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PRONAC 2417173Expirado o prazo de captação totalMecenato

CIRCO NA ROÇA IV

INSTITUTO GUATA
Solicitado
R$ 1,41 mi
Aprovado
R$ 1,41 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Cubatão
Início
2025-03-10
Término
2026-04-17
Locais de realização (1)
Ibicoara Bahia

Resumo

O Circo Redondo propõe a 4ª Edição do Circo na Roça, com objetivo principal de circo escola voltado às comunidades carentes da região do Campo Redondo e trazendo em seu escopo mais um conjunto de atividades culturais, eventos e inovações na área de sustentabilidade buscando ampliar seus horizontes, melhorar o atendimento ofertado à comunidade e incrementar o cenário cultural regional. Para esta edição serão ofertadas as seguintes oficinas:Formação e Capacitação de Novos Artistas, Turma de Estudos Sonoros e Percussão Corporal, Capoeira, 5 Módulos de ofinas circenses (Acrobacias e Equilibrismo, Malabarismo,Dança acrobática, Tecido Acrobático e Trapézio), além dos espetáculos e Feiras Criativas.

Sinopse

Espetáculo: O Salto - É uma criação da aramista e performer Ninha Almeida, com direção de Lucas Mariani e um aequipe de profissionais da Chapada Diamantina. A obra, inspirada no território do Vale do Capão/Caeté-Açu - Palmeiras/Bahia, conta sobre memórias de infância da artista, uma vida simples no cenário da vida rural. O público, de todas as idades, é envolvido por composições cênicas, interações com a música, teatro, dança e técnicas circenses, com foco no equilíbrio em Arame. Ninha resgata a história local, conecta com o presente, emociona e provoca gargalhadas. O Salto é uma encenação solo criada, à partir da especialização realizada pela artista, na Escola de circo L'Fratelinni, em Paris - França, através do Edital Mobilidae Artística 2019 - Secult/BA. Prêmios e indicações: 2021 - Premiada no edital Estímulo ao circo FUNARTE; 2022 - Premiada no FIC-SP (Festival Internacional de Circo); 2022- Atriz revelação do Prêmio Braskem de Teatro Espetáculo: Chá Comigo - A excêntrica cozinheira Nina, chega em sua casa após compras no mercado. Sua cozinha não tem teto e nem paredes. É completamente aberta. Dessa maneira, todos que estão em volta acompanham os momento de arrumação e brincadeira desse espaço. Nina cozinha batatas e para mexer melhor a panela, faz malabarismos com os alimentos e conchas de sopa. Enquanto o alimento fica pronto, convida alguém para tomar um chá, um verdadeiro "Chá Comigo", pois além de brindarem com suas xícaras, Nina brinca e interage ativamente com o convidado especial. Descobre também que suas xícaras são musicais e ao bater em cada uma, é possível fazer um grande concerto! Depois de muitas receitas, a cozinha fica uma bagunça, e ao tentar varrer, Nina percebe que as cadeiras atrapalham o caminho da vassoura e a única maneira de limpar, é equilibrabdo todas as cadeiras em seu queixo e varrer ao mesmo tempo. Os temperos dessa cozinha são o circo, equilíbro, malabarismo e palhaçaria. O público se delicia com pratos cheios de graça e riso. Espetáculo: Suspiros e Burbujas - É composto por números de música, acrobacia, malabares e muito humor. Romina da Patagónia, é a palhaça Burbuja acrobata, acordeonista e encantadora de bolhas de sabão gigantes. Felipe, cearense de Fortaleza, dá vida ao palhaço Suspiro, acrobata e malabarista. Os artistas através de uma sequência de números criam seu universo convidando