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DIVAS NEGRAS DO JAZZ, com roteiro de João Cícero e direção de Leandro Santana, é a realização de um Musical criado com inspiração em um dos movimentos culturais mais representativos da música popular: o Jazz. Uma produção nacional que transportará o público ao Jazz de New Orleans ao Brasil, e será um tributo às mais belas vozes femininas do jazz na música americana e na música brasileira, a Soprano Chiara Santoro e a Contralto Tânia Amorim, que irão interpretar clássicos de diferentes épocas e autores em um espetáculo inédito com um novo conceito que reunirá a magnitude de um show associado à elegância e à dramaturgia de um musical que percorrerá os caminhos do jazz, das personalidades importantes aos repertórios, desse gênero que marcou gerações.
DIVAS NEGRAS DO JAZZ, com roteirode João Cícero e direção de Leandro Santana, é um musical que levará o público à um tributo às mais belas vozes femininas do jazz, na música americana e na música brasileira em um espetáculo inédito com elenco formado por duas grandes cantoras e produção de excelência. É um novo conceito de espetáculo que reunirá a magnitude de um show associada à elegância musical e à dramaturgia de um musical. O Musical percorrerá os caminhos do jazz passando por personalidades importantes e repertório que marcaram a trajetória do gênero. No espetáculo a soprano Chiara Santoro e a contralto Tânia Amorim, conhecidas como duas belas vozes da atualidade, interpretarão clássicos de diferentes épocas e autores. Ao longo do espetáculo, serão apresentadas clássicas canções da música americana e da música brasileira que contarão a história do Jazz americano e no Brasil, a partir do seu ápice, nos anos de 1960 em New Orleans e no Rio de Janeiro, passando por diversas fases, acontecimentos e as divas negras, que foram fundamentais com suas vozes e interpretações, e serviram de pilar para a construção desse gênero musical tão popular até os dias de hoje.
Objetivo Geral: Apresentar ao público, durante 21 dias na cidade do Rio de Janeiro, a montagem de um Musical inédito cuja realização será um tributo às mais belas vozes femininas do jazz na música americana e na música brasileira, a soprano Chiara Santoro e a contralto Tânia Amorim, com uma produção de excelência para um novo conceito de espetáculo que reunirá a magnitude de um show associado à elegância e à dramaturgia de um espetáculo que percorrerá os caminhos do jazz, passando por personalidades importantes, com um repertório que marcou época na trajetória do gênero. Objetivo Específico: - Divulgar esse estilo musical para além dos pequenos palcos de bares musicais que se dedicam ao gênero; - Atrair novos olhares para o gênero musical do jazz; - Divulgar a trajetória do jazz no Brasil, relacionada ao mesmo período do surgimento desse estilo em New Orleans; - Estimular a criação de outros estilos de produção relacionadas ao jazz; - Preservar a história musical do nosso país sob a vertente do swing do jazz; - Gerar oportunidades no mercado musical para as novas bandas; e - Institucionalizar o jazz como um estilo nacional devido ao processo histórico desde o surgimento desse estilo musical.
