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PRONAC 2416923Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AXÉ - Festival da Cultura Negra de Curitiba.

JANINE DOS SANTOS MATHIAS 00064930173
Solicitado
R$ 656,7 mil
Aprovado
R$ 656,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-05-10
Término
2026-02-10
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O Axé é um festival dedicado à valorização e difusão de artistas e expressões artísticas da cultura de matriz africana. Com uma programação diversa, o evento reúne múltiplas linguagens artísticas, promovendo o encontro de artistas, grupos e pesquisadores da cultura negra. O projeto desempenha um papel fundamental na preservação e celebração das manifestações culturais afrodescendentes, impulsionando o mercado local e abrindo portas para a inserção de artistas em diversos circuitos culturais. O festival se desenvolve em dois ciclos principais: o Ciclo de Formação e Empoderamento Comunitário, que oferece programas educativos e artísticos focados em música, dança, artes visuais, artes cênicas e literatura, para fortalecer as comunidades locais; e o Ciclo de Celebração e Compartilhamento Cultural, que envolve apresentações, rodas de conversa e mostras artísticas em um festival realizado em Curitiba, PR.

Sinopse

PRODUTO> FESTIVAL OU FESTA POPULAR Festival artistico com duração minima de 01 dia, com público estimado em 8.000 pessoas. PRODUTO> ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS Espetáculos de artes cenicas (teatro, dança e performance) com duração de 01 hora, durante o Festival, com público estimado em 1.050 pessoas. PRODUTO> APRESENTAÇÃO MUSICAL Espetáculos e performances musicais com duração minima de 01 hora, a serem realziadas durante o Festival, com público estimado em 1.800 pessoas. PRODUTO> CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO Oficinas para jovens e público infantil com duração minima de 01 hora, a serem realizadas durante o Festival, com público estimado em 320 pessoas. Rodas de conversa com profissionais do mercado de cultura negra local/nacional, com duração minima de 02 horas, a serem realizadas durante o Festival, com público estimado em 360 pessoas. PRODUTO> CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Formação do programa educativo para jovens de ascendência africana, com carga horaria de 80h e duração estimada de 3 a 4 meses. Ao final do programa, os participantes realizarão uma apresentação pública no Festival Axé. _______________________________________________________________________________________________________ SOBRE O PROGRAMA EDUCATIVO: O Programa Educativo/Formativo do projeto Axé é projetado para estimular a criatividade e os talentos artísticos de jovens de ascendência africana, proporcionando uma experiência artística completa. Este programa inclui workshops, aulas, palestras e orientação de especialistas que apoiarão as metas das escolas e organizações parceiras, oferecendo aos jovens participantes acesso a recursos e conhecimento especializado. Objetivos do Programa O objetivo central do Programa é promover trocas e colaborações entre artistas da cidade, incentivando a união entre gerações, estilos e linguagens diversas. Destinado a jovens entre 18 e 23 anos de Curitiba e Região Metropolitana, o programa oferece uma base de técnicas variadas, experiências práticas e discussões sobre referências e ideias. Com apoio de tempo e recursos para aprimorar seus trabalhos, esses jovens terão a oportunidade de apresentá-los durante o Festival. _______________________________________________________________________________________________________ SOBRE O PROGRAMA ARTÍSTICO: Programa Artístico - O Festival O Festival será realizado em novembro, em sintonia com o Dia da Consciência Negra (20 de novembro). Tem como meta apresentar e celebrar as manifestações culturais de matriz africana e reforçar sua importância na identidade brasileira contemporânea. Além das apresentações, o evento inclui um fórum onde artistas locais e nacionais podem trocar experiências e compartilhar suas práticas sobre a Arte Negra, promovendo continuidade através de oficinas, apresentações e encontros informais. Curadoria e Programação do Festival A curadoria do Festival é composta por uma equipe de três membros do projeto, responsáveis por: Selecionar artistas convidados, Definir a programação adicional, incluindo iniciativas inscritas pela comunidade, Identificar artistas e projetos locais de relevância para o evento. A programação artística integrará propostas vindas do edital de convocatória pública, com uma seleção de convidados que enriquecerão a experiência do público. _______________________________________________________________________________________________________ CONVOCATÓRIA PUBLICA (EDITAL DE CHAMADA PARA COMPOR A PROGRAMAÇÃO) Convocatória Pública de Iniciativas locais: A convocatória é aberta para pessoas, grupos, coletivos, movimentos e instituições que desejem se apresentar no Festival Axé. Esta segunda edição oferecerá uma programação rica em atividades culturais e socioeducativas para difundir e celebrar a cultura negra. As inscrições estarão abertas até 60 dias antes do evento, por meio de formulário digital nas redes sociais do projeto. Seleção das Atividades A escolha das iniciativas será realizada em conjunto pela curadoria do projeto e pela coordenação educativa, conforme especificado na ficha técnica do projeto. A curadoria avaliará as apresentações com base em critérios de relevância, impacto no público e alinhamento com o tema do Festival. Cronograma do Edital Abertura das inscrições: xx de xx de xxxx Encerramento das inscrições: xx de xx de xxxx Divulgação dos resultados: xx de xx de xxxx Realização do Festival: xx a xx de xx de xxxx

