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PRONAC 2416962Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular

INSTITUTO BIXIGA - PESQUISA, FORMACAO E CULTURA POPULAR
Solicitado
R$ 559,4 mil
Aprovado
R$ 559,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-01
Término

Resumo

O projeto Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular, propõe a realização de uma programação de 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses.As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas, de realizadores e públicos, importantes elementos de brasilidade, constituindo-se em atividades de referência e estruturantes para o desenvolvimento da cultura local e o estímulo ao desenvolvimento da economia criativa brasileira.

Sinopse

1ª Ação Cultural: Palestra Tema: “As ‘culturas infantis’ na cidade de São Paulo: trocinhas, folguedos, cantigas de roda, jogos, parlendas, pegas, pulhas, trabalengas…” (4º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 2ª Ação Cultural: Palestra (Visita Guiada) Tema: “RolêSP Bixiga: Chão de Muitos Povos” Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 3ª Ação Cultural: Palestra (Visita Guiada) Tema: “Cidade em Disputa: Escavando Memórias nos Vestígios Arqueológicos do Quilombo Saracura” (10º EDIÇÃO) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 4ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Patrimônio Afro-indígena em São Paulo: Capela e Cemitério dos Aflitos na História do Território da Liberdade/Glicério” Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Elizete Cristina da Silva Alves: Atual Presidenta da UNAMCA - União dos Amigos da Capela dos Aflitos. Apoiadora dos Movimentos Indígenas e co-fundadora da UNAMCA que surgiu em 2018, da indignação de devotos e frequentadores da Capela dos Aflitos, diante da situação de abandono e degradação do patrimônio tombado. A UNAMCA tem como principal objetivo viabilizar o restauro da Capela Nossa Senhora dos Aflitos que está em andamento, preservar as memórias indígenas e afro-brasileiras através de pesquisas e divulgação das histórias ancestrais por meio de palestras e rodas de conversas, promovendo atos culturais como a Jornada do Patrimônio, Festa Junina, Cortejos, Folia de Reis. 5ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Redescobrindo 470 anos da História da Cidade de São Paulo” (9º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 6ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Samba da Madrinha Eunice e a Lavapés: Primeira Escola de Samba de São Paulo” Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Rosemeire Marcondes: Presidente da Escola de Samba Lavapés Pirata Negro entre 1996 e 2019, moradora do Glicério/Lavapés há mais de 50 anos, ativista do Movimento Negro, Liderança Comunitária e Gestora Cultural. 7ª Ação Cultural: Palestra (Oficina) Tema: Oficina de Formação de Redes do Setor Criativo (Espaços de Produções Culturais) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 8ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Mulheres Indígenas em Contexto Urbano: Tecendo Histórias e Valorizando Saberes” (8º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Ricarda Wapichana: Pertence à etnia Wapichana. Pedagoga formada pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). Técnica de Nutrição e Dietética pela ETEC de OSASCO-SP. É militante do movimento indígena. Em 2005 foi secretária da ODIC-organização dos indígenas da cidade de Boa Vista - RR. Em 2009 participou do Fórum Social Mundial no estado do Pará. Em São Paulo teve suas participações em vários eventos e instituições como: Itaú cultural, SESC-SP, Programa da TV Século 21 com a culinária indígena, abertura do agosto indígena Ceu Butantã, escola de aplicação da USP e em escolas públicas e privadas. Os trabalhos mais recentes foram na coordenação de alimentação do Encontro Internacional de Mulheres Indígenas do estado de São Paulo, ocorrido na aldeia do Jaraguá-Tekoa Pyau no mês de setembro de 2018,Caminhos indígenas um olhar de mulher, SP sob a ótica da mulher indígena.Seminário Alimentação indígena e segurança alimentar e nutricional em dezembro de 2019. 9ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Vai-Vai: Terreiro do Samba e da Religiosidade Negra em São Paulo.” Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Claudia Regina Alexandre: É Doutora e Mestre em Ciência da Religião. Mestre em Ciência da Religião pela PUC-SP. Especialização em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC-SP. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela FIAM-FAAM. É autora dos livros “Orixás no Terreiro Sagrado do Samba - Exu e Ogum no Candomblé da Vai-Vai” (Editora Aruanda e Griot) e “Exu Mulher e o Matriarcado Nagô”, sobre masculinização, demonização e tensões na formação dos candomblés. Suas linhas de pesquisa acadêmica são Comportamentos e Representações em religiões de matrizes africanas. Estuda africanidades culturais, ancestralidade, raça e gênero, em especial o lugar de mulheres negras nos Sambas e nas tradições de matrizes africanas, (Umbandas e Candomblés). É especialista em sambas e escolas de samba. Foi Assessora Especial da Fundação Cultural Palmares (MinC), Assessora de Comunicação do Museu Afro Brasil (SP). Foi docente da Faculdade HOTEC no Curso Superior Tecnológico de Eventos, em Produção de Eventos Culturais e Esportivos; Organizações de Eventos e Cultura e Entretenimento. Foi Diretora de Comunicação e Gestora de Políticas Públicas da Prefeitura de Guarulhos-SP (2017/2018). 10ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Imigração Espanhola em São Paulo: Trabalho, Sociabilidade e Luta” (3º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 11ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Vilas Operárias: O Domínio da Fábrica na Paisagem Urbana de São Paulo” (7º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 12ª Ação Cultural: Palestra Tema: Saberes, Histórias e Lutas das Populações Indígenas no Planalto Paulista (2º Edição) Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil)

