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PRONAC 2417174Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Brasil Profundo - Um Mergulho no Imaginário do Jequitinhonha

LAPA ACAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,57 mi
Aprovado
R$ 1,57 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisJoão Pessoa Paraíba

Resumo

Brasil Profundo é uma expedição afetiva pelo vasto manancial de saberes e fazeres do Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais ricas e criativas do universo cultural mineiro.

Sinopse

PRODUTOS: 1 - Festival ou Festa Popular Neste grande encontro multidisciplinar, propomos uma viagem ao túnel do tempo para atualizar (quem sabe, ajudar a desvendar) um pouco da memória afetiva (e do imaginário coletivo) da região, numa amálgama de causos, mostra de artesanato, exposição de artes visuais, filmes, rodas de conversa, oficinas e cantorias. 1.1 - RODA DE CONVERSA COM ARTESÃOS E ARTISTAS Temas: CULTURA POPULAR A riqueza cultural deu corpo a uma identidade singular e emprestou reconhecimento internacional ao Vale do Jequitinhonha, para muito além do que as limitações econômicas e geográficas inscritas no tempo poderiam sugerir. Mas o que há de tão marcante na vida vivida e nas práticas culturais do Vale do Jequitinhonha, a ponto de torná-lo referência no mapa das culturas populares no país e no mundo? ARTESANATO O artesanato brasileiro vive um momento ímpar, com esforços contínuos e crescentes de institucionalização, desdobrado em ações de inventariamento e salvaguarda do patrimônio material e imaterial no estado e no país. Este conjunto de esforços faz emergir, com altivez, um vasto e inesgotável território de saberes. Em tempos de uniformização global do gosto e achatamento do imaginário, seria possível preservar um manancial de conhecimento tão sui generis? Como mestres respeitados enxergam o diálogo criativo com as novas gerações, a possibilidade deste legado permanecer vivo e vibrante e de seguir sendo renovado. 1.2 - Mostra de Arte Popular e Artesanato do Vale do Jequitinhonha Exposição e venda de peças em barro, tecido, madeira, fibras vegetais e papel por nove artesãos reconhecidos da região nas diversas técnicas: Cerâmica tradicional em Barro, cerâmica zoomórfica, fibras vegetais, tecelagem manual, construção de instrumentos musicais em madeira e técnica em Marchetaria. 2 – APRESENTAÇÃO MUSICAL Apresentações musicais com artistas consagrados e grupos que tem afinidade com a Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha, que trazem em seus trabalhos a ancestralidade da cultura negra e da música de raiz cantadas na região. 3 - Oficina /Workshop/Seminário – 3.1 - ARTESANATO EM CERÂMICA Ementa da Oficina: A Oficina de Artesanato em Cerâmica tem o objetivo de divulgar a arte cerâmica de forma acessível aos participantes. Promovendo o estímulo a habilidades, competências e descobertas artísticas, a oficina também desenvolve o senso de pertencimento de elo histórico no trabalho feito em argila, sendo não apenas uma manifestação cultural, como também uma poderosa ferramenta de contato com a nossa realidade e nossa história. Por ser uma arte elaborada por elementos sensoriais táteis, trata-se de uma iniciativa bastante inclusiva, atendendo naturalmente a todos os participantes com visibilidade ou mobilidade reduzida. Na presente proposta, o fazer cerâmico perpassa a história, a inclusão, a ecologia e a sustentabilidade. Carga Horária: 20 horas Nº de Alunos e Idade: Até 20 alunos acima de 14 anos O que o aluno de levar pra oficina: Nenhum material Público Alvo: Interessados e praticantes da arte cerâmica. 3.2 - CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS – TAMBOR Ementa da Oficina: Oficina de construção de tambores (caixa de folia, tambor mineiro). A oficina abordará algumas manifestações de tambor em Minas Gerais, materiais e técnicas de construção do tambor e introdução a alguns ritmos de tambor afro-mineiro. Durante a oficina os participantes construirão tambores - Carga Horária: 20h - Nº de Alunos e Idade: Até 20 alunos acima de 12 anos - O que o aluno de levar pra oficina: Nenhum material - Público Alvo: Interessados em Tambor e suas vertentes 3.3 - Tecelagem manual: Ementa da Oficina: A arte de transformar o fio de algodão por obra do fazer artesanal é antiga no Vale do Jequitinhonha. Essa tradição têxtil remonta do século 18, na Comunidade quilombola Roça Grande em Berilo. Na oficina os alunos conhecerão sobre a arte da Tecelagem tradicional no Vale do Jequitinhonha, os equipamentos utilizados e o processo de urdidura, trama e acabamento. - Carga Horária: 20h - Nº de Alunos e Idade: Até 20 alunos acima de 12 anos - O que o aluno de levar pra oficina: Nenhum material - Público Alvo: Interessados em Arte Têxtil 3.4 – Fibras naturais: Ementa da Oficina: A oficina consiste em ensinar técnicas de artesanato com fibras naturais, tais como; bananeira, taboa e cipó. Esses materiais são biodegradáveis e perfeitamente viáveis na confecção de vários artigos e utensílios como; bolsas, bijuterias, cintos, esteiras, cestos, dentre outros. A oficina será ministrada por Mestre artesão reconhecido no Vale do Jequitinhonha. - Carga Horária: 20h - Nº de Alunos e Idade: Até 20 alunos acima de 12 anos - O que o aluno de levar pra oficina: Nenhum material - Público Alvo: Interessados em Arte 3.5 – Bordados em tecido produzido em tear manual Ementa da Oficina: A Oficina será ministrada por bordadeira reconhecida pelo notório trabalho em bordados. Durante a oficina a/os participantes serão incentivados a desenvolver trabalho em equipe e serão conduzidos a descontração a partir dos cantos e da cultura popular do Vale do Jequitinhonha - Carga Horária: 20h - Nº de Alunos e Idade: Até 20 alunos acima de 12 anos - O que o aluno de levar pra oficina: Nenhum material - Público Alvo: Interessados em Arte

