Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização do evento tradicional afro-brasileiro inteiramente gratuito, do Dia de Iemanjá, uma das maiores festas de rua da cidade do Rio de Janeiro, que acontece na Praia do Arpoador - Ipanema e reúne terreiros tradicionais de umbanda e candomblé centenários e os principais grupos das matrizes africanas do jongo, do samba e do afoxé do Estado, com apresentações artísticas e rodas de tambor, músicas e danças de matriz africana; cerimônia de homenagem e premiação a grandes mestras e mestres do patrimônio imaterial afro do Brasil; feira de gastronomia, moda, design e artesanato de mulheres empreendedoras negras e; um grande cortejo pelo calçadão da praia em direção ao mar, com balaios de flores e oferendas biodegradáveis à Iemanjá.
N/A
OBJETIVO GERAL O projeto do Dia de Iemanjá do Arpoador tem como objetivo principal garantir o reconhecimento e a reocupação do espaço da Praia do Arpoador, local historicamente estratégico pelos terreiros na cerimônia afro-brasileira, afirmando e celebrando a importância do tambor na história da cidade do Rio e na formação da cultura do Brasil e, realizar a salvaguarda do patrimônio imaterial das festas de Iemanjá cariocas, reunindo mais de 400 artistas, líderes, produtores culturais negros, membros de terreiros tradicionais de umbanda e candomblé centenários e os principais grupos das matrizes africanas, recebendo um público de 30 mil pessoas, de todas as idades e classes sociais, entre moradores da cidade e turistas, nacionais e internacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Atrair turistas, parceiros, investidores e trabalho e renda para artistas negros e periféricos e suas comunidades tradicionais. • Realizar shows de músicas e danças afro de grupos afro fluminenses históricos, valorizando-os e abrindo mercado para os mesmos. • Criar um espetáculo musical e coreográfico inédito que será apresentado no final do evento com músicas famosas da MPB sobre a Rainha do Mar que terá partes gravadas e disponibilizadas na web. • Realizar a Feira de Gastronomia e Moda Afro liderado por mulheres empreendedoras negras. • Homenagear em vida o criador do Dia de Iemanjá na cidade do Rio, em 1980, o "Mestre Kotoquinho" que irá protagonizar um dos espetáculos. • Realizar um grande mutirão de limpeza das praias do Arpoador durante o evento, com a participação do público presente, sob a liderança da iniciativa de meio ambiente local "Pedra do Arpoador Conservação" dando visibilidade a este importante movimento civil ecológico local. • Fomentar as cadeias produtivas criativas da cidade e grupos artísticos afro populares e históricos. • Salvaguardar o rico patrimônio imaterial da cultura afro carioca da Festa do Dia de Iemanjá. • Dar um foco especial ao atendimento do público PCD com: contratação de tradutor de libras, criação de área exclusiva em frente ao palco, contratação de equipe especializada em atendimento especial para o público PCD e realização das atividades em áreas acessíveis. • Promover a integração e colaboração entre grupos de matriz africana da cidade e do interior do estado do Rio. • Promover a consciência ambiental, limpeza dos mares e das praias da Rainha do Mar, através de campanha de mídia durante as divulgações do evento. • Fomentar ações de geração de negócios, beneficiando agentes culturais de comunidades afrodescendentes. • Em 10 anos atingir a marca da Festa de Iemanjá de Salvador de 400 mil turistas e arrecadação de 450 milhões de impostos por ano, gerando renda para toda a população do estado e para as cadeias produtivas da economia criativa e do turismo étnico e de experiência. Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
