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PRONAC 2416922Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

II Festival Arubé

Júlia Mendes Garcia
Solicitado
R$ 337,4 mil
Aprovado
R$ 337,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-07-15
Término
2025-12-15
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O "II Festival Arubé - o Molho da Amazônia" reúne diferentes ações educativas e produtos culturais que ampliam o conhecimento sobre a Amazônia e sua divulgação para o Brasil e para o mundo. A segunda edição do Festival acontecerá durante a COP 30, em Belém, e terá shows musicais, exposições de arte, espetáculos de dança, performances, showcookings, oficinas, cursos, além de lançamentos de livros, cartilhas, documentários, programas de TV, e-books e rotas eco-turísticas que apresentem novos rumos para a preservação da maior floresta tropical do planeta. A ideia é promover benefícios culturais e sócio-econômicos para a região através da culinária, do turismo, das artes e da bioeconomia, entre outras ações que tragam retornos para comunidades amazônicas sem oportunidades sólidas de trabalhar a floresta de forma sustentável.

Sinopse

SINOPSECelebrar as múltiplas identidades amazônicas e consolidar uma rede de ações culturais interligadas são os dois objetivos principais do Festival, que pretende também incentivar políticas públicas de conservação da Amazônia e abrir novos horizontes para quem vive e se dedica a cuidar da floresta. Para tanto, acreditamos que a realização da COP 30 em Belém será a oportunidade ideal para apresentar esses produtos e comunidades de forma a esclarecer o mundo da real necessidade de preservação da floresta e os inúmeros retornos que isso pode trazer para a Amazônia, para o Brasil e para o mundo.

Objetivos

Geral: Realizar um grande festival de cultura em Belém, durante a COP 30, envolvendo, música, teatro, dança, performance, audiovisual, artes plásticas, literatura, fotografia, educação, turismo, meio ambiente e muita gastronomia amazônica. Específicos: Desenvolver todo o desenho de produção do festival e fechar contrato com artistas, chefs, músicos, equipe de produção e montagem, fornecedores e participantes em geral.Organizar um plano de divulgação que englobe as mídias mais acessíveis e de maior impacto e alcance como portais de notícia, culinária e cultura, jornais on line e impresso, rádios e revistas digitais e TV.Criar identidade visual, release, todo o material de mídia do projeto e promover uma larga e constante divulgação a nível nacional. Criar conteúdo audiovisual e textual para alimentar os canais, redes e mídias sociais do projeto antes, durante e depois do festival.Realizar 03 cursos sobre produtos típicos da região e muito apreciados internacionalmente: cacau do mato, cogumelos selvagens e tapioca.Promover 05 oficinas de receitas, técnicas e produtos culinários ancestrais indígenas, como arubé, pirarucu, farinha, moquém e avoado.Realizar o Festival durante 02 dias em espaço fechado de Belém para um público mínimo de 05 mil pessoas e com transmissão ao vivo pela internet.Organizar a desprodução do festival, fechar entregas e pagamentos, organizar clipping, entregar relatórios e dossiês e por fim a encerrar a prestação de contas com o patrocinador e o governo federal.

Justificativa

Toda a equipe envolvida no projeto acredita que a COP 30 é o melhor momento da história contemporânea para difusão da cultura amazônica, quando os olhos do mundo se voltam para a floresta e seus produtos e possibilidades. O Festival Arubé será um agregador de sensações, projetos e produtos regionais que podem, de fato, conquistar o Brasil e o mundo. Unindo o momento ideal com os atores sociais em plena atividade não vislumbramos outro resultado senão o sucesso e a amplitude dos produtos amazônicos para outros territórios, e este é o cerne motivacional principal desta ação cultural coletiva. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histo´rico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naço~es; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Bem como nos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; III - preservaça~o e difusa~o do patrimônio arti´stico, cultural e histo´rico, mediante: d) proteça~o do folclore, do artesanato e das tradiço~es populares nacionais; IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos; V - apoio a outras atividades culturais e arti´sticas, mediante:b) contrataça~o de serviços para elaboraça~o de projetos culturais;

Estratégia de execução

Links para conhecer artistas e atrações do evento: Projeto Arubé - https://www.instagram.com/projetoarube/ Documentário - Açaí - Da Cultura Alimentar à Bioeconomia - https://www.youtube.com/watch?v=dyDyQ6XOUKI Marcos Puff - https://www.youtube.com/watch?v=x3G3v381Ot8 Mg Calibre - https://www.youtube.com/watch?v=J5y_FuzMa0E Teaser Sabor Selvagem com Chef Ofir Oliveira - https://www.youtube.com/watch?v=WOMT3x0jIN8&t=2s Marujada - https://www.youtube.com/watch?v=wydIFVbOxQU Balé Folclórico da Amazônia - https://www.youtube.com/watch?v=3pKMKrQm_ww