ao público de todas as idades a brinca. A participação espontânea do público faz com que cada apresentação seja única e especial. Suspiro e Burbujas convidam a todos para formar parte do mágico mundo do circo. "Suspiros e Burbujas" cria uma atmosfer mágica, um encontro espontâneo do público que se aproxima pelo encantamento do palhaço, da palhaça, das bolhas de sabão gigantes e da singela música feita pelo acordeón e escaleta. Os artistas utilizam as técnicas de acrobacias de dupla, malabares e música tendo como base a linguagem da palhaçaria. Espetáculo de Conclusão do Projeto - Este espetáculo tem por objetivo coroar o desenvolvimento e prestigiar os alunos, no qual os alunos terão a oportunidade de apresentar aos familiares, amigos e comunidade as habilidades adquiridas ao longo do projeto e vivenciar a experiência de palco, interagindo com o público, usando figurinos e maquiagem. Além de participar das oficinas, os alunos passarão a fazer parte da montagem e da apresentação do espetáculo envolvendo todas as linguagens artísticas desenvolvidas, numa grande celebração de um lindo trabalho desenvolvido. Espaço Floresta no Circo - Visitação aberta às escolas da região, que serão previamente agendadas com as unidades de ensino, onde os alunos conhecerão as dependências do Circo Redondo. Será apresentado aos alunos o histórico do Circo Redondo e as principais ações já realizadas, explanaremos sobre o projeto Circo na Roça IV e seus objetivos. Os alunos também terão a oportunidade de conhecer a agrofloresta que está sendo implantada nas dependências do Circo Redondo, onde terão uma breve palestra sobre sustentabilidade. Cortejos - Como proposta de divulgação do projeto e chamamento do público para os espetáculos, ao longo do projeto serão realizados três cortejos com Companhia Circense, apresentando o projeto Circo na Roça IV, convidando o público à visitar os espetáculos e ofertando acesso à conteúdo artístico de forma gratuita e democrática à população local, mantendo viva à cultura e magia circense.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto enquanto estrutura de circo escola têm o objetivo de contribuir no desenvolvimento físico, cognitivo, artístico e social de crianças, adolescentes e jovens de diversos povoados rurais, oferendo oficinas das diferentes modalidades circenses, além de fortalecer e impactar positivamente o cenário cultural regional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Ofertar 5 Módulos de oficinas circenses, com duração de 6 semanas cada Módulo, de forma totalmente gratuita à crianças da região do Campo Redondo - Ofertar 30 aulas de Capoeira para crianças e jovens de forma totalmente gratuita - Ofertar 30 aulas de Estudos Sonoros e Percussão Corporal à jovens e adultos de forma totalmente gratuita - Ministrar 60 aulas de Formação e Capacitação de Jovens Artistas nas variadas técnicas circenses - Realizar 4 Espetáculos Circenses, levando arte e cultura à população rural e incrementando o cenário cultural regional - Promover 5 Feiras Criativas, favorencendo a Economia Circular regional e dando visibilidade aos artesãos locais. - Desenvolvimento do Espaço Floresta no Circo: Parceria com as escolas da região para visitação ao Circo Redondo e conhecimento do projeto Circo na Roça IV, e visitação à agrofloresta desenvolvida nas dependências do Circo Redondo. Projeção de atendimento: De 400 à 600 crianças

