| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08976022000101 | COMPANHIA ENERGETICA ESTREITO | 1900-01-01 | R$ 240,4 mil |
| 28925264000175 | COMPANHIA ENERGETICA JAGUARA | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
Inventariar, realizar o tratamento técnico e catalogar o acervo referente à imagem e som de Santa Catarina, pertencente ao MIS-SC, que é composto por cinco (05) coleções.São elas: Coleção I- Filmes; Coleção II- Som; Coleção III- Imagem; Coleção IV- Equipamentos; Coleção V- Registros textuais.
SOBRE O MIS O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) foi criado com a finalidade de preservar, documentar, pesquisar e comunicar acervos audiovisuais de relevância nacional e preferencialmente do Estado de Santa Catarina, dando continuidade ao trabalho realizado pelo Núcleo de Documentação Audiovisual (NDA) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), existente entre 1989 e 1998. O Núcleo de Documentação Audiovisual funcionava na ala norte do Centro Integrado de Cultura (CIC), possuía um laboratório fotográfico em preto e branco que atendia às casas da FCC registrando eventos e projetos especiais e o Setor de Vídeo, que não possuía câmera e nem ilha de edição, mas alguns videocassetes que eram usados para fazer cópias de vídeos e, eventualmente, “edições” vídeo-a-vídeo. Eram produzidos vídeos somente através de projetos específicos quando, na ocasião, eram alugados equipamentos para tal. O Núcleo promovia cursos, exibia filmes e participava da elaboração de editais para produção audiovisual. A necessidade de reunir em um local as peças audiovisuais pertencentes ao Estado que se encontravam espalhadas pelas secretarias e gabinetes da administração estadual e a necessidade de ter um local para armazenar e conservar peças audiovisuais oriundas da sociedade catarinense que representasse um valor histórico para o Estado foram observadas pelos idealizadores quando propuseram a criação de um Museu de Imagem e Som para Santa Catarina. Em 1998, a partir do decreto nº 3198 de 24 de setembro de 1998, o Governo do Estado de Santa Catarina criou oficialmente o Museu da Imagem e do Som. Na ocasião, os mesmos funcionários do NDA passaram a ser responsáveis pelas ações museológicas no MIS/SC. O primeiro administrador do MIS/SC foi o cineasta Ronaldo dos Anjos, diretor de produções como “O Santo Mágico” e “Astheros”. Posteriormente, assumiu a administração do Museu o cineasta Carlos Eduardo M. Paredes, diretor de filmes como “Desterro” e “Novembrada”. Também estiveram na administração do MIS/SC, Denise Magda Corrêa Thomasi, especialista em conservação e restauração de acervos fotográficos; Cristiane Pedrini Ugolini e Ana Lígia Becker. Atualmente a administradora do MIS/SC é Maria Elizabeth Horn Pepulim (Betita). Fonte: https://cultura.sc.gov.br/espacos/mis/o-museu/8705-8705-historico-e-apresentacao MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE SANTA CATARINA Número de visitantes, por ano, no espaço expositivo: Ano: 2019 Espaço expositivo: 7.094 Ano: 2020 - Pandemia Ano: 2021- Pandemia Ano: 2022 Expositivo: 4.533 Ano: 2023 Expositivo: 1.463 Ano: 2024 – até 27 de setembro Expositivo: 11. 237
Objetivo Principal Inventariar, realizar o tratamento técnico e catalogar o acervo referente à imagem e som de Santa Catarina, sob a tutela do MIS-SC. Objetivos específicos: a) Levantar a quantidade exata de documentos presentes no acervo por coleção e tipologia; b) Classificar os documentos abaixo descritos; c) Organizar fisicamente os documentos abaixo descritos; d) Catalogar os documentos abaixo descritos digitalmente. O acervo é composto por cinco coleções principais, totalizando aproximadamente 18.474 objetos. Esses itens incluem filmes, gravações de som, fotografias, equipamentos e documentos textuais que remontam a várias décadas da história catarinense.
