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O projeto Minas Afro-Educação promove a valorização das culturas afro-brasileira e indígena através da educação antirracista. A proposta inclui a distribuição mensal do Jornal Afrodescendente, e edições virtuais. Ações complementares envolvem rodas de conversa, oficinas para educadores e estudantes, além de materiais didáticos. Também inclui exposições e eventos culturais.
Não se aplica.
Objetivo Geral Promover a educação antirracista nas escolas públicas de Minas Gerais e Espírito Santo, ampliando o conhecimento sobre as culturas afro-brasileira e indígena, de forma a contribuir para uma sociedade mais inclusiva, consciente da diversidade cultural e comprometida com a equidade racial. Objetivos Específicos 1. Distribuir mensalmente 30 mil exemplares do Jornal Afrodescendente para escolas públicas de 50 municípios de Minas Gerais e 10 do Espírito Santo, garantindo o cumprimento da Lei 10.639/03; 2. Disponibilizar virtualmente todas as edições do jornal para acesso nacional, com foco em ampliar o impacto educacional em outros estados; 3. Realizar rodas de conversa presenciais e virtuais sobre cultura afro-brasileira, indígena e combate ao racismo, em escolas e comunidades quilombolas; 4. Oferecer oficinas de capacitação para educadores, abordando a aplicação do material didático e a integração da temática afro-brasileira no currículo escolar; 5. Organizar exposições culturais de arte afro-brasileira e indígena em escolas e espaços culturais; 6. Conduzir oficinas de música e dança afro-brasileiras em escolas de áreas quilombolas, incentivando a preservação e valorização das tradições culturais; 7. Realizar ações de forma virtual ou transmitidas ao vivo: concurso de redação sobre diversidade cultural e igualdade racial, treinamento e capacitação para utilização do material didático do Jornal Afrodescendente, e disponibilização online da série de vídeos educacionais sobre a cultura afro-brasileira e indígena; 8. Produzir apresentações de projetos escolares inspirados na cultura afro-brasileira e indígena como evento de encerramento.
O jornal trabalha na preservação e promoção das culturas afro-brasileira, africana e indígena, que são partes fundamentais do patrimônio cultural nacional. Ao promover o letramento racial e a história afro-brasileira nas escolas, o projeto fomenta o desenvolvimento de uma consciência cívica entre estudantes e professores, valorizando a diversidade cultural e combatendo o racismo. Esse projeto é importante porque promove uma educação inclusiva e antirracista, fundamental para o combate ao preconceito e à discriminação racial no Brasil. Ao valorizar as culturas afro-brasileira e indígena, o MINAS AFRO-EDUCAÇÃO contribui para a implementação da Lei 10.639/03, que exige o ensino da história e cultura afrodescendente nas escolas, mas cuja aplicação ainda é limitada. O projeto fortalece a identidade cultural de estudantes e educadores, oferece recursos didáticos inéditos e promove a equidade racial, estimulando a reflexão crítica e a construção de uma sociedade mais justa e consciente da sua diversidade. O resgate da utilização do jornal físico para os jovens representa um ato inovador nos tempos atuais, oferecendo uma abordagem única e tangível para a disseminação de informações e conhecimento. Em uma era dominada pela tecnologia digital, o retorno ao jornal impresso não apenas proporciona uma experiência sensorial diferenciada, mas também promove a valorização do hábito da leitura, estimula o pensamento crítico e fortalece a conexão com a comunidade local. Ao fornecer conteúdo relevante e culturalmente enriquecedor por meio do Jornal Afrodescendente, os jovens têm a oportunidade de se engajar com questões sociais e históricas de forma mais profunda e significativa, contribuindo assim para o fortalecimento da identidade e da consciência cultural. Essa iniciativa não apenas preserva uma tradição valiosa, mas também abre novas possibilidades para a educação e o empoderamento da juventude em um mundo cada vez mais digitalizado. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Estratégia de comunicação do projeto Para maximizar a divulgação e o impacto do projeto MINAS. AFRO-EDUCAÇÃO, adaptações estratégicas serão feitas no plano de mídia e divulgação, removendo o foco no website e, em contrapartida, enfatizando a cooperação com institutos federais para uma melhor divulgação interna entre escolas. 