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O projeto é a produção de um curta-metragem que mistura linguagem de filme documentário e animação, baseado em fatos reais e ficção, inspirado na conversa com Dona Francisca, neta e filha de escravos do Quilombo Lagoas no sertão do Piauí. Ela será a porta voz das histórias vividas por ela, antepassados e vizinhos. Onde o sertão da caatinga é cenário, com a riqueza do bioma, da cultura que traz consigo a resistência e a esperança, mas com asmarcasda escravidão, com histórias que ocorreram no passado e se estendem em acontecimentos e condições de vida até os dias atuais por um povo invisibilizado e marginalizado.
O documentário "A Luta Continua" é construído pela soma de imagens reais captadas de Dona Francisca, uma moradora do Quilombo Lagoas no Sertão do Piauí, e animações que ilustram as histórias contadas por ela. No sertão do Piauí, existe o terceiro território com maior população quilombola do Brasil. Lá vive uma senhora forte, que se orgulha de suas raízes e quer passar suas histórias adiante para sua bisneta, que brinca em seu quintal no meio de cabras e porquinhos. Desenhos vão dando vida as falas de Dona Francisca: Em um tempo pós-escravidão, em um cenário árido e desolado do sertão piauiense, a Caatinga estava seca, haviam apenas cactos e árvores secas. Francisca, vivia com seu marido e estava tentando amamentar seus dois bebês que choravam de fome, em uma casa de barro, lutando diariamente para sobreviver. Certo dia, dois jagunços chegam sorrateiramente e, sem piedade, ateiam fogo à casa da família. Desesperados, eles conseguem salvar seus filhos, mas veem seu lar se reduzir a cinzas. Em meio ao caos e a dor, Francisca tem uma visão poderosa: de dentro das chamas, emerge Patavó, seu avô, um caboclo velho, negro e imponente, que luta contra os jagunços. Ele a olha com determinação e diz: "A luta continua, minha fia. Eles não vão vencer." Aos poucos a imagem se desfaz, jagunços fogem e deixam a família sem nada. A partir desse momento, a família inicia uma jornada épica pelo sertão. Em meio à fome, à sede e ao desespero, Dona Francisca encontra força nas memórias de seu avô, que já fora escravo naquele território e cuja sabedoria ancestral a guiava. As visões do avô a lembram dos ensinamentos que ele lhe passou, sobre resiliência, coragem e esperança. Em suas imagens, ele aparece forte lutando capoeira, fazendo seus rituais, caçando, colhendo ervas sagradas no meio da floresta, indicando para sua neta caminhos de possibilidades de vida. Eles caminham seguindo o instinto de Francisca. Já eram dias sem comer e os bebês choravam sem parar. Ela olha pra frente e segue firme até que chegam em um lugar onde acham um pedra. Dona Francisca aparece e diz: “passei o dedo, no gostinho de sal, botei na boca, e bebi aquela água. Parece que Deus entrou por dentro de mim, que botou tanto leite no meu peito. Eu peguei e dei de mamar para um, calou, peguei o outro, dei de mamar, calou.”. O desenho mostra os dias passando, a família unida construindo uma nova casa, um poço, crianças brincam na terra, o céu começa a formar nuvens, a paisagem da caatinga começa a mudar, brotar e recomeçar a vida.