A diversidade cultural de uma sociedade é preservada e perpetuada através do registro e conservação de documentos que refletem seu patrimônio histórico, artístico e social. No caso de Santa Catarina, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC) abriga uma vasta coleção audiovisual que testemunha o desenvolvimento cultural do estado. Esta coleção, composta por filmes, gravações de som, fotografias, equipamentos e documentos textuais, representa um patrimônio de grande valor cultural, social e educativo. Contudo, para que esses documentos cumpram plenamente suas funções de preservação, memória e acesso público, é necessário realizar seu inventário e tratamento técnico adequado, atividades que requerem recursos financeiros e profissionais especializados. Nesse contexto, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei 8.313/91 é fundamental para viabilizar a execução deste projeto, assegurando sua sustentabilidade e a manutenção da qualidade técnica exigida. Enquadramento na Lei 8.313/91O projeto "Inventário e tratamento técnico do acervo do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina" se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), pois visa "promover a proteção do patrimônio cultural" através do inventário e da catalogação do acervo audiovisual de Santa Catarina, assegurando sua preservação para futuras gerações. Em especial, o projeto atende aos seguintes incisos: Inciso II: Contribui para a preservação do patrimônio histórico e cultural brasileiro, especificamente do acervo audiovisual catarinense.Inciso III: Garante a democratização do acesso ao acervo através da catalogação e digitalização, que tornará o conteúdo disponível para consulta pública. Objetivos Alinhados ao Art. 3º da Lei 8.313/91Este projeto contribui diretamente para a realização dos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente nos seguintes aspectos: Inciso I: Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, ao inventariar e catalogar o acervo audiovisual do MIS-SC, promovendo o acesso público ao conteúdo e sua preservação.Inciso II: Apoia a preservação da memória cultural brasileira, organizando e assegurando o acesso ao acervo, o que permite o uso educacional, artístico e de pesquisa.Inciso III: Permite a democratização do acesso aos bens de cultura por meio do inventário e tratamento técnico, criando condições para que os cidadãos, tanto presencialmente quanto em futuras consultas digitais, possam acessar o patrimônio do MIS-SC.Inciso V: Amplia a distribuição regional da produção cultural, uma vez que o acervo estará disponível para consulta e pesquisa, promovendo a visibilidade e o acesso à cultura catarinense em nível nacional. Considerações FinaisA execução deste projeto, com o apoio financeiro da Lei de Incentivo à Cultura, é essencial para preservar e democratizar o acesso ao acervo audiovisual catarinense. O mecanismo de incentivo permite a captação dos recursos necessários para cumprir todas as etapas do projeto com rigor técnico e qualidade, assegurando que este patrimônio cultural continue disponível e acessível para pesquisa, educação e valorização da memória coletiva de Santa Catarina e do Brasil.
DIVISÃO DA EQUIPE DE TRABALHO Coordenação Geral - (Marte) Gerencia todas as etapas e comunicação do projeto. Museólogo Coordenador Técnico de Inventário - 1 profissional (Viés) Supervisiona a equipe técnica (inventário, conservação e digitalização) e define a metodologia específica de catalogação e preservação, reportando ao Coordenador Geral. Equipe Técnica - Inclui: Equipe de Inventário (Museólogo supervisor) (1) (Viés)Equipe de Inventário (Museólogo) (1) (Dual)Equipe de Inventário (Assistentes) (2) (Viés)Equipe de Inventário (Estagiários) (2) (direto)Equipe de Conservação, Digitalização e Arquivo (Museólogo supervisor) (1) (Viés)Equipe de Conservação, Digitalização e Arquivo (Assistentes) (1) (Viés)Equipe de Conservação, Digitalização e Arquivo (Estagiários) (2) (direto) Observação: dentre o serviço da Equipe de Conservação, Digitalização e Arquivo, está previsto o serviço de levantamento fotográfico profissional; Sobre o processo de catalogação e inventário. A catalogação de acervos museológicos é um processo essencial para a gestão eficiente de museus, permitindo a organização, preservação e acesso ao patrimônio cultural. Segundo a museóloga Anna Maria B. de Oliveira (2015), “a catalogação é uma das etapas fundamentais na documentação museológica, pois garante a identificação e a descrição adequada dos itens do acervo”. É também uma etapa central da documentação museológica, que abrange um conjunto de práticas destinadas à organização, preservação e disponibilização do patrimônio cultural. O processo se inicia com o arrolamento e culmina na finalização do inventário, englobando diversas fases interligadas que garantem a integridade e o acesso aos acervos. O processo de catalogação pode ser dividido em etapas, tais como, planejamento, coleta de dados, registro, classificação, validação e publicação. 