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PRONAC 2416867Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CAMINHOS ANCESTRAIS

RODRIGO FREIRE VILERA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 598,2 mil
Aprovado
R$ 598,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
24

Localização e período

UF principal
MT
Município
Cuiabá
Início
2025-02-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Cuiabá Mato Grosso

Resumo

Oprojeto visa promover a valorização da cultura negra e combater a discriminação por meio de iniciativas educativas e culturais que abrangem desde a estética até as tradições religiosas e filosóficas do povo preto. No Brasil, onde 56% da população se autodeclara negra, o racismo e a discriminação sistêmica continuam a afetar esse grupo, particularmente em relação às suas religiões de matriz africana e manifestações culturais. Serão ofertadas oficinas e rodas de conversa sobre mitologia dos Orixás, tranças nagô, moda afro e culinária tradicional, com o objetivo de educar a sociedade sobre as contribuições afrodescendentes. As atividades serão realizadas em escolas periféricas e centros culturais, comatendimento de cerca de2.250 participantes nas oficinas e seminários e cerca de 2.000 espectadores nas redes sociais. O impacto esperado é que 80% dos participantes relatem maior valorização da cultura preta, e 60% afirmem que as atividades mudaram sua visão sobre as tradições africanas.

Sinopse

Caminhos ancestrais é uma imersão cultural que explora a história, religiosidade, estética e tradições afro-brasileiras por meio de atividades interativas e educativas. Dividido em quatro blocos temáticos — Empretecendo, Asé, Beleza d’Oxum e Cozinha de Terreiro —, o projeto busca promover a valorização da cultura negra, combater preconceitos e fortalecer o senso de pertencimento e identidade entre os participantes. Blocos e Atividades1. EmpretecendoEste bloco aborda a história da África e do Brasil, destacando a resistência e as conquistas culturais dos povos negros. Foca na recontagem das narrativas históricas e na valorização da identidade afro-brasileira.Rodas de Conversa e Oficinas Culturais (6 sessões): Serão realizadas rodas de conversa e oficinas que explorarão as narrativas afro-brasileiras, destacando a trajetória ancestral e a resistência cultural ao longo dos séculos. Essas atividades incluem discussões sobre as influências africanas na formação do Brasil contemporâneo e a importância de recontar essas histórias para desconstruir estereótipos e valorizar a ancestralidade.Seminário (1 sessão): Um seminário será realizado para aprofundar o estudo das influências africanas na formação do Brasil contemporâneo, abordando as contribuições culturais e a luta pela valorização da herança afro-brasileira. Aqui pretende-se trazer nomes como Evaristo Conceição. 2. AséO bloco "Asé" é dedicado às religiões de matriz africana, desmistificando crenças e aproximando os participantes das tradições espirituais afro-brasileiras.Seminário (1 sessão): Este seminário busca discutir a espiritualidade afro-brasileira, explicando suas práticas e desmistificando estigmas religiosos que contribuem para a discriminação e intolerância. Pretende-se trazer Djamilla Ribeiro.Oficinas Temáticas (5 oficinas): Serão realizadas oficinas que exploram os fundamentos das religiões afro-brasileiras, com ênfase nas histórias (itans) dos Orixás e a importância dos rituais. Nessas oficinas, os participantes terão contato com elementos culturais como atabaques e cantigas sagradas.3. Beleza d’OxumEste bloco celebra a estética e a moda afro, explorando a evolução e a importância cultural da estética negra como forma de expressão e afirmação de identidade.Oficinas de Estética e Moda Afro (6 oficinas): Serão oferecidas oficinas práticas onde os participantes aprenderão técnicas de tranças nagô, criação de acessórios e elementos de moda afro. Cada oficina será uma oportunidade para discutir a importância histórica e cultural da estética negra, além de celebrar a beleza e singularidade das expressões visuais do povo preto.Desfile de Moda Afro (1 evento): Como culminância das oficinas, um desfile será realizado para expor as criações dos participantes e celebrar a moda afro-brasileira, destacando a diversidade e a beleza da estética negra.4. Cozinha de TerreiroEste bloco enfatiza a troca de saberes intergeracionais por meio da culinária afro-brasileira, destacando a cozinha como um espaço de aprendizado e fortalecimento das tradições culturais e familiares.Oficinas de Culinária Tradicional (3 oficinas): Serão realizadas oficinas em que os participantes aprenderão a preparar pratos típicos como acarajé e abará, enquanto discutem as histórias e significados por trás desses alimentos. A cozinha será um espaço para troca de experiências e fortalecimento dos laços culturais.Encontros Intergeracionais (4 encontros): Esses encontros proporcionarão um ambiente para que as gerações mais velhas compartilhem suas vivências e conhecimentos com os mais jovens, reforçando a continuidade das tradições e o vínculo entre passado e presente.O projeto contará com um total de 27 atividades, distribuídas entre rodas de conversa, seminários, oficinas e encontros, garantindo uma experiência educativa e transformadora para os participantes, conectando-os às suas raízes culturais e fortalecendo a identidade e o senso de pertencimento.

