedova, diretor do Colegiado da APTR, premiado produtor cultural, há mais de 40 anos.

Acessibilidade

Plano de Acessibilidade: - 04 apresentações com Intérpretes de Língua de Sinais (LIBRA) - 01 apresentação em áudio descrição - Buscar pauta em um teatro que garanta total acessibilidade ao PCD. - Visita aberta ao cenário para deficientes visuais nos dia da apresentação em áudio descrição.

Democratização do acesso

- Temporada a preços populares: R$ 20,00 (vinte reais) - 10% dos ingressos reservados para empresas de Formação de Plateia. - Promoção de parcerias com Escolas, instituições e organizações para garantir que públicos diversos tenham acesso às atividades do projeto.

Ficha técnica

MAURO LUIZ VIANNA / AUTOR E CODIRETOR Formafo em Artes Cênicas (CAL) e Comunicação Social (UFRJ) Foi diretor-artístico do Teatro Municipal Maria Clara Machado (2012/2015). A gestão recebeu grande atenção da classe e do público. Foi curador em duas edições do “Festival Dois Pontos”, indicado ao Prêmio Cesgranrio. Foi diretor-artístico do Teatro Ipanema (2016/2019), que chegou a sextuplicar o aporte de público. Ganhou grande destaque na mídia e arrebatou o prêmio Botequim Cultural, por revitalizar e dignificar os 50 Anos do Teatro. Foi parecerista de teatro do Fomento para Teatro da SMC/RJ (FOCA). Como produtor, idealizou, dirigiu e produziu: “Natal CCBB” (2000/1988/1997/1996) Circuito Cultural BB, Praça Vôlei Brasil, Férias no CCBB etc. Como ator, participou de montagens como Os Meninos da Rua Paulo” (adapt. Claudio Botelho e dir. Luís de Lima), Os Melhores Anos de Nossas Vidas (Domingos de Oliveira), O Atheneu e A Odisséia (Carlos Wilson), Theatro Muzical Brazileiro (Luiz Antônio Martinez Correa). Foi dirigido ainda por Augusto Boal, Roberto Bomtempo, Inez Viana, dentre outros. MARIA CLARA MATTOS / CODIRETORA Maria Clara Mattos é diretora, escritora, roteirista, dramaturga e atriz. Para televisão, escreveu Espelho da Vida, Tapas e Beijos, Filhas de Eva, Canastra Suja - TV Globo, As Canalhas, Que Marravilha! Chefinhos - GNT, Cilada, Alucinadas - Multishow, Prata da Casa - FOX. Atualmente Integrou a equipe de roteiristas do remake de Dona Beja, para a HBO. É autora do argumento original da série Terminadores - Netflix/Band. Para o teatro, escreveu e dirigiu o monólogo Lygia, indicado ao APCA de dramaturgia; e o texto Amor É Química - em parceria com David França Mendes. Adaptou e dirigiu com Bel Kutner o espetáculo O Conto da Ilha Desconhecida, vencedor do Premio Zilka Salaberry de direção. Tem dois romances publicados: O Céu Pode Esperar Mais Um Pouquinho e Depois da Chuva. Como atriz, esteve nas novelas Xica da Silva; O Beijo do Vampiro, Começar de Novo, Escrito Nas Estrelas, Amor Eterno Amor, entre outras. SUZANA NASCIMENTO / ATUAÇÃO Atriz, dramaturga, diretora. Melhor Atriz APTR 2022 por "Em nome da mãe¨, Melhor Atriz na FITA e Cena Contemporânea, por Calango Deu!, dir. Isaac Bernat - Atuou em Julius Caesar — Vidas Paralelas, dir. Gustavo Gasparani, da Cia. dos Atores; Os impostores e Alice mandou um beijo, dir. Rodrigo Portella; Caranguejo Overdrive, Dir. Marco André Nunes; Dançando no escuro, dir. Dani Barros; Preciso Andar, dir. Ivan Sugahara; A menina Edith dir. Lázaro Ramos; Consertam-se Imóveis, dir. Cynthia Reis; O que você gostaria que ficasse, Miguel Thiré — Portugal; Peças de Encaixar Cia. Dos Atores; Cenaparaumfigurinol Quadrienal Praga 2011, entre outros. Indicada 2 vezes Prêmio Botequim Cultural, por Os impostores e Dançando no escuro. Criou o curta Árvore mãe, o livro Calango Deu! (ed. Cândido) e a peça "Contracapa". Dirigiu "Boquinha... e assim surgiu o mundo", de Lázaro Ramos. Em cinema fez: Santas, de Roberval Duarte; A suspeita, dir. Pedro Pelegrino, Uber Pool, de Dan Giellis; Trauma, de Lara Lazaretti. Participou de várias novelas e séries — Rede Globo e TV Brasil. JOSE CARLOS DELLA VEDOVA / PRODUTORÉ empreendedor social, administrador de empesas e produtor cultural há 40 anos. Fundador e Diretor da “CONEXAO EVENTOS”, Produtora Cultural vencedora “PRÊMIO CAIO 2007”: como Melhor Evento Artístico-Cultural Nacional pelo Evento Praça Vôlei Brasil / Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia. Destaca-se ainda: Circuito Cultural Banco do Brasil; seis Projetos iluminação CCBB; Produção Escola Samba Unidos do Cabuçu; diversas de produções nas artes cênicas.Foi