Objetivos

Objetivo Geral: Valorizar e promover a cultura negra no Brasil, garantindo o reconhecimento de suas manifestações artísticas e históricas. A sua finalidade é fomentar a inclusão e a participação ativa de artistas e comunidades de ascendência africana, por meio da exposição, educação e entretenimento do público. Além disso, busca democratizar o acesso à cultura, especialmente em áreas carentes de equipamentos culturais, fortalecendo redes locais, coletivos e artistas, e consolidando o direito à produção e fruição cultural. Objetivos Específicos: Promover um evento de, no mínimo, 1 dia, focado na valorização e difusão da cultura de matriz africana. Realizar uma formação de 80 horas para 15 jovens artistas de Curitiba, culminando em uma apresentação no Festival Axé. Oferecer pelo menos 4 oficinas gratuitas para adolescentes e adultos durante o Festival Axé. Oferecer no mínimo 4 oficinas gratuitas voltadas ao público infantil durante o Festival Axé. Realizar no mínimo 3 rodas de conversa gratuitas voltadas ao público adulto durante o Festival Axé. Promover ao menos 7 performances artísticas visuais em diferentes linguagens e suportes durante o Festival Axé. Realizar no mínimo 6 apresentações musicais durante o Festival Axé. Realizar no mínimo 4 performances musicais durante o Festival Axé. Fomentar a produção local, garantindo que no mínimo 70% do line-up e da equipe técnica seja composta por profissionais de Curitiba e Região Metropolitana. Contratar no mínimo 50% do line-up artístico da cidade de realização do projeto.