OBJETIVO GERAL O projeto do Curta-metragem "A Luta Continua", tem grande relevância por apoiar, valorizar e difundir uma manifestação cultural de histórias sobre o Quilombo Lagoas, o terceiro território com maior população quilombola do Brasil. Histórias que ocorreram no período da escravidão e se estenderam em acontecimentos e condições de desigualdade até os dias atuais. Muitos contos importantes refletem sabedorias (conhecimentos da floresta, consciências criadas a partir das experiências de vida), tradições (capoeira, religião afro), relatos de importância histórica (escravidão) e vivências. O projeto tem urgência, pois Dona Francisca e outros entrevistados do Quilombo, são os últimos que vivem no território que tiveram contato direto com pessoas que viveram a escravidão. O curta metragem tem objetivo de proteger as expressões culturais de um grupo formador da sociedade brasileira que não é reconhecida. O Quilombo até hoje sofre a falta de assistências básicas de direitos humanos, como acesso a água, saúde, educação e insegurança alimentar. É fundamental dar voz a esse povo e contar sua história através das próprias narrativas, espalhar para o Brasil a realidade, a necessidade se olhar para essas questões e tomarmos iniciativas de transformação. Além de valorizarmos o povo Quilombola, que sempre foi marginalizado na sociedade e desassistido. O curta metragem dá visibilidade a todas essas questões e temas tão importantes de estarem presentes em nossas consciências, atitudes e tomadas de decisões. A escolha da porta voz ser uma mulher é relevante para o empoderamento feminino do quilombo e em nossa sociedade, como ato político, social e filosófico, promovendo a força da mulher e a luta pela igualdade de gênero. Dona Francisca é filha e neta de escravo o que faz a comunidade se apoderar de suas histórias e dar valor a sua cultura. O filme contribuirá para a população local entender a necessidade de manter essa cultura viva e dar chance aos jovens de existirem com dignidade e orgulho dentro do Quilombo, movimento contrário que está acontecendo hoje em dia, quando não vêem futuro na vida ali dentro. OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto é a produção do filme, curta metragem, que dê voz a comunidade do quilombo, valorizando a cultura e dando visibilidade a realidade que eles vivem e cultura do povo. Sendo uma ferramenta de mão dupla, ajudando as pessoas que vivem no quilombo se sentirem reconhecidas, admiradas e passando consciência e ensinamentos para sociedade. O filme terá 2 exibições físicas: no próprio Quilombo em um evento comunitário e em São Paulo para divulgação e ampliar parcerias, com pessoas físicas, representantes de organizações privadas, ONGs e iniciativas de culturas quilombolas, temas de igualdade racial e sustentabilidade. Com propósito desses colaboradores poderem difundir o curta metragem, tornando instrumento de trabalho. O filme estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais, como YouTube e Vimeo, com promoção via redes sociais para alcançar um público mais amplo.
A concepção do filme A Luta Continua, promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e prioriza o produto cultural originário do País. O projeto também atende 11 dos 16 objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 : - Erradicar a pobreza em todas as formas e em todos os lugares - Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades - Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas - Tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis - Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres - Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável - Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos - Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos - Promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho digno para todos - Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países - Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável
https://vimeo.com/1024947985/ddadfe5895?ts=0&share=copy apresentação com estudo de campo e primeiros croquis
"A luta continua" é um curta metragem que mistura a liguagem de documentário e animação, pois através dos depoimentos reais de Dona Francisca suas histórias ganharam vida de forma lúdica através da arte da animação. O Gênero É uma mistura de Filme Drama, fantasia e animação, por misturar questões reais vividas no quilombo, assim como passadas em narrativas de gerações por gerações, boca em boca, e adaptadas por nós. Também podemos fazer um comparativo com faroeste brasileiro, contando que a caatinga faz parte de um sertão nordestino, em que os costumes, cultura, cenário e natureza são tão definitivos para as pessoas que ali vivem e é demonstrado no filme como algo relevante de ser contato e valorizado. O Elenco Será formado pelas próprias pessoas do Quilombo Lagoas Piauí, que são descendentes dos escravos e contaram as histórias em nossa pesquisa de campo: Dona Francisca, neta de escravo. Lorena, criança com traços negro e indígenas, que caracterizam a região do Quilombo Lagoas. Estratégia de Abordagem do Documentário Apresentamos a estratégia de abordagem documental já que parte do curta-metragem será baseado em depoimentos de Dona Francisca e imagens do quilombo Lagoas, no sertão do Piauí. 