Objetivos

Objetivo geral:Promover a valorização e preservação da cultura negra para combater práticas discriminatórias e desmistificar preconceitos em torno das tradições e religiões de matriz africana, por meio de atividades educativas e culturais que ampliem o conhecimento sobre o legado cultural do povo preto. Objetivos específicos: O projeto busca difundir o conhecimento sobre a história e as tradições dos povos africanos e afro-brasileiros por meio de seis rodas de conversa e oficinas culturais. O objetivo é ampliar o entendimento sobre o legado cultural afro-brasileiro, proporcionando um espaço de aprendizado e troca de experiências. Além disso, pretende desmistificar questões religiosas relacionadas às religiões de matriz africana, organizando dois seminários com especialistas que alcançarão 1.000 pessoas. A ideia é trazer grandes nomes nacionais, como Djamila Ribeiro e Conceição Evaristo, para debates de alto impacto que tradicionalmente se concentram em grandes centros urbanos, buscando descentralizar as pautas raciais e torná-las acessíveis em outros estados.Essas atividades visam desconstruir estigmas e preconceitos que ainda perpetuam a discriminação contra os povos de terreiro. Para valorizar a estética negra, serão oferecidas seis oficinas de tranças nagô e moda afro, celebrando e promovendo a beleza e a singularidade das expressões culturais e estéticas do povo preto. O projeto também promoverá o diálogo intergeracional ao conectar diferentes faixas etárias por meio de cinco encontros culturais, que facilitarão a troca de saberes e a preservação das histórias e tradições afro-brasileiras. Além disso, para fomentar a inclusão social e educacional, serão disponibilizados oito espaços de aprendizado sobre a cultura e história africana e afro-brasileira. Essas iniciativas visam promover o entendimento e a valorização das tradições afrodescendentes, contribuindo para uma maior consciência e respeito à diversidade cultural.