Justificativa

A realização do Festival Axé é essencial para a valorização, difusão e preservação da cultura de matriz africana no Brasil, além de ser um importante espaço para o fortalecimento de artistas, coletivos e comunidades que promovem a cultura negra. Este projeto não apenas expõe e educa o público sobre as diversas linguagens artísticas afrodescendentes, mas também contribui significativamente para a inclusão social e a construção de uma identidade cultural mais diversa e inclusiva. Ao proporcionar oportunidades de formação e apresentações artísticas, o festivalcumpre um papel crucial na democratização do acesso à cultura e no fortalecimento de mercados locais e circuitos culturais. Embora todas as organizações artísticas, culturais e científicas trabalhem duro para prosperar, existem desigualdades sistêmicas e estruturais que impactam negativamente as organizações lideradas e focadas em negros, indígenas, e aquelas comunidades historicamente marginalizadas. Reconhecer essas desigualdades e se comprometer a mudar e criar uma distribuição mais equitativa de recursos é um dos compromissos do nosso projeto. Estamos inspirados que, coletivamente, trabalharemos para transformar os sistemas de distribuição de financiamento existentes e desenvolver alternativas que continuarão a apoiar todos os artistas e produtores de cultura e educação do nosso país. Dada a relevância cultural e social do projeto, é fundamental que o Festival Axé faça parte da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), utilizando o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para garantir seu financiamento. A captação de recursos via Lei Rouanet é imprescindível para viabilizar tanto a execução do evento quanto as atividades de formação, garantindo a gratuidade de oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais para o público, principalmente em áreas com menor acesso a recursos culturais. Isso contribuirá para a ampliação do impacto do festival e para a sustentabilidade dos artistas envolvidos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o Festival Axé atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da mesma lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Projeto educativo de contrapartida social O programa educativo em artes do projeto Axé, visa nutrir os sonhos, a criatividade e os talentos artísticos de jovens de ascendência africana. O programa fornecerá uma experiência artística estruturada com workshops, aulas, palestras e orientação de professores especialistas. Esta experiência transformadora será projetada para apoiar os objetivos de nossas escolas e organizações parceiras. Com esse apoio, podemos fornecer recursos e acesso ao conhecimento para os alunos envolvidos no programa. Um dos nossos propósitos é promover o encontro e a troca entre os artistas da cidade. Diferentes gerações, linguagens e estilos em um mesmo espaço em que a criatividade é o pulso. Por isso, pretendemos fomentar um espaço de formação, intercâmbio e prática artística para jovens de 18 a 23 anos que residam em Curitiba e Região metropolitana. O projeto visa apoiar o percurso de novas e novos artistas na cidade, em uma formação que passa por técnicas diversas, experiências práticas, além de muita troca de ideias e referências. Um laboratório vivo, em que jovens artistas têm tempo e recursos, para desenvolver e refinar seus trabalhos, fechando o ciclo dentro de uma apresentação durante o Festival. O programa selecionará até 15 participantes por meio de uma chamada pública para submissão de projetos artísticos. Esta chamada será divulgada com, no mínimo, 30 (trinta) dias de antecedência ao início das atividades. No processo de inscrição, cada candidato deverá fornecer uma breve biografia, um histórico de sua trajetória artística e uma amostra de trabalhos e pesquisas desenvolvidas até o momento. Também será necessário descrever suas expectativas e as habilidades que gostaria de desenvolver no programa. Uma comissão composta pelos professores do programa avaliará os candidatos, selecionando aqueles que melhor atendam aos critérios estabelecidos para o processo seletivo. Critérios de Seleção: Residir na cidade de Curitiba ou na Região Metropolitana;Estar na faixa etária estipulada pelo programa (18 a 23 anos);Atender às ações afirmativas (candidatos autodeclarados negros – pretos e pardos; candidatos autodeclarados transexuais ou travestis), com vagas suplementares para indígenas e pessoas com deficiência (PCD);Ter disponibilidade para participar nos dias e horários estipulados pelo programa;Demonstrar criatividade e originalidade na proposta artística. Locais de Realização / Pontos de Encontro: As atividades do programa serão realizadas presencialmente em dois espaços distintos da cidade, cada um com uma vocação específica para atender às necessidades do projeto: 1.Um centro cultural ou organização social parceira, dedicado a oferecer espaço para oficinas, ensaios, atividades educativas e mentorias de projetos. Este local atua como ponto de encontro e apoio a iniciativas de valorização cultural e social, acolhendo atividades voltadas ao fortalecimento de identidades, convivência comunitária e promoção de diversidade. 2.Um estúdio audiovisual parceiro, ideal para o desenvolvimento de atividades musicais e para a produção de conteúdos audiovisuais, como fotografia e vídeo. Este ambiente oferece estrutura e recursos para treinamentos, gravações e registros, focados no aprimoramento técnico e criativo dos participantes. Período de realização: 5 meses de atividades que precedem o Festival. Número de pessoas atendidas: 1 grupo de até 15 participantes. Público total: 15 pessoas. Frequência dos encontros: Encontros semanais. Carga horária dos encontros: 4 horas semanais. Carga horária total da formação: 80h. Metodologia dos Encontros Partimos do princípio de que a arte atua como um elemento de socialização e um meio essencial para a criação de diálogo. Os encontros ocorrem preferencialmente de forma presencial, com frequência semanal. Nessas atividades, os participantes têm a oportunidade de desenvolver projetos autorais, explorando e expandindo seu repertório de técnicas e linguagens artísticas. As dinâmicas incluem atividades individuais e em pequenos grupos, promovendo o intercâmbio de ideias que estimula novas perspectivas e amplia a visão de mundo dos jovens artistas. O grupo será incentivado a refletir sobre suas escolhas artísticas, repertório, visão de mundo e construção da imagem pessoal.Ao longo dos cinco meses de atividade, os jovens passarão por diversas práticas que favorecerão o desenvolvimento e o refinamento de sua linguagem e trabalho artístico. As práticas e conteúdos de nossos encontros incluem: Caderno de Registro: Os participantes registram seus aprendizados em cadernos pessoais, compartilhando insights com o grupo e realizando exercícios de criação e autoescrita. Rodas de Conversa: Diálogos abertos e sem julgamentos, onde todos têm a oportunidade de expressar suas perspectivas. Experimentação: Espaço para prática ativa, em que as técnicas são selecionadas conforme o perfil e interesse do grupo. Práticas Individuais e Coletivas: Exercícios que incentivam o desenvolvimento tanto pessoal quanto em colaboração com os demais. Formação de Grupos de Trabalho: Organização de equipes para explorar dinâmicas colaborativas. Busca de Identidade, Estilo e Poética Pessoal: Reflexão sobre estilo próprio e construção de uma expressão autêntica. Ateliê de Criação: Um ambiente experimental onde os jovens artistas exploram diferentes linguagens e materiais com liberdade. Desenvolvimento de Apresentação Pessoal: Práticas voltadas para construção de imagem por meio de vídeo e fotografia. Criação de Portfólio e Redes Sociais: Orientações para montar um portfólio e utilizar redes sociais de maneira profissional. Desenvolvimento de Pesquisa e Projetos: Estruturação de ideias e preparação para apresentação final no Festival. Ensaios Coletivos e Individuais: Práticas de aprimoramento técnico e artístico. Materiais Coletivos e Individuais: Disponibilização de recursos que incentivam a criação independente e em grupo. Durante o processo, todos os grupos terão contato com as diversas linguagens do programa, oferecendo uma vivência ampla e exploratória das diferentes áreas abordadas. Em determinado estágio, cada jovem será direcionado a um professor mentor, que orientará na criação e refinamento de sua apresentação para o festival Axé. OBJETIVOS Objetivo geral: Fomentar um espaço de formação, intercâmbio e prática artística para jovens de 18 a 23 anos que residam em Curitiba e Região Metropolitana. Objetivos específicos: Realizar apresentações dos jovens artistas, durante o Festival a ser realizado em novembro; Formar 01 grupo de até 15 jovens cada e oferecer uma formação em artes com carga horária total de 80 horas; Oferecer suporte material para experimentação criativa do grupo; Possibilitar o encontro de jovens advindos de diferentes realidades sociais valorizando assim as diferenças e particularidades de cada indivíduo; Ampliar o repertório de linguagens artísticas dos jovens; Qualificar e Divulgar o trabalho destes jovens artistas; Estimular o desenvolvimento do pensamento critico e percepção estética dos participantes; Ampliar o repertório cultural dos visitantes por meio da socialização da arte. Realizar diversas apresentações (individuais e coletivas) de trabalhos dos jovens atendidos pelo programa, durante o Festival Axé.