1. Mídias Sociais: As plataformas como Instagram, Facebook, Twitter e YouTube permanecerão como instrumentos vitais para promover as atividades do projeto. A inclusão de conteúdo gerado pelos usuários, como depoimentos de participantes e educadores, aumentará o engajamento e a relevância. Uma campanha de lançamento nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube), utilizando hashtags específicas, como #MinasAfroEducacao e #CulturaSemRacismo, para gerar engajamento e visibilidade. 2. Parcerias com Institutos Federais: O estabelecimento de parcerias formais com institutos federais de educação permitirá uma excelente divulgação interna. Através destas parcerias, serão organizadas apresentações e workshops dentro destas instituições, incentivando a disseminação entre as escolas vinculadas e promovendo a adesão de estudantes e professores aos objetivos do projeto. 3. Parcerias com Influenciadores Digitais: Influenciadores com foco em educação e cultura serão convidados a disseminar o projeto, utilizando suas plataformas para alcançar um público jovem e diversificado, interessado em temáticas de inclusão e diversidade cultural. 4. Assessoria de Imprensa: A busca por visibilidade na mídia continua sendo uma prioridade, com o envio de comunicados regulares aos veículos de comunicação locais e nacionais, garantindo cobertura sobre os desenvolvimentos, eventos, e sucessos do projeto. 5. Material Promocional Impresso: Cartazes e banners para distribuição em centros culturais, bibliotecas públicas, e especialmente nas instituições parceiras, promovendo o projeto e incentivando a participação. 6. Eventos de Lançamento e Encerramento: A realização destes eventos proporcionará momentos chave para celebrar os progressos alcançados e exibir os resultados conseguidos, servindo também como ponto de encontro para participantes, educadores, e apoiadores do projeto. 7. Newsletters: A curadoria de um boletim informativo mensal destinado a educadores, estudantes, e stakeholders para destacar progressos, eventos futuros, e curiosidades relacionadas ao projeto, promovendo uma comunicação constante. 8. Parcerias com Escolas e Universidades: Além das parcerias com Institutos Federais, a colaboração com outras instituições educacionais será crucial para ampliar o alcance do projeto e incentivar o envolvimento ativo da comunidade escolar.
1. Jornal Afrodescendente - Paginação: 12 a 16 páginas por edição. - Material: Jornal impresso com tiragem de 30 mil exemplares por edição, além de versão digital em PDF acessível. - Alcance: 50 municípios de Minas Gerais e ao menos 10 municípios do Espírito Santo, oferecendo um recurso valioso e necessário para educadores e estudantes. - Projeto Pedagógico: O conteúdo aborda temas da cultura afro-brasileira e indígena, conforme a Lei 10.639/03, com foco na história, literatura, música e artes visuais dessas culturas. Cada edição trará seções dedicadas a curiosidades, biografias de personalidades negras e atividades práticas para serem trabalhadas em sala de aula, promovendo debates e reflexões com os estudantes. 2. Treinamento e capacitação para utilização do material didático do Jornal Afrodescendente - Duração: 1 treinamento - Projeto Pedagógico: Capacitar os educadores para utilizar o jornal como ferramenta pedagógica, com ênfase na educação antirracista. As oficinas trarão metodologias interativas e reflexivas sobre a inclusão de temas afrodescendentes e indígenas no ensino formal. 3. Rodas de Conversa e Workshop - Duração: 2 rodas de conversa com 2 horas cada, e 2 Workshop com 4h cada. Será sempre 01 de cada em MG e 01 em ES. - Projeto Pedagógico: As rodas de conversa tratarão de temas como protagonismo negro, racismo e a história afro-brasileira, utilizando materiais do jornal como ponto de partida. O objetivo é criar espaços de diálogo entre alunos e educadores, promovendo a conscientização sobre a importância da diversidade e da igualdade racial. 4. Exposições Culturais - Duração: 2 meses, em MG - Material: Exposição física com fotografias, pinturas, esculturas e textos explicativos sobre a cultura afro-brasileira e indígena, montada em espaços culturais e escolas. - Projeto Pedagógico: A exposição será acompanhada por visitas guiadas e debates com os alunos, explorando a importância da arte como expressão cultural e resistência, fomentando o reconhecimento e valorização dessas manifestações culturais. 