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O projeto "Caminhos Culturais - Narrativas da Terra" se situa no âmbito do patrimõnio cultural imaterial dos povos Guarani do RS e tem como foco a realização de um ciclo de ações que promovam a valorização da cultura e memória das mulheres indígenas em interface com a educação.Prevê: um ciclo de sessões comentadas das obras audiovisuais"Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra", "Um Tempo para Mim" e "Nhemonguetá"; rodas de conversas em aldeias atingidas pelas enchentes com ênfase no diálogo e escuta qualificada,palestras temáticas onde abordaremos a relação entre memória, território e boas práticas vinculadas ao meio ambiente, que promovam a capacitação e a troca de saberes em conjunto com escolas e/ou espaços culturais destes municipios, valorizando a interculturalidade, assim como estimular que as comunidades contem suas histórias sobre a enchente parasocialização de suas experiencias, finalizando com a publicação de um livro sobre memórias de mulheres indígenas.
ORGANIZAÇÃO E PUBLICAÇÃO DE LIVRO FISICO O livro ainda não foi escrito. Porém, seu conteúdo Este livro trará o processo de pesquisa e produção dos filmes, junto com as entrevistas completas feitas com mulheres indígenas brasileiras como Shirley Djukurnã Krenak, Francisca Arara, Edina Shanenawa, Nedina Yawanawa, Juliana Kerexu, Celita Djachuká, Kerexu Takua, Raquel Kubeo, entre outras. Trataremos tema como afirmação da identidade indigena, direitos territoriais, ancestralidade e espiritualidade. O livro irá tratar também sobre como as comunidades visitadas no percurso do projeto foram impactadas pela enchente, suas memórias e pensamentos sobre a questão ambiental e sustentabilidade, dando destaque para a memória de mulheres, assim como suas lutas e buscas por estratégias de bem-viver. O livro contará com o prefácio da pesquisadora e professora Magali Mendes de Menezes e também textos de Raquel Kubeo, Alice Martins, e da proponente, Paola Mallmann. PALESTRAS TEMÁTICAS: Palestras sobre educação indigena e interface com conteúdos que abordam as relações com o meio ambiente com Raquel Kubeo, Alice Martins (kerexu Takuá), e outras indigenas onvidadas. O objetvio das palestras também e fomentar o debate sobre a COP 30, e os impactos da crise climática no RS, BRASIL E NO MUNDO. SESSÕES DE OBRAS AUDIOVISUAIS COM IMPACTO SOCIAL. filme 1: DOCUMENTÁRIO LONGA METRAGEM "KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA" Teaser: https://youtu.be/iq_kOkmUxzM Sinopse: A história de vida e o movimento social de mulheres indígenas brasileiras se aproximam neste filme, em que os caminhos de luta, saberes e práticas de cura se entrecruzam no processo de se tornarem lideranças. Entre memórias, sonhos, elementos da cosmovisão ameríndia e organização política, reconhecemos a autenticidade de suas relações das com os territórios e com a ancestralidade brasileira. O protagonismo feminino indígena em defesa dos direitos originários, perpassa o debate sobre mudanças climáticas e regeneração dos biomas, elementos que apontam caminhos na busca de reconexão com a história indígena brasileira contemporânea e a cura da Terra. instagram: @kunhakarai.ofilme filme 2: CURTA-METRAGEM "UM TEMPO PARA MIM" teaser: https://youtu.be/8QY1LnK9XgM Sinopse: Florência, uma menina mbya guarani vivencia a chegada da primeira menstruação seguindo os custumes de sua tradição. À noite, por recomendação da avó, que lhe prepara um remédio da mata (puã) , Florência fica reservada em uma pequena Opy, período em que não pode ver ninguém. Ocorre um eclipse da Lua e Florência tem um sonho misterioso que lhe conecta mais profundamente com a cosmologia indígena sobre as origens do sangue menstrual. filme 3: CURTA-METRAGEM NHEMONGUETÁ
OBJETIVO GERAL: Promover a valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial dos povos indígenas do Rio Grande do Sul, com enfoque nas mulheres guarani, por meio de sessões itinerantes de cinema, ações educativas e oficinas culturais, fortalecendo as memórias comunitárias e fomenta o diálogo intercultural em espaços indígenas e não indígenas. OBJETIVOS ESPECIFICOS: - Realizar 05 sessões comentadas do documentário Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra em aldeias indígenas; - Realizar 05 sessões comentadas do documentário Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra em espaços culturais urbanos; - Realizar 05 sessões do curta-metragem Um Tempo Para Mim em escolas em escolas indígenas; - Realizar 05 sessões do curta-metragem "Nhemonguetá" em escolas indígenas; - Realizar 05 palestras temáticas sobre cultura, memória e sua interface com a sustentabilidade ambiental; - Realizar a públicação fisíca de 1000 exemplares do livro; - Produzir versao audiobook - Publicar livro em formato de ebook;
