Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Documenta´rio de média-metragem 25 minutos, cor, digital Full HD, Brasil. que destaca a importância dos cantos como guardia~o dahisto´ria oral, tecendo narrativas que resistem ao tempo e ao apagamento histórico. Entre oscantos das festividades e os cantos de trabalho, testemunhamos na~o apenas celebraço~es,mas tambe´m atos de resistência que preservam e reafirmam a cultura quilombola sul-mato-grossense. Um convite para celebrar e compreender as vozes que mantêm viva aidentidade quilombola, a preservação da natureza, processos de agricultura familiar.Territórios documentadosFami´lia Cardoso - Nioaque (Festa de Sa~o Pedro), A´guas de Miranda - Bonito (Folia dosReis), Furnas dos Baianos - Aquidauana (Farinha da Mandioca) e Fami´lia Ozo´rio, Fami´liaMaria Theodora Gonçalves de Paula e Campos Correia - Corumba´ (Banho de Sa~o Joa~o).DURAÇÃO20-25 minutos (abertura, desenvolvimento, audiodescrição e créditos). Distribuição de períódicos, oficinas e cine debates.
Sinopse: Cantos da memória é uma jornada sensorial por Quilombos do Mato Grosso do Sul reconhecidos pelas festividades tradicionais no Estado. O documentário nos faz revisitar histórias, a partir da investigação das cantigas que revelam a riqueza das tradições quilombolas preservadas e compartilhadas pelos mestres e moradores dos territórios retratados. Este documentário de 25 minutos destaca a importância dos cantos como guardião da história oral, tecendo narrativas que resistem ao tempo e ao apagamento histórico. Entre os cantos das festividades e os cantos de trabalho, testemunhamos não apenas celebrações, mas também atos de resistência que preservam e reafirmam a cultura quilombola sul-mato-grossense. Um convite para celebrar e compreender as vozes que mantêm viva a identidade quilombola, a preservação da natureza, processos de agricultura familiar.
Quanto ao artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, nossa proposta tem como Objetivos Gerais: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade Objetivos Específicos: - 1 documenta´rio de 25 minutoS - Cantos da memo´ria e´ uma jornada sensorial por Quilombos do Mato Grosso do Sul reconhecidos pelas festividades tradicionais no Estado. O documenta´rio nos faz revisitar histórias, a partir da investigaça~o das cantigas que revelam a riqueza das tradiço~es quilombolas preservadas e compartilhadas pelos mestres e moradores dos territo´rios retratados. Este documenta´rio de 25 minutos destaca a importância dos cantos como guardia~o da histo´ria oral, tecendo narrativas que resistem ao tempo e ao apagamento histórico. Entre os cantos das festividades e os cantos de trabalho, testemunhamos na~o apenas celebraço~es, mas tambe´m atos de resistência que preservam e reafirmam a cultura quilombola sul-mato-grossense. Um convite para celebrar e compreender as vozes que mantêm viva a identidade quilombola, a preservação da natureza, processos de agricultura familiar com cines debates. - 1 OFICINA DE NARRATIVAS AUDIOVISUAIS - PRODUÇÃO DE IMAGEM, MEMÓRIA E CRIAÇÃO AUTOBIOGRÁFICA. - 5000 periódicos
IMPACTO 360º - DAS NARRATIVAS DE IMPACTO À PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL. O cinema é uma poderosa ferramenta para promover mudanças sociais e conscientização sobre questões importantes, como a preservação ambiental. Quando pensamos em Cinema e impacto social, logo pensamos nos conteúdos produzidos que denunciam e alertam a sociedade sobre problemas estruturais, culturais ou ambientais. mas é importante ir além dos temas abordados nas telas e pensar como as ações na indústria cinematográfica reproduz práticas nocivas ao setor e a toda sociedade, é preciso ir além das críticas e propor ações que mitiguem os impactos negativos em todas as etapas da produção à distribuição, criando novas narrativas, otimizando recursos, implementando estratégias para redução de impactos negativos, efetivando políticas inclusivas de contratação e etc. A indústria audiovisual faz parte da chamada "Indústria Criativa", um setor de grande relevância na economia brasileira e com impacto multiplicador devido a sua grande cadeia de valor, gerando emprego, renda e oportunidades. Como todas as atividades humanas, o audiovisual também possui externalidades negativas ao longo do ciclo de vida do produto (seja filme, séries e outros). Identificar, gerir e, sempre que possível, reduzir os impactos socioambientais negativos e potencializar os impactos socioambientais positivos é o caminho para uma indústria mais sustentável e justa. O cuidado com a redução da pegada ambiental do produto audiovisual auxilia também no aumento da eficiência no uso de recursos, diminuição de desperdícios e, consequentemente, na redução de gastos e melhores resultados econômicos. A emergência climática em que vivemos e suas consequências são importantes motivadores para repensarmos as formas de produzir, consumir e nos relacionarmos como sociedade, não sendo diferente para o setor audiovisual. . CONFORME CRITÉRIOS DA LEI 8.313, ESTE PROJETO SE JUSTIFICA, POIS: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de curta metragem (documentário).
