Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O presente projeto prevê a pesquisa, produção e distribuição do catálogo da exposição "Teca Sandrini - 80 anos" (nome provisório), que será realizada Curitiba/PR, alusiva aos 80 anos de vida de Teca Sandrini, além de evidenciar os 65 anos de carreira como artista visual. O projeto conta com curadoria da Maria José Justino, que pretende revelar uma nova perspectiva sobre a obra da artista. O catálogo impresso serve de registro e de documentação da exposição, é um importante apoio para educação e para pesquisa, possuindo um papel essencial na democratização do discurso curatorial. Para além da tiragem impressa, distribuída gratuitamente, o projeto também será disponibilizado de forma digital, em ambiente online. Assim como a exposição, incluirá várias iniciativas de acessibilidade, sendo que o projeto gráfico do catálogo será concebido para oferecer meios de acesso para o público cego e portador de baixa visão.
A artista Estela Carmem Pereira Sandrini ou apenas Teca Sandrini, nasceu em 1944, em Curitiba, Paraná. Possui uma carreira consolidada nas artes visuais. Teca foi aluna dos mestres Erbo Stenzel, Guido Viaro e Theodoro De Bona. Ainda na adolescência, Teca foi diagnosticada com uma doença chamada Pseudoxantoma Elástica, doença genética que causa a degeneração da retina. As dificuldades com a visão não a impediram de trilhar um caminho singular no desenvolvimento do seu trabalho artístico ou como docente na Escola de Música e Belas Artes do Paraná ou no extinto Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, em Curitiba, Paraná. Sandrini realizou diversas exposições no Brasil e no exterior. A artista dinâmica, debruçou-se sobre o universo tridimensional e desenvolveu uma pesquisa sólida em Buenos Aires (Argentina), trazendo para o Brasil a técnica em que se utilizava resina de poliéster e fibra de vidro. No regresso a Curitiba, Teca ministrou cursos no Centro de Criatividade. Após anos de pesquisa e dedicação tornou-se professora da EMBAP, onde participou da formação de inúmeros artistas no ensino da pintura, trabalho realizado até a aposentadoria. Em paralelo a vida acadêmica a artista desenvolve, à exaustão, a técnica de gravura em metal. Esse material trouxe possibilidades infinitas por meio de matrizes buriladas ou mergulhadas em ácido, Teca traz à tona animais fantásticos entre figuras femininas e móveis do cotidiano. O universo feminino traduzido por Teca é potente e atravessa histórias dos seus antepassados, questiona o papel da mulher, da mãe e da esposa entre os objetos do cotidiano, que muitas vezes são anarquicamente organizados. Desde a década de 90 Teca perde gradativamente a visão e hoje conta com apenas 5% dela. Esse processo apesar de impor desafios também é um motivador artístico para compor novas obras a partir de lembranças visuais, a memória dos gestos e do fazer. O historiador Fabricio Vaz Nunes afirma que "reaprendendo a ver as coisas com as obras da Teca eu também reaprendo a ver a vida". Sempre vibrante, Sandrini foi conselheira da FCC, do MAP, do MAC-PR, do Museu de Arte da UFPR e do Patrimônio Histórico do Paraná. Entre os anos de 2011 a 2017 foi presidente do MON. A atuação artística de Teca foi significativa para a inclusão do público cego e de baixa visão na fruição das artes visuais e nos espaços expositivos. Sua produção e dedicação para a difusão cultural é incansável e merece ser reconhecida e comemorada através da produção deste catálogo. Classificação indicativa: LIVRE
OBJETIVO GERAL Realizar a pesquisa, produção e distribuição do catálogo da exposição "Teca Sandrini - 80 anos" (nome provisório), que será realizada Curitiba/PR, alusiva aos 80 anos de vida de Teca Sandrini, além de evidenciar os 65 anos de carreira como artista visual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a pesquisa, produção e distribuição do catálogo impresso da exposição "Teca Sandrini - 80 anos". O catálogo será bilíngue (português e inglês), e terá tiragem inicial de 1.000 exemplares com distribuição gratuita; - Disponibilizar, além da distribuição do material impresso, a versão digital em ambiente online; - Produzir e disponibilizar a versão do catálogo em audiolivro, com audiodescrição das imagens, tornando o produto acessível ao público cego ou de baixa visão; - Disponibilizar material impresso em braile, com direcionamento para acesso do audiolivro via QR Code; - Realizar 05 palestras com a artista Teca Sandrini, como forma de lançamento do catálogo, em escolas da rede pública de ensino; - Realizar 02 palestras com tradução em LIBRAS, tornando a conversa acessível ao público surdo e/ou ensurdecido; - Promover um produto cultural acessível aos diversos públicos, com realização de atividades em ambiente adaptado para recepção de pessoas com dificuldade de locomoção e ações com recursos de acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais, Audiodescrição e Braile; - Aprofundar o debate sobre a arte produzida por pessoas com deficiência, objetivando mudar a realidade vigente no país; - Valorizar a arte produzida no Paraná.