1. Título: "A Luta Continua" 2. Estrutura Narrativa 2.1. Introdução:2.1.1. Imagens aéreas e panorâmicas do quilombo Lagoas: Começaremos com imagens aéreas do quilombo, apresentando o quilombo e a caatinga, bioma que é exclusivamente brasileiro (seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do mundo) e representa cerca de 11% do território nacional com uma grande biodiversidade e algumas peculiaridades importantes de serem preservadas, e que está ameaçada pelas mudanças climáticas e processos exploratórios, como o desmatamento, a monocultura, a pecuária e a mineração, atividade de grande impacto socioambiental que especulam a região do quilombo. Essas imagens serão acompanhadas por sons ambientes e uma trilha sonora suave. 2.2. Entrevista com Dona Francisca: 2.2.1. Cenário: A entrevista será gravada em um ambiente natural e familiar para Dona Francisca, como o quintal de sua casa de barro, na cozinha de farinha onde muitas mulheres do quilombo vão ajudar na produção e os animais (cabra, porco, galinha) de criação andam solto de um lado para outro. 2.2.2. Abordagem da Entrevista: Dona Francisca falará diretamente com a entrevistadora, evitando olhar para a câmera, para manter a naturalidade da conversa. A entrevistadora será uma pessoa respeitosa e empática, que poderá conduzir a conversa de forma fluida, permitindo que Dona Francisca se sinta bem e compartilhe suas memórias, experiências e a sabedoria acumulada ao longo dos anos. 2.2.3. Temas abordados: - A história pessoal de Dona Francisca e sua relação com o quilombo. - As tradições culturais e os conhecimentos ancestrais preservados pela comunidade e por seu avô. - As lembranças de seu avô e as histórias sobre a escravidão. - Desafios enfrentados pela comunidade ao longo dos anos. - A importância da terra para a identidade e a sobrevivência do cotidiano do Quilombo. 3. Cenas de apoio 3.1. Paisagens e detalhes da comunidade: cotidiano da comunidade, como moradores trabalhando na terra, crianças brincando, cabras e porcos passando pelas ruas de terra, mulheres carregando baldes de água na cabeça, a preparação de alimentos tradicionais, e celebrações culturais. Essas imagens servirão para contextualizar as falas de Dona Francisca e enriquecer a narrativa visual do documentário. 3.2. Imagens poéticas: Captar detalhes que reforcem a ligação entre as palavras de Dona Francisca e o ambiente, como a terra, as plantas, as mãos trabalhando, e os rostos das pessoas da comunidade.4. Conclusão: 4.1. Mensagem final: A conclusão será um apelo à preservação das tradições quilombolas e ao reconhecimento dos direitos dessas comunidades. Dona Francisca pode deixar uma mensagem final sobre a importância de manter viva a cultura do quilombo e o amor que sente pelo lugar que vive com sua família e amigos.4.2. Encerramento visual: O documentário será encerrado com o desenho da comunidade ao entardecer, simbolizando a continuidade e a esperança. 5. Técnicas de Captação e Edição 5.1. Captação de Som: Uso de microfones de lapela para garantir a clareza e a qualidade do som da entrevista, evitando ruídos externos.5.2. Captação de imagens: Uso de drone para imagens aéreas e câmera de cinema ursa mini pro 4.6k, com tripé e lentes rokinn 10mm, 35mm, 85mm.5.3. Fotografia: A paleta de cores será natural, buscando capturar a essência do quilombo através de uma fotografia que valorize a luz natural e os tons terrosos.5.4. Edição: A edição será sutil, respeitando o ritmo da narrativa de Dona Francisca. O uso de transições suaves entre as cenas da entrevista e as imagens de apoio ajudará a criar uma sensação de continuidade e imersão.
Proposta do Plano de Acessibilidade: Assegurar que o Filme seja acessível a pessoas com diferentes necessidades, garantindo uma experiência inclusiva. Audiodescrição: Desenvolvimento de Trilha com Audiodescrição. Legendagem: Legendas em Português: Incluir legendas descritivas em português para pessoas com deficiência auditiva. Linguagem de Sinais: Interpretação em Libras: Disponibilizar uma versão do filme com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para acessibilidade de pessoas surdas. Acessibilidade Física nas Exibições: Local da Exibição Principal, garantirá acessibilidade a pessoas com deficiência física, com rampas de acesso e espaços reservados. Exibições Inclusivas: As exibições na rede socioassistencial na cidade (CCAs e SASF) tem o objetivo inclusivo, pois serão nos locais e horários adaptados, que consideram as necessidades específicas dos grupos que vivem na Zona Sul em bairros periféricos e não teriam acesso a exibição central principal. Sensibilização da Equipe: Preparação da equipe de trabalho que irá fazer trabalho em campo na comunidade sobre as melhores práticas de relacionamento com a cultura local do quilombo Lagoas, de acessibilidade, garantindo que todos os aspectos do projeto sejam inclusivos, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou linguísticas, promovendo uma experiência verdadeiramente inclusiva.
