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O projeto busca promover e valorizar a cultura gaúcha por meio de apresentações musicais de violão, destacando suas influências étnicas e culturais. Serão realizados concertos em cidades do Rio Grande do Sul, com repertório focado em músicas tradicionais e composições originais.
A cultura gaúcha é rica e diversificada, com influências de diversas etnias, incluindo indígenas, europeias e africanas. A música é uma das formas mais expressivas dessa cultura, e o violão é um instrumento central na música gaúcha, utilizado em gêneros como o chamamé, a milonga e o vaneirão. Este projeto visa não apenas entreter, mas também educar o público sobre a importância de preservar e valorizar essas tradições.Caminhos do Violão - A Alma Gaúcha expressada em música é um projeto cultural de composição instrumental para violão que contempla gêneros musicais tradicionais gaúchos e composições originais, celebrando a riqueza cultural do Rio Grande do Sul. O violão, como protagonista, tece melodias que evocam as vastas coxilhas, os rios sinuosos e os campos abertos. Cada acorde e nota representa uma caminhada pelos séculos de história, desde os primeiros habitantes até os dias atuais. O instrumento se torna o fio condutor desse caminho cultural, entrelaçando memórias e emoções. Valorizando as intersecções de influências de diversos povos imigrantes que moldaram a identidade gaúcha, o projeto é um convite para explorar as tradições e os saberes que permeiam a alma gaúcha. Set list/Repertório: Caminhos do ViolãoPampeanaParanáPara DaiVaneira do ContraGauchinhoAlumiouAo PacoValsa do AmparoChoro D’EleMilongatu do DaviAbrigo D’alma
OBJETIVO GERAL - Promover e valorizar a cultura gaúcha através de apresentações musicais, destacando suas influências étnicas e culturais. OBJETIVOS ESPECIFICOS - Realizar 05 concertos em cidades do Rio Grande do Sul, com repertório focado em músicas tradicionais gaúchas e composições originais.
A cultura gaúcha é um dos pilares fundamentais da identidade do Rio Grande do Sul, refletindo uma rica diversidade de influências que moldaram profundamente a história, os costumes e as tradições da região. O legado cultural do estado é construído a partir da intersecção de culturas indígenas, africanas, portuguesas, espanholas e de diversos povos imigrantes, como os alemães e italianos. Essas influências criaram um mosaico cultural único, manifestado não apenas na música, mas também nas danças, na culinária, nas festas típicas e no modo de vida dos gaúchos. Promover a música gaúcha é, portanto, uma ação de resgate e preservação de um patrimônio cultural que transcende gerações, conectando o passado ao presente e permitindo que futuras gerações tenham acesso a essas expressões artísticas. Ao valorizar as tradições musicais gaúchas, este projeto contribui de forma significativa para manter vivas as manifestações artísticas que narram a trajetória do povo sulista, celebrando suas raízes e costumes de forma genuína. A música, como uma das mais poderosas formas de expressão cultural, tem o poder de criar um forte senso de pertencimento e orgulho, reforçando a identidade coletiva dos habitantes do Rio Grande do Sul. Cada acorde, cada letra e melodia carrega consigo histórias, valores e tradições que definem e perpetuam o espírito do gaúcho, promovendo a integração e o diálogo entre gerações. Além disso, este projeto busca garantir que essas tradições culturais não se percam com o tempo, ao contrário, que continuem sendo reimaginadas e apreciadas, tanto por quem já possui uma ligação emocional com essas raízes quanto por novos públicos, que terão a oportunidade de se conectar com essa rica herança. Através da música, criam-se pontes culturais que possibilitam uma maior compreensão e valorização das contribuições históricas dos diversos povos que formam a identidade gaúcha. A Lei de Incentivo à Cultura desempenha um papel crucial nesse processo de preservação e disseminação do patrimônio cultural gaúcho. Ela permite que projetos como este se concretizem, possibilitando o acesso e a fruição da cultura por diferentes públicos e democratizando o contato com as tradições artísticas. Ao assegurar o financiamento necessário para a realização de eventos, shows e atividades culturais, a lei garante que a música gaúcha possa ser vivenciada não apenas nas grandes cidades, mas também em comunidades menores e mais distantes, promovendo a inclusão cultural e fortalecendo o elo entre as pessoas e suas raízes. Este apoio é fundamental para que o legado cultural gaúcho continue vivo e vibrante, sendo transmitido de geração em geração e ressignificado dentro do contexto contemporâneo, sem perder sua essência e valor. O projeto está de acordo com a Lei nº 8313/91, especialmente no que se refere ao Artigo 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto atende também o Artigo 3º, que traz como objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Duração das apresentações: 1H30MIN por espetáculo.