Conceber e produzir o catálogo referente à exposição de 80 anos da artista Teca Sandrini significa oferecer e democratizar uma experiência cultural para diversos públicos. O catálogo, além de ser uma extensão da exposição, é um importante documento de pesquisa e de informação cultural. O catálogo irá conter o conteúdo produzido para a exposição, que incluem textos da curadora Maria José Justino; fotografias das obras expostas; acesso aos vídeos e audiodescrição por meio de QR Code específico. Sabe-se da importância das relações estabelecidas entre o público e os objetos de arte e, este projeto pretende ampliar essa experiência afim de atingir também o público com deficiência visual. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, 18,6% da população brasileira possui algum tipo de deficiência visual. Desse total, 6,5 milhões apresentam deficiência visual severa. Conscientizar, informar e incluir o público deficiente visual é uma das formas de promover o combate à discriminação e ao preconceito. Teca fomentou e desenvolveu diversos projetos e ações significativas para a inclusão social do público idoso e do público deficiente visual no espaço expositivo. Neste catálogo não será diferente, as ações inclusivas pretendem oferecer ao público cego ou de baixa visão a oportunidade de vivenciar uma experiência sensorial ampla e rica. Para alcançar este objetivo serão utilizados os recursos de audiodescrição e tradução em braile. Ao longo de sua jornada, ao se conectar com diversas gerações, Teca construiu um trabalho dinâmico e em constante evolução. Ao promover a troca de experiências entre diferentes faixas etárias, seja através de palestras e oficinas em escolas públicas como no Colégio Emília Erichsen em Castro/PR e Colégio Estadual Maria Aguiar Teixeira em Curitiba/PR, lecionando para jovens adultos na PUC/PR e EMBAP, ou orientando ações educativas em museus e galerias, ela cultivou laços afetivos, amizades e empatia. Essas relações possibilitaram a livre troca de ideias, pensamentos e cooperação. Atualmente, o ateliê de Teca, situado nos fundos de sua residência no bairro Tarumã, em Curitiba, é um espaço vibrante, onde intelectuais compartilham conversas com pessoas de origens diversas que sempre estão por lá. Ali, crianças e jovens se encantam com as narrativas fascinantes dos idosos, e o mais cativante é o respeito e a preservação das memórias compartilhadas. Aos quase 80 anos, Teca continua produzindo obras imponentes que ecoam as causas e os interesses das novas gerações. Nesse contexto, surge a necessidade de um catálogo que estabeleça a conexão entre passado, presente e futuro, evidenciando o papel protagonista de uma mulher nas artes plásticas do Paraná. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - ATRAVÉS DA DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DO MATERIAL PRODUZIDO (IMPRESSO E ONLINE), COM DIVERSAS AÇÕES QUE PROMOVEM A ACESSIBILIDADE DO CONTEÚDO.. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - A REALIZAÇÃO DESTE PROJETO ENVOLVE O REGISTRO E RECONHECIMENTO DE UMA DAS PRINCIPAIS ARTISTAS PLÁSTICAS DO ESTADO DO PARANÁ; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - POR POSSIBILITAR A PRODUÇÃO DE UM IMPORTANTE MATERIAL DE REGISTRO DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA DE TECA SANDRINI. Desta forma, iremos alcançar os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes - ATRAVÉS DA PRODUÇÃO DE UM CATÁLOGO DE EXPOSIÇÃO;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - TODAS AS AÇÕES DO PRESENTE PROJETO SERÃO DISTRIBUÍDAS AO PÚBLICO DE FORMA TOTALMENTE GRATUITA.
PRODUTO PRINCIPAL: 1.000 exemplares do Catálogo da exposição “Teca Sandrini - 80 anos” Capa:25x73cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Triplex Ningbol STAR C1 300g; Gravação em CTP Miolo: 200 pgs, 17x25cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 170g; Gravação em CTP Lombada: 16mm, Dobrado (miolo), Intercalação Automática (miolo) Acabamento: Laminação BOPP Fosca, n de lados 1 (capa); Prova Digital Konica, nro de lados: 2(capa); Prova Digital Konica, nro de lados: 2(miolo); Caixa Coletiva, Lombada Quadrada HOT MELT, Costurado CONTRAPARTIDA SOCIAL: 5 Palestras com Teca Sandrini Duração aproximada: 40 minutos
PRODUTO PRINCIPAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por realizar todas as ações do projeto em espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". DEFICIENTES AUDITIVOS: a acessibilidade faz parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Por se tratar de um material impresso, sem recursos em áudio, não são necessárias ações complementares de acessibilidade ao público surdo e/ou ensurdecido; DEFICIENTES VISUAIS: o projeto prevê a produção e distribuição da versão do catálogo em audiolivro, incluindo a audiodescrição das imagens, tornando o produto acessível ao público cego e de baixa visão. Ainda, de forma complementar, serão produzidos e distribuídos flyers em braile com o direcionamento para acesso ao material. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por realizar todas as ações do projeto em espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto realizará 2 palestras com tradução em LIBRAS (forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil). DEFICIENTES VISUAIS: as ações de contrapartida são, em sua essência, acessíveis ao público cego ou de baixa visão (uma vez que são atividades orais), dessa forma, não serão necessárias ações complementares de acessibilidade para este público. Em todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto, terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para cada produto.
Todos os produtos do presente projeto serão disponibilizados ao público de forma totalmente gratuita. Propomos ainda: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição - O CATÁLOGO SERÁ DISPONIBILIZADO ONLINE PARA AMPLO ACESSO AO PÚBLICO, ASSIM COMO A VERSÃO EM AUDIOLIVRO.
Ana Caniatti (Coordenação de projeto e assistente de curadoria) Formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou no FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada do Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB. Teca Sandrini (artista e palestrante) Teca, como prefere ser chamada, é uma referência no campo da arte e também da gestão cultural. Nascida em Curitiba em 1944, formada pela EMBAP em 1967, nas décadas seguintes estagiou em ateliês na Argentina e nos Estados Unidos. Após a bagagem estrangeira adquirida e se dividindo nos papéis de mulher-mãe e mulher-artista e profissional, conciliou desde então a vida de artista com a atuação em cargos de liderança de diversas instituições públicas. Expôs em cidades como Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Cleveland, Washington, Madri, Lyon, entre outras. Teve uma atuação marcante como Diretora do Museu Oscar Niemeyer em Curitiba de 2011 a 2017, adequando os recursos de acessibilidade do museu sobretudo dos deficientes visuais e de baixa visão. Maria José Justino (curadora) Possui mestrado em Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1983) e doutorado em Estética e Ciências das Artes pela Universidade de Paris VIII (1991). Desenvolveu em 2007-2008 estágio de pós-doutorado na EHESS-École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris). Integra o Grupo de Pesquisa “Teoria, Crítica e História da Arte”, pela Embap. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Arte Contemporânea, História da Arte Brasileira, Crítica de Arte, História da Arte Paranaense, Estética e Arte e Sociedade. Atualmente, é diretora da Escola de Música e Belas Artes do Paraná e atua como curadora independente. Entre suas obras, destacam-se Guido Viaro/Um Visionário da Arte (Editora do Museu Oscar Niemeyer, 2007). Frans Krajcberg, a Tragicidade da Natureza pelo Olhar da Arte (Travessa dos Editores, 2005); MusA Acervo do Museu de Arte da UFPR (PROEC, 2002), organizadora; O Banquete Canibal Modernidade em Tarsila do Amaral (UFPR, 2002); 11 Anos de Cultura, Arte e Cidadania Festival de Inverno da UFPR (PROEC, 2001), organizadora; Seja Marginal, Seja Herói: Modernidade e Pós Modernidade em Hélio Oiticica (Editora UPFR, 1999); 50 anos do Salão Paranaense (SEEC-PR, 1995), organizadora. Em maio de 2013, lançou o livro Mulheres na Arte. Que Diferença Isso Faz? Por meio do estudo de artistas plásticas emblemáticas (como a mexicana Frida Kahlo e a brasileira Lygia Clark), a autora recoloca em discussão a pergunta sobre a diferença de gêneros na arte. O prefácio é do diretor da École des Hautes Études en Siences Sociales, Jacques Leenhardt, universidade francesa na qual Maria José concluiu seu pós-doutorado em ciências da arte. Sua produção bibliográfica contém ainda dezenas de artigos em publicações científicas e em periódicos, além da participação em diversas obras coletivas. Gilmar Kaminski (diretor de produção) Gilmar Kaminski é produtor cultural formado no Curso de Tecnologia em Produção Cênica da UFPR (2017), com passagem pelo Curso Superior de Teatro da Universidade do Minho (Portugal). Desde 2014, desenvolve projetos culturais nas diversas linguagens artísticas - teatro, música, audiovisual, literatura e patrimônio cultural. Em 2016, funda a Flutua Produções. É um dos coordenadores da Bienal de Quadrinhos de Curitiba, um dos principais eventos dedicados às HQs do Brasil, desenvolvendo projetos em território nacional e no exterior, através do Programa Brasil em Quadrinhos (em parceria com o Ministério das Relações Exteriores); é também diretor de produção da Súbita Companhia de Teatro e d'A Armadilha Cia de Teatro. Dentre os últimos trabalhos, destacam-se: “Ressaca”, da Súbita Companhia (dramaturgia de Camila Bauer, Carla Kinzo e Vinícius de Souza e direção de Maíra Lour); "Ovos não têm janela", direção de Beto Bruel; o projeto "Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem" (livro, exposição e adaptação para quadrinhos); o espetáculo "AQUI - Amanhã é outra imagem", da Súbita Companhia; a "Semana de la Historieta Brasil-Perú", festival de quadrinhos brasileiros em Lima; e o espetáculo “Dezembro”, d’Armadilha Cia de Teatro. OBS.: A proponente, Ana Eliza Caniatti Rodrigues, será responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, será remunerada pelas rubricas de Coordenação de Projeto (custos administrativos), além de Assistência de Curadoria..
PROJETO ARQUIVADO.