Especificação técnica

FESTIVAL Show musical “Mani de Urutá” Show musical executado pela Orquestra Arubé inspirado livremente no conto homônimo do escritor bragantino Zito César Pereira sobre o fabulário amazônico em torno da lenda milenar da mandioca entre os índios Tupi que habitavam as margens do Rio Caeté, na região da atual cidade de Bragança do Pará. O show contará a história da mandioca e divulgará os aspectos culturais, históricos e artísticos da Amazônia em torno deste produto que homenageia o símbolo máximo da culinária tradicional do norte do Brasil. Show musical “In Performance” do Trio Manioca Show do Trio Manioca com os músicos MG Calibre (baixo), Marcos Puff (saxofone) e Arythanan Figueiredo (percussão) onde apresentarão músicas autorais baseadas em importantes símbolos culturais amazônicos. Faremos uma viagem musical por ritmos, paisagens, lugares e seres encantados da floresta, de forma a conhecer um pouco mais sobre o imaginário da região através da música. Exposição de fotografia “Amazônias” Uma exposição fotográfica a ser montada em diferentes suportes físicos e digitais (molduras, projeções, telas e instalações) que apresentam um mosaico de paisagens humanas, naturais e urbanas de diversos recantos da floresta amazônica através de seus povos, culturas e territórios. A partir dos olhares de dois renomados e veteranos fotógrafos paraenses, Eduardo Souza e Raimundo Paccó, faremos uma viagem pela Amazônia profunda e as diferentes culturas que nela convivem. Povos tradicionais e originários, caboclos da mata e do asfalto, aldeias milenares, palafitas ribeirinhas, cidades perigosas, entidades urbanas e encantadas, mestiçagem universal. Tudo traduzido em rostos, lugares, símbolos e rituais pouco visitados pelo olhar de quem não vive esta realidade quente, úmida e múltipla dos trópicos sulamericanos. Showcookings “Ver-a-Bóia” Apresentação de produtos e receitas amazônicas tradicionais e contemporâneas executadas pelas boieiras do Ver-o-Peso e chefs de cozinha paraenses que darão uma aula show aberta ao público seguida de degustação dos pratos. Além da feitura das comidas os chefs e boieiras também contarão histórias e curiosidades sobre os ingredientes e suas respectivas origens, de forma a ampliar ainda mais o interesse e o conhecimento do público sobre sua própria realidade e identidade. Performance “Retumbão” Performance de dança e música tradicionais executada pelas capitoas e marujos da Festa da Marujada de Bragança do Pará, que virão especialmente para o festival apresentar este ritual secular e multicultural, tendo em vista as influências amazônicas, européias, africanas e até asiáticas desta festividade que tornou-se um dos maiores símbolos culturais da Amazônia Atlântica paraense. Espetáculo de música e dança “Canto e Encantos da Amazônia” Espetáculo de dança, teatro e música encenado pelo BFAM - Balé Folclórico da Amazônia que apresentará rituais e lendas típicas da região, a partir de encenação, dança, música, artes cênicas, cenografia e projeções audiovisuais cujos temas vem à tona através de cantos e canções tradicionais do cancioneiro regional. Exposição de artes plásticas “Tessumes” A exposição do artista santareno Vitor Matos une pintura, serigrafia e fotografia impressas em diferentes objetos do cotidiano ribeirinho, como remos, cuias e cestos, e faz parte de um trabalho em série desenvolvido pelo artista há mais de 20 anos. Em 2017 o projeto foi inspiração para uma cartilha sobre a cultura tapajônica distribuída em diversas escolas públicas de Santarém. Lançamento dos videoclipes “Guajará Mirim”, “O Canto da Iara” e “Voragem” Lançamento dos videoclipes “Guajará Mirim” (Marcos Puff), “O Canto da Iara” (BFAM) e “Voragem” (Pedro Vianna e Leandro Dias). Os três produtos foram produzidos pela produtora paraense Mekaron Filmes e revelam paisagens, histórias e costumes amazônicos que reforçam o enlace das ações e produtos lançados no festival. “Jantar Amazônico” oferecido pelo chef Ofir Oliveira O jantar é composto de um menu degustação inteiramente amazônico com ingredientes e receitas indígenas originais descobertas e adaptadas pelo chef ao longo de mais de 04 décadas de pesquisa sobre a culinária tradicional e ancestral da floresta. Entre os pratos principais estão o Peixe à Capitoa, o Retumbão, a Caça Falsa, o Tapiocacá e o Filhote ao Molho de Arubé. OFICINAS E CURSOS: Programa de cursos e oficinas de culinária amazônica “Pitadas de Conhecimento” Durante um mês serão ministrados 03 cursos e 05 oficinas de culinária amazônica, para um público de 140 pessoas (20% reservado a PCD’s). Os cursos e oficinas terão carga-horária de 16 horas/aula divididas em dois dias de execução, somando um total de 112 horas de formação. Os cursos e as oficinas estarão interligados e darão uma ampla visão sobre uma das mais ricas e cobiçadas culinárias do planeta. Tudo será explanado por mestres de cultura e chefs de cozinha regionais que apresentarão em detalhes ingredientes, saberes e práticas ancestrais milenares dessa culinária. Serão reveladas técnicas e artefatos indígenas originais e também misturados com outras culturas, traduzindo o que o caldeirão da miscigenação causou na cozinha amazônica.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Realizar o festival em local totalmente adaptado a Pessoas com Deficiência e idosos, como rampas de acesso, banheiros e elevadores adaptados e assentos especiais. Reservar, conforme previsto em Lei, assentos para idosos, pessoas do espectro autista, cadeirantes e PCD´s em geral. Acessibilidade de Conteúdo: Contar com um intérprete de libras para os shows, espetáculos, performances, showcookings, exibições audiovisuais, cursos e oficinas. Contratar monitores expositivos para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Reservar 20 % das vagas dos cursos e oficinas para pessoas com deficiência em geral, no espectro autista e idosos. Realizar ensaios abertos dos shows, espetáculos e performances artísticas e gastronômicas. Fazer transmissão de toda a programação do festival ao vivo pela internet nos canais e redes sociais do projeto.

Ficha técnica

Eduardo Souza (Coordenador Geral): Diretor, roteirista, fotógrafo, escritor e produtor audiovisual com mais de 25 anos de experiência. Produziu e dirigiu curtas, médias e longas metragens documentais e ficcionais. Seus trabalhos mais recentes como diretor e roteirista são as séries "Sabor Selvagem" (2023) e "Na Feira com as Boieiras" (2023), os documentários "Açaí - da Cultura Alimentar à Bioeconomia (2023), "Lendas e Causos do Rio Meruú" (2022), "Círio de Nazaré - 228 Anos de História em Imagens" (2020), "Olhos d'Água - Da Lanterna Mágica ao Cinematographo” (2015); "Carimbó", (2014); "Nação do Futebol", (2014), os videoclipes "Um Milênio de Silêncio" (2021), da banda de hardcore Delinquentes e "Segue o Barco" (2023), do cantor e compositor paraense Nilson Chaves, além do vídeo oficial do centenário do "Paysandu Sport Club" (2014). Fez produção local para produções internacionais na Amazônia, como "Strade d’Acqua" (2009), "Brazil for Beginners" (2010) e "Meu Brasil Não Tem Preço" (2012). Realizou projetos sócio-educativos em escolas públicas, fundações assistenciais e centros comunitários utilizando o cinema como ferramenta de transformação social para jovens da periferia e do interior da Amazônia. É idealizador e coordenador da Mostra de Cinema da Amazônia, evento que vai para sua nona edição e já percorreu 5 países, 20 cidades e exibiu mais de 260 filmes amazônicos na América do Sul e na Europa (França, Alemanha, Portugal, Guiana Francesa e Brasil). Atualmente é coordenador do "Núcleo Mekaron" de roteiros para TV e cinema, das produções audiovisuais do Núcleo Sabor Selvagem, do projeto Amazônia Novos Portugais e do programa Amazonian Connection de intercâmbio cultural entre Brasil e Europa através do audiovisual. É júri do Festival Art&Tur em Portugal, vice-presidente e coordenador de projetos do Instituto Cultural Amazônia Brasil e diretor geral e roteirista da produtora de cinema e vídeo Mekaron Filmes. Júlia Garcia (Produtora Executiva): Presidente do Instituto Cultural Amazônia Brasil e diretora executiva da produtora audiovisual Mekaron Filmes. Trabalha com gerenciamento de projetos culturais há mais de 20 anos como produtora executiva, coordenadora e diretora de produção em projetos que fomentam e promovam a arte e a cultura amazônica no Brasil e no mundo, sempre priorizando o norte do Brasil em todas as suas ações. Produziu as oito edições da Mostra de Cinema da Amazônia em 5 países e 20 cidades na Amazônia e na Europa. Fez produção executiva das séries "Sabor Selvagem" (2023) e "Na Feira com as Boieiras" (2023); dos documentários "Açaí - da Cultura Alimentar à Bioeconomia (2023), "Lendas e Causos do Rio Meruú" (2022), "Círio de Nazaré - 228 Anos de História em Imagens" (2020), "Olhos d'Água - Da Lanterna Mágica ao Cinematographo” (2015); "Carimbó", (2014); "Nação do Futebol", (2014); e do videoclipe "Um Milênio de Silêncio" (2021), da banda de hardcore Delinquentes. Atualmente é produtora executiva do Núcleo Mekaron de produção de roteiros para cinema e TV, do programa Amazônia Novos Portugais, do Núcleo Sabor Selvagem e do projeto Amazonian Connection de intercâmbio cultural entre Amazônia e