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O projeto Contrarregras, com texto de Ivan Fernandes, consiste na montagem e circulação de espetáculo inédito, que homenageia o teatro brasileiro. Idealizado pelos atores e produtores Saulo Rodrigues e Rodrigo Candelot,traz ao protagonismo essa importante figura do fazer teatral: o contrarregra. O espetáculo vai estrear no Rio de Janeiro, fazendo uma temporada de 2 meses e depois irá circular pelo Norte, Nordeste e Centro Oeste, sempre em teatros públicos. Contrarregras possui equidade de gênero e raça em sua ficha técnica, teráapresentações para um público diverso a preços populares, comtradução de libras para o público PCD, workshops gratuitos e bate papos com a platéia. A classificação indicativa será de 16 anos.
Sob a direção de Fernando Philbert, os atores Saulo Rodrigo e Rodrigo Candelot encenam texto de Ivan Fernandes que traz como protagonistas, ao invés das estrelas dos palcos, seus anônimos técnicos e trabalhadores: os contrarregras. Seu Luiz (Saulo) é um contrarregra que, na antológica montagem de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, dirigida por Ziembinski em 1942, recebe um jovem chamado Alfredo (Rodrigo), procurando emprego. Com a ajuda de Seu Luiz, Alfredo passa a ser também um contrarregra. Juntos, os dois atravessam no palco toda a metade final do século XX, retratando a história do teatro brasileiro através de um ângulo inusitado: os bastidores. Espetáculos antológicos como o Auto da Compadecida, Roda Viva, Navalha na Carne, Hair, entre muitos outros, fazem parte do enredo. A peça passeia entre a comédia e o drama, trazendo momentos cômicos e emocionantes. Classificação Indicativa: 16 anos
OBJETIVO GERAL: Produção, montagem e circulação de espetáculo inédito, com um período de realização de 8 meses, nas regiões Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste a partir de abril de 2025 para um público de várias idades, na maioria jovens e adultos, entre 16 e 65 anos, sem gênero, nem classe social definidos. A obra deve atrair, além do público em geral, artistas, estudantes de teatro, psicologia, letras, amantes da comédia e o público PCD, beneficiado por ações de acessibilidade. Os locais escolhidos devem possuir espaços sem obstáculos físicos e reservas de assentos a cadeirantes. OBJETIVO ESPECÍFICO: Iniciar a trajetória do espetáculo em região e cidade grande consumidora de arte e posteriormente levá-lo a outras cidades e regiões contribuindo para a descentralização dos recursos públicos em cultura. Passaremos, além da região Sudeste, pelas regiões Nordeste, Centro Oeste e Norte, mais especificamente pelas cidades do Rio de Janeiro, Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Cuiabá, Campo Grande, Goiânia, Brasília, Belém, Macapá, Manaus e Tocantins, num total de 60 apresentações, com estreia portanto, no Rio e 1 pré-estréia/ensaio aberto para convidados; alcançar aproximadamente 32.000 espectadores; realizar medidas de impulsionamento à economia criativa, capacitação e estrutura de redes e intercâmbio com a contratação de mão de obra local para compor nossa ficha técnica, além de estagiários e jovens aprendizes, visando estimular o primeiro emprego, contribuir para a geração de empregos e movimentação de renda entre trabalhadores da área, com a contratação de cerca de 50 profissionais, observando a diversidade e equidade de gênero e raça nas contratações; proporcionar contrapartidas sociais, com o oferecimento de oficinas de interpretação, com 3 horas de duração por dia, durante dois dias em cada cidade (Caruaru, Campina Grande, Mossoró, Cuiabá, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belém, Manaus, Macapá e Tocantins), num total de 22 dias, com os atores da peça, além de 20 bate papos com os mesmos; promover ações universalizantes em acessibilidade com a contratação de intérpretes de libras para 20 sessões e ações de democratização de acesso com cotas gratuitas de ingressos para educandos, técnicos teatrais (camareiras, contrarregras, operadores de som e luz, cenotécnicos e outros), povos indígenas, negros, comunidades quilombolas e populações vulneráveis, além de ainda oferecer ingressos gratuitos e a preços populares para grupos, associações, entidades, escolas municipais, CIEPS e outros com vistas à formação de plateia; estimular os cidadãos a terem uma visão crítica da sociedade, através da linguagem teatral e das questões abordadas no espetáculo; disponibilizar mecanismos de contrapartida ambiental e de sustentabilidade com o plantio de mudas de árvores em parcerias com educandos, Ongs, as prefeituras e secretarias de cultura e meio ambiente de Mossoró, Caruaru e Campina Grande, a abolição do ingresso em papel e uso de QR CODE para acesso aos programas, reduzir a zero a utilização de copos plásticos em todo o período de ensaios e de produção, orientar o público que irá às apresentações para utilizar transporte público ou bicicleta, abrindo mão do transporte por carros, reduzir a utilização de materiais impressos e primar pelo uso de materiais com certificação e selagem; ampliar a participação do Ministério da Cultura em ações nacionais de cunho artístico e social, contribuindo assim, para o exercício do acesso à arte, à educação e às manifestações culturais garantidas constitucionalmente e apoiadas pelo órgão.
