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PRONAC 2416985InadimplenteMecenato

VII CAMINHO DE PORTO ALEGRE

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 447,0 mil
Aprovado
R$ 379,0 mil
Captado
R$ 99,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

26.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Canoas
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto pretende realizar a 7ª edição do Caminho de Porto Alegre. O caminho, que é de inscrição gratuita, possui um percurso de vinte e dois quilômetros, saindo da Catedral Metropolitana, passando por pontos históricos que compõem o patrimônio da cidade. Também será realizada uma palestra com foco no patrimônio histórico, cultural e ambiental presentes no trajeto do caminho.

Sinopse

OFICINA/PALESTRA: Oficina gratuita aberta ao público, com objetivo de proporcionar uma imersão teórica e prática nos pontos históricos e culturais do Caminho de Porto Alegre, promovendo a valorização do patrimônio natural e urbano da cidade. A oficina irá apresentar a rota, discutir seu valor cultural e histórico, e propor atividades participativas relacionadas ao turismo sustentável e à preservação de espaços públicos.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a 7ª edição do Caminho de Porto Alegre (VII Caminho de Porto Alegre), de forma gratuita aos participantes. Desde sua primeira edição, em 2017, o evento busca promover e valorizar o conhecimento sobre o patrimônio histórico, artístico e cultural pelos quais os caminhantes passarão, ao longo dos 22 km (vinte e dois quilômetros) de extensão do trajeto. O Caminho de Porto Alegre promove a cultura peregrina, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, reconhecido como patrimônio da humanidade pela UNESCO. Objetivo específico - Realizar a 7ª edição do Caminho de Porto Alegre (VII Caminho de Porto Alegre), de forma gratuita aos participantes, com expectativa de público de 4.000 participantes; - Confeccionar e imprimir 10.000 cartões-postais, retratando pelo menos 5 exemplos de Patrimônio Artístico/Histórico/Cultural presentes no trajeto do Caminho. No verso de cada cartão-postal, haverá uma breve descrição do local representado, um mapa do trajeto do VII Caminho de Porto Alegre e um QR Code com a audiodescrição da imagem. - Produzir pelo menos 5 (cinco) audiodescrições para os cartões-postais, que ficarão disponíveis em QR Code, no verso de cada cartão-postal; - Realizar uma oficina de 3 horas, gratuita e aberta ao público, para até 80 pessoas, com foco no patrimônio histórico, artístico e cultural, em data anterior a realização da caminhada; - Capacitar equipe de 5 (cinco) monitores culturais para atuação no dia da caminhada; - Capacitar 10 (dez) intérpretes de Libras para atuação no dia da caminhada; - Capacitar equipe de 10 (dez) profissionais de apoio à mobilidade, para atuação no dia da caminhada; - Elaborar uma cartilha digital (online) com foco em Educação Patrimonial; - Elaborar versão acessível em PDF da cartilha de Educação Patrimonial, com foco no público de pessoas com deficiência visual e/ou baixa visão;

Justificativa

Inaugurado em 2017, e inserido no calendário de eventos de Porto Alegre em 2019 através da Lei nº 12.569, o Caminho de Porto Alegre foi devidamente adaptado para a cidade, possuindo um percurso de 22km (vinte e dois quilômetros), saindo da Catedral Metropolitana, passando por diversos pontos turísticos/histórico/culturais como: Theatro São Pedro, Igreja Nossa Senhora das Dores, Orla do Gasômetro, Parque Marinha do Brasil, Museu Iberê Camargo, Santuário de Schoenstatt, Vila Conceição, praias da Pedra Redonda e Ipanema, Santuário Nossa Senhora Aparecida, e Santuário Santa Rita de Cássia (ponto de chegada do caminho). As edições do Caminho reuniram cerca de 8.700 participantes, sendo cerca de 300 em 2017, 1.200 em 2018, 1.500 em 2019, 1.100 em 2022 (após o período de pandemia), 1.500 em 2023, e 3.100 em 2024. Como podemos ver a partir desses dados, a adesão ao evento vem crescendo. Para a 7ª edição, são esperadas mais de 4 mil pessoas, o que demonstra a necessidade de ampliação da estrutura e de sua organização, para melhor atendimento ao público. O Caminho foi criado com a intenção de proporcionar uma oportunidade de contemplar a cidade, integrando elementos de patrimônio cultural, paisagens naturais e a história de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul. O projeto visa proporcionar um espaço para que as pessoas se conectem com a cidade, entre si e com suas histórias de vida através da caminhada. Após as devastadoras enchentes de maio de 2024, a importância de preservar nosso patrimônio histórico e ambiental se torna ainda mais evidente. Por isso, a 7ª edição tem como objetivo promover de forma ativa a valorização desses patrimônios, ao mesmo tempo que impulsiona o turismo sustentável, criando uma conexão profunda entre a comunidade, sua história e o meio ambiente. No Brasil, os movimentos de peregrinação estão, originalmente, ligados às tradições religiosas que se desenvolveram desde o período colonial. No entanto, reúnem não só elementos religiosos, mas também culturais, históricos e sociais. As peregrinações são, em muitos casos, uma expressão popular que transcende o contexto religioso e envolve tradições locais, como a culinária, o artesanato e a música. Esses eventos costumam reforçar os laços comunitários e são momentos de solidariedade e acolhimento para os peregrinos. Vários locais sagrados se tornaram destinos de peregrinação, no entanto, atualmente, relaciona-se com a cultura, a memória histórica, e a conexão com a natureza. O projeto revela-se como um meio de preservação e celebração do vasto patrimônio artístico e cultural da cidade de Porto Alegre e do estado do Rio Grande do Sul. Ao longo de seu trajeto, promove uma contínua valorização das expressões artísticas, da arquitetura histórica, do artesanato local e de outras manifestações culturais que compõem a riqueza material e imaterial de cada comunidade. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, o projeto atende aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

