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PRONAC 2417042Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Luta Continua

TATIANA DE OLIVEIRA CAMARGO
Solicitado
R$ 198,2 mil
Aprovado
R$ 198,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-12
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Curitiba ParanáSão Raimundo Nonato PiauíSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto é a produção de um curta-metragem que mistura linguagem de filme documentário e animação, baseado em fatos reais e ficção, inspirado na conversa com Dona Francisca, neta e filha de escravos do Quilombo Lagoas no sertão do Piauí. Ela será a porta voz das histórias vividas por ela, antepassados e vizinhos. Onde o sertão da caatinga é cenário, com a riqueza do bioma, da cultura que traz consigo a resistência e a esperança, mas com asmarcasda escravidão, com histórias que ocorreram no passado e se estendem em acontecimentos e condições de vida até os dias atuais por um povo invisibilizado e marginalizado.

Sinopse

O documentário "A Luta Continua" é construído pela soma de imagens reais captadas de Dona Francisca, uma moradora do Quilombo Lagoas no Sertão do Piauí, e animações que ilustram as histórias contadas por ela. No sertão do Piauí, existe o terceiro território com maior população quilombola do Brasil. Lá vive uma senhora forte, que se orgulha de suas raízes e quer passar suas histórias adiante para sua bisneta, que brinca em seu quintal no meio de cabras e porquinhos. Desenhos vão dando vida as falas de Dona Francisca: Em um tempo pós-escravidão, em um cenário árido e desolado do sertão piauiense, a Caatinga estava seca, haviam apenas cactos e árvores secas. Francisca, vivia com seu marido e estava tentando amamentar seus dois bebês que choravam de fome, em uma casa de barro, lutando diariamente para sobreviver. Certo dia, dois jagunços chegam sorrateiramente e, sem piedade, ateiam fogo à casa da família. Desesperados, eles conseguem salvar seus filhos, mas veem seu lar se reduzir a cinzas. Em meio ao caos e a dor, Francisca tem uma visão poderosa: de dentro das chamas, emerge Patavó, seu avô, um caboclo velho, negro e imponente, que luta contra os jagunços. Ele a olha com determinação e diz: "A luta continua, minha fia. Eles não vão vencer." Aos poucos a imagem se desfaz, jagunços fogem e deixam a família sem nada. A partir desse momento, a família inicia uma jornada épica pelo sertão. Em meio à fome, à sede e ao desespero, Dona Francisca encontra força nas memórias de seu avô, que já fora escravo naquele território e cuja sabedoria ancestral a guiava. As visões do avô a lembram dos ensinamentos que ele lhe passou, sobre resiliência, coragem e esperança. Em suas imagens, ele aparece forte lutando capoeira, fazendo seus rituais, caçando, colhendo ervas sagradas no meio da floresta, indicando para sua neta caminhos de possibilidades de vida. Eles caminham seguindo o instinto de Francisca. Já eram dias sem comer e os bebês choravam sem parar. Ela olha pra frente e segue firme até que chegam em um lugar onde acham um pedra. Dona Francisca aparece e diz: “passei o dedo, no gostinho de sal, botei na boca, e bebi aquela água. Parece que Deus entrou por dentro de mim, que botou tanto leite no meu peito. Eu peguei e dei de mamar para um, calou, peguei o outro, dei de mamar, calou.”. O desenho mostra os dias passando, a família unida construindo uma nova casa, um poço, crianças brincam na terra, o céu começa a formar nuvens, a paisagem da caatinga começa a mudar, brotar e recomeçar a vida.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto do Curta-metragem "A Luta Continua", tem grande relevância por apoiar, valorizar e difundir uma manifestação cultural de histórias sobre o Quilombo Lagoas, o terceiro território com maior população quilombola do Brasil. Histórias que ocorreram no período da escravidão e se estenderam em acontecimentos e condições de desigualdade até os dias atuais. Muitos contos importantes refletem sabedorias (conhecimentos da floresta, consciências criadas a partir das experiências de vida), tradições (capoeira, religião afro), relatos de importância histórica (escravidão) e vivências. O projeto tem urgência, pois Dona Francisca e outros entrevistados do Quilombo, são os últimos que vivem no território que tiveram contato direto com pessoas que viveram a escravidão. O curta metragem tem objetivo de proteger as expressões culturais de um grupo formador da sociedade brasileira que não é reconhecida. O Quilombo até hoje sofre a falta de assistências básicas de direitos humanos, como acesso a água, saúde, educação e insegurança alimentar. É fundamental dar voz a esse povo e contar sua história através das próprias narrativas, espalhar para o Brasil a realidade, a necessidade se olhar para essas questões e tomarmos iniciativas de transformação. Além de valorizarmos o povo Quilombola, que sempre foi marginalizado na sociedade e desassistido. O curta metragem dá visibilidade a todas essas questões e temas tão importantes de estarem presentes em nossas consciências, atitudes e tomadas de decisões. A escolha da porta voz ser uma mulher é relevante para o empoderamento feminino do quilombo e em nossa sociedade, como ato político, social e filosófico, promovendo a força da mulher e a luta pela igualdade de gênero. Dona Francisca é filha e neta de escravo o que faz a comunidade se apoderar de suas histórias e dar valor a sua cultura. O filme contribuirá para a população local entender a necessidade de manter essa cultura viva e dar chance aos jovens de existirem com dignidade e orgulho dentro do Quilombo, movimento contrário que está acontecendo hoje em dia, quando não vêem futuro na vida ali dentro. OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto é a produção do filme, curta metragem, que dê voz a comunidade do quilombo, valorizando a cultura e dando visibilidade a realidade que eles vivem e cultura do povo. Sendo uma ferramenta de mão dupla, ajudando as pessoas que vivem no quilombo se sentirem reconhecidas, admiradas e passando consciência e ensinamentos para sociedade. O filme terá 2 exibições físicas: no próprio Quilombo em um evento comunitário e em São Paulo para divulgação e ampliar parcerias, com pessoas físicas, representantes de organizações privadas, ONGs e iniciativas de culturas quilombolas, temas de igualdade racial e sustentabilidade. Com propósito desses colaboradores poderem difundir o curta metragem, tornando instrumento de trabalho. O filme estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais, como YouTube e Vimeo, com promoção via redes sociais para alcançar um público mais amplo.

