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O projeto CAPOEIRA MÃE prevê atividades práticas de capoeira Angola, Regional e da cultura afro brasileira no período de um ano (2025) no Campus de Educação Integral de Serra Grande para as 14 turmas no período matutino e vespertino , integrando a grade curricular escolar; e processos formativo- pedagógicos sobre o mesmo tema para os professores da rede de ensino. A proposta é a ampliação do trabalho iniciado pela capoeirista Ailime Huckembeck, que desenvolveu práticas de capoeira angola e samba, de forma voluntária, na escola municipal, entre agosto e outubro de 2024. As ações para 2025, ocorrerão de março à dezembro, incluindo aulas semanais de capoeira angola, de Capoeira Regional, de contação de histórias afro-indígenas, de musicalização, de construção de instrumentos, de samba de roda (dança e musicalidade), rodas de capoeira, formação para professores. Será desenvolvido também uma formação complementar em acessibilidade e LIBRAS.
1. AULAS DE CAPOEIRA ANGOLA Serão realizadas aulas de capoeira Angola, atendendo 1 aula por semana de duração de 30 minutos com as 14 turmas previstas no projeto. Serão abordados fundamentos e práticas corporais e de movimentação, sequência, jogo e roda. 2. AULAS DE CAPOEIRA REGIONAL Serão realizadas aulas de capoeira Regional, atendendo 1 aula por semana de duração de 30 minutos com as 14 turmas previstas no projeto. Serão abordados fundamentos e práticas corporais e de movimentação, sequência, jogo e roda. 3. CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E BRINCADEIRAS AFROINDÍGENAS Será um conjunto de brincadeiras e histórias passadas de forma oral, inspiradas em pesquisas feitas em comunidades tradicionais e de referência afro indigena, conectando também o universo da capoeira.As contações de histórias trazem o universo local de pessoas que vivem a capoeira diariamente, como parte do seu modo de viver. Nesse trabalho específico ė onde encontramos a prática da capoeira como experiência lúdica que integra a comunidade.Já as brincadeiras são colaborativas e trazem a noção de grupo de forma circular: seja em formato de roda,alternando a liderança e agregando os diversos públicos. As noções tradicionais de comunidade, ajuda mútua e reconhecimento da importância do outro no processo de reconhecimento do indivíduo como ser social essencial para a comunidade. O brincar é ancestral, e todas as culturas sabem valorizar a infância de forma a destacar a importância do ato de brincar como parte fundamental do dia a dia da comunidade, para de forma lúdica, ensinar valores essenciais e disseminar o prazer de compartilhar. São práticas que vieram de tradições que formam o povo brasileiro. 4. MUSICALIZAÇÃO Nessas aulas serão trabalhados ao longo do ano práticas de desenvolvimento do canto, ritmo, e aprendizagem de toques dos instrumentos relacionados a capoeira e ao samba como berimbau, pandeiro, agogô, reco reco, atabaque. Serão realizadas 14 aulas de 30 minutos ao mês, uma para cada turma. Os ritmos trabalhados estão relacionados tanto a capoeira regional, a capoeira Angola, ao samba de roda, samba chula entre outros. 5. CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS Nessa pratica o foco é o saber das mãos e conhecimentos ancestrais de como são construídos instrumentos do universo da capoeira e do samba. Serão construídos berimbaus, caxixis, agogôs e reco recos, de materiais convencionais e também de materiais recicláveis. Serão realizadas 7 aulas de 1 hora em média no mês, atendendo as 14 turmas, organizadas em grupos de 2 turmas por vez. 6. SAMBA DE RODA- DANÇA E MUSICALIDADE A prática consiste em conhecer o universo do samba de roda, seus fundamentos e diferenciações tanto acerca da musicalidade, da dança e os dos modos de fazer, mover e tocar. Aqui serão abordados dinâmicas de dança, consciência corporal, passos de samba, dinâmicas de roda e da relação da musicalidade com a dança. Serão realizadas 14 aulas de samba de 30 minutos cada por mês, uma para cada turma. 7. RODAS DE CAPOEIRA Serão realizadas rodas de capoeira semanalmente, integrando as atividades da escola e sendo definidas em termos de horário, local e turmas participantes diretamente com a coordenação da escola e professoras. Será uma roda de Capoeira Angola interalada com uma roda de Capoeira RegIonal, ou seja, 2 rodas de Capoeira Angola no mês e 2 rodas de Capoeira Regional. 