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As apresentações serão realizadas em local adequado ao acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida (teatros públicos, teatros do SESC centros culturais, ginásios escolares, etc). - Item da Planilha Orçamentária: destacamos que, conforme Lei Federal nº 13146/2015, os espaços públicos devem se adequar as normas técnicas de acessibilidade física, por isso já indicamos a acessibilidade mínima que o Espaço terá quando forem executadas as apresentações. Desta forma, mesmo sabendo que o número de Escolas Públicas e/ou Espaços Públicos com adaptação física ainda está em expansão, não solicitamos declaração do espaço antecipadamente, por ainda não haver definição das Escolas contempladas, esta definição ocorrerá durante a execução da pré-produção do Projeto em conjunto com as Secretarias Municipais de Educação/Coordenadorias de Educação de cada Município e terá como, um dos critérios, o espaço já estar adaptado fisícamente para acessibilidade de pessoas com deficiencia física ou mobilidade reduzida, por isso não consta item de rubrica designado para esta medida. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL: Serão reservados espaços próximos ao palco e organizadas as caixas de som para escuta do som, sem interferência, no momento da apresentação das atividades. As pessoas terão disponibilidade sonora da apresentação instrumental. Haverá Tradução Simultanea (interprete de libras) para acessibilidade de conteúdo. - Item na Planilha Orçamentaria: Tradutor Simultâneo.
Todas as apresentações do espetáculo serão ofertados gratuitamente ao público. Também, seguindo as diretrizes da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, art. 30: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
RAFAEL TERRES (Função no projeto: Proponente do projeto, apresentação musical e coordenação geral): Rafael Terres, natural de Passo Fundo/RS, aos 13 anos iniciou seus estudos no violão, com atividades profissionais musicais em grupos de danças tradicionais gaúchas e concorrendo em concursos regionais como instrumentista. Formado em Licenciatura Plena em Música, desde 2013, pela Universidade de Passo Fundo – UPF. Durante a faculdade integrou o Grupo de Choro da Universidade – UPF executando o violão de 7 cordas, neste período, participou em outubro de 2013 do encontro latino-americano de coros em Montevidéu, Uruguai. Atua como professor particular de violão e também ministra aula de música e aulas de violão em escolas da cidade de Passo Fundo. Como instrumentista de cordas seu trabalho tem ênfase no violão gaúcho e regional e pesquisa da música. Também trabalha como compositor, arranjador, diretor e produtor musical. Integra o grupo Oswaldir e Quinteto Nativo, Duo Cordas que Choram, Banda “Los Betos” e Fermata Eventos Musicais. Já apresentou-se com diversos artistas renomados da música regional e nacional, tais como, Paulo Fogaça, Délcio Tavares, Renato Borguethi, Dudu Nobre, Pedro Almeida, Sérgio Reis, entre outros, e também, em muitos festivais da música gaúcha, tais como, Seara da Canção, Carijo, Canto Galponeiro. Com o grupo Timbre de Galo, fez direção musical da peça teatral “Um lugar de Fantasia, Timbre Conta Poesia” e também dirigiu e produziu a parte musical da abertura do XIII Festival Internacional do Folclore. No ano de 2015, foi contemplado pelo Prêmio Funcultura de Passo Fundo em sua 2º edição com o projeto “Música Brasileira nas Escolas”. D.marin Planejamento Cultural (Função no projeto: Função no projeto: produção, assistente administrativo (custos administrativos), criação peças gráficas, assessoria de comunicação (custos de divulgação) e demais funções porventura necessárias): A d.marin é uma empresa de planejamento cultural que define estratégias, junto aos seus clientes e executa projetos, há mais de 17 anos, na área de Incentivos Fiscais. Desenvolve e viabiliza iniciativas de artistas, produtores culturais e do Poder Público, além de desenvolver projetos exclusivos e sob medida a empresas, clubes e entidades. A d.marin atende clientes de diversas cidades e estados brasileiros. Trabalha com equipes multidisciplinares das áreas de educação e comunicação, composta por profissionais parceiros e prestadores de serviço. Os projetos são elaborados de acordo com as normas vigentes de cada Incentivo Fiscal, transmitindo, simultaneamente, os valores, objetivos e ações do cliente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.