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Festival do Canudinho é um projeto que está em sua primeira ediçãoe proporcionará uma semana de ações culturais, relacionados ao patrimônio cultural de Galópolis, na cidade de Caxias do Sul RS. Juntamente com a criação de um memorial do Canudinho, preservando a história deste doce que faz parte da cultura histórica e gastronômica da comunidade de Galópolis. Que segundo a historiografia da regiãoeu foi a porta de entradados imigrantes italianosna cidade. Esta primeira edição do Festival do Canudinho estará dialongando com os 150 anos da imigração italiana no RS
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Festival do Canudinho é um projeto que está em sua primeira edição e proporcionará uma semana de ações culturais e de exposição da produção de canudinhos da comunidade de Galópolis. O canudinho é um doce que identifica o produto culturla e gastronômico do patrimônio cultural de Galópolis, na cidade de Caxias do Sul RS. O canudinho é o doce tradicional da comunidade, originário das comunidades que aportaram em Galópolis através da imigração italiana. Juntamente a esta proposta pretende-se a criação de um memorial do Canudinho, contando e preservando a história deste doce que faz parte da cultura histórica e gastronômica da comunidade de Galópolis. Segundo a historiografia da região a localidade foi a porta de entrada dos imigrantes italianos na cidade. Esta primeira edição do Festival do Canudinho estará dialongando com os 150 anos da imigração italiana no RS. Além disto pretende este projeto inicar o processo para tornar o canudiho patrimonio cultural brasileiro. Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, garantindo a gratuidade do acesso a cultura. Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura
Galópolis, bairro localizado na zona sul da cidade de Caxias do Sul - RS, possui uma relação intensa entre suas referências culturais e a comunidade. Colonizada por imigrantes italianos que deixaram seu país de origem após organizarem uma greve reivindicando melhores condições trabalhistas, a região se desenvolveu a partir de uma dinâmica industrial que configurou os espaços políticos, econômicos, culturais e de sociabilidade no formato de vila operária. Na vila operária de Galópolis, a comunidade compartilha de referências inventariadas de forma autônoma como patrimônios culturais de origem industrial, pois relacionam-se de forma direta ou indireta com os processos inerentes ao operariado local. Até o momento foram inventariados de forma participativa 247 patrimônios culturais em Galópolis, dentro de oito categorias distintas. Uma destas categorias é a voltada à "gastronomia", que conta com receitas criadas por moradores e passadas de geração em geração. Uma das opções gastronômicas patrimonializadas é o canudinho doce, popularmente conhecido como "canudinho de Galópolis" ou "canudinho da Tchéa" _ esta última opção homenageia a confeiteira que popularizou a receita nas décadas de 1970 e 1980 na região. Marcelina Isoton Darolt, mais conhecida como "Tchéa", trabalhou durante toda a sua vida no Lanifício São Pedro, principal indústria têxtil lanieira da região. Dentro da política paternalista de gestão deste empreendimento, o contato com as estruturas criadas na vila operária deveria ser constante e, logo, Tchéa frequentava e ajudava a organizar as festas da comunidade, destacando-se por suas habilidades na confeitaria. Por seu destaque gastronômico, passou a ter contato com Adelina Nicoletti, moradora da vila operária que criou a receita que deu origem aos canudinhos doces. "Dona Adelina", como era chamada, ensinou as principais técnicas confeiteiras à Tchéa e, no que tange as habilidades necessárias à produção dos canudinhos, ensinou desde como selecionar o material necessário, como dar seu formato até como desenvolver as etapas de cozimento de forma mais efetiva. Adaptando a receita à sua própria subjetividade, Tchéa elaborou a receita que foi passada à sua filha, Maurília Darolt, que é a atual responsável por sua salvaguarda e busca disseminar este saber-fazer gastronômico pela comunidade. Feitas de maneira artesanal, a massa dos canudinhos da Tchéa _ como ainda são chamados _ é aberta à mão com rolo de madeira, cortadas em tiras e enroladas nas mesmas forminhas de metal feitas a partir de latas de óleo da matriarca, superando os 100 anos de utilização. Posteriormente, os canudinhos são fritos em calheiras _ grandes panelas de metal usadas para fazer polenta _ e, quando ficam "corados", são retirados para receberem