O Jazz é um dos gêneros musicais símbolo de uma cultura de matriz africana, híbrida, alegre e ao mesmo tempo nostálgica. É um estilo musical que tem como berço a cultura africana, possui ritmo não linear e sua maior marca é a improvisação, características essas que o colocam na música brasileira. Assim sendo, o Jazz surgiu nos EUA e no Brasil, simultaneamente, no final do século XIX e início do século XX, com uma trajetória marcada por muita experimentação, misturas sonoras e improvisação. Com o passar dos anos muitos subgêneros surgiram dessa mesma raiz: Swing e Big bands, Bebop, Cool jazz e Soul jazz, Free jazz, Fusion jazz e Jazz Latino. O Jazz se desenvolveu no decorrer da história, mas para entender sua alma precisamos buscar suas origens. Ele é, predominantemente, resultado da efervescência cultural provocada pelo encontro de povos europeus e africanos nos Estados Unidos e no Brasil, por volta de 1890_1900. Nos dois países era possível se ouvir música popular européia, bandas militares, cantos católicos, corais protestantes, e os cantos de lamento dos negros africanos, que também traziam seus ritmos, tornando-o um gênero musical derivado das raízes africanas, identificado pela primeira vez em New Orleans e, somente a partir de 1920, com o surgimento do rádio no Brasil, os brasileiros começam a conhecer o Jazz. O estilo no país, inicialmente, era feito como imitação das Jazz Bands norte-americanas. O Brasil é um país muito diverso e heterogêneo culturalmente. Ainda que considerado jovem, esse país, já conseguiu dar origem e desenvolver diversos ritmos musicais que são muito conhecidos até os dias de hoje. E, mais tarde, no final da década de 50, porém, surge também o improviso, a criatividade e liberdade tão características do jazz. Ou seja, é criado, enfim, um tipo de música jazzística especificamente brasileira. Com a divulgação nas rádios, o ritmo se consolidou como uma expressão musical moderna, espalhando-se tanto pelos bairros da zona norte carioca quanto pelos bairros da zona sul do Rio de Janeiro. A partir dos anos 1930, o swing passa a ser tocado em rádios e incita o fortalecimento das big bands, que eram orquestras formadas por vários instrumentos de sopro e seus instrumentistas. Nomes importantes dessa época como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, que nessa época já era reconhecida e ganhou o título de "rainha do jazz". Atualmente, há diversos grupos de Jazz em solo brasileiro, e as gravadoras investem no lançamento de antigos discos das cantoras consagradas. Com a bossa nova, a influência do jazz na música brasileira aumentou, e foram incorporadas aos arranjos, harmonias mais sofisticadas. Ao longo das décadas de 1960 e 1970, cantoras como Elza Soares, Alaíde Costa, Elizeth Cardoso, Leny Andrade trouxeram todo o swing e criatividade do Jazz nas suas vozes, estabelecendo a bossa-jazz, a nova forma de cantar a música brasileira com sotaque americano, como disseram os críticos da época. Enquanto isso, Jorge Ben Jorge surgiu para dar sua contribuição com o samba-rock, ritmo cheio de ginga, que mescla o samba com o blues americano. Desta forma, a partir desta pequena introdução, ao submeter o projeto à Lei Rouanet empreendemos esforços com um mecanismo favorável para a captação de recursos, considerando que com esse benefício por se tratar de um espetáculo inédito, com contrapartidas e um plano de comunicação e marketing que irão corresponder à produção cultural com qualidade, contribuindo assim para as estratégias e articulações para a captação de recursos e parcerias institucionais oferecendo a chancela das suas Marcas junto ao Ministério da Cultura, representando o Governo Federal, além do custo-benefício devido ao incentivo da Lei Rouanet.
No Anexo segue Carta de Anuência da Contralto Tânia Amorim.
TEMPORADA: Estreia prevista para o dia 30 de abril de 2025, em comemoração ao Dia Internacional do Jazz, instituído pela Unesco em 2011. Cidade: Rio de Janeiro Teatro Carlos Gomes - dias 02, 03, 04, 09, 10, 11, 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de maio de 2025. Teatro Claro Mais - dias 05, 06, 07, 08, 12, 13, 14, 15 de junho de 2025. TOTAL: 21 apresentações. CENÁRIO - O Cenário do espetáculo será criado por uma equipe especializada. A criação e montagem do cenário demandam um cenógrafo e uma equipe com assistentes, 01 produtor, pintor de arte e técnicos que irão construir toda a estrutura conforme desenhos criados pelo cenógrafo. Para a criação serão utilizados materiais como: madeira, ferros, ferramentas, fitas, tintas, etc. PROJEÇÃO - Para dar magnitude e qualidade ao espetáculo, serão utilizados equipamentos de projeção e efeitos especiais. FIGURINO - Para criação dos figurinos, a figurinista fará um estudo específico do projeto e criará todos os desenhos (croquis). Uma equipe será contratada para executar a criação dos figurinos e dentre esses profissionais estarão: assistente de figurino, costureiras e bordadeiras. Toda compra de material será realizado de acordo com as necessidades e a demanda da criação dos figurinos. Além das estrelas Chiara Santoro e Tânia Amorim, que interpretarão as grandes divas negras do jazz, complementarão o elenco: 03 instrumentistas (pianista, baixista e percussionista) e um trio de cordas composto por musicistas de vasta experiência, totalizando 08 artistas em cena.