1. Arrolamento O arrolamento é o primeiro passo, onde os itens são identificados e registrados de forma preliminar. Nessa fase, os museus realizam uma triagem para determinar a condição e a relevância de cada item. De acordo com a museóloga Margareth G. Pereira (2019), “o arrolamento é essencial para mapear o acervo e preparar a equipe para as etapas seguintes da documentação”. 2. Coleta de Dados Após o arrolamento, a coleta de dados envolve a sistematização de informações detalhadas sobre cada item. Essa etapa é fundamental para que se compreenda o contexto histórico e cultural de cada objeto. Além de dados físicos, como dimensões e materialidade, é necessário incluir informações sobre a proveniência e a história do item. Consta no trabalho de Silva (2018) que “a coleta rigorosa de dados assegura a construção de uma narrativa coesa sobre o acervo”. 3. Catalogação A catalogação propriamente dita consiste na inserção dessas informações em um sistema de gerenciamento de acervos. Os dados são organizados de maneira que possibilitem fácil consulta e acesso, utilizando padrões internacionais de catalogação, como os estabelecidos pelo CIDOC-CRM (International Committee for Documentation – Conceptual Reference Model). Gomes (2020) enfatiza que “um sistema eficaz de catalogação promove a interoperabilidade e o compartilhamento de informações entre instituições”. 4. Classificação Na etapa de classificação, os itens são agrupados com base em critérios predefinidos, como tipo de material, função ou período histórico. Essa organização é crucial para facilitar pesquisas futuras e promover uma melhor interação com o público. A classificação adequada também contribui para a preservação do acervo, pois permite a identificação de itens prioritários para conservação. 5. Validação e Revisão Após a catalogação, realiza-se uma validação dos registros, onde especialistas revisitam as informações para assegurar a precisão e a autenticidade dos dados catalogados. Essa etapa é vital, pois garante a integridade do acervo e minimiza a ocorrência de erros. A revisão, segundo Pereira (2019), “é uma oportunidade de reavaliar não apenas as informações, mas também o significado cultural de cada item”. 6. Inventário Finalmente, a fase de inventário culmina na produção de um registro consolidado que reúne todos os dados catalogados. O inventário deve ser atualizado periodicamente, incorporando novas aquisições ou modificações no acervo. É um documento de suma importância para a gestão do museu, permitindo a auditoria e o planejamento de ações de conservação e exposição. 6. Digitalização e Acesso PúblicoEm um contexto contemporâneo, a digitalização dos acervos é um passo que não pode ser ignorado. A disponibilização online dos dados catalogados amplia o acesso público ao patrimônio cultural, promovendo a transparência e o engajamento da comunidade. A implementação de plataformas digitais deve considerar a usabilidade e a acessibilidade, de acordo com as diretrizes da Web Accessibility Initiative (WAI). 7. Atualização e ManutençãoPor fim, a catalogação não é um processo estanque; requer uma atualização contínua e manutenção dos registros. A evolução das práticas museológicas e as descobertas científicas podem demandar revisões periódicas nos dados catalogados. Como observa Silva (2018), “a documentação museológica deve ser um processo dinâmico e adaptável às mudanças nas práticas culturais e nas necessidades sociais”. Considerações Finais A catalogação, como parte da documentação museológica, não se limita apenas à organização física dos itens, mas envolve um compromisso ético com a preservação da memória cultural. Como destaca Oliveira (2015), “cada etapa do processo de catalogação contribui para um entendimento mais profundo do patrimônio, estabelecendo uma ponte entre as gerações e assegurando que a história não se perca no tempo”. A catalogação de acervos museológicos é, portanto, uma prática complexa que integra diversas etapas interligadas, desde o arrolamento até a finalização do inventário. Essa abordagem sistemática não apenas garante a preservação do patrimônio, mas também enriquece a experiência do público e promove a educação cultural. Como conclui Oliveira (2015), “a catalogação eficaz é um pilar fundamental para a sustentabilidade e a relevância dos museus na sociedade contemporânea”. OLIVEIRA, A. M. B. de. (2015). Catalogação de acervos museológicos: fundamentos e práticas. São Paulo: Editora Museu. PEREIRA, M. G. (2019). Documentação museológica: conceitos e práticas. Brasília: Instituto Brasileiro de Museus. SILVA, H. C. S. (2018). Gestão de acervos: planejamento e catalogação. Rio de Janeiro: Editora Museológica. GOMES, R. R. (2020). Sistemas de informação em museus: a importância da catalogação. Brasília: Instituto Brasileiro de Museus.
