| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 999,8 mil |
O presente projeto trata da primeira etapa do restauro da Basílica de Nossa Senhora das Dores, patrimônio nacional desde 1938. As intervenções ocorrerão nas fachadas leste e oeste da Igreja com a limpeza, consolidação dos rebocos, pintura com tinta mineral a base de silicato e restauro das esquadrias em madeira. Também ocorrerão oficinas de restauro para mulheres, vídeo documentário e projeção mapeada.
PRODUTO: BEM IMÓVEL Trata-se do restauro das fachadas laterais da nave central da Basílica Nossa Senhora das Dores de Porto Alegre, além da produção de uma maquete tátil, proporcionando mais acessibilidade à edificação e a realização de um concurso cultural, selecionando 20 pessoas para fazer uma visita guiada durante a obra de restauro. PRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO Realização de oficinas de capacitação em sede da Basílica das Dores, de cunho teórico e prático, no centro histórico de Porto Alegre, contemplando o seu planejamento e execução, ao longo de nove meses, com nove encontros, um a cada mês, mais precisamente. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) VÍDEO DOCUMENTÁRIO Filme documentário sobre a história e as obras de restauração da Igreja de Nossa Senhora das Dores, de Porto Alegre, RS.Roteiro, Produção, Gravação, Edição e Finalização do Filme, baseado em entrevistas, tomadas de imagens e fotos de arquivo. PROJEÇÃO MAPEADA Para uma edificação icônica de Porto Alegre, desenhamos uma experiência imersiva baseada em Projeção Mapeada que conte a história de fé dos frequentadores do templo e as provações pelas quais ela passou ao longo de sua existência. Neste sentido, as longas escadarias da igreja e a sua fachada serão utilizadas para projetar imagens de toda uma vida, tendo como mote a dor e o sofrimento de quem foi acolhido pela edificação. Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Virgem Dolorosa ou Mater Dolorosa, é uma devoção católica que remonta à Idade Média e está associada à mãe de Jesus, Maria, em seu papel de sofredora ao presenciar os tormentos e a morte de seu Filho. Na narrativa, vamos unir a história de Maria como uma santa acolhedora das dores e das lágrimas de seus fieis. Ao mesmo tempo, contaremos um pedaço da história da cidade – aos pés da igreja ficava um pelourinho, e os negros escravizados que eram ali açoitados também derramaram muitas lágrimas. O fechamento da narrativa une essa história às provações que duas enchentes provocaram na igreja – as de 1941 e a mais severa, em 2024.
OBJETIVO GERAL O projeto visa atender o subitem IV do art. 3º do decreto 11.453/2023, promovendo o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimenção material, neste caso o Restauro da Basílica Nossa Senhora das Dores, bem tombado pelo IPHAN, de forma que o restauro do bem edificado, e, na medida que se restaura esse bem de natureza material, também se salvaguarda práticas e domínios da vida social e cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto BEM IMÓVEL: realizar o restauro das fachadas laterais do corpo principal da Basílica. 2) Produto BEM IMÓVEL: garantir acesso público gratuito e permanente ao bem tombado. 3) Produto BEM IMÓVEL: produzir uma (1) maquete tátil para dar acessibilidade aos deficientes visuais. 4) Produto BEM IMÓVEL: realizar um (1) concurso cultural de forma a resgatar a auto estima dos munícipes através de duas visitas guiadas para vinte (20) pessoas; 5) Produto CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO: realizar uma (1) oficina de restauro para mulheres que desejam trabalhar com arquitetura urbana e construção civil, para capacitação de mão de obra local e promover a geração de renda. 6) Produto VÍDEO (AUDIOVISUAL): produzir um (1) vídeo documentário da Basílica e da obra de restauro. 7) Produto VÍDEO (AUDIOVISUAL): realizar doze (12) sessões de projeção mapeada de forma a estimular que a população local e os visitantes conheçam e compreendam o valor desse bem cultural de natureza material e imaterial.