Justificativa

Este projeto encontra-se alinhado com as finalidades dos incisos I, II, III, IV, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como atende aos objetivos dos incisos Ic, IIc e IIId O circo, como manifestação cultural, desempenha um papel fundamental em áreas rurais e municípios isolados, indo além do simples entretenimento para se tornar um veículo de integração social, formação de identidade coletiva e disseminação de saberes e valores. No Brasil, especialmente em regiões remotas, o circo foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial, contribuindo para a formação da cultura popular e moldando o imaginário coletivo de várias gerações. A Comissão Nacional de Patrimônio Cultural destaca o circo como uma expressão artística que transcende sua função de divertir, ajudando a preservar e transmitir valores culturais. Desde o século XIX, o circo consolidou-se como uma das poucas formas de diversão e acesso à cultura em áreas onde outras manifestações artísticas, como o teatro e o cinema, eram escassas. Em regiões rurais, ele se torna um espaço de socialização e fortalecimento de laços comunitários, criando um ambiente de celebração que rompe as barreiras entre o cotidiano e o lúdico. O sociólogo Pierre Bourdieu, em suas reflexões sobre o capital cultural, observa que o circo promove redes de relacionamento e troca de experiências, algo crucial para comunidades mais isoladas. Além disso, ele reforça o senso de pertencimento comunitário e alimenta histórias e tradições orais locais. O circo não apenas entretém, mas também incorpora elementos de diferentes culturas, oferecendo diversidade ao mesclar acrobacia, teatro, dança e música. Em regiões mais afastadas, o circo atua como uma "janela para o mundo", proporcionando às populações locais um raro contato com manifestações artísticas externas. Assim desde 2011, o Circo Redondo desenvolve projetos sociais e formativos nas artes circenses, transformando-se em uma referência artística e pedagógica na região. Localizada em uma área rural pitoresca, cercada por montanhas e plantações, essa escola de circo oferece transporte gratuito e oficinas de palhaçaria, malabarismo, acrobacias, teatro, música e dança, impactando crianças, adolescentes e jovens de diversos povoados. Em 2015, o Circo Redondo realizou a primeira edição do projeto Circo na Roça, seu principal projeto sociocultural até hoje. Além de participar das oficinas, os alunos passaram a fazer parte da montagem e da apresentação de espetáculos, envolvendo todas as linguagens artísticas desenvolvidas na formação. Esse processo não apenas aprimorou as habilidades artísticas dos participantes, mas também fortaleceu o vínculo entre os jovens e a comunidade. Com o início da pandemia de Covid-19, em 2020, o Circo foi forçado a interromper suas oficinas presenciais. Sem recursos e com sua estrutura física em condições críticas, o Circo Redondo esteve à beira de encerrar suas atividades permanentemente. No entanto, em 2021, foi organizada uma campanha de financiamento coletivo que mobilizou centenas de pessoas por meio de doações financeiras e trabalho voluntário. Graças a essa ação coletiva, o circo passou por uma reforma importante: foram refeitas as ancoragens e a instalação elétrica, a lona e os mastros foram reparados, e um piso foi construído em todo o espaço, garantindo a continuidade do projeto. Além de sua função educativa, o Circo Redondo promove eventos e feiras comunitárias, colaborando para o fortalecimento das tradições locais e ampliando o acesso à cultura. Desde 2022, o projeto Circo na Roça tem expandido suas atividades para outras localidades, como Ibicoara, Iramaia, Itaetê e Mucugê, fortalecendo ainda mais o impacto cultural e social na região. A escola também participa de programas de fortalecimento de iniciativas comunitárias, assegurando a continuidade de suas oficinas gratuitas e capacitação da equipe em gestão do terceiro setor. A criação de escolas circenses na Chapada Diamantina reforça a importância do circo como uma ferramenta educacional e cultural. Ao oferecer às crianças e jovens uma formação artística que vai além do espaço circense, o circo promove valores como cooperação, disciplina e trabalho em equipe, transformando-se em uma alternativa pedagógica que contribui para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social desses jovens. Paulo Freire, em sua teoria sobre a educação libertadora, destaca que o aprendizado significativo acontece quando construído em diálogo com a realidade do educando. Nesse contexto, o circo na Chapada exemplifica esse conceito, ao conectar-se com as vivências locais e oferecer uma plataforma de inclusão social e empoderamento juvenil. Além disso, a prática circense pode gerar oportunidades de renda, tanto no próprio circo quanto em áreas como o entretenimento e a arte. A Chapada Diamantina, com seu fluxo constante de turistas, oferece um ambiente favorável para a realização de espetáculos e eventos culturais, criando oportunidades para os artistas circenses da região. Em suma, o circo desempenha um papel transformador em contextos rurais, sendo não apenas um espaço de entretenimento, mas também um catalisador de inclusão social, preservação cultural e empoderamento. O caso do Circo Redondo na Chapada Diamantina exemplifica como as artes circenses podem impactar profundamente comunidades com pouco acesso a formas tradicionais de cultura e educação, oferecendo-lhes novas possibilidades de desenvolvimento e integração.

