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PRONAC 2416900Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DIN DOWN DOWN: GESTO, RITMO E LUZ

ARTE DA POSSIBILIDADE
Solicitado
R$ 1,70 mi
Aprovado
R$ 1,70 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Capoeira: Apresentação de Dança ou Ação Educativa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Niterói Rio de Janeiro

Resumo

O projeto DIN DOWN DOWN: Gesto, Ritmo e Luz é uma iniciativa inclusiva que propõe uma escola livre de artes voltada para pessoas com deficiência (PcDs) e seus familiares. Essa escola abrange a realização de 04 oficinas (01 oficina de capoeira, 01 oficina de música, 01 oficina de dança e 01 oficina de fotografia) culminando em 04 apresentações artísticas integradas que celebram a expressão e a diversidade cultural, com foco na valorização da cultura afro-brasileira.

Sinopse

ROTEIRO APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA DIN DOWN DOWN CELEBRANDO A DIVERSIDADE Cena 1 Um vídeo curta-metragem mostrando pessoas com deficiência em diferentes atividades do cotidiano, enfatizando a superação e a alegria de viver. Cena 2 Um músico faz uma apresentação musical instrumental suave, criando um ambiente acolhedor. Cena 3 Uma pessoa com deficiência ou um aliado da causa faz uma breve introdução sobre o evento e a importância da inclusão. Cena 4 Um grupo de capoeiristas com e sem deficiência entra tocando e cantando e realizando movimentos e gingados, mostrando a força, a agilidade e a beleza da capoeira para todos. Cena 5 Os capoeiristas convidam o público para interagir na roda. Cena 6 Um coral formado por pessoas com e sem deficiência interpretando canções de diferentes estilos, demonstra a beleza da música e a união dos vozes. No repertório, músicas conhecidas e populares, além de canções que valorizem a diversidade e a inclusão. Cena 7 Um grupo de dança contemporânea com e sem deficiência realiza uma coreografia que expresse a liberdade de movimento, a criatividade e a emoção. Cena 8 Ao fim da apresentação da dança, o público é levado ao ambiente da exposição de fotografias, retratando a vida cotidiana de pessoas com deficiência, seus sonhos, suas conquistas e suas relações com o mundo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover a inclusão e valorização de pessoas com deficiência (PcDs) por meio da arte e da cultura, fortalecendo o sentido de pertencimento e participação social em atividades culturais que dialogam com a diversidade e a expressão. Inspirar o reconhecimento da cultura afro-brasileira e das linguagens artísticas como canais de construção de identidade, superação e cidadania plena para PcDs e seus familiares. Fomentar a multiplicação de saberes e a construção de uma comunidade mais acolhedora e sensível às necessidades da pessoa com deficiência, pautando-se na acessibilidade e no respeito à pluralidade cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer 04 cursos artísticos regulares (capoeira, música, dança e fotografia), totalizando 120 vagas (30 vagas por curso) ao longo de 10 meses de atividades. Realizar 04 apresentações públicas da roda de capoeira do Grupo DIN DOWN DOWN, atingindo um público total estimado de 4.000 pessoas (1.000 por apresentação) nas datas comemorativas ligadas aos direitos da PcD. Ofertar de 30 a 40 aulas de capoeira ao longo de 10 meses, promovendo a integração e o desenvolvimento motor e social dos participantes. Ofertar de 30 a 40 aulas de música com foco na experimentação rítmica, canto coral e uso de instrumentos musicais ligados à capoeira, promovendo a cooperação e o fortalecimento de laços entre PcDs e seus familiares. Ofertar de 30 a 40 aulas de dança que ampliem a expressão corporal e a autoconfiança dos participantes, incentivando a superação de barreiras pessoais e sociais. Ofertar de 30 a 40 aulas de fotografia que estimulem a criatividade, o senso estético e o autoconhecimento, incentivando as PcDs a explorar o mundo visual como forma de expressão e construção de identidade. Criar e implementar uma campanha de divulgação que alcance ao menos 10.000 pessoas através de mídias sociais, imprensa e redes de apoio para promover o projeto e conscientizar sobre a inclusão e acessibilidade. Engajar ao menos 10 familiares dos participantes nas atividades, promovendo o fortalecimento dos vínculos familiares e a participação em experiências colaborativas. Por meio de fotografia e vídeo, promover o registro das atividades e apresentações do projeto, gerando 01 acervo documental para futuras publicações e estudos sobre arte inclusiva. Formar 01 equipe composta por no mínimo 20 profissionais das áreas de cultura e inclusão, incluindo coordenadores, instrutores e mediadores, assegurando a qualidade e a continuidade das ações do projeto. Estabelecer parcerias com pelo menos 05 instituições e organizações voltadas à inclusão e cultura, fortalecendo a rede de apoio ao projeto e promovendo a sustentabilidade das ações voltadas à PcD. Realizar 01 pesquisa de satisfação com os participantes e familiares ao final do projeto, buscando avaliar a efetividade das ações e coletar sugestões para o aprimoramento das atividades.