A Festa de Iemanjá é uma festa popular que reúne centenas de milhares de brasileiros por ano em eventos espalhados por todo o Brasil. Em Salvador, o Dia de Iemanjá do dia 02 de fevereiro na praia do Rio Vermelho se tornou a segunda maior festa de rua da cidade em arrecadação de impostos e público, ficando atrás somente do Carnaval e na frente até mesmo do Réveillon baiano. Um grande evento cultural concentrado, com excelente infraestrutura e forte investimento contínuo de décadas do governo, rede hoteleira e empresas da Bahia, que atrai cerca de 400 mil turistas por ano. Em 2018, o evento arrecadou cerca de 450 milhões em impostos para a cidade de Salvador. Em 2023, o Rio de Janeiro protagonizou o seu primeiro Festival Dia de Iemanjá de grande porte, um dos eventos mais bonitos e marcantes do ano, na praia do Arpoador, que já na sua primeira edição teve um enorme sucesso de público surpreendente (cerca de 15.000 pessoas) e de mídia (cerca de 87 matérias de grandes Jornais e TVs) reunindo mestres, artistas e líderes culturais de casas de Umbanda e Candomblé de linhagens centenárias, além de grupos de jongo, afoxé, samba e maracatu. Sua última edição de 2024 atraiu um público de mais de 20 mil pessoas e grande visibilidade na mídia, com mais de 90 matérias de jornal, TV e internet colaborando de forma inédita para a valorização e reconhecimento da matriz africana na formação da identidade cultural carioca e do país. De acordo com consultoria contratada especializada em valoração de mídia espontânea o retorno de mídia atingido alcançou o número impressionante de R$ 12.304.447,87 projetando o estado do Rio e sua cultura afro tradicional para o mundo todo. Assim como em Salvador, o sucesso das edições anteriores comprova que o fortalecimento do Dia de Iemanjá do Arpoador tem também um enorme potencial de impacto econômico e cultural para a cidade e para o Estado, e trará em poucos anos grandes benefícios para as cadeias produtivas criativas e da cadeia do turismo fluminense, para os artistas populares da Baixada e dos Quilombos do interior que se apresentam no evento, para a tradição culturais derivadas do Candomblé e da Umbanda e para a cultura afro-brasileira em geral. O 3º Dia de Iemanjá do Arpoador em 2025 potencializará, como um catalisador, todo um calendário de pequenos eventos de festas de Iemanjá atraindo visibilidade e parcerias para esses projetos culturais e sociais das casas de matriz africanas do interior do Estado, colaborando para a salvaguarda de suas ricas tradições. Abrir espaço de apresentação para grupos afro de comunidades tradicionais centenárias, historicamente excluídos e invisibilizados, justamente no coração da Zona Sul da cidade do Rio, no calçadão nobre da Avenida Vieira Souto, epicentro do movimento turístico desta importante capital e na alta estação, é um fato inédito e inovador com forte impacto simbólico. Esses grupos somente encontram oportunidades para se apresentar nas zonas periféricas e pobres da cidade, comprometendo com isso a sua visibilidade e atração de parceiros. Sendo assim, o Festival vai gerar emprego para jovens negros de favelas e de quilombos através da cultura dos seus ancestrais, promovendo a inclusão dessa juventude preta e excluída no mercado da economia criativa. Outro ponto muito importante: O Festival tem 80% dos artistas, líderes e produtores composto por afrodescendentes oriundos de comunidades tradicionais de matriz africana. Além disso a participação de jovens negros dessas comunidades se dá todas as etapas de produção e e em cargos de protagonistas, contribuindo para a renovação e transmissão oral desse saberes, garantindo a sua salvaguarda para as novas gerações. Por ser um grande evento com dezenas de milhares de pessoas impactadas e de público, a ação contribuirá para a valorização e difusão da contribuição da cultura afro na formação da cultura nacional e da sua riqueza. A grandiosidade do evento com dezenas de milhares de pessoas presentes e mais de 500 mil visualizações via redes sociais também é um fato inédito e inovador abrindo mercado para artistas de casas de matriz africana e de patrimônio imaterial sempre relegados a pequenos eventos com baixa visibilidade. Outro aspecto inovador de fortalecimento de uma rede de grupos e casas de matriz africana e de Festas de Iemanjá do Estado do Rio de Janeiro contribuindo para sua a sua visibiliddade. Essa ação contribui para a promoção desses eventos que acontecem por todo o Estado, garantindo o seu fortalecimento e consolidação Festas Culturais de Iemanjá, com seus shows e feiras e beneficiando indiretamente mais de 15 outros eventos em comunidades de matriz africana por todo estado. Vai comprovar o potêncial de toda uma rede de eventos similares mostrando o caráter inovador deste projeto que pode ser multiplicado em outras iniciativas de patrimônio imaterial do país. O Instituto Floresta é o idealizador do Dia de Iemanjá e desde 2022 realiza