Estratégia de execução

Para atendimento às exigências de acessibilidade para públicos cadeirantes ou com mobilidade reduzida, está sendo proposto no escopo deste projeto a construção de rampas de acesso às áreas adjacentes do Circo, possibilitando a livre circulação e autonomia de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os custos referentes às obras encontram-se detalhados e vinculados à planilha orçamentária. Como atividade complementar dentro do escopo do projeto, buscando contribuir e formentar a Economia Criativa e Solidária da região abrindo espaço e dando visibilidade aos artesãos locais através da Exposição de Artesanatos, onde serão realizadas ao longo do projeto 5 Exposições/Feiras Criativas onde os artistas locais realizarão um cadastro e inscrição junto ao Circo Redondo para viabilizar sua participação, em período pré-estabelecido que antecederá a execução de cada Exposição/Feira. Os artistas poderão expor e comercializar suas artes ao público visitante que terá entrada totalmente gratuita no evento. Durante cada evento acontecerão apresentações artísticas e musicais para animar o evento, além da apresentação de alunos participantes do projeto como celebração dos processos criativos e artísticos desenvolvidos durante as oficinas, possibilitando aos alunos a vivência de palco e interação com o público.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico: As oficinas propostas abarcam diferentes linguagens das artes circenses e serão organizadas em 5 módulos, sendo Acrobacias de Solo e Equilibrismo, Malabarismo, Dança Acrobática, Tecido Acrobático e Trapézio Fixo. Cada módulo terá a duração de 6 semanas, com aulas semanais de 2 horas de duração. Além dos módulos, contaremos com turmas fixas que se desenvolverão ao longo de todo o projeto, sendo elas: Capoeira, Formação e Capacitação de Novos Artistas e Grupo de Estudos Sonoros e Percussão Corporal. As turmas de Capoeira e Estudos Sonoros terão aulas semanais com 3 horas de duração e a turma de Formação e Capacitação de Novos Artistas terá 2 aulas semanais com duas horas de duração cada aula. Trabalharemos com abordagens lúdicas, estimulando o desenvolvimento das habilidade socioemocionais das crianças, a interação e cooperação. Serão utilizados materiais variados, possibilitando a exploração espacial, a autoimagem, vivência táteis e estimulações motoras variadas.

Acessibilidade

Atualmente a estrutura física do Circo Redondo conta com banheiro com acessibilidade à cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida e está sendo construída uma rampa de acesso que liga a portaria principal à entrada circo. No escopo deste projeto, incluímos a ampliação da rampa de acesso até as áreas adjacentes do circo, buscando atender às prerrogativas legais exigidas de oferecimento de estrutura mínima para cadeirantes e público com mobilidade reduzida, como largura adequada das portas, rampas de acesso, barras nos banheiros, entre outros como determina a Lei nº 13.146 de 6 de julho 2015, do Decreto nº3.298 de 20 de dezembro de 1999 e o Decreto nº9.404 de 11 de junho de 2018. Em relação à acessibilidade de conteúdo os educadores trabalharão com materiais alternativos, caso se faça necessário, possibilitando aos alunos PCDs executarem as suas experimentações em materiais que possibilitem uma vivência tátil, adaptações dos espaços para os cadeirantes e utilização de experiências vibracionais através da música e instrumentos musicais para alunos com deficiência auditiva. Em relação aos conteúdos artísticos e audiovisuais que serão trabalhados durante as oficinas, serão previamente gravados e adaptados para transmissão em audiodescrição e legendas descritivas.

Democratização do acesso

As oficinas desenvolvidas ao longo de todo o projeto, serão ofertadas de forma totalmente gratuita à crianças e jovens da região. De forma que, ao longo do projeto, serão desenvolvidos 5 Módulos com diferentes modalidades circenses, no qual serão abertas novas inscrições no intervalo entre cada módulos, possibilitando a inserção de novos alunos ao longo de todo o projeto. No intervalo entre cada Módulo será realizada uma live aberta através dos canais digitais e redes sociais com o professor especialista e a Coordenadora do Projeto, onde serão apresentadas as principais características desta modalidade circense e o professor apresentará sua trajetória profissional e artística. Para as visitações do Espaço Floresta no Circo serão firmadas parcerias, além das escolas de toda a região, com o CRAS e CAPS da cidade de Ibicoara, com o intuito de expandir o atendimento do projeto à indivíduos com demandas ligadas à Saúde Mental, favorecendo a socialização desses indivíduos e contribuindo através das artes para o atendimento desses equipamentos públicos. As visitas serão totalmente gratuitas. Todos os alunos que fizerem parte do projeto terão entrada gratuita nos espetáculos que acontecerão dentro do nosso cronograma e para as crianças que residem em localidades muito distantes e de difícil acesso, o projeto fornecerá transporte gratuito tanto para os dias de oficina como também para os dias dos espetáculos.