O presente projeto Caminhos Culturais - Narrativas da Terraatua no eixo de promoção e difusão do produto cultural brasileiro em intersecção com debates culturais e ações educativas, dentro das seguintes finalidades conforme a Lei 8.313, II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E serão atingidos os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A realização do projeto via Lei Rouanet dentro da perspectiva Emergencial é fundamental para o fortalecimento da preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial dos povos indígenas no Rio Grande do Sul, especialmente porque tivemos diversas aldeias e comunidades indígenas atingidas diretamente pelas inundações e enchentes, além do desafio posterior de espaço de venda e comercialização de artesanatos. Toda a região metropolitana de Porto Alegre e Barra do Ribeiro foi duramente atingida. A proponente levou inumeras vezes doações para as comunidades, que além de terem uma grande vulerabilidade social, sofreu inumeras perdas. O Sul do Brasil possui uma rica diversidade étnica e cultural, incluindo as comunidades Guarani, que enfrentam desafios constantes para manter suas tradições vivas frente ao contexto de marginalização histórica e social. Através da Rouanet, será possível garantir a ampliação do acesso às manifestações culturais indígenas, promovendo o reconhecimento e a valorização da cultura indígena, tanto em contextos de aldeias omo urbanos.A Lei Rouanet permite que projetos como este alcancem regiões que, muitas vezes, estão fora do circuito tradicional de atividades culturais. O apoio financeiro garantido permitirá a realização de sessões itinerantes de cinema e ações educativas em comunidades que tenham poucas oportunidades de participação em iniciativas voltadas para o resgate da memória e da identidade cultural. Além disso, o projeto cumpre um papel social relevante ao contribuir para a formação de novas gerações, oferecendo ferramentas de expressão e memória para que comunidades afetadas por enchentes possam contar suas memórias. Além disso, este projeto se alinha às diretrizes da Rouanet ao fomentar o desenvolvimento de ações de impacto social, promovendo a diversidade cultural brasileira, e ao realizar atividades que visam à sustentabilidade e ao fortalecimento das práticas culturais imateriais, algo especialmente importante para a preservação das culturas indígenas. Fazemos filmes e criamos histórias para tratar de acessar as pessoas pela via do imaginário. O documentário e os curtas-metragens propostos abordam o papel das mulheres na preservação da memória ancestral e seus imaginários e lutas, das mulheres indígenas e também desconstróem o imaginário social limitante O documentário nos leva à uma aproximação com o universo de lideranças indígenas mulheres do Brasil, as práticas de cura e de luta pelos direitos originários e proteção dos territórios. Destacamos, o papel de salva-guarda das mulheres indígenas, detentoras de saberes tradicionais e multiplicadoras do bem-viver, em íntima relação com a proteção da natureza, dos rios, mares, biomas diversos, percebidos e vivenciados de forma sutil, pela diversidade espiritual na forma de cada uma delas se conectarem com o espírito da Terra, com Gaia, Pachamama.
SOBRE O LIVRO Temos mais de 20 horas de entrevistas completas que pretendemos trasncrever e organizar também em formato de livro soltando algumas pilulas na internet para divulgação. Como entidades indígenas parceiras se destacam o CRIA Centro de Referência Indígena em Porto Alegre (RS), a Secretaria Estadual dos Povos Indígenas do ACRE, e o Instituto Shirley Djukurnã Krenak. LINK FECHADO DE ACESSO AO DOCUMENTÁRIO KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA: https://vimeo.com/879983377/d2eb182ed2 *Não autorizamos a divulgação aberta do link do filme LINK DE ACESSO AO TEASER: https://youtu.be/iq_kOkmUxzM PÁGINA NO INSTAGRAM: @kunhakarai.ofilme Mulheres indígenas que participaram: Shirley Krenak, Francisca Arara, Nedina Yawanana Kerexu Takua, Iracema Nascimento, Talcira Gomes, Celita Djachuká, Ju Kerexu, Edina Shanenawa, Rosa Peixoto, Jera Guarani. O filme documentário foi feito através de recursos do Minc do Audiovisual Gera Futuro. A proponente do presente projeto é autora do argumento, roteiro, direção e produção associada. E o produtor executivo do documentário é tamb[em do presente projeto. LINK DE ACESSO AO CURTA-METRAGEM UM TEMPO PARA MIM: https://youtu.be/FSxboUl8NDw PÁGINA NO INSTAGRAM: @projeto_umtempoparamim A proponente do projeto é produtora oficial do curta metragem O filme rodou diversos festivais nacionais como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festiva de Gramado, Festival Guarnicê, Mostra Panorama de São Miguel do Gostoso, Trancoso, Mostra Ecofalante de São Paulo, entre outros, tendo sido premiado nas categorias de "Melhor Trilha Musical" em Gramado (2022) e Melhor Direção e Melhor Direção de Arte, no Festival Guarnicê de São Luís do Maranhão (2023).
