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O presente projeto realizará mostras de Cinema Itinerante e formação em audiovisual em quinze (15) comunidades ribeirinhas (varjeiras), sendo elas, cinco (5) indígenas, cinco (5) quilombolas e cinco (5) extrativistas, na região de várzea do oeste do estado do Pará.
O projeto Cinema Itinerante Varjeiro levará mostras de cinema e formação em audiovisual em quinze (15) comunidades ribeirinhas (varjeiras), sendo elas, cinco (5) indígenas, cinco (5) quilombolas e cinco (5) extrativistas, na região de várzea do oeste do estado do Pará. O primeiro produto previsto para o projeto são as 15 amostras gratuitas protagonizadas pelo cinema nacional e regional amazônico, as obras que serão exibidas estão na classificação indicativa etária livre. O segundo produto, será às 15 formações e audiovisual que acompanha a mesma ação nas comunidades onde o projeto será executado, as formações serão gratuitas e com certificado. O terceiro produto “ 3 Aftermovies”, apresentaram a perspectiva de cada território (indigena, quilombo e extrativista) em que o projeto alcançou, a partir uma apresentação conceitual ou vídeo arte, a classificação indicativa etária será livre. O último produto, como uma contrapartida, sendo uma grande roda de conversa na Universidade Federal do oeste do Pará, trazendo liderança das 15 comunidades contempladas com as ações do projeto com a temática “Quais as ações que o audiovisual na amazônia deve tomar para fortalecer a luta em defesa do território?”, evento aberto e gratuito com transmissão online.
Objetivo: O objetivo desse projeto é realizar 15 mostras de cinema itinerante em comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, de várzea na região do oeste do Pará. O objetivo desse projeto é realizar quinze formações audiovisuais em comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, de várzea na região do oeste do Pará. Objetivos Específicos: 1 - Produto MOSTRAS DE CINEMA ITINERANTE EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: realizar 15 exibições de cinema brasileiro e regional amazônico com entrada gratuita, presencial nas comunidades (adaptando salas de cinema nas comunidades). 2 - Produto FORMAÇÃO EM AUDIOVISUAL EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: realizar 15 formações de audiovisual e cinema de beira amazônico, presencial nas comunidades, com certificado. 3 - Produto 3 AFTERMOVIES: realizar a gravação de material em vídeo conceitual e vídeo arte, cada material de no mínimo 3 minutos e no máximo 5 minutos, disponibilização gratuita online. 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar uma grande roda de conversa na Universidade Federal do oeste do Pará, trazendo liderança das 15 comunidade contempladas com as ações do projeto com a temática "Quais as ações que o audiovisual na amazônia deve tomar para fortalecer a luta em defesa do território?", evento aberto e gratuito com transmissão online.
O presente projeto realizará mostras de Cinema Itinerante e formação em audiovisual em quinze (15) comunidades ribeirinhas (varjeiras), sendo elas, cinco (5) indígenas, cinco (5) quilombolas e cinco (5) extrativistas, na região de várzea do oeste do estado do Pará. A várzea do oeste paraense vem sofrendo, recorrentemente, com a grande estiagem e seca na região que por sua vez acaba favorecendo as queimadas que produzem uma nuvem de fumaça, baixando a qualidade drasticamente. Onde haviam peixes e lagos, se transformaram em desertos e cemitérios da vida dos rios, das águas e das florestas, as comunidades ficaram comprometidas e o cenário causa uma grande insegurança alimentar, social, cultural e ecológica. A ebulição global e a crise climática, impactam diretamente as comunidades tradicionais da amazônia, sendo vulneráveis e suscetíveis a impactos socio climáticos devastadores. As lideranças do interior da amazônia, necessitam de mais acesso a ferramentas para continuar lutando em defesa do seu território, É importante