Justificativa

Historicamente, a exclusão das PcDs nos âmbitos social e cultural é uma realidade que persiste no Brasil. Ainda que o país tenha avançado em políticas públicas de acessibilidade e inclusão, há uma lacuna significativa no que se refere ao acesso da PcD à produção e fruição cultural de maneira regular e continuada. Esse quadro é agravado pela escassez de iniciativas que integrem familiares e comunidades locais, promovendo a inclusão da PcD como agente cultural e social ativo. Esse contexto motivou a criação do DIN DOWN DOWN, que, ao longo de mais de duas décadas, tem promovido ações educativas e culturais em parceria com a APAE/Niterói e outras instituições de ensino, demonstrando impacto positivo em indivíduos e coletivos e revelando a capoeira como uma linguagem potente de socialização e desenvolvimento das PcDs. Atualmente, o cenário cultural e educacional enfrenta novos desafios com as transformações digitais e o crescente movimento por inclusão, diversidade e acessibilidade. Esses são elementos determinantes para o fortalecimento das relações comunitárias e para a valorização da pluralidade social brasileira. Em sintonia com esses valores, o DIN DOWN DOWN: GESTO, RITMO E LUZ oferece não apenas uma formação técnica em linguagens artísticas, mas um espaço onde as PcDs e suas famílias podem desenvolver um senso ampliado de cidadania e identidade cultural. A participação em atividades culturais, para além dos aspectos terapêuticos, permite às PcDs expandirem sua autopercepção, ocuparem espaços públicos e se expressarem de forma plena e autônoma. Nesse sentido, o projeto preenche uma lacuna, tanto no âmbito das práticas inclusivas quanto no de políticas culturais. Conforme estabelecido pela Lei 8.313/1991, que institui o PRONAC, este projeto propõe o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais como via para seu financiamento e execução. A Lei 8.313/1991, no Artigo 1º, inciso I, visa a promoção do desenvolvimento cultural do país, e no inciso II, busca a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira. O DIN DOWN DOWN se enquadra nesses incisos ao valorizar a cultura afro-brasileira e ao promover a inclusão cultural das PcDs e suas famílias, grupo que historicamente enfrenta desafios significativos de participação e expressão na sociedade. O Artigo 3º da mesma lei orienta que os projetos incentivados pelo PRONAC tenham como objetivo a democratização do acesso aos bens culturais, o que se alinha perfeitamente com os propósitos do DIN DOWN DOWN. O projeto atinge diretamente o objetivo do inciso II, que versa sobre a "proteção das expressões culturais afro-brasileiras" ao integrar a capoeira como prática educativa para PcDs, promovendo o reconhecimento e a valorização das raízes culturais afrodescendentes. Adicionalmente, o objetivo de formação e capacitação de PcDs no campo artístico está em conformidade com o inciso III do Art. 3º, que incentiva "a ampliação do acesso dos brasileiros aos bens culturais". Além disso, o inciso IV, que visa "a promoção e difusão de bens culturais de valor universal", se concretiza no DIN DOWN DOWN ao proporcionar uma vivência cultural que não apenas impacta os participantes diretos, mas também as comunidades em que eles estão inseridos, promovendo uma mudança de perspectiva e maior inclusão. No cenário atual, torna-se imperativa a mobilização de mecanismos de incentivo fiscal para garantir que iniciativas de inclusão cultural, como o DIN DOWN DOWN, sejam financeiramente viáveis e alcancem a máxima eficácia. A execução do projeto depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, sem o qual seria inviável atender de maneira satisfatória a demanda por inclusão cultural. O uso deste incentivo não apenas permite a sustentabilidade do projeto, mas legitima o investimento público em ações culturais e educativas que proporcionam transformações concretas e positivas na sociedade. Dessa forma, o DIN DOWN DOWN não representa