Atendendo às regras previstas nos artigos 17 e 22 da Instrução Normativa: - Serão contratados 02 estagiários sendo 01 da área de produção e 01 da área técnica. Estes estudantes acompanharão todas as etapas de pré-produção e produção, contribuindo assim para seu aprendizado e desenvolvimento profissional. - Doação de uma cota de 10% dos convites para pessoas com baixo índice sócio econômico (associações de moradores, Ong’s, centros comunitários, etc). - Haverá uma récita especial gratuita para estudantes, projetos sociais e pessoas com baixo índice sócio econômico. Os beneficiados serão agendados com o apoio da secretaria estadual e municipal de Educação. Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização.
Democratização de Acesso: - Distribuição de ingressos gratuitos para instituições de arte e cultura. - Serão convidadas escolas públicas em parceria com as secretarias de educação municipal e estadual. Ampliação de Acesso: - Palestras sobre a produção de um musical para alunos de instituições de arte e cultura e profissionais do mercado. - Serão realizadas sessões com acesso livre na transmissão pela internet.
FICHA TÉCNICA - Leandro Santana – Direção - Chiara Santoro – Cantora Solista - Tânia Amorim - Cantora Solista - Joao Cícero – Roteiro - Tania Amorim – Idealizadora e Pesquisa - Wlad Pinheiro - Diretor Musical - Luzia de Simoni – Iluminação Minibios: LEANDRO SANTANNA - Direção Diretor, ator e produtor com participação em grandes obras da dramaturgia brasileira. Foi fundador da Cia. Teatral Queimados Encena (2003) e da Associação Amigos José do Patrocínio (2011). Com mais de 35 espetáculos teatrais no currículo, além de diversas atuações na TV e no cinema, ganhou PRÊMIO SHELL de Teatro e foi indicado ao PRÊMIO SHELL DE TEATRO - Categoria: melhor ator (2018). Atuou em vários espetáculos como “Os Rebouças”, “Lima entre nós” e “Uma história de rabos presos”. CHIARA SANTORO - Cantora Solista Bacharel em canto, pós-graduada pelo Conservatório Santa Cecília de Roma, com aperfeiçoamento no Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecilia. Venceu o 1º Prêmio no VII Concorso Nazionale di Canto de Roma, o Prêmio de Melhor Interpretação no VII Concorso Principessa Trivulzio de Milão e o 1º prêmio no Concurso de Canto Joaquina Lapinha de São Paulo. Tem vasta participação em óperas: As Bodas de Fígaro; Cosi fan tutte; Aminta e Bastien und Bastienne; Il Re Pastore; Litaniae di Altaris Venerabilis; A Viúva Alegre regência de Evandro Matté ; Carmen de Bizet,; A Flauta Mágica e Don Giovanni, em Roma. Apresentou repertório exclusivo de compositores pretos e pardos brasileiros desde o século XVIII com o maestro Rubens Russomanno Ricciardi. Integrou a Academia de Ópera do Theatro São Pedro, em São Paulo. Cantou em importantes teatros de ópera como: Theatro Municipal do RJ, Teatro Keiros, em Roma; Mimo Porto em Portugal; Castello Ruspoli em Vignanello; Theatro São Pedro de Porto Alegre, Theatro Pedro II de Ribeirão Preto e na Sala São Paulo. Participou do V Festival de Ópera de Recife na Ópera Brasileira inédita de Euclides Fonseca “A Princesa do Catete”. TÂNIA AMORIM - Cantora Solista Bacharel em canto, licenciada e bacharel em música, com especialização em regência coral. Mestra em etnomusicologia, pesquisadora da cultura e da música africana, afro brasileira e afro diaspórica. Fez sua estreia na música popular dirigida por João das Neves, como solista da Missa dos Quilombos, com regência do maestro Paulo Moura, em Concerto comemorativo ao Centenário da Abolição da Escravidão no Brasil. E logo se tornou uma das cantoras mais populares da bossa-jazz, na noite carioca, cantando ao lado de importantes instrumentistas da MPB. Se apresentou com Paulo Moura Quarteto, com o quinteto instrumental Téo Lima & Bossa Rio, se apresentou no Beco das Garrafas e inaugurou a Série Especial Lapa-Bossa-Jazz, no Teatro Odisséia. Ao lado