EQUIPE 01 Diretor, 01 Pesquisador/Roteirista, 01 Assistente de Direção, 01 Produtor Local, 01 Diretor Fotografia e 01 Som direto / Diretor musical. LOGÍSTICA TOTAL 13 DIÁRIAS (PRE), 16 DIÁRIAS (GRAVAÇÃO) - TOTAL: 29 DIÁRIAS. Logística Ideal Cantos da Memórias: Campo Grande - Aquidauana (141 km / 2h50) / Aquidauana - Corumbá (3h57 / 300km) / Corumbá - Bonito (348 km/4h32) - Bonito-Nioaque (113km / 1h25) / Nioaque - Campo Grande ( 183km / 2h20). *Itinerário da Pré-Produção:* Dia 01 - *Translado Campo Grande - Aquidauana (141 km / 2h50)* - Check In - AquidauanaDia 02 e 03 - Visita, Imersão e Mobilização - Furnas dos Baianos (Farinha da Mandioca) Dia 04 - *Translado: Aquidauana - Corumbá (3h57 / 300km)* - Check-in - Corumbá.Dia 05 e 06 - Visita, Imersão e Mobilização - Família Osório, Maria Theodora Gonçalves de Paula e Campos Correia.Dia 07 - *Translado: Corumbá-Bonito (348 km/4h32)* - Check-in - Bonito - 1 noite em bonito - 5 pessoas Dia 08 e 09 - Visita, Imersão e Mobilização - Águas de Miranda. Dia 10 - *Translado: Bonito-Nioaque (113km / 1h25) / Dia 11 e 12 - Visita, Imersão e Mobilização - Família Cardoso. Dia 13 - Translado: Nioaque - Campo Grande ( 183km / 2h20).* - Dorme em Campo Grande Proposta de produção, incluindo Plano de produção, Detalhamento técnico, Estratégia de produção, dentre outras informações consideradas relevantes para a obra audiovisual; Sinopse: Cantos da memória é uma jornada sensorial por Quilombos do Mato Grosso do Sul reconhecidos pelas festividades tradicionais no Estado. O documentário nos faz revisitar histórias, a partir da investigação das cantigas que revelam a riqueza das tradições quilombolas preservadas e compartilhadas pelos mestres e moradores dos territórios retratados. Este documentário de 25 minutos destaca a importância dos cantos como guardião da história oral, tecendo narrativas que resistem ao tempo e ao apagamento histórico. Entre os cantos das festividades e os cantos de trabalho, testemunhamos não apenas celebrações, mas também atos de resistência que preservam e reafirmam a cultura quilombola sul-mato-grossense. Um convite para celebrar e compreender as vozes que mantêm viva a identidade quilombola, a preservação da natureza, processos de agricultura familiar. Territórios documentados Família Cardoso - Nioaque (Festa de São Pedro), Águas de Miranda - Bonito (Folia dos Reis), Furnas dos Baianos - Aquidauana (Farinha da Mandioca) e Família Ozório, Família Maria Theodora Gonçalves de Paula e Campos Correia - Corumbá (Banho de São João). DURAÇÃO 20-25 minutos (abertura, desenvolvimento, audiodescrição e créditos) LANÇAMENTO Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul ou Parque das Nações Indígenas. DISTRIBUIÇÃO: Circuito de Impacto - 05 exibição, uma exibição em cada território abordado no filme, em espaços culturais, cineclube ou escolas públicas a serem definidas com os articuladores locais de cultura. Circuito Cinema - Festivais - Festival de Cinema Sul-americano de Bonito/BonitoSur (Bonito, MS - Até 24/04), Mostra Ecofalante (São Paulo- SP - Inscrições até 15/02), Kinoforum (São Paulo- SP, até 31/03), In-Edit (São Paulo, Recife, São José dos Campos, até 17/02), Festival FilmAmbiente (Niterói-RJ, até 15/05). FestCurtasBH (Belo Horizonte, MG, até 30/06), Festival É Tudo Verdade ( São Paulo, Festival É Tudo verdade, até 06/12), Encontro de Cinema Negro Zózimo Bambul (Rio de Janeiro, até 30/04), FICAS — Festival Internacional de Cinema Ambiental e de Sustentabilidade da Madeira (Portugal, até 31/05)