Objetivos

O projeto Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular tem por objetivo geral a realização de uma programação de 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses. As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas, de realizadores e públicos, importantes elementos de brasilidade, constituindo-se em atividades de referência e estruturantes para o desenvolvimento da cultura local e o estímulo ao desenvolvimento da economia criativa brasileira.a promoção da cultura, a defesa, valorização e conservação do patrimônio histórico e artístico, do patrimônio material, imaterial e vivo, como um dos pressupostos para a transformação social, constituindo-se como um importante lugar de articulação entre produção de conhecimento, formação e difusão. A preocupação com a formação humanística e técnica de agentes de educação cultural e popular norteiam nossos objetivos e consolida a articulação de atores sociais na produção de sua própria História. Nosso propósito é promover um espaço para a produção de ações e eventos culturais, realização de cursos de formação cultural continuada e educação popular, desenvolvimento de experiências científicas e tecnológicas, buscando estimular permanentemente o debate de temas fundamentais de nossa formação cultural, histórica e contemporânea, promovendo um constante diálogo e intercâmbio entre os diferentes universos da cultura brasileira e universal. O projeto Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular tem por objetivo específico a realização de uma programação de 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses, descrita a seguir: 1ª Ação Cultural:Título: "As ‘culturas infantis’ na cidade de São Paulo: trocinhas, folguedos, cantigas de roda, jogos, parlendas, pegas, pulhas, trabalengas…" (4º Edição)Realização: mês 1 2ª Ação Cultural: Título: "RolêSP Bixiga: Chão de Muitos Povos" Realização: mês 2 3ª Ação Cultural: Título: "Cidade em Disputa: Escavando Memórias nos Vestígios Arqueológicos do Quilombo Saracura" (10º EDIÇÃO) Realização: mês 3 4ª Ação Cultural: Título: "Patrimônio Afro-indígena em São Paulo: Capela e Cemitério dos Aflitos na História do Território da Liberdade/Glicério" Realização: mês 4 5ª Ação Cultural: Título: "Redescobrindo 470 anos da História da Cidade de São Paulo" (9º Edição) Realização: mês 5 6ª Ação Cultural: Título: "Samba da Madrinha Eunice e a Lavapés: Primeira Escola de Samba de São Paulo" Realização: mês 6 7ª Ação Cultural: Título: "Oficina Petrobrás" - Formação de Redes do Setor Criativo (Espaços de Produções Culturais) Realização: mês 7 8ª Ação Cultural: Título: "Mulheres Indígenas em Contexto Urbano: Tecendo Histórias e Valorizando Saberes" (8º Edição) Realização: mês 8 9ª Ação Cultural: Título: "Vai-Vai: Terreiro do Samba e da Religiosidade Negra em São Paulo." Realização: mês 9 10ª Ação Cultural: Título: "Imigração Espanhola em São Paulo: Trabalho, Sociabilidade e Luta" (3º Edição) Realização: mês 10 11ª Ação Cultural: Título: "Vilas Operárias: O Domínio da Fábrica na Paisagem Urbana de São Paulo" (7º Edição) Realização: mês 11 12ª Ação Cultural:Título: "Indígenas Identidades Paulistanas: Memórias, Histórias, Lutas, Saberes dos Povos Originários em SP". (9º Edição)Realização: mês 12

