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O projeto visa a elaboração, o desenvolvimento, a produção, a promoção e a realização do Desfile do Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mocidade Alegre no Carnaval de São Paulo 2025. O desfile será no dia 01 de março de 2025, no Grupo Especial, com o tema-enredo:"Quem não pode com mandinga não carrega patuá". O Projeto auxiliará principalmente na produção de fantasias, alegorias e adereços, permitindo que a escola distribua um número significativo de fantasias para a Comunidade. A Mocidade Alegre voltará a falar da fé brasileira, mas agora sob uma perspectiva histórica, evocando elementos que são da identidade da agremiação, como a valorização da negritude e do universo afro-religioso. A partir disso, o enredo traz tambéma história dos patuás e de outros objetos religiosos que fazem parte da cultura brasileira, como os terços, os escapulários, os balangandãs e as guias.
"Quem não pode com mandinga não carrega patuá" O fio condutor da narrativa será um objeto chamado “bolsa de mandinga”, introduzido no período colonial por negros africanos islamizados, e que deu origem ao patuá. Trata-se de uma das muitas histórias da diáspora negra no oceano Atlântico, quando esses indivíduos encontravam formas de sobrevivência e re-existência em meio à colonização e à imposição de uma única fé. O pequeno artefato guardava orações do Alcorão e se tornou sinônimo de proteção para os escravizados. Popularizou-se, inclusive, pela sociedade colonial em geral que, aos poucos, foi incorporando elementos das mais diferentes crenças. Nesses saquinhos de pano ou de couro cabia tudo o que o encontro de povos diferentes poderia comportar em meio a uma vivência colonial multifacetada.Quem portasse esse tipo de objeto, porém, era perseguido pela Inquisição Portuguesa e acusado de “mandinga”, “macumba” ou “feitiçaria”. Todas oriundas de línguas africanas, essaspalavras reforçavam o imaginário de que religiões vindas do negro continente eram malignas. O uso e a difusão desses termos com esse significado pejorativo serviu a vários propósitos.Portanto, revisitar essa parte da nossa História, a fim de questionar e entender a origem dos signos e elementos que estão até hoje em nosso cotidiano, implica em refletirmos sobre a fé e a resistência contra o racismo e a intolerância religiosa.Ao contar nosso enredo, vamos atravessar os múltiplos lugares da vivência negra através dos séculos. Indo desde o reino do Mali até o cotidiano das baianas da Mocidade Alegre, chegando nas mandingas que todos fazemos para buscar mais um título para nossa agremiação. Vamos perpassar tanto por elementos da África ancestral como por objetos de origem católica e europeia, mas que também foram ressignificados pela experiência afro-brasileira ganhandonovas camadas e cruzos culturais. Ao contar a trajetória desses patuás através dos tempos, mergulharemos em mais uma das muitas páginas do nosso sincretismo religioso e das recriações dos povos africanos em meio à diáspora. Uma parte importante da vivência brasileira, a ser recuperada sob novas perspectivas para fortalecimento do nosso povo, da nossa cultura e da História desse país. “Atravessei o mar, um sol da América do Sul me guiaTrago uma mala de mão, dentro uma oração, um adeus”(Um corpo no mundo — Luedji Luna) I. A terra das macumbas ancestraisMandinga, feitiço, macumba. Coisa de preto.Uma magia, um mistério, uma bagagem trazida no peito, legado dos ancestrais.Algo que carregamos, que nos protege e nos guia. Uma fonte de fé, um vestígio de quem somos e de onde viemos. Com esse pequeno objeto, sabemos que não estamos sós.Pode ser uma pequena bolsinha ou um saquinho miúdo, uma amarração, um caderno de escritos e orações, ou ainda um fio de contas, talvez uma penca de objetos em metal.Assim como quem somos, é uma herança que guardamos dos antepassados de África.Para o povo