o evento com grande sucesso de público e de mídia. Possui uma vasta experiência, estando altamente capacitado a realizar o evento. Dentre suas atividades, coordena: - A Rede de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio, que reúne mestres de 45 comunidades tradicionais quilombolas e caiçaras; - A Rede de Jongo do Vale do Café, que reúne 05 comunidades de jongo centenárias da região para a Criação do Circuito Afro local; - A Escola de Patrimônio Imaterial, que fortalece a transmissão oral de tradições em comunidades tradicionais, e; - O Escritório de Apoio a Projetos Populares, que nos últimos 04 anos captou e deu suporte de gestão a mais de 50 projetos de associações negras do interior do Estado. Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O Dia de Iemanjá é uma festa tradicional afro-brasileira que se consolidou como um dos maiores eventos de rua da cidade do Rio de Janeiro. O projeto é protagonizado por mais de 400 artistas, líderes e produtores culturais negros e reúne terreiros tradicionais de umbanda e candomblé centenários e os principais grupos das matrizes africanas do Jongo, do Samba e do Afoxé do Estado do Rio para comemorar o Dia de Iemanjá na Praia de Ipanema, bairro vitrine para o turismo mundial. Sua última edição de 2024 atraiu um público de mais de 20 mil pessoas e grande visibilidade na mídia, com mais de 90 matérias de jornal, TV e internet, colaborando de forma inédita para a valorização e reconhecimento da matriz Africana na formação da identidade cultural carioca e do país. A valoração de mídia espontânea atingida foi de R$ 12.304.447,87. A ação acontece no coração da zona sul do Rio, espaço nobre e historicamente renegado a esses grupos afro periféricos e comunidades tradicionais negras. É um resgate e reconhecimento das antigas “Festas de Iemanjá nas praias do Rio” que deram origem ao icônico Réveillon carioca e que após seu enorme sucesso e espetacularização, acabou com o tumult expulsando os terreiros da festa do fim do ano para Iemanjá que eles mesmos criaram. O Dia de Iemanjá do Arpoador propõe o reconhecimento e o resgate dessa história e a re-ocupação desse espaço estratégico pelos terreiros e grupos renomados e ícones da cultura afro da Zona norte carioca, Baixada Fluminense e Quilombos da região do Vale do Café. É uma afirmação e celebração da importância do tambor na história da cidade do Rio e na formação da cultura do Brasil e uma ação fundamental de salvaguarda do patrimônio imaterial das festas de Iemanjá cariocas.
PÚBLICO-ALVO Descrição: Pessoas de todas as idades, desde crianças a idosos; de todas as etnias, classes sociais e orientações sexuais; portadores de necessidades especiais de audição, fala e mobilidade; moradores locais, estaduais, nacionais e internacionais; estudantes e profissionais de todas as atividades intelectuais; formadores de opinião; produtores e público em geral. Estimativa de público presencial: 20.000 pessoas Estimativa total de público (Presencial e Digital): 800.000 pessoas Característica do público alvo: Geral
No intuito de atender o art 27 da da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: · Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O espaço selecionado para a realização do evento, atende as necessidades especiais e de mobilidade reduzida, possibilitando assim o pleno exercício de seus direitos culturais. · Acessibilidade para Mobilidade Reduzida: Uma área próxima ao palco do evento será restrita a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. · Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante os eventos e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejado e aprovado em orçamento do projeto. · Acessibilidade para Deficientes Auditivos: O projeto contará com a presença de intérprete de libras para atender aos deficientes auditivos em todas as apresentações artísticas previstas. · Acessibilidade Informativa: Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