HISTÓRICO DAS COLEÇÕES DO MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE SANTACATARINA (MIS-SC) O acervo do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC) é composto por cinco coleções principais, totalizando aproximadamente 18.474 itens, entre elesfotografias, filmes, vídeos, cartazes, peças gráficas, equipamentos de imagem e som e registros sonoros, além dos livros, catálogos, periódicos, CDs, DVDs e acervobibliográfico que juntos salvaguardam, sobretudo, a memória relacionada ao som, imagem e audiovisual do estado de Santa Catarina. Todos, registros de granderelevância histórica, artística e cultural. A seguir o detalhamento, o histórico e as características de cada coleção: 1. Coleção I - Filmes Descrição: Compreende diversos suportes de mídia audiovisual, incluindo películas, DVDs, fitas VHS, Betacam, DVcam, MiniDV, Umatic, Betamax, BluRays e HDs externos. Histórico: A coleção reflete o desenvolvimento da produção audiovisual em Santa Catarina. Ela inclui obras autorais, registros documentais de eventos e manifestaçõesculturais, assim como todas as obras decorrentes do Edital Prêmio Catarinense de Cinema desde sua criação. Quantidade: 1.737 itens. 2. Coleção II - Som Descrição: Engloba registros sonoros variados, como discos de vinil, fitas de rolo, fitas cassete, cartuchos e CDs. Histórico: Os itens documentam a evolução das tecnologias de gravação e reprodução de som, incluindo gravações de músicas, programas de rádio e depoimentos. Quantidade: 3.450 itens. 3. Coleção III - Imagem Descrição: Contém fotografias, negativos, diapositivos e positivos que registram momentos importantes da história e da cultura catarinense. Histórico: Os materiais representam o patrimônio visual do estado, abrangendo desde registros fotográficos antigos até imagens contemporâneas. Quantidade: 1.300 itens. 4. Coleção IV - Equipamentos Descrição: Composta por equipamentos históricos de gravação e reprodução de imagem e som, como câmeras, gravadores, toca-discos, projetores e acessórios. Histórico: Os equipamentos refletem a evolução tecnológica dos dispositivos de captura e reprodução, proporcionando uma compreensão do desenvolvimento técnico na área audiovisual. Quantidade: Aproximadamente 150 itens. 5. Coleção V - Registros Textuais Descrição: Inclui documentos encadernados, periódicos, catálogos, discos e outros materiais textuais que complementam o acervo audiovisual. Histórico: Esses documentos servem como suporte contextual para os demais itens do acervo, oferecendo informações adicionais sobre a produção e o contexto histórico dos registros audiovisuais. Quantidade: Aproximadamente 182 itens. Resumo do AcervoTotal de itens: 10.274.Itens em estudo a serem processados: 8.200.Os números apresentados são baseados em levantamentos realizados até maio de 2024 e incluem valores estimados para itens em fase de processamento.
O inventário final será disponibilizado em formato de planilha digital (Excel), acessível para consulta pública. Para garantir que o documento atenda diferentes públicos, serão adotadas as seguintes medidas: - A planilha seguirá boas práticas de acessibilidade digital, com organização clara dos dados, cabeçalhos identificados e estrutura compatível com leitores de tela como NVDA, JAWS e VoiceOver. - Utilizaremos os recursos nativos do Excel, como o Verificador de Acessibilidade, para garantir legibilidade, contraste adequado e navegação facilitada. - A equipe técnica do MIS-SC oferecerá orientação presencial, mediante agendamento, para pessoas com deficiência ou necessidades específicas que desejem consultar o inventário no museu.
