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PRONAC 2416951Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Diverso - Publicação, pesquisa, ações formativas e Seminários de promoção da diversidade cultural

TRANSVERSAL CONSULTORIA E PROJETOS LTDA.
Solicitado
R$ 757,9 mil
Aprovado
R$ 757,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-01
Término

Resumo

Em parceria com o Observatório da Diversidade Cultural, registrar em 01 publicação todas as atividades realizadas para a promoção da diversidade cultural. A publicação é "Os primeiros 20 anos da convenção: Quanto alcançamos e quanto precisamos", que consolidará um conjunto de ações do Observatório da Diversidade Cultural voltadas à ações de promoção da diversidade de expressões culturais e fomento às competências interculturais: INFORMAÇÃO (Manutenção de ambiente virtual, Prêmio de promoção da diversidade cultural e criação da Rede Jovem de Diversidade e ODS), PESQUISA (compilação dos dados relativos ao mapeamento e monitoramento de políticas públicas para a diversidade) e FORMAÇÃO (diversas ações formativas realizadas ao longo do ano);

Sinopse

SINOPSE DA PUBLICAÇÃO I - Experiências internacionais de governos locais para promoção da diversidade e pluralidade; II - Livre circulação de ideias e modos de ser e criar: aspectos culturais do desenvolvimento; III - Os desafios no monitoramento da Convenção em seus primeiros 20 anos da Convenção; IV - Relatos de experiências da Rede Jovem da diversidade e os ODS; V - Conteúdos resultantes das ações diálogos VI – Conteúdos resultado do Seminário Internacional da Diversidade VII – Breve descrição das ações vencedoras dos prêmios VIII – Relatório das principais ações do Grupo de Pesquisa do CNPq Observatório da Diversidade Cultural AÇÃO DIÁLOGOS (impacto no desenho do seminário internacional da diversidade) I. A Importância da PEC de recursos para a cultura na promoção da diversidade II. Os impactos da reforma tributária nas políticas culturais e na diversidade cultural III. Os desafios das OSCs culturais para existência e atuação IV. Os 20 anos da convenção da diversidade: Quais os desafios em quatro ambientes diferentes: a) comunidades periféricas; b) comunidades escolares; c) políticas públicas; d) empresas e responsabilidade social;