Justificativa

O projeto necessita do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para garantir o financiamento de suas ações, dada a urgência de educar e transformar a percepção da sociedade sobre a cultura negra. Em um país onde a população preta e parda enfrenta maiores índices de pobreza, desemprego e violência, a discriminação cultural, estética e religiosa ainda persiste, particularmente contra as religiões de matriz africana, conforme evidenciam dados da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Além disso, a cultura negra continua sendo desvalorizada ou exotificada, em vez de ser reconhecida como parte fundamental da história brasileira. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: Inciso III: que visa apoiar e valorizar as iniciativas que preservem a cultura afro-brasileira e as identidades dos grupos que a compõem, garantindo a diversidade cultural e a pluralidade de expressões;Inciso IV: ao promover ações educativas e de formação cultural, o projeto atende à necessidade de ampliar o acesso ao conhecimento sobre as tradições e histórias afro-brasileiras.Quanto aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, o projeto "Caminhos Ancestrais" contribui para: Inciso I: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória";Inciso II: "priorizar a produção e difusão de bens culturais em todas as regiões do País", garantindo que a cultura afro-brasileira seja amplamente difundida e acessível;Inciso V: "proteger as expressões culturais dos grupos afro-brasileiros", desmistificando estigmas e preconceitos que contribuem para a marginalização de suas práticas e tradições.Portanto, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar este projeto, que busca ser uma ferramenta de resgate e valorização da cultura afro-brasileira, fortalecendo a identidade preta e promovendo inclusão social por meio de atividades educativas, rodas de conversa e oficinas culturais. Com o financiamento, será possível garantir a execução das ações propostas, alcançando o objetivo de criar pontes de entendimento e respeito entre diferentes grupos da sociedade. No Brasil, as discussões e palestras sobre temas raciais e afro-brasileiros costumam se concentrar em grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo, limitando o acesso às vozes mais relevantes nessas pautas em outras regiões do país. Para reverter essa concentração, Caminhos Ancestrais pretende realizar dois seminários em Cuiabá, trazendo palestrantes de destaque nacional, como Djamila Ribeiro e Conceição Evaristo. Com a limitação do cachê em 25 mil reais conforme a IN vigente, o projeto buscará apoio de patrocinadores e parceiros para viabilizar a vinda desses nomes, garantindo um debate qualificado e acessível para a população local.

Estratégia de execução

Avaliação de Impacto e DocumentaçãoPara medir o impacto e a eficácia do projeto, será aplicado um sistema de Net Promoter Score (NPS) e questionários de satisfação aos participantes após cada atividade. Esses instrumentos permitirão avaliar quantitativamente e qualitativamente o quanto o projeto influenciou a percepção dos participantes sobre a cultura afro-brasileira e o quanto as atividades contribuíram para o respeito e valorização dessa cultura. A expectativa é que mais de 80% dos participantes relatem uma mudança positiva em sua visão. Um relatório final será produzido, documentando todas as atividades realizadas, com análises baseadas nos dados coletados. Esse relatório incluirá imagens das sessões, capturadas pela equipe de fotografia e vídeo, registrando os momentos mais significativos e os principais ensinamentos compartilhados. Essas fotografias e vídeos serão usadas para compor um material visual que reforça o impacto e o valor do projeto, além de serem divulgadas nas redes sociais. Parcerias Comunitárias e Atividades em TerreirosO projeto também visa estabelecer parcerias estratégicas com terreiros, coletivos culturais e bibliotecas comunitárias, fortalecendo a rede de apoio local e garantindo que as atividades tenham legitimidade e impacto ampliado. As parcerias com os terreiros são especialmente importantes, pois alguns dos eventos e oficinas serão realizados nesses espaços, criando uma experiência mais autêntica e valorizando esses locais como centros de saberes ancestrais. Ao realizar atividades em terreiros, o projeto não só leva conhecimento e visibilidade a esses espaços, mas também os apoia diretamente, fortalecendo sua função comunitária. Essas ações demonstram o compromisso do Caminhos Ancestrais com a preservação e valorização das tradições afro-brasileiras em sua forma mais original e contextualizada.