ressaltar que os jovens têm papel crucial no questionamento social e político, a partir de suas vivências e relações com a paisagem, biodiversidade e cultura, principalmente ao se tratar da juventude Amazônica. Fomentar mostras de cinema itinerante e formar ribeirinhos no audiovisual, é uma oportunidade para que essas comunidades possam usar dessa ferramenta para mostrar o enfrentamento de suas vivências a respeito das mudanças globais que os impactam hoje e nos próximos anos no seu território. O movimento do cinema das beiradas e beiradões, e ação da juventude que trabalha com audiovisual no interior da amazônia. A relação desse cinema, trata-se de emergir um corpo de signos e significados periféricos que está às margens da sociedade, sendo um cinema feito pelas margens e nas margens, dos rios, das florestas, nas palafitas, enseadas, baixas e nos lugares de encantados da amazônia. Desta forma, alcançar os três povos que constroem as comunidades ribeirinhas amazônicas, que são, indígenas, quilombolas e extrativistas, é fortalecer a relação da cultura e audiovisual com as pautas emergenciais em defesa do território. Em 2024, na primeira execução do cinema itinerante varjeiro, na região do Aritapera, oeste paraense, foi observado a força de mobilização e de incentivo às práticas culturais a partir das mulheres da várzea, que somaram como protagonistas em todo o processo de primeira execução da proposta. Além disso, a relação de levar mostras de cinema e formações para o interior da amazônia constroem novas possibilidades para se pensar o cinema e a versatilidade das manifestações criativas das narrativas. A ideia do Cinema Itinerante Varjeiro surgiu após oficinas de roteiro e criação de mídias que eu ministrei na Escola Santíssima Trindade do Centro do Aritapera, fazendo parte do desenvolvimento de ações de campo que ocorreram em 2022 e 2023, no âmbito da minha pesquisa de mestrado na região, percebi que a juventude local tem potencial muito grande para as mídias digitais e para o audiovisual. Esperamos que esse projeto possa estimular a cultura audiovisual no interior da amazônia e que possa servir de base para ações positivas com o mesmo pretexto, além de promover a representatividade e lideranças dos povos de áreas de várzea. Nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nos inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
1 - Produto MOSTRAS DE CINEMA ITINERANTE EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: realizar 15 exibições de cinema brasileiro e regional amazônico com entrada gratuita, presencial nas comunidades (adaptando salas de cinema nas comunidades). As mostras acontecem prioritariamente em locais de fácil acesso da comunidade como barracões e escolas, onde seja garantido acesso de todas as pessoas e principalmente de pessoas com baixa mobilidade. As exibições contaram com seções de 40 minutos e três sessões por comunidade. Todas as obras a serem exibidas devem conter indicação livre. A mostra é inteiramente gratuita e aberta para a participação de qualquer pessoa. As salas adaptadas para a mostra contarão com montagem de telão de 4 metros por 2 metros, onde será projetada as obras. 2 - Produto FORMAÇÃO EM AUDIOVISUAL EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: realizar 15 formações de audiovisual e cinema de beira amazônico, presencial nas comunidades, com certificado. Os profissionais formadores serão: 1 - Gabriel Rêgo Licata, Amazônida, ribeirinho e LGBTQIAPN+. Antropólogo, Mestre em Ciências da Sociedade, Produtor Cultural e Audiovisual. Atualmente, é idealizador da Pira Produções, conselheiro fiscal do Instituto Regatão Amazônia, pesquisador do NPDAFRO e GDS Amazônica. 