- FESTIVAL OU FESTA POPULAR (O Caminho de Porto Alegre) A rota do Caminho de Porto Alegre inclui vários pontos históricos e culturais significativos, e cada etapa é cuidadosamente planejada para permitir que os caminhantes experimentem a riqueza natural e urbana da região. Entre os marcos do itinerário estão parques, praças históricas, igrejas (sem uma obrigação religiosa), além de percursos que cruzam áreas verdes e bairros tradicionais de Porto Alegre. Estilo de Peregrinação Assim como no Caminho de Santiago, os caminhantes do Caminho de Porto Alegre recebem um "passaporte" (credencial), que pode ser carimbado em diferentes pontos da rota, incentivando a conclusão do itinerário da jornada. O fim da caminhada é marcado pela chegada a um local específico, onde os participantes são reconhecidos pelo feito. Kit Peregrino Camiseta, garrafa de água, barra de cereal, credencial , certificado (para quem completar o trajeto) - OFICINA/PALESTRA: Título: O Caminho de Porto Alegre – Patrimônio Histórico e Cultural em Movimento. Duração: 3 horas Ministrante: Ana Maria Dalla Zen Número de vagas: 80 Tópicos da oficina - Introdução ao Caminho de Porto Alegre: visão geral da rota e dos pontos históricos e culturais mais significativos. - Importância do patrimônio histórico e natural na construção da identidade urbana e cultural de Porto Alegre. - Destaque para parques, praças históricas, igrejas e bairros tradicionais. - O papel dos caminhantes na revitalização e preservação desses locais. - A importância de igrejas e outros marcos religiosos como patrimônio histórico e cultural, desvinculados da prática religiosa. Público-alvo: - Interessados em cultura, história e preservação do patrimônio; - Peregrinos e caminhantes; A oficina será obrigatória para os monitores culturais, intérpretes de Libras e equipe de apoio à mobilidade, que atuarão nos 5 pontos de apoio no dia do Caminho. - CARTILHA DIGITAL ONLINE DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Formato: PDF Dimensões: A4 (21 x 29,7 cm) Orientação: Retrato (a posição vertical facilita a leitura pelo celular) Número de páginas: 20 páginas Referência: Artefatos do Sul (Material Didático): https://drive.google.com/drive/folders/1D3YkBcZDUYNBRGXyGTrry5U3CZUkDzBa Proposta de estrutura do conteúdo da cartilha 1. Apresentação Breve introdução ao conteúdo da cartilha, com foco no objetivo de promover a valorização e preservação do patrimônio cultural e natural de Porto Alegre. 2. O que é Patrimônio Histórico e Cultural? Explicação conceitual sobre o que caracteriza o patrimônio histórico e cultural, destacando a importância desses elementos na construção da identidade urbana e cultural de uma cidade. 3. Importância do Patrimônio Natural e Urbano - Discussão sobre como o patrimônio natural (parques, áreas verdes) e o patrimônio construído (igrejas, praças, bairros) influenciam na construção da identidade cultural e social de Porto Alegre. 4. Destaques na rota do Caminho de Porto Alegre: Parques, Praças, Igrejas e Bairros - Apresentação de locais presentes na rota do Caminho de Porto Alegre, como parques, praças, igrejas e bairros tradicionais. 5. Reflexões Finais e Atividades Participativas - Sugestão de atividades práticas que os participantes podem realizar após a leitura ou participação na oficina, como visitas aos pontos da rota, exercícios de observação e propostas de ações para valorizar o patrimônio local. 6. Referências e Recursos - Indicação de leituras complementares, sites, documentários e outras fontes de informação para quem deseja se aprofundar no tema da educação patrimonial.