Objetivos

QUANTITATIVOS a) Realizar a publicação "Os primeiros 20 anos da convenção: Quanto alcançamos e quanto devemos". Principal produto deste projeto, a publicação irá reunir e registrar todo o processo do Observatório durante o ano na circulação das ações de promoção da diversidade cultural previstas no projeto, bem como um denso compilado de artigos sobre o tema escritos por integrantes do Grupo de Pesquisa do ODC, especialistas nacionais e internacionais, jovens pesquisadores latino-americanos, com a seguinte estrutura-sinopse: · Parte I - Experiências internacionais de governos locais para promoção da diversidade e pluralidade; · Parte II - Livre circulação de ideias e modos de ser e criar: aspectos culturais do desenvolvimento; · Parte III - Os desafios no monitoramento da Convenção em seus primeiros 20 anos da Convenção; · Parte IV - Relatos de experiências da Rede Jovem pela diversidade e os ODS; · Parte V - Conteúdos resultado das ações diálogos · Parte VI _ Conteúdos resultado do Seminário Internacional da Diversidade · Parte VII _ Breve descrição das ações vencedoras dos prêmios · Parte VIII _ Relatório das principais ações do Grupo de Pesquisa do CNPq Observatório da Diversidade Cultural (Obs.: O PRODUTO PRINCIPAL É ESTE. O proponente pode realizar publicações: Cláusula 3ª, DO OBJETIVO SOCIAL: A sociedade tem por objetivo social a prestação de serviços de consultoria(...) publicações, produção audiovisual, realização de cursos e seminários, desenvolvimento de projetos, inventários, dossiês (...) pesquisas...) b) Manter em funcionamento o portal de conteúdos do ODC www.observatoriodadiversidade.org.br Consiste na organização e provimento regular de conteúdo em ambiente virtual voltado para promover acesso e compartilhamento de informações e conhecimentos de temas ligados à proteção e promoção da Diversidade Cultural, por meio de informativo e revista eletrônicos, bem como plataforma de mapeamento e monitoramento de elementos da diversidade cultural e edição e distribuição de 03 edições da Revista-Boletim do ODC; c) criar a Rede Jovem pela Diversidade e os ODS: Oficinas, gincanas culturais e produção de conteúdo: Para a Rede Jovem da Diversidade e os ODS, as ações serão organizadas em torno de uma gincana cultural, base inicial das ações que visam engajar os jovens e valorizar suas ideias. Começamos com oficinas de comunicação comunitária, onde os participantes poderão aprender sobre jornalismo cidadão, fotografia e edição de vídeo. Essas oficinas serão conduzidas por facilitadores, proporcionando um aprendizado prático e ampliarão a adesão. Ao final, realizaremos um evento comunitário para o lançamento dos livretos, com a apresentação dos trabalhos realizados pelos jovens e a distribuição de cópias para a comunidade. Além disso, será oferecida uma série de minicursos, com temas relevantes como empoderamento juvenil, sustentabilidade e direitos humanos, para jovens das redes de ensino locais Esses minicursos terão uma abordagem interativa, com debates e rodas de conversa para que os participantes compartilhem suas experiências. Para valorizar a participação, também serão entregues certificados, que poderão ser utilizados pelos jovens em seus currículos. Os minicursos serão realizados em conjunto com as gincanas culturais, mostras de curtas metragens e microconcurso de vídeo de minuto sobre temas ligados à diversidade cultural (detalhamento anexo). As gincanas culturais incluirão atividades temáticas que promovam a cultura local, como caça ao tesouro, as tarefas relâmpago e desafios artísticos. Para estimular a integração entre os jovens de diferentes localidades, formaremos equipes diversas, e ofereceremos prêmios para as equipes que se destacarem, como bolsas para cursos ou materiais artísticos. A mostra de curtas-metragens e vídeos do minuto será um momento importante para