2 - Keiliane de Lima Bandeira, Produtora Cultural, poeta, curadora, fotógrafa e produtora d e audiovisual, multiartista com deficiência física e ativista Pcd. Doutoranda em sociologia, na Universidade Federal do Pará, desenvolve estudos sobre Cultura, capacitismo e pessoas com deficiência no Estado do Pará. 3 - Tarcila Cristina Reis de Sousa, Fotógrafa empresarial e de estúdio. Ao longo de 10 anos venho trabalhando na área da fotografia em Santarém - Oeste do Pará. Recentemente, desenvolvi trabalhos ligados à fotografia de bastidores em produções audiovisuais na Amazônia. Entre as minhas experiências com a fotografia em territórios amazônicos, está a sensibilidade para a fotografia de paisagem, onde iniciei a minha trajetória. 4 - Thiago Pinela Vargas da Costa, Antropólogo, Filmmaker e mestrando em Ciências da Sociedade na Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA. Desenvolve estudos etnológicos e etnográficos com povos indígenas no Baixo Tapajós. Vive e trabalha nos últimos anos na Amazônia, na cidade de Santarém. Trabalhou desde 2013 com produções audiovisuais, com foco em documentários sociais e ambientais. As formações serão propostas a partir da metodologia Transdisciplinar, com certificado de 20h e permeiam os seguintes tópicos: 1 - A teoria: A história do audiovisual; A história do Cinema Documentário;O Cinema Artivista;O Cinema das Beiras e Beiradões.2 - A fazedura de projetos Culturais : Leitura técnica de editais;Etapas de um projeto cultural;Escrita de Projetos.3 - A Produção audiovisual: Pré-produção: Organização e coordenação de equipes, levantamento de equipamentos e materiais, local de gravação, roteiro, organização das diárias de gravação e cronograma; Produção: Gravação, captação de som e imagem, fotografia, administração do cronograma e organização do material audiovisual gravado;Pós-produção: Montagem, edição, correção de cor, noções de elementos gráficos e tratamento de som. 4 - Acessibilidade Cultural e Comunicação : História da acessibilidade;Acessibilidade anticapacitista;Acessibilidade em projetos culturais e audiovisuais;Comunicação e divulgação de projetos culturais. Estratégia pedagógica de metodologia e abordagem O conceito: Inicialmente, adotaremos algumas estratégias metodológicas para fortalecer o protagonismo dos jovens indígenas, quilombolas e extrativistas da várzea no oeste do Pará. As formações, pretendem desenvolver suas atividades formativas, versando com a abordagem da transdisciplinaridade. A escolha estratégica, foi pensada entendo a importância de se construir um espaço acadêmico acolhedor, respeitoso, plural e sensível para as demandas dos alunos. Em continuidade, contamos com a transdisciplinaridade, para a construção do conhecimento colaborativo, crítico e de liderança. É nosso compromisso, fortalecer a economia criativa nas comunidades tradicionais ribeirinhas e a produção audiovisual feita por amazônidas. Dessa forma, o conceito se baseia na relação entre áreas do conhecimento com temas transversais e conhecimento tradicional. Na prática, estabeleceremos as temáticas abordadas no corpo do processo formativo e prepararemos a abordagem pedagógica a partir das experiências e vivências dos participantes. Sobre as Aulas: Primeiramente, o corpo do processo formativo será organizado e executado observando as seguintes etapas: Dinâmica “quebra gelo”; Apresentação individual; Desenvolvimento em grupo, Memória individual; Apresentação compartilhada em grupo. A dinâmica “quebra gelo” é uma atividade inicial planejada para soltar o corpo e quebrar as tensões físicas e psicológicas dos participantes antes da realização de qualquer atividade. Essa dinâmica é responsável pela sensibilização do público e desperta o interesse para a temática da atividade. O “quebra gelo” é um importante momento de descontração que auxilia na aproximação entre os integrantes do grupo e estabelece uma relação mútua de confiança. A “apresentação individual”, é o engate, o caminho, o despertar para que todas as participantes da atividade se reconheçam enquanto grupo e indivíduo. Esta etapa acontece como uma extensão do “quebra gelo” na promoção do despertar de interesse pela atividade. Pode ser usada para aprofundar as informações entre as participantes e apontar questões preliminares que podem ajudar no