apenas um programa de formação, mas uma ação que corrobora os esforços do poder público em garantir cidadania e inclusão para todos os brasileiros. Ao apoiar este projeto, o poder público reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a garantia de direitos culturais para todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou intelectuais. Além de promover a inclusão de PcDs na produção artística, o DIN DOWN DOWN: GESTO, RITMO E LUZ contribui para a sensibilização da sociedade sobre as necessidades e potências desse público, incentivando o respeito à diversidade e fortalecendo a cultura afro-brasileira e suas múltiplas linguagens. O projeto também busca a promoção da responsabilidade social e impacto positivo a partir da inclusão cultural de pessoas com deficiência (PcDs), em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A iniciativa alinha-se a diversos ODS, dentre os quais se destacam: ODS 10 - Redução das Desigualdades: Um dos objetivos centrais de DIN DOWN DOWN é reduzir as desigualdades ao proporcionar o acesso à cultura e à expressão artística para PcDs, público historicamente excluído da participação social e cultural. O projeto enfatiza a importância de espaços inclusivos, onde PcDs podem se expressar, adquirir autonomia e, ao mesmo tempo, valorizar suas raízes culturais e a identidade afro-brasileira. Assim, contribui para uma sociedade mais justa, onde todos têm a oportunidade de compartilhar suas vozes e talentos. ODS 3 - Saúde e Bem-Estar: A inclusão em atividades culturais melhora o bem-estar físico e mental dos participantes. A prática regular de capoeira e dança, por exemplo, estimula a saúde física, coordenação motora e autoconfiança. Além disso, o ambiente acolhedor e comunitário das oficinas promove um suporte emocional importante, impactando positivamente na autoestima e nas relações interpessoais. O apoio psicológico oferecido pelo projeto reforça a saúde mental dos envolvidos, promovendo um espaço seguro e estimulante para PcDs e suas famílias. ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes: Por meio do desenvolvimento de políticas de acessibilidade atitudinal e da sensibilização de profissionais e público em geral, o projeto combate barreiras de preconceito e capacitismo, promovendo uma mudança cultural. DIN DOWN DOWN busca contribuir para uma sociedade mais pacífica, onde o respeito aos direitos de PcDs seja amplamente praticado, com o apoio de organizações e instituições que favoreçam a inclusão social e cultural. O envolvimento da comunidade é um dos pilares do projeto, que organiza oficinas itinerantes e eventos abertos em praças e centros culturais de fácil acesso. Esses eventos promovem a inclusão e ajudam a construir uma comunidade mais acolhedora e respeitosa. Ao democratizar o acesso à arte e à cultura, DIN DOWN DOWN amplia o diálogo entre PcDs, familiares e a comunidade em geral, promovendo uma troca de experiências e fortalecendo a coesão social. A participação dos familiares também é fundamental para a autonomia social das PcDs. As oficinas de música, dança e fotografia são planejadas para incluir familiares, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo um ambiente colaborativo. Esses momentos compartilhados incentivam os familiares a apoiar as PcDs em suas atividades culturais, construindo uma rede de apoio que contribui para a autonomia e o bem-estar dos participantes. A autonomia social é estimulada ao longo das oficinas, que incentivam as PcDs a tomarem decisões, expressarem preferências e superarem desafios, promovendo o autoconhecimento e a capacidade de adaptação. O apoio psicológico oferecido pelo projeto reforça a saúde mental e emocional dos participantes, auxiliando-os na superação de barreiras pessoais e na construção de uma visão positiva de si mesmos. Esse apoio também inclui encontros com assistentes sociais, que monitoram o bem-estar dos participantes e proporcionam orientações e suporte adicionais.