JUSTIFICATIVA: "Os artistas são as borboletas. Nós somos as mariposas. Nós ficamos nos cantos, nas sombras. Mas é o nosso trabalho aqui que faz as borboletas brilharem lá no palco." (Trecho da fala de Seu Luiz em "Os contrarregras", de Ivan Fernandes) "Contrarregras" é livremente inspirado na história de vida de um empático zelador do curso de Artes cênicas da UNIRIO, que havia sido contrarregra da clássica montagem de "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues, o Seu Luis. Escrito pelo dramaturgo Ivan Fernandes (do premiado infantil "O Pequeno Gênio da Vinci) e dirigido pelo diretor indicado aos prêmios Shell e Bibi Ferreira Fernando Philbert (O escândalo Felipe Dussaert e Tres Mulheres Altas) traz ao protagonismo essa importante figura do fazer teatral: o contrarregra. E assim, dos diretores aos atores, das técnicas manuais à cenografia, dos figurinos aos textos teatrais, o teatro é apresentado sob o ponto de vista de profissionais dos bastidores. O texto foi uma encomenda dos sócios Saulo Rodrigues e Rodrigo Candelot para celebrar 12 anos da Capangas Produções Artísticas e homenagear esses profissionais, heróis anônimos que trabalham nos bastidores das peças teatrais e raramente têm reconhecimento. Na história do teatro brasileiro, artistas, encenadores, cenógrafos, iluminadores e figurinistas marcaram época. Mas quem foram os técnicos que trabalharam nessas montagens, muitas delas, históricas? A obra cita fatos e curiosidades dos bastidores do ofício teatral, inclusive elucidando a metodologia de trabalho desses profissionais. A disciplina, os ensaios, a dedicação e o trabalho em equipe são essenciais para que o espetáculo possa acontecer e proporcionar momentos inesquecíveis ao público. Na história, Seu Luiz, um experiente maestro da contrarregragem na peça de Nelson Rodrigues, recebe Alfredo, um jovem que procura um emprego qualquer e recebe a incumbência de ser seu assistente. Ao longo da peça, Seu Luiz repassa seus conhecimentos do ofício ao jovem aprendiz. Cada vez mais em sintonia, no trabalho e na amizade, sua relação remete à poética comicidade de clássicos como Mazzaropi, "O Gordo e o Magro" e "Chaplin" em diversas cenas. No fim da peça, de aprendiz, Alfredo passa a mestre de outro novato (Lucas), e essa relação evidencia o caráter cíclico do teatro, da vida, dos mestres e aprendizes e do conhecimento. Inclusive se inspira em Beckett, na cena em que os atores esperam a entrada da atriz que não chega. Em tons poéticos, cômicos e dramáticos, o espetáculo faz uma homenagem ao teatro brasileiro, a partir da metade final do século XX. É das coxias que a dupla participa de momentos antológicos como a estreia do "Auto da Compadecida", "Roda Viva", a morte de Cacilda Becker em "Esperando Godot", "Hair", "O Arquiteto e o Imperador da Assíria", "Irma Vap" entre outros. Eles vivenciam as mudanças da nossa sociedade, a história do nosso país, as agitações políticas, a repressão na época da ditadura, o movimento da contracultura e os avanços sociais. A peça resgata ainda importantes personagens, locais e fatos históricos como a efervescência cultural da Cinelândia, os teatros sendo fechados, textos censurados e as passeatas que ocorreram durante a Ditadura, a grande atriz Cacilda Becker enfrentando os militares, o surgimento de artistas como Zé Celso, Gerald Thomas e o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, entre outros. Além disso, "Contrarregras" expõe as principais mudanças estéticas do teatro brasileiro ocorridas ao longo do tempo, a partir de 1940, como a abolição da figura do ponto, o nascimento do teatro brasileiro moderno a partir da encenação de Ziembinsky de "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues, o surgimento do grupo Os comediantes, a importância de Dulcina de Moraes para a cena teatral que surgia, a relevância do espetáculo "Roda Viva" de Chico Buarque numa época de violências institucionais, os textos proibidos de Plínio Marcos, as montagem de Hair, Trate-me Leão, Irma Vap, e "Os miseráveis", evidenciando o profissionalismo e o avanço tecnológico a partir das montagens dos grandes musicais. Seu Luiz e Alfredo dão também testemunhos de todas as dificuldades enfrentadas por quem trabalha com arte neste país. Através deles, o público