Justificativa

O projeto Instituto Bixiga _ Pesquisa, Formação e Cultura Popular visa contribuir para a promoção, valorização e fortalecimento da identidade, da imagem, da história, e das expressões dos diversos grupos e manifestações da Cultura Brasileira na cidade de São Paulo, abordando, dentre outros importantes temas, questões relativas a disputa pela História, pela Memória e pela Cidade, definição de Cultura Material, Imaterial e Viva, preservação das expressões culturais indígenas, negras, quilombolas, imigrantes e urbanas articulados à Lutas e Resistências em defesa da Diversidade e da Cultura na Cidade de São Paulo. O projeto, cujas finalidades visam "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"; "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"; "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; "priorizar o produto cultural originário do País" (Artigo 1º, incisos I, II, III, IV, VI, VIII, XI da Lei 8313/91), tendo por objetivo o incentivo à formação artística e cultural, mediante a manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (Artigo 3, incisos I, alínea "c" da Lei 8313/91), necessita do fomento de recursos públicos permitidos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, como forma de ampliar o conhecimento, a promoção, a valorização e fortalecimento da identidade, da imagem, da história e das expressões dos diversos grupos e manifestações da Cultura Brasileira.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico Objetivos Gerais: O projeto Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular tem por objetivos geral a realização de uma programação de 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses. As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas, de realizadores e públicos, importantes elementos de brasilidade, constituindo-se em atividades de referência e estruturantes para o desenvolvimento da cultura local e o estímulo ao desenvolvimento da economia criativa brasileira, a promoção da cultura, a defesa, valorização e conservação do patrimônio histórico e artístico, do patrimônio material, imaterial e vivo, como um dos pressupostos para a transformação social, constituindo-se como um importante lugar de articulação entre produção de conhecimento, formação e difusão. Objetivos Específicos: O projeto Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular tem por objetivo específico a realização de uma programação de 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses. Justificativa: O projeto Instituto Bixiga – Pesquisa, Formação e Cultura Popular visa contribuir para a promoção, valorização e fortalecimento da identidade, da imagem, da história, e das expressões dos diversos grupos e manifestações da Cultura Brasileira na cidade de São Paulo, abordando, dentre outros importantes temas, questões relativas a disputa pela História, pela Memória e pela Cidade, definição de Cultura Material, Imaterial e Viva, preservação das expressões culturais indígenas, negras, quilombolas, imigrantes e urbanas articulados à Lutas e Resistências em defesa da Diversidade e da Cultura na Cidade de São Paulo. O projeto, cujas finalidades visam “contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”; “promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais”; “apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores”; “proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional”; “preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro”; “estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória”; “priorizar o produto cultural originário do País” (Artigo 1º, incisos I, II, III, IV, VI, VIII, XI da Lei 8313/91), tendo por objetivo o incentivo à formação artística e cultural, mediante a manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (Artigo 3, incisos I, alínea “c” da Lei 8313/91), necessita do fomento de recursos públicos permitidos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, como forma de ampliar o conhecimento, a promoção, a valorização e fortalecimento da identidade, da imagem, da história e das expressões dos diversos grupos e manifestações da Cultura Brasileira. 1ª Ação Cultural: Palestra Título: “As ‘culturas infantis’ na cidade de São Paulo: trocinhas, folguedos, cantigas de roda, jogos, parlendas, pegas, pulhas, trabalengas…” (4º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: O curso pretende um resgate do trabalho etnográfico realizado pelo sociólogo Florestan Fernandes na década de 1940 que resultou no inventário das “culturas infantis” e dos “grupos infantis” em bairros operários da cidade de São Paulo como Bixiga (Bela Vista), Bom Retiro, Brás, Belém, Pari e Barra Funda. Apesar de se tratar de um assunto pouco lembrado no conjunto da obra de Florestan, sendo muitas vezes referido a um período próprio de aprendizagem, o estudo do folclore paulistano, especialmente das “culturas infantis” e dos “grupos infantis” (as denominadas “Trocinhas”), foram os primeiros temas abordados pelo autor ainda na graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, tendo sido, segundo suas próprias declarações, decisivos para sua adesão a uma sociologia científica e sistematizada. Profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 2ª Ação Cultural: Palestra (Visita Guiada) Título: “RolêSP Bixiga: Chão de Muitos Povos” Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: Em comemoração ao aniversário do Bixiga todo mês de outubro, data do primeiro loteamento dos Campos do Bexiga, essa ação cultural busca reconstituir parte significativa da complexa formação histórica