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O média-metragem documentário Flânerie, de 35 minutos, proposto neste projeto, é um registro estético, histórico e cultural da cidade de Belo Horizonte, pertencente ao gênero de documentário denominado "Sinfonias Urbanas", mudo, isto é, sem falas e com músicas eruditas em sua trilha sonora. Ao longo do filme serão registrados inúmeros ambientes de diferentes bairros de todas as regiões de BH. Assim, Flânerie ressalta a diversidade presente na cidade, com pessoas de etnias, classes sociais e crenças diferentes, vivendo em ambientes também diferentes, dentro do mesmo espaço (Belo Horizonte). O filme será finalizado em formato digital de alta definição.
O média-metragem documentário Flânerie, de 35 minutos, proposto neste projeto, é um registro estético, histórico e cultural da cidade de Belo Horizonte, pertencente ao gênero de documentário denominado “Sinfonias Urbanas", mudo, isto é, sem falas e com músicas eruditas em sua trilha sonora. À semelhança de uma obra sinfônica, o documentário será dividido em três partes, denominadas de “Primeiro Movimento”, “Segundo Movimento” e “Terceiro Movimento”. No “Primeiro Movimento”, com cerca de 14 min, serão apresentados os personagens reais, focalizando-os em suas travessias. Também serão mostradas todas as regiões da cidade, bem como seus principais pontos turísticos e históricos. O “Segundo Movimento”, com 11 minutos, mostrará a arquitetura, as paisagens naturais da cidade e aprofundará as questões pessoais dos personagens que serão acompanhados pela equipe do documentário. No “Terceiro Movimento” a relação das pessoas com a cidade, e seus múltiplos ambientes será apresentada de forma mais dinâmica, em cerca de 10 minutos. Ao longo do filme serão registrados inúmeros ambientes de diferentes bairros de todas as regiões de BH. Assim, Flânerie ressalta a diversidade presente na cidade, com pessoas de etnias, classes sociais e crenças diferentes, vivendo em ambientes também diferentes, dentro do mesmo espaço (Belo Horizonte).
Objetivo Geral: Realizar um documentário com cerca de 35 minutos sobre a cidade de Belo Horizonte, suas paisagens urbanas e naturais, sua cultura e arte, de sua diversidade e seushabitantes. Será um registro histórico-cultural da cidade elaborado de maneira cinematográfica, revelando o dia a dia de pessoas em suas batalhas diárias, em seus momentos pessoais, mostrando a diversidade da população, além de tratar a cidade como um "personagem", em um fenômeno de urbanização, em suas múltiplas partes, sua arquitetura e história, sua beleza, desde a região central até o mais longínquo bairro, em todas as suas regionais, fazendo uma apresentação geral da capital mineira. Pretende-se com este documentário que a própria população de Belo Horizonte conheça sua cidade como um todo, lugares que nunca viu, lugares familiares mostrados de uma maneira nova, evocando um sentimento de pertencimento que une as pessoas, com exibições gratuitas em cinemas públicos como o Cine Humberto Mauro e o MIS - Cine Santa Tereza e também em diversos locais públicos (como praças), sendo a estreia desejada para o dia 12/12/2025, no aniversário de Belo Horizonte e com entrada livre. Pretende-se também promover o documentário e a capital em outros lugares, em festivais de cinema nacionais e internacionais, onde sempre existiu interesse pelo sub-gênero de documentários chamado "Sinfonias Urbanas", e posteriormente, após a exibição em festivais, será feita adisponibilização do filme na internet, tornando-o acessível para todos em qualquer lugar do mundo. Objetivos específicos: • Realizar um documentário sobre a cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais: história, diversidade da