Nos primeiros anos do século XIX, Porto Alegre contava com 12.000 habitantes, os quais se agremiavam em confrarias religiosas cujas celebrações eram realizadas na Matriz de Nossa Senhora Madre de Deus, única igreja da cidade à época. Nela, funcionavam várias irmandades, entre as quais, a Irmandade de Nossa Senhora das Dores, que não tinha sua própria capela. Fundada em 1801, a confraria foi reunindo fundos, até que, em 02 de fevereiro de 1807, foi assentada a pedra fundamental da Igreja de Nossa Senhora das Dores, entre a antiga Rua do Cotovelo, atual Rua Riachuelo, e a Rua da Praia, atual Rua dos Andradas. A obra foi concluída no início do séc. XX, pelo arquiteto de origem alemã, Júlio Weise, sua decoração interna e as talhas dos altares são obra do mestre português João do Couto e Silva. As pinturas dos forros foram feitas por Germano Traub. O interior, ricamente decorado com talha dourada num estilo barroco tardio com elementos neoclássicos. Possui também um importante grupo de estátuas barrocas de Cristo, em tamanho natural, representando o ciclo da Paixão. A escadaria para a antiga Rua da Praia, atual dos Andradas liga a edificação com o centro da cidade. Em estilo eclético, a igreja é uma importante referência histórica e cultural de Porto Alegre. No âmbito nacional, seu reconhecimento ocorreu em 1938, aproximadamente trinta anos após a conclusão da obra, quando o templo foi tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Hoje é a mais antiga igreja de Porto Alegre e a única da cidade que foi declarada patrimônio histórico e artístico nacional. É também local de celebrações e práticas culturais que expressam a fé e o caráter popular desse lugar. Em 2021, recebeu diretamente do Papa Francisco o título de Basílica Menor, elevando ainda mais sua presença e importância na cidade de Porto Alegre e em todo o estado do Rio Grande do Sul. A Igreja de Nossa Senhora das Dores, ao longo de seus 100 anos de construção e mais de 215 anos de existência, está inteiramente ligada à história de Porto Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul. Com sua arquitetura centenária, a igreja tornou-se patrimônio histórico e cultural, e merece ser preservada por seu valor arquitetônico, histórico e importante referência identitária local. Na perspectiva da economia da cultura, essa primeira etapa irá fomentar a geração de emprego e renda e o fortalecimento da cadeia produtiva que envolve a disponibilidade de materiais, sua transformação e as técnicas de restauro e controle de qualidade. Essa ação cultural é importante no contexto de reconstrução do Estado após as enchentes de maio de 2024. A Basílica das Dores está localizada numa parte mais alta do centro histórico, não sendo atingida diretamente, mas seu principal acesso, pela Rua dos Andradas, ficou alagada durante muitos dias, atingindo comerciantes e empreendimentos e comprometendo o fluxo de turistas e visitantes ao centro histórico. Essa edificação faz parte do roteiro turístico cultural da cidade e recebe anualmente, de forma gratuita, centenas de visitantes, bem como estudantes dos diferentes níveis de ensino, inclusive do ensino superior e pesquisadores o que contribui de forma gratuita para a formação de mercado para a cultura e neste caso, para bens edificados. Além do restauro, o presente projeto prevê ainda um vídeo documentário e a utilização da projeção mapeada, proporcionando uma experiência imersiva e acessível a um público diversificado, promovendo a inclusão, a educação e o engajamento de uma diversidade de visitantes, respeitando as diferentes necessidades e capacidades de cada indivíduo. Assim, o presente projeto, justifica-se pela perspectiva de novas contribuições para o enriquecimento cultural da região. Por sua qualidade arquitetônica, elementos artísticos, mobilização do setor privado, público, comunidade e rigor técnico, a sua restauração será um marco positivo na proteção do Patrimônio em nosso país. Com os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura pretende-se ampliar em sua ação cultural, estimulando e agregando à Porto Alegre e região todo o potencial da preservação de bens materiais, importantes para o desenvolvimento cultural do Estado. O fato de termos o apoio da Lei para este projeto, representará não somente um investimento financeiro, mas principalmente um investimento no capital cultural de cada um dos munícipes e no público em geral. Este projeto também é um atrativo para as empresas que desejam investir em marketing cultural, revertendo em benefícios para o público, mas também como forma de democratizar o acesso a este bem cultural. Assim, o presente projeto cultural atende o Art. 1º da Lei 8.313/91, de modo a: (I) contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (III) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; (V) salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e (VI) preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Assim como atende o Art. 3º da Lei 8.313/91, de modo a: (III) preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; e, c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural.