Mali, escritos com orações do Alcorão se tornavam verdadeiros escudos.Em Daomé, chamavam essas bolsinhas de gris-gris, um pedido de anteparo aos voduns.Ao longo de toda a costa do negro continente, as várias etnias dispunham toda sorte de artefatos buscando um resguardo sobrenatural. Ossos, fios de cabelos, penas, chifres, corais econchas. Tudo ajudava a pedir uma proteção divina. II. Cruzos e as promessas da doutrina brancaAo chegarem em terras africanas, os europeus colonizadores colocaram todas essas milenarescrenças em dúvida. Tudo que era daqueles povos foi visto como feitiço, algo condenável. Eles,porém, valiam-se de seus objetos de proteção divina. Os católicos traziam consigo relicários,terços e crucifixos. Também como um pedido por amparo. Afinal, estamos todos rogando porquem quer que seja olhe por nós.Nessa mesma busca por algum conforto, tudo se misturou.Em meio à diáspora e às incertezas das marés, carregar uma pequena bolsa era um signo dere-existência. Nela estava contido um tipo de herança e reminiscência.A Inquisição perseguiu quem não professava a fé católica, considerada a única verdadeira. Aimposição dos crentes demonizou todos os nossos ancestrais. Por isso, bolsa de mandinga virou algum tipo de ofensa. Foi preciso nos recriar, ressignificar, sem deixar de crer.Nesse balaio cabia o que era católico, ancestral, mítico ou esotérico: opelé-ifá, rosários ebentinhos. Já que o mistério sempre haverá de pintar por aí, nos unimos em irmandades negras, sejam as da Nossa Senhora do Rosário ou de São Benedito, a fim de conseguir algum modo deter pertencimento perante uma sociedade que nos excluía. Seja em África ou aonde quer que fossemos levados à força, seguíamos acreditando. III. O feitiço atrevido nas ruas do BrasilEm meio às ruas da Bahia ou de qualquer outra cidade da colônia, ancestrais encontravam-se, compartilhavam, dividiam e somavam. Pelas ruas, negros de ganho, capitães, capoeiristas, quituteiras, comerciantes, todos eles, de várias etnias e tons de pele, usavam sua mandingadependurada no torso. Ninguém deixava de se proteger.A mandinga e a magia eram um segredo dos despatriados, uma lembrança de quem veio de longe. Havia até aqueles que vendiam esses amuletos, fazendo surgir um tipo de comércio da fé. Quando uma grande revolta explodiu em Salvador, os tais malês popularizaram ainda mais ouso de nossas mandingas. Foi quando a palavra virou sinônimo de algum tipo de dogma oculto.Um segredo que valia a sobrevivência.Com o passar do tempo, esses nossos objetos foram ficando cada vez mais opulentos. Além de servir de amparo sagrado, passaram também a se impor às vistas de todos. Sobre as negras peles estavam colares volumosos, brincos, pulseiras e anéis. Em cachos cheios de penduricalhos metálicos misturávamos frutas, chaves, figas, trevos e tudo mais que afastasse o mau-olhado. Eram verdadeiras joias de crioulas, nas quais residia o saber de ourives negros. Acada passo, um tal gingado. Um verdadeiro balangandã de quem enfrentava os caminhos e vielas desconhecidas.Longe das ruas, nossa fé seguia escondida nos fundos de quintais e quilombos, longe das visitas da Inquisição. Nos terreiros, exercemos nossa fé em sigilo, mas unimos fios de contas que trazíamos junto ao pescoço, deixando nítidos nossos guias. Alguns chamam ilekês, que, em sua variedade de cores e formas, revelam as multiplicidades de nossos candomblés e umbandas. IV. Uma mandinga para a terça-feiraSe por muito tempo foi segredo, hoje é motivo de orgulho. Não aceitamos mais a intolerância.Somos senhores de nossos destinos, exibimos orgulhosos nossos colares, guias, patuás, fitinhas e amarrações. Ao nos vestirmos e prepararmos para exercer nossa crença, usamos nossa vestimenta sagrada. Trazendo tudo isso como legado do mistério.Somos mesmo mandingueiros como eles tanto dizem, mas não exatamente como pensam. Pois o samba é nossa macumba, nosso protesto e