desse território enquanto construção social. Pertencente à região central de São Paulo, o Bixiga – um dos lugares mais tradicionais da cidade – tem uma importância histórica e cultural muito ampla para a capital paulista. É um território marcado pela diversidade social e por uma mistura singular de influências culturais, de hábitos e sotaques que se tornaram símbolos da metrópole brasileira. Por tudo isso, assim como tudo em São Paulo, o Bixiga é muito plural e há sempre mais histórias a serem descobertas em cada beco e atrás de cada porta. Segundo Armandinho Puglisi, o Armandinho do Bixiga, um dos moradores símbolo e fundador do Museu Memória do Bixiga, “O Bixiga é um estado de espírito!” Profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 3ª Ação Cultural: Palestra (Visita Guiada) Título: “Cidade em Disputa: Escavando Memórias nos Vestígios Arqueológicos do Quilombo Saracura” (10º EDIÇÃO) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: A ocupação urbana do Bixiga teve início com o surgimento de um dos primeiros Quilombos Urbanos da cidade de São Paulo, concentrando boa parte da população negra no território do Vale do Rio Saracura, canalizado na década de 1920 para a construção da Avenida 9 de Julho. Nessa Visita Guiada buscaremos conduzir os participantes numa jornada pelos Territórios Negros do Bixigao que, juntamente com territórios centrais como a Sé, Santa Efigênia, Liberdade, Glicério e Barra Funda, representam parte importante das histórias de vida, das lutas e resistências da população negra na cidade de São Paulo. Profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 4ª Ação Cultural: Palestra Título: “Patrimônio Afro-indígena em São Paulo: Capela e Cemitério dos Aflitos na História do Território da Liberdade/Glicério” Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: Após quatro anos da descoberta arqueológica de nove ossadas em um dos primeiros cemitérios da cidade de São Paulo - o Cemitério dos Aflitos, uma licitação da Prefeitura selecionou três projetos para servir como base da obra do Memorial dos Aflitos, na Liberdade. O espaço na região central será construído ao lado da Capela de Nossa Senhora dos Aflitos a fim de marcar a história afro-indígena paulistana e do bairro e homenagear os sepultados naquele local. Essa Troca de Saberes contará com representantes da União dos Amigos da Capela dos Aflitos para debater, num formato de Roda de Conversa, a trajetória de luta pela preservação da Memória Afro-Indígena por meio da criação do Memorial dos Aflitos. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Elizete Cristina da Silva Alves: Atual Presidenta da UNAMCA - União dos Amigos da Capela dos Aflitos. Apoiadora dos Movimentos Indígenas e co-fundadora da UNAMCA que surgiu em 2018, da indignação de devotos e frequentadores da Capela dos Aflitos, diante da situação de abandono e degradação do patrimônio tombado. A UNAMCA tem como principal objetivo viabilizar o restauro da Capela Nossa Senhora dos Aflitos que está em andamento, preservar as memórias indígenas e afro-brasileiras através de pesquisas e divulgação das histórias ancestrais por meio de palestras e rodas de conversas, promovendo atos culturais como a Jornada do Patrimônio, Festa Junina, Cortejos, Folia de Reis. 5ª Ação Cultural: Palestra Título: “Redescobrindo 470 anos da História da Cidade de São Paulo” (9º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: O curso realizado nas comemorações do aniversário da cidade de São Paulo busca retratar parte significativa da complexa formação histórica de uma das maiores e mais importantes cidades brasileiras. Dentre importantes temas, o curso aborda questões relativas às relações entre o “centro e periferia”, definição de cultura patrimonial, preservação das expressões culturais tradicionais e periféricas e processos antigos e atuais de intervenções sócio espaciais na cidade. Com isso pretende-se problematizar o complexo cultural da cidade de São Paulo, abrangendo o modo e condições de vida de seus habitantes, as narrativas e as construções identitárias em disputa e os debates sobre os modelos vigentes no decorrer do período colonial, imperial e republicano brasileiro. Profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 6ª Ação Cultural: Palestra Título: “Samba da Madrinha Eunice e a Lavapés: Primeira Escola de Samba de São Paulo” Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: Essa Troca de Saberes contará com a participação da neta da sambista e ativista do Movimento Negro Deolinda Madre, que ficou conhecida como Madrinha Eunice por batizar dezenas de crianças nos bairros da Liberdade e Glicério, e foi fundadora da Sociedade Recreativa Beneficente Esportiva da Escola de Samba Lavapés Pirata Negro, a mais antiga da capital paulista ainda em atividade, e é considerada um símbolo do Cannaval Paulistano. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Rosemeire Marcondes: Presidente da Escola de Samba Lavapés Pirata Negro entre 1996 e 2019, moradora do Glicério/Lavapés há mais de 50 anos, ativista do Movimento Negro, Liderança Comunitária e Gestora Cultural. 