Especificação técnica

Utiliza-se-à de um padrão de resumo para explicação do conteúdo, metodologia, materiais e duração. Bloco: EmpretecendoObjetivo Pedagógico: Compreender e valorizar as contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros para a formação da sociedade brasileira. Promover a desconstrução de estereótipos históricos e criar novas narrativas baseadas na resistência e na ancestralidade.Conteúdo ProgramáticoHistória da África e Diáspora: Abordagem da pré-história da África, das civilizações africanas e do impacto da escravidão na diáspora africana.Movimentos de Resistência Afro-brasileiros: Discussão sobre quilombos, revoltas de escravos e movimentos de resistência negra no Brasil.Figuras Históricas e Heróis Afro-brasileiros: Estudo de Zumbi dos Palmares, Dandara e outros heróis afro-brasileiros.MetodologiaPedagogia Crítica: Baseada em Paulo Freire (1987), a metodologia incentiva uma análise crítica da história, permitindo que os participantes desconstruam as narrativas eurocêntricas sobre a África e a diáspora.Debates e Storytelling: O uso de narrativas e storytelling para conectar os participantes às histórias de resistência negra. Isso envolve não apenas ouvir, mas também incentivar que compartilhem suas próprias histórias de identidade e ancestralidade, criando um processo de empoderamento coletivo.Aprendizagem por Projetos: Em cada roda de conversa, os participantes serão incentivados a desenvolver pequenas pesquisas ou projetos em grupo, culminando em apresentações que estimulam o pensamento crítico.Tempo de Duração de Cada AtividadeRodas de Conversa e oficinas: 2 horas por sessão.. Seminário: 4 horas. Materiais UtilizadosLivros e Apostilas: "História da África" de Joseph Ki-Zerbo e "Omo-Oba: Histórias de princesas e príncipes" de Kiusam de Oliveira.Materiais Audiovisuais: Vídeos e documentários sobre a história da resistência africana e a formação de quilombos no Brasil, projetados durante as atividades.Materiais para Criação de Projetos: Papel, cartolinas, canetas e tintas para que os participantes possam expressar suas interpretações e criar painéis visuais relacionados aos temas estudados.Equipamento de Apresentação para o Seminário: Projetores, microfones e material gráfico para apoio visual durante as palestras e a sessão de perguntas e respostas. Bloco AséObjetivo PedagógicoDesmistificar as religiões de matriz africana, proporcionando uma compreensão de seus fundamentos e significados, reduzindo estigmas e promovendo respeito e valorização.Conteúdo ProgramáticoRituais e Elementos Sagrados: Exploração dos rituais do Candomblé e Umbanda, explicando a importância dos objetos rituais e comidas de santo, como o acaçá.Mitologia dos Orixás: Histórias de divindades como Iemanjá, Oxóssi e Ogum, destacando sua relação com elementos naturais e cotidianos.Culinária Ritualística: Preparação de pratos sagrados para mostrar seu simbolismo espiritual.MetodologiaEducação Dialógica: Baseada em Paulo Freire, promove diálogo e troca de saberes entre facilitadores e participantes, transformando todos em sujeitos do conhecimento.Método Vivencial: Inspirado em Kolb, envolve contato direto com rituais e práticas religiosas para aprendizado prático e significativo.Oficinas Práticas: Incluem demonstrações de culinária e rituais, aplicando a “Pedagogia das Encruzilhadas” de Luiz Rufino, valorizando as trocas culturais.Tempo de Duração das AtividadesOficinas Temáticas - 3 horas por oficina.Seminário - 4 horas.Materiais UtilizadosIngredientes Ritualísticos: Milho branco, azeite de dendê e feijão fradinho.Instrumentos Musicais: Atabaques para demonstração dos ritmos sagrados.Materiais Gráficos: Apostilas com imagens dos Orixás e diagramas de altares.Equipamento Audiovisual: Projetores e microfones para seminários. Bloco Beleza d’OxumObjetivo PedagógicoCelebrar a estética negra, reforçando a autoestima e o orgulho pelas expressões culturais e estéticas afro-brasileiras, promovendo a valorização da identidade através da moda e da beleza.Conteúdo ProgramáticoTranças Nagô: Técnicas de trançado e sua importância cultural e histórica, conectando-as às tradições africanas e à resistência negra.Moda Afro: Exploração das vestimentas tradicionais e contemporâneas de influência africana, enfatizando a valorização da estética negra.Desfile de Moda: Apresentação das criações desenvolvidas pelos participantes nas oficinas, demonstrando a expressão da moda afro-brasileira.MetodologiaOficinas Práticas: Aplicação de técnicas de trançado e criação de acessórios. Inspirada no aprendizado experiencial, a metodologia promove o “aprender fazendo”, onde os participantes aplicam diretamente os conceitos discutidos.Pedagogia Identitária: Abordagem que conecta a prática estética à história e identidade negra, baseada na pedagogia antirracista de Djamila Ribeiro, valorizando o conhecimento ancestral.Aprendizagem Colaborativa: Oficinas são estruturadas para que participantes trabalhem juntos, troquem saberes e desenvolvam suas criações em grupo, fortalecendo a coletividade.Tempo de Duração das AtividadesOficinas de Tranças e Moda Afro: 2 horas cada.Desfile de Moda: Evento de 3 horas para exibição das criações feitas nas oficinas.Materiais UtilizadosFios e Materiais para Tranças: Miçangas, linhas e tecidos.Materiais Gráficos: Referências visuais e manuais ilustrados com estilos de tranças e moda afro.Equipamentos para Desfile: Iluminação, som e passarela para o evento final. Bloco Cozinha de TerreiroObjetivo PedagógicoFacilitar a troca de saberes intergeracionais e promover a preservação das tradições culinárias afro-brasileiras, destacando a importância da cozinha como espaço de aprendizado cultural e comunitário.Conteúdo ProgramáticoCulinária Tradicional: Preparação de pratos típicos como acarajé e abará, explorando o simbolismo de cada alimento dentro dos rituais e celebrações afro-brasileiras.Histórias e Tradições de Terreiro: Compartilhamento de vivências e histórias ligadas aos terreiros, com enfoque na preservação e transmissão dos saberes ancestrais através da culinária.Encontros Intergeracionais: Sessões que conectam diferentes gerações para trocar experiências e resgatar tradições familiares e culturais.MetodologiaEducação Vivencial: Os participantes aprendem por meio da prática direta, preparando pratos tradicionais com orientação de facilitadores experientes, alinhado com o conceito de “aprendizagem experiencial” de Kolb.Troca de Saberes Ancestrais: Inspirada na pedagogia de Luiz Rufino, que valoriza o diálogo intergeracional, as oficinas e encontros são organizados para que os mais velhos compartilhem suas histórias e conhecimentos com os mais jovens, reforçando a continuidade cultural.Aprendizagem Colaborativa: Estrutura das oficinas e encontros permite que os participantes colaborem e troquem experiências, fortalecendo o aprendizado comunitário e coletivo.Tempo de Duração das AtividadesOficinas de Culinária Tradicional: 3 horas cadaEncontros Intergeracionais: 2 horas cada.Materiais UtilizadosIngredientes Culinários: Milho, feijão fradinho, azeite de dendê e camarão seco para a preparação dos pratos tradicionais.Utensílios de Cozinha: Panelas de barro, colheres de pau e bacias para simular o ambiente de cozinha de terreiro.Materiais Gráficos: Folhetos explicativos sobre a origem e simbolismo dos pratos, além de imagens que contextualizam os terreiros e suas práticas.