Acessibilidade

Acessibilidade Física 1) Visita técnica e recursos de acessibilidade de locomoção: Para garantir a acessibilidade no projeto, as atividades do festival serão realizadas em espaços que atendam à Norma Brasileira de Acessibilidade NBR 9050/2004. Uma visita técnica será conduzida para identificar e mitigar possíveis desconfortos relacionados à comunicação visual, deslocamento e acesso a banheiros e outros serviços. Facilitadores: Banheiros acessíveis: Estarão disponíveis, no mínimo, 04 (quatro) banheiros adaptados. Rampas de acessibilidade: Rampas adaptadas serão instaladas em todos os ambientes com locomoção limitada, garantindo acesso a todos os participantes. 2) Acolhimento: Durante o festival, será oferecido um serviço de acolhimento com a equipe "Posso ajudar?", disponível para responder a dúvidas e atender às necessidades dos participantes. Capacitação da equipe: Serão realizados programas de treinamento para eliminar preconceitos e barreiras atitudinais, capacitando a equipe a agir proativamente em relação às diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo 1) Intérprete de Libras: Durante as apresentações do festival, profissionais intérpretes de Libras estarão disponíveis em revezamento, facilitando a interação e melhorando a experiência dos participantes surdos e com deficiência auditiva. 2) Divulgação acessível: Nas mídias sociais do festival, será utilizada uma linguagem inclusiva, incluindo hashtags como #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas, garantindo que o conteúdo seja acessível às pessoas com deficiência visual. Materiais de comunicação: Serão criadas versões dos materiais com textos acessíveis para pessoas com deficiência visual, utilizando fontes adequadas e elementos visuais para o público com baixa visão. 3) Legenda descritiva: Todos os conteúdos com narração nas mídias sociais do festival terão legenda descritiva, permitindo que o público compreenda plenamente o material apresentado. 4) Audiodescrição: Audiodescrição será oferecida em apresentações e exibições visuais, proporcionando uma experiência inclusiva para participantes com deficiência visual, garantindo que todos possam acessar e apreciar o conteúdo artístico.

