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O projeto visa democratizar, difundir e conectar, saberes e fazeres dos povos originários e diaspóricos no ensino da moda e design brasileiros, contribuindo para combater o racismo que permeia este os programas educacionais destes segmentos. Será oferecida uma formação pluricultural no ensino à distância, com mestres negros e indígenas, em aulas ao vivo e gravadas em formato de módulos de conteúdo, rodas de conversa, oficinas, imersões culturais e encontros de negócios (ecossistêmicos).
Os conteúdos e atividades inseridos no programa pedagógico da Escola Éwà Poranga buscam ampliar os olhares sobre a identidade brasileira, através da difusão do conhecimento decolonial na moda e no design. Ewà Poranga é uma escola livre de ensino pluricultural, que costura conteúdos diversos de saberes e fazeres ancestrais na moda e no design com corpo docente de mestres afrodescendentes e africanos, indígenas brasileiros e latino americanos. Sua ação é de amplitude nacional e internacional com corpo docente e discente do mundo todo falantes de língua portuguesa, trocando experiências e saberes diversos e por isso grande parte de suas atividades vêm sendo realizadas no formato EAD conteúdos gravados (assíncronos), aulas ao vivo remotas (sincronas) e atividades presenciais transmitidas ao vivo (formato híbrido). Os conteúdos, a serem desenvolvidos, são divididos em quatro módulos, apresentados em plataforma de cursos EAD. No módulo 1 - A Maratona Antirracista identifica pensamentos e discursos históricos e culturais que reforçam o racismo cotidiano. A jornada irá implementar práticas de mudança para promover igualdade e diversidade, seja na vida pessoal ou na profissional dos participantes. No módulo 2 - Apropriação cultural - como não cometer apresentará caminhos e diretrizes para a construção de projetos criativos justos e regenerativos, abundantes e com identidade cultural. Os aprendizados permitirão co-criar produtos e serviços com pessoas indígenas e afrodescendentes pertencentes a culturas historicamente marginalizadas sem correr o risco de apropriação cultural. O Módulo 3 - Estampando com identidade traz maior autoria e exclusividade para as criações de moda e design, agregando valor para as coleções e gerando maior autonomia para profissionais que querem criar estampas exclusivas, artes e design de superfícies seja através de técnicas manuais ou que mesclam o digital e o manual. O Módulo 4 - A História que a moda não conta apresenta 3 (três) mundos de conhecimento e representações culturais, o Pindorama ( referências indígenas antes da invasão europeia); o das Áfricas (começando pela Yorubaland) e o Brasil (com suas referências de hibridismo cultural afro, indígena e europeu), valorizando saberes, fazeres e tecnologias ancestrais africanas, afro-brasileiras e indígenas. As rodas de conversas são aulas remotas ao vivo (atividades síncronas), onde são realizadas dinâmicas em grupo para trocas de experiências, mentoria de trabalhos e revisão de conteúdo. São momentos dedicados ao debate e reflexões sobre o tema vivenciado e acompanhamento de exercícios propostos nos cursos. As imersões da escola são um mergulho cultural ministrados por educadores especialistas e/ou representantes locais de povos negros e/ou indígenas para troca de saberes, que narrarão sua experiência e apresentarão acervo pessoal para sensibilização e compartilhamento de conhecimentos e da cultura viva desses povos. O conteúdo é fruto de parcerias nacionais e internacionais e referenciados em conhecimentos e negócios centrados em saberes afro-ameríndios. Os encontros de negócios, encontros ecossistêmicos são trocas de saberes em teia (rede profissional) que viabilizam trabalhos e parcerias, inovações em metodologias, desbloqueio cognitivo e relações exponenciais entre negócios e pessoas. Através deles são feitos também os acompanhamentos psicopedagógicos ao longo do programa educacional.