Acessibilidade

Para assegurar a acessibilidade física, todos os locais onde ocorrerão as atividades, como seminários, oficinas e exposições, terão equipamentos como rampas de acesso e elevadores, possibilitando a mobilidade de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, inclusive aquelas que utilizam cadeiras de rodas. Banheiros adaptados também estarão disponíveis, com barras de apoio e espaço adequado para garantir o conforto e a segurança dos participantes. Além disso, serão utlizados apenas locais onde já tenha instalado sinalização tátil para auxiliar pessoas com deficiência visual, oferecendo-lhes autonomia e segurança durante sua locomoção. No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o projeto contará com intérprete de Libras durante os seminários e durante as oficinas conforme necessidade dos participantes, para que pessoas com deficiência auditiva possam participar plenamente e compreender as discussões e apresentações realizadas. Adicionalmente, todos os materiais audiovisuais produzidos terão legendas descritivas, garantindo que pessoas com deficiência auditiva possam acessar e entender o conteúdo de forma autônoma e inclusiva. A acessibilidade atitudinal será um pilar fundamental do projeto, com a equipe passando por treinamentos específicos para se preparar para atender e interagir com pessoas com deficiência de maneira adequada. O treinamento terá como foco a comunicação eficiente, o acolhimento respeitoso e a aplicação de práticas que garantam um ambiente inclusivo. A equipe também será sensibilizada sobre a importância de promover um espaço acolhedor e inclusivo, demonstrando empatia e respeito às necessidades e realidades de todos os participantes, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais.