um recheio que consiste em um creme de baunilha e açúcar de confeiteiro. Eles são salpicados com açúcar e podem ser consumidos quentes, em temperatura ambiente ou gelados. Os sabores de Galópolis são diversos e representam a pluralidade das receitas criadas dentro de uma dinâmica fabril em que a alimentação era um dos prazeres do operariado. Uma receita é mais do que apenas um pedaço de papel, mas sim a materialização de um saber-fazer tradicional que perpetua e é perpetuado através das gerações por meio das memórias afetivas que se transformam em identidades territoriais. De tal forma, pelo fato de ser reconhecido pela comunidade como uma importante referência cultural patrimonial imaterial da dinâmica industrial local _ sob o aval do Inventário Participativo de Galópolis _ e, levando em consideração que Galópolis é considerado um Museu de Território, o saber-fazer canudinhos da Tchéa é passível tanto de patrimonialização a nível municipal _ sendo seu encaminhamento para registro um dos próximos passos _ quanto de musealização a nível regional. Visando valorizar e criar uma cultura de preservação do Canudinho este projeto visa à divulgação e a consequente valorização de uma iguaria feita pelos primeiro moradores da comunidade. Durante a seman de festividades pretende-se mostrar à população da cidade e aos turistas a produção e a diversidade do canudinho feito na comunidade, ampliando assim a compreensão acerca da gastronomia e da cultura da região. Atentando ao atributo de responsabilidade social, incrementando a economia da cultura e turísticagaúcha gerando mercado de trabalho e renda a partir de bens e serviços culturais o Festival do Canudinho quer fomentar a diversidade cultural e aumentar e diversificar o patrimônio cultural brasileiro criando uma cultura gastronômica e de valorização da cultura e identidade da comnidade. Para viabilizar ambos os processos, para o presente projeto objetiva-se criar um dossiê interpretativo para registro do canudinho da Tchéa como patrimônio cultural imaterial a ser inscrito no livro dos saberes de Caxias do Sul que também servirá de base para a criação de um memorial itinerante que comunique sobre sua história para além da comunidade detentora do saber-fazer propriamente dito. Este memorial será construído de forma participativa, sob a égide das premissas da Museologia Social e da metodologia do inventário participativo, consistindo em paineis tridimensionais e móveis que representarão a história da receita, suas transformações ao longo do tempo e a potencialidade para o seu futuro, não focando apenas na sua salvaguarda, mas na também nas possibilidades de desenvolvimento local a partir da valorização de sua gastronomia.
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Quanto à acessibilidade aos locais dos espetáculos, os mesmos possuem estrutura para receber portadores de necessidades especiais: Acessibilidade Física: rampas de acesso, elevador, locais para cadeirantes, banheiros com acessibilidade e guias táteis. Acessibilidade de conteúdo: legendas descritivas em todo o material de divulgação criado pelo marketing digital. O conteúdo dos espetáculos é, em sua maioria, de música instrumental, quando houver música cantada utilizaremos intérprete de libras.
Acesso gratuito a toda a programação cultural do Festival Medidas de acessibilidade para deficientes físicos: rampa elevador Medidas de acessibilidade para deficientes auditivos: folder, textos nos painéis legendados se houver necessidade ser contratado intérprete de libras Medidas de acessibilidade para deficientes visuais: áudios e visitas guiadas
Proponente: Associação Turística Galópolis Tecendo HistóriasA associação realizará toda a gestão financeira e da execução do projeto. Fará todos os contatos necessários para a realização das atividades propostas no projeto, sendo responsável pela procura e contratação dos prestadores de serviços, entre outros, através de seu presidente, Sr. Renato Sólio. A atividade do proponente será realizada de forma voluntária, não havendo rubricas para a atividade. Produção Executiva: Juli Pandolfo Produtora cultural há 16 anos. Profissional premiada no Trajetórias Culturais é graduada em História pela Universidade de Caxias do Sul. Responsável pela gestão cultural de projetos de vários segmentos culturais nas esferas Municipal, Estadual e Federal, movimentando mais de três milhões de Reais no mercado cultural brasileiro. Há 14 anos é sócia fundadora e diretora executiva da Tum Tum Produtora, em Caxias do Sul/RS. Foi produtora cultural por 9 anos do Instituto