2.1. OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto é valorizar e perpetuar as culturas ancestrais brasileiras para geração de novas soluções de pensar e agir em moda e design, minimizando conflitos, aumentando a integração, gerando impactos socioambientais positivos e harmonia entre individual e o coletivo. 2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos deste projeto são: Apresentar 1 (um) ciclo anual de atividades educacionais decoloniais; Desenvolver e registrar 4 módulos de conteúdo gravados;Realizar 10 (dez) rodas de conversa online; Facilitar 3 (três) encontros/mentorias de negócios;Promover 5 (cinco) imersões culturais; Oferecer gratuitamente 4 (quatro) palestras para Alunos e Professores da Rede Pública de Ensino;Produzir e disponibilizar 4 (quatro) aulas abertas e gratuitas ao público em plataforma de rede social de amplo alcance ao público.Conceder 15 (quinze) bolsas de estudos semestrais, para a formação completa de moda pluricultural destinadas às pessoas negras, indígenas, ribeirinhas, periféricas e LGBTQIA+ e PCDs, de 20 a 60 anos.
O Brasil é um país cuja diversidade de línguas, etnias, culturas e tradições, tanto de indígenas como da diáspora africana foram se perdendo ao longo do tempo. O patrimônio imaterial e intangível desses povos foi alvo de apagamento, tornando-se dominante as diretrizes eurocentradas e norte-americanas, causando perda de identidade cultural no que se reflete particularmente no segmento da moda. Reconhecer a influência e legado destas culturas na moda, no design, nas artes e na conceituação de beleza é ressignificar os conhecimentos ancestrais desses povos que até hoje lutam para sair do apagamento e serem protagonistas da própria história. Como exemplo disso pode-se citar as línguas indígenas: No Brasil há, ainda, 274 (das 1,2 mil que existiam no início da colonização). Deste total, 190 correm o risco iminente de desaparecer segundo a UNESCO. "São vários os motivos para que isso ocorra: o contato com outras culturas, a idade avançada dos falantes e a falta de valorização dos povos indígenas influenciam para que as línguas desapareçam ao longo do processo histórico", explica Myriam Tricate, coordenadora nacional do Programa de Escolas Associadas. As línguas originárias mantém vivos conhecimentos dos mais de 305 povos originários que ainda fazem do Brasil, o país de maior diversidade étnica da atualidade. As culturas e as línguas são as bases para a manutenção e a transmissão de conhecimentos entre gerações. Analisando os programas educacionais brasileiros, os conteúdos étnico-raciais são quase inexistentes nos currículos de moda e design, contrariando indicação da legislação para implementação do ensino das culturas africanas e indígenas no Brasil por mais de duas décadas, através das leis 10.639, 11.645 e Estatuto da Igualdade Racial, 12.288. Segundo o Jornal de Brasília, apenas os professores não brancos lecionando em cursos universitários correspondem a 3% do corpo docente e a maioria dos estudantes brancos, representam 70% dos designers em formação (CES). Em um país que em que 60% da população é negra e indígena como o Brasil (IBGE), este é um grande revelador do racismo consolidado nas instituições e curriculuns do ensino superior. Em vista disso, este projeto reúne informações etnográficas, letramento racial e referências teórico-práticas indispensáveis para a compreensão do papel e da riqueza cultural afro e indígena no mundo contemporâneo, permitindo interseccionar e aprofundar aspectos entre a cadeia da produção do design e moda, práticas de diversidade para ambientes corporativos e as tecnologias dos povos originários, através da experiência da escola Éwà Poranga. Éwà Poranga é uma escola livre de ensino de moda pluricultural, que costura conteúdos diversos de