5. Oficinas de Música e Dança Afro-brasileiras - Material: Instrumentos musicais tradicionais, trajes típicos e materiais audiovisuais para auxiliar nas oficinas. - Projeto Pedagógico: As oficinas têm como objetivo ensinar os ritmos afro-brasileiros, como samba de roda e maracatu, e promover a conexão dos alunos com as tradições culturais afrodescendentes por meio da música e dança. 6. Concurso de Redação - Material: Redações escritas pelos estudantes com temas ligados à diversidade cultural e igualdade racial, a serem avaliadas por uma comissão pedagógica. - Projeto Pedagógico: Incentivar a reflexão crítica dos estudantes sobre temas de diversidade, inclusão e protagonismo negro, integrando o desenvolvimento da escrita com a conscientização social. 7. Série de Vídeos Educacionais - Duração: Produção de vídeos com duração média de 10 minutos cada. - Material: Vídeos educativos publicados no YouTube e redes sociais, com legendas para acessibilidade. - Projeto Pedagógico: Os vídeos serão utilizados como material de apoio nas escolas, abordando temas da cultura afro-brasileira e indígena de forma lúdica e visual, com o objetivo de alcançar uma maior audiência e complementar o material impresso.
Produto principal - Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - não se aplica. Acessibilidade para PCD auditivo - Serão disponibilizados intérpretes de libras em todas as programações presenciais. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para PCD visual -Os vídeos de divulgação terão legenda descritiva Item da planilha orçamentária: Comunicação >> Social media Acessibilidade para PCD intelectual - Haverá monitor para atendimento a pessoas com deficiência intelectual Item da planilha orçamentária: Monitor Produto secundário - Curso / Oficina / Capacitação Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - O local escolhido para a programação presencial deverá estar equipado com rampas de acesso e outros itens que colaborem com a autonomia de pessoas com deficiência física. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para PCD auditivo - Serão disponibilizados intérpretes de libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para PCD visual -Os vídeos de divulgação terão legenda descritiva Item da planilha orçamentária: Comunicação >> Social media Acessibilidade para PCD intelectual - Haverá disponibilização de monitor para atendimento a pessoas com deficiência intelectual Item da planilha orçamentária: Monitor
A distribuição dos produtos do projeto MINAS AFRO-EDUCAÇÃO será feita de forma gratuita e ampla, garantindo que o conteúdo alcance tanto escolas quanto o público geral, promovendo a inclusão e a acessibilidade. 1- Distribuição gratuita do Jornal Afrodescendente:Serão distribuídos mensalmente exemplares físicos para municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. Além disso, as edições estarão disponíveis em formato digital, acessíveis em todo o território nacional por meio de uma plataforma online, permitindo o acesso ilimitado a educadores e estudantes de outros estados. 2- Disponibilização virtual:Todo o conteúdo, incluindo o Jornal Afrodescendente e os vídeos educacionais, será distribuído virtualmente por meio de plataformas digitais, como YouTube, possibilitando o acesso a um público nacional e diversificado, sem restrições geográficas. 3- Oficinas paralelas e capacitações gratuitas:Serão realizadas oficinas presenciais e virtuais para capacitar educadores na aplicação dos materiais didáticos do projeto, garantindo que o conteúdo seja utilizado de maneira eficaz nas escolas. Essas oficinas também serão abertas para o público geral, ampliando o alcance do conhecimento sobre as culturas afro-brasileira e indígena. 4- Eventos e atividades abertas ao público:Além da distribuição do jornal, o projeto promoverá rodas de conversa, exposições culturais e oficinas de música e dança, todas gratuitas e acessíveis, realizadas em escolas e espaços culturais, assegurando a participação de comunidades locais, especialmente em áreas quilombolas e indígenas. 5- Transmissão ao vivo de eventos:Algumas das atividades, como rodas de conversa e workshops, terão transmissão online, permitindo a participação de um público maior, mesmo fora dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, democratizando ainda mais o acesso à educação e ao conteúdo cultural do projeto.