OFICINA DE NARRATIVAS AUDIOVISUAIS - PRODUÇÃO DE IMAGEM, MEMÓRIA E CRIAÇÃO AUTOBIOGRÁFICA. A Oficina de Narrativas Audiovisuais é uma ferramenta de educomunicação e pesquisa documental, em que se promove um espaço de investigação coletiva e histórica do território e das biografias existentes no local. Além da valorização dos processos experimentais e analógicos para a criatividade e a sustentabilidade. Objetivo da Oficina: ● Documentar e incentivar o protagonismo. ● Registrar memórias. ● Escutar a realidade local. ● Fomentar práticas expressivas de comunicação. ● Conectar vivências, sonhos, fantasias, habilidades e desejos. A oficina aborda os temas abaixo a partir da pergunta: "Quais os momentos mais marcantes vividos pelo território?” 1. Introdução à Educomunicação: ● Utilização das mídias no processo de educação. ● Produção de cultura e conhecimento com auxílio da tecnologia. ● Intervenção educativa para a mídia. 2. Narrativa e Memória: ● Contar histórias como essência filosófica. ● Escuta e Criação de repertório plural. ● Práticas de investigação e registro de histórias. ● Desenvolvimento da criticidade, curiosidade e inventividade. ● Ampliar a visão de si e do mundo. 3. Fotografia Solar e experimental ● Processos Analógicos ● Antotipia: Processo fotográfico com pigmentos vegetais. ● Filotipia: Impressão fotográfica em folhas botânicas. ● Cianotipia: Impressão fotográfica em tons azuis. Duração: 04- 06 horas por oficina. Participantes: 10 - 15 por território. CINE DEBATE - FILMES PARA ADIAR O FIM DO MUNDO. Além das oficinas, em cada território retratado, serão organizadas exibições de filmes que abordam os temas principais do projeto, nos eixos de Cultura e Meio Ambiente. Com uma curadoria adequada para o público de interesse, apresentaremos filmes de impacto social e de grande valor histórico. Buscando ampliar diálogos com a comunidade, trazendo uma exibição seguida de debate com lideranças comunitárias, sendo além de uma estratégia de educomunicação e escuta, uma forma de engajamento com o projeto. Sendo uma atividade livre e aberta ao público. Total: 04 Atividades de até 02h de duração cada. DISTRIBUIÇÃO DE IMPACTO Distribuir filmes com impacto social é acreditar que o cinema pode facilitar diálogos, propor outras formas de pensar e agir, criar imaginários que inspiram mudanças, conectar comunidades e redes para fortalecer causas comprometidas com a emancipação e a justiça social. Plano de Distribuição - Lançamento do documentário - Evento Premiere - Parceria com plataforma de distribuição de impacto - Taturana Filmes. - Circuito de impacto que contemplará 01 exibição do filme em cada território retratado, com foco em espaços culturais e escolas da rede pública. - Disponibilização do filme junto com a cartilha para exibições no estado. - Impactar 5.000 pessoas no Estado do MS.
