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PRONAC 241727Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FREELY – APRENDER A SENTIR É MÁGICO

MUK PRODUÇÕES S/S LTDA. ME
Solicitado
R$ 1,51 mi
Aprovado
R$ 1,51 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-06
Término
2025-10-06
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a realização do espetáculo musical infantil "FREELY _ APRENDER A SENTIR É MÁGICO".

Sinopse

O espetáculo musical conta a história de Freely e seus amigos, Luli e Dudu, na busca por um “Catalizador de Ideias” perdido em uma floresta perto da escola onde estudam. Nesta jornada, descobrem a importância dos sentimentos, do respeito ao próximo e sobre trazer para mundo concreto aquilo que já não cabe no peito.

Objetivos

Objetivo Geral O Objetivo Geral do projeto é realizar apresentações teatrais do espetáculo musical infantil "FREELY _ APRENDER A SENTIR É MÁGICO", em temporada de 2 meses na cidade de São Paulo. Objetivo Específico 16 (dezesseis) apresentações teatrais, durante 2 meses, com 08 (oito) apresentações por mês, em teatro na cidade de São Paulo, da peça "FREELY _ APRENDER A SENTIR É MÁGICO", com ingressos entre R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia). CONTRAPARTIDA SOCIAL: 2 (dois) ensaios abertos seguidos de debates para estudantes e professores da rede pública de ensino.

Justificativa

FREELY _ APRENDER A SENTIR É MÁGICO nasceu na internet em 2019 pelas mãos da MUK. Em formato de animação (episódios musicais), o menino que tem um mundo inteiro de sentimentos nos cabelos e sua turma logo conquistou crianças, professores/as e pedagogos/as por meio de um canal específico criado no Youtube. A cada episódio Freely e sua turma lidam com uma questão cotidiana que serve como ferramenta de suporte aos pais e educadores na educação do dia a dia. Com o sucesso do projeto na internet, leva-lo para os palcos tornou-se inevitável. Porém, este espetáculo não faz nenhuma adaptação das histórias contadas nas animações. A ideia sempre foi criar uma nova história que ampliasse a abrangência da faixa etária do público-alvo. Para isso, foram convidados Daniel Warren e Maristela Chelala, profissionais que trabalham e dialogam com o público-alvo há muitos anos. A história que vamos contar é sobre aprender a sentir. É sobre trazer para mundo concreto aquilo que já não cabe no peito. É sobre saber acolher o que se sente e aprender a transformar o que pode nos machucar e machucar o outro. É uma história sobre escutar a si próprio e ao próximo. É uma história sobre aprender a não ser refém dos próprios sentimentos e conquistar a coragem de estar inteiro e verdadeiro na arena da vida. Levando conceitos tão importantes para o palco de uma forma lúdica e divertida, tendo a música como uma grande aliada para que a mensagem atinja nosso o público-alvo. É do mundo adulto que recebemos e aprendemos nossos modelos de "como sentir" e lidar com nossos sentimentos. Enquanto crianças, nossos olhos estão atentos a qualquer movimento, qualquer suspiro ou tom de voz de nossos cuidadores (mães, pais, avós, professores, etc..). Apenas um gesto ou uma expressão do rosto já é suficiente para gerar um entendimento de "como sentir". É através desses parâmetros que vamos enxergando o mundo que nos cerca. É nesse contexto que se fundamenta, junto com a circunstâncias externas de cada pequeno indivíduo, o repertório de gerenciamento dos sentimentos. Dependendo do que a criança apreende, quando sente raiva, pode se reprimir/se encolher, ou pode explodir e gritar. Ao se deparar com afeto, pode ficar envergonhada, ou pode expressá-lo de maneira a responder adequadamente ao seu desejo. São os adultos que mediam esse aprendizado para as crianças. Adultos que por sua vez aprenderam quando crianças com seus adultos e assim sucessivamente, numa cadeia quase infinita. A partir desse pensamento, nossa proposta toma forma, no sentido de que são os adultos, e não as crianças, que devem "aprender a sentir" em primeiro lugar. Para que depois possam ensinar seus pequenos. E "aprender a sentir" é uma jornada que muitos adultos, apesar de terem reponsabilidades de um mundo adulto, ainda não empreenderam. Freely e sua turma não terão caráter professoral ao se referir as emoções. Não estarão ensinando como sentir, estarão apenas sendo quem são, brincando e descobrindo coisas a sua volta. Sendo assim, temos um produto cultural de grande relevância e qualidade artística, com enorme potencial de impactar positivamente a vida cultural das crianças e seus pais. Se faz necessário a utilização de uso de recursos públicos, permitidos pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que o projeto é de cunho educacional, envolve uma ficha técnica capacitada e necessita de financiamento para atingir seus objetivos, acima apresentados. Abaixo, a transcrição dos artigos, incisos e alíneas referentes aos objetivos que serão alcançados pela proposta. Lei 8313/91 ARTIGO 1º Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Lei 8313/91 ARTIGO 3º Inciso II _ fomento à produção cultural e artística; Alínea e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

ESPETÁCULO TEATRAL: realização de 16 (dezesseis) apresentações teatrais do espetáculo musical “FREELY – APRENDER A SENTIR É MÁGICO”, realizadas aos sábados e domingos, durante 2 (dois) meses, em um teatro com capacidade de 300 lugares. A peça teatral terá classificação indicação livre e duração de 90 minutos, com ingressos entre R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia). OFICINA DE PRODUÇÃO TEATRAL: ofertada de forma gratuita a 40 jovens e adultos, moradores do distrito de Sousas (Campinas/SP). A atividade será ministrada pelo produtor Daniel Gaggini e terá duração de 1(um) mês/08 (oito) encontros, com carga total de 32 horas de atividades teóricas e práticas. O público-alvo será formado pessoas entre 16 e 35 anos de idade. Todo o material necessário será oferecido pela produção. Proposta: A proposta da oficina é abordar de modo prático e dinâmico, todas as etapas que compõem a criação de uma obra teatral - da ideia à estreia, além de aspectos relacionados a divulgação/promoção. O objetivo da oficina é oferecer ferramentas e capacitação para que artistas independentes, moradores do interior do Estado de São Paulo, tenham acesso a todo o processo que compõe a montagem de um espetáculo, seus meios de financiamento e promoção. Todos os alunos receberão um certificado de participação. Metodologia de Ensino: A metodologia a ser implantada na execução da OFICINA DE PRODUÇÃO TEATRAL está baseada na prática pedagógica de Paulo Freire (Pedagogia da Autonomia). Freire introduz “Pedagogia da Autonomia” explicando suas razões para analisar a prática pedagógica do professor em relação à autonomia de ser e de saber do educando. Enfatiza a necessidade de respeito ao conhecimento que o aluno traz para a escola, visto ser ele um sujeito social e histórico, e da compreensão de que "formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas" (p.. 15 do livro Pedagogia da Autonomia). Justifica, assim, o pensamento de que o professor não é superior, melhor ou mais inteligente, porque domina conhecimentos que o educando ainda não domina, mas é, como o aluno, participante do mesmo processo da construção da aprendizagem. Para Freire, “o respeito à autonomia e à dignidade de cada um é imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros (...) O professor que desrespeita a curiosidade do educando, seu gosto estético, sua inquietude, sua linguagem, mais precisamente, sua sintaxe e sua prosódia; o professor que ironiza o aluno, que o minimiza, que manda que "ele se ponha em seu lugar" ao mais tênue sinal de sua rebeldia legítima, tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, de estar respeitosamente presente à experiência formadora do educando, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência” (p. 66). 1(uma) oficina de produção teatral, ministrada pelo produtor Daniel Gaggini, no distrito de Sousas (Campinas/SP), com duração de 1 mês (oito encontros de 4 horas). Totalizando 32 horas de atividades complementares e beneficiando até 40 jovens e adultos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO TEATRAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Realizar as 16 apresentações em um teatro que garanta o acesso aos portadores de necessidades especiais, como: rampas de acessibilidade, lugares/espaços reservados para cadeirantes e portadores de deficiência física e banheiros adaptados que atendam a cadeirantes, portadores de aparelhos ortopédicos e próteses e a quem precise de apoio, como idosos e crianças. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS Manual em braile em todas as apresentações. Item planilha orçamentária: 23 ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: INTÉRPRETE DE LIBRAS 05 (cinco) apresentações do espetáculo com recursos de Intérprete de Libras. Item planilha orçamentária: 26 ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS A produção terá um monitor treinado para receber/acolher este tipo de público. Item planilha orçamentária: 6 CONTRAPARTIDA SOCIAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Os ensaios abertos serão oferecidos em um espaço que garanta o acesso aos portadores de necessidades especiais, como: rampas de acessibilidade, lugares/espaços reservados para cadeirantes e portadores de deficiência física e banheiros adaptados que atendam a cadeirantes, portadores de aparelhos ortopédicos e próteses e a quem precise de apoio, como idosos e crianças. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: INTÉRPRETE DE LIBRAS Intérprete de Libras. Item planilha orçamentária: 48 MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS Manual em braile Item planilha orçamentária: 47 ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS A produção terá um monitor treinado para receber/acolher este tipo de público. Item planilha orçamentária: 6

Democratização do acesso

10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 20% (vinte por cento) dos ingressos no valor de R$ 25,00 e; 50% (cinquenta por cento) dos ingressos no valor de R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) Em atendimento ao Artigo 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 2024, como medidas de ampliação de acesso: 2 (duas) conversas entre artista da peça e público no final de 2 apresentações. 1(uma) oficina de produção teatral, ministrada pelo produtor Daniel Gaggini, no distrito de Sousas (Campinas/SP), com duração de 1 mês (oito encontros de 4 horas). Totalizando 32 horas de atividades complementares e beneficiando até 40 jovens e adultos.

Ficha técnica

MARISTELA CHELALA – dramaturgia e direção DANIEL WARREN – dramaturgia e direção DANIEL GAGGINI – direção de produção e proponente FERNANDA MAIA – direção musical DINHO HORTENCIO – direção de movimento THALITA TREVISANI – coreografia CHRIS AIZNER – cenário, figurino e caracterização MARISA BENTIVEGNA – iluminação BIJARI – projeções e vídeo mapping MAÍRA NAKAZAKI – ilustrações CURRÍCULOS MARISTELA CHELALA Dramaturgia/Direção Formada em artes cênicas pelo INDAC, desde 99, desenvolve trabalhos como atriz, dramaturga e diretora teatral. Atualmente dirige para a Cia Novelo o espetáculo O GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ, em cartaz no Parque Augusta. Também assinou a direção dos espetáculos O REINO SEM CRIANÇAS e A COMÉDIA DOS ERROS, e adaptou e dirigiu os espetáculos O MISTÉRIO NO EXPRESSO DO ORIENTE e SETE HISTÓRIAS PARA CONTAR. Foi atriz do grupo TAPA de 2002 a 2006. Ministra aulas nos cursos profissionalizantes de atores no INDAC, COLÉGIO SION, FACULDADE SÃO CAMILO, entre outros. DANIEL WARREN Dramaturgia/Direção Formada em artes cênicas pelo INDAC desde 2000, desenvolve trabalhos como ator, apresentador, professor e diretor teatral. Para o Canal Gloob, idealizou, roteirizou e protagonizou o programa infantil CLICK. No teatro infantil, atuou e produziu o espetáculo O SEMEADOR DE IDEIAS. No espetáculo infantil TEATRO DE IDEIAS, Warren mistura a ficção e a realidade de construir diversos objetos utilizando materiais recicláveis e equipamentos tecnológicos que prendem a atenção das crianças, além de passar conhecimento. O espetáculo foi um sucesso de público e crítica, o que permitiu ao artista levar a experiência realizada no palco, para diversas escolas e para a Internet, onde seus vídeos educativos têm milhares de visualizações. Ao lado de Maristela Chelala escreveu e atuou no espetáculo do solo PONTO DE VISTA DE UM PALHAÇO. DANIEL GAGGINI Direção de Produção e proponência do projeto Atua há mais de 25 anos no mercado, idealizando e produzindo projetos em diversas áreas artísticas e culturais. Já produziu mais de 20 espetáculos teatrais no Brasil e exterior, entre eles, OS TRÊS MUNDOS, indicado a 14 dos principais prêmios de teatro e vencedor do Prêmio Shell, categoria Melhor Cenário; PENTE FINO; A PROPOSTA; O VENTRE DO MINUTAURO, entre outros. No audiovisual, é responsável pela produção de 04 longas-metragens, 25 curtas-metragens e 01 série para TV, que, juntos, receberam mais de 40 prêmios. Também idealizou e produziu 07 Festivais de Cinema, 01 Mostra de Teatro e projetos socioculturais que já capacitaram mais de 1.500 jovens. Foi curador do Festival Cultura Inglesa; foi eleito Personalidade do Ano pelo Prêmio Acessibilidade, Cidadão Nota 10 pela Revista Veja e indicado ao Prêmio Shell, na categoria Inovação. FERNANDA MAIA Direção de Musical Formada em Música pela Universidade Federal da Paraíba e com especialização em música pela Faculdade Santa Marcelina, atua nas áreas de dramaturgia, versionista, compositora, pianista e diretora musical, com vasta experiência na criação de espetáculos musicais infantis. Recebeu alguns dos mais importantes prêmios da área, como Bibi Ferreira, Reverência, APCA e Shell. Entre 1997 e 2015 foi coordenadora de Teatro Musical pelas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, também foi diretora musical dos grupos teatrais Teatro do Bardo e Núcleo Experimental, de 2005 até os dias de hoje. No teatro infantil, destaque para o seu trabalho nos espetáculos CANÇÃO DE AMOR E ROSA, MENINO LUA, CHOVENDO NA ROSEIRA, SONHOS NÃO ENVELHECEM, CHAVES, UM TRIBUTO MUSICAL, entre outros. DINHO HORTENCIO Direção de Movimento Possui formação técnica em teatro (Fundação das Artes de S.C. do Sul - 1997), graduação em Educação Física (Universidade Cruzeiro do Sul - 2008) e pós-graduação em Artes e Educação (2010). Experiência Profissional: É ator, diretor, professor e pesquisador da expressividade nas práticas circenses e teatrais (e suas intersecções), além das pedagogias em teatro e circo. Foi responsável pelas oficinas de teatro e circo para crianças e adolescentes no Instituto Coração de Jesus, em Sto. André. Ainda nesta cidade, é mestre da Escola Livre de Teatro, coordenando o núcleo pesquisa em circo e suas teatralidades e integrante da equipe do núcleo de formação. É professor na Universidade Anhembi Morumbi. Membro do Trópico Novo, coletivo de pesquisa em teatro-físico desde 2017. Diretor de movimento em trabalhos de diversos grupos como Cia. Lúdicos de Teatro Popular, Cia. dos Afetos, casa da Tia Siré, Cia. Novelo dentre outras. THALITA TREVISANI Coreografia Formada pelo Teatro-Escola Célia Helena. Bailarina formada pela Escola Municipal de Bailado. Bacharelada e licenciada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi. Intérprete-criadora da Cia Mariana Muniz de Teatro Dança (2008 a 2011). Integrou os Musicais NEW YORK NEW YORK, direção musical de Marconi Araújo e direção José Possi Neto; ROCK IN RIO pela Aventura Entretenimento, direção musical de Tony Lucchesi e direção de Rodrigo Nogueira; MAMONAS O MUSICAL, direção musical de Miguel Briamonte e direção de José Possi Neto. Assistente de coreografia para RF Promoções Artísticas nas Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016; Coreógrafa-assistente do programa Domingão do Faustão - Rede Globo. CHRIS AIZNER Cenário, Figurino e Caracterização Atuando no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista, realizou trabalhos ao lado de Diretores como Jô Soares, Antonio Araújo, Daniel Filho, Cacá Carvalho, Antunes Filho, Leonardo Moreira, José Possi Neto, Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Cassio Scapin, Maria Thaís, Newton Moreno, Odilon Wagner, Alonso Barros, Roberto Lage, entre outros. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA e BIBI FERREIRA. Seus trabalhos mais recentes são: SÍNTHIA e CAIS OU DA INDIFERENÇA DAS EMBARCAÇÕES; WIOSNA; HISTERIA, TRÓILO E CRÉSSIDA e A NOITE DE 16 DE JANEIRO; ODISSEIA; SUEÑO, COCK e ANJO DE PEDRA. MARISA BENTIVEGNA Iluminação Iluminadora e cenógrafa, estreou no Teatro profissional em 1990. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Recebeu diversos prêmios, entre os mais recentes: SHELL 2011 pelo cenário de O JARDIM da Companhia Hiato. APCA 2017 pelo conjunto dos trabalhos criados para teatro infanto-juvenil naquele ano. PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 pelos cenários dos espetáculos BUDA, GAGÁ E SKELLIG. PRÊMIO SHELL 2018 pela cenografia do espetáculo OS 3 MUNDOS. BIJARI Projeções e Vídeo Mapping É um centro de criação que desenvolve projetos na convergência entre arte, design e tecnologia. Para essa missão reúnem um grupo multidisciplinar composto por artistas, video-makers, arquitetos, cenógrafos, designers e estrategistas. Foram pioneiros na exploração linguagens contemporâneas como live-images (VJ), o video mapping e o video 360 no Brasil, participando de diversos eventos e festivais como On-OFF (Itáu Cultural), FILE, Sesc VideoBrasil, Red Bull Live Images, Nokia Trends, Skol Beats, SWU e Virada Cultural. No teatro: ADEUS PALHAÇOS MORTOS, OS 3 MUNDOS, HÁ DIAS QUE NÃO MORRO, O INEVITÁVEL TEMPO DAS COISAS, entre outros projetos. MAÍRA NAKAZAKI Ilustrações Ilustradora e designer gráfico autodidata, desde 2006 dedica-se a projetos voltados ao público infantil desenvolvendo artes para a área didática como ilustrações didáticas e objetos educacionais digitais. Entre seus clientes estão: TV Cultura, SBT, Sanrio, Moranguinho, Backyardigans, Foroni, Mattel, Barney, editora SM, editora do Brasil, Faber Castell, Freely - Aprender é Mágico, Bob Zoom e Show da Luna.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.