O Plano de Democratização conta primeiramente com o tema foco do projeto ser também a democratização, trazer a reflexão sobre igualdade para a sociedade, que hoje ainda se faz tão distante. O povo quilombola em questão, ainda é marginalizado e por interesse de muitos, é esquecido, sem acesso a direitos humanos básicos, como: água, comida, saúde e educação. O curta metragem vem para dar voz a esse tema. Por isso, se faz necessário, também um plano que expanda e alcance o maior número de pessoas, de todos os gêneros, com a responsabilidade de conscientizar e passar adiante questões tão importantes para construção de uma sociedade mais justa e democrática. Distribuição Digital: O filme estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais, como YouTube e Vimeo, com promoção via redes sociais para alcançar um público mais amplo. Na campanha de Divulgação: Utilizar mídias sociais e imprensa para divulgar o filme e as exibições. Exibição Gratuita: Lançamento terá 2 exibições físicas de forma gratuita, com ingressos distribuídos a partir de duas horas de antecedência do evento em local central na cidade de São Paulo e na comunidade do Quilombo no Piauí. Exibição Comunitária: Terá sua exibição continuada em 5 unidades parceiras da rede socioassistencial na cidade de São Paulo (CCA Santa Cecília, CCA Santo Antonio, CCA Ibirapuera, SASF Campo Limpo, SASF Capão Redondo) e escolas particulares a definir. E exibição do Filme no campinho de futebol da comunidade Kalunga no Quilombo Lagoas - PI. Parcerias Estratégicas com ONGs, Coletivos Culturais, Mostras e Festivais: No plano de democratização contemplamos o olhar para a disseminação do filme para o maior alcance de pessoas, entendendo o potencial de utilização do curta em eventos com objetivo de sensibilização e gerar debates sobre os conteúdos (igualdade racial, de gênero, sustentabilidade, preservação ambiental, valorização cultural): em Mostras Audiovisuais, eventos de Sustentabilidade, Virada Cultural, Virada Sustentável, Feira Preta, COP30 em 2025, e por organizações ou iniciativas de mulheres pretas (como: A Geledés - Instituto da Mulher Negra, Odara, PretaLab, Pacto das Pretas, Coletivo de mulheres Negras Abayomi, Fundo Agbara, Mulher de Peito e de Cor, Biblioteca na bicicleta). Material gráfico: Distribuição de material gráfico (folders) educativo com comunicação sensível, clara e objetiva que apresente o tema em questão para conscientizar a população.
Tatiana de Oliveira Camargo - Diretora Geral, Artistica e produtora. (38 anos) Microempreendedora Individuas CNPJ 18.953.302/0001-40 desde 2013 Formação acadêmica em Gestão Ambiental pela USP 2005-2010Atuação profissional na área ambiental corporativa 2006-2012Projetos socioambientais 2005-2024Empreendedorismo feminino e socioambiental 2015-2024 Área cultural/musical com audiovisual 2012-2024 Coordenadora de projetos socioambientais e culturais; Gestão de projetos; Produtora audiovisual; Direção e assistente de direçãoCo-roterista; Direção de fotografia; Idealizadora de projetos audiovisual; Videomaker; Editora e Colorista. Rapha Moraes da Rocha Santos - Diretor Cinematográfico, câmera e montador (40 anos) Músico e diretor audiovisual. Realiza várias funções na área do audiovisual como direção de fotografia, operação de câmera, roteiro, montagem e colorização. Idealizador e responsável pela produtora chamada O FILME PRODUÇÕES, que atua na área desde 2017, realizando desde de videoclipes, passando por documentários, dvds, séries, campanhas publicitárias e filmes. Alguns dos artistas e empresas com quem Rapha já trabalhou: Ney Matogrosso, Vanessa Moreno, Angra, Kiko Loureiro, Manu Gavassi, AnaVitória, Lucas Mamede, Paraná Clube, Luis Melo, Carolina Kasting, O Teatro Mágico, entre outros. Fábio Rodrigues Camargo (73 anos) É técnico em Desenho de Construção Civil, pela Etec Dr. Basílio Machado/SP (1972-74) São 50 anos de experiência em ilustração, projetos de arquitetura, urbanismo e design de interiores. Passou por escritórios de arquitetura, como o de Ricardo Julião, entre os anos de 1987-89.E, então, em abril de 1989, fundou a Núcleo Paulista de Projetos, ao lado de Dirceu Lazetta Nunes e Marcelo Ciocler. [http://www.npparquitetura.com.br/sobre-a-npp/] A NPP atendeu seus clientes em projetos de concepção e executivos até 2013. Atualmente, Fábio atua como freelancer de ilustração e projetos arquitetônicos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.