população, cultura, arte, paisagens naturais e urbanas, prédioshistóricos, fluxo da cidade e suas diversas partes; • Contribuir para divulgação da cidade como um todo para a própria população, em exibições gratuitas em cinemas públicos da cidade, como o Cine Humberto Mauro e o MIS - Cine Santa Tereza, além dos centros culturais por toda a cidade; • Contribuir para divulgação turística, artística, cultural e paisagística de Belo Horizonte em outras cidades, através de festivais e mostras de cinema nacionais e internacionais; • Contribuir para divulgação da arte, cultura e paisagem de Belo Horizonte através da disponibilização do filme na internet; • Promover a valorização cultural e da produção simbólica das comunidade, considerando as especificidades da cidade e de seu povo; • Promover a valorização de minorias dentro da diversidade na população de Belo Horizonte, com cultura negra, LGBT, e que defenda a igualdade entre os gêneros e entrediferentes grupos; • Fomentar a produção cinematográfica original na capital mineira, com uma obra que carrega intenção e linguagens artístico-culturais inovadores. Metas: • Realizar um documentário em média-metragem com cerca de 35 minutos sobre a cidade de Belo Horizonte, promovendo sua população, arte, cultura e história em todas as regiõesda capital: Regional Barreiro, Regional Centro-sul, Regional Leste, Regional Nordeste, Regional Noroeste, Regional Norte, Regional Oeste, Regional Pampulha e Regional Venda Nova; • Realizar no período de 10 meses a produção (filmagens) e pós-produção (edição, finalização e mixagem da trilha sonora) do documentário; • Possível estreia do filme no dia 12/12/2025 no Cine Humberto Mauro na Avenida Afonso Pena, número 1537, Centro, Belo Horizonte/MG, para comemorar o aniversário de BeloHorizonte. Será conferida entrada gratuita para todos; • Fazer cerca de 3 exibições em cinemas públicos da cidade para a população, com entrada gratuita; • Inscrever o filme em vários festivais de cinema do Brasil, América Latina, do Norte e Europa; • Divulgar o filme on-line no YouTube, Vimeo e Porta Curtas após 3 anos do lançamento. Este tempo seria necessário para o filme circular em festivais. Existe a possibilidade dofilme circular em outras janelas de exibição, como a televisão por exemplo, em canais mineiros ou em especializados em curtas e médias-metragens.
Vários dos documentários pertencentes ao gênero "Sinfonia Urbana" vão muito além do caráter puramente estético. Alguns deles foram realizados com o objetivo de divulgar epromover grandes metrópoles. Nesse viés, são exemplos significativos Manhattan (1921) de Paul Strand e Charles Sheeler e A Ilha de Vinte e Quatro Dólares (1925) de Robert Flaherty,que retrata Nova York, nos EUA; Douro, Faina Fluvial (1931) de Manoel de Oliveira, filmado na cidade do Porto em Portugal; Um Homem com uma Câmera (1929) de Dziga Vertov,filmado em sua maior parte em Moscou na Rússia; Chuva (1929) de Joris Ivens e Mannus Franken, em Amsterdã, na Holanda; A propósito de Nice (192), de Jean Vigo, na cidade demesmo nome situada na França; Berlim, Sinfonia de uma Metrópole (1927), de Walter Ruttmann, filmado na capital alemã, e São Paulo, Sinfonia da Metrópole (1929), de RodolfoLex Lustig e Adalberto Kemeny, além de muitos outros. Entre outros filmes que são referências para este projeto, está a trilogia de curtas Urbe (2009), Pólis (2009) e Taba (2010) todos do cineasta mineiro Marcos Pimentel que abordamo urbano (com o apoio da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Juiz de Fora), mas sem a presença de trilha sonora sinfônica, com um retrato poético e cru da vidaurbana, que teve suas filmagens em sua maior parte na cidade natal do diretor, Juiz de Fora, e outras