8. FORMAÇÃO PARA PROFESSORES O curso formativo em capoeira tem como foco a pedagogia aplicada ao ensino dessa arte afro-brasileira. Através de metodologias interativas, a formação enfatizará a importância da história da capoeira e seu papel na construção da identidade cultural brasileira. Os educadores vivenciarão momentos de aprendizagem que buscarão integrar movimentos, música e cultura, promovendo um ambiente de aprendizado inclusivo, promovendo valores do universo da capoeira como respeito, disciplina, solidariedade e comunidade. Espera-se ao fim do ciclo formativo que os participantes desenvolvam habilidades para adaptar esse conteúdo de forma transdisciplinar nas aulas de forma a integrar a capoeira ao ensino didático. Serão realizados 8 encontros durante o ano, com duração de 8 horas cada, totalizando 64 horas/aula. Os encontros contarão com participação de um mediador-coordenador do curso e convidados especiais, conhecedores do universo da capoeira e da cultura afro-brasileira. Durante o curso também será formada uma biblioteca com a aquisição de material bibliográfico sobre o tema. 9. FORMAÇÃO EM ACESSIBILIDADE A formação em acessibilidade é indispensável para o fator integrativo dos alunos, professores, pais e comunidade; trazendo a diversidade e garantia de acesso aos bens culturais. Nesse projeto, prevemos uma formação em LIBRAS, direcionada para os professores da rede de ensino e também para equipe do projeto, onde traremos a LIBRAS e a Capoeira juntas a fim de atender a todos. Será uma formação de 20 horas dividida em dois módulos, um para cada semestre. Para além disso serão realizadas divulgações do projeto ao longo do ano com tradução em LIBRAS audiodescrição. 10. CARTILHA DA CAPOEIRA Será desenvolvida uma cartilha impressa e também de forma online sobre o projeto e os fundamento aprendidos. 11. EVENTO DE ENCERRAMENTO evento realizado no fnal do projeto como ponto de culminância.
OBJETIVO GERAL O maior objetivo desse projeto é atender crianças entre 3 a 7 anos da escola da rede pública de educação com a prática constante da capoeira e a disseminação da cultura afro brasileira de forma a promover o bem estar psico-físico das crianças e o estimulo ao respeito à diversidade cultural; A formação em capoeira e cultura afro-brasileira para os professores visa complementar o trabalho de forma a envolver e preparar os professores para a continuidade do trabalho na escola, e o curso em LIBRAS, para capacitar o corpo escolar no atendimento às crianças e público especial. A estimativa é de que sejam alcançadas em torno de 500 crianças durante o projeto, para além de professores, pais e outros envolvidos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1- Realizar 14 aulas de capoeira angola semanais para os alunos da escola pública do município 2- Realizar 14 aulas de capoeira regional semanais para os alunos da escola pública do município 3- Realizar 14 aulas de musicalização por mês (atendendo todas as turmas) 4- Realizar 14 aulas de samba por mês (atendendo todas as turmas) 5- Realizar 7 contações de histórias ou brincadeiras afro indígenas por mês (atendendo todas as turmas) 6- Realizar 7 aulas de construção de instrumentos por mês (atendendo todas as turmas) 7- Realizar 1 roda de capoeira por semana (intercalando roda de angola com roda de regional) 8- Realizar 8 encontros formativos para os professores da rede de ensino focada na cultura afro-brasileira e história da capoeira 9- Promover uma formação em LIBRAS, com carga horária total de 20 horas, destinada aos professores e a equipe do projeto 10- Criar uma pequena biblioteca decolonial focada na capoeira e história afro brasileira chamada "Tudo que a boca come" como referência bibliográfica dentro da escola, para consulta local de professores, pais e alunos durante o período do projeto 11- Publicação de uma cartilha simples e didática sobre a Capoeira, distribuída no final do projeto 12- Registro e documentação de foto e vídeo, com a realização de um teaser no final do projeto 13- Criar uma plataforma online (instagram) de divulgação do projeto e atualização das etapas 14- Desenvolver parte dos materiais de divulgação, como flyers e posts no instagram com audiodescrição e ou LIBRAS 15- Realizar um evento de encerramento com atividades para crianças, pais, professores, capoeiristas e Mestres convidados, como um momento de celebração.