proteção.Somos baianas. Não porque nascemos na Bahia, mas porque somos símbolos desse povo e dessa gente. A baiana e sua vestimenta são a síntese da festividade modernista, do que nos faz brasileiros, produto de todos os encontros culturais da nossa terra.Quando, nós, baianas, pisamos na Avenida e na quadra da nossa escola, evocamos o giro ancestral da nossa gente, sob as bênçãos do sagrado pavilhão.Os antigos baluartes se tornam nossos guias, ancestralidade diretriz.Cada componente se soma a outro e mais outro, como as contas de um imenso cordão. União que vem da força e nos leva à vitória.Irmandade de preto. Bagagem trazida no peito.Mandinga que fazemos para terça-feira. A cada terça, um terço.Nota a nota, somos mais fortes, mais potentes e mais gloriosos. E assim conquistamos mais um triunfo, fruto de muito esforço, na certeza de que quem não pode com a Morada não carrega patuá. Pesquisa e concepção do enredo: Leonardo AntanCarnavalesco: Caio Araújo
Objetivo Geral Realizar o Desfile de Carnaval, promovendo assim a comunicação e difusão cultural , propiciados pelas escolas de samba, preservando e salvaguardando, uma manifestação cultural reconhecida como patrimônio cultural imaterial do estado de São Paulo, que gera empregos, renda e visibilidade turística dentro e fora do país. Objetivo Específico Proporcionar a participação efetiva da população em geral no desfile da escola de samba , por meio da distribuiçao gratuita de 2.000 mil fantasias. Usaremos como critério , a ordem de chegada da inscrição do interessado e seu comparecimento nos ensaios preparativos para a realização oficial do evento e 5250 ingressos para acesso a 4 ensaios específicos (1312 para cada um).
O G.R.C.E.S. Mocidade Alegre, é uma entidade carnavalesca onde sua proposta visa se enquadrar no Artigo 1º da Lei 8.313/91, conforme Incisos I, III, IV, VIII e IX. E também tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, conforme Artigo 3º da Lei 8.313/91,Inciso II, letra C. Além disto , em 2021 os desfile das escolas de Samba foram reconhecidos como patrimônio cultural imaterial , sendo portanto , sua realização , um ato de salvaguarda, preservação e difusão de uma manifestação genuína da cultura nacional.( anexo publicação do reconhecimento no DOU). As Escolas de Samba não só criam, desenvolvem e promovem o maior movimento popular e cultural do mundo, que é o Carnaval, mas também tem um papel importante perante a sociedade, pois hoje as Escolas de Samba são grandes espaços de Formação Cultural Cidadã gratuita, onde através de nossa Responsabilidade Sociocultural, temos como missão: * A Inclusão Social; * A Valorização Humana e Sociabilidade; * O Incentivo a Arte e a Cultura; * A Profissionalização, Geração de Renda, Sustentabilidade; * A Busca de Novos Talentos. Com os princípios acima e com as ações de democratização e acessibilidade, beneficiaremos centenas de cidadãos, proporcionando uma vivência cultural integrada com artistas populares, dispostos a despertar o interesse dos mesmos, através da música, da dança, do teatro, das artes, multiplicando seus conhecimentos, garantindo uma identidade cultural com a participação em uma das maiores manifestações da cultura popular brasileira gratuitamente e colaborando com o desenvolvimento sociocultural, educativo, ambiental e econômico da nossa Cidade de São Paulo, tal como do Estado e País.
Destacamos os seguintes itens: ITEM 01 Esclarecemos que estamos cientes e que acataremos todas as medidas sanitárias vigentes , quando da realização de nosso evento carnavalesco. preservando a segurança e integridade sanitária de nossa comunidade e da população em geral. ITEM 02 Destacamos que a manifestação cultural Carnaval , é reconhecida como Patrimônio cultural imaterial do Estado de SP, portanto, solicitamos que nos seja concedido o benefício de tramitação célere , como prevê a normativa desta douta secretaria de cultural.