RINALDO DE CASTRO - DIREÇÃO GERAL (PROPONENTE) Articulador, músico, escritor e jornalista profissional. Jornalista da mídia alternativa, é fundador do Jornal Afro Descendente, primeiro jornal de temática exclusivamente Afro do Brasil. O Jornal Afro é natural de Contagem, e com sua iniciativa lançou a cidade no patamar de referência de mídia alternativa. Entre os anos de 2004 a 2014, foi editor chefe do Jornal que sempre se financiou com recurso de assinantes. Músico desde a adolescência, compositor de reggae e mpb, dedicou a sua carreira à militância social na temática da democracia popular e igualdade racial. Recebeu em 2017 prêmio por reconhecimento a manutenção da cultura Afrodescendente no país. Jornal Afrodescendente se afirmou como nova possibilidade de consolidação de uma imprensa independente com 100% de recorte Afro. Seu recorte é totalmente afro-cultural e de Igualdade Racial, de edição independente, se tornou um espaço de expressão e fomento das práticas culturais dessa matriz afro-brasileira, na qual demonstrava e dava atenção a um universo do qual participam populações que geralmente são estereotipadas pelos jornais e veículos informacionais tradicionais. O projeto de resgate e memória, propõe manter exatamente o mesmo recorte temático, estando diretamente comprometido com a temática da Igualdade Racial e defesa da Cultura Afro-brasileira. CAROLA MARQUES - COORDENADORA DE PRODUÇÃO Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. 2015-2017. Tema da Dissertação: Estado, Dialética e Revolução- Inquirições sobre a tríade espiral da Modernidade; Eixo de estudos: Filosofia do Direito, Teoria Geral do Estado, Direito Constitucional, Metafísica, Idealismo Alemão; Orientação: Professor Doutor José Luiz Borges Horta; Estágio Docência: Introdução à política; Cidadania Política; Introdução a Geoestratégia; Teoria Comparada do Estado; Introdução ao Direito e ao Estado; Seminários Hegelianos; Especialista em Gestão Estratégica em Políticas Públicas pela Universidade Estadual de Campinas e Fundação Perseu Abramo. 2015-2016. Eixo de estudos: Gestão estrategia; Teoria da Administração Pública; Administração e Controle de Políticas Públicas; Inovação em Políticas Públicas; Bacharel em Ciências do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. 2011-2014. Tema da Monografia: Breve Análise da Substância do Estado; Eixo de estudos: Teoria Geral do Estado, Direito Constitucional, Direito Público, Direito Administrativo, Gestão Pública, Filosofia do Direito, Sociologia, Cidadania Política; Orientação: Professora Doutora Marcela Gomes Magalhães - Reconhecida pelo Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade de 2021, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- IPHAN-MG, na 34a Edição do Prêmio, pelo mérito do trabalho realizado junto aos circenses em 2021 durante a pandemia; - Possibilitou que mais de 700 agentes culturais (entre artistas, coletivos, mas principalmente circenses, trupes, circos de lona e escolas de circo) tivessem acesso a recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc 2020; - Responsável direta em 2021, por cerca 50% dos circenses aprovados no Edital de Premiação LAB Setor Circo, lançando em novembro pela PBH; - Em 2022, o mesmo percentual foi alcançado no Edital Estadual Desperta-FEC MG, e também em outros 03 Editais lançados pela FUNARTE neste mesmo ano; - Atividade em rede com outras associações: ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA CULTURAL IDENTIDADE QUILOMBOLAS - BRUMADINHO-MG; PONTO DE CULTURA - MOVIMENTO OFICINA CULTURAL - EXTREMA-MG; MUSEU DA ORALIDADE - TRÊS CORACOES-MG; REDE DE APOIO AO CIRCO - BELO HORIZONTE-MG; INSTITUTO MACUNAÍMA - BELO HORIZONTE-MG; IRMANDADE - COMUNIDADE DOS ARTUROS - CONTAGEM-MG; ESCOLA DAS ARTES - BELO HORIZONTE-MG; ASSOCIAÇÃO MUNDO CÊNICO - PERDÕES-MG; ASSOCIAÇÃO IBI LITERRÁRIO - BELO HORIZONTE-MG; ACOSVIP - BANDA CORAL SÃO VICENTE - BALDIM-MG JIULIA CASTRO - PRODUTORA EXECUTIVA Capista, designer gráfico, diagramador e revisor na associação entre IBI Literário e Prefeitura Municipal de Mutum para implementação da Lei Aldir Blanc e publicação de 9 livros de autores mutuenses em 2020. Idealizadora da IBI Literário e participante da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (FLIPEI) em 2021. Ministrou a "Oficina Eu me Descrevo: Literatura Sem Fronteiras" de 8 horas de duração em 2021. Coordenadora do projeto de internacionalização da literatura entre Brasil e Portugal em parceria com Autonomia Literária, Sob Influência e Macabéa Edições na Feira do Livro do Porto 2020, em Portugal. Produtora à frente da Nonada Criações do Festival Le Cirque África em 2021, aprovado pela Lei Aldir Blanc da Bahia. Produtora e editora do Podcast Conversas Itinerantes, projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc do Espírito Santo em 2021. Produtora executiva e coordenadora de comunicação do BH Stone: Garagem Rock Festival 2019, primeiro festival de rock de bandas de garagem da cidade. Produtora executiva do projeto "Circo Imperial: Circulando Arte e Alegria Gratuita", pelo Prêmio Funarte de Estímulo ao Circo 2019. Assistente de produção do Palco Acaica na Virada Cultural de BH 2019. Produtora da Noite Cultural Palco Aberto na Universidade Federal de São João del-Rei em 2019. Gerente executiva e assessora jurídica do Mostra In Minas 2019. Revisora do livro "No Sertão Azul" de Carola Castro, com edição da TXAI Editoração e financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Contagem - 46/2018. Organizadora do Semabio - Semana Acadêmica das Ciências Biológicas da Universidade Federal de São João del-Rei em 2018. Auxiliar de produção da Nonada Criações, participando da idealização do projeto de implementação da Escola Metropolitana de Agroecologia - EMA, incluída na plataforma INOVA FUCAM. Auxiliar de produção na empresa Timoneiro Hospedaria e Eventos. Presidente do Centro Acadêmico da Biologia (UFSJ - Gestão 2017 e 2018), organizando eventos acadêmicos, como congressos e semanas acadêmicas. Estagiária de um programa de extensão (UFSJ, PIBEX - 2018) sobre Educação Ambiental, ministrando palestras sobre conscientização ambiental em escolas de ensino básico. Em fevereiro e março de 2019, atuou na equipe de Assessoria Jurídica e Gerência Executiva do Projeto 2ª Mostra IN Minas de Teatro, desenvolvido em Sete Lagoas, Pará de Minas e Teófilo Otoni. Também em 2019, integrou a equipe produtora da primeira edição do BH Stone: Garagem Rock Festival, incentivado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, Edital 2017/2018, patrocinado pela empresa MGS Administração e Serviços, promovendo a música urbana produzida na cidade. Além disso, atua na produção e idealização de projetos culturais de diversas áreas como circo, teatro, literatura, música, entre outros. Gestora do projeto de publicação de autores portugueses no Brasil, levando a IBI Literário à Bienal do Livro de SP de 2022. Coordenadora Geral do Projeto ZLI-Lab: Laboratório da Zona Literária Independente de Belo Horizonte. Produção executiva do show da dupla "X sem Peita" no Aniversário de Contagem.
PROJETO ARQUIVADO.