Esse projeto é uma iniciativa que traz a integração, a difusão e o fortalecimento do universo que compõe a manifestação cultural da Capoeira, considerando suas diferentes práticas, seus fundamentos e sua história no território. A ideia do projeto surge com as práticas de Capoeira Angola e samba que já foram realizadas entre os meses de agosto a outubro de 2024 pela artista, gestora e capoeirista Ailime Huckembeck, onde prestou trabalho voluntário no Campus de Educação integral de Serra Grande. A artista também vem há 2 anos, desenvolvendo práticas de capoeira, teatro e dança, com alunos do ensino médio da Escola Estadual do Campo de Serra Grande. Nesse contato, notou-se o interesse e envolvimento das crianças na prática, os retornos positivos das famílias e também da equipe gestora da escola - que logo manifestou interesse nessa continuidade e expansão do projeto, visto que necessitam suprir essa exigência pedagógica. Dessa forma, a artista e capoeirista Ailime Huckembeck, que é praticante e professora de capoeira Angola dentro do Centro Cultural Casa Serpente (Ponto de Cultura em Serra Grande/BA), iniciou esta proposta conectando outras capoeiristas da região que ministram aulas de angola e de regional, com o intuito de fortalecer a rede e o próprio projeto, entendendo as diferentes linhas de abordagens da capoeira e a importância desse reconhecimento que vem da própria história da capoeira no território em questão. Formou-se então essa equipe de inúmeras potências, representando a união e o acolhimento de fundamentos diferentes que compõem a "Capoeira Mãe". Existem diversos Grupos de Capoeira Regional em Serra Grande e na sede de Uruçuca, compondo coletivos que acabam tendo grande movimentação e articulação, como o Grupo Luanda e o SBC. Um dos mestres reconhecidos no território é o Mestre Guga, que está a frente do Grupo Luanda e estará também envolvido no projeto. As capoeiristas Nanci Cravinho e Valquíria representam a capoeira regional do Grupo Luanda dentro do projeto "Capoeira Mãe". Serra Grande também é um campo muito fértil da Capoeira Angola. Rodeada e apadrinhada por grandes mestres da região, como Mestre Suassuna (Itabuna) e Mestre Virgílio (Ilhéus), além de Mestre Azulão Baiano e Mestre João Grande, grandes referências da Capoeira Angola; o movimento começou a nascer em Serra Grande no ano de 2003 e atualmente conta com 4 grupos e diferentes espaços espalhados pela comunidade que são: Barracão d’Angola - Mestre Cabello Caobijubá Angola Ouro Verde _ Mestra Tisza Casa di Mãe - Contra-Mestre Romeu Fumaça Casa Serpente _ Prof. Ailime Huckembeck Além desses espaços, as aulas de capoeira angola acontecem em outros espaços culturais e escolas: Barracão do Seu Lito, Escola Dendê da Serra, Escola Samambaia, Associação Comunitária do Sargi, Creche Eva Santos, Escola Municipal. Muitos capoeiristas se destacam pelo samba de roda, tanto nas questões musicais quanto da dança e movimento; e pela habilidade musical e de construção de instrumentos. O samba também reconhecido como patrimônio imaterial é parte fundamental do projeto, dando também espaço para esses capoeiristas disseminarem a arte do canto, composição e dança. Já a musicalização e construção de instrumentos será abordada para garantir práticas ancestrais da musicalidade, perpetuando saberes dos antigos. Logo, a realização desse projeto se tornará uma base também de apoio e sustento do trabalho de inúmeros capoeiristas, que muitas vezes não tem seu trabalho valorizado e integrado no campo de trabalho. Sabendo da relevância de trabalhar a integração com a escola, um dos braços do projeto são as formações que são de imensa valia para a continuidade dos saberes. O curso formativo em capoeira tem como foco a pedagogia aplicada ao ensino dessa arte afro-brasileira. Através de metodologias interativas, a formação enfatizará a importância da história da capoeira e seu papel na construção da identidade cultural brasileira. Os educadores vivenciarão momentos de aprendizagem que buscarão integrar movimentos, música e cultura, promovendo um ambiente de aprendizado inclusivo, promovendo valores do universo da capoeira como respeito, disciplina, solidariedade e comunidade. Já