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O projeto "Manga Verde com Sal" é uma iniciativa integrada de incentivo à leitura e valorização da cultura mato-grossense, composta por três ações: um curta-metragem, oficinas literárias em escolas públicas e o Clube do Livro Manga Verde com Sal. Juntas, essas ações promovem o engajamento com a literatura regional, a representatividade negra e o fortalecimento da identidade cultural de Mato Grosso.
O projeto "Manga Verde com Sal" é uma iniciativa cultural integrada que busca valorizar a cultura mato-grossense por meio de um curta-metragem e atividades de incentivo à leitura e à escrita criativa. A proposta inclui três componentes principais: o curta-metragem "Manga Verde com Sal", o Clube do Livro Manga Verde com Sal e as oficinas de Literatura Marginal. Curta-metragem "Manga Verde com Sal"O curta-metragem "Manga Verde com Sal" acompanha três momentos na vida de uma protagonista negra em Cuiabá, explorando suas memórias afetivas ligadas aos sabores regionais: mexerica, manga verde com sal e melado com farinha. Na infância, ela sente a curiosidade e o receio ao se mudar para a casa de uma parente após uma situação traumática, com o cheiro cítrico da mexerica evocando tanto fascínio quanto retração. Na adolescência, experimenta a intensidade dos sentimentos ao compartilhar uma manga verde com sal com um jovem prestes a partir. Na vida adulta, o melado com farinha desperta memórias de um antigo amor e das cicatrizes emocionais que moldaram sua trajetória. O filme aborda temas de identidade, memória e autodescoberta, celebrando a cultura mato-grossense de forma sensível e poética. Clube do Livro Manga Verde com SalO Clube do Livro Manga Verde com Sal é uma série de encontros mensais abertos ao público, focados na discussão de obras de autores mato-grossenses. Com destaque para escritores como Paty Wolff e Caio Ribeiro, o clube promove a leitura de literatura regional e marginal, incentivando o diálogo sobre temas de identidade, diversidade e cultura local. Esses encontros ocorrem em espaços comunitários e têm como objetivo fortalecer o acesso à produção literária de Mato Grosso, proporcionando uma experiência de valorização da literatura mato-grossense. Oficinas de Literatura MarginalAs oficinas de Literatura Marginal são realizadas em escolas públicas e visam incentivar a escrita criativa entre jovens de Cuiabá. Conduzidas por escritores locais, as oficinas oferecem aos alunos a oportunidade de criar suas próprias histórias e explorar sua identidade cultural. Essas atividades buscam inspirar novas gerações a valorizar suas raízes e a se engajar com a literatura regional, contribuindo para o fortalecimento da cultura local e o desenvolvimento de novos talentos. Temas e ObjetivosO projeto "Manga Verde com Sal" é uma plataforma de inclusão e democratização do acesso à cultura, abordando temas de representatividade negra, memória afetiva e identidade regional. Ao integrar o curta-metragem, o Clube do Livro e as oficinas de Literatura Marginal, o projeto busca fortalecer a presença de histórias mato-grossenses na literatura e no audiovisual, proporcionando uma experiência cultural rica e acessível para diversos públicos. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos, voltado para pessoas interessadas em cultura regional, identidade e diversidade.