Foi anexado ao projeto em tela, no campo "Informações Adicionais", arquivo contendo os seguintes documentos (em virtude de não haver campo específico para cada um deles): Cartas de anuência e currículos dos principais profissinais do projeto (a maioria das cartas de anuência foram assinadas em formato digital, contudo, na junção delas as assinaturas acabaram sendo invalidadas, caso seja necessário, as cartas podem ser enviadas individualmente em outro meio para vossa apreciação). Orçamentos; Planilha de custos detalhada; Plano de gerenciamento de resíduos; Plano de sustentabilidade ambiental e social. Relatório financeiro dos últimos dois anos demonstrando os recursos aplicados pelo proponente na manutenção do bem. Conforme IN n° 11 de 2024, deve ser anexada ao Salic, planilha orçamentária detalhada na extensão .xlsx .xls ou .ods. Contudo, em virtude dosistema permitir o anexo somente de arquivos em extensão .pdf, a planilha foi anexada nesse formato. Como forma de atender ao solicitado,envio abaixo link para acesso editável da planilha:https://1drv.ms/x/s!AomDnJFlL9iMhPc6LmiSjWnHnB9dww?e=7UsnNp No memorial descritivo também está contemplado a justificativa técnica para a intervenção desejada.
PRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO Encontro 1 O Patrimônio Cultural sob a perspectiva da Zeladoria do Patrimônio: o construído e o simbólico A Zeladoria como política e prática de preservação com ênfase na dimensão humana e nos aspectos afetivos; a potencialidade das Artes; a Fisiologia das edificações; reflexões e ações acerca da preservação do patrimônio com conexões entre o bem cultural-paisagem-usos, pensando-se o construído e o ocupado, as efetivas interações, possibilidades e perspectivas, pela Zeladoria; a relação das águas com os bens históricos centrais de Porto Alegre. Encontro 2 Técnicas Construtivas Tradicionais Construções com terras, com pedras, madeiras – técnicas, tempos, saberes e fazeres, preservação; Arquiteturas civil e religiosa; As edificações no tempo-espaço, os sentidos arquitetônicos, memorialísticos, materiais, simbólicos e as atmosferas do construído e do imaterial, com ênfase no acervo da Igreja das Dores. Encontro 3 Danos e Patologias Os Danos e o Patrimônio Cultural Edificado: leituras, interpretação e diagnóstico.Bio-deterioração do Patrimônio: cupins, fungos, controle de pragas.Infestações, tipos, espécies, ações preventivas e corretivas.Tecnologias à Preservação do Patrimônio Cultural.Instrumentos, ferramentas e equipamentos de campo para leitura e preservação das edificações históricas, recursos que auxiliam na atuação (da simplicidade à tecnologia), interpretação do diagnóstico, técnicas à prospecção, posturas para a preservação do patrimônio e das culturas a partir da Zeladoria.Limpeza seletiva de sujidades.Compreensão dos materiais, das técnicas e dos saberes construtivos para a ação da Zeladoria. Encontro 4 Argamassas Tradicionais na construção e perpetuação do Patrimônio Cultural Edificado O ciclo da Cal, traços e consistência; A água, o leite e a pasta de Cal; A aplicação de argamassas à base de Cal – técnicas e funções; O Cimento; Fachadas Históricas: proteções, limpeza e higienização; Apresentação de ferramentas para trabalhar as Argamassas; Panos lisos, frisagens, ornatos - formas e elementos artísticos aplicados e integrados; Trabalhabilidade da Argamassa, tempos de preparo e cura; Argamassas de Acabamento e Proteção; Consolidação e restauração de Argamassas à base de Cal; Caiação – preparação e aplicação; Composições e funções; Os Pigmentos – história e tipos; Acabamentos – afresco, esgrafito, marmorizado, escaiola; Argamassas Pigmentadas; Intervenções cromáticas no Patrimônio Cultural; Construção da Paleta de Cores. Encontro 5 As Madeiras na construção do Patrimônio Cultural Madeira e Patrimônio Cultural: reflexões, morte e sobrevida; Do mundo natural ao mundo cultural; A fisiologia da edificação; A construção a partir da madeira: anatomia, cortes; As artes e ofícios com a madeira: os encaixes, a marchetaria, os entalhes, a mão humana; As Ferramentas e instrumentos; Técnicas construtivas e elementos artísticos; As esquadrias da Igreja das Dores; As pragas urbanas; Hidratação com óleos e ceras