acompanha os problemas políticos e sociais que o teatro brasileiro enfrentou e ainda enfrenta, bem como os problemas econômicos que atingem a classe artística, como a instabilidade financeira e a dificuldade de envelhecer e se aposentar. Para que o espetáculo não fique restrito à classe teatral, sua linguagem busca aproximar o espectador dos fatos narrados de forma completamente acessível, ensinando e divertindo ao mesmo tempo. "Contrarregras" é poético e faz o público rir e também se emocionar. Para realizar essa montagem contamos com uma equipe com equidade de raça e gênero, especializada, premiada e com protagonismo das minorias nas funções principais. Ele é composta pelo diretor Fernando Philbert, a Diretora de Produção Damiana Inês (mulher preta), da figurinista Karen Brusttolin (mulher), do iluminador Vilma Olos, da cenógrafa Natália Lana (mulher) e do Diretor Musical Marcelo Alonso Neves. A viabilização desse projeto também favorece o alcance das metas institucionais do Plano Nacional de Cultura (PNC) do Ministério da Cultura, promovendo o acesso à arte,`a educação, à cultura, à diversidade cultural e à difusão das linguagens artísticas, além de favorecer a produção do conhecimento e a manutenção de um diálogo permanente com os diversos públicos. Também se faz mister citar a importância de um projeto de alta capilaridade, que pretende circular pelas três regiões do país que sempre foram desfavorecidas pela distribuição de recursos (Norte, Nordeste e Centro-Oeste). Para finalizar, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Estratégia de comunicação do projeto - Contratação de assessoria de Imprensa especializada (temporada rio e turnê centro oeste, norte e nordeste) - Contratação de gestor de mídias sociais - Contratação de coordenador de comunicação - Produção de peças promocionais e de divulgação - Busdoor (2 MESES NO RIO, 15 CARROS - GRUPO ALOHA MÍDIA) - Spots de rádios (RÁDIO POSITIVIDADE, 2 MESES NO RIO) - Anúncios em revista especializada de teatro (2 ANUNCIOS, 1 A CADA MÊS - GUIA DE TEATRO CARIOCA - NO RIO) - Anúncios em jornal de grande circulação (8 ANÚNCIOS NO RIO SHOW - O GLOBO - NO RIO, 2 MESES) - Midia em Banca de Jornal (2 BANCAS, DUAS POR MÊS, NA ZONA SUL DO RIO) - Verba para anúncios e impulsionamentos da peça no Instagram, Facebook, Tik e Tok e Google (TEMPORADA NO RIO E TURNÊ NO NORTE, NORDESTE E CENTRO OESTE) - Anúncios em Eletromidia (2 MESES - Rio) - Realização de entrevistas em rádios e na Internet, concedidas pelos atores, diretor e autor, para divulgação do espetáculo - Divulgação de Flyer virtual, fotos e vídeos dos ensaios - Divulgação através de E-mail marketing e mala direta pela assessoria de imprensa - Divulgação assídua na internet e redes sociais com a criação da hashtag #contrarregras e de página no Instagram e Facebook - É importante salientar que teremos 2 estagiários fazendo parte da produção do projeto em todas as praças das 4 regiões e 1 jovem aprendiz
PRODUTO PRINCIPAL A peça terá duração de cerca de 1:30h e será realizada com os recursos técnicos ora citados no nosso orçamento e disponibilzados pelos espaços de apresentação. PRODUTOS SECUNDÁRIOS As 11 oficinas de interpretação terão duração de cerca de 2 horas cada, para um público de cerca de 20 a 30 pessoas em cada uma, com cotas de vagas para minorias, pessoas lgbtqiapn+ e negros, e terão parte do seu conteúdo gravada e futuramente disponibilizada pelas produção. Alugaremos ainda ônibus e ofereceremos lanche para educandos, assistirem gratuitamente às apresentações nas cidades de Mossoró, Caruaurú e Campina Grande. Realizaremos 20 bate papos com a platéia após as apresentações, com a presença do elenco.
PRODUTO PRINCIPAL - PEÇA DE TEATRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais escolhidos para as apresentações atenderão às demandas de acessibilidade`a pessoas com deficiência, ocorrendo em espaços sem obstáculos físicos e com reservas de assentos a cadeirantes ACESSIBLIDADE DE CONTEÚDO: Visando atender à comunidade surda e ao público PCD, as sessões contarão com intérpretes de libras no Rio de Janeiro em 8 apresentações e nas demais cidades e regiões em 12 apresentações, num total de 20. Além disso, os vídeos de divulgação da peca nas redes socai, serão todos legendados.