Objetivo GeralPromover o incentivo à leitura e à valorização da cultura mato-grossense, por meio de uma experiência cultural com objetivo integrada que combina audiovisual, literatura e engajamento comunitário, fortalecendo a representatividade negra e fomentando o desenvolvimento de novos leitores e escritores. Objetivos Específicos1. Produzir o curta-metragem "Manga Verde com Sal" _ Adaptar três contos de Paty Wolff, explorando temas de identidade cultural e memória afetiva. O filme será exibido em escolas, centros culturais e festivais, alcançando aproximadamente 500 espectadores diretos.2. Realizar o projeto "Literatura Marginal" _ Oferecer oficinas literárias em cinco escolas públicas de Cuiabá, voltadas para jovens da rede pública, promovendo a valorização da literatura mato-grossense e incentivando a produção textual. Estimativa de atendimento: 200 estudantes.3. Organizar o Clube do Livro Manga Verde com Sal _ Realizar seis encontros mensais para discussão de obras de autores regionais, abertos ao público geral e com a participação de escritores convidados, alcançando cerca de 100 participantes.4. Fomentar a acessibilidade _ Oferecer audiodescrição, legendas descritivas e intérpretes de Libras nas exibições e eventos, para garantir inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.5. Documentar e avaliar o impacto _ Coletar dados quantitativos e qualitativos sobre o engajamento do público nas exibições do curta, nas oficinas de literatura e no Clube do Livro, para comprovar os resultados do projeto e avaliar seu impacto na comunida
O projeto "Manga Verde com Sal" visa fomentar a valorização da cultura mato-grossense e da literatura regional por meio de uma proposta integrada que combina a produção de um curta-metragem com ações voltadas ao incentivo à leitura e escrita criativa. Com a adaptação dos contos de Paty Wolff, o curta traz uma narrativa sensível sobre identidade e memória afetiva, focada nas vivências de meninas negras em Cuiabá. Essa iniciativa reflete o compromisso do projeto em resgatar e divulgar as vozes de autoras locais, especialmente mulheres negras, cuja representação ainda é limitada tanto no cinema quanto na literatura. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) é essencial para viabilizar este projeto, pois proporciona os recursos necessários para produzir um filme que não só destaca a cultura regional, mas também aborda temas sociais como raça, gênero e classe. O curta-metragem contribui para o fortalecimento da diversidade no audiovisual, ampliando a representatividade da produção cultural mato-grossense e oferecendo uma narrativa inclusiva e autêntica. Além do curta, o projeto integra duas importantes iniciativas de incentivo à leitura: o Clube do Livro Manga Verde com Sal, que promove a leitura de obras de autores mato-grossenses, e o Literatura Marginal, uma série de oficinas de escrita criativa em escolas públicas. Ambas as ações estão alinhadas com a Lei nº 11.419, de 14 de junho de 2021, que institui o Programa Estadual de Incentivo à Leitura de Livros de Autores Mato-grossenses nas escolas do Estado. Ao promover o contato dos jovens com a literatura regional, o projeto contribui diretamente para o cumprimento dessa lei, ampliando o acesso à literatura mato-grossense e fomentando uma rede de leitores e escritores em Mato Grosso. O projeto também busca enfrentar um desafio recorrente para os escritores de Mato Grosso: a dificuldade em escoar suas produções e alcançar o público local. Hoje, muitas escolas no estado adotam planos pedagógicos e materiais de editoras do eixo Rio-São Paulo, o que limita o espaço para a literatura regional e cria barreiras para a circulação de obras locais, como as publicadas pela editora Entrelinhas (uma das principais editora de escritores mato grossenses). Esse contexto impede que estudantes e comunidades tenham acesso a narrativas que refletem suas próprias vivências e identidades culturais. Com isso, a população se afasta de sua própria produção cultural, e o potencial de formação de novos leitores e artistas locais diminui consideravelmente. O projeto "Manga Verde com Sal" busca contornar essa dificuldade, levando obras de autores locais para espaços educativos e estimulando o contato direto dos jovens com a literatura mato-grossense. Enquadramento na Lei RouanetO projeto se alinha aos incisos I e III do Art. 1º da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), que visam democratizar o acesso à cultura e preservar as expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira. Adicionalmente, cumpre os objetivos do Art. 3º, ao promover a formação cultural, incentivando a leitura e a produção literária, e ao fomentar a produção audiovisual que valoriza autores locais e promove a inclusão social. Relevância e Impacto SocialO apoio da Lei Rouanet é fundamental para que o "Manga Verde com Sal" alcance seus objetivos e amplie seu impacto social e cultural. O projeto transcende a produção audiovisual ao atuar como uma plataforma de inclusão e valorização da cultura regional, contribuindo para o desenvolvimento cultural de Mato Grosso e a democratização da literatura e do cinema no Brasil. Com uma narrativa centrada nas experiências de meninas negras e ações educativas que fomentam a literatura marginal, "Manga Verde com Sal" não apenas fortalece a produção cultural local, mas também empodera jovens de comunidades periféricas, proporcionando-lhes acesso a novas possibilidades de expressão e reflexão. Com essa estrutura integrada, "Manga Verde com Sal" combina arte e educação para criar um legado de valorização da cultura mato-grossense, promovendo o empoderamento social e o reconhecimento das vozes regionais. O projeto não só apoia a formação de novos leitores e escritores, mas também estimula a inclusão e a diversidade no panorama cultural nacional.