em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Ancorado nesta constatação, odocumentário Flânerie pode ser utilizado como um instrumento de apresentação/difusão da capital mineira, estimulando o turismo externo e também o interno, pois os moradores nãoconhecem a cidade como um todo. Por outro lado, Flânerie pode ser uma interessante ferramenta para embasar ações de reconhecimento identitário e de pertencimento dos moradores em relação à BH, poissabe-se de longa data, que as imagens cinematográficas são capazes de produzir sentidos e sentimentos em relação aos objetos nelas representados. Sob este ângulo, há que selevar em conta, ainda, a questão da diversidade étnico-social, representada pelos personagens reais focalizados no filme, considerando que é importante enfatizar adiversidade, pois ela abriga minorias historicamente invisibilizadas. Nesta direção, Flânerie tem um papel agregador, catalisador de empatia e proximidade entre os grupos que compartilham o espaço da cidade, o que é uma das missões do cinemacontemporâneo. Não se pode deixar de mencionar como justificativa, que Flânerie pode fornecer subsídios para a memória cultural belo-horizontina, uma vez que o mesmo contémregistros do passado e do presente da capital de Minas Gerais
Os médias-metragens possuem uma linguagem específica e ampla, que pode ser bastante explorada. Esta é a intenção deste projeto, ao propor a realização de um filme documentário que utilize inúmeros recursos cinematográficos para potencializar o sentido, o sentimento e as sensações que a obra transmitirá aos espectadores, com seu estilo poético, expresso na valorização dos gestos das pessoas filmadas, dos ambientes apresentados e na estruturação do filme. As referências fílmicas para o documentário aqui proposto se dividem em três partes: primeiro, as referências ligadas ao gênero de documentários denominado “Sinfonias Urbanas”, nos quais as obras fazem uma representação poética das cidades que são filmadas, como por exemplo Um Homem com uma Câmera (1929), de Dziga Vertov; Chuva (1929), de Joris Ivens e Mannus Franken e Berlim, Sinfonia de uma Metrópole (1927), de Walter Ruttmann. Flânerie pretende ser para Belo Horizonte o que o filme de Walter Ruttmann é para Berlim; segundo, a abordagem antropológica que o filme contem(a análise da relação das pessoas com a cidade, e entre elas mesmas), tem como referência a forma como é tratado o ambiente urbano na trilogia de curtas Urbe (2009), Pólis (2009) e Taba (2010) todos do cineasta mineiro Marcos Pimentel; terceiro, a referência fílmica relacionada à estética do filme proposto neste edital, que visa a um impacto emocional também através das imagens, como nas obras do cineasta Terrence Malick e dos já citados Dziga Vertov, Joris Ivens e Mannus Franken.
Media-metragem documentário finalizado em HD 1080p. Realizar cópias em DCP no Brasil com legendas em português e espanhol. Realizar a acessibilidade do filme em Libras, Closed Caption (CC) e audiodescrição. Todo produto gerado será digital.
Para a acessibilidade serão utilizadas linguagens inclusivas, audiodescrição, closed caption e interprete de libras, legendagem descritiva, democratizando ainda mais o acesso de pessoas com deficiência, legenda em português/inglês/espanhol. Também serão utilizadas as tags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas mídias sociais e adoção de recursos de acessibilidade na divulgação. A estreia do filme ocorrerá no Cine Santa Teresa em Belo Horizonte, um local com acessibilidade fisica e de facil acesso na cidade.
A sessão de estreia do filme gratuita e em locais de fácil acesso ao público. Após a estreia o filme será negociado para exibição em canais de streaming de grande alcance e na televisão.