do quarteto instrumental LeCatre realizou shows no Centro Cultural Memórias do Rio, no Parque das Ruínas e no SESC São João de Meriti. Recentemente, acompanhada pela Rio Pop Big Band, apresentou seu show “Encontracanto”, na Série Sala Jazz da Sala Cecília Meireles. Participou do cd Cobra Coral aos Vivos, da série Música Contemporânea - FUNARTE; do CD Todas as Cores, de Caetano Velloso; no coro da música Canto de amor ao Ilê. A convite do Consulat General de France cantou um pout-pourri de músicas sacras em iorubá, na abertura da exposição Uma Suíte Africana, Uma Suíte Afro-Brasileira, Uma homenagem a Pierre Fatumbi- Verger , no Rio de Janeiro e em Salvador. Dentre os trabalhos realizados em teatro musical, destacam-se: Cristal, criado e dirigido por Zé Maurício Machline; o Mágico de Oz, direção José Mayer; O Rancho das Sereias, criação e direção de Nei Lopes e Cláudio Jorge; Francisco de Assis, direção de Ciro Barcelos; Oh, que delícia de Negras, direção Aroldo de Oliveira. Como preparadora vocal assinou a trabalhou no filme Lavoura Arcaica, das novelas Terra Nostra e Esperança; e da minissérie O Quinto dos Infernos. Idealizou e é a curadora da Série Memórias do Povo de Santo. Série de documentários que conta a história do Candomblé no Brasil pela voz dos mais velhos. Produziu e dirigiu o documentário “Bangbala, que eu receba riqueza”, convidado para apresentar no Festival do Cinema Negro Zózimo Bubul, no Cineclube Zezé Motta e no Cine Henfill em Maricá. WLAD PINHEIRO - Direção Musical Ator, músico, cantor e compositor, atuando em importantes espetáculos teatrais e musicais. Iniciou seus estudos de canto e piano aos oito anos de idade. Estudou violino e viola, e foi vencedor do concurso Jovens Solistas da orquestra Petrobras Sinfônica. Começou sua carreira teatral com Domingos Oliveira, no “Cabaré Filosófico”, com atuação na“A Canção Brasileira”, “O Homem Vivo”, com Camilla Amado, “Hans o Faz Tudo” e “Fedegunda”, de Karen Acioli, entre outras. Assinou direção musical de A Cor Púrpura e Os 10 Mandamentos.Vencedor do Prêmio Shell 2020 pela música do espetáculo “As Comadres”, Wladimir Pinheiro é o décimo quarto convidado do Festival Olhar pra Frente. Começou nos palcos como músico, acompanhando Domingos de Oliveira em seu mítico “Cabaré Filosófico”. Com experiência no lírico e no popular, já foi dirigido por Sérgio Britto na Ópera Macbeth e, em 2017, lançou o álbum autoral “Basta Acenar”, com show de lançamento no Teatro Municipal Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Foi o compositor e diretor musical da primeira fase da novela Gênesis, da TV Record. ANA LUZIA MOLINARI DE SIMONI - Iluminação Iluminadora Cênica que utiliza a ousadia, a técnica, o olhar perspicaz e abrangente aliado a uma beleza de claros e escuros, encantadoramente necessária para um trabalho a ser lapidado com o aval das estrelas. Participou de diversas Cias, espetáculos, produções de shows, dentre os quais o show de Maria Bethânia, com resultados efetivos imprescindíveis para o cenário cultural. Indicada a inúmeros prêmios é vencedora do prêmio Zilka Salaberry. Dedicou 8 anos de sua competência, sensibilidade cênica, como técnica em iluminação do Teatro Poeira. Nascida no teatro, seu primeiro e eterno mestre, é seu pai, Aurélio de Simoni, com quem aprendeu de manipular um refletor, como ele é por dentro, a operar uma luz ao valor do coletivo, que é a alma do teatro. Conheceu e trabalhou com grandes nomes da luz, como, a Nadja Naira e com Binho Schaefer, que trouxe o mundo dos grandes shows. Dentre seus trabalhos destaca: Cia Omondé, orquestrada por Inez Viana, citando o Auto de Joao da Cruz, um texto inédito do Ariano Suassuna. Outra Cia que destaca é a Dobra, citando o espetáculo infantil A Menina e a Árvore, que resultou no prêmio Zilka Salaberry de melhor iluminação. Em show, destaca a Live da Globoplay da Maria Bethânia.
PROJETO ARQUIVADO.