O acervo audiovisual catarinense, sob tutela do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC), uma vez inventariado e catalogado, se tornará passível de consulta ativa para todo e qualquer cidadão interessado. No que tange a utilização de itens do acervo, sob tutela do MIS-SC, pela sociedade civil, quando for o caso, e quando a Lei permitir, ter o acervo inventariado e catalogado tornará essa ação passível de ser realizada. A colocação do acervo on-line será realizada posteriormente, por meio de outro projeto. Em complemento como medida de ampliação de acesso (Art. 30.) adotaremos a seguinte: 2 Estágios de 12 meses (conforme previsto no orçamento). V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
MARTE CULTURAL (PROPONENTE) Coordenação Geral e Captação de Recursos Marte Cultural (Tailor Gonçalves Morais) - Direção GeralResumo do Currículo: Produtor Cultural há mais de 25 anos, Tailor Morais é Publicitário, Especializado em Produção Cultural pelo SENAC e mestre em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra. É responsável pela área artística da Marte Cultural, empresa da área de produção cultural que vem se destacando pela idealização, coordenação e produção de projetos. Tailor possui um vasto currículo no que diz respeito à realização de eventos, tanto de pequeno como de grande porte. Já foi coordenador de eventos das rádios Atlântida FM e Itapema FM, do Grupo RBS, por mais de 4 anos. Nesse período gerenciou a produção de mais de 200 eventos dessas empresas, incluindo cargos de gestão em eventos como o Planeta Atlântida e Floripa Tem. Também possui larga experiência na área comercial em veículos de comunicação bem como na área promocional, onde foi sócio da Agência Clã Multicomunicação de Porto Alegre. Marte Cultural (Gabriel Pereira) - Captação de RecursosResumo do Currículo: Turismólogo com MBA em Gestão de Projetos, é Produtor de Eventos há 16 anos e sócio responsável pela produção dos projetos da Marte Cultural. Além dos projetos da empresa, Gabriel já foi assistente de eventos da CDL de Florianópolis durante 5 anos. Nesse período gerenciou a produção de diversos eventos dessa instituição, incluindo eventos institucionais, eventos externos para a disseminação de atividades culturais e gastronômicas com intuito de dar vida cultural ao centro de Florianópolis aos finais de semana, e eventos institucionais e sociais do Grupo Regional chamado CDL Jovem. No início de 2012 passou a atuar no Instituto Lagoa Social, e, mais tarde, foi gerente de projetos na Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, sendo responsável por gerenciar projetos culturais e esportivos através da Lei Rouanet e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. A partir de 2016 virou sócio da Marte Cultural, onde é responsável pela produção de projetos como “Domingo é Dia de Teatro”, “Sábado Animado”, “Sessão Sênior de Cinema”, “Mostra Panorama Cine Arte”, “Dança em Cena”, “Sessões Animadas”, “Festival de Circo de Florianópolis, “Circuito Catarinense de Quadrinhos”, “Festival de Natal de Tijucas”, “Programação Cultural da Aliança Francesa Florianópolis”, entre outros, o que comprova seu vasto conhecimento em Produção Cultural. Marte Cultural (Sandra Checluski Souza) - Gestora de Projetos tercerizado Resumo do currículo: Sandra é gestora e produtora cultural, curadora, arte educadora e conservadora de obras de arte. É Bacharel em Artes Plásticas (2006), Licenciada em Educação Artística (2013), Mestra em Artes Visuais (2014) na linha de pesquisa Teoria e História da Arte, pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (CEART-UDESC), e Especialista em Gestão e Políticas Culturais, pelo Itaú Cultural em parceria com a Universidade de Girona (São Paulo/SP, 2019). Tem experiência na área de Artes, nos segmentos Arte Educação (mediação de exposições, capacitação de mediadores e ensino de arte), Curadoria (membro de comissão avaliadora de projetos nas áreas de Artes Visuais, Artes Cênicas, Audiovisual, Literatura, Música e Ações Afirmativas em Cultura), Museologia (conservação de bens culturais móveis, acondicionamento de obras de arte, catalogação de acervos museológicos e montagem de exposições, desenvolvidas em museus de arte e de história, como o Museu Victor Meirelles - Florianópolis/SC, Museu de Arte de Santa Catarina - Florianópolis/SC, Museu Histórico