- 20 bate papos com a platéia. - 11 oficinas de interpretação gratuita, com duas horas de duração, ministrada pelos atores Rodrigo Candelot e Saulo Rodrigues, durante dois dias em cada cidade (Caruaru, Campina Grande, Mossoró, Cuiabá, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belém, Manaus, Macapá e Tocantins), num total de 22 dias e 44 horas. Teremos cota de vagas para minorias, pessoas lgbtqiapn+ e negros. - Ingressos a preços populares e gratuidade a fim de estimular a formação de platéia a grupos, associações, entidades, escolas municipais, CIEPS e outros. No Rio, firmaremos parceria com associações de formação de platéia como Rocinha, Prosalvi, Gasco, Appae, Eu Faço Cultura e outras. - Em homenagem à temática do nosso espetáculo, distribuiremos uma cota de ingressos para profissionais das áreas técnicas de teatro como contrarregragem, camareiras (os), operadores (as) de luz e som, cenotécnicos (as) e outros (as) em todas as praças. - ônibus e lanche para educandos, acompanhados de um responsável ou parente ou amigo maior de idade, para assistir gratuitamente às apresentações nas cidades de Mossoró, Caruaurú e Campina Grande, acompanhados de uma pessoa da produção local. - Realização de pelo menos 01 (uma) apresentação/ensaio aberto, no Rio de Janeiro, na qual o ingresso será trocado por 1kg de alimento não perecível, que será revertido a instituições carentes. - Lives de divulgação do espetáculo com os atores Rodrigo Candelot e Saulo Rodrigues, uma semana antes da realização do espetáculo em cada praça.
CAPANGAS PRODUÇÕES (DESDE 2012) - Proponente - Coordenação Técnica - "Não Sabe Dublar Não Desce Pro Play" (Bar das Artes/Cine Teatro/Casa Copabacana - 2022/23); “Enrolados, a comédia” (Café Pequeno/Maria Clara Machado/Natalia Timberg/Miguel Falabella - 2017/18/21); “Cemitério das Delicias” (Sesc Tijuca/Natalia Timberg/Cafe Pequeno - 2016/17); Fernando Philbert - Diretor - “O escândalo Felipe Dussaert” (2016), “O que é que ele tem” (2018/2019), “Contos Negreiros do Brasil”(2018), “Três Mulheres Altas” (2022), “Órfãos”(2022), “Gaivotas” (2023), “A inquilina”(2023) etc. Ivan Fernandes - Autor - “Leonardo – o Pequeno Gênio da Vinci”, prêmio Zilka Salaberry (2011). “O Julgamento de Sócrates”, escolhido por Tonico Pereira pra celebrar 50 anos carreira. Saulo Rodrigues - Ator / Proponente - coordenador técnico Cia Os dezequilibrados. “Fala Comigo Como A Chuva E Me Deixa Ouvir”, Tennessee Williams (Prêmio Cesgranrio 2014 melhor Espetáculo); “Copacabana Palace” (Dir. Sérgio Modena e Gustavo Wabner). Rodrigo Candelot – Ator / Proponente - coordenador geral - O Filho do Presidente, direção Marcus Faustini (2017). Produziu, atuou, escreveu e dirigiu “Enrolados a comédia” Lei Aldir Blanc (2021). Damiana Inês - Diretora de Produção - Ponciá – Conceição Evaristo, texto Conceição Evaristo, dramaturgia Renato Farias e direção Tatiana Tiburcio e Renato Farias; O Pequeno Herói Preto, de Junior Dantas e Cristina Moura, direção Cristina Moura e Luiza Loroza. Ganhador do prêmio CBTIJ de 2022, nas categorias Melhor Cenário - Cachalote Mattos e Melhor texto original - Cristina Moura e Junior Dantas (2021/2022/2023). Vilmar Olos -Iluminador - Indicado 16° APTR "CUIDADO COM AS VELHINHAS CARENTES E SOLITÁRIAS; 22° CENYM de Teatro Nacional (2023) com ORFÂOS; 18° APTR com “Como posso não ser Montgomery Clift” Natália Lana- Cenógrafa - "A Cor Púrpura" e "Bibi uma Vida em Musical", dir. Tadeu Aguiar ,"70 e 60 Doc. Musical ", de Frederico Reder e Marcos Nauer. Karen Brustolin- Figurinista - Prêmio Shell “O Grande Sucesso", "O mistério de Irmã Vap", indicada Prêmios Shell, Bibi Ferreira e Aplauso Brasil. Marcelo Alonso Neves - Trilha / Direção Musical - “Diário de Um Louco” (FITA/2023). Indicado APTR2021/2022 “Cuidado Com as Velhinhas Carentes e Solitárias” e Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural 2018 “Dançando no Escuro”.
PROJETO ARQUIVADO.