Estratégia de execução

Não há outras informações.

Especificação técnica

I [ OFICINA DE CAPOEIRA (Plano Pedagógico) ] Competências a desenvolver: Desenvolvimento físico (força, flexibilidade e coordenação). Conhecimento histórico e cultural da capoeira. Melhoria na autoestima e nas habilidades sociais dos participantes. Este plano pedagógico é flexível e pode ser adaptado conforme a necessidade e o perfil dos alunos, promovendo uma experiência enriquecedora e educativa para todos. Ementa: História da capoeira — origem, evolução e sua importância cultural no Brasil. Atividade Prática: Dinâmica de apresentação, alongamento, exercícios de aquecimento e introdução ao "ginga. Explicação sobre a importância da "ginga" e sua função estratégica. Atividade Prática: Prática da "ginga", "esquiva" e movimentos básicos como "negativa" e "au". O significado dos golpes na capoeira e sua relação com a dança e o jogo. Atividade Prática: Ensino de golpes básicos, como "meia-lua de frente", "armada" e "benção”. A importância da defesa e da esquiva na capoeira. Atividade Prática: Prática de movimentos de defesa, como "esquiva lateral", "rolê" e "cocorinha". Introdução aos instrumentos e cantos da capoeira — berimbau, pandeiro, atabaque e agogô. Atividade Prática: Prática de cantos e palmas, introdução ao toque de berimbau. Explicação sobre a criação de sequências de movimentos. Atividade Prática: Prática de sequências básicas, combinando ataques e defesas. O significado da roda e suas regras básicas. Atividade Prática: Simulação de uma roda, com todos os participantes entrando e jogando. Análise das letras das músicas e sua relação com a história da capoeira. Atividade Prática: Aprendizado de cantos tradicionais e prática de instrumentos. Explicação sobre o uso de acrobacias na capoeira. Atividade Prática: Prática de movimentos como "macaco", "au sem mão" e "pulo do gato". Preparação para a roda final, com revisão dos fundamentos e movimentos aprendidos. Atividade Prática: Treino intensivo de sequências, canto e ritmo. Feedback individual e em grupo sobre o desenvolvimento dos alunos. Atividade Prática: Simulação de uma roda completa com todos os elementos. Reflexão sobre o aprendizado e o crescimento pessoal dos participantes. Atividade Prática: Roda de capoeira aberta para todos os alunos, familiares e convidados. II [ OFICINA DE MÚSICA (Plano Pedagógico) ] Competências a desenvolver: Desenvolvimento da percepção musical, coordenação e senso rítmico. Conhecimento ampliado sobre a diversidade musical brasileira. Melhoria na autoestima e habilidades sociais dos participantes. Experiência prática de tocar instrumentos e se apresentar em público. Este plano pedagógico visa proporcionar uma experiência rica e significativa, valorizando a cultura brasileira e incentivando a expressão artística através da música. Ementa: Breve história da música brasileira, focando na diversidade de estilos e influências africanas, indígenas e europeias. Atividade Prática: Dinâmica de apresentação usando palmas e instrumentos de percussão simples, como agogô e tambor. Apresentação dos principais instrumentos de percussão: tambor, pandeiro, atabaque, agogô e reco-reco. Atividade Prática: Exercícios de ritmo utilizando os instrumentos apresentados, com foco em coordenação e percepção rítmica. Origem e história do samba, explorando sua importância cultural e social no Brasil. Atividade Prática: Prática de batidas simples de samba no pandeiro e experimentação de diferentes variações rítmicas. História do maracatu, sua origem africana e sua conexão com a cultura dos quilombos. Atividade Prática: Prática de instrumentos típicos do maracatu, como alfaia e gonguê, e aprendizado de um canto