Tarcísio Michelon em Bento Gonçalves/RS, há 5 anos é produtora cultural do Instituto Hércules Galló em Galópolis/RS e há 1 ano do Roteiro Turístico Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves/RS. Participou das feiras internacionais de negócios criativos Womex | Espanha, MICSUR | Argentina, MICSUR | Colômbia, MICBR| São Paulo e MICBR| On-line. Produção Assistente Milena Schäfer é jornalista profissional (0018103-MTE/RS), formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade de Caxias do Sul (UCS 2015/2), com experiência de 12 anos em reportagem. Como profissional autônoma, atua na área de assessoria de imprensa e produção, especialmente no setor cultural. De 2019 a 2023 foi repórter do jornal Pioneiro e Rádio Gaúcha Serra, do Grupo RBS. De 2014 a 2018, no jornal O Garibaldense (principal jornal de Garibaldi/RS), criou e assinou a coluna “Quinta Cultural” durante dois anos, dando destaque a realizações culturais de toda a região. De 2010 a 2013 foi repórter do Jornal de Carlos Barbosa (atual Novo Carlos Barbosa), passando também pela experiência de assessoria em comunicação, na Conceitocom Brasil (Bento Gonçalves), em 2013. Tem grande envolvimento com o mundo das artes por ser atriz profissional (0014979-Sated/RS) com trabalho voltado para a palhaçaria. Como integrante co-fundadora da Trupe de Maricas (Caxias do Sul / RS), desde 2019, realiza trabalhos de atuação e produção em projetos voltados para formação e intervenção artística, em espaços públicos e instituições educacionais. É também cantora com atuação em projetos musicais da cidade como a Espiral Acústico e o trio de forró Xêro de Fulô. Contabilidade Márcia Elisa Pezzi é contadora graduada pela UCS (Universidade de Caxias do Sul) e possui especialização em Auditoria e Perícia Contábil pela Claretiano, Contabilidade Forense e Investigação de Fraudes pela Unyleya e em Direito Previdenciário e Trabalhista pela Descomplica. Trabalha com contabilidade desde 2003, sendo sócia-proprietária do escritório MEP Contabilidade e Assessoria. Desde 2009 trabalha com projetos culturais em esfera municipal, estadual e federal. Arquiteto Bruno Bonatto Com mais de 10 anos de experiência na área de arquitetura, tenho desenvolvido uma sólida compreensão dos desafios e soluções necessárias para gerenciar e otimizar infraestruturas e projetos dos mais variados tipos. Durante minha carreira, trabalhei em diversos projetos que exigiram uma combinação de habilidades técnicas e de gestão. Como arquiteto, estive envolvido em todas as etapas do desenvolvimento de projetos, desde a concepção até a execução e manutenção, tanto residenciais, como comerciais, prediais, institucionais e industriais. Isso me proporcionou uma visão abrangente de como as infraestruturas devem ser projetadas e geridas para garantir eficiência e sustentabilidade. Minha experiência inclui a coordenação de equipes multidisciplinares, a gestão de recursos e a supervisão de obras, o que me permitiu desenvolver habilidades cruciais para a área de arquitetura e engenharia, tais como análise de necessidades, planejamento estratégico e resolução de problemas. Museógrafa e Historiadora Geovana Erlo Mestra em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGMusPa/UFRGS) elicenciada em História pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Pesquisadora no Núcleo de Pesquisa em Direito do Patrimônio Cultural da Universidade Federal de OuroPreto (NEPAC/UFOP) e no grupo Memória, Justiça e Poder do Centro de Memória Regional do Judiciário (CMRJU-UCS), além de atuar nos projetos "História dos museus e daMuseologia a partir da atuação de seus agentes" e "PatrimoniumHis: Lugares de memória, Educação Patrimonial e ensino de História nas escolas de educação básica deCaxias do Sul". Membro da diretoria do Comitê Brasileiro para Conservação do Patrimônio Industrial (TICCIH-Brasil) entre 2024 e 2027 e da Rede de Docentes e Cientistasdo Campo da Museologia. Atua como professora de História na rede pública de educação básica do Estado do Rio Grande do Sul e educadora para o patrimônio cultural doMuseu de Território de Galópolis, além de ser coordenadora-geral voluntária do Ponto de Memória Inventário Participativo de Galópolis e conselheira fiscal da Associação dosAmigos da Memória e do Patrimônio Cultural de Caxias do Sul (MOUSAI), entidade que representa no Conselho de Patrimônio Histórico e Cultural de Caxias do Sul.Temexperiência na área de História e Museologia, com ênfase em Patrimônio Industrial, Museologia Social e Educação para o Patrimônio Cultural.
PROJETO ARQUIVADO.