a formação em acessibilidade ganhará um enfoque na linguagem de LIBRAS, para a ampliação da acessibilidade e alcance de todos. E também a criação da biblioteca decolonial "Tudo que a boca come" que será um ponto de difusão teórico para todos que estão e passam pela escola. A Capoeira como patrimônio imaterial requer propostas que possam agir com efeito multiplicador, a fim de chegar no maior número de pessoas possíveis, com o intuito de torná-la ainda mais presente na vida cotidiana e ser reconhecida como uma prática de fortalecimento identitária. Assim, "Capoeira Mãe" irá trabalhar de forma continua e ampla, construindo esse lugar de valorização e reconhecimento, através da continuidade do trabalho, das trocas de saberes por meio da oralidade, dos fazeres tradicionais da cultura popular e do reconhecimento de Mestras e Mestres. A Capoeira mãe é uma iniciativa majoritariamente de mulheres e pessoas negras do território, focada também na democratização e respeito a diversidade, sendo um projeto de imensa valia para as questões de igualdade de direitos e dos fazeres culturais. Portanto, um dos pilares fundamentais desse projeto é garantir cada vez mais a construção simbólica e prática da Capoeira como um espaço diverso e que possa trazer a consciência para crianças, jovens, e todos os envolvidos, nas questões de gênero, identidade e território. Além disso a capoeira é um jogo que abrange diversos aspectos, como esporte, dança, brincadeiras e lutas, e está previsto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). E isso será trabalhado no projeto, uma vez que nele está garantida: a prática da Capoeira Angola, que se trata da vertente da Capoeira liderada pelo Mestre Pastinha; a prática da Capoeira Regional de Mestre Bimba; os estudos de musicalização e toques dos diferente instrumentos utilizados na capoeira; as praticas de samba de roda através dos aspectos da dança; as contações de histórias e brincadeiras afro indígenas como práticas da oralidade; as rodas como momentos de celebração e união da capoeira; e as formações. A capoeira é um símbolo cultural do Brasil, pois nasceu como forma de resistência dos africanos trazidos como pessoas escravizadas a partir do século XVI. De acordo com o Art. 5 da Lei Estadual 14.341, "a rede pública de ensino deverá definir programa de incentivo da capoeira nas escolas e estabelecer parceria com associações ou outras entidades que representem e congreguem mestres e demais profissionais de capoeira", portanto esse projeto se alinha diretamente com a prerrogativa estipulada por lei. Segundo ART. 5 dessa lei: § 1º O ensino da capoeira deverá ser integrado à proposta pedagógica da escola, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. § 2º Para o exercício da atividade prevista nesta Lei, além do vínculo com a entidade de capoeira com a qual seja celebrado contrato ou estabelecido parceria, não se exigirá do profissional de capoeira a filiação a conselhos profissionais ou a federações ou confederações esportivas. § 3º O programa de incentivo da capoeira nas escolas deve compreender o ciclo de duração da educação básica. Dessa forma, percebemos a urgência de desenvolvimento do projeto, que atende as necessidades exigidas pela legislação e para além disso, o cumprimento deste projeto prevê a execução de inúmeros objetivos de ordem da salvaguarda desse bem imaterial. Portanto a disseminação da capoeira tem uma grande importância na valorização da cultura afro-brasileira, na identificação de pessoas pretas e pardas com sua história além de se configurar como meio de coesão social, onde pessoas diferentes tem a oportunidade de se encontrar e se comunicar, jogar, se manifestar. Enfim, interagir em prol deste patrimônio imaterial.
Serão distribuídas no inicio do projeto camisetas para todos os alunos da escola e que esão contemplados para a atividade. Está prevista a produção de cerca de 600 camisetas com a identificação do projeto. Serão distribuídas também as cartlhas da Capoera Mãe, que serão impressas e disponibilizadas de forma online sobre os saberes e o aprendizado ao longo do projeto.Será realizada uma tiraem de 1500 cartilhas de papel couchê colorido, A3 com duas dobras.