No intuito de atender plenamente ao inciso IIdo art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024; os incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021: · Todos os acessos a todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitos. · Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. ASSESSORIA DE IMPRENSA: Peças: envio de releases e portfólio para a imprensa. Será contratada equipe de assessoria de imprensa capacitada e renomada, que atuará de forma contínua no projeto. Os releases serão distribuídos para a grande imprensa e internet, com foco em jornalistas especializados em economia e cultura. Devido ao caráter de proteção e salvaguarda do rico patrimônio imaterial cultural e o reconhecimento e empatia dos trabalhos centenários realizados pelos grupos participantes em suas regiões, a Assessoria de imprensa usará também como estratégia a geração de mídia espontânea. MARKETING DIGITAL: Boa parte da campanha de marketing do projeto será digital através das redes sociais Instagram, Youtube e Facebook. Peças: Flyers digitais serão criados por uma equipe de design excelente contratada, que serão impulsionados nas redes sociais e novas mídias para atingir o alcance desejado. Partes importantes das atividades serão transmitidas ao vivo pelos perfis do projeto nas redes sociais. O público também será convidado a registrar com seus celulares as atividades da programação e postá-las marcando as hashtags do projeto. Estas publicações serão repostadas imediatamente pela equipe de comunicação do projeto, criando um processo colaborativo de registro audiovisual da programação. Os posts que serão impulsionados nas redes sociais terão abrangência Nacional e regional com foco nos públicos da área da cultura, afro brasileiros, patrimônio imaterial e memória oral. ABRANGÊNCIA: A abrangência da divulgação será local, estadual e nacional. Essa divulgação regional irá priorizar canais de TV regionais, rádios locais e comunitárias e demais meios de comunicação dos municípios envolvidos, além da rede nacional de imprensa. PEÇAS DE DIVULGAÇÃO: · Releases; · Impulsionamentos nas mídias sociais Facebook e Instagram; · Flyers digitais; · Mail marketing; · Banners de diversos tamanhos, no portal de entrada e ao longo do evento; · Wind Banners; · Spots de rádio; · Press kits com ecobags, copos ecológicos e camisetas; · Camisetas de produção.
Marcos André Carvalho - Coordenador Geral - LGTBQIA e de comunidade tradicional: Criador do Dia de Iemanjá do Arpoador. Foi Secretário Nacional de Economia Criativa do Ministério da Cultura em 2013, Pesquisador do disco "Velha Guarda da Mangueira" (1999). Diretor da Incubadora Rio Criativo - 1º incubadora de economia criativa do país, Fundador da ONG Jongo da Serrinha. Mestrado em Economia Criativa pela ESPM. Autor do dossiê de reconhecimento de Paraty como Cidade Criativa da UNESCO, e um dos autores do inventário de reconhecimento do jongo como patrimônio imaterial pelo IPHAN. Rodrigo Nunes - Produtor - negro, LGTBQIA e de comunidade tradicional: Foi coordenador Geral do Projeto Rede Madureira Criativa em parceria com Ministério do Turismo. Ganhador do Prêmio Cesgranrio em 2018. Dario Firmino - Babalorixá/Produtor - negro, LGTBQIA e de comunidade tradicional: Foi Coordenador da Escola de Jongo da Serrinha. Produtor do Projeto Rede Madureira Criativa em parceria com Ministério do Turismo. É liderança do primeiro e mais antigo terreiro de candomblé do Brasil - a Casa Branca do Engenho Velho, com cerca de 250 anos. André Couto - Coordenador Artístico - negro: Gestor Cultural e Produtor. Assessor da Secretaria de Estado de Cultura 2012. . Trabalhou com projetos de grandes empresas do ramo cultural Brasileiro como Caixa Cultural, SESC e SESI. Evelyn Chaves Silva - Coordenação de administração - mulher e de comunidade tradicional: Mestre em Memória Social (Uni-Rio).Foi pesquisadora do Arquivo Público do Estado do RJ, profa. no Programa de Pós-Grad. em História do Brasil e Coordenadora de Diversidade Cultural e Fomento na Secretaria Municipal de Cultura do Rio . Mestre Kotoquinho - Curador - negro e de comunidade tradicional: Fundador do Dia de Iemanjá da cidade do Rio em 1982. Ogan Bangbala - Curador - negro e de comunidade tradicional: Ogan mais antigo do Brasil com 105 anos de idade. Pretinho da Serrinha - músico do espetáculo: Músico e compositor de Marisa Monte, Seu Jorge e Caetano Veloso. Camarão Neto - Diretor de Palco: Músico e produtor da Velha Guarda da Portela e da Feira das Yabás. Será priorizada a contratação de profissionais negros e LGBTQI+, a partir de seleção técnica, por experiencia, currícluo ou portfolio.
Periodo para captação de recursos encerrado.