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PRONAC 2417133Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CIRCO CERRADO

KASSIO PIRES INACIO
Solicitado
R$ 297,9 mil
Aprovado
R$ 297,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2025-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

Circo Cerrado é o segundo curta-metragem de Kassio Pires. O filme conta a história de duas irmãs que vivem em uma casa conservadora. Um circo chega na cidade, mas a diversão parece ser um tabu naquela família e as irmãs são proibidas de irem, mas elas dão um jeito. O filme se passa na década de 80, época que os circos pequenos eram frequentes e que a música sertaneja se utilizava dessa plataforma para sua divulgação. Circo Cerrado é um curta que conta a história de muita gente e resgata uma memória do nosso passado histórico-cultural, abordando temas intransigentes como o conservadorismo, a arte e a cultura.

Sinopse

Década de 80. Um circo chega em uma pequeníssima cidade do interior de Goiás. Duas irmãs, Rita e Francisca, decidem assistir ao espetáculo, mas são impedidas pelo pai conservador - afinal, circo não é coisa de moça direita. Aliadas, as irmãs fogem de casa e para conseguir os ingressos para o espetáculo beijam os palhaços Estilingue e Bombinha, amores da última vez que o circo esteve na cidade - que também se apresentam no picadeiro como cantores caipiras. Os palhaços insistem para que elas fujam com o circo e abandonem a vida difícil que levam, alcançando a tão almejada liberdade, mas algo dentro das irmãs faz com que elas continuem ali, a diferença é que agora, após pegarem os narizes dos palhaços, exibem seus rostos com o nariz vermelho enquanto cavalgam pelo cerrado - um ato de rebeldia diante do ambiente em que vivem.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um curta-metragem que resgate a memória e histórias da população do interior de Goiás e aborde questões sociais, veiculadas à um universo rural, tendo como principal pano de fundo o Cerrado Brasileiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Resgatar, através da ficção, uma memória comum de quem viveu a década de 80 - os circos e as cantorias sertanejas;Criar um registro do cerrado goiano, através de imagens que contemplem sua biodiversidade - mesmo que na seca.Trazer à tona uma discussão sobre como o conservadorismo influenciou no entendimento de cultura e lazer no estado;Gerar a discussão sobre como nossa identidade é formada, através dos anos, e a influência do circo nesse processo.Contratar e gerar oportunidades para cidadão criativos da cidade de Goiânia e também em regiões do interior próximas.Fomentar a discussão sobre a identidade goiana e a ideia de pertencimento. Com o filme finalizado espera-se que ele entre em circulação por festivais em todo o país e, se possível, internacionalmente, colaborando para a divulgação do nosso povo.Fomentar empregos diretos e indiretos durante o período de realização do filme;Divulgar a identidade do estado de Goiás;Criar uma história que revele a multiplicidade da identidade caipira, seus desdobramentos. Contratar atores goianos e desenvolver os diálogos a partir dos ensaios para que as vivências desses atores e suas memórias de família agreguem ao projeto. Pré-produção, produção e pós-producão de um curta-metragem.

Justificativa

Circo Cerrado é um filme de ficção que resgata uma memória de família. A mãe e tia do diretor Kassio Pires contam que em suas adolescências, o pai não permitia que elas fossem ao circo por acreditar que aquele ambiente, de arte e lazer, fossem espaço para moças direitas. Na ânsia de assistirem as apresentações, as duas fugiam de casa e se envolviam amorosamente com os palhaços para conseguirem ingressos. É a partir dessa memória que surge a história de Circo Cerrado, uma história de duas irmãs que vivem no interior, em um ambiente conservador - o pai acredita que ir ao circo é uma perca de tempo e moças direitas não podem frequentar. As irmãs fogem e se envolvem com os palhaços para conseguirem entrar no circo de graça e com esse envolvimento vem a possibilidade de fugir com o circo e alcançar a liberdade, indo para longe daquele ambiente agressivo e cruel. Mas algo dentro delas, faz com que elas fiquem. É preciso, cada vez mais, que recriemos as memórias da nossa cultura e história, para que elas se perpetuem através dos tempos e possamos aprendar com o que passou. Além das discussões sociais que o discurso do filme pode causar, também estamos preocupados em abordar a importância do circo e da música sertaneja no ambiente rural/interior de Goiás durante as décadas de 70/80/90. Os palhaços que se envolvem com as irmãs, também são uma dupla sertaneja que se apresenta no circo. Da mesma forma que a produção cultural precisa discutir o novo e a contemporianiedade, é necessário trazermos pro presente discussões do passado para que possamos entender como nossa identidade foi formada até aqui. E é através da poética da ficção que podemos contar histórias que abordam temas tão complexos como os propostos: o conservadorismo, a busca pela liberdade e a decisão conflituosa de se permanecer em um ambiente conservador. Com o filme, poderemos abordar essas discussões em duas palestras de compartilhamento de processos e fomentar tal discussão em grupos locais de pesquisa em audiovisual e também em diferentes lugares pelo mundo, uma vez que pretende-se que o filme seja exibido em festivais internacionais e também nacionais. É cada vez mais necessário que nós, goianos, resgatemos nossas memórias e coloquemos elas em evidência em nosso país e no mundo. É muito importante que o projeto tenha apoio do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para que ele possa sair do papel e assim ser financiando com o intuito de realizarmos esse registro, documentação do cerrado dentro da ficção e contar as memórias e histórias de uma população pouco filmada/registrada no Brasil. Além disso, o Cerrado é um dos biomas que mais sofrem com o desmatamento e o filme é uma ferramenta para alertar sobre o desmatamento, suas belezas e a importância da sua preservação enquanto memória. Finalizando, é importante ressaltarmos a importência do processo de construção desse roteiro - nesse projeto, os diálogos serão definidos nos ensaios, a partir do compartilhamento de ideias com ATORES GOIANOS. O roteiro tem uma indicação de cenas e diálogos, mas é na sala de ensaio que o filme vai se escrever, justamente para que possamos trazer todos os aspectos e memórias dos atores para a cena.