O projeto "Manga Verde com Sal" foi selecionado pela 23ª edição da MAUAL Lab, Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina, na categoria curta de ficção. Como parte da MAUAL Lab, o projeto participou de consultorias especializadas em roteiro, pitching e produção, conduzidas por profissionais experientes, como Camila Agustini (roteiro), Paula Torres (produção) e Krishna Mahon (pitching). Essas consultorias contribuíram significativamente para o desenvolvimento e refinamento do projeto, preparando a equipe para a produção e distribuição do curta-metragem. Além disso, o projeto busca integrar literatura e audiovisual para fortalecer a representatividade e a valorização da cultura mato-grossense, com especial foco em escritores locais como Paty Wolff e Caio Ribeiro. O Clube do Livro Manga Verde com Sal e as Oficinas de Literatura Marginal complementam o curta-metragem ao promover a leitura de obras regionais e incentivar a escrita criativa entre jovens, ampliando o impacto cultural do projeto e criando uma rede de leitores e escritores conectados à cultura local. O projeto também acompanha as iniciativas de licenciamento do Ministério da Cultura para a nova plataforma pública de streaming. Com o investimento governamental nessa plataforma, "Manga Verde com Sal" será inscrito para exibição, caso a oportunidade esteja disponível, garantindo um alcance mais amplo e acessível para o público brasileiro.
Curta-metragem "Manga Verde com Sal" Duração: 12 minutos.Formato: HD Digital.Acessibilidade: Audiodescrição, legendas descritivas e intérprete de Libras em eventos de exibição.Classificação Indicativa: Livre, adequado para todos os públicos, com enfoque educativo sobre identidade cultural. Oficinas de Literatura Marginal Duração de cada oficina: 4 horas.Formato: Presencial, com atividades práticas de escrita criativa.Público-alvo: Estudantes de escolas públicas, com idade entre 13 e 18 anos.Recursos: Material didático e acompanhamento de profissionais locais. Clube do Livro Manga Verde com Sal Frequência: Mensal (6 encontros).Formato: Presencial em espaços comunitários, com debates mediados por facilitadores experientes.Público-alvo: Leitores de todas as idades interessados em literatura mato-grossense.Recursos: Parceria com editoras locais para fornecimento de livros e materiais de divulgação.
Acessibilidade FísicaO projeto "Manga Verde com Sal" garantirá que todas as exibições e eventos, incluindo as oficinas de Literatura Marginal e os encontros do Clube do Livro, sejam realizados em locais acessíveis para pessoas com deficiência física. As exibições ocorrerão em espaços que disponham de: - Rampas de acesso para cadeirantes.- Banheiros adaptados, com barras de apoio e portas largas.- Guias táteis para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual, sempre que possível.-Vagas reservadas para PCDs em estacionamentos, quando necessário. A seleção dos locais seguirá as normas de acessibilidade arquitetônica para assegurar a plena participação de todos os públicos. Acessibilidade de ConteúdoPara garantir que o conteúdo do curta-metragem e das atividades culturais seja acessível a pessoas com diferentes deficiências, o projeto implementará as seguintes medidas: Audiodescrição: Uma versão do curta será disponibilizada com audiodescrição, descrevendo expressões faciais, ações e cenários, para atender pessoas com deficiência visual.Legendas Descritivas: O filme contará com legendas descritivas em português, voltadas para pessoas com deficiência auditiva, detalhando diálogos e sons essenciais para a compreensão da narrativa.Intérprete de Libras: Nos eventos de exibição e nas oficinas de Literatura Marginal, haverá intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para atender o público surdo. Além disso, o projeto se compromete a contratar pessoas com deficiência (PCD) em posições de liderança, especialmente nas áreas de produção e comunicação, reforçando o compromisso com a inclusão e diversidade tanto na equipe quanto no conteúdo oferecido.