dar voz aos jovens criadores e seu entendimento d diversidade e dos ODS. Faremos uma seleção aberta para que possam inscrever seus trabalhos, e a exibição contará com votação popular. Após as exibições, organizaremos debates para discutir o processo criativo e as mensagens dos curtas com o público. Isso demonstrará a importância de valorizar a diversidade cultural na transformação social e no desenvolvimento sustentável. Assim, um espaço onde os participantes e as comunidades poderão explorar os conteúdos produzidos, promovendo uma maior adesão dos jovens a estas temáticas tão importantes. d) Realizar edições de capacitação semipresencial · 03 EDIÇÕES DO CURSO INICIAÇÃO À GESTÃO DA CULTURA PARA LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS · 02 OFICINAS ODS E DIVERSIDADE CULTURAL · 01 CONJUNTO DE OFICINAS CIDADANIA, BEM ESTAR E ODS · 04 EDIÇÕES DAS AÇÕES "DIÁLOGOS" (ações de discussão que visam discutir temas relevantes sobre a diversidade) e) Aprofundar as atividades do núcleo de pesquisa, por meio de 01 edição do estudo sobre os 20 anos da Convenção Sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais e os desafios na implementação da plataforma de elementos de monitoramento; comparação do monitoramento entre Brasil, Coréia e Espanha; Manutenção e monitoramento de banco de dados sobre políticas públicas e ações da sociedade civil em comunidades pelo Brasil, que promovam a Diversidade cultural; f) Realizar mapeamento e registro de ações transversais que promovam Diversidade Cultural, Biodiversidade e os ODS, identificando, organizando informações e realizando ações de intercâmbio de informações e conhecimento, fundamentalmente Cultura e bem-estar, Cultura e Desenvolvimento Local, Cultura e Segurança Alimentar, Cultura e Sustentabilidade. Ao final, além de disponibilizar o relatório final no portal, realizaremos um painel no seminário final sobre o tema; g) Realizar a primeira edição do "Prêmio de promoção da Diversidade Cultural" com as seguintes categorias: · CONTEÚDOS DIGITAIS (para reconhecimento de espaços virtuais de produção de conteúdo e portais que contribuam para a proteção e promoção da diversidade cultural) · PESQUISA (para pesquisadores e estudantes com estudos que contribuam para o conhecimento sobre diversidade cultural) · REDAÇÃO (para estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio); · AÇÃO COMUNITÁRIA (para organizações sociais que atuam na proteção e promoção da diversidade cultural); · EDUCADORES (para reconhecimento de boas práticas realizadas por professores ou equipes de professores); h) Realizar 01 edição do Seminário Internacional da Diversidade Cultural. A última edição deste seminário foi realizada em 2014 e, desde então, estamos por realizar uma nova edição e a ocasião dos 20 anos da Convenção da Diversidade é mais do que oportuna. QUALITATIVOS > Registrar em publicação um ano de atividades do Observatório da Diversidade Cultural para promoção da diversidade cultural; >> Manter as ações de pesquisa e produção de conteúdo do Observatório da Diversidade Cultural; >> Capacitar metodologicamente agentes culturais do Estado de Minas Gerais para lidar criativamente com programas e projetos culturais, visando à proteção e promoção da diversidade cultural e dos ODS;>> Promover a diversidade cultural no ambiente das comunidades escolares, através de ações em escolas dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio para a produção e difusão de informações e conhecimentos sobre a Diversidade Cultural e os ODS, além de difusão das expressões da diversidade cultural em seus territórios: ODS 04; ODS 10; ODS 11; ODS 12;>> Promover ação articulada entre cultura, bem-estar, biodiversidade, estimulando ações que fortaleçam o empenho da sociedade com foco em sete dos ODS, vinculados às práticas cotidianas das pessoas: ODS 02; ODS 03; ODS 06;