Estratégia de execução

Importante salientarmos que o processo de pesquisa na pré-produção do projeto, está ligado diretamente à uma nova versão do roteiro com diálogos mais bem desenvolvidos a partir do processo de ensaios com os atores.

Especificação técnica

FILME COM CÓPIA DIGITAL EM DCP.

Acessibilidade

PRODUTO: CURTA-METRAGEMMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Legenda Descritiva AS DUAS PRIMEIRAS EXIBIÇÕES SERÃO REALIZADAS EM SALAS COM ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: 2 exibição gratuitas do filme em Goiânia; AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Compartilhamento do processo de produção, através da internet. Divulgação da pesquisa elaborada para o filme; Uma palestra de compartilhamento de processo para estudades universitarios de cinema; cartilha digital sobre o cerrado.

Ficha técnica

KASSIO PIRES - ROTEIRO E DIREÇÃO É diretor, roteirista e diretor de elenco. Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual de Goiás, atua no mercado audiovisual desde 2016, assinando o elenco de longas (Vento Seco, Atrás da Sombra) e de séries de TV (Barco Sagres). Como roteirista, atua como assistente de desenvolvimento em dois projetos da Amazon Studios, desenvolvidos pela Chatrone Latam. Seu primeiro curta-metragem "A Curva do Rio" está em finalizado e deve estrear em 2025 e trabalha no desenvolvimento do primeiro longa-metragem "Água Doce". Sua pesquisa está fundamentada na identidade caipira e sua pluralidade. WADIH ELKADI - PRODUÇÃO EXECUTIVA Wadih Elkadi é fundador e produtor executivo da Baloo Filmes desde a sua fundação em 2016. Também foi fundador da F64 Filmes e atuou como Produtor Executivo da mesma de 2013 a 2023. Nessa nova fase, busca prioritariamente por projetos de relevância artística e cultura com caráter universal, e que possam ser internacionalizados,. Iniciou seus trabalhos na área audiovisual organizando mais de 40 mostras de animação japonesa entre 2002 e 2010. Como diretor, lançou em 2018 o seu primeiro longa-metragem documentário, No país do football, pela ESPN. É produtor, diretor e roteirista, algumas de suas produções de mais destaque foram os longa metragens: Taego Ãwa (Cinema du reel e Festival de Tiradentes) e O último país (World Cinema Amsterdam, Festival de Málaga e Festival do Rio). Em 2021 foi convidado para ser Showrunner da série educativa Barco Sagres, da Tv Sagres, e atuou como produtor, diretor e roteirista em 160 episódios, divididos em duas temporadas. A partir de 2022 voltou o seu foco para a produção de longa metragens independentes de ficção, buscando caminhos para acessar laboratórios de desenvolvimento e fundos internacionais para as obras em que atua como produtor. MICHELY ASCARI - DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Michely Ascari é diretora e diretora defotografia.Formada em Design de Luz pela SP Escolade Teatro, graduada em Cinema eAudiovisual pela UEG e com máster emDireção de Fotografia Cinematográfica pelaECAM - Escuela de Cinematografía deMadrid.Seu principal interesse é o olhar para oregistro de diversas narrativas sobre o Brasile seus personagens, revelando históriassobre força, afeto e identidade. WENDELL THIERES - FIGURINO Figurinista do curta-metragem A CURVA DO RIO, do álbum visual de Guilhotina Guinle, além de diversos trabalhos como assistente de figurino em curtas e longas-metragens. Foi figurinista do BARCO SAGRES, série educativa da TV Sagres. PALOMA SANTOS - CARACTERIZAÇÃO Paloma Damaso Santos, 29 anos, nascida ecriada em Goiânia. Após entrar na faculdadede cinema encontrei no meio da jornadaacadêmica a maquiagem. E pude unir minhasduas paixões Cinema e Maquiagem. Estou nomercado desde 2015 como maquiadora.Trabalho com maquiagens sociais, artísticas,makes de teatro, cinema e publicidade. YASMIN MATOS - DIRETORA DE ARTE Yasmin Matos é diretora de arte, figurinista e produtora em Goiânia. Foi assistente de elenco do filme Caducando de Amor e diretora de elenco do filme Levanta Regiane (Globo Filmes/TV Anhanguera). Foi assistente local na série Só Se For por Amor da Netflix. Diretora de Arte do curta-metragem A CURVA DO RIO de Kassio Pires e outros. NAJA SODRÉ - SOM DIRETO técnico de som e microfonista atuo na área do audiovisualno cinema ,publicidade e programas para TV desde 2016.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.