Justificativa

A concepção do filme A Luta Continua, promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e prioriza o produto cultural originário do País. O projeto também atende 11 dos 16 objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 : - Erradicar a pobreza em todas as formas e em todos os lugares - Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades - Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas - Tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis - Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres - Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável - Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos - Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos - Promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho digno para todos - Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países - Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável

Estratégia de execução

https://vimeo.com/1024947985/ddadfe5895?ts=0&share=copy apresentação com estudo de campo e primeiros croquis

Especificação técnica

"A luta continua" é um curta metragem que mistura a liguagem de documentário e animação, pois através dos depoimentos reais de Dona Francisca suas histórias ganharam vida de forma lúdica através da arte da animação. O Gênero É uma mistura de Filme Drama, fantasia e animação, por misturar questões reais vividas no quilombo, assim como passadas em narrativas de gerações por gerações, boca em boca, e adaptadas por nós. Também podemos fazer um comparativo com faroeste brasileiro, contando que a caatinga faz parte de um sertão nordestino, em que os costumes, cultura, cenário e natureza são tão definitivos para as pessoas que ali vivem e é demonstrado no filme como algo relevante de ser contato e valorizado. O Elenco Será formado pelas próprias pessoas do Quilombo Lagoas Piauí, que são descendentes dos escravos e contaram as histórias em nossa pesquisa de campo: Dona Francisca, neta de escravo. Lorena, criança com traços negro e indígenas, que caracterizam a região do Quilombo Lagoas. Estratégia de Abordagem do Documentário Apresentamos a estratégia de abordagem documental já que parte do curta-metragem será baseado em depoimentos de Dona Francisca e imagens do quilombo Lagoas, no sertão do Piauí. 1. Título: "A Luta Continua" 2. Estrutura Narrativa 2.1. Introdução:2.1.1. Imagens aéreas e panorâmicas do quilombo Lagoas: Começaremos com imagens aéreas do quilombo, apresentando o quilombo e a caatinga, bioma que é exclusivamente brasileiro (seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do mundo) e representa cerca de 11% do território nacional com uma grande biodiversidade e algumas peculiaridades importantes de serem preservadas, e que está ameaçada pelas mudanças climáticas e processos exploratórios, como o desmatamento, a monocultura, a pecuária e a mineração, atividade de grande impacto socioambiental que especulam a região do quilombo. Essas imagens serão acompanhadas por sons ambientes e uma trilha sonora suave. 2.2. Entrevista com Dona Francisca: 2.2.1. Cenário: A entrevista será gravada em um ambiente natural e familiar para Dona Francisca, como o quintal de sua casa de barro, na cozinha de farinha onde muitas mulheres do quilombo vão ajudar na produção e os animais (cabra, porco, galinha) de criação andam solto de um lado para outro. 