tradicional. A importância da música na capoeira e os diferentes tipos de cantos (ladainha, corrido e chula). Atividade Prática: Aprendizado de cantos tradicionais de capoeira e prática de toque de berimbau. Introdução ao forró e seus subgêneros (xote, baião e arrasta-pé). Atividade Prática: Prática de ritmo com triângulo, zabumba e sanfona (ou teclado simulando sanfona). A importância da improvisação na música popular brasileira. Atividade Prática: Exercícios de improvisação rítmica e melódica em grupo, utilizando instrumentos de percussão e canto. Planejamento e organização de uma apresentação musical, escolhendo repertório e distribuindo funções. Atividade Prática: Ensaios das músicas escolhidas, com foco em ritmo, harmonia e melodia. Feedback coletivo sobre a performance dos alunos e ajustes finais. Atividade Prática: Ensaios completos, simulando a apresentação final, com prática de entrada e saída de palco. Reflexão sobre o processo de aprendizagem e compartilhamento de experiências. Atividade Prática: Apresentação aberta para familiares e amigos, com exibição do repertório trabalhado na oficina. III [ OFICINA DE DANÇA (Plano Pedagógico) ] Competências a desenvolver: Desenvolver maior consciência corporal e domínio técnico. Ampliar suas habilidades de improvisação e composição coreográfica. Ganhar confiança para expressar-se artisticamente através do movimento. Concluir a oficina com uma apresentação de uma peça coreográfica criada em grupo. Ementa: História e Fundamentos da Dança Contemporânea. Breve introdução à evolução da dança contemporânea e suas principais influências. Características e técnicas fundamentais. Consciência Corporal e Alongamento. Práticas de alongamento e fortalecimento muscular. Exercícios de percepção corporal e alinhamento postural. Técnicas de Movimento. Exploração de técnicas como contração, liberação, quedas e rolamentos. Qualidades de movimento (leveza, fluidez, impacto, peso). Improvisação e Criação. Técnicas de improvisação baseadas em estímulos musicais, visuais e emocionais. Exploração de temas como contraste, repetição e variação. Composição Coreográfica. Criação de frases de movimento e pequenas sequências coreográficas. Estruturação e organização de ideias para a construção de uma peça. Prática de Grupo e Performance. Trabalho coletivo para criação de uma coreografia em grupo. Apresentação e avaliação da performance. IV [ OFICINA DE FOTOGRAFIA (Plano Pedagógico) ] Ementa: Introdução à Fotografia e História. Breve história da fotografia e suas transformações ao longo do tempo. Principais estilos e fotógrafos influentes. Exposição: abertura (f/stop), ISO e velocidade do obturador. Modos de captura (manual, automático, prioridade de abertura e velocidade). Regras de composição: regra dos terços, linhas de condução, simetria, enquadramento. Elementos visuais: cor, textura, padrão e perspectiva. Luz natural e artificial: direção, qualidade e temperatura de cor. Uso criativo da luz e sombras para criar efeitos e atmosferas. Fotografia de Retrato Técnicas de direção de modelos, composição e iluminação para retratos. Uso de fundo, poses e expressão facial. Fotografia de Paisagem e Urbana. Técnicas para capturar paisagens naturais e ambientes urbanos. Uso da perspectiva, enquadramento e tempo de exposição. Criação de um projeto fotográfico pessoal. Apresentação e discussão das fotos, com feedback coletivo. Competências a desenvolver: Compreender os conceitos técnicos básicos da fotografia. Desenvolver um olhar fotográfico apurado e a habilidade de compor imagens expressivas. Ganhar confiança na criação e edição de suas próprias fotos. Apresentar um projeto final que reflita o aprendizado e a evolução durante a oficina.