Europa através do cinema. Chef Ofir Oliveira (Coordenador Gastronômico): O Chef Ofir Oliveira atua há mais de duas décadas na divulgação, valorização e resgate da culinária da Amazônia, a qual tem origem indígena com forte influência africana. Ele também é reconhecido por utilizar a gastronomia como meio de conscientização para a preservação do meio ambiente, uma vez que em seus festivais enfatiza o valor dos produtos advindos de rios e florestas para o preparo de diversas iguarias, ressaltando que ao poluir os rios e ao devastar as florestas, elimina-se a única condição de degustar esses exóticos sabores. Marcos Puff (Coordenador Musical): Marcos Vinícius Rodrigues Cardoso, “Marcos Puff”. Iniciou seus estudos no Clube Musical União Vigiense(1916), aos 11 anos de idade, foi incentivados pelos seus pais na cidade de Vigia de Nazaré (PA) a estudar música no referido clube, seu início musical foi com o profo Paulo Henrique (Vigia), Paulo Coutinho (UFPA). Na região do salgado o mesmo artista atuou em diferentes grupos e coletivos como: Banda 31 de Agosto (1871), Conjuntos de Carimbó, Banda Grupo da Terra e outros grupos Tradicionais como “Bois e Pássaros Juninos”, até sua ida para a cidade de São Paulo aos 17 anos onde estudou com o Profo Demétrio Santos Sax Leader da Jazz Sinfônica (SP) e Nailor Proveta da Banda Mantiqueira(SP), tocou no grupo Ases do Jazz da BASP(SP) onde através de uma seleção passou em 1o lugar para compor a Banda de Música da Base Aérea de São Paulo(BASP). Aos 21 anos retorna para a cidade de Vigia retomando os trabalhos no Clube Musical União Vigiense aos 22 anos de idade é convidado pela superintendente da Fundação Carlos Gomes Glória Caputo para ocupar a cadeira de professor de saxofone no conservatório Carlos Gomes (1994-2007), aos 23 é aprovado em concurso público para professor da escola de música da Universidade federal do Pará (EMUFPA), desde então Marcos Cardoso vem desenvolvendo trabalhos na área de formação técnica do saxofone tendo hoje na maioria os seu ex-alunos, colegas de trabalho e militares de todas as forças armadas. foi 1o clarinete da Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (2006/2008). Já tocou em companhia de artistas regionais, nacionais e internacionais, como: Bilie Blanco, Verequete, Ivan Lins, Hebe Camargo, Guinga, J.J. Jackson (USA), Ian Guest (USA), Arismar e Tiago do Espírito Santo, Toninho Horta, Vadim Klokov (RUSSIA), Mini Paulo, Ney Conceição, Leila Pinheiro, Jane Duboch e outros grandes artístas. Luana Oliveira (Consultora de Turismo): Docente e Pesquisadora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO). Doutora em Turismo e Hotelaria na Universidade do Vale do Itajaí- UNIVALI (2021). Mestre em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Vale do Itajaí- UNIVALI (2009) e Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Pará- UFPA (2005). Os temas de suas pesquisas estão relacionados: ao patrimônio alimentar e gastronomia de Povos Indígenas e demais comunidades tradicionais da Região Amazônica e do Cerrado; e as relações que esses patrimônios e essas gastronomias estabelecem com o turismo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.