Acessibilidade

OFICINA/PALESTRA: Acessibilidade física: a oficina será realizada em local com acesso à rampa, sinalização tátil e banheiro adaptado e elevadores. Acessibilidade comunicacional: contratação de intérprete de Libras CAMINHO: Acessibilidade física: alguns pontos do caminho possuem acessibilidade física, como a Catedral de Porto Alegre, que dispõe de rampas. O trajeto do caminho priorizará locais de fácil acesso para garantia de mobilidade do público. Acessibilidade comunicacional: contratação de intérprete de Libras que ficarão à disposição nos 5 (cinco) pontos de apoio, ao longo do trajeto da caminhada. Audiodescrição dos cartões-postais que serão distribuídos. Acessibilidade atitudinal: contratação de equipe de apoio, qualificados para atendimento de pessoas com mobilidade reduzida ou outras limitações, que ficarão à disposição nos 5 (cinco) pontos de apoio, ao longo do trajeto da caminhada. CARTILHA: Acessibilidade comunicacional: elaboração de PDF acessível, voltado às pessoas com deficiência visual e/ou baixa visão.

Democratização do acesso

A participação na caminhada e na palestra será totalmente gratuita. Além disso o projeto irá: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Associação dos Amigos do Caminho de Santiago de Compostela do Estado do Rio Grande do Sul (ACASARGS) A Associação dos Amigos do Caminho de Santiago de Compostela do Estado do Rio Grande do Sul, criada em 1998, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, fundada com o objetivo de reunir pessoas interessadas na preservação e divulgação dos Caminhos até Santiago de Compostela. Nossa missão é oferecer informações, orientações e auxílio aos interessados e futuros peregrinos, buscando promover oportunidades de crescimento pessoal, espiritual, cultural e comunitário. Nossas ações visam auxiliar os peregrinos em sua preparação para a jornada, proporcionando momentos de integração, encontros com relatos de experiências, palestras sobre história do Caminho, infraestrutura, equipamentos e preparo físico. Além disso, organizamos caminhadas preparatórias que promovem a troca de experiências entre peregrinos veteranos e aqueles que planejam percorrer o Caminho. Adriana Coutinho Reis - Comitê de organização Atual presidente da ACASARGS. Guia de turismo. Atuante em caminhadas no Brasil e exterior. Desde 2013 já percorreu 8 Caminhos de Santiago, Caminho de Assis e outros no Brasil, voluntária na Oficina de Peregrino em Compostela. Confrade da Archeconfradia do Apóstolo Santiago em Compostela. Presidente da Acasargs a mais de 6 anos, já organizou centenas de caminhadas pelo estado do Rio Grande do Sul. Fernando Guillermo Eisenberg Bugallo - Comitê de organização Sócio fundador e atual vice-presidente da ACASARGS. Possui graduação em Administração. Universidade de Buenos Aires (RA). Teacher in High Degree, pela Cambridge (UK). Experiência: Consulado Geral da Espanha em Porto Alegre, Departamento de Vistos. Atualmente é comerciante. Cavaleiro da Soberana Ordem dos Hospitaleiros de São João de Jerusalém, Rodes e Malta; Cruz de Oficial da Ordem do Mérito Civil do Reino da Espanha. Ex-presidente Centro Espanhol de Porto Alegre; Ex-Diretor Cultural Centro Espanhol de Porto Alegre; Ex-presidente e fundador da Associação de Cultura Galega de Rio Grande do Sul; Ex-presidente da Associação de Amigos do Museu Julio de Castilhos Porto Alegre; Ex-presidente da Associação de Amigos do Museu de Arte Espanhol “Enrique Larreta” de Buenos Aires (RA). Publicou o livro de poesias “Paradoja y Azul”. Julcimara Almeida Santos - Comitê de organização Administradora e empresária. Tesoureira da ACASARGS. Maria de Lourdes Fornari - Comitê de organização Atua como Secretária na gestão 22/24. Formada em Administração de Empresas. Associada da Acasargs desde 2006 Adauany Pieve Zimovski - Coordenação geral Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória, com orientação da Profª Drª Mônica Zielinsky. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre outubro de 2021 a março de 2022. Faz parte do grupo de pesquisa 'Apagamentos da memória na arte. Políticas espaciais e temporais'. Entre 2007 a 2012 foi artista integrante e co-gestora do Atelier Subterrânea, onde atuou na elaboração e produção de projetos, organizando diversas atividades como exposições, workshops, palestras e performances. Em Porto Alegre atuou nos Festivais Cine Esquema Novo e Kino Beat, e em diversas edições da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Ana Maria Dalla Zen - Ministrante da oficina Professora titular aposentada do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1971), mestrado em Educação pela mesma universidade (1980) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2003). Realiza ações de ensino, pesquisa e extensão nos campos da Sociomuseologia, ação cultural e educativa em museus, métodos e técnicas de pesquisa, novas formas de sociabilidade no ciberespaço, museus comunitários e inclusão social, e extensão universitária. Foi agraciada com a Ordem do Mérito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) por sua atuação no campo da Museologia Social. Desde 2012 coordena o Programa Ilha da Pintada: Mulheres, Trabalho e Memória, na Ilha da Pintada, bairro Arquipélago, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Em 2013 recebeu o Prêmio Santander Cultural Universidade Solidária, vinculado ao Programa que coordena na Ilha da Pintada. É membro do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Coordena o projeto Ecomuseus, museus comunitários, paisagens culturais e sustentabilidade: a construção de fundamentos teóricos em Museologia Social. Ovni Acessibilidade - Acessibilidade (versão acessível da cartilha em PDF e audiodescrição dos cartões postais) A OVNI Acessibilidade Universal, criada em 2014 e dirigida por Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produz audiodescrição (AD), legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Nas artes visuais atuou nos seguintes projetos: Produção de áudioguia com AD gravada ou de visitas guiadas a exposições como: Céu e Iconoclasta (Mostra Internacional de Arte Contemporânea – MIAC), Natura in data (Curitiba/PR), Observador (Curitiba/PR), O Rio na Casa – Virada Sustentável Porto Alegre 2018, HERTZ do Lugar Que Estamos, A Escuridão Que Me Clareia, Este Corpo Já Foi Meu, O Som da Tinta, Pés-Columbinos, Sombras & Lugares, Artemosfera. Na esfera editorial, realizou a produção de acessibilidade (AD e/ou LSE e/ou LIBRAS) para versões de publicações como: Teatro Palavra – 165 Anos do Theatro São Pedro, Comida de Afeto, Wimbelemdon, Nos Caminhos da Espera e do Silêncio, A Vida Cabe em um Fusca, Revista Corpo Futuro #3, MUM – Museu da Moda – 4.000 Anos de História da Moda, Revista Corpo Futuro #2, Riquezas Cultivadas no RS, Araucarilândia (Curitiba/PR), Pipocas de Palavras Brincantes (Curitiba/PR), Laços (Curitiba/PR), Observador (Curitiba/PR), Da arte e de 22 artistas brasileiros - uma antologia (São Paulo/SP), Ermelindo Nardin – Sombras, Iluminações e Sentimento (São Paulo/SP), RioAtivo – Geografia Social do Esporte (Rio de Janeiro/RJ), Sonhos do Dia (Rio de Janeiro/RJ), Revista da Extensão da UFRGS. Pedro Gomes Pereira - Coordenação educativa Mestrando em Artes Visuais pelo PPGAV-UFRGS, área de concentração: História, Teoria e Crítica da Arte (Linha de pesquisa: Imagens, culturas e memória). Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisa sobre a memória e o arquivo na arte contemporânea. Arte-educador, recentemente coordenou equipes de mediadores na Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul e Farol Santander - Porto Alegre. Foi supervisor educativo da 13ª Bienal do Mercosul. Adriana Tazima - Designer Graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2006). Trabalhou como pesquisadora na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Teoria e Crítica da Arquitetura, nos temas: Expressionismo e Arquitetura Moderna. Atuou na área de expografia de 2006 a 2013, como colaboradora na Tangram Arquitetura. Desde 2012, trabalha com design gráfico aplicado à exposição e à publicação para museus e fundações culturais no Brasil, com ênfase nas artes visuais, teatro e patrimônio cultural.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.