A Acessibilidade deste projeto se dará: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos no curta-metragem, janela de libras, audiodescrição e legenda descritiva. “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 11/24, artigos 27 e/ou 28”.
CONTRAPARTIDAS E ESTRATÉGIAS DE IMPACTO SOCIAL AS AÇÕES DE CONTRAPARTIDA VISAM: ● Valorizar as histórias cantadas dos povos tradicionais do Mato Grosso do Sul ● Difundir as tradições dos povos quilombolas do Mato Grosso do Sul para a população local. ● Oportunizar gratuitamente o audiovisual produzido nos quilombos locais para toda população sul-mato-grossense, incluindo os estudantes de todos os níveis de ensino público e professores das redes estaduais e municipais, podendo este, ser parte do Plano Pedagógico dos professores de História, fazendo-se cumprir a lei 10.639 de 2003. ● Oportunizar a inclusão de profissionais negros quilombolas e não quilombolas na produção de audiovisual sul-mato-grossense. METODOLOGIA DE TRABALHO A iniciativa visa atender às diretrizes da Lei 10.639 de 2003, para apoiar a efetiva inclusão e difusão das tradições dos povos quilombolas do Mato Grosso do Sul. Ao oferecer acesso gratuito ao documentário, almejamos não apenas preservar e disseminar as ricas expressões culturais das comunidades quilombolas, mas também promover a conscientização e compreensão dessas tradições entre a população local. Mais do que um registro audiovisual, o documentário propõe-se a ser uma ferramenta pedagógica essencial no processo de descolonização dos remanescentes de quilombos. Dessa forma, nosso projeto busca contribuir ativamente para a construção de uma sociedade mais inclusiva, promovendo a valorização da diversidade cultural e fomentando a resistência cultural e pedagógica necessária para a preservação das identidades quilombolas do Mato Grosso do Sul. Para o alcance das metas do projeto, desenvolvemos uma metodologia de produção que aborda práticas participativas e o envolvimento comunitário durante a pesquisa e criação, com escuta ativa e criação coletiva junto às comunidades locais. Estratégias de impacto e inclusão que buscam minimizar reprodução de estereótipos e preconceitos, garantindo a legitimidade e uma produção partilhada de conhecimento. Utilizamos em nossas ações culturais, processos de aprendizagem Cooperativa, uma metodologia focada no participante e no saber do grupo. Acreditamos que o contexto é mais importante que apenas o conteúdo, por isso nos dedicamos a criar um ambiente que propicie a aprendizagem, a interação e a retenção do conteúdo. Por isso, nossa proposta de Oficinas e Cine Debates são experiências de construção de conhecimento na prática, de integração, pesquisa e expressão artística autêntica AÇÕES PARA DEMOCRATIZAÇÃO DO PRODUTO CULTURAL: 1) 04 (cinco) oficinas gratuitas de investigação territorial e biográfica e 04 (cinco) cine debates gratuitos com exibição de filmes de curta-metragem que tratem de questões socioambientais, de preservação e de valorização das identidades afro indígenas e quilombolas. - Essas atividades também fazem parte da abordagem da direção cinematográfica e de pesquisa, que será realizada coletivamente com os participantes do filme e com os moradores dos territórios retratados. 2) 1 Evento de Lançamento gratuito do documentário e 4 cine-debates nos territórios retratados. 3) Distribuição de 1000 Cartilhas de Educomunicação, sobre as Cantigas e Histórias dos Territórios Retratados, com indicação de atividades para uso nas escolas públicas e espaços culturais, nos eixos de preservação cultural e ambiental. Impressa e acesso ao filme, para exibição na rede pública municipal de educação. E on-line para a rede estadual do Mato Grosso do Sul através de divulgação nas Redes Sociais e e-mail marketing para as escolas. 4) Gratuidade de Acesso ao Filme durante os 2 primeiros anos e definitiva para uso educacional. AÇÕES PARA PROMOVER O IMPACTO SOCIAL POSITIVO E MINIMIZAR O IMPACTO AMBIENTAL NEGATIVO. 1) Contratar equipe prioritariamente negra sul-mato-grossense (80%) para as funções de direção e criação do projeto e com a contratação de produtores locais quilombolas (4). Oferecendo oficinas de troca de conhecimento sobre audiovisual (4), conforme as necessidades de cada território. O modelo já é uma prática eficaz e validada em outros projetos do proponente. 2) Digitalizar processos para redução de 80% das impressão de material de apoio durante as etapas de pré-produção e produção. 3) Contratação de agentes locais para produção de alimentação e serviços de hospedagem, transporte e apoio técnico.