de Santa Catarina - Florianópolis/SC, Museu Imperial - Petrópolis/RJ). Participou de projetos de digitalização de acervos e elaboração de banco de dados e imagens no Museu Victor Meirelles, projeto “Victor Meirelles - Memória e Documentação”, e no Museu Imperial, projeto “Digitalização do Acervo do Museu Imperial” - DAMI. Foi coordenadora do setor de cultura no Serviço Social do Comércio em Santa Catarina (Sesc), na unidade de Joinville (2015-2020), atuando na gestão e na produção executiva de projetos culturais e artísticos nas linguagens de Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura e Música. Foi coordenadora do Núcleo Educativo e de Programação Cultural do Museu de Florianópolis (Florianópolis/SC), sob gestão do Sesc, entre os anos de 2020 a 2022, onde foi responsável pela implementação das áreas. Atualmente atua como gestora de projetos na empresa Marte Cultural. Marte Cultural (Tatiani Strossi) - Coord. Adm. Financeiro tercerizadoResumo do currículo: Formada em Gestão de Recursos Humanos, Tatiani Heineck Strossi possui uma vasta experiência no que diz respeito à coordenação administrativa e financeira de projetos culturais. Desde 2017 é coordenadora administrativa e financeira da Empresa Marte Cultural Ltda, que atua na área cultural na cidade de Florianópolis, e, desde então, atua na coordenação administrativa e financeira dos seguintes projetos culturais: “Domingo é Dia de Teatro”, edições 2018 e 2019 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Domingo com Teatro”, edições 2020 e 2022 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Sessão Sênior de Cinema”, em 2017 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Mostra Panorama Cine Arte”, em 2017 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Sessões Animadas”, edições 2017, 2018, 2019 e 2020 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Festival de Circo de Florianópolis”, em 2019 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Dança em Cena”, edições 2018, 2019 e 2020 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Circuito Catarinense de Quadrinhos”, edições 2019 e 2022 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Plano Anual de Atividades da Aliança Francesa de Florianópolis”, em 2020, PRONAC 200092 (Lei Rouanet); “Festival Escolar Dança Catarina - Projeto Sexta Jazz AF”, 064/2020 e 012/2022 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “We Light Floripa”, 219/19 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Alma Festival”, 085/2020 (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis); “Entrelaços - Fábrica de Leitores”, Pronac 202212 (Lei Rouanet); "Conhecer Floripa é Divertido - Meu Boizinho", Pronac 194197 (Lei Rouanet). Todos os projetos, ou sua maioria, contaram e contam com atividades sociais e parcerias com as Secretarias Municipais de Educação e de Assistência Social, buscando promover o acesso cultural a escolas e comunidades. VIÉS CULTURAL (COORDENAÇÃO MUSEOLÓGICA E EQUIPE DE MUSEÓLOGOS E ASSISTENTES) Assessoria especializada em Museus, Centros Culturais e muito mais!A Viés Cultural Museologia e Patrimônio é uma empresa que oferece soluções para gestores do setor público e da iniciativa privada por meio de assessoria cultural em especial para museus e centros culturais. João Paulo Correa: Museólogo, registro COREM 063-I, sócio-gerente da Viés Cultural Museologia e Patrimônio, empresa com registrono COREM 5ªR 001-J, atua há mais de dez anos na área museológica coordenando planos museológicos, elaborando e executandoprojetos de exposições, reservas técnicas, tratamento técnico e documentação de acervos. Atuou/a como responsável técnico dediversos projetos museológicos. Será responsável pelo acompanhamento técnico dos serviços de museologia do Centro CulturalCastrolanda. Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4805016Z7 Mauricio da Silva Selau: Historiador, Mestre em História Cultural, Doutorando em Museologia, sócio proprietário da Viés CulturalMuseologia e Patrimônio, atua há mais de quinze anos na área de patrimônio cultural, com ênfase em processos museológicos,participando de pesquisas, elaboração de planos museológicos, projetos de exposições, elaboração e gestão de projetos. Lattes:http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773600P8
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.