Democratização de AcessoO projeto "Manga Verde com Sal" adotará uma série de estratégias para assegurar que o curta-metragem e as atividades literárias associadas alcancem um público diversificado e acessível. Com foco na distribuição gratuita e em parcerias comunitárias, o projeto busca maximizar o alcance de seus produtos culturais e promover o diálogo sobre temas como representatividade negra, identidade regional e interseccionalidade. Distribuição e Comercialização Exibições Gratuitas em Escolas e Centros Comunitários: O curta-metragem "Manga Verde com Sal" será exibido gratuitamente em pelo menos 5 escolas públicas e centros comunitários de Cuiabá. Cada exibição será seguida de um debate com a equipe de produção, incentivando os participantes a refletirem sobre questões de raça, classe e cultura regional abordadas no filme. Estima-se que essas exibições impactem cerca de 500 espectadores. Festivais e Mostras de Cinema: O filme será inscrito em festivais regionais e nacionais com foco em diversidade e inclusão, como o Festival de Cinema Negro e o Festival Internacional de Curtas-Metragens. A participação nesses eventos visa ampliar a visibilidade do projeto e alcançar públicos de diferentes contextos socioculturais. Distribuição em Plataformas Digitais: Após o circuito de festivais, o curta será disponibilizado gratuitamente em plataformas de streaming de acesso público, como YouTube e Vimeo, com legendas descritivas e audiodescrição para garantir acessibilidade. Essa estratégia permitirá que o filme alcance um público amplo, independentemente de limitações geográficas. Parcerias com Canais de TV Públicos e Comunitários: Para alcançar comunidades que não possuem acesso à internet, serão firmadas parcerias com canais de TV públicos e comunitários para exibir o curta-metragem gratuitamente, ampliando o alcance para públicos de diferentes realidades socioeconômicas. Licenciamento em Plataforma Pública de Streaming do Governo: A equipe do projeto acompanhará as iniciativas do Ministério da Cultura relacionadas ao licenciamento de obras audiovisuais para a nova plataforma pública de streaming. O curta "Manga Verde com Sal" será inscrito para licenciamento, ampliando ainda mais seu alcance e acessibilidade para o público brasileiro por meio de uma plataforma pública e gratuita. Ampliação do Acesso Oficinas de Literatura Marginal em Escolas: Três oficinas de escrita criativa serão realizadas em escolas públicas de Cuiabá, focadas na valorização da literatura regional e conduzidas por escritores locais. As oficinas incentivarão os alunos a criarem e compartilharem suas próprias histórias, promovendo a conexão direta com a cultura mato-grossense e o desenvolvimento de novas vozes literárias. Espera-se que aproximadamente 200 alunos participem dessas atividades. Ensaio Aberto de Produção do Curta: Como parte das atividades do projeto, será realizado um ensaio aberto ao público, no qual estudantes de audiovisual e interessados poderão acompanhar parte do processo de filmagem. Essa iniciativa visa oferecer uma experiência educativa sobre o cinema e inspirar talentos locais, permitindo que os participantes conheçam os bastidores da produção. Transmissão Online de Atividades Paralelas: Os debates e palestras realizados durante as exibições do curta serão transmitidos ao vivo pelas redes sociais, como Instagram e YouTube, permitindo que pessoas de outras regiões acompanhem e participem. Essa medida amplia o acesso e leva a discussão sobre representatividade negra, cultura regional e interseccionalidade a um público mais amplo e diversificado. Clube do Livro Manga Verde com Sal: Serão realizados seis encontros mensais do Clube do Livro, abertos ao público e com entrada gratuita, para discutir obras de autores mato-grossenses, com ênfase na literatura marginal. Os encontros ocorrerão em espaços comunitários, fomentando o diálogo sobre cultura e literatura regional e criando um espaço de valorização dos escritores locais. A estimativa é que cerca de 100 pessoas participem desses encontros. Impacto Social e AcessibilidadeO projeto "Manga Verde com Sal" foi planejado para ser acessível e inclusivo em todos os seus aspectos, garantindo que o conteúdo seja compreensível e alcançável por pessoas com diferentes necessidades: Audiodescrição e Legendas Descritivas: O curta contará com audiodescrição e legendas descritivas em português, assegurando que pessoas com deficiência visual e auditiva possam aproveitar plenamente a experiência do filme. Intérprete de Libras: Será disponibilizado intérprete de Libras durante as exibições, oficinas e encontros do Clube do Livro, ampliando o acesso para o público surdo. Contratação Inclusiva: O projeto se compromete a contratar pessoas com deficiência em posições de liderança, especialmente nas áreas de produção e comunicação, reforçando o compromisso com a inclusão. Ao implementar essas estratégias de democratização do acesso, o projeto "Manga Verde com Sal" busca ir além da exibição de um curta-metragem, promovendo um movimento contínuo de valorização da cultura mato-grossense e da representatividade negra. Com iniciativas que incluem oficinas, debates, transmissão ao vivo e clubes de leitura, o projeto visa criar um impacto cultural duradouro, gerando oportunidades de acesso e engajamento para todos.
Caio Freitas (Proponente e produção executiva): Produtor executivo, gestor cultural e analista financeiro, nascido em Cuiabá. Com formação em Engenharia Civil, encontrou sua vocação no setor cultural através de projetos focados em sustentabilidade e economia criativa. Atua como produtor na SUMAC Records e Sépia Produções, onde lidera iniciativas de fomento à cultura mato-grossense e parcerias internacionais, como o Songcamp SUMAC em colaboração com o British Council. Caio é responsável pela produção de eventos culturais, gestão de projetos e consultoria para editais e Lei Rouanet, promovendo o acesso democrático à cultura e a valorização da diversidade artística. Kylz Meireles (Roteirista e Coordenadora de Oficinas de Literatura Marginal): Pesquisadora e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFMT, com especialização em Estudos e Práticas de Cultura pelo IFMT. Com graduação em Letras - Português e Inglês, sua pesquisa atual se concentra na literatura brasileira, especialmente em obras da literatura mato-grossense, como demonstrado em sua dissertação sobre visualidade e literatura em contos de Paty Wolff. Além disso, Kylz tem experiência em ensino e é fluente em inglês, com habilidades avançadas em espanhol. Felipe Rosso (Direção): Felipe Rosso é estudante de Cinema e Audiovisual pela UFMT e membro do coletivo universitário Bora Fazer Filmes. Sua experiência inclui direção, roteiro e montagem em diversos curtas-metragens, como Se Enxerga e Ano em que Não Saí de Férias. Além do cinema, Felipe tem uma sólida atuação em circo e teatro, onde é autodidata em lira acrobática e professor de tecido acrobático. Sua experiência teatral inclui participações e protagonismo em projetos e cursos desde 2014. Consultores: Camila Agustini (Roteiro), Paula Torres (Produção) e Krishna Mahon (Pitching) — profissionais com ampla experiência no desenvolvimento de projetos audiovisuais e treinamento de novos talentos. Pedro Guedes (Marketing Digital): estrategista digital e gestor de comunidade. Minha missão é criar experiências que aproximem pessoas e marcas, sempre com foco em engajamento real e impacto positivo. Zannandra Caso (Consultoria de Acessibilidade e Marketing Digital): Etrategista de marketing, influenciadora digita e ativista pela inclusão de pessoas com deficiência (PCD). Natural de Cuiabá, ela começou sua trajetória nas redes sociais em 2020, após ser incentivada a compartilhar suas experiências como mulher cadeirante e a se conectar com outras pessoas PCD. Seu conteúdo ganhou destaque por abordar temas como autoestima, capacitismo e representatividade, muitas vezes utilizando humor e sarcasmo como ferramentas para expor preconceitos estruturais. Atualmente, atua nos bastidores do marketing, sendo estrategista em uma empresa de economia criativa e cultural. Patty Wolf (Escritora): Artista e escritora brasileira radicada em Cuiabá, Mato Grosso, que explora em sua obra temas decoloniais, identidade negra e a ancestralidade de povos indígenas e comunidades tradicionais. Com mestrado em Geografia pela UFMT, Paty transita por diversos suportes artísticos, incluindo pintura, cerâmica, literatura e muralismo. Finalista do Prêmio Jabuti de Literatura e reconhecida pelo Prêmio Escritora Revelação do Edital de Literatura Estevão de Mendonça, sua obra "Como Pássaros no Céu de Aruanda" destaca-se pela narrativa sensível e crítica, consolidando-a como uma voz essencial na cultura mato-grossense.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.