João Victor de Oliveira | APAN - Pesquisador. Roteirista e Diretor Audiovisual. Ao longo de sua trajetória, João Victor, também conhecido como Erezin, talentoso Multiartista e tem se dedicado à pesquisa de processos alternativos de construção de imagens, narrativas, etnografias e estéticas afro-diaspóricas. Com formação em Publicidade e Propaganda e especialização em Cinematografia, se destaca como diretor cinematográfico, fotógrafo, retratista e especialista em pós-produção. Sua paixão pela cultura o levou a explorar diferentes formas de expressão artísticas, buscando resgatar, ressignificar e preservar a memória, cultura e a história afro-brasileira de maneira autêntica. Foi Conselheiro do Conselho Estadual da Juventude Campo Grande - MS (2014 a 2017). É um dos co-fundadores do projeto Amoras. Entre 2015 e 2019, esteve como arte-educador, atuando em oficinas de audiovisual e escuta, através da metodologia educomunicativa, com crianças e adolescentes de comunidades tradicionais. O Projeto já atendeu mais de 400 crianças em diversas regiões do país, as ações passaram por três aldeias indígenas de Sidrolândia e Jaraguari, além do quilombo de Furnas do Dionísio - MS e Quilombo Salvaterra, no Marajó - Para. É integrante desde 2020 e um dos co-fundadores da A Visionária Lab, um laboratório de cinema e economia criativa. Onde atuou como Diretor de Fotografia e montador do projeto “Canal Preto" (2020), e dos filmes "Sinfonias Negra" (2021) e "Doc Cidade" (2022), entre outros. Filmografia: - Irmã Fausta Passionista, 2014 - Mini Doc, Roteiro, Direção. - Santa Virgília, 2015 - Curta Metragem, Direção de Fotografia. - Na Disciplina Samba e Cidadania, 2019 - Documentário Média MetragemRoteiro, Direção de Fotografia, Montagem e Finalização. - Canal Preto, 2020 Roteiro, Direção de Fotografia. - Sinfonias Negras, 2021 - Mini Doc, Roteiro, Direção de Fotografia, Montagem. - Doc Cidade, 2022 - Documentário Média Metragem, Roteiro, Direção de Fotografia, Montagem. - Te Encontro no Topo! Canal Off, 2024 - Série Documental Assistência de Direção. Portifólio: erez.in Edilson JR. Pinheiro - Diretor de Arte e Designer Edilson JR. Pinheiro é um publicitário brasileiro com uma sólida trajetória na área criativa. Residente em Rondonópolis, Brasil, Edilson iniciou sua carreira em 2010 como estagiário de marketing em um e-commerce de varejo em Mato Grosso do Sul. Na Fenix Ribeiro Estúdio Criativo, em Campo Grande/MS foi Diretor de Arte e Diretor Criativo, posições que também assumiu na agência Outz em Rondonópolis, MS. Nos últimos cinco anos, atuou como especialista em design gráfico no Grupo ATTO, desenvolvendo soluções visuais inovadoras. Atualmente, Edilson é Coordenador de Marketing na Gesta’up Pecuária com Lucro, onde desenvolve e implementa estratégias de marketing. Ele possui um Bacharelado em Publicidade e Propaganda pela Anhanguera Educacional e um curso livre em Liderança Criativa pela Miami Ad School. Mais em: https://www.linkedin.com/in/edilsonjrp/ JOSI GRENGE - FOTOGRAFIA STILL Josi, 34 anos, graduada em Publicidade e Propaganda, mas é na fotografia que exerço minha criatividade. Sou especialista em fotografar famílias, crianças e suas histórias, sorrisos e afetos. Sigo o estilo Lifestyle, onde procuro fotografar a personalidade de cada pessoa/família e registrar