Objetivos

OBJETIVO Realização do Festival Brasil profundo - Estruturada de forma abrangente, como um grande tributo ao ofício da arte em barro (reconhecido como patrimônio imaterial pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, o IEPHA MG), esta imersão se desdobra em formatos e atividades variados, com a presença de mestres e mestras na linha de frente. O projeto pretende se realizar em Brasília/DF, João Pessoa/PB e Belo Horizonte/MG. Objetivos Específicos 1. Realização do Festival 2. Oficina de artesanato e Rodas de Conversa com mestres artesãos 3. Realizar Apresentações Musicais com artistas e grupos de cultura popular

Justificativa

O Brasil nasceu plural, diverso, difuso. Carrega na alma, como tatuagem, o signo da complexidade. E se desvela ao longo, naquilo que nos torna indecifráveis, nos descaminhos de uma imagem-síntese que nunca se revela no todo. A série Brasil Profundo propõe investigar um pouco dessa multiplicidade, num caleidoscópio de cores, formas, recortes e camadas em estado permanente de mutação. Nesta primeira temporada, o foco se volta para o Jequitinhonha, um universo cultural intrigante que se impõe com poesia sobre os limites sociais, econômicos ou geográficos _em forma de pensamento, música, artesanato. Brasil Profundo - Um Mergulho no Imaginário do Jequitinhonha oferece visão panorâmica da vastidão cultural e estética que conferiu identidade própria, orgulho e sentimento de pertencimento a uma gente que hoje é vista (e se enxerga) de maneira singular. Neste grande encontro multidisciplinar, propomos uma viagem ao túnel do tempo para atualizar (quem sabe, ajudar a desvendar) um pouco da memória afetiva (e do imaginário coletivo) da região, numa amálgama de causos, mostra de artesanato, exposição de artes visuais, filmes, rodas de conversa, oficinas e cantorias. Salvaguardado como patrimônio imaterial pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA MG), o artesanato do Jequitinhonha vive uma fase especialmente promissora, num ambiente de estruturação de um conjunto de programas e ações pelo poder público, em parceria com a sociedade civil. A iniciativa reflete um processo de crescente institucionalização do setor em todos os níveis de governo e de valorização do segmento como vetor de alto impacto nas indústrias criativas e na economia do país _ como ilustra a portaria do Governo Federal que instituiu, em junho de 2018, o Programa do Artesanato Brasileiro, que criou a Comissão Nacional de Artesanato e definiu bases conceituais para a área. Em Minas Gerais este movimento torna-se visível, por exemplo, com a instituição do programa +Artesanato e do Plano Quadrienal de Desenvolvimento do Artesanato Mineiro pelo Governo do Estado, no lançamento de edital de fomento para a área pela Codemge, na criação de uma cadeira dedicada ao artesanato no Conselho Estadual de Políticas Culturais (Consec), além da implantação do Plano de Salvaguarda para o ArtesanatoemBarro do Vale do Jequitinhonha pelo IEPHA MG. Com cerca de 400 mil profissionais atuando na área no estado de Minas Gerais (5% do total do país), estima-se que o setor gire em torno de R$ 3 bilhões ao ano na economia mineira _ o equivalente a 10% de tudo que este mercado movimenta no Brasil. Cabe esclarecer que o projeto atende as finalidades e objetivos da Lei nº 8.313/1991 - Art 3º - Incisos.II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:- Letra "C": - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; uma vez que, o referido projeto irá, através de seminário, debater temas relacionados ao congado.III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:- Letra "D" - proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; uma vez que, o referido projeto irá realizar atividades artísticas, feira de artesanato e apresentações de cultura popular.IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:- Letra "A" - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; considerando que todas as atividades terão acesso gratuito para todos os públicos.V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:- Letra "C"- ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura, considerando o Art 1º da IN nº 13 de junho de 2024 _ Parágrafo Único. Destaca-se ainda, que o projeto, conforme nova redação dada pela Lei 14568, enquadra-se no artigo 18, letra "C"- música erudita, instrumental e regional (no caso, apresentações folclóricas, além da música regional mineira, por meio da viola, folias e reisados) e debates relacionados aos temas do artesanato e da economia criativa.