Democratização do acesso

O projeto Axé é oferecido de forma totalmente gratuita ao público, garantindo acesso irrestrito à sua extensa programação artística e às atividades formativas. O projeto é dividido em duas etapas de realização: 1) Programa Educativo/Formativo Esta etapa ocorre antes do Festival e se estende por um período de 05 (cinco) meses, proporcionando uma experiência enriquecedora para os participantes. 2) Programa Artístico - O Festival O Festival acontece em um único dia e celebra a cultura da cidade, apresentando todas as iniciativas selecionadas pela curadoria e os resultados do programa educativo. Detalhes das Etapas 1)Programa Educativo/Formativo O programa educativo do projeto Axé visa nutrir os sonhos, a criatividade e os talentos artísticos de jovens de ascendência africana. Ele oferecerá uma experiência estruturada por meio de workshops, aulas, palestras e orientação de professores especializados. O objetivo é apoiar as metas das escolas e organizações parceiras, proporcionando recursos e acesso ao conhecimento para os alunos envolvidos. Um dos principais propósitos é promover o encontro e a troca entre artistas da cidade, criando um espaço onde diferentes gerações, linguagens e estilos possam conviver e colaborar. O projeto focará na formação de jovens de 18 a 23 anos que residam em Curitiba e na Região Metropolitana, oferecendo técnicas diversas, experiências práticas e um ambiente de troca de ideias e referências. Esta abordagem criativa permitirá que os jovens artistas desenvolvam e refinem seus trabalhos, culminando em apresentações durante o Festival. 2)Programa Artístico - O Festival O evento visa apresentar manifestações culturais de matriz africana, fundamentais para a formação da identidade brasileira contemporânea. Além das apresentações artísticas, o festival incluirá um fórum que reunirá artistas locais e nacionais para compartilhar ideias, processos e técnicas sobre a arte negra. Este intercâmbio criativo e formativo estimulará a continuidade dos trabalhos por meio de oficinas, apresentações artísticas e encontros informais. Objetivos Durante o projeto, serão oferecidos gratuitamente: 01 evento com duração minima de 1 dia, focado na valorização e difusão da cultura de matriz africana. 01 programa formativo em artes para até 15 jovens de 18 a 23 anos, com carga horária total de 80 horas. 05 apresentações que compõem a mostra de resultados do programa educativo em artes. 04 oficinas gratuitas para o público adolescente e adulto, com duração de 1h cada. 04 oficinas gratuitas para o público infantil, com duração de 1h cada. 03 rodas de conversa ou bate-papo gratuito para o público adulto, com duração de 2h cada. 07 performances artísticas em diferentes linguagens e suportes durante o Festival, com duração mínima de 30 minutos cada. 06 apresentações musicais, com duração mínima de 1h cada. 04 performances artisticas, com duração de 1h cada. Medidas de Democratização de Acesso As ações de democratização de acesso oferecidas pelo projeto incluem: a) Desenvolvimento de atividades em locais remotos ou em áreas com população de urbanas periféricas (Programa Educativo). b) Facilitação do acesso da população aos bens e serviços gerados pelo projeto, garantindo gratuidade na programação cultural do Festival. c) Disponibilização de registros audiovisuais das atividades na internet, permitindo que um público mais amplo tenha acesso ao conteúdo produzido. d) Oferta de transporte gratuito ao público para participar das atividades do projeto (Programa Educativo). Essas medidas visam promover um ambiente inclusivo, onde a cultura negra é acessível a todos, contribuindo para ofortalecimento da identidade cultural e a valorização das manifestações artísticas de matriz africana.