andamento das atividades. O “desenvolvimento em grupo” aborda duas questões: a instrução sobre o objetivo da atividade e a organização em grupos menores ou temáticos para a elaboração desse objetivo. Na ótica das metodologias transdisciplinares não é importante apenas o ensinar com repasse unilateral de conhecimentos, o processo colaborativo precisa de uma abordagem coletiva em que todas as partes tenham a oportunidade de desenvolver seus objetivos e que seus conhecimentos sejam levados em consideração nas discussões em grupos e aproximando o interesse dos jovens. A “memória”, é essencial para a assimilação e a estimulação da escrita e recapitulação dos processos da atividade. Após cada período (neste caso nos referimos a um período de quatro horas referente a uma manhã, tarde ou noite, em que as oficinas serão ofertadas), os jovens finalizaram essa etapa com a escrita de um texto ou outra forma de expressão (desenho, registro oral) para que funcione como uma lembrança e documentação do processo relacionado à atividade, sendo assim, uma ferramenta de fixação de quem participa da atividade e melhoramento das futuras ações por parte dos mediadores. A “apresentação compartilhada em grupo” consiste na etapa final de socialização do que foi realizado por cada grupo. A etapa de que refere-se ao compartilhamento dos produtos relacionados a atividade e a finalização desse processo. 3 - Produto 3 AFTERMOVIES: realizar a gravação de material em vídeo conceitual e vídeo arte, cada material de no mínimo 3 minutos e no máximo 5 minutos, disponibilização gratuita online. A disponibilização do material será em 4k (3840 x 2160 ou full hd (1920x1080). 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar uma grande roda de conversa na Universidade Federal do oeste do Pará, trazendo liderança das 15 comunidade contempladas com as ações do projeto com a temática “Quais as ações que o audiovisual na amazônia deve tomar para fortalecer a luta em defesa do território?”, evento aberto e gratuito para 100 pessoas com transmissão online.
1 - Produto MOSTRAS DE CINEMA ITINERANTE EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. 2 - Produto FORMAÇÃO EM AUDIOVISUAL EM COMUNIDADES INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E EXTRATIVISTAS: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. 3 - Produto 3 AFTERMOVIES: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.
As medidas de “ampliação de acesso” que será adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Nome completo: Gabriel Rêgo Licata Função no projeto: Coordenador Geral Currículo: Amazônida, ribeirinho e LGBTQIAPN+. Antropólogo, Mestre em Ciências da Sociedade, Produtor Cultural e Audiovisual. Atualmente, é idealizador da Pira Produções, conselheiro fiscal do Instituto Regatão Amazônia, pesquisador do NPDAFRO e GDS Amazônica. Sou Produtor Cultural e Audiovisual, procuro relacionar a antropologia, a cultura artística da Amazônia e a A(r)tivismo, para o fortalecimento, conservação e expansão das áreas protegidas, além da manutenção e disseminação da cultura Amazônida, trabalhando em conjunto com o desenvolvimento social, econômico e político. Um dos principais focos dos projetos culturais que executei é a empregabilidade, criação de renda e formação de produtores LGBTQIAPN+ da região Amazônica. Já coordenei projetos como o Formação Audiovisual Indigena na aldeia Alter do Chao (2024), Cinema Itinerante Varjeiro (2024) e Ações de campo do Projeto de Pesquisa, Ensino e Extensão Guardiãs da Sociobiodiversidade Amazônica (2023). Na produção cultural, busco articular a oportunidade de acesso ao mercado de trabalho para as populações LGBTQIAPN+ amazônidas. Destaco, as produções de festivais que participei: Festival das Águas (2016), Festival Amazônia Queer 2020, Festival dos Rios 2020 e 2022, Festival Alter do Som na Rede 2021 e Festival do Orgulho LGBTQIAPN+ da Ufopa: Um Conceito mais Piranha. No audiovisual e na produção de documentários, busco relacionar as diversas