Estratégia de execução

Expertise para o projeto Há 35 anos, a Lapa Ação Cultural tem sido uma figura central na produção cultural de Minas Gerais, organizando uma variedade de eventos, shows e festivais que ganharam destaque tanto local quanto nacionalmente. Além disso, expandiu suas operações para outros setores mantendo um padrão de excelência, incluindo a criação da Lapa Editora, Lapa Multshow e Lapa Discos, esta última lançando vários artistas mineiros. A empresa também contribuiu significativamente para a pesquisa e documentação fotográfica de eventos culturais, mantendo um acervo substancial de mais de 100 mil imagens. O artesanato do Jequitinhonha, reconhecido como patrimônio imaterial pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA MG), está experimentando um momento especialmente promissor. Isso se deve a esforços conjuntos do poder público e da sociedade civil para estruturar programas e ações que promovam e preservem essa expressão cultural única. Esse movimento reflete uma tendência mais ampla de institucionalização do setor artesanal em níveis estadual e federal, como evidenciado pelo Programa do Artesanato Brasileiro, criado pelo Governo Federal em 2018. Em Minas Gerais, esse impulso é visível em iniciativas como o programa + Artesanato e o Plano Quadrienal de Desenvolvimento do Artesanato Mineiro, lançados pelo governo estadual. Além disso, a Codemge lançou um edital de fomento para a área e o Conselho Estadual de Políticas Culturais criou uma cadeira dedicada ao artesanato. O IEPHA MG também implementou o Plano de Salvaguarda para o Artesanato em Barro do Vale do Jequitinhonha. Com aproximadamente 400 mil profissionais trabalhando no setor em Minas Gerais, estima-se que o artesanato contribua significativamente para a economia do estado, movimentando cerca de R$ 3 bilhões por ano, o que equivale a 10% do mercado nacional.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Para realização das palestras e debates serão realizadas as seguintes ações: - Escolha de espaços com rampa de acesso para cadeirantes; - Banheiros adaptados para PCDs; - Contratação de profissionais de libras para tradução simultânea; - Reserva de espaços para cadeirantes e; - Reserva e disponibilidade de cadeiras para pessoas idosas e mães com crianças de colo. A equipe do projeto será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público, conforme orientação da Consultoria Técnica.