naturais; A Conservação e o Restauro de estruturas e elementos em madeira; A Zeladoria da Madeira na preservação do Patrimônio. Encontro 6 Drenagem e as Construções Históricas Experiências e relações com as águas em sede do patrimônio cultural edificado; estruturas; vazões; materialidades; alternativas possíveis junto à preservação; estudos de caso; a Igreja das Dores na convivência com as águas e na permanência das águas no edificado. Encontro 7 Práticas com as argamassas tradicionais Encontro 8 Práticas com as madeiras Encontro 9 Como se encerra a reflexão da Zeladoria da Igreja das Dores como perspectiva de preservação arquitetônica e simbólica presente e futura, a partir das técnicas e experiências. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) VÍDEO DOCUMENTÁRIO Duração prevista: 15 minutos. PROJEÇÃO MAPEADA A projeção mapeada terá uma duração aproximada de 12 minutos, com três sessões em duas noites de dois finais de semana.Pesquisa e roteirização da história a ser exibida. Criação de conteúdo 2D/3D para projeção mapeada em 4K. Produção e mixagem de trilha sonorafinalizada em 4.1. Criação de foleys e efeitos sonoros. Contratação, gravação e mixagem de locução. Equipe com técnicos para instalar,programar, calibrar e operar servidores de mídia, projetores, sonorização, iluminação, housetécnica com torre de projeção e gerador. Projetoresde ultra brilho com resolução nativa em Full HD, saída de luz de 20.000 lumens garantindo imagens em altaresolução, alto brilho, contraste equalidade superior. Computadores para alinhamento e design de espetáculos de projeções mapeadas, multiprojeções e reproduçõesaudiovisuaisdiversas. Licenças do software Dataton Watchout versão 6. EDID e conversores para travar o sinal garantindoestabilidade.Adaptadores, acessórios e cabos para funcionamento dos equipamentos. Iluminação e sonorização necessária. Estrutura de housetécnica estaqueada em 4 pontos para acomodar equipamentos e equipe, lonada e com praticáveis, epranchas a 3m, viga central e talha elétrica,lonada. Contratação de gerador 55 KVA incluída.
PRODUTO: BEM IMÓVEL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição e produção de maquete tátil.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras nos eventos de lançamento e inauguração.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. PRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras durante as oficinas (caso haja um participante que necessite).ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados.
Propomos como meios de democratização de acesso ao bem edificado tombado a garantia acesso público e permanente, assim como, durante o processo de intervenção, acesso livre e gratuito. As visitas guiadas a partir do concurso cultural serão presenciais e contarão com profissionais qualificados e habilitados, contando com intérprete de libras. Serão amplamente divulgadas as ações de restauro, com apoio de mídias locais e regionais (escrita, falada, televisiva e virtuais), além da comunicação virtual por meio das redes sociais, produzido especificamente para esta finalidade, com conteúdos e registros das etapas de restauro acompanhado de vídeos e um vídeo documentário com audiodescrição, legendagem e janela de libras. Serão realizadas monitorias guiadas em espaço de restauro voltadas para pessoas atendidas por políticas assistenciais municipal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos como no dia das sessões de projeção mapeada terem cadeiras reservadas para esse público e prioridade de acesso; as oficinas de restauro de bens edificados para mulheres serão amplamente divulgadas e as vagas são para populações em situação de vulnerabilidade social. Serão adotados os seguintes incisos do art. 30 da IN nº 11/2024 no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte porcento). III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente aoproduto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Essas estratégias asseguram que o projeto de Restauro da Basílica Nossa Senhora das Dores seja acessível a todos, promovendo a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento histórico, ao mesmo tempo em que fortalece o senso de comunidade e pertencimento em Porto Alegre.