2.2.2. Abordagem da Entrevista: Dona Francisca falará diretamente com a entrevistadora, evitando olhar para a câmera, para manter a naturalidade da conversa. A entrevistadora será uma pessoa respeitosa e empática, que poderá conduzir a conversa de forma fluida, permitindo que Dona Francisca se sinta bem e compartilhe suas memórias, experiências e a sabedoria acumulada ao longo dos anos. 2.2.3. Temas abordados: - A história pessoal de Dona Francisca e sua relação com o quilombo. - As tradições culturais e os conhecimentos ancestrais preservados pela comunidade e por seu avô. - As lembranças de seu avô e as histórias sobre a escravidão. - Desafios enfrentados pela comunidade ao longo dos anos. - A importância da terra para a identidade e a sobrevivência do cotidiano do Quilombo. 3. Cenas de apoio 3.1. Paisagens e detalhes da comunidade: cotidiano da comunidade, como moradores trabalhando na terra, crianças brincando, cabras e porcos passando pelas ruas de terra, mulheres carregando baldes de água na cabeça, a preparação de alimentos tradicionais, e celebrações culturais. Essas imagens servirão para contextualizar as falas de Dona Francisca e enriquecer a narrativa visual do documentário. 3.2. Imagens poéticas: Captar detalhes que reforcem a ligação entre as palavras de Dona Francisca e o ambiente, como a terra, as plantas, as mãos trabalhando, e os rostos das pessoas da comunidade.4. Conclusão: 4.1. Mensagem final: A conclusão será um apelo à preservação das tradições quilombolas e ao reconhecimento dos direitos dessas comunidades. Dona Francisca pode deixar uma mensagem final sobre a importância de manter viva a cultura do quilombo e o amor que sente pelo lugar que vive com sua família e amigos.4.2. Encerramento visual: O documentário será encerrado com o desenho da comunidade ao entardecer, simbolizando a continuidade e a esperança. 5. Técnicas de Captação e Edição 5.1. Captação de Som: Uso de microfones de lapela para garantir a clareza e a qualidade do som da entrevista, evitando ruídos externos.5.2. Captação de imagens: Uso de drone para imagens aéreas e câmera de cinema ursa mini pro 4.6k, com tripé e lentes rokinn 10mm, 35mm, 85mm.5.3. Fotografia: A paleta de cores será natural, buscando capturar a essência do quilombo através de uma fotografia que valorize a luz natural e os tons terrosos.5.4. Edição: A edição será sutil, respeitando o ritmo da narrativa de Dona Francisca. O uso de transições suaves entre as cenas da entrevista e as imagens de apoio ajudará a criar uma sensação de continuidade e imersão.

Acessibilidade

Proposta do Plano de Acessibilidade: Assegurar que o Filme seja acessível a pessoas com diferentes necessidades, garantindo uma experiência inclusiva. Audiodescrição: Desenvolvimento de Trilha com Audiodescrição. Legendagem: Legendas em Português: Incluir legendas descritivas em português para pessoas com deficiência auditiva. Linguagem de Sinais: Interpretação em Libras: Disponibilizar uma versão do filme com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para acessibilidade de pessoas surdas. Acessibilidade Física nas Exibições: Local da Exibição Principal, garantirá acessibilidade a pessoas com deficiência física, com rampas de acesso e espaços reservados. Exibições Inclusivas: As exibições na rede socioassistencial na cidade (CCAs e SASF) tem o objetivo inclusivo, pois serão nos locais e horários adaptados, que consideram as necessidades específicas dos grupos que vivem na Zona Sul em bairros periféricos e não teriam acesso a exibição central principal. Sensibilização da Equipe: Preparação da equipe de trabalho que irá fazer trabalho em campo na comunidade sobre as melhores práticas de relacionamento com a cultura local do quilombo Lagoas, de acessibilidade, garantindo que todos os aspectos do projeto sejam inclusivos, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou linguísticas, promovendo uma experiência verdadeiramente inclusiva.