7ª Ação Cultural: Palestra (Oficina) Título: Oficina de Formação de Redes do Setor Criativo (Espaços de Produções Culturais) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: Nesta oficina de formação de Redes do Setor Criativo, articulada entre gestores e espaços culturais auto-organizados de São Paulo, que promovem atividades com ênfase na Arte, Cultura e Educação, pretendemos capacitar empreendedores criativos, artistas, produtores culturais, agentes participantes da cadeia produtiva da economia criativa, que querem ou que já participam de empreendimentos coletivos, buscando compartilhar experiências, debatendo estratégias de conteúdo para o setor criativo e apresentando informações sobre cooperação da iniciativas culturais e educativas em Rede. Profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 8ª Ação Cultural: Palestra Título: “Mulheres Indígenas em Contexto Urbano: Tecendo Histórias e Valorizando Saberes” (8º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: O encontro de Troca de Saberes e Vivência Prática “Mulheres Indígenas em Contexto Urbano: Tecendo Histórias e Valorizando Saberes”, pretende contribuir para desmitificar a ideia de um modo de vida dos povos originários estático no tempo e no espaço, oferecendo a perspectiva de uma mulher indígena que vive em contexto urbano e que problematiza as dificuldades enfrentadas, as lutas e resistências para ter sua história jornada respeitada e reconhecida. Também será abordado as Identidades Indígenas - Os Guarani Nhandeva, as trajetórias entre a Comunidade Indígena e a Cidade, as Histórias e Resistências das Culturas Indígenas no Contexto Urbano e o Movimento da Marcha das Mulheres Indígenas. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Ricarda Wapichana: Pertence à etnia Wapichana. Pedagoga formada pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). Técnica de Nutrição e Dietética pela ETEC de OSASCO-SP. É militante do movimento indígena. Em 2005 foi secretária da ODIC-organização dos indígenas da cidade de Boa Vista - RR. Em 2009 participou do Fórum Social Mundial no estado do Pará. Em São Paulo teve suas participações em vários eventos e instituições como: Itaú cultural, SESC-SP, Programa da TV Século 21 com a culinária indígena, abertura do agosto indígena Ceu Butantã, escola de aplicação da USP e em escolas públicas e privadas. Os trabalhos mais recentes foram na coordenação de alimentação do Encontro Internacional de Mulheres Indígenas do estado de São Paulo, ocorrido na aldeia do Jaraguá-Tekoa Pyau no mês de setembro de 2018,Caminhos indígenas um olhar de mulher, SP sob a ótica da mulher indígena.Seminário Alimentação indígena e segurança alimentar e nutricional em dezembro de 2019. 9ª Ação Cultural: Palestra Tema: “Vai-Vai: Terreiro do Samba e da Religiosidade Negra em São Paulo.” Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: o curso apresenta um estudo sobre a complexa relação da Escola de Samba Vai-Vai, fundada em 1 de janeiro de 1930 na cidade de São Paulo, com algumas práticas rituais da religião do Candomblé. A narrativa é construída observando uma confissão religiosa, que alterna símbolos do carnaval e da religião, dentro do terreiro do samba. Os cultos profanos e religiosos marcam de forma peculiar o cotidiano do grupo e problematizam as questões desta pesquisa, que busca entender como expressões das religiões afro-brasileiras permanecem em manifestações culturais afrobrasileiras; como foi possível a inserção de práticas afro-religiosas na rotina de uma agremiação carnavalesca e como se mantém um calendário religioso com cultos a dois orixás, Exu e Ogum, no espaço físico da escola. O estudo parte de algumas observações das expressões de corpos negros no período colonial e pós-colonial, usando conceitos como resistência pelo sagrado, continuum cultural, identidade étnico-raciale sincretismo religioso tão importantes para se compreender o que ocorre no território negro da Escola de Samba Vai-Vai. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Claudia Regina Alexandre: É Doutora e Mestre em Ciência da Religião. Mestre em Ciência da Religião pela PUC-SP. Especialização em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC-SP. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela FIAM-FAAM. É autora dos livros “Orixás no Terreiro Sagrado do Samba - Exu e Ogum no Candomblé da Vai-Vai” (Editora Aruanda e Griot) e “Exu Mulher e o Matriarcado Nagô”, sobre masculinização, demonização e tensões na formação dos candomblés. Suas linhas de pesquisa acadêmica são Comportamentos e Representações em religiões de matrizes africanas. Estuda africanidades culturais, ancestralidade, raça e gênero, em especial o lugar de mulheres negras nos Sambas e nas tradições de matrizes africanas, (Umbandas e Candomblés). É especialista em sambas e escolas de samba. Foi Assessora Especial da Fundação Cultural Palmares (MinC), Assessora de Comunicação do Museu Afro Brasil (SP). Foi docente da Faculdade HOTEC no Curso Superior Tecnológico de Eventos, em Produção de Eventos Culturais e Esportivos; Organizações de Eventos e Cultura e Entretenimento. Foi Diretora de Comunicação e Gestora de Políticas Públicas da Prefeitura de Guarulhos-SP (2017/2018). 10ª Ação Cultural: Palestra Título: “Imigração Espanhola em São Paulo: Trabalho, Sociabilidade e Luta” (3º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: o curso pretende discutir a presença e a singularidade da imigração espanhola em São Paulo, explorando as regiões de origem e os destinos desses migrantes para compreender os deslocamentos no Brasil e a presença dessa nacionalidade na Hospedaria do Brás. A influência espanhola na cultura paulistana e mesmo no Brasil, ainda é pouco estudada.Na esteira dos movimentos migratórios do final do século XIX, atraídos pelos subsídios dos fazendeiros paulistanos, os espanhóis foram encaminhados, sobretudo, para trabalhar nas fazendas de café no interior do estado de São Paulo, mas a experiência urbana atraiu muitos espanhóis que se fixaram na cidade e deixaram marcas na cultura da cidade. Ocorre que a narrativa historiográfica dominante, que coloca o italiano como o elemento sintetizador da imagem do imigrante daquele período, acabou ofuscando os diversos sujeitos históricos que compunham a urbe paulistana. Outro ponto fundamental abordado na formação será a participação dos espanhóis nos movimentos operários e nas associações trabalhistas. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 11ª Ação Cultural: Palestra Título: “Vilas Operárias: O Domínio da Fábrica na Paisagem Urbana de São Paulo” (7º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) têm como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: o curso busca um resgate histórico e uma problematização historiográfica sobre as inúmeras Vilas Operárias construídas há mais de 130 anos nos antigos bairros operários da cidade de São Paulo e do interior paulista. Pretende-se problematizar o complexo cultural da cidade de São Paulo, abrangendo o modo e condições de vida de seus habitantes, as narrativas e as construções identitárias em disputa e os debates sobre os modelos vigentes de produção da moradia operária no Brasil. Nas primeiras décadas do século XX, a nascente indústria paulistana exigia um número sempre crescente de trabalhadores, situação que demandava um expressivo aumento de moradias para abrigar a classe operária empregada nas atividades ligadas a esse setor. A solução ideal defendida desde fins do séc. XIX pela higiene pública para a questão da habitação popular era a construção das vilas operárias pelos poderes estatais ou pelos industriais nos bairros periféricos da cidade; “solução” que combinava a pretensão utópica da burguesia industrial de “fabricação da classe trabalhadora desejada”, a luta sistemática dos higienistas sociais contra as moradias coletivas e insalubres da população “pobre” da cidade, e a possibilidade de mais um negócio lucrativo tanto para os industriais, quanto para as companhias de saneamento, com a construção das “habitações higiênicas e baratas”. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil) 12ª Ação Cultural: Palestra Título: Saberes, Histórias e Lutas das Populações Indígenas no Planalto Paulista (2º Edição) Carga horária completa: 20 horas (pesquisa, elaboração de material cultural e expositivo, planejamento do curso, realização/execução do Curso de Formação Cultural, atendimento e monitoria de atividade prática). Público Alvo: As Ações Culturais previstas no projeto (cursos de formação cultural, oficinas e visitas guiadas) tem como público alvo adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas e privadas, indígenas, pesquisadores e cientistas, coletivos e associações de valorização da cultura negra, profissionais do turismo, geógrafos, historiadores, arquitetos, museólogos, fotógrafos, diretores e produtores, núcleos de pesquisa, centros de memória e cultura, agentes e gestores culturais, museu comunitário, moradores de São Paulo, associações de moradores e centros comunitários, pessoas com Deficiência, mídias sociais e comunitárias, movimentos culturais e populares. Metodologia: As Ações Culturais definidas na programação apresentam uma ampla diversidade de temas e importantes elementos de brasilidade, fundamentando-se nos princípios do trabalho coletivo, utilizando metodologia essencialmente dialógica, inclusiva, respeitosa da diversidade, das diferenças e das semelhanças entre as culturas e os povos, visando combater e enfrentar a discriminação, o preconceito e a desigualdade por meio da cultura. Material Didático: Impressa, Jornais, Fotografia, Cartografia, Filmes, Documentários, Fonte Oral, Música. Conteúdo Programático: certos de que o desconhecimento do modo de vida e da ampla diversidade cultural dos povos originários contribui para a reatualização de velhos preconceitos e estereótipos que caracterizam os indígenas como “não produtivos”, “aculturados”, “assimilados”, “invasores de terras”, etc., pretendemos, por meio dos debates e reflexões propostos pelo curso Saberes, Histórias e Lutas das Populações Indígenas no Planalto Paulista, contribuir para demonstrar como os “povos da floresta”, mesmo a despeito da histórica tentativa de “apagamento” de suas culturas em cidades como São Paulo, resistiram e ainda resistem em defesa de seus costumes, valores e modos de vida. Buscaremos estimular e ampliar o diálogo sobre a questão indígena, promovendo uma importante reunião de histórias e saberes ancestrais e abordando os desafios encontrados na contemporaneidade. Currículos dos profissionais envolvidos nas atividades de formação: Danielle Franco da Rocha (Historiadora, Socióloga, Economista, Gestora Cultural, Pesquisadora, Professora e Curadora do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Gestão Cultural, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP) Edimilsom Peres Castilho (Arquiteto e Urbanista, Historiador, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Gestão Cultural, História e Memória, Educação Patrimonial, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUeD/UFU) Eribelto P. Castilho (Historiador, Sociólogo, Antropólogo, Gestor Cultural, Pesquisador, Professor e Curador do Instituto Bixiga. Tem experiência nas áreas de História Social, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Brasileiro, Museologia e Políticas de Preservação, História e Território. Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Graduado em Direito pela PUC-SP. Bacharel/Licenciado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP. Historiador e Pesquisador das Culturas Populares no Brasil)

Acessibilidade

O Plano de Acessibilidade, elaborado nos termos do disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, contempla medidas de acessibilidade que envolvem o aspecto comunicacional de modo a diminuir barreiras na comunicação interpessoal e promover ações que facilitem o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida aos produtos culturais gerados pelo projeto. Ação de Acessibilidade que envolve o Aspecto Comunicacional: Interpretação de Língua Brasileira de Sinais – Libras nas 12 (doze) Ações Culturais, em formato presencial, oferecidas gratuitamente ao público geral durante o período de 12 (doze) meses, como recurso de acessibilidade comunicacional para permitir o acesso de pessoas com deficiência auditiva ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto. 1ª Ação Cultural:Título: “As ‘culturas infantis’ na cidade de São Paulo: trocinhas, folguedos, cantigas de roda, jogos, parlendas, pegas, pulhas, trabalengas…” (4º Edição) ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 2ª Ação Cultural:Título: “RolêSP Bixiga: Chão de Muitos Povos”ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 3ª Ação Cultural:Título: “Cidade em Disputa: Escavando Memórias nos Vestígios Arqueológicos do Quilombo Saracura” (10º EDIÇÃO)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 4ª Ação Cultural:Título: “Patrimônio Afro-indígena em São Paulo: Capela e Cemitério dos Aflitos na História do Território da Liberdade/Glicério”ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 5ª Ação Cultural:Título: “Redescobrindo 470 anos da História da Cidade de São Paulo” (9º Edição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 6ª Ação Cultural:Título: “Samba da Madrinha Eunice e a Lavapés: Primeira Escola de Samba de São Paulo”ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 7ª Ação Cultural:Título: “Oficina Petrobrás” - Formação de Redes do Setor Criativo (Espaços de Produções Culturais)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 8ª Ação Cultural:Título: “Mulheres Indígenas em Contexto Urbano: Tecendo Histórias e Valorizando Saberes” (8º Edição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 9ª Ação Cultural:Título: “Vai-Vai: Terreiro do Samba e da Religiosidade Negra em São Paulo.”ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 10ª Ação Cultural:Título: “Imigração Espanhola em São Paulo: Trabalho, Sociabilidade e Luta” (3º Edição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 11ª Ação Cultural:Título: “Vilas Operárias: O Domínio da Fábrica na Paisagem Urbana de São Paulo” (7º Edição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português. 12ª Ação Cultural:Título: “Saberes, Histórias e Lutas das Populações Indígenas no Planalto Paulista” (2º Edição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: 2 profissionais intérpretes de Libras-Português.

Democratização do acesso

As ações culturais propostas no projeto Instituto Bixiga - Pesqusia,Formação e Cultura Popular prevê ações de democratização da cultura de acordo com a Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023, promovendo o acesso gratuito às 12 (doze) Ações Culturais e estimulando a produção cultural em diversos formatos (Cursos de Formação Cultural, Oficina de Formação de redes do setor criativo e Visitas Guiadas/RolêSP). O Projeto prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: - Gratuidade de 100% nas 12 (doze) Ações Culturais previstas na programação do Espaço Cultural e de Memória do projeto Instituto Bixiga. (Artigo 28, inciso I, II e VI da Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023) - Gravação, Edição e Finalização de 4 (quatro) Ações Culturais, definidas no projeto “Instituto Bixiga - Pesquisa,Formação e Cultura Popular”. Disponibilização online da gravação de 4 (quatro) Ações Culturais em Plataforma de compartilhamento de vídeo (www.youtube.com) e em Plataforma de aprendizagem virtual (e-learning/LearnDash) do site do Instituto Bixiga (www.institutobixiga.com.br). (Artigo 28, inciso IV e V da Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023)

Ficha técnica

O Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular, proponente do projeto apresentado, será responsável pela gestão do processo decisório e gestão técnico-financeira do projeto, realizando e supervisionando o pagamento dos serviços prestados pelos fornecedores, prestadores de serviço e pessoal da equipe, bem como dos impostos devidos. Acompanhamento a gestão do projeto (físico e financeiro). Contratação de serviço de consultoria contábil e jurídica. Prestação de contas. Elaboração do relatório final Informações dos principais profissionais envolvidos no projeto: Nome: Elizete Cristina da Silva Alves (Atual Presidenta da UNAMCA - União dos Amigos da Capela dos Aflitos) Função no projeto: Palestrante Currículo resumido: 60 Anos, membro do Movimento dos Aflitos. Apoiadora dos Movimentos Indígenas e co-fundadora da UNAMCA que surgiu em 2018, da indignação de devotos e frequentadores da Capela dos Aflitos, diante da situação de abandono e degradação do patrimônio tombado. A UNAMCA tem como principal objetivo viabilizar o restauro da Capela Nossa Senhora dos Aflitos que está em andamento. Também nos dedicamos intensamente à preservação das memórias indígenas e afro-brasileiras, através de nossas pesquisas e divulgação das histórias ancestrais por meio de palestras e rodas de conversas, promovendo atos culturais como a Jornada do Patrimônio, Festa Junina, Cortejos, Folia de Reis. *** Nome: Rosemeire Marcondes (Presidente de Honra da Escola de Samba Lavapés Pirata Negro) Função no projeto: Palestrante Currículo resumido: Presidente da Escola de Samba Lavapés Pirata Negro entre 1996 e 2019, moradora do Glicério/Lavapés há mais de 50 anos, ativista do Movimento Negro, Liderança Comunitária e Gestora Cultural. *** Nome: Ricarda Wapichana (Indígena, Pedagoga e Técnica em Nutrição e Dietética) Função no projeto: Palestrante Currículo resumido: Pertence à etnia Wapichana, nasceu na aldeia serra da lua, no município de Normandia, no estado de Roraima na tríplice fronteira do Brasil, Venezuela e Guiana Inglesa. Tendo pelo nome na sociedade nacional Ricarda Vicente de Araújo Portanto, ao longo de sua trajetória em sua cidade e a cidade de São Paulo, firma sua identidade ministrando, palestras, formação e oficinas. Assim difundindo ao público em geral a valorização, a preservação e o fortalecimento de sua ancestralidade e a cultura dos povos originários do Brasil. É pedagoga formada pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). É Técnica de Nutrição e Dietética pela ETEC de OSASCO-SP 2014. É militante do movimento indígena. Em 2005 foi secretária da ODIC-organização dos indígenas da cidade de Boa Vista - RR. Em 2009 participou do Fórum Social Mundial no estado do Pará. Em São Paulo teve suas participações em vários eventos e instituições como: Itaú cultural, SESC-SP, Programa da TV Século 21 com a culinária indígena, abertura do agosto indígena Ceu Butantã, escola de aplicação da USP e em escolas públicas e privadas. Os trabalhos mais recentes foram na coordenação de alimentação do Encontro Internacional de Mulheres Indígenas do estado de São Paulo, ocorrido na aldeia do Jaraguá-Tekoa Pyau no mês de setembro de 2018,Caminhos indígenas um olhar de mulher ,SP sob a ótica da mulher indígena.Seminário Alimentação indígena e segurança alimentar e nutricional em dezembro de 2019. *** Nome: Claudia Regina Alexandre (Escritora e Jornalista) Função no projeto: Palestrante Currículo resumido: É Doutora e Mestre em Ciência da Religião. Mestre em Ciência da Religião pela PUC-SP. Especialização em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC-SP. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela FIAM-FAAM. É autora dos livros “Orixás no Terreiro Sagrado do Samba - Exu e Ogum no Candomblé da Vai-Vai” (Editora Aruanda e Griot) e “Exu Mulher e o Matriarcado Nagô”, sobre masculinização, demonização e tensões na formação dos candomblés. Suas linhas de pesquisa acadêmica são Comportamentos e Representações em religiões de matrizes africanas. Estuda africanidades culturais, ancestralidade, raça e gênero, em especial o lugar de mulheres negras nos Sambas e nas tradições de matrizes africanas, (Umbandas e Candomblés). É especialista em sambas e escolas de samba. Foi Assessora Especial da Fundação Cultural Palmares (MinC), Assessora de Comunicação do Museu Afro Brasil (SP). Foi docente da Faculdade HOTEC no Curso Superior Tecnológico de Eventos, em Produção de Eventos Culturais e Esportivos; Organizações de Eventos e Cultura e Entretenimento. Foi Diretora de Comunicação e Gestora de Políticas Públicas da Prefeitura de Guarulhos-SP (2017/2018). *** Nome: Danielle Franco da Rocha Função no projeto: Coordenadora de Produção e Palestrante Currículo resumido: Doutora em História Social, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP. Tem experiência nas áreas de Gestão Cultural, História Social, Antropologia, Sociologia, Ciência Política, Territorialidades e Trabalho Social, História e Política Educacional, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Historiadora, Professora e Pesquisadora do Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular. Professora do Curso de Especialização em História, Sociedade e Cultura da PUC-SP. É Orientadora de Pesquisas Monográficas sobre esses temas nas Licenciaturas de História, Pedagogia e Letras. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC) do Programa de Estudos Pós-Graduados em História Social da PUC-SP. Gestora Cultural e Coordenadora da Área de Projetos Culturais e Educativos do Instituto Bixiga. *** Nome: Edimilsom Peres Castilho Função no projeto: Coordenador e Palestrante. Currículo resumido: Arquiteto e Urbanista pela FauEd da Universidade Federal de Uberlândia - UFU. Doutor e Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Têm experiência nas áreas de História Social da Cidade, Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura da Paisagem. Atuando nos seguintes temas: Gestão Cultural, História e Cidade, História e Memória, Educação Patrimonial, História da Arquitetura e Urbanismo, Mapeamento e Referências em Cidades, Território e Trabalho Social, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Historiador, Professor e Pesquisador do Instituto Bixiga - Pesquisa, Formação e Cultura Popular. Professor dos Cursos de Especialização em Paisagismo da UNESP-Registro, do Curso em Arquitetura da Paisagem do SENAC-SP e do Curso em História, Sociedade e Cultura da PUC-SP. Pesquisador e parecerista do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC) do Programa de Estudos Pós-Graduados em História Social da PUC-SP. Gestor Cultural e Coordenador da Área de Projetos Culturais e Educativos do Instituto Bixiga. *** Nome: Eribelto Peres Castilho Função no projeto: Coordenador e Palestrante. Currículo resumido: Doutor e Mestre em História Social pela PUC-SP. Bacharel em Direito pela PUC-SP. Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Tem experiência nas áreas de Gestão Cultural, História Social, Antropologia, Sociologia, Direito, Ciência Política, Territorialidades e Trabalho Social, História e Política Educacional, Memória e Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico em São Paulo, Conservação, Tratamento Documental e Preservação de Arquivos, Museologia e Políticas de Preservação. Historiador, Professor e Pesquisador do Instituto Bixiga. Professor adjunto IV do Curso de Direito da Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP). Professor do Curso de Especialização em História, Sociedade e Cultura da PUC-SP. Pesquisador do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC) do Programa de Estudos Pós-Graduados em História Social da PUC-SP. Gestor Cultural e Coordenador da Área de Projetos Culturais e Educativos do Instituto Bixiga.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-11-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo