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O Grupo de Dança Primeiro Ato completou 40 anos e neste caminhar de muita resistência propõe uma circulação pelas regiões sudeste, centro-oeste, norte e nordeste com o "Brasil de muitas cores! 40 anos! A força da ancestralidade e da diversidade cultural do espetáculo Terreiro, conectado com o empoderamento feminino de mulheres pretas no projeto "Mãos Femininas", oficinas de empreendedorismo no campo da arte. Uma viagem que começa em Minas Gerais e segue por Imperatriz (Maranhão), Juazeiro do Norte (Ceará), Caruaru e Recife (Pernambuco), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Rio Branco (Acre).
Espetáculo de dança "Terreiro" O espetáculo propõe encontros que constroem a trajetória e bagagem do Primeiro Ato: a dança, o canto, a música, a poesia, as artes visuais e os artistas vindos de vários cantos, com suas crenças e devoções, formando esse rosto brasileiro.A arte como reflexões e homenagens.Minas e os mineiros merecem reverência!É uma obra coletiva, que se tornou uma homenagem aos artistas anônimos da arte popular, que constroem com alegria e devoçãoos festejos e crendices e que serviram de inspiração no processo criativo. No elenco, os bailarinos do Primeiro Ato, a presença marcante da Diretora Suely Machado e a participação especial da cantora Titane, uma figura singular de uma arte engajada politicamente, dona de uma voz inigualável.
Apresentação: "Brasil, terra de muitas cores, de muitas raças, de muitos credos, de muitos sabores e de muitas riquezas culturais. Sou filha dessa pátria e tu sabes de onde eu vim? Do estado de Minas Gerais." Carla AmorimQuando falamos de nação o que nos chega é aquele sentimento de pertencer, de fazer parte, de identificação, e se esta nação é o nosso Brasil, a imaginação lhe faz caminhar pelas belezas naturais, um país de muito verde, muitas praias, cachoeiras e rios, de um povo batalhador, de uma cultura rica de costumes, crenças e uma diversidade artística imensurável. O projeto "Brasil de muitas cores" é uma imersão dentro e fora, um olhar para si e para o outro, destacando o trabalho artístico do Grupo de Dança Primeiro Ato que ao longo de quatro décadas produziu mais de 20 espetáculos e, formou dezenas de bailarinos (as), arte, geração de emprego e renda, conhecimento e entretenimento.A viagem começa em Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte e irá passar pelas regiões norte, nordeste e centro-oeste, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, descentralizando as ações para cidades do entorno das capitais. O espetáculo escolhido carrega toda ancestralidade e diversidade cultural brasileira, o nome simbolicamente já é muito representativo "Terreiro", local de encontro das diferenças, celebração e acolhimento da potencialidade que existe na alteridade. É uma obra coletiva, que se tornou uma homenagem aos artistas anônimos da arte popular, que constroem com alegria e devoção os festejos e crendices e que serviram de inspiração no processo criativo. No elenco, os bailarinos do PrimeiroAto, a presença marcante da Diretora Suely Machado e a participação especial da cantora Titane, uma figura singular de uma arte engajada politicamente, dona de uma voz inigualável. A programação conta com 10 apresentações e 10 vivências no projeto "Mãos Femininas", focado no empoderamento feminino de mulheres negras artistas, oferecendo oficinas de customização de figurinos, Oficina de Reciclagem e Dejeto que visa mitigar ou reverter nascentes poluídas, entre outras. E ao longo do projeto teremos o Painel Brasil de muitas cores, uma rede integrada de realizadores da cultura que irão debater diversos temas ligados a uma arte mais inclusiva, seja na perspectiva de quem cria, seja de quem aprecia, comportamentos autossustentáveis, caminhos para fortalecer a economia criativa, profissionalizar e acessar mecanismos de apoio. Objetivo geral:Garantir recursos a médio e longo prazo para realizar a programação de circulação do Grupo de Dança Primeiro Ato, apresentações do espetáculo "Terreiro", execução do "Mãos Femininas" e do "Painel Brasil de muitas cores". Objetivo específicos:1. Produzir a circulação do espetáculo Terreiro, sendo uma apresentação na cidade Imperatriz (Maranhão), uma em Juazeiro do Norte (Ceará), uma em Caruaru e outra em Recife (Pernambuco), duas apresentações em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), uma em Rio Branco (Acre), duas apresentações em Belo Horizonte (Minas Gerais). Totalizando 10 apresentações.2. Produzir as oficinas e encontros do "Mãos Femininas" em Belo Horizonte, Campo Grande (MS) e Imperatriz (MA). Serão 10 edições ao longo do projeto.3. Mãos Femininas: Di Custume (Customização de figurinos), Reciclar é preservar (trata do uso sustentável e ideias para geração de renda), Criação de bonecas Abayomi e a oficina O Corpo negro feminino na dança (feminismo negro, empoderamento feminino).4. Realizar o Painel Brasil de todas as cores (virtual), será um painel a cada dois meses, durante a execução do projeto, ou seja, 5 encontros de uma rede integrada de realizadores da cultura, em nível nacional.5. Gerar empregos diretos e indiretos, fomentando a cadeia produtiva da cultura6. Alcançar público direto de quatro mil pessoas e indireto de cerca de 280 views
"O meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa."Conceição Evaristo _ Escritora O Grupo de Dança Primeiro Ato ao longo de mais de quatro décadas sempre levantou pautas sociais importantes através dos processos criativos e em seus mais de vinte espetáculos, desconstruiu tabus, desafiando padrões culturalmente construídos. A exemplo, em "Geraldas e Avencas" com trilha sonora de Zeca Baleiro, debateu a opressão que padrões de beleza inalcançáveis provocam nas mulheres brasileiras, optando por destacar a força e suas habilidades. No "Beijo nos olhos, na alma, na carne" trouxe à tona as relações amorosas homoafetivas, a violência provocada pelo machismo estrutural, sempre com leveza e muita dança.O espetáculo escolhido para circular neste projeto, "Terreiro" incorpora a beleza da diversidade cultural brasileira, de que somos plurais e indefiníveis. Assim, o Terreiro é um espaço circular, horizontalizado, onde se constrói os mais diversos encontros, onde repousa o sincretismo religioso e o respeito com as diferenças, uma aura positiva de resgate da nossa ancestralidade afro-brasileira. E foi neste sentimento de pertencimento que as cidades foram escolhidas, lugares nos quatro cantos do nosso país, com distintos sotaques, costumes, crenças, modos de vida. É um projeto que promove a troca afetiva, queremos tocar a vida das pessoas com o nosso olhar sobre a cultura brasileira, mas desejosos de que ao mesmo tempo sejamos tocados pela riqueza que estes locais e seu povo conservam. Sair do lugar comum das capitais e grandes centros, dar a conhecer as realidades que nos fazem ser reconhecidos enquanto nação.A equipe gestora construiu o "Brasil de todas as cores" com o intuito de a partir da possibilidade de circular pelas regiões brasileiras, destacar nossa miscigenação como um dos fatores que levamos em consideração quando pensamos em alteridade e diversidade cultural. As duas ações que fecham este projeto denso e artisticamente rico, refletem este pensamento, o lugar de visibilidade de mulheres artistas negras, estejam elas onde quiserem estar, na dança, artesanato, música, em outras ramificações do terceiro setor, Mãos Femininas e o Painel Brasil de todas as cores, queremos provocar no público a identificação social com um reforço positivo de realização, de horizontes possíveis, despertar empatia e conexões culturais e de capital social.Por todos os aspectos levantados acima, a aprovação do projeto "Brasil de todas as cores" é também o reconhecimento da trajetória de um grupo que se reinventa para seguir produzindo arte, 40 anos de trabalho sem interrupção, enfrentando desafios da ordem política, econômica, e mesmo assim, se consideramos o repertório, constatamos que foi criado um espetáculo novo a cada dois anos, onde o intervalo refere-se à circulação da obra. O Grupo de Dança Primeiro Ato estreou seu primeiro espetáculo em 1988, ano da assembleia constituinte, ano da promulgação da constituição brasileira. A resistência como marca registrada, em um contexto político de governos de direita e esquerda, altos e baixos, mas sem deixar a desejar na qualidade de seus espetáculos, com uma assinatura singular que o destaca na cena contemporânea de dança. O fazer artístico onde desistir nunca foi uma opção, usando a dança como instrumento de comunicação com o mundo. Nesta trajetória a muitas mãos, o grupo sempre foi um espaço democrático de partilha de conhecimento, oportunizando formação para as mais diversas áreas da cultura, bailarinos, professores de dança, coreógrafos, produtores e gestores, um efeito multiplicador que espalhou pelo Brasil e pelo mundo um pouco da história do Grupo de Dança Primeiro Ato, é o fio quase imperceptível que liga um ponto ao outro e vai produzindo uma rede multifacetada permeada pela cultuar material e imaterial. Uma história que já virou livro, tese e dissertação, uma caminhada que se mistura com a história da artista mineira Suely Machado, fundadora do Primeiro Ato, que em 2015 retornou aos palcos no espetáculo premiado TRÊS LUAS inspirado em Hilda Hist, também com trilha sonora de Zeca Baleiro. Ao longo de quatro décadas de trabalho foram muitas parcerias na concepção de luz, cenário, trilha sonora, figurino, apoiadores e patrocinadores. A construção no campo da arte será sempre coletiva, diversa, densa e intensa, por isso não é possível realizar um projeto desta monta sem a aprovação neste edital. A paixão pela dança, pela criação do gesto como mola propulsora que gera vida, nos faz ter a convicção de que o movimento é vida, e sem movimento não há arte.
não se aplica
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Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O espetáculo será apresentado em teatros com a caixa cênica com palco italiano, com estrutura de rampas de acesso, corrimão, cadeiras especiais para pessoas com obesidade e espaços reservados para cadeirantes. E em espaços alternativos que onde possamos mitigar as dificuldades de acesso. Acessibilidade visual: placas indicativas em braile no chão e nas paredes, inclusive nos banheiros. Será feita uma versão do programa do espetáculo em Braile que ficará à disposição no stand da produção executiva. Audiodescrição na abertura das apresentações e nos vídeos enviados para as redes sociais. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras durante as apresentações, nos momentos de fala e também em todos os materiais em vídeo e áudio enviados para as redes sociais. Acessibilidade intelectual: Para atender pessoas com síndrome de down, autismo e outras síndromes correlatas, teremos protetores auriculares com a produção para distribuição gratuita, óculos escuros descartáveis, além de toda assistência necessária.
O projeto possui ações gratuitas e ações com cobrança de ingresso. Nas que possuem cobrança de ingresso, teremos: 1. reserva de 10% para pessoas LGBTQIA+ 2. reserva de 10% para quilombolas, indigenas. 3. reserva de 10% para professores de escolas públicas. Ainda, como contrapartida social: Serão realizadas 5 apresentações do espetáculo em 5 escolas públicas de Belo Horizonte. Disponibilização dos conteúdos registrados para tvs públicas.
Suely Santos Machado (Direção Artistica, proponente) Formação Acadêmica Graduada em Psicologia (Licenciatura e Bacharelado pela PUC - MG), com especialização em Coreoterapia e Psicomotricidade e no curso de extensão em Pedagogia do movimento para o ensino da dança (Escola de Belas Artes – UFMG). Bailarina e coreógrafa formada em Dança Moderna participou de cursos com expoentes da dança nacional e internacional: Pedro Pederneiras (1973 a 1977); Hugo Travers (1975); Graça Salles (1978); Fred Romero (1979); Isabel Santa Rosa (1981) Hector Zarasp, Rodrigo Pederneiras e Luiz Arrieta (1982); David Mundim e Jairo Sette (1983); Ismael Guiser e Yoko Okada (1984); Bettina Bellomo (desde 1985); Tica Lemos (1995); Suzana Yamauchi e Sônia Mota (1996); Luiz Damasceno (1997); Osman Kelili (1999 e 2000); Josef Nadj (2001); Sônia Mota (2003); Rose Akras (2006, 2007,02008, 2009 e 2010), Curso de direção cênica com Aderbal Freire-Filho, Curso de Eutonia, Encontro Prático de Verão com Dudude Hermann e Katie Ducke (2020). Experiencia Profissional:Fundadora do Grupo de Dança Primeiro Ato e do 1º Ato Centro de Dança Ltda em 1982 sendo diretora desde então. Dirigiu o projeto “Dançando na Escola” na Escola Estadual D. Augusta desde 1998. Em 2010 criou e dirige o 1º Ato, no Jardim Canadá/Nova Lima. Presidiu a Associação Mineira de Dança Artística e Acadêmica - UNIDANÇA, durante 16 anos. Jurada em diversas categorias do Festival Internacional de Dança de Joinville Marcela Rosa - Bailarina e Assistente de Direção do Grupo de Dança 1º Ato Bailarina formada no 1º Ato Centro de Dança, participa do Grupo de Dança Primeiro Ato desde 1988, atuando em todos os trabalhos do Grupo. Em sua formação destacam-se o trabalho em dança moderna com Suely Machado, Euzébio Lobo, Dudude Hermann, Lydia Del Picchia e Paulo Babreck, em dança clássica com Kátia Rabello, Tânia Mara e Bettina Bellomo. Em preparação teatral com o ator e diretor Paulinho Polika e em preparação vocal com Babaya. Trabalhou em workshops de Dança Contemporânea com Osmam Khelili, João Saldanha, Joseph Nadj, Mário Nascimento, Sônia Motta, Paulo Baeta, Rose Akras, Renata Melo, Niv Sheinfeld, Khorso Adib, Geovane Aguiar, Tica Lemos, Nigel Charnock nos anos de 1998 a 2006,Peter Lavratti, Paulo Caldas(2008 e 2009), Lavínia Bizzoto (2009), Syrah Babiola –técnica Feldenkreis (2010, 2011) Airton Tenório (2011). Fez assistência de direção e foi professora do Grupo profissionalizante do Centro de Dança 1º Ato(1991 a 1995), onde coreografou “Simpatiadas” em 1993; Professora de dança contemporânea no Centro de dança 1º Ato desde 2007, onde coreografou: Yamauschi (2007), Reisado(2008), Rainhas do Rádio(2008), Roda Viva(2009) Drumond(2010) Rio São Francisco(2010). Ministra a oficina “Criação do Gesto” junto à Suely Machado, que representa o fundamento do trabalho e filosofia do grupo 1º Ato. Minstrou oficinas no Festival de Dança de Joinville, “Dança Contemporânea – consciência corporal” em 2009 e “Iniciação à Dança Contemporânea” e “Corpo em Cena” em 20110. Premiada como melhor bailarina nos espetáculos “Isso aqui não é Gothan City”(1992), “Sem Lugar(2003) e “Geraldas e Avencas” (2007); Fez preparação Corporal e direção coreográfica do espetáculo “Respingos, um sertão reinventado” em 2010; Fez assistência de direção coreográfica do espetáculo musical “Os Saltimbancos”, direção de Carlos Gradim, em 2011; Alex Dias (Bailarino e Coreógrafo) Natural de Juiz de Fora (MG), em 1987 iniciou seus estudos com o Corpus Cia. De Dança, onde participou de trabalhos coreografados por Rodrigo Pederneiras, Victor Navarro, Ana Mondini e Sonia Destri.Participou de espetáculos de mímica e dança com Johnny Seitz e da comédia musical The Rechnitzer Rejects em Nova Iorque nos anos de 1988 a 1990.De volta ao Brasil integrou o Grupo de Dança Primeiro Ato em Belo Horizonte (MG) por um ano, participando do espetáculo Carne Viva, tendo, no ano seguinte trabalhado com o Centro Mineiro de Danças Clássicas em Belo Horizonte (MG) em obras do repertório clássico. Durante cinco anos ensinou balé clássico em Juiz de Fora (MG).Desde 1998 reintegrou-se ao Grupo de Dança Primeiro Ato, tendo participado, desde então, de todas as obras em repertório e é o coreógrafo do espetáculo Mundo Perfumado.
PROJETO ARQUIVADO.