Acessibilidade

O projeto DIN DOWN DOWN: GESTO, RITMO E LUZ tem como princípio a inclusão plena e o respeito aos direitos culturais das pessoas com deficiência (PcDs) e idosos, garantindo o acesso seguro e autônomo a todas as atividades ofertadas. Alinhado à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009) e às legislações nacionais de acessibilidade e proteção aos direitos das PcDs e dos idosos, o plano de acessibilidade do projeto envolve medidas específicas para assegurar condições adequadas de acesso e participação, considerando uma variedade de deficiências e aspectos de acessibilidade. DEFICIÊNCIAS ATENDIDAS Para efetivar o livre acesso e a participação ativa no projeto, as medidas contemplarão as seguintes deficiências: Deficiência física e mobilidade reduzida – Serão adotadas adaptações de espaço (ou seleção de espaços já devidamente adaptados), livre circulação e equipamentos adaptados, garantindo o acesso pleno de pessoas com deficiência motora, tanto em cadeiras de rodas quanto com mobilidade reduzida; Deficiência visual – O projeto incluirá adaptações sensoriais, com materiais e ambientes preparados para acolher pessoas com baixa visão ou cegas, com foco em acessibilidade tátil e sonora; Deficiência auditiva – Serão incorporados recursos que atendam tanto à comunidade surda quanto a pessoas com perda parcial de audição, incluindo comunicação em Libras e alternativas visuais para informação; Deficiência intelectual – As atividades e as comunicações serão adaptadas para proporcionar um entendimento acessível e inclusivo, promovendo a participação das pessoas com deficiência intelectual de forma independente ou acompanhada, com auxílio de mediadores especializados; Autismo – Espaços e atividades do projeto serão planejados para atender também às necessidades sensoriais específicas de pessoas com transtorno do espectro autista, com medidas que minimizem estímulos excessivos e promovam um ambiente acolhedor, também com auxílio de mediadores especializados. Considerando a variedade de deficiências a serem atendidas, o projeto contempla as seguintes medidas de acessibilidade: QUANTO À ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Todos os profissionais envolvidos no projeto (Equipe de coordenação, instrutores, monitores e demais agentes) participarão de 06 treinamentos sobre acessibilidade atitudinal com atenção ao atendimento e acolhimento de PcDs (sendo 02 gerais – na abertura e encerramento do projeto – e 04 específicos – em diálogo com as linguagens artísticas das oficinas). É objetivo deste treinamento reduzir barreiras atitudinais e preconceitos. Realizaremos campanhas internas e durante os eventos para sensibilizar o público sobre a importância da inclusão, promovendo o respeito e a valorização da diversidade entre todos os participantes. QUANTO À ACESSIBILIDADE FÍSICA O local de realização das atividades deverá ofertar rampas de acesso, garantindo segurança e autonomia para pessoas em cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida. As áreas destinadas às atividades de capoeira, música, dança e fotografia terão espaço adequado para a livre circulação de cadeirantes, com sinalização de percurso e demarcação para áreas específicas de apoio. Quando necessário, serão disponibilizados equipamentos de apoio como cadeiras, suportes ergonômicos e barras de apoio, conforme a atividade a ser realizada. Para a prática de capoeira, a roda será adaptada para permitir a participação de PcDs de forma segura e acessível. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL Durante as apresentações artísticas, contaremos com intérpretes de Libras, além de legendas e materiais visuais de apoio, garantindo que a comunidade surda possa acompanhar e participar ativamente. Para PcDs visuais, será oferecida audiodescrição durante as apresentações artísticas e em atividades que exijam orientação espacial. Quando houver possibilidade, trabalharemos com sinalizações sonoras, facilitando a orientação e o acesso às informações. As comunicações visuais do projeto (folhetos, banners e placas) serão pensadas com fontes grandes e contrastes adequados, possibilitando uma melhor leitura por pessoas com baixa visão. ACESSIBILIDADE DIGITAL O site oficial do projeto será desenvolvido seguindo as diretrizes do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines), com navegação simplificada, compatibilidade com leitores de tela e estrutura que possibilite uma navegação intuitiva e clara. Todos os vídeos e conteúdos audiovisuais publicados no canal da proponente ou no canal do projeto na plataforma youtube contarão com legendas, interpretação em Libras e audiodescrição, atendendo aos diversos perfis de deficiência auditiva e visual. As redes sociais e os canais de comunicação do projeto seguirão práticas de acessibilidade, com descrições detalhadas de imagens e vídeos, permitindo uma comunicação mais efetiva com o público PcD. IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO A implementação das medidas de acessibilidade será monitorada e ajustada conforme as necessidades dos participantes ao longo do projeto. Haverá um coordenador técnico responsável por garantir que todas as adaptações estejam em pleno funcionamento e que as necessidades específicas dos participantes sejam atendidas, contando com apoio de mediadores especializados, que serão acionados a atender nosso público, garantindo uma plena integração nas ações.