momentos verdadeiros, com uma fotografia sensível, divertida e espontânea. Mais em https://josigrenge.com.br/ Apresentação da Equipe (A Visionária Lab - SP) Portifólio A Visionária Lab Link Three Ana Carolina Martins - Pesquisadora, Roteirista e Diretora de Produção Ana Carolina é ativista cultural, documentarista, pesquisadora da história e cultura afro-brasileira e especialista em empreendedorismo social. Em sua trajetória já atuou como profissional de áreas como comunicação, gestão de projetos, educação social, facilitadora de processos formativos e oficinas socioculturais. Com formação em Marketing e especialização em Inovação Social, atualmente é pós-graduanda em História e Cultura Afrodescendente da PUC-RJ. Finalista na categoria empreendedorismo criativo e cultural no Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as artes de 2022. É atualmente membro da Rise Up, rede de lideranças ativistas global que trabalha com líderes na África, Sul da Ásia, América Latina e Estados Unidos. Empreendedora social, co-fundadora da A Visionária Lab, um laboratório de inovação audiovisual. Por meio do cinema e ativismo social, busca promover o acesso à cultura e educação através de estratégias criativas de impacto que combatam o racismo e outras formas de opressão. Conta com pesquisas socioculturais ligadas às raça, gênero e territórios, redução das desigualdades e equidade de gênero. Atua também com estratégias de ativismo, produção de conhecimento através das linguagens artísticas, mobilização social e inclusão de juventudes. Ao longo de seus 15 anos de carreira, atuou em empresas e organizações, liderando projetos, mentorias e palestras para marcas e organizações sociais como Ambev, Bytedance, Natura, Netflix, Instituto Ponte a Ponte, Mutato, Indique Uma Preta, Mercado Livre, Imaginable Futures, Be the Earth Foundation, Preta Hub, Ford Foundation entre outros. Como diretora e realizadora audiovisual. Assina a direção do premiado documentário "Visionários da Quebrada", lançado em 2018. Dirigiu o Canal Preto durante o ano de 2020, onde foram produzidos mais de 70 conteúdos pautando raça, trabalho e gênero. E, ainda como diretora , realizou o curta metragem “Sinfonias Negras” em coprodução com o UOL lançado em 2021 e o curta metragem “Doc Cidade” em parceria com a Énois Conteúdo lançado em 2022. Matérias de Autoria da Proponente 2024 | O Brasil que se vê negro - O GLOBO 2024 | O brasil que se vê negro - Cultura em Evidência 2023 | Uma Cultura por Mãos Negras - Pesquisa Cultura em Evidência - C de Cultura 2020 | Ana Carolina Martins: “É preciso hackear as estruturas racistas para criar diálogos com a sociedade brasileira” 2019 | Empreendedorismo Social: Segredos de sobrevivencia que ninguem te contou Matérias sobre projetos e participações da Proponente 2023-2024 | Levante - Líderes Rise Up 2023 | Lançamento Pesquisa C de Cultura - Mesa de debate com mediação de Evelyn Gomes e participação de Guilherme Varella, Moara Tupinambá, Renata Amaral e Ana Carolina Martins 2022 | Finalistas na categoria Empreendedorismo Cultural e Criativo, do Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes. 2021 | Participação na Série - Presentes Possíveis - Mutato 2020| Observatório 3˚ Setor | Em resposta à violência, periferias criam novas narrativas – Participação em programa de TV 2019 | Painelista - Mostra Ecofalante 2019 - VIRADA SUSTENTÁVEL - Juntas Podemos 2018 | Associação Pinacoteca Arte e Cultura | Mês da Consciência Negra O Memorial da Resistência de São Paulo organizou a Mesa Redonda “O genocídio negro no Brasil”. - Convidados: Lage Junior (gestor de programas sociais) e Ana Carolina Martins (coordenadora do projeto Visionários da Quebrada) e Lídia Maria de Lima (professora da Universidade Metodista). Santi González - Pesquisador e Assistente de Direção É Multiartista, produtor cultural, audiovisual e co-fundador responsável pela produção executiva dos projetos da A Visionária Lab, uma iniciativa de cinema e educomunicação que promove histórias plurais e afirmativas por meio de pesquisas e produções audiovisuais documentais, para difusão saberes ancestrais, da cultura independente e coletiva, assim como ações formativas para a rede de criativos. Formado em Produção Audiovisual pela FIAM-FAAM (2014), pós-graduado em Arteterapia pela UNESP(2021) e estudante de Psicologia pela Universidade Nove de Julho. Atua há mais de 10 anos desenvolvendo projetos audiovisuais, culturais e de arte educação. Com destaque para os eventos musicais no espaço 2 e meio (2014 - 2017), aberto para realização de shows, gravações de clipes e co-criação com artistas independentes. Produção Audiovisual e negociação com artistas para os canais do grupo Warner Media (2020-2021), na área de Content Partnership, em eventos ao vivo como WME (Woman Music Awards), Grammy Awards e Oscar (canal TNT). E pela Visionária Lab, o longa metragem Visionários da Quebrada (2018), o webdocumentário para o canal Resso no Tik Tok, intitulado entre Bailes e Batalhas com participação de Nayra Lays, Bixarte MC e Brisa Flow (2021). E o webdocumentário Sinfonias Negras (2021), com participação de Mestre Ivamar, Mc Dricka, Bia Ferreira e Russo Passapusso. Tem experiência na coordenação de projetos culturais e educacionais com acessibilidade (libras, legendas e audiodescrição). Mais em: @osanti___ Marcelo Rodriguez - Diretor de Imagem Marcelo Rodriguez é um artista nascido em Pirituba e desenvolvido nos movimentos urbanos do centro de São Paulo nos anos 80. Sua trajetória corre de forma espiritual: pelo apreço das obras sublimes do cinema, as artes gráficas, pinturas, gravuras, stencil e direção de arte em diversas plataformas. Experimenta diversos formatos e telas, até que sua vida dá uma derradeira guinada na curva do rio para o cinema, onde pode se especializou em color grading, direção de arte e direção de cena. Atualmente transita entre os sets e a sala de color grading, em ambos os espaços, trabalha na construção de imagens. Algumas de suas participações: Direção e produção dos clipes: “Jeito Pirituba de Ser” do cantor, percussionista, Rodrigo Pirituba, clipe “Meio de Junho” da cantora Rita Bastos. Ass. de direção, produção, direção de arte; websérie “Família Busca Fé”, clipe “Pedras Pesadas” banda Mato Seco. Produção e direção de arte dos curtas; “Mau-olhado” de Aloísio Corrêa, “Os Corvos” do diretor Joel Yamaji, “A última Página” de Bruno Primor, “Cidade dos Mortos” de Rodrigo Prata. Na passagem pelo Instituto Criar Cinema e Novas Mídias, dirigiu 3 curtas, entre outros exercícios. Portfólio: Linkedin
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.