Conforme o artigo 4, parágrafo 3° da IN 02/2019 o projeto Desfile de Carnaval se enquadra na modalidade de desfile festivo com o teto de captação no valor de R$: 6.000.000,00 (Seis Milhões de Reais); ainda segundo a Instrução Normativa nº 2/2019, inciso II do artigo 4 - o valor máximo do produto cultural, por beneficiário, será de ate R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta Reais); sendo que o limite definido no inciso II, não se aplica às propostas que visem desfiles festivos e um desfile de carnaval é um desfile festivo. Informamos que estaremos doando para população 2.000 (duas mil) fantasias onde as mesmas na planilha orçamentária atende o valor de R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta Reais) por beneficiário. A distribuição será gratuita à população de baixa renda, nos termos do art. 4º do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007. Salientamos que o projeto em questão prevê outros gastos para que seja realizado um desfile de carnaval.
Em atendimento ao Art. 47 da IN nº 01/2017, e em conformidade com o art. 46 do Decreto n. 3.298 e IN 02/2019, a Mocidade Alegre, em seu projeto prevê as seguintes medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE PARA O PRODUTO PRINCIPAL – DESFILE Fisica : Informamos que o Sambódromo do Anhembí - Polo cultural Grande Otelo em São Paulo, é dotado de medidas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, como rampa de acesso, cadeiras e banheiros apropriados. À sede social da Escola de Samba Mocidade Alegre, possui banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais, cadeiras apropriadas , rampas de acesso e sinalização . No dia do desfile, a escola disponibilizará fantasias destinada a portadores de necessidades especiais, com intenção de interação e participação, que devem estar cadastrados no período pré carnavalesco. Acesso - Desfile será transmitido gratuitamente em TV aberta, que promove a acessibilidade visual e auditiva. Visual - Áudio Descrição Auditiva - Será disponibilizado intérprete de libras na transmissão ao vivo do desfile em via fan Page / internet.
Como medidas de democratização de acesso para o Desfile de Carnaval da Escola de Samba Mocidade Alegre , serão distribuídas 2000 fantasias para a Comunidade de forma gratuita. Para que este componente tenha direito a fantasia, é necessário o cumprimento dos seguintes passos: 1- O cadastro como membro da comunidade da Mocidade Alegre e a emissão de sua Carteirinha. 2- O Comparecimento aos ensaios Técnicos na Quadra da Escola ou na Rua (Podendo ter, no máximo 3 faltas não justificadas), ensaios estes, divulgados nas redes sociais da escola com antecedência minima de quinze dias . Além disto , o desfile oficial da Mocidade Alegre é transmitido de forma gratuita pela Rede Globo de Televisão, canal aberto, garantindo assim o amplo acesso ao espetáculo carnavalesco realizado pela escola. Em atendimento ao artigo 21 da IN 02/2019 : inciso V, nos propomos a realizar os ensaios com a comunidade, abertos e gratuitos e; inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Informamos que o proponente é responsável por toda a gestão do projeto, direção administrativa/financeira, representada por Solange Cruz Bichara Rezende (Proponente - Presidente da Agremiação), NÃO SERÁ REMUNERADA pelo projeto para esses serviços. SOLANGE CRUZ BICHARA REZENDE - PRESIDENTE Solange tem 55 anos, natural de Barueri - SP, é presidente do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre desde Abril de 2003 e fundadora do Grupo Miscigenação em 1995. Seu pai, Carlos Augusto Cruz Bichara (in memorian), foi um dos fundadores da agremiação. Participando das atividades da escola desde criança, já foi passista, destaque, diretora de eventos, locutora oficial e vice-presidente. Sua gestão, participativa, é marcada pela transparência, idoneidade e pela valorização e investimento nos sambistas formados dentro da própria agremiação. Contando com o apoio de todos os integrantes da escola (profissionais e militantes), a gestão da presidente Solange Cruz, é marcada por excelentes resultados no carnaval: foi oito vezes Campeã (2004, 2007, 2009, 2012, 2013, 2014, 2023 e 2024), cinco vezes vice-campeã (2008, 2010, 2015, 2018 e 2022) e quatro vezes terceira colocada (2005, 2006, 2016, 2020). Responsabilidade Social é outro ponto forte da visão da presidente, pois a quadra da escola é um verdadeiro centro de formação cultural cidadã. São projetos, oficinas e ações desenvolvidas o ano todo gratuitamente para a comunidade e interessados, desde a formação artística (percussão popular, cavaquinho, mestre sala e porta-bandeira, samba no pé, dança contemporânea, entre outros), até a formação profissional (manicure, cabeleireiro, corte e costura, eletricista, entrelaçamento, depilação, adereços, entre outros), além disso, todos os menores de 18 anos, obrigatoriamente para participação, precisam estar matriculados em uma rede de ensino e trimestralmente apresentar o boletim escolar nas oficinas. Assim é a presidente Solange Cruz Bichara Rezende, este é o seu modo de viver e fazer acontecer o carnaval e toda essa identidade consegue ser descrita com seu grito de guerra conhecido por toda a sua Comunidade: "A Vitória vem da luta, a Luta vem da força e a Força da União!”. MARCOS REZENDE DOS SANTOS NASCIMENTO - VICE PRESIDENTE - MESTRE DE BATERIA Mestre Sombra, 53 anos, natural de São Paulo - SP, músico, Vice-Presidente, Diretor de Bateria e Diretor de Barracão do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre ingressou na Morada do Samba em 1992. Dois anos depois assumiu o posto de Mestre de Bateria. Em 1999, assumiu a Direção do Barracão de Alegorias e em 2003 tornou-se vice-presidente da agremiação. Foi instrutor do Curso de Formação de Jurados da UESP e ministra, atualmente, cursos, palestras e workshops sobre ritmo, percussão popular e trabalho em equipe por todo o Brasil e no exterior. À frente da Bateria Ritmo Puro, tem seu trabalho marcado pela multiplicação de seus conhecimentos, manutenção da bagagem artística e formação de excelentes ritmistas na Oficina Ritmo Puro e performances inovadoras que faz com sua bateria. No carnaval de 2011 foi ousado e aclamado pela "Paradona da Bateria", que fez com que todo público presente (desfilantes e plateia) cantasse em uma só voz. Marcos também foi um dos responsáveis pela coordenação de ritmo do CD das escolas de samba de São Paulo. CAIO ARAÚJO - CARNAVALESCO Caio Araújo é formado em Artes Visuais, pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Trabalhou como educador de 2011 até 2020, em diversas unidades do Sesc SP. Pesquisando novos meios de atuação dentro das exposições, exerceu a função de educador e supervisor. No Carnaval desde 2018 atuou na equipe de criação das escolas de samba Império de Casa verde, Mancha Verde e Dragões da Real com a função de desenhista e projetista de fantasias e alegorias. Em 2023 assumiu como carnavalesco da Escola de Samba Mocidade Unida da Mooca, onde realizou os desfiles "O Santo Negro da Liberdade" e "Oyá Helena", em 2024. Para o carnaval de 2025, vai defender as cores e o pavilhão da Mocidade Alegre, atual bicampeã, com o enredo "Quem não pode com mandinga não carrega patuá ". FABSON RODRIGUES - ADERECISTA Fabson Rodrigues, tem 27 anos, é artista do G.R.C.E.S Mocidade Alegre por 10 anos. Nascido em Parintins, acredita na magia da cidade que transforma artistas em todas as frentes, desde pequeno assistia aos festivais folclóricos de Parintins e sonhava em participar ativamente dessa arte. Realizou diversos cursos de artes, serigrafia, plástica, pintura, artesanato nas oficinas do Boi Caprichoso e passou pela faculdade de artes visuais pela Universidade Federal do Estado do Amazonas. Aos 16 anos começou a atuação com equipe de fantasias e figurinos e se apaixonou no Boi Caprichoso. Aos 18 anos teve seu trabalho de confecção de fantasias, de fato, no festival de Parintins. Foi com essa idade, em 2011, que recebeu o convite de Márcio Gonçalves, carnavalesco da Mocidade Alegre. Em 2012 atuou na equipe do Figurinista Bruno Oliveira e em 2013 voltou a equipe da Mocidade Alegre. Em 2014, assumiu a confecção das fantasias da Comissão de Frente e dos Casais de Mestre Sala e Porta Bandeira, em 2015 assumiu como líder do ateliê de Fantasias, inclusive neste ano, a escola recebeu o estandarte de melhor fantasia. Informamos que a proponente não é remunerada e tem a função de vistoriar e administrar todo desenvolvimento do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.