Democratização do acesso

O projeto DIN DOWN DOWN: GESTO, RITMO E LUZ é concebido para garantir que as atividades culturais sejam amplamente acessíveis e inclusivas, especialmente para as pessoas com deficiência (PcDs), seus familiares e a comunidade local de Niterói e regiões adjacentes. A estratégia de democratização do acesso abrange a realização de oficinas e apresentações artísticas totalmente gratuitas e a ampliação do acesso por meio de parcerias institucionais e de divulgação em canais que alcancem públicos diversos. Este plano visa não apenas a inclusão social, mas também a sensibilização do público para a importância da cultura como direito universal. Nosso público principal são PcDs de diferentes idades e familiares de PcDs. Será prioritária para pessoas em situação de vulnerabilidade social, com ênfase nas PcDs e em seus familiares, a distribuição das vagas nas oficinas, bem como dos ingressos nas apresentações artísticas (neste caso, quando se tratar de espaço fechado, haja vista que daremos sempre prioridade a apresentações artísticas em praças e equipamentos culturais públicos). A primeira etapa das medidas de democratização do acesso envolve uma ampla campanha de divulgação nas redes sociais, plataformas de comunicação digital e veículos de imprensa local. O objetivo é informar a população sobre o projeto e o processo de distribuição de vagas nas oficinas da escola livre, incentivando especialmente o público-alvo prioritário (PcDs e seus familiares) a se inscrever para os ingressos gratuitos. Um formulário online e pontos de inscrição em instituições parceiras facilitarão o cadastro e a matrícula, bem como a ação de busca ativa em instituições que atendam PcDs. Para garantir que as atividades e produtos do projeto estejam disponíveis para um público mais amplo, serão implementadas as seguintes ações de ampliação do acesso: Registro e publicação das Apresentações – As apresentações artísticas serão registradas ao vivo, editadas e publicadas no canal da proponente e/ou do projeto, de modo a ampliar o alcance das proposições das atividades para pessoas que não possam comparecer presencialmente. Além das atividades centrais do projeto (as aulas nas oficinas e apresentações artísticas), realizaremos a cada 02 meses uma oficina itinerante em espaço comunitário, ampliando o acesso a regiões periféricas e comunidades que possam ter dificuldade de acesso ao local principal das atividades. Essas oficinas terão caráter introdutório, apresentando aos participantes um panorama das linguagens artísticas abordadas no projeto e permitindo que se sintam incluídos na proposta.

Ficha técnica

Mestre Bujão (David Nascimento Bassous, fundador da Instituição) Coordenação Geral Nascido na cidade de Niterói-RJ em maio de 1964, David Nascimento Bassous, conhecido no mundo da capoeira e entre os fazedores de cultura como Mestre Bujão, tem a sua trajetória assentada na encruzilhada constituída pela formação acadêmica e pela cultura oral: especialista em Acessibilidade Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense e mestre de capoeira. Como pesquisador fez parte do projeto do IPHAN que elevou a capoeira ao título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e, na FIOCRUZ (Ministério da Saúde) trabalhou vários anos pesquisando as temáticas da arte, comunicação e saúde, além disso, foi reconhecido pelo Ministério da Cultura como Griô. Atualmente é pesquisador no doutorado em Ciência, Tecnologia e Inclusão do PGCTIn - UFF e militante na área de acessibilidade e inclusão. Desde o início da década de 90 iniciou o ensino de capoeira para crianças com HIV institucionalizadas e para pessoas com deficiência, estas ações culminaram com a fundação do Instituto GINGAS (www.gingas.org.br) e na sistematização do método DIN DOWN DOWN - Construindo Laços com a Família, projeto patrocinado pela Enel e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, dois patrimônios tombados do município de Niterói, que promovem acessibilidade cultural é inclusão para pessoas com deficiência. Atualmente é uma referência em acessibilidade cultural em nível nacional e internacional. Mestre bujão é autista com altas habilidades e superdotação com diagnóstico tardio. Instituto Gingas (Proponente) Coordenação administrativo-financeira O Instituto GINGAS, uma OSC com 21 anos de atuação, implementa projetos inovadores voltados à acessibilidade cultural e inclusão social. Seu projeto de maior impacto, o Din Down Down, em parceria com a APAE/Niterói desde 2008, tornou-se um pilar do Instituto e expandiu em 2023 com o patrocínio da Enel para 12 escolas públicas do Rio de Janeiro e mais recentemente realizou a captação de recursos para o desenvolvimento do projeto Din Down Down junto à OncoClinica Niterói. A excelência do GINGAS e do Din Down Down foi reconhecida com prêmios e, em 2024, foram consagrados como patrimônio cultural imaterial de Niterói. Breno Platais (Breno Platais Brasil Teixeira, dirigente da instituição) Coordenador Cultural Breno Platais, doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal Fluminense. É bacharel em Turismo pela Universidade Federal Fluminense (2010) e possui mestrado em Ecologia de Ecossistemas pela Universidade Vila Velha (2013). Foi Bolsista CNPq no desenvolvimento da pesquisa sobre os baldios, o bem comum e o abandono no Brasil. Atualmente é também diretor e fotógrafo da Organização da Sociedade Civil Gingas - Arte da Possiblidade - OSC sem fins lucrativos focada na acessibilidade cultural da pessoa com deficiência. Tem experiência na área de Ensino Superior, Desenvolvimento Comunitário, Gestão de Centros Culturais, Fotografia e Turismo. Karoll Maia (Karollina Maia da Silva Castro) Coordenadora de Produção Karollina Maia é professora de capoeira e coordenadora técnica do Instituto Gingas, onde atua diretamente em projetos de acessibilidade e inclusão social através da capoeira. Com mais de 3 anos de experiência como agente cultural na área da cultura afro-brasileira, Karollina é também fundadora do Espaço Cultural Palhoça e do projeto social Coração da Capoeira (2014), que atende mais de 60 famílias em áreas de risco no município de São Gonçalo. Especialista em capoeira infantil, desenvolve atividades que integram a cultura afro-brasileira e a educação, promovendo a inclusão social e acessibilidade cultural. Sua atuação é reconhecida em eventos como o Rock in Rio 2024, onde o Instituto Gingas se apresentou em defesa da diversidade e inclusão. Karollina continua sua missão de transformar vidas por meio da capoeira e da arte, com projetos voltados à construção de um mundo mais inclusivo. Rodrigo Hosken (Rodrigo Hosken Mascarenhas) Coordenador técnico Bacharel em Administração de Empresas pela Unifenas - MG (1999). Atua no campo da cultura desde os anos 90, com experiência no bloco carnavalesco Mel, tradicional de Salvador. Autodidata em audiodescrição, realizou o curso de extensão em audiodescrição pela Fundação CECIERJ em 2023. Atualmente trabalha no setor administrativo do Instituto GINGAS, onde contribui para o desenvolvimento e gestão de projetos culturais, com destaque para a acessibilidade cultural.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.