Democratização do acesso

O Plano de Democratização conta primeiramente com o tema foco do projeto ser também a democratização, trazer a reflexão sobre igualdade para a sociedade, que hoje ainda se faz tão distante. O povo quilombola em questão, ainda é marginalizado e por interesse de muitos, é esquecido, sem acesso a direitos humanos básicos, como: água, comida, saúde e educação. O curta metragem vem para dar voz a esse tema. Por isso, se faz necessário, também um plano que expanda e alcance o maior número de pessoas, de todos os gêneros, com a responsabilidade de conscientizar e passar adiante questões tão importantes para construção de uma sociedade mais justa e democrática. Distribuição Digital: O filme estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais, como YouTube e Vimeo, com promoção via redes sociais para alcançar um público mais amplo. Na campanha de Divulgação: Utilizar mídias sociais e imprensa para divulgar o filme e as exibições. Exibição Gratuita: Lançamento terá 2 exibições físicas de forma gratuita, com ingressos distribuídos a partir de duas horas de antecedência do evento em local central na cidade de São Paulo e na comunidade do Quilombo no Piauí. Exibição Comunitária: Terá sua exibição continuada em 5 unidades parceiras da rede socioassistencial na cidade de São Paulo (CCA Santa Cecília, CCA Santo Antonio, CCA Ibirapuera, SASF Campo Limpo, SASF Capão Redondo) e escolas particulares a definir. E exibição do Filme no campinho de futebol da comunidade Kalunga no Quilombo Lagoas - PI. Parcerias Estratégicas com ONGs, Coletivos Culturais, Mostras e Festivais: No plano de democratização contemplamos o olhar para a disseminação do filme para o maior alcance de pessoas, entendendo o potencial de utilização do curta em eventos com objetivo de sensibilização e gerar debates sobre os conteúdos (igualdade racial, de gênero, sustentabilidade, preservação ambiental, valorização cultural): em Mostras Audiovisuais, eventos de Sustentabilidade, Virada Cultural, Virada Sustentável, Feira Preta, COP30 em 2025, e por organizações ou iniciativas de mulheres pretas (como: A Geledés - Instituto da Mulher Negra, Odara, PretaLab, Pacto das Pretas, Coletivo de mulheres Negras Abayomi, Fundo Agbara, Mulher de Peito e de Cor, Biblioteca na bicicleta). Material gráfico: Distribuição de material gráfico (folders) educativo com comunicação sensível, clara e objetiva que apresente o tema em questão para conscientizar a população.

Ficha técnica

Tatiana de Oliveira Camargo - Diretora Geral, Artistica e produtora. (38 anos) Microempreendedora Individuas CNPJ 18.953.302/0001-40 desde 2013 Formação acadêmica em Gestão Ambiental pela USP 2005-2010Atuação profissional na área ambiental corporativa 2006-2012Projetos socioambientais 2005-2024Empreendedorismo feminino e socioambiental 2015-2024 Área cultural/musical com audiovisual 2012-2024 Coordenadora de projetos socioambientais e culturais; Gestão de projetos; Produtora audiovisual; Direção e assistente de direçãoCo-roterista; Direção de fotografia; Idealizadora de projetos audiovisual; Videomaker; Editora e Colorista. Rapha Moraes da Rocha Santos - Diretor Cinematográfico, câmera e montador (40 anos) Músico e diretor audiovisual. Realiza várias funções na área do audiovisual como direção de fotografia, operação de câmera, roteiro, montagem e colorização. Idealizador e responsável pela produtora chamada O FILME PRODUÇÕES, que atua na área desde 2017, realizando desde de videoclipes, passando por documentários, dvds, séries, campanhas publicitárias e filmes. Alguns dos artistas e empresas com quem Rapha já trabalhou: Ney Matogrosso, Vanessa Moreno, Angra, Kiko Loureiro, Manu Gavassi, AnaVitória, Lucas Mamede, Paraná Clube, Luis Melo, Carolina Kasting, O Teatro Mágico, entre outros. Fábio Rodrigues Camargo (73 anos) É técnico em Desenho de Construção Civil, pela Etec Dr. Basílio Machado/SP (1972-74) São 50 anos de experiência em ilustração, projetos de arquitetura, urbanismo e design de interiores. Passou por escritórios de arquitetura, como o de Ricardo Julião, entre os anos de 1987-89.E, então, em abril de 1989, fundou a Núcleo Paulista de Projetos, ao lado de Dirceu Lazetta Nunes e Marcelo Ciocler. [http://www.npparquitetura.com.br/sobre-a-npp/] A NPP atendeu seus clientes em projetos de concepção e executivos até 2013. Atualmente, Fábio atua como freelancer de ilustração e projetos arquitetônicos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.