Justificativa

A cultura está no centro dos debates contemporâneos sobre a identidade, a paz social e o desenvolvimento de uma economia baseada no saber, pois a Diversidade Cultural é uma fonte de dinamismo social e econômico que pode enriquecer a vida humana, suscitando a criatividade e fomentando a inovação. Mas, para que a diversidade das culturas seja respeitada e promovida como bem comum, é preciso que haja tolerância, diálogo e cooperação entre as diferentes comunidades e povos, num clima de confiança e de compreensão mútua que garantam a construção de uma cultura de paz e de segurança. É preciso que a Diversidade Cultural não se limite a um discurso esgotado em chavões ou a posturas que proclamam a diversidade como sinônimo da defesa da própria cultura de quem professa o discurso. É preciso ir além da postura que confina a Diversidade Cultural ao passado, explorando as possibilidades de um pensamento e práticas transversais e abertas que assegurem identidades originais e possibilidades de trocas. Por esse motivo, a Diversidade Cultural deve ser cada vez mais um tema abordado na educação formal e informal, nos projetos culturais e nas formas associativas e de sociabilidade por meio da arte e da cultura. A própria ideia de Diversidade Cultural (mas também a da importância de sua preservação e de sua promoção) não é inata. Tais ideias só podem ganhar corpo com uma pedagogia intercultural adequada que seja aplicada em todos os lugares possíveis, nos quais se desenvolva um processo de educação, para que possa ser, em seguida, apropriada e adotada mais amplamente pelos meios de comunicação, pelas novas tecnologias da informação e da comunicação, agentes determinantes desse tipo de pedagogia, principalmente quando esta recebe o apoio de uma real vontade política. Essas ideias só podem se realizar plenamente pela transmissão crítica dos valores sobre os quais elas repousam. A UNESCO, em seu relatório "Investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural", aponta a qualificação para o diálogo intercultural como um dos principais caminhos para que a sociedade possa desenvolver-se plenamente. Tal qualificação não ocorre em ações pontuais, "cursos intensivos" ou ações deste gênero. Só uma atuação que contemple tempo para maturação pode efetivamente garantir que aqueles conceitos e princípios permaneçam de forma duradoura no cotidiano de pessoas e instituições. A Convenção sobre a Diversidade das Expressões Culturais completa 20 anos agora em 2025. Muito se falou e ainda se fala sobre ela, mas seus princípios básicos ainda estão longe de serem conhecidos e realizados no cotidiano das pessoas. É fundamental que haja instâncias que possam acompanhar para que seu conteúdo não se torne apenas "objeto de estudo de especialistas", mas possa orientar na mesma medida as decisões do cotidiano de pessoas, instituições da sociedade civil organizada e de governos. Parte do surgimento de perspectivas mais abertamente discriminatórias que estamos verificando nos últimos anos, é um exemplo claro que ainda estamos longe de ter a promoção da Diversidade Cultural como princípio no corpo das nossas sociedades. O trabalho precisa ser continuado e pode durar gerações. Um dos elementos mais importantes da sociedade contemporânea é, sem dúvida, o fomento à Diversidade Cultural como recurso e como possibilidade de desenvolvimento humano. Com este conjunto de ações aqui propostas trabalharemos com os participantes e suas comunidades a importância de conciliar a criatividade, a capacidade de gestão e responsabilização, a promoção da diversidade cultural e do respeito às várias formas de conceber o mundo.A atividade artística e o fomento à convivência provocados pelas ações culturais podem ser importantes aliados na construção de uma cultura de paz e investimento na qualidade de vida das comunidades onde iremos atuar. Através de ações formativas e de fruição para iniciantes, ações de conhecimento e reconhecimento local e de formação específica para empreendimentos criativos, podemos envolver os mais diversos grupos em cada local.O conjunto de ações passa não somente por formação, para lidar com informações e mapeamento de interesses, mas principalmente por experiências e vivências ligadas ao universo das comunidades envolvidas. O conhecimento da própria realidade é um importante modo de reunir as melhores qualidades locais, por meio de uma ação de mapear as práticas culturais e artísticas. Trata-se de ação participativa que concilia um conjunto de atividades de conhecimento e reconhecimento local e divulgação institucional, não centrando apenas em aula expositiva. As ações voltadas aos jovens são das contribuições inovadoras do projeto ora apresentado, uma vez que normalmente as temáticas da diversidade cultural e dos ODS são tratadas para públicos adultos e entendemos que um dos principais desafios que temos é engajar adolescentes e jovens na promoção da diversidade cultural e nos princípios do desenvolvimento sustentável para, mais à frente, não precisarmos de tanto esforço de sensibilização de adultos embotados na sua capacidade intercultural. A LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA É UMA DAS FORMAS ADEQUADAS DE BUSCARMOS VIABILIZAR FINANCEIRAMENTE A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DESTA ENVERGADURA ============================================================================= ELEMENTOS DO ART. 1º QUE O PROJETO ATENDE: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ELEMENTOS DO ART. 3º QUE O PROJETO AJUDA A ATINGIR: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