saberes e fazeres ancestrais na moda com corpo docente de mestres afrodescendentes e africanos, indígenas brasileiros e latino americanos. Sua ação é de amplitude nacional e internacional com corpo docente e discente do mundo todo falantes de língua portuguesa, trocando experiências e saberes diversos e por isso grande parte de suas atividades vêm sendo realizadas no formato remoto online com conteúdos gravados e ao vivo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos, dos artigos: Art 1º Fica instituído o Programa Nacional à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; III - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacional Os conteúdos, a serem desenvolvidos, são divididos em quatro módulos, apresentados de forma virtual em plataforma de cursos EAD. No módulo 1 - A Maratona Antirracista identifica pensamentos e discursos históricos e culturais que reforçam o racismo cotidiano. A jornada irá implementar práticas de mudança para promover igualdade e diversidade, seja na vida pessoal ou na profissional dos participantes. No módulo 2 - Apropriação cultural - como não cometer apresentará caminhos e diretrizes para a construção de uma moda justa e regenerativa, abundante e com identidade cultural. Os aprendizados permitirão cocriar moda com pessoas indígenas e afrodescendentes pertencentes a culturas historicamente marginalizadas sem correr o risco de apropriação cultural. O Módulo 3 - Estampando com identidade traz maior autoria e exclusividade para as criações de moda, agregando valor para as coleções e gerando maior autonomia para profissionais que querem criar estampas exclusivas, seja através de técnicas manuais ou que mesclam o digital e o manual. O Módulo 4 - A História que a moda não conta apresenta 3 (três) mundos de conhecimento e representações culturais, o Pindorama ( referências indígenas antes da invasão europeia); o das Áfricas ( começando pela Yorubaland) e o Brasil (com suas referências de hibridismo cultural afro, indígena e europeu), valorizando saberes, fazeres e tecnologias ancestrais africanas, afro-brasileiras e indígenas. As rodas de conversas são uma metodologia de trabalho e estarão presentes em todas as atividades, ao vivo e de forma virtual, como momento de sensibilização, trocas, aprofundamento e revisão de conteúdo. São momentos dedicados ao debate e reflexões sobre o tema vivenciado. Nas oficinas dos saberes e fazeres, os alunos, chamados por nós de sementes, desenvolvem habilidades práticas, ou seja, uma oportunidade de vivenciar situações concretas e manifestações baseadas no tripé: sentir, pensar e agir. Nelas serão utilizadas técnicas de estamparia afro e indígenas, valorizando sua identidade cultural. Funciona como um catalisador do conhecimento transmitido, através de exercícios práticos, proporcionando a possibilidade de vivenciar os saberes e fazeres ancestrais por meio da experimentação contemporânea, consciente e crítica. Como resultado prático serão desenvolvidas estampas em tecidos a partir do contato com símbolismos de culturas indígenas ou africanas. Essa atividade será ao vivo e transmitida virtualmente. As imersões da escola são um mergulho cultural ministrados por educadores especialistas e/ou representantes locais de povos negros e/ou indígenas para troca de saberes, que narrarão sua experiência e apresentarão acervo pessoal para sensibilização e compartilhamento de conhecimentos e da cultura viva desses povos. O conteúdo é fruto de parcerias nacionais e internacionais e referenciados em conhecimentos e negócios centrados em saberes afro-ameríndios. Os encontros ecossistêmicos são trocas de saberes em teia (rede profissional) que viabilizam trabalhos e parcerias, inovações em metodologias, desbloqueio cognitivo e relações exponenciais entre negócios e pessoas.
11.1. PRODUTO PRINCIPAL – formação de moda pluricultural em 4 módulos de conteúdos decoloniais EAD somados a atividades de interação e aprofundamento como Conteúdos gravados por meio de materiais de apoio, Rodas de conversa, Encontros de Negócios Ecossistêmicos e Imersões Culturais. 11.2. PRODUTO SECUNDÁRIO – Contrapartida social 3 palestras junto à instituições públicas de ensino da rede pública, como forma de ampliar o acesso e assim o conhecimento dos professores e estudantes do ensino público. Será feito uma parceria institucional para divulgação destas palestras para alcance do público a ser contemplado. 30 (quinze) bolsas de estudos para a formação completa de moda pluricultural destinadas às pessoas negras, indígenas, ribeirinhas, periféricas, PCDs e LGBTQIA+, de 20 a 60 anos 4 (quatro) aulas abertas e gratuitas ao público em plataforma de rede social de amplo alcance ao público. 12. DIVULGAÇÃO A divulgação será feita preferencialmente por meios virtuais, contando com Agência de comunicação, webdesigner e comunicação e especialista em marketing digital em redes sociais. Será criada uma página da escola Ewà Poranga, com informações sobre o curso de moda pluricultural onde todos poderão acompanhar o desenvolvimento do programa do curso, depoimentos das sementes (alunes), registros de atividades. Ao longo do curso, usaremos as redes sociais como Instagram, Linkedin e Facebook provocando engajamento e participação do público e acompanhamento das ações por meio de fotos de registros de nossas atividades online e palestras em escolas da rede publica. Também usaremos esta comunicação para realizar chamadas para as aulas abertas e chamada para seleção de bolsistas. Desta forma, prevemos investimento em Comunicação estratégica através de Social mídia com postagens impulsionadas, newsletter e mailing de parceiros.
4.1. PRODUTO PRINCIPAL: Experiência de ensino de moda e design decolonial composta por: Aulas EAD gravadas e aulas ao vivo remotas em rodas de conversa, Imersões Culturais e Encontros de rede de negócios. Acessibilidade Físicas - Se houverem atividades presenciais todo o acesso será sinalizado e adequado para as necessidades especiais de pessoas PCDs inscritas em nossas atividades. Deficientes auditivos: As aulas gravadas serão legendadas e traduzidas por intérpretes de libras e as atividades ao vivo contarão com tradução simultânea em libras para posterior acesso. Todo esse material estará disponível na plataforma da escola pelo prazo de dois anos. Deficiente visual: As aulas gravadas e ao vivo contam com audiodescrição de imagens. Os educadores Ewà Poranga recebem treinamento de acessibilidade para proporcionar aulas com descrição de imagens e autodescrição, preparação de materiais de sala de aula e apoio inclusivos e experiências que valorizam a diversidade do ecossistema de alunos (sementes).
As ações do projeto disponibilizadas de forma gratuita conforme Instrução Normativa, serão contempladas por edital de bolsas concedidas e via inscrição no caso das atividades abertas ao grande público. Como medida de ampliação de acesso, em consonância com o prescrito no art.21 da IN nº02/2019 do Ministério da Cidadania serão disponibilizados em redes sociais os registros audiovisuais de parte dos conteúdos de rodas de conversa com professores e oficinas culturais, isto é, poderão ser acessadas por todos que tiverem interesse, sem prejuízo do § 2º do art.22 da mesma IN. As palestras nas Escolas de Ensino Públicos serão realizadas em parcerias com escolas e espaços educacionais periféricos com divulgação da atividade via redes sociais e informativos nas Escolas junto às coordenações e diretorias.
Currículo da coordenadora do projeto: Julia Vidal Julia Vidal é descendente dos povos Marajoaras (PA) e de africanos. Designer gráfica de moda, pós graduada em História-África Brasil, mestre em Relações Etnicorraciais, pós graduanda em Educação Escolar Indígena, gestora da marca que leva seu próprio nome Julia Vidal: Etnias Culturais. Idealizadora, coordenadora pedagógica e docente da escola Éwà Poranga. Professora de Narrativas afro-indígenas na moda brasileira no IED (Instituto Europeu de Design Brasil (RJ e SP) apoiadora da Universidade Pluriétnica Aldeia Marakanà (UIPAM), Coordenadora de Educomunicação da plataforma multissetorial Colabora Moda Sustentável e Membro da diretoria da REAFRO RJ (Rede Nacional de Afro Empreendedores). É autora de 4 livros com temáticas relacionadas ao design e moda afro e indígena e consultora para empresas que buscam valorizar a diversidade cultural brasileira em suas linhas de produtos. Currículo da administradora do projeto: Ilse Maria Biason Guimarães Sócia fundadora da empresa IMBG Assessoria Empresarial, possui graduação em Administração de Empresas pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1975), mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1991) e doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003). No Instituto by Brasil - IBB atuou como superintendente administrativa durante 15 anos e na Associação Brasileira de Componentes para couro, calçado e artefatos - Assintecal durante 25 anos. Nas instituições coordenou projetos culturais diretamente relacionados à economia e cidades criativas, como por exemplo, os projetos Referências Brasileiras e Iconografia local que resgatam valores e identidade local como forma de diferencial competitivo. Coordenou projetos com a União Europeia de Economia Circular. Atuou para o desenvolvimento de certificações de sustentabilidade. Coordenou projetos com o APL de Birigui sobre Transformação Digital e Sustentabilidade. Tem experiência em prestação de serviços de consultoria e assessoramento empresarial, pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de projetos culturais e economia criativa, atuando principalmente nos seguintes temas: negócios, inovação, sustentabilidade e transformação digital, inclusão e diversidade social. Coordenadora pedagógica: Jamile Barboza é mestre em Desenvolvimento e Gestão Social pela Universidade Federal da Bahia, realizou intercâmbio acadêmico e profissional na Universidade Católica de Angola, é especialista em Coordenação Pedagógica pela Universidade Salvador e Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal da Bahia. Psicopedagoga: Daise Rosas é psicóloga, Mestre em Educação, Doutoranda em Psicologia, Psicopedagoga, moderadora de negócios e parceira nos encontros ecossistêmicos Ewà Poranga. Diretora geral de ECOWAS Brazil Chamber of Commerce, Moderadora de Negócios Internacionais do Afreaka Brasil Fashion Business. Presidente da REAFRO (RJ) e Conselheira Pedagógica da ENAFRO. Docentes: Alma Kazure Xucuru: Pertencente ao povo Xucuru Ororubá. Multiartista, artista plástica, escritora e cantora. Promove saberes em tingimentos em têxteis, tecelagens diversas, criação de acessórios e cosméticos da floresta. Fundadora da Alma de Xonsé, a beleza que cura. É Juremeira, desenvolve produtos e serviços que mantém a floresta em pé, promove autoconhecimento e curas a partir da ciência verde através de medicinas da floresta feitas a partir do conhecimento ancestral da árvore/entidade Jurema Sagrada, em especial, entre outras ervas. Júlia Muniz de Souza é uma mulher indígena duas vezes, sua ascendência de origem é desconhecida e provém da linhagem paterna de Fortaleza (CE), estado onde vivem 16 povos originários. Na vida adulta foi adotada por uma família Xavante, onde ela recebeu seu nome indígena se tornando Julia Otomorinhori'õ Xavante e a missão de cacicado em caso do falecimento de sua irmã Xavante. Desta forma adotou o pertencimento étnico deste povo, esta história foi contada no livro Guerreiras = M´baima Miliguapy : Mulheres indígenas na cidade, e contribuiu na autoria coletiva do livro Cosmovisões X Moda, qual é a sua tendência? Contribuições para uma moda étnica e ética. É militante e professora, estimulando em experiências cotidianas seus alunos aos trabalhos de arte sob concepção das mais diversas etnias originárias brasileiras, tornando-se grande divulgadora das culturas indígenas em escolas da rede pública e ainda em cursos de especialização na Universidade Indígena Pluriétnica Aldeia Marakan´à (UIPAM) e na Ewà Poranga, em suas aulas de artes visuais e de etnologia. Kaká Portilho é designer de moda, internacionalista, especialista em Neurociência e física em consciência, doutoranda do curso de Antropologia Social. Fundadora do Instituto Hoju. Coordenadora do Centro de Altos Estudos e Pesquisas Afro Pindoramicas e do PPMAEE da Univerkizazi/UKAY. Consultora em ESG, Equidade Racial e Desenvolvimento Econômico Sustentável - Economia Ecológica ou Economia Matriarcal. Fundadora da Sociedade Matriarcado Afreekano no Brasil, Co-Fundadora do Afreaka Brasil Fashion Business. Muideen Adekunle Adegoke: Nascido na cidade de Ọ̀yọ́ na Nigéria, professor da língua e cultura Yorùbá. Sacerdote do culto tradicional ìsèselàgbà Ifábùkólá. Vive entre Nigéria e Brasil, leciona em instituições de ensino nas temáticas, arte, moda, cultura e linguagem. No Brasil, lecionou na escola Ewá Poranga e no Instituto Hoju. Aboua Kumassi Koffi Blaise: Nascido e formado em Licenciatura Espanhol na Costa do Marfim, é mestre e doutor pela USP-SP. Traditerapeuta da espiritualidade africana tem se dedicado à introdução no Brasil da ciência milenar do Laturu-Ifa Bambara, uma das vertentes mais genuína da Geomancia Africana. Atualmente é Pós-doutorando na Universidade Federal de Sergipe pelo Departamento de História no programa ProfHistória dentro do projeto África no Brasil tecendo redes de solidariedade. Lecionou na Escola Ewà poranga e IED SP facilitando temáticas relacionadas a moda e design africano na contemporaneidade e arte têxtil da Costa do Marfim. Acessibilidade Cristiane Mayworm é mãe de adulto com autismo (TEA). Articuladora de interseccionalidades da DE&I em espaços plurais. Fundadora/CEO da Consultoria Tudo Sobre Inclusão. Presta consultoria, palestras e workshops para organizações, varejo e atendimento ao cliente diverso. Especialista em comunicação acessível, Acessibilidade em eventos, projetos culturais e sociais, Audiodescritora para grandes eventos de moda como as semanas de moda BEFW, SPFW e Senac Moda. Comunicação Giselly Horta: Graduada em Moda com Mestrado em Antropologia e doutoranda em comunicação. Desenvolve pesquisas voltadas para produção e consumo de moda e sustentabilidade. Pesquisadora de moda, gestão e geração de conteúdo para mídias sociais de negócios em moda e gestão de comunidade. Júlia Maria Ferreira de Castro, nascida em 10/08/1976 na cidade de Brasília, Distrito Federal. Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário do Distrito Federal-UDF e especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade de Brasília-UNB. Certificada em cursos na área de Educação Corporativa e Educação a Distância. Possui experiência em atividades-meio em Agências Reguladoras (ANVISA e ANCINE) e na Presidência da República. Em 2022, certifica-se Gestora de Tráfego. Possui cursos na área de Tráfego Pago e Marketing Digital e experiência em empresas de arquitetura, turismo e eventos. Atualmente, é sócia-proprietária da Duaz Agência, especializada em acervo midiático, marketing de conteúdo e tráfego pago. Áreas de atuação da agência: música, arte e moda. Priscila Cardoso: Faz gestão e consultoria de negócios para micro e pequenas empresas com foco em Comunicação, Branding, Naming, Marketing Digital e Planejamento Estratégico. É pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada e graduada em Negócios da Moda com ênfase em Marketing. É CEO da Limmão.Co agência de marketing digital, formada por uma equipe feminina e racializada. Secretariado Amanda Grutzmann Menezes: Graduada em Secretariado Executivo Trilíngue desde 2022, atua há mais de 7 anos como secretária. Já atendeu a superintendência de uma grande associação, escritórios de advocacia e hoje atua como assessora de profissionais liberais com o objetivo de atender às suas demandas, tornando a rotina de trabalho do empresário menos burocrática e mais leve. Participante de projetos culturais e sustentáveis, a fim de zelar pela organização e confidencialidade.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.