Diretor Geral do Teatro Maria Clara Machado e do Teatro Ipanema. Ganhador Prêmio Botequim Cultural por sua manifestação relevante ao cenário carioca teatral e o de revitalizar o espaço e dignificar os 50 anos de existência e resistência do Teatro Ipanema, comemorados em 2018.Membro da Diretoria do Colegiado da APTR (Biênio 2023/25) MÁRCIA RUBIM / DIREÇÃO DE MOVIMENTO Coreógrafa, dançarina, diretora e professora de dança. Especialista em Arte e Filosofia pela PUC Rio, concluiu seus estudos de dança na Escola Angel Vianna. Fundou sua companhia de dança em 1991. Entre os espetáculos que realizou, destacam-se Já Não Penso Mais em Ti; Tudo que Eu Nunca Te Disse; e Correr em Vez de Caminhar. Foi curadora do Carlton Dance Festival de 1988 a 1997. Recebeu a Bolsa RioArte em 1998. Participou da criação de projetos de cinema - Copacabana e Carlota Joaquina; de teatro - Quem Tem Medo de Virginia Woolf? e A Dona da História; e de televisão - Não Enche, videoclipe de Caetano Veloso, com direção de Monique Gardenberg. MINA QUENTAL / CENÓGRAFA Cenógrafa, arquiteta e produtora cultural. Formada pela FAU/UFRJ, estudou cenografia com Luiz Carlos Ripper, Iniciou a carreira, colaborando com diretores de arte, como Gringo Cardia e Jair de Souza e artistas visuais como Adriana Varejão e Waltércio Caldas. Em teatro, assinou cenários para os diretores Vilma Mello, Stella Maria Rodrigues, Victor Garcia Peralta, Grupo Tápias, Gustavo Gasparani, Duda Maia, Márcio Meirelles, Mauro Rasi, Stella Miranda, Gilberto Gawronsky, Inez Viana Debora Lamm, César Augusto, Renato Carreira, Paulo Verlings, Rodrigo França, Dani Barros, Fernando Philbert etc. FEDERICO PUPPI / TRILHA Formado em violoncelo. Recebeu o Prêmio APTR 2022 de Melhor Música por Em Nome da Mãe. Indicado ao Prêmio Cesgranrio pelas trilhas de Enquanto Eu Voava, Você Criava Raízes e Ficcções, dir. Rodrigo Portella, com Vera Holtz. Foi premiado no Umbria Jazz Festtival, com uma Schoolarship para o Berklee College of Music. Coprodutor do disco Guelã¨, de Maria Gadú, indicado ao Grammy Latino. Tem três discos autorais: O Canto da Madeira (Prêmio Catavento), melhor disco instrumental do ano; Marinheiro da Terra Firme, com part, de Milton Nascimento; e Crisalide. Compôs a trilha de As Crianças, dir. Rodrigo Portella; Então, dir. Isaac Bernat; A Terceira Onda, dir. Jarbas Albuquerque; Consertam-se Imóveis, dir. Cynthia Reis. No cinema, compôs a trilha de Delicadeza é Azul e Iaiá de Ioiô. Colaborou com as trilhas das novelas Pantanal, Éramos Seis e O Sétimo Guardião, na Rede Globo. ROGÉRIO WILTGEN / DESIGN DE LUZ Projeto de Iluminação Cênica para mais de cem espetáculos teatrais. Muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Molière, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor Espetáculo e Melhor Iluminador dos anos de 1995 e 1996), trabalhando com diretores como Amir Haddad, Bibi Ferreira, Jacqueline Lawrence, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel. Sérgio Britto etc. E, 2018, recebeu o Prêmio Botequim Cultural pelo espetáculo Bibi, Uma Vida em Musical. Recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell pela iluminação de ¨A Cor Púrpura – o Musical¨. RICO VILAROUCA / DESIGN DE VÍDEO Diretor de Arte, Designer e animador. Experiência de mais de 30 anos na área de audiovisual. ARTES CÊNICAS – PROJEÇÕES/VIDEOMAPPING Copacabana Palace – O Musical, Renoir – A Beleza Permanece, Angels in America, O Astronauta, Moby Dick, Através da Íris, Antes da Coisa Toda Começar, A Última Aventura é a Morte, Isac no Mundo das Partículas, Makuru – Um Musical de Ninar, Puro Ney, O Escândalo Philippe Dussaert, 33 Variações de Beethoven, Mulheres à Beira de um taque de Nervos, O Topo da Montanha, S´imbora, o Musical – A História de Wilson Simonal, Two Roses for Richard III, A Marca da Água, Um Navio no Espaço ou Ana Cristina César. TIAGO RIBEIRO / FIGURINISTA Tiago Ribeiro é artista multidisciplinar: Ator, Figurinista, Arte Educador e Diretor Teatral. Tiago Ribeiro teve a oportunidade de trabalhar como ator e figurinista junto a vários outros artistas renomados do cenário teatral carioca e brasileiro e internacional, como: Gilberto Gawronski, Oscar Saraiva, Alexandre Mello, Miwa Yanagizawa, Walter Lima Júnior, Fernando Philbert, Rodrigo Portela, Ary Coslov, Ariane Mnouchkine entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.