CURSOS E OFICINAS CURSO INICIAÇÃO À GESTÃO DA CULTURA PARA LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS Carga horária total: 94 horas/aula CONCEITO DO CURSO: A formação e articulação de informações podem ser espaços de exercício da cidadania. A capacidade de resolver os próprios problemas e de buscar soluções que visem ação integrada e colaborativa são ferramentas que tomam um papel importante em trabalhos comunitários. Artistas que realizam trabalhos culturais em espaços fora do centro da cidade normalmente têm dificuldade em viabilizar seus projetos, por desconhecimento de informações e falta de opções de formação específica. A desconfiança é palavra de ordem e as pessoas têm dificuldade em realizar trabalhos de forma colaborativa, por medo e desconhecimento da importância de opiniões contrárias no desenvolvimento do espírito crítico. A formação visa dar oportunidades de vivências reflexivas para a construção de um ambiente onde a diversidade, a tolerância, o conhecimento, o respeito por si e pelo outro potencializem o trabalho coletivo em favor da transformação das condições do cotidiano de sua comunidade. CONTEÚDOS: A) DIVERSIDADE E CIDADANIA NAS CIDADES - José Márcio Barros | 16 h/a Ementa: Desafios para a promoção da cidadania e da diversidade em tempos sombrios; Diversidade como exercício a um só tempo de resistência e afirmação e de diálogo e promoção de diversas leituras e práticas; as desigualdades nos territórios da cidade e estratégias para superá-las criativamente; B) COMUNIDADES, TRABALHO COLABORATIVO E REGIONALIZAÇÃO NAS CIDADES - José Oliveira Junior | 16 h/a Ementa: Aspectos básicos sobre os processos de regionalização nas cidades e seus impactos no cotidiano local; como as comunidades podem atuar em rede e solidariamente para reconhecer e fortalecer as práticas culturais locais e dar-lhes visibilidade; C) DINÂMICAS TERRITORIAIS E ARTICULAÇÃO INTERSETORIAL COM OUTRAS POLÍTICAS SOCIAIS – A decidir |16 h/a Ementa: As dinâmicas nos territórios, os mapas comunitários e a importância de articular articulação de ações com Educação, Saúde e Assistência Social; como a articulação pode auxiliar na mobilização e nos públicos; a potência das ações culturais realizadas nas/com as comunidades escolares; D) PROJETOS CULTURAIS COMUNITÁRIOS - José Oliveira Junior e José Márcio Barros | 30 h/a Ementa: Perspectivas para elaborar e construir projetos coletivos e comunitários; Como os aspectos locais, os desafios, realidades locais podem compor de forma criativa e fundamentada os projetos culturais das diversas comunidades e grupos; os diferentes elementos centrais na construção de projetos culturais sob a perspectiva de grupos vulneráveis e descentralizados; como se dá o levantamento de custo em projetos culturais e como construir planilhas que retratem a ação que se propõe; estratégias para Identificar, registrar e narrar as práticas e experiências comunitárias locais na concepção e execução de projetos culturais por membros de grupos regionalizados ou vulneráveis sem cair em clichês E) ALTERNATIVAS DE VIABILIZAÇÃO E FINANCIAMENTO PARA PROJETOS CULTURAIS COMUNITÁRIOS – A definir | 16 h/a Ementa: Princípios de financiamento de projetos culturais; Aspectos centrais de financiamento coletivo e comunitário; Fontes oficiais e alternativas de financiamento para projetos comunitários; Redes e parcerias como estratégia de viabilização de projetos culturais em comunidades. PERFIL DOS PARTICIPANTES: voltada Lideranças Comunitárias, Jovens e adultos, agentes culturais, educadores e demais interessados. OFICINA ODS E DIVERSIDADE CULTURAL Prof. José Oliveira Junior | 16 h/aula EMENTA: apresentação dos objetivos de desenvolvimento sustentável; a cultura, a diversidade biocultural e os ODS; experiências e boas práticas; estratégias para a promoção da diversidade na implantação local dos ODS. OBJETIVOS: A Oficina visa capacitar para a compreensão e utilização dos ODS e sua interface com o campo da diversidade cultural. CONTEÚDOS: O que são os ODS e a Agenda 2030; Sistemas de infraestrutura urbana e de governança cooperativa e sua correlação com os ODS e a agenda 2030; Os ODS e as agendas locais; os compromissos assumidos pelos países signatários; o Brasil e os ODS. A contribuição da Cultura para os ODS; A relação dos ODS com a Diversidade; Os ODS e o papel central dos governos locais no desenvolvimento sustentável Apresentação de boas práticas de implantação de agendas locais dos ODS e promoção da diversidade biocultural. O papel da sociedade e do poder público; Mapeamento dos impactos da comunidade; Estratégias e metodologias de implantação dos ODS; monitoramento dos ODS. PERFIL DOS PARTICIPANTES: voltada a agentes e gestores institucionais e individuais de políticas, programas e projetos culturais, socioambientais e de desenvolvimento econômico e social. OFICINA CIDADANIA, BEM ESTAR E ODS PARTE 1 - OFICINA DE ALIMENTAÇÃO, BEM ESTAR E CIDADANIA Profa. Daya Barros | 20 h/aula Objetivo Geral: Promover o conhecimento sobre alimentação saudável e estimular práticas alimentares adequadas e noções de respeito e convivência com a diversidade cultural; desenvolver consciência cidadã e relações entre cultura e alimentação; sensibilizar os participantes sobre a importância da alimentação saudável CONTEÚDOS • Introdução aos alimentos e à alimentação; O que é Pirâmide Alimentar; como ler os rótulos dos alimentos; Diversidade cultural, cidadania e segurança alimentar; Oficina de preparação e degustação de alimentos saudáveis. PARTE 2 - OFICINA DE INTRODUÇÃO À PRÁTICA DE SKATE, ESPAÇO PÚBLICO E CIDADANIA Prof. Hugo Gomes | Duração: 30 h/aula OBJETIVO: Promover o desenvolvimento de habilidades motoras, equilíbrio, coordenação e disciplina, além de fomentar o senso de pertencimento e autoestima, utilizando o skate como alternativa educativa para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e como espaço de promoção da cidadania para eles. CONTEÚDOS: Cidadania e Respeito ao Espaço Público: Discussão sobre cidadania e uso consciente dos espaços urbanos, promovendo respeito e cuidado com o ambiente. Introdução ao Skate: História do skate e sua relação com a cultura urbana. Regras básicas e introdução ao uso do skate como meio de expressão. Técnicas Básicas e Técnicas Intermediárias Segurança no Skate: Uso correto de equipamentos de segurança, como capacetes e joelheiras. Regras de convivência nas pistas e prevenção de acidentes. Manutenção do Equipamento: Como cuidar do skate, troca de rolamentos e ajuste de peças. PARTE 3 - OFICINA INTRODUÇÃO AO GRAFFITI E ESPAÇO URBANO Prof. Marcelo Jardim | Carga Horária: 30 horas OBJETIVO: Ensino das técnicas, conceitos, fundamentos e valores do graffiti e da cultura hip-hop, com ênfase na arte dos sprays, mas principalmente na formação de cidadãos que valorizem e respeitem a arte, os espaços públicos e as pessoas ao seu redor. CONTEÚDOS • Graffiti e espaço urbano; Hip Hop, Tags e Bubble Style; Modelagem de Personagens; Estilo Piece; Wild Style; Execução de Mural