Ficha técnica

01. Coordenação geral e produção executiva: Flavia Milbratz Idealizadora do projeto Histórias da Floresta, contemplado pela Caixa Cultural em Brasília, Fortaleza, São Paulo, Curitiba e Recife (2023-2024). Formada em Gravura pela Embap e especialista em Gestão de Projetos pela FAE, possui mais de 15 anos de experiência em gestão cultural, incluindo atuação no Sesc PR, Gloriosa Produção Cultural e Clube Curitibano. Parecerista do Ministério da Cultura desde 2019. 02. Coordenação de produção: Tiago Felix Pedri Tiago Felix Pedri é produtor cultural a mais de dez anos, com especializacao em Gestão da Comunicação Organizacional. Foi Coordenador de Projetos de Cultura do Clube Curitibano e coordenador de diversos eventos sociais e culturais. Foi Produtor na SPFW e Amni HotSpot e atualmente atua como produtor de eventos independentes de Curitiba. 03. Idealização e Direção Artisica (do projeto): Janine Mathias Janine Mathias é brasiliense radicada em Curitiba há 12 anos. Cantora, compositora, atriz e empreendedora cultural, a artista é atuante na cena local onde participa de diferentes projetos sociais assumindo o papel dearticuladora de jovens artistas e palestrante. Tem a música como missão ancestral, passeando pelo rap e pelo samba, Janine tambem é proprietaria de uma marca de produtos personalizados: a Ifé . Reconhecida pela sua cadência musical, é filha de sambista e irmã do produtor musical Afrorraga. Já dividiu palco com grandes nomes,como Criolo, Sandra de Sá, Iria Braga, Samba do Compositor Paranaense, Toninho Gerais, As Bahias, Mulamba,Machete Bomb, DJ Donna, DJ Miria Alves, DJ NYAC, Cida Airam, Mãe Orminda, Tássia Reis, Raíssa Fayet, Tuyo,Cortejo Afro. Em 2018 lançou seu primeiro disco com apoio colaborativo intitulado “Dendê”, com produção musical de Eduardo Brechó e Renato Parmi, o disco desenha o retrato da Música Preta Brasileira contemporânea e tem destacado nacionalmente seu trabalho. Em 2021, lançou Devoção, com produção de Rodrigo Campos, disco dedicado à ancestralidade e ao samba. 04. Curadoria (3): Janine Mathias, Jaqueline Fernandes e Rubia Divino Janine Mathias (acima) Jaqueline Fernandes é fundadora do Instituto Afrolatinas e do Festival Latinidades. Jornalista, pesquisadora, produtora e gestora cultural. Especialista em comunicação estratégica, em gestão de políticas públicas culturais e de gênero e raça. Especializanda em Estudos Afro-Latino Americanos e Caribenhos. De 2015 a 2016 foi Subsecretária de Cidadania e Diversidade Cultural, na Secretaria de Cultura do Distrito Federal, onde desenvolveu políticas, programas e projetos estratégicos voltados para a proteção e promoção da cidadania e da diversidade das expressões culturais, tendo como foco grupos historicamente excluídos e em situação de vulnerabilidade. A cantora e compositora Rúbia Divino, com mais de 30 anos de experiência, sendo 10 no cenário musical profissional, explora em seu trabalho temas profundos e ancestrais da negritude. Seu primeiro álbum, "(Afro)ntamento" (2015), marca um momento importante na carreira da artista, que utiliza uma linguagem artística diversa e única, conectando suas raízes ao presente. Em seu álbum ao vivo "TRANSBORDA," produzido pela Showlivre, Rúbia resgata e valoriza a musicalidade negra brasileira, ampliando a representatividade da negritude na MPB. Com uma voz que é porta-voz da diáspora africana no Brasil, ela entende sua missão de não apenas ocupar espaços, mas também de abrir caminhos para futuras gerações, fortalecendo o legado da música preta brasileira. 05. Diretor de arte (do Festival): Rimon Guimarães Artista autodidata multidisciplinar. Iniciou a carreira com produções e colagens de lambe-lambe, passando para pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, vídeos, instalações, performances e áudio. Suas obras dialogam com a urbanização, acessibilidade e mídias contemporâneas, tendo produzido murais coloridos em mais de 27 países, dentre eles Malásia, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Bélgica, Bielorrússia e Síria. 06.Coordenador Pedagógico: Célio Jamaica é Formado em Letras, especialista em Educação Especial Inclusiva; em Arte, Cultura e Educação,Educação a Distância com Ênfase na Formação de Tutores e em Literatura Brasileira. Celio desenvolveu sua carreira como coordenador e facilitador em projetos de educação, responsabilidade social e direitos humanos, com mais de dez anos de experiência. Esteve à frente de projetos de ressocialização de jovens apenados, capacitação de policiais militares em temáticas de direitos humanos, inclusão socioeconômica de mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, entre outros, pelo Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (IDDEHA) durante dez anos. É docente no ensino público e professor convidado de cursos de pós-graduação para a temática de Racismo Estrutural. Na Diverse é coautor e facilitador do treinamento Promoção do respeito e prevenção de práticas discriminatórias no atendimento ao cliente. É escritor e autor de contos e poesias publicadas livros e coletâneas nacionais. Dedica parte de seu tempo como voluntário na promoção da cidadania e inclusão de jovens em periferias da Grande Curitiba, por meio do projeto Litera TU RAP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.