Ficha técnica

Daniela Frantz de Albuquerque Função no Projeto: Coordenadora Geral do Projeto Currículo Resumido: Produtora cultural, educadora e artista circense. Fundadora e diretora do Circo Redondo é natural de Porto Alegre e iniciou sua formação artística aos oito anos de idade dançando ballet clássico e jazz, tendo participado de inúmeros espetáculos e festivais de dança ainda na infância. Em 2003 ingressou na dança contemporânea e em 2004 teve seu primeiro contato com acrobacias de solo e aéreas (tecido e trapézio). A partir deste momento dedicou-se a aliar o conhecimento adquirido na dança às técnicas circenses. Realizou diversos trabalhos performáticos junto ao grupo Gentependurada e participou daprodução, criação e concepção do espetáculo circense Cabaré Valentin. Viveu durante um ano na Espanha, onde frequentou o núcleo artístico Makabra e integrou o grupo de dança folclórica de Sant Esteve de Palautordera. Ao retornar ao Brasil, retomou as atividades junto ao Cabaré Valentin e fez parte do elenco artístico do grupo de dança aérea Nós no Ar. Em 2011 fundou o Circo Redondo, ensinando acrobacia de solo e acrobacia aérea em trapézio e tecido para as crianças da comunidade do Campo Redondo. Nos últimos 12 anos tem se dedicado à coordenação das atividades do Circo. Em 2014 concluiu a Formação em Pedagogia Waldorf pelo Instituto Micael de Aracaju/SE com a apresentação do artigo “A arte circense como facilitadora no desenvolvimento do ser humano: à luz da Pedagogia Waldorf”. Segue na direção das ações desenvolvidas pelo Circo, onde também atua como professora regular de acrobacia aérea para crianças, adolescentes e adultos. Darko Báez Paunovic Função no Projeto: Coord. Técnico (Rigger) Currículo Resumido: Rigger especialista em segurança no circo, inspeção e montagem de lonas e equipamentos aéreos. Natural de Madri, Espanha, vive no Brasil desde 2018 e tem vasta experiência em shows de turnês internacionais. Trabalhou como rigger e técnico estrutural em diversos espetáculos do Cirque du Soleil e em mega produções de bandas mundialmente reconhecidas. Foi coordenador técnico da reforma do Circo Redondo em 2021, responsável pelamanutenção e montagem da lona e da estrutura dos equipamentos aéreos, ancoragem, instalação elétrica e construção do piso. Possui certificação OSHA de saúde e segurança em construção e de proteção e resgate contra quedas pela Gravitec Systems Inc.. Operador certificado pelo Cirque du Soleil de elevador de tesoura, elevador de lança para terrenos planos e acidentados e empilhadeira. Operador de máquinas de escavação certificado pelo Governo de Madri. Carolina Bovo Criscuolo Função no Projeto: Coordenadora Administrativa/Financeira Currículo resumido: Paulistana, 43 anos, graduada em Educação Físicapela UniFMU SP em 2004 e pós-graduada em Saúde Mental pela FACEL em 2008. Durante os anos de 2006 e 2008 trabalhou no Hospital Psiquiátrico Nina Rodrigues em São Luís do Maranhão, desenvolvendo e ministrando diversas oficinas corporais e terapêuticas aos usuários do equipamento. Em paralelo efetuou alguns atendimentos junto ao CAPS II da mesma cidade, com proposituras no ramo da atividade física e terapêutica através do movimento corporal. No Estado de São Paulo, se efetivou como servidora pública do Estado, onde permaneceu por 12 anos atuando na Fundação CASA na execução de medidas socioeducativa para adolescentes em situação de privação de liberdade, incialmente como professora de Educação Física, posteriormente como Coordenadora Pedagógica no ano de 2020 e finalmente com Encarregada de Área Técnica de 2021 à 2022, desligando-se da instituição no ano de 2022. Foi sócio fundadora e ocupou o cargo de Diretora Executiva no Instituto Jurema durante os anos de 2019 à 2022 e mais recentemente atuou na equipe de produção executiva do Projeto Sabores e Lembranças desenvolvido pelo Instituto ADUS. Atualmente sócio fundadora e Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Gabriela Linhares Lustosa Função no Projeto: Comunicação Institucional Currículo resumido: Brasiliense, formada em Design de Moda pelo IESB (Brasília-DF) e pós-graduada em Design de Produtos de Moda pelo SENAI (São Paulo-SP). Suas experiência pessoais e profissionais são marcadas por experiências em alguns países estrangeiros, como a Índia, Israel e Turquia além de outros países da Europa onde morou por dois anos. Em 2014 criou a Lua dos Ventos, uma marca autoral priorizando a sustentabilidade e a conscientização sobre a cadeia produtiva do setor. A produção seguia conceitos de slow fashion, com a contratação de costureiras locais, upcycling com materiais reaproveitáveis, ou aquisição de tecidos e materiais prioritariamente certificados. No ano de 2022 atuou no projeto "Mão Empoderadas", realizado na zona Leste de São Paulo onde realizou e estruturou oficinas para inclusão de mulheres artesãs de baixa renda no mercado de trabalho. Atualmente, atua no projeto Monet à Beira D'água, um programa educativo itinerante que leva a arte para dentro das escolas públicas do país. Está finalizando o MBA na ECA - USP em negócios e estética da moda. É sócio fundadora e Vice Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Maria Luiza d'El Rei Machado Função no Projeto: Coordenadora de Comunicação Currículo Resumido: Formada em Relações Públicas pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), tem 10 anos de experiência como comunicadora, coordenando a comunicação de empresas, projetos e instituições públicas. Atualmente dedica-se à gestão de redes sociais, especialmente nos setores cultural e ambiental. Atua com fotografia, design gráfico e produção audiovisual, além de ministrar oficinas sobre comunicação estratégica e temas relacionados. Criadora do projeto Diamantes do Sincorá, registrando eventos, pessoas e acontecimentos de Ibicoara e da região sul da Chapada Diamantina. Coordenou a comunicação do coletivo Atlas Artes em 2021 e do evento Raízes de Ibicoara em 2022, promovendo engajamento comunitário e fortalecendo a presença online dos eventos. Atualmente desenvolve conteúdos gráficos para as redes sociais do Circo Redondo e do Parque do Espelhado, contribuindo para o crescimento das suas plataformas digitais. Ana Gabriela Nascimento Carvalho Função no Projeto: Produtora Executiva Currículo Resumido: É produtora cultural e arte educadora. Cursou a faculdade de Desenho Industrial na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Possui experiência na execução, produção e ideação de projetos sociais. Foi assistente de produção no estúdio de fotografia Octopus de 2013 à 2014, trabalhou como fotografa e na Produção de Fotografia durante 5 anos, tendo como trabalho mais marcante o Projeto Corpora, reconhecido pela Universidade de Palermo em 2015. Atuou como assistente de produção das feiras do Coletivo Altas Artes de Ibicoara no ano de 2020. Produtora e arte educadora do Circo Redondo desde 2022 e Produtora Executiva no projeto Qualifica Bahia, do Governo do Estado da Bahia, executado pela FEMA no período de 2022 à 2024. Proponente e produtora do projeto Jovem no Circo, aprovado pela FUNCEB em 2024 no edital Itinera Circo. Sissi Betina Venturin Função no Projeto: Direção de Produção Currículo Resumido: É atriz, bailarina, cineasta e produtora cultural de Porto Alegre, graduada em Teatro pela UERGS. Atua em teatro, dança, performance e vídeo. Em 2004, cofundou a Cia. Espaço em Branco com João de Ricardo, produzindo juntos sete espetáculos multimídia, premiados e reconhecidos. Com a Companhia, recebeu o troféu Açorianos de Melhor Atriz Coadjuvante por "Extinção" (2005), Melhor Dramaturgia por "A Fome" (2018) e o prêmio Braskem em Cena de Melhor Atriz (2019). Fundou o Coletivo Âmago, que explora dança e vídeo em espaços públicos e de natureza. Com o Coletivo produziu um espetáculo de dança, uma série de videodanças, e dirigiu e atuou no curta "Mora" (2022), em destaque em festivais nacionais. Como atriz de cinema, trabalhou com renomados diretores e recebeu prêmios em festivais como Gramado e Festcineamazonia

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.