MITRA DA ARQUIDIOCESE DE PORTO ALEGRE Função: proponente, captação de recursos e gestão de processos decisórios da execução do projeto. Instituição eclesiástica e entidade civil, instituída no dia 7 de maio de 1848, a Mitra da Arquidicoese de Porto Alegre, é uma associação privadasem fins lucrativos, tem por finalidade o desenvolvimento de atividades filantrópicas, nas áres de assistência social, saúde e educação, visando apromoção de pessoas, grupos e comunidades carentes, permanentemente e sem qualquer discriminação, além de promover a cultura através dapreservação do Acervo e Patrimônio Histórico e Cultural que lhe pertence. ESTÚDIO SARASÁ CONSERVAÇÃO RESTAURAÇÃO Função: empresa executora da obra de restauro. Trabalha com a inter e multidisciplinaridade, sendo sua equipe composta por profissionais com conhecimento e prática no ofício da preservação do patrimônio e da cultura, tais como Gestores, Arquitetos, Conservador Restaurador, Oficiais e Auxiliares de Conservação e Restauro, Engenheiro, além de parcerias técnicas especializadas. Atuação com o patrimônio cultural edificado, bens móveis e integrados, paisagens culturais, imaterialidades, sítios históricos, nos campos de Projetos, Intervenções de Conservação e Restauro, Pesquisa, Consultoria e Zeladoria do Patrimônio Cultural. LUCAS MATHEUS MENDES Função: fiscal da execução do projeto como pároco e reitor da Basílica Nossa Senhora das Dores. Sacerdote católico, graduado em filosofia e teologia. Mestre em teologia sistemática pela PUC-RS.Pároco e reitor da Basílica Nossa Senhora das Dores de Porto Alegre desde 2017.Responsável pela elevação da paróquia à categoria de basílica menor em 2022. LEILA CRISTIANE SCHAEDLER Função: Arquiteta responsável pela elaboração do projeto arquitetônico. Arquiteta e Urbanista, graduada pela Universidade do vale do Rio dos Sinos Unisinos, em Julho de 2006, atualmente gerencia o Escritório Leila Schaedler Arquitetura e Planejamento Eireli, com sede no Município de Tupandi / RS. Especialista em Gestão e Prática Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural - Gestão de Restauro pelo CECI e pela Universidade Federal de Pernambuco, em 2019, atua principalmente na área de Restauração de Patrimônio Cultural, Histórico e Arquitetônico, com experiência no encaminhamento e aprovação em Leis de Incentivo à Cultura, tendo vários projetos aprovados em tais órgãos. Atualmente, está cursando especialização “Master em Iluminação” pelo IPOG. Autora dos projetos de Restauro do Memorial do Queijo de Carlos Barbosa, do Restauro da Caixa Rural de Nova Petrópolis, do Restauro da Casa Vidal de Taquara, do Restauro da Capela do Santo Sepulcro de Caxias do Sul, entre outros. CRISTINA SEIBERT SCHNEIDER Função: Produção executiva. Doutora em Planejamento Urbano e Regional/ UFRGS (2017). Possui mestrado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2004). Especialista em Neurociência e Comportamento pela PUC/RS (2021). e especialista em Políticas e Gestão Cultural pela Organização dos Estados Ibero- americanos e Universidade Autônoma Metropolitana do México (2011). Graduada em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2001). Desenvolveu projeto de pesquisa na Universidade de Valladolid na Espanha em 2001 e curso de atualização em Estatística Cultural no Ministério da Cultura da Espanha em 2009. É também professora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS nos cursos de graduação, especialização e MBAs nas Escolas de Humanidades, Indústria Criativa, Gestão e Negócios desde 2008. Tem experiência na área de Gestão Cultural, com ênfase em Patrimônio Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de projetos, comunicação e comportamento, negociação e gestão de conflitos, linguagens culturais e patrimônio cultural. Ganhadora do terceiro lugar no Prêmio Instituto Pensarte de Gestão Cultural/2007 em São Paulo e no Prêmio Famurs/Codic 2008 na modalidade Patrimônio e Memória e Prêmio CAU/RS 2020. Atualmente é Gestora Cultural nos projetos do Memorial da Cooperativa Santa Clara de Carlos Barbosa, Casa Vidal em Taquara e Restauro do Castelo de Pedras Altas, entre outros. ANDERSON MIGUEL CHRIST Função: Contador e assessoria administrativa e financeira. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade do Valo do Rio dos Sinos (2017). Experiente na área de agenciamento administrativo, contábil e financeiro, atuando principalmente nos seguintes temas: contador, elaboração de projetos culturais, captação de recursos, execução financeira e administrativa, prestação de contas física e financeira. Tendo execução e homologação de prestações de contas aprovadas em diversos projetos aprovados nas Leis de Incentivo à Cultura Federal e Estadual-RS.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$999.817,86 em 23/03/2026.