Democratização do acesso

Os espaços selecionados deverão estar localizados em áreas centrais em cada uma das cidades dos eventos, com acesso gratuito para todos os públicos. Medidas de ampliação do acesso conf Art. 30. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Proponente: Lapa Ação Cultural Desde 1989, a Lapa Ação Cultural movimenta a cena artística através de seus projetos dedicados a arte feita em Minas e no Brasil. Sem menosprezar a qualidade de nossa produção local, abrindo novos espaços, valorizando grupos e artistas tradicionais, inovadores ou independentes, a Lapa fez e faz história na produção de eventos musicais, pesquisas, mobilização social, concepção de projetos, divulgação e gestão de carreira de grandes nomes da música nacional. Coordenação geral: Guilardo Veloso de Andrade Filho - Historiador, fotógrafo, produtor cultural e gestor cultural. Tem mais de 37 anos de atuação na área cultural. O gosto pelas manifestações populares vem da infância, convivendo com folias de reis na cidade onde nasceu, em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha. O trabalho na Secretaria Municipal de Cultura de BH, nas gestões Berenice Menegale e Antonieta Cunha, ensinou a importância das políticas públicas de cultura e seu impacto sobre a vida da cidade. Foi integrante da comissão que criou a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, onde ficou por 09 anos e foi responsável pela criação do projeto de centros culturais, além de idealizar e coordenar uma série de eventos da instituição. Guilardo Veloso foi do popular ao pop. Abriu em 1997, no Bairro Funcionários, a casa noturna Lapa Multshow, que funcionou até 2011. Realizou diversos eventos e shows com diversidade estética do metal, popular, samba e pop. Passaram pelo local Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, Lenine e Siba. “Como todos bebiam na fonte da cultura popular, havia afinidade com o que eu fazia”, explica. Seu Jorge, Bezerra da Silva e João Nogueira também marcaram presença no espaço, além de uma infinidade de grupos e artistas de BH. Em sua trajetória sempre priorizou o trabalho coletivo, dando visibilidade e espaço para todas as manifestações culturais desde o rock ao congado, promovendo a integração e divulgação da cultura belorizontina. - Produtor Fonográfico / Selo Lapa Discos – criado em 1995 cuja estreia foi com congados da cidade de Oliveira, em álbum ainda em vinil, produzido pela cantora Titane – que também registraria obras pelo selo. O selo lançou trabalhos antológicos de Zé Coco do Riachão, Pereira da Viola, Renato Andrade, Rufo Herrera e Coral Trovadores do Vale, Tavinho Moura, além de coletânea de etnomusicologia. Coordenador de Comunicação: Israel do Vale – Jornalista Produtor cultural. Atua profissionalmente há 40 anos no campo da comunicação e da cultura, com passagens pelas redações de alguns dos principais veículos da mídia nacional (MG, RJ e SP) e experiência na gestão pública. É diretor-executivo da Picnic Digital, agência de marketing digital e produtora audiovisual voltada ao desenvolvimento de soluções de conteúdo multiplataforma. Como gestor cultural, acumula longo histórico de atuação em projetos realizados por meio dos mecanismos de renúncia fiscal. Em 2021/2022, foi produtor-executivo da mostra de filmes Mais Fundo que o Mar, em torno dos 50 anos do Clube da Esquina, que inaugurou as duas salas de cinema do Minas Tênis Clube (BH). Como empreendedor cultural, foi um dos fundadores do festival Eletronika (pioneiro no gênero no país) e dos selos independentes +Brasil Música e Motor Music (difusora cultural criada nos anos 90, em BH, desdobrada em produtora de eventos, loja de discos e distribuidora de CDs). No campo do audiovisual, dirigiu a gravação dos DVDs Incelente Maravilha, de Pereira da Viola, e Quando o Jequitinhonha Canta e Dança, com artistas do Vale do Jequitinhonha. Desde 2020, produziu, registrou ou dirigiu a transmissão ao vivo de shows de inúmeros artistas mineiros, em projetos como Campanha de Popularização da Música MG, Quando o Jequitinhonha Canta e Dança e Mucuri Musical. É curador e jurado nas áreas de música (Sesc Pompéia, Itaú Cultural, Natura Musical, Conexão Telemig Celular, Conexão Vivo, Festival HTTPSOM, Caixa Econômica Federal) e do audiovisual (editais da Ancine, Virada Digital/TV PE, Funcultura/Governo de Pernambuco, Codemig/Governo de Minas, Festival Internacional de Curtas/BH, Cine Caverna Benavides/Chile), além de ter idealizado e implementado o edital Olhar Independente (2017) na Rede Minas, que mobilizou R$ 17 milhões em recursos para a produção audiovisual mineira via Fundo Setorial do Audiovisual. Coordenou a comunicação de eventos de grande porte como Feira Música Brasil (realizada pela Funarte/MinC), Conexão Vivo (MG, BA e PA), FIT-BH - Festival Internacional de Teatro Palco e Rua (BH/MG), Festival de Inverno da UFMG (Ouro Preto/MG), Mostra de Cinema de Tiradentes (MG), Mostra Internacional Imagem dos Povos (MG) e Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (SC), dentre outros. Atua também como produtor cultural e DJ, residente do projeto SamBaCana Groove, dedicado à música brasileira sacolejante, e da festa ADOCICA, voltada ao universo do brega e de ritmos populares do Norte e Nordeste. Tem artigos publicados em livro sobre investimento privado em cultura, mercado da música, convergência de mídias, hip hop e jornalismo cultural. Gestão Financeira: Francisco Pereira Damasceno – Graduado em Gestão Financeira, sócio diretor da Lapa Ação Cultural, empresa dedicada a projetos culturais que valorizam a arte feita em Minas e no Brasil. Atualmente é diretor financeiro do Instituto Sociocultural Valemais, organização da sociedade civil, dedicada ao desenvolvimento sociocultural e a valorização da cultura popular dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas Gerais. É um dos criadores dos projetos “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança” e “Encontro dos Vales”. Tem experiência em gestão cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas para projetos patrocinados pelas leis federal, estadual de minas gerais e municipal de Belo Horizonte. Atua também, como voluntário, em trabalhos de consultoria para pequenos projetos de entidades, artesãos e promotores da cultura popular, especialmente, no Vale do Jequitinhonha. Já trabalhou, como gestor financeiro e prestação de contas em mais de 150 projetos de artistas e grupos de Minas Gerais, ao longo de mais de 20 anos de experiência.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.