Nosso plano de acessibilidade do projeto envolve ações para garantir que todas as crianças, independentemente de suas habilidades, possam participar de atividades de forma segura, inclusiva e estimulante. 1. Avaliação do Espaço FísicoAcessibilidade arquitetônica Nesse aspecto já contamos com um espaço físico adequado, visto que a escola recém inaugurada, contou com um projeto de arquitetura pensando na pluralidade das crianças, com rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados. 2. Adaptações das Atividades Acessiblidade atitudinalModificações das sequências de movimentos : para alunos com dificuldades motoras, serão adaptados os movimentos da capoeira para níveis de habilidade variados. Por exemplo, permitir movimentos de braços e tronco para quem usa cadeira de rodas.Atividades em grupo com papéis variados : serão criadas atividades onde os alunos podem colaborar de diferentes formas, como ajudar a marcar o ritmo ou o cantar. 3. Capacitação de Professores e Monitores Formação em acessibilidadeTreinamento em acessibilidade e inclusão : serão capacitados professores e monitores sobre práticas inclusivas e como adaptar a capoeira para pessoas com deficiência priorizando a LIBRAS, sendo prevista uma formação com duração de 20 horas, dividida em dois módulos. 5. Acessibilidade comunicacional e de conteúdoLinguagem de sinais (LIBRAS) ou comunicação alternativa sendo utilizada em algumas das comuniicações do projeto, como post de instagram ou alguma roda de conversa. Também está prevista audiodescrição em parte das comunicaões vrtuais.
O projeto é completamente gratuito, em todas as suas etapas. Assim sendo está comprometido a tornar acessivel para todas as criançãs da rede municipal de ensino, os diferentes produtos gerados ao longo do trabalho.
EQUIPE PRINCIPAL PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL AILIME HUCKEMBECK ASSISTENTE DE PRODUÇÃO CHRISTNE DEL VECHIO COORDENAÇÃO NUCLEO CAPOEIRA ANGOLA E PROFESSORA CAMILA CANDOSSIM COORDENAÇÃO NÚCLEO CAPOEIRA REGIONAL E PROFESSORA: NANCI CRAVINHO COORDENAÇÃO NÚCLEO FORMATIVO MARCUS VINÍCIUS G. FRANCO DESIGN GRÁFICO NINA VIEIRA FOTO E VÍDEO ERIC RÁ SOCIAL MÍDIA E CONTEÚDO ABACAXI DESIGN FORMAÇÃO EM LIBRAS SARA PARA ALÉM DA EQUIPE TÉCNICA PRINCIPAL SÃO ENVOLVIDOS OUTROS PROFISSIONAIS DA CAPOEIRA AO LONGO DO PROJETO, NAS DIFERENTES ATIVIDADES. NÚCLEO DA CAPOEIRA ANGOLA PROFESSORES ROMEU FUMAÇA, CAMILA CANDOSSIM, SARA NÚCLEO DA CAPOEIRA REGIONAL PROFESSORES NANCI, IGOR, PAPAKAPIM, VALQUÍRIA NÚCLEO CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS CAMILA CANDOSSIM, COMPRIDO MUSICALIZAÇÃO TIMBALADA, SARA, CAMILA E COMPRIDO SAMBA DE RODA- DANÇA E MUSICALIDADE TIMBALADA, ROMEU, AILIME CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS ANGOLINHA, NUNO, AILIME RODA DE CAPOEIRA AILIME, CAMILA, ROMEU, MARCUS, SARA, TIMBALADA, NEIDE, NANCI, IGOR, PAPAKAPIM, MESTRE COMPRIDO, ANGOLINHA, GUGA, CONVIDADOS CAPOEIRA ANGOLA- MESTRE CABELO, MESTRA TISZA, PROFESSOR DUDO CAPOEIRA REGIONAL- MESTRE COMPRIDO, MESTRE VIOLA, MESTRE GUGA, PROFESSORA MAINA
PROJETO ARQUIVADO.