ITINERANCIA E EXIBIÇÕES DOS FILMES: FILME DOCUMENTÁRIO KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA: 105 minutos som 5.1 Salas de cinema independente ou espaços culturais com equipamento sempre de preferencia CURTA METRAGEM UM TEMPO PARA MIM 21min,som 5,1,2k, DCP, Traduzido já para inglês, alemão, francês e espanhol, além do português - Será necessário utilizar rojetores, caixa de som e telão, de preferencia em escolas que já possuam tais equipamentos. PALESTRAS E SESSÕES COMENTADAS: Apenas um micronofe e caixa de som serão o suficiente. LIVRO: Estimamos uma publicação de 80 paginas, com imagens e colorida. Toda a etapa de revisão e etc será feita dentro do projeto.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as atividades presenciais iremos procurar realiza-las em espaços em que garantam a acessibilidade física de pessoas com deficiencia, como cadeirantes, com rampas, cadeiras, sinalização,espaços para acomodar durante a sessões dos filmes, palestra e evento de lançamento. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Os filmes já possuem legendas LSE. Iremos incluir a exibição dos filmes em pelo menos 02 escolas de surdos, com bate papo pós sessão e presença de interprete de libras. - A publicação do livro contará com uma versão de audiobook a qual será enviada para pelo menos 05 instituições brasileiras que trabalhem com pessoas com deficiencia visual. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: Tomaremos o cuidado e seguiemos as orientações da consultoria de acessibilidade no que diz respeito a comunicação e divulgação em redes sociais das nossas atividades, procurando realizar pelo menos 01 post referente a cada atividade a ser realizada que tenha uma dedicação especial para o público PCD.
AÇÕES DE DEMOCRATIZAÇÃO: TODAS AS ATIVIDADES SÃO ABERTAS AO PÚBLICO E GRATUITAS. - Promover o total 20 sessões gratuitas e com enfoque comunitário. - Sessões exclusivas para estudantes, de escolas indígenas e não indígena e/ou universidades gratuitas. Em que para cada sessão se estima-se um público de até 80 estudantes, resultando em um público estimado de 1600 pessoas contempladas. - Quanto ao livro, além da porcentagem para o patrocinador, 25% da tiragem dos livros serão doadas para as instituições culturais vinculadas aos povos indígenas e ao patrimonio, o restante será distribuido durante o lançamento do livro; - Será realizada uma oficina gratuita presencial de elaboração de projetos e povos indígenas com inscrições previas,com até 40 vagas, on-line, para projetos com povos indígenas ou de autoria exclusiva indigena.
Paola Mallmann - Proponente, coordenadora do projeto, pesquisadora e autora/organizadora do livro. Beto Rodrigues - Produtor executivo Raquel Rodrigues ( Raquel Kubeo) - Assistente de produção das sessões em escolas, pesquisadora e palestrante, co-autora do livro. Alice Martins (Kerexu Takua) - Palestrante indígena, pesquisadora colaboradora do livro. Magali Mendes de Menezes - Pesquisadora e professora da FACED, na Linha de Saberes Indígenas. - Consultoria de Pesquisa, prefácio do livro. Walmir Pereira - Antropólogo com experiência no campo do patrimônio - Consultor de pesquisa Mauricio Guedes - Assessoria financeira e contábil Fabiano Bonella da Cunha - Produtor cultural contratado para acompanhamento do projeto na Lei Rouanet e aspectos administrativos. Tyrell Spencer - Editor e suporte técnico paa exibições. Vherá Xunu - Fotografo Guarani Gerson Karaí - Assistente de produção nas comunidades e videomakker. Vanessa Ribeiro (Dewaeneios) - Ilustradora do livro, arte gráfica. Cirkula Editora do Livro.
PROJETO ARQUIVADO.