Democratização do acesso

A democratização do acesso ocorrerá através da oferta de atividades gratuitas, com exceção dos seminários. As oficinas, rodas de conversa e demais eventos culturais serão abertos ao público sem custo, permitindo que a comunidade em geral participe ativamente das atividades, independentemente de sua condição socioeconômica. Os seminários, que serão os únicos eventos com cobrança, terão valores acessíveis. Além disso, haverá uma política de meia-entrada para estudantes, idosos e pessoas com deficiência, buscando ampliar o acesso a esses grupos específicos. Embora as atividades não sejam gravadas na íntegra, partes dos eventos serão registradas e disponibilizadas gratuitamente nas redes sociais do projeto. Esse conteúdo, selecionado e editado, permitirá que um público mais amplo tenha acesso a momentos importantes das atividades, mesmo que não possa estar presente, promovendo o alcance e a divulgação das ações culturais do projeto de maneira inclusiva e acessível.

Ficha técnica

Principais Cargos e EquipeProdutor Executivo: Rodrigo Freire Vilerá de Oliveira Função: Responsável pela supervisão geral do projeto, coordenando todas as atividades e garantindo o cumprimento do cronograma. Rodrigo possui uma sólida formação em administração e experiência em marketing digital e planejamento estratégico, adquirida em trabalhos com grandes campanhas publicitárias e gestão de redes sociais. Com seis anos de atuação profissional, ele é especializado em conectar marcas e pessoas por meio de estratégias eficientes e focadas em resultados mensuráveis. Coordenador Geral: Phelipe Moraes Ferreira Silva Função: Responsável pela logística e coordenação das atividades operacionais do projeto. Phelipe é formado em administração e turismo, com pós-graduação em empreendedorismo e inovação, além de um MBA em marketing digital em andamento. Com experiência na administração pública e privada, ele atuou como técnico em políticas públicas na Secretaria de Cultura do Mato Grosso e é cofundador de uma consultoria focada na indústria criativa. Ele traz para o projeto uma ampla experiência em planejamento estratégico e gestão de processos, essenciais para a coordenação das atividades e negociação de espaços. Assistente de Produção: Função: Responsável pela operação dos sistemas técnicos, incluindo som e iluminação, durante os eventos. Ela assegura que todas as atividades sejam realizadas de maneira fluida e profissional. Facilitadores Culturais (10 facilitadores) Função: Responsáveis pela condução das oficinas, seminários e rodas de conversa, trazendo conteúdos relacionados à história, estética e cultura afro-brasileira, e assegurando que as ações sejam inclusivas e impactem positivamente o público-alvo. Palestrantes - Nomes reconhecidos pela atuação no combate ao racismo. Contador Função: Gerencia a contabilidade do projeto, incluindo a prestação de contas, controle financeiro e cumprimento das obrigações fiscais e normativas da Lei Rouanet. Fotógrafo e Captura de Imagem Função: Documenta visualmente o projeto, registrando os eventos e atividades para divulgação e relatórios. Realiza fotografias e gravações de vídeo, editando o conteúdo para uso em redes sociais e na comunicação com o público. Assistente Administrativo Função: Apoia o coordenador geral e o produtor executivo em atividades administrativas, organização de documentos, controle de contratos e suporte na elaboração de relatórios e prestação de contas. Designer Gráfico Função: Desenvolve a identidade visual do projeto e cria materiais gráficos para divulgação, como banners, posts para redes sociais e flyers. Ele assegura que a comunicação visual esteja alinhada ao conceito cultural do projeto. Intéprete de libras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.