Tangente Filmes - Produção Tangente é o que toca, conecta e inspira ao narrar histórias emocionantes. Com um olhar que explora infinitas formas e possibilidades, buscamos estabelecer uma relação sólida de confiança e compromisso com nossos parceiros. Nossa abordagem é focada em criar conteúdos que não apenas capturam a essência das histórias, mas também estabelecem uma conexão profunda e duradoura com o público. Estamos dedicados a transformar visões em realidade e a construir parcerias baseadas em criatividade e respeito. Filipe Schettini - Diretor Filipe Jhonata Schettini é diretor, registrado sob o CPF 100.476.606-86. Possui uma sólida formação acadêmica em Cinema, com doutorado em andamento pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entre 2022 e 2026, além de um mestrado concluído na mesma instituição entre 2020 e 2022. Filipe também é graduado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA (2016-2019). Como autor, contribuiu para o livro "Cinema, som e música: estilos e arranjos audiovisuais," que explora a relação entre música e imagem. Em sua experiência profissional, Filipe co-dirigiu e coordenou a produção da série "Tambaquari" (seis episódios de 30 minutos), um projeto contemplado no edital Paulo Gustavo (02/2024) com orçamento de R$1.200.000,00, atualmente em pós-produção. Em 2023, dirigiu e produziu o média-metragem documental "Meninas Exatas," que foi filmado entre agosto e setembro e agora está em fase de pós-produção. Em 2018, dirigiu e montou o curta-metragem documental "Arcângelo," selecionado para o Best of Latin American Film Festival nos EUA e exibido em festivais internacionais, como o The Lift-Off International Film Festival, na Inglaterra, e no MIS Cine Santa Tereza, em Belo Horizonte. Filipe é sócio-fundador da empresa Tangente Filmes, onde atua como diretor, produtor e roteirista. Ele também trabalhou como diretor de set na Queima Diária, a maior empresa de streaming de exercícios físicos e bem-estar da América Latina. Sua trajetória inclui direção de vídeos institucionais para empresas como Banco Mercantil do Brasil, Hasten, Itambé e Sunew (2021), além de comerciais para a Prefeitura de Belo Horizonte e o Clube Atlético Mineiro, como na campanha de IPTU (2021) e "Novo Galo Na Veia" (2020). Ele também produziu e executou a produção de vídeos institucionais e comerciais para outras marcas, incluindo vídeos de moda para a Alfazema. Outros projetos incluem a curadoria da primeira temporada do programa "Faixa de Cinema" no canal Rede Minas (2018), e a criação de vídeos institucionais e aulas para a Drogaria Araujo S/A. Como diretor de fotografia, seu curta "Cinzas" foi exibido em festivais no Brasil, incluindo o MIS Cine Santa Tereza e festivais em Petrópolis, Rio Grande do Sul e Jundiaí. Filipe também dirigiu, editou e produziu diversos curtas universitários, como "Noturno Interlúdio" (2016), "Prisão de Espelhos," "Sognare," "Levitan," "Equinox," "Letra B" e "Atônito." Em seu portfólio, possui ampla experiência com comerciais e vídeos institucionais, atendendo clientes variados como Itambé, Unicred, prefeituras e shoppings, assumindo funções de direção, produção, edição, cinegrafia e roteiro. Casa Sete Produções Audiovisuais - Medidas de acessibilidade do projeto A Casa Sete é o resultado da fusão de duas empresas e projetos distintos, ambos com foco na excelência e inovação no campo cinematográfico. Um dos nossos braços está dedicado à disseminação, rapidez e qualidade na produção de conteúdos de acessibilidade no audiovisual, além da autoração e produção de cópias para pequenos exibidores, mostras e festivais. O outro é direcionado para a produção e realização cinematográfica de pequenas produções, abrangendo desde a pré-produção até a pós-produção. A união dessas duas ideias nos impulsiona a evoluir constantemente, ampliando nossa percepção e aprimorando nossas habilidades em técnicas cinematográficas e tecnologia para simplificar e aprimorar a produção e realização audiovisual. Luiz Gustavo Guimaraes - Produção Executiva Formado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA, ingressei na secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, onde atuei por 9 anos na diretoria de fomento cultural. Participei ativamente da comissão de análise do Estado de Minas Gerais, representando a área II - audiovisual, abrangendo cinema, vídeo, novas mídias e áreas afins. Durante esse período assumi a presidência da comissão por um mandato. Possuo experiência com elaboração, analise e gestão de projetos culturais.
PROJETO ARQUIVADO.