pluralidades amazônidas com temas transversais como a crise climática, ancestralidade, identidade e gênero. Destaco, as produções em processo de finalização em 2024, que atuei como diretor ou diretor de fotografia: Documentário "Guardiões da Sociobiodiversidade Amazônica", Minidocumentário "OJIDU: Nunakitane Kokotukaanea", Minidocumentario "A casa que habita em mim" e o Minidocumentario "Corpo, Terreiro e Território: Perspectivas e Expectativas de uma Afro Amazônia Assediada e Explorada". Na produção musical, participei da produção executiva dos álbuns musicais "Batuque do Coração" e "De Caboco pra Caboco" e do clipe "Que peixe que é?". Nome completo: Keiliane de Lima Bandeira Função no projeto: Formadora e Acessibilidade Currículo: Produtora Cultural, poeta, curadora, fotógrafa e produtora d e audiovisual, multiartista com deficiência física e ativista Pcd. Doutoranda em sociologia, na Universidade Federal do Pará, desenvolve estudos sobre Cultura, capacitismo e pessoas com deficiência no Estado do Pará. Nome completo: Tarcila Cristina Reis de Sousa Função no projeto: Formadora e Fotografa Currículo: Fotógrafa empresarial e de estúdio. Ao longo de 10 anos venho trabalhando na área da fotografia em Santarém - Oeste do Pará. Recentemente, desenvolvi trabalhos ligados à fotografia de bastidores em produções audiovisuais na Amazônia. Entre as minhas experiências com a fotografia em territórios amazônicos, está a sensibilidade para a fotografia de paisagem, onde iniciei a minha trajetória. Nome completo: Gerlan Silva da Gama Função no projeto: Comunicação Currículo: Formado em Jornalismo e Antropologia com especialização em Docência do Ensino Superior e Metodologia do Ensino da Filosofia e Sociologia. Atualmente sou mestrando do programa de Pós-graduação em Ciências da Sociedade (PPGCS) da UFOPA. Tenho me dedicado por meio de minhas pesquisas mostrar uma outra visão das comunidades de várzea, estereotipadas por se localizarem em locais de difícil acesso e pela cultura particular. Como varjeiro/afroíndigena, me coloco no debate e na luta contra colonizadora usando instrumentos antropológicos e técnicas jornalísticas por meio da escrita para fazer frente às narrativas colonizadoras e buscando por meio de minhas pesquisas evocar a voz de um povo muito negligenciada em contar a sua própria história e falar da sua cultura como algo único e particular, não menos importante do que qualquer outra. Nome completo: Thiago Pinela Vargas da Costa Função no projeto: Formador e Curador Currículo: Antropólogo, Filmmaker e mestrando em Ciências da Sociedade na Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA. Desenvolve estudos etnológicos e etnográficos com povos indígenas no Baixo Tapajós. Vive e trabalha nos últimos anos na Amazônia, na cidade de Santarém. Trabalhou desde 2013 com produções audiovisuais, com foco em documentários sociais e ambientais. Obras da minha filmografia: 1. Tekó Yacy Peçaçu - O Ritual da Lua Nova 2021 (Documentário Lei Aldic Blanc - Fotógrafo). Link: https://vimeo.com/671782077 2. Wild - Rede Selvagem. 2021 (Documentário da GloboNews - Fotógrafo). Link Trailer: https://vimeo.com/351699330 3. Denuncie o Tráfico de Animais! 2020 (Campanha educativa - Produtor). Link: https://www.youtube.com/watch?v=lqcuxc9nU-0 4. Brasil África: Um elo natural. 2019 (Documentário - Fotógrafo). Link Trailer: https://vimeo.com/352627186 5. TV Aves (Canal de televisão com 8 programas e mais de 100 episódios sobre aves silvestres e exóticas - Fotógrafo). Link TV AVES VARIEDAVES T01 EP 03: https://vimeo.com/273816571 6. Amores Santos. 2016 (Documentário - Fotógrafo). Link Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=zYRrCjv6U8U 7. Tribunal Ambiental. 2015 (Série da TV Justiça - Assistente de Direção). Link Chamada Episódio: https://vimeo.com/147359170 8. Ecos de um futuro Brasil. 2013 (Documentário - Produtor). Link Trailer: https://vimeo.com/dgcafilmes/trailerecosdeumfuturobrasil .
Periodo para captação de recursos encerrado.