Acessibilidade

Acessibilidade ao público Acessibilidade Física: a seleção dos espaços para a realização dos processos formativos levará em conta o critério da preferência por locais que atendam aos requisitos básicos de acessibilidade, em acordo com a Lei n° 10.098/2000. Os locais escolhidos são sempre espaços culturais de cada cidade, cujo acesso é mais central, de modo a facilitar o deslocamento do público-alvo, permitindo que participantes de várias regiões das cidades possam chegar ao local do curso sem maiores transtornos. As atividades virtuais permitem o uso de ferramentas sonoras que facilitam o acesso a internautas com deficiência visual. A proposta de aperfeiçoar as ferramentas de trabalho virtual levará em conta o princípio da acessibilidade, visando a democratizar o acesso à informação em meio virtual. Os assistentes de produção local são preparados para lidar com pessoas de 3ª idade. Todas as atividades têm previsão de contratação de profissionais para audiodescrição, Libras, etc, dentro das necessidades objetivas que surgirem Acessibilidade Intelectual: as partes práticas das atividades formativas possibilitam maior perspectiva de apreensão.

Democratização do acesso

Democratização do acesso Todas as atividades de formação oferecidas serão gratuitas. Os cursos e oficinas ocorrerão em espaços cedidos pelo poder público municipal ou parceiros locais, que contem com medidas básicas de acessibilidade. Por serem atividades gratuitas para o público, elimina o impedimento econômico.

Ficha técnica

O dirigente realizará coordenação geral do projeto, como atividade integrada ao escopo do projeto EQUIPE PRINCIPAL A) JOSÉ MÁRCIO PINTO DE MOURA BARROS (coordenador geral e professor) Bacharel em Ciências Sociais pela UFMG – 1980; Mestre em Antropologia Social pela UNICAMP – 1992; Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ – 2003; professor Responsável da Universidade do Estado de MG - Escola Guignard - BH (desde 1986) Área de Antropologia Social; Idealizador e Coordenador do Observatório da Diversidade Cultural; Presidente da CMIC/BH – Comissão Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 1998/1999; Diretor do CRAV – Centro de Referência Audiovisual da PBH – 1994-1997; Diretor do Museu Histórico Abílio Barreto, em BH – 1993-1995; Representante da PUC Minas na Comissão de representação do Fórum Técnico sobre financiamento da política pública de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; Professor e Coordenador do Curso de Especialização em Arte e Contemporaneidade, Escola Guignard – UEMG – 2000, 2001, 2002; Professor e Coordenador do Curso de Especialização em Planejamento e Gestão Cultural, UNIC/Cuiabá – 2002/2003; B) JOSÉ DE OLIVEIRA JUNIOR (supervisor de pesquisa, pesquisador e professor) Graduado em Comunicação Social (UNI-BH); Especialista em Novas Tecnologias em Comunicação (UNI-BH 1997); Mestre em Comunicação Social (PUC Minas 2016); Doutorando em Arquitetura e Urbanismo (UFV 2023-2025) Professor da disciplina Políticas Públicas e Direito à Cidade na pós graduação em Culturas Urbanas, Mídia e Memória (PUC Minas 2024); Perito da CGLU - Rede internacional de cidades da Agenda 21 da Cultura - no Brasil; Diretor de Economia da Criatividade e Articulação Institucional na Secult/MG (2020-2024); Consultor UNESCO para o Ministério da Cultura na implantação do SNC em MG (2012-2013); Coordenador de projetos culturais do Departamento Regional do Sesc em Minas (2012-2015); Gerente de Apoio às Ações Colegiadas da Secretaria Municipal de Cultura de BH (2016-2019); C) ANA CAROLINA LIMA PINTO (editoria do portal e coordenação de comunicação) 2013-2015 - Mestrado em Comunicação Social: Interações Midiáticas. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Belo Horizonte, Brasil Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) 2003-2007 - Graduação em Comunicação Social - Hab. Jornalismo Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Belo Horizonte, Brasil Bolsista da Fundação Mariana Resende Costa (FUMARC) 2020 - 2022 - OBSERVATÓRIO DA DIVERSIDADE CULTURAL COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO Editoria de Portal. Desenvolvimento de conteúdo para website e redes sociais. Gerenciamento de redes sociais. Produção de materiais gráficos e peças online. Revisão de textos. 2016 - Atual - ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. 2005 - 2019 - MAESTRIA ARTE E CULTURA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO & PRODUÇÃO DE EVENTOS Atividades relacionadas à produção do evento "Festival de Corais de Belo Horizonte".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais