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O projeto " TEM ARTE NA PRAÇA" busca realizar a reativação do espaço comunitário A PRAÇA, importante ponto de encontro e integração dos moradores da região da Bresser/ Mooca, que teve suas atividades interrompidas pela pandemia da COVID 19, e até hoje encontra-se inativo. Para isso, o projeto propõe uma retomada das atividades no espaço, com aulas semanais gratuitas de circo e teatro para crianças e adolescentes a partir dos 6 anos de idade.
PRODUTO OFICINAS: Oficinas de teatro: oficinas de iniciação teatral para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com duração de 2 horas cada,abordando os seguintes conteúdos:consciência e expressão corporal,jogos teatrais, improvisação, técnicas vocais, jogos dramáticos e montagem teatral. Oficinas de circo: oficinas de iniciação circense para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com duração de 2 horas cada, abordando os seguintes conteúdos:acrobacias e portagens de solo, manipulação e técnicas de bambolê e malabares,palhaçaria e criação de números circenses. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: O circo tá na área- uma varietê circense. Reunindo diversos artistas circenses, os palhaços Pira e Ossildo conduzem um espetáculo de variedade circense, com números de acrobacias, malabarismo, contorção, pirofagia e outras modalidades. O espetáculo busca apresentar e introduzir o universo circense ao respeitável público de todas as idades. Os números apresentados no espetáculo, assim como os artistas, trazem essa típica característica do circo, ser plural, apresentando números que apontam as múltiplas possibilidades do corpo e suas virtuosidades. Classificação indicativa:Livre.
Objetivo geral: Ampliar o acesso às artes cênicas e promover atividades à crianças e adolescentes no período do contraturno escolar. Objetivos específicos: -Oferecer gratuitamente oficinas de circo e teatro para crianças e adolescentes dos 6 aos 16 anos,moradores da região da Bresser-Mooca e Brás , a serem oferecidas em 2 períodos (matutino e vespertino), semanalmente, durante 8 meses, sendo 2 turmas de teatro e 2 de circo, com duração de 2 horas, com 30 vagas oferecidas em cada turma.Somando uma média aproximada de 120 oficinas.-Alcançar uma média de 60 crianças e adolescentes vindas das regiões Bresser-Mooca e Brás.-Oferecer transporte gratuito aos participantes e responsáveis, residentes a mais de 2 km de distância do local "A praça" para participação nas oficinas e apresentações.-Realizar 1 registro em vídeo do processo das oficinas e sua contribuição na vida dos participantes e familiares.-Realizar 1 apresentação pública de um espetáculo teatral e 1 mostra circense com os participantes das oficinas, aberta à comunidade local, sendo 2 turmas, com uma apresentação de cada, realizadas no mesmo dia.-Realizar 1 registro em vídeo das apresentações públicas dos participantes e disponibilizar gratuitamente o link para os pais e responsáveis.-Oferecer gratuitamente 1 apresentação do espetáculo circense "O circo tá na área- uma varietê circense", espetáculo de variedades circenses, no Arsenal da Esperança, aberto a comunidade.
No dia 23 de fevereiro de 2013 iniciou-se a iniciativa da "Praça", fruto da parceria entre o SERMIG - Fraternidade da Esperança e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários. A Praça nasceu como um espaço de encontro da juventude, para a realização de atividades de promoção da vida e de fortalecimento da comunidade; com o intuito de estimular a vontade de fazer mais pelo bairro e pela cidade. A sede dessa iniciativa é a pequena capela localizada na esquina do cruzamento da Rua Doutor Almeida Lima com a Rua Visconde de Parnaíba, no bairro da Mooca. A Praça realizava antes da pandemia da COVID 19, uma série de atividades que transformaram não apenas o espaço da antiga capela, mas também o entorno, criando possibilidades de encontro e trocas de conhecimento. Algumas delas eram: aulas de judô, alongamento,dança,aulas de línguas estrangeiras (inglês e francês),gincanas para as crianças do bairro, organização do bloco de carnaval Batuca-Bresser (que reúne os acolhidos do Arsenal da Esperança com a comunidade), dentre outras ações.Com a pandemia todas essas atividades foram interrompidas, e desde então o espaço está inativo. O projeto " TEM ARTE NA PRAÇA" busca realizar a reativação desse espaço comunitário, importante ponto de encontro e integração dos moradores da região. Para isso, o projeto propõe uma retomada das atividades no espaço, com aulas gratuitas de circo e teatro para crianças e adolescentes a partir dos 6 anos de idade.Muitas crianças e adolescentes passam tempo ocioso no período de contraturno escolar, principalmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Com o projeto busca-se promover a integração e o desenvolvimento dos mesmos, para que possam sentir-se pertencentes e ocupar o território em que vivem, através de conhecimentos específicos proporcionados pelas vivências do circo e do teatro, como a coordenação motora, a propriocepção, comunicação e expressão verbal e corporal, consciência corporal, trabalho em equipe e desenvolvimento de senso crítico. Em seguimento ao Artigo 3º da lei 8.313/91 que visa a " c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos ". A comunidade local é composta também por imigrantes, em sua maioria bolivianos, que muitas vezes não têm com quem deixar os filhos para suas longas jornadas de trabalho; sendo assim, o projeto pode funcionar como importante aliado também para essas famílias. Com a realização do projeto, é possível que outras ideias e projetos sejam criados e fomentados para esse espaço, tornando-o um ponto de encontro e cultura importante na região. O projeto promoverá fomento à economia criativa, além de servir para possibilidade de renda dos artistas envolvidos, poderá movimentar o comércio local com possíveis compras para o projeto. Além disso, o projeto prevê atividade de integração com o Arsenal da Esperança, centro de acolhida para pessoas em situação de rua, também localizado na região, que desde 1996 realiza um trabalho importante de cuidado e valorização à vida; com o oferecimento de um espetáculo de variedade circense chamado "O circo tá na área- uma varietê circense", que integra artistas com diferentes habilidades e técnicas, promovendo também a democratização do acesso à arte; em acordo com o Artigo 1º da Lei 8.313/91, " I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."
Todas as informações referentes ao projeto já foram apresentadas nos itens anteriores.
Espetáculo de Artes Cênicas (Circo) - 1 sessão do espetáculo, com duração aproximada de 50 min. Oficinas de teatro: aproximadamente 72 oficinas de iniciação teatral para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com duração de 2 horas cada,abordando os seguintes conteúdos:consciência e expressão corporal,jogos teatrais, improvisação, técnicas vocais, jogos dramáticos e montagem teatral. Oficinas de circo: aproximadamente 72 oficinas de iniciação circense para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com duração de 2 horas cada, abordando os seguintes conteúdos:acrobacias e portagens de solo, manipulação e técnicas de bambolê e malabares,palhaçaria e criação de números circenses.
Acessibilidade física: O projeto será realizado em dois locais, conforme descritos abaixo: “A praça”- realização de oficinas e apresentações finais: O projeto custeará implantação de rampa de acesso na entrada principal,( item RAMPA DE ACESSO/INSTALAÇÃO na planilha orçamentária) que dá acesso ao salão principal,espaço amplo, cujo piso é liso, e de fácil locomoção,para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. “Arsenal da esperança”- o espaço é amplo e plano, com fácil acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Conta com barras de apoio e sua infraestrutura. Além disso, conta com banheiro acessível para cadeirantes, com barras de apoio e espaço para locomoção de cadeira de rodas. Acessibilidade de conteúdo: Oficinas: DEFICIENTES AUDITIVOS - Através da ficha de inscrição, os participantes das oficinas poderão declarar se tem necessidades especiais; caso haja necessidade será contratado intérprete de libras para todas as oficinas, para os participantes com deficiência auditiva. (Item intérprete de libras na planilha orçamentária). DEFICIENTES VISUAIS- Os oficineiros realizarão suas auto descrições e do espaço, e promoverão que os outros participantes façam o mesmo, e o assistente de produção auxiliará os participantes no acesso ao local das aulas. Os oficineiros descreverão os exercícios e atividades oralmente e se necessário através do contato tátil, para os deficientes visuais. Para os participantes que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, e informarem a necessidade na ficha de inscrição, será contratado monitor para acompanhar todas oficinas e atender às suas necessidades. (Item monitor da planilha orçamentária). Para o produto APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: “O circo tá na área- uma varietê circense”- contará com intérprete de libras e audiodescrição no local . (Itens intérprete de libras e audiodescrição na planilha orçamentária).
Na intenção de proporcionar a popularização aos produtos oferecidos pelo projeto, as vagas para oficinas, ingressos para apresentações públicas dos alunos e ingressos para o espetáculo circense, serão distribuídos de forma totalmente gratuita. Serão disponibilizadas 30 vagas para cada oficina ,somando um total de 120. Para a apresentação pública das oficinas, serão oferecidos 150 ingressos gratuitos. Para a apresentação do espetáculo “O circo tá na área- uma varietê circense” serão oferecidos 1.500 ingressos gratuitos; além disso, o espetáculo será transmitido ao vivo pela internet através das redes sociais do Arsenal da Esperança, Instagram, página do facebook, e pelo canal do youtube. Será oferecido transporte gratuito aos participantes que residirem a mais de 2km do local de realização das oficinas, o espaço “A praça” , sediado em R.Dr. Almeida Lima, 750-Mooca,São Paulo-SP, 03164-000; para acesso às aulas, saindo sempre de endereço fixo na R. Caetano Pinto,618- Brás, São Paulo - SP, 03041-000. Também será oferecido transporte para acesso à apresentação pública das oficinas e apresentação do espetáculo circense no Arsenal da Esperança, localizado em R. Dr. Almeida Lima, 900 - Mooca, São Paulo - SP, 03164-000, saindo também do mesmo endereço no bairro do Brás.
Coordenação de projeto - Nayara Rocha (A proponente será remunerada neste item e será a responsável pelo gerenciamento e administração do projeto). Nayara Rocha é atriz, palhaça, arte-educadora e pesquisadora teatral. É formada em Atuação pela SP Escola de Teatro, em palhaçaria pelo PFP) (Programa de Formação de Palhaços Jovens dos Doutores da Alegria) e bacharela e licenciada em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, tendo se formado com a dignidade acadêmica Summa cum Laude pelo desempenho durante o curso. Atuou como produtora executiva nos seguintes espetáculos: Mutações( Direção: André Guerrero Lopes; Texto: Gabriela Mellão; Com Luís Mello E Grande Elenco, em 2023); O Céo Uniu Dois Corações (Direção :Fernando Cardoso; Direção De Produção:Marcos Thadeus, em 2022); O Doente Imaginário (Direção: André Kirmayr; Iluminação: André Grynwasky; Cenografia e Figurino:Kleber Montanheiro, em 2021); Quando Ismália Enlouqueceu - Direção: Fernando Cardoso; Direção Musical: Tato Fischer, em 2019); Lyson Gaster No Borogodó (Direção: Carlos Abc. Direção De Produção: Marcos Thadeus; Direção Musical:Tato Fischer, em 2018);Cabaré Literótico Musicado( Direção : Lígia Pereira; Direção Musical: Tato Fischer, em 2017).Foi atriz da CETA (Companhia Estável de Teatro Amador de Piracicaba), durante dois anos. Como atriz também participou dos seguintes espetáculos: O país está consternado (Texto: Matéi Visniec; Direção: Marcelo Braga, em 2017); Borandá (Texto: Luís Alberto de Abreu; Direção: Simoni Boer, em 2016); Enfim, sãos! (Texto: criação coletiva; Direção: Thais Ferrara, em 2015); Um bonde chamado desejo (Texto: Tennessee Willians; Direção: Renata Zanetta, também em 2015): Eles não usam Black-tie (Texto: Gianfrancesco Guarnieri; Direção: Deborah Serretiello, em 2014). Clowns Fabulando (Texto: Criação coletiva: Direção: Cida Almeida, em 2012); O ferreiro e a morte (Texto: Autor desconhecido; Direção: João Scarpa e Ricardo Araújo, em 2011); Beira Rio (Texto: Reinaldo Santhiago; Direção: João Scarpa e Ricardo Araújo, em 2010). Também trabalhou como educadora em espaços culturais como o SESC Belenzinho e o Museu da Diversidade Sexual. Em 2018 foi oficineira da Paixão de Cristo de Piracicaba. Produtor executivo- Allan Corrêa- Allan Corrêa é ator, produtor teatral e arte-educador. Aos 07 anos de idade teve sua primeira experiência teatral na igreja, onde descobriu sua paixão pela arte. Aos 12 anos formou sua primeira companhia teatral em conjunto com jovens atores na Escola Estadual Emília de Paiva Meira. É Bacharel e Licenciado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, tendo se formado com dignidade acadêmica Cum Laude pelo desempenho durante o curso. Como ator participou dos seguintes espetáculos:Os 3 Porquinhos e o Desafio do Lobo, Mário e Luigi a Aventura,Wandinha, Bluey no Teatro (em 2023 pela DMax produções) ;O país está consternado (Texto: Matéi Visniec, Direção: Marcelo Braga, em 2017); Borandá (Texto: Luis Alberto de Abreu, Direção: Simoni Boer, em 2016); Um Bonde Chamado Desejo (Texto: Tennessee Willians, Direção: Renata Zanetta, em 2015); Eles não usam Black-tie (Texto: Gianfrancesco Guarnieri, Direção: Deborah Serretielo, em 2014); O auto da barca do inferno ( Texto: Gil Vicente , Direção: Clenira Isabel, Adaptação: Allan Corrêa, em 2008); O Ateneu (Texto: Raul Pompeia, Direção e adaptação: Allan Corrêa, em 2007), O crime do padre Amaro ( Texto: Eça de Queiroz, Direção e adaptação: Allan Corrêa, também em 2007); Iracema (Texto: José de Alencar Direção e adaptação: Oswaldo Araújo, em 2006); Um milagre de Natal, (Texto colaborativo, Direção: Amábili Regina, em 2005); Do getsemami ao sepulcro (Texto colaborativo, Direção: Sulamita Nicoletti, em 2004).Como ator também participou do curta-metragem O Sistema, (Texto e direção: André Zampieri, em 2015).Foi professor assistente no Colégio Santa Mônica, em 2016. Também realizou trabalhos como produtor para a DMAX Produções. Assistente de produção- a definir Oficineira de teatro- Nayara Rocha (A proponente será remunerada neste item). Oficineiros de circo: Henrique vasques- Henrique Vasques- Palhaço, ator, músico e pesquisador teatral e circense. É Bacharel e licenciado em Teatro pela universidade Anhembi Morumbi. Também é formado pelo curso técnico em Teatro pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas e no curso de Humor pela SP Escola de Teatro. Colaborou no Centro de Memória do Circo com pesquisas históricas do circo brasileiro e na realização de diversos eventos como apresentações circenses, exposições, publicações, palestras, debates, entre outras ações. É co-fundador da Cia Popular de Circo e Teatro, onde pesquisa as linguagens do teatro popular e especialmente a palhaçaria. Franklin Palência- Multiartista Venezuelano, Licenciado em Administração de custos na UPTA Federico Brito Figueroa - La Victoria, Estado Aragua, Venezuela, em 2013, Designer Industrial formado pelo Instituto Darias de Diseño - Caracas Venezuela, em 2015 e Produtor Audiovisual formado pela UNEARTE- CECA Portuguesa, em 2017. Jeancely Castillo- é artista circense venezuelana, Licenciada em Educação Integral pela U.N.E "Simon Rodriguez", também atua como fotógrafa, produtora e figurinista. Sua experiência profissional inclui períodos como Arte Educadora na Escuela De Circo Social Del Estado Portuguesa-Araure na Venezuela, onde ministrou aulas de bambolê e preparo físico, e como Diretora de Fotografia na meia metragem "Floresta no Quintal". Além disso, trabalhou como Artista de Circo de Lona no "Orion Circus" e atualmente no "Douver Circus", bem como em projetos de produção como o espetáculo circense "O Canhão com a Bala Humana" e o Freestyle Circense - Street Circus Itapevi. Jeancely também acumulou experiência como fotógrafa em eventos, como o lançamento do livro "O Diário de Polydoro" no Centro de Memória do Circo e no "Street Circus Itapevi" na Virada SP Itapevi em 2022. Além disso, trabalhou como Assistente de Produção no Instituto Ecotece. Artistas espetáculo: Camila Costa Franklin Palencia Henrique Vasques Jeancely Castillo Nayara Rocha (A proponente será remunerada neste item) Rodrigo Abreu Vulcanica Pokaropa - Travesti formada em Fotografia, Mestra em teatro pela UDESC, Doutoranda em Artes pela UNESP, sua pesquisa aborda a presença de pessoas Transexuais, Travestis e Não Bináries no Teatro, Performance e Circo. Integra a Cia Fundo Mundo de Circo formada exclusivamente por pessoas trans. Performer, Poeta, Artista Plástica e Visual, Produtora Cultural. Figurinista e aderecista: Karine Lopes - Figurinista, aderecista e palhaça. Especializada em Arte Educação pelo Centro Universitário SENAC. Bacharela em Têxtil e Moda na Universidade de São Paulo (USP); Formada em cenografia e figurino pela SP Escola de Teatro; Técnica em modelagem do vestuário pela ETEC Tiquatira. Pesquisa o universo da palhaçaria desenvolvendo figurinos, adereços e cenários para grupos/Cias nesta linguagem. É cofundadora da dupla de palhaços Buiú & Teta, contemplada pela 4ª Edição do Fomento ao circo, que culminou no espetáculo A Trombeta Apocalíptica, sob direção de Cida Almeida. Participou do projeto Sou de Circo, programa de formação e experimentação em museologia e história do circo. Coordenou a manequinagem para a exposição Piolin, o palhaço Modernista com curadoria da Verônica Tamaoki, e projeto expográfico de Pedro Mendes da Rocha, ambos pelo Centro de Memória do Circo. Cenógrafo: a definir Monitores: a definir Operador de som: a definir
PROJETO ARQUIVADO.