| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02709449000159 | Petrobrás Transporte S. A | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
O projeto objetiva a circulação do espetáculo Circo Science _ do Mangue ao Picadeiro - produzido pela OSC Escola Pernambucana de Circo, com 28 anos de história, pela região Centro Oeste e Sudeste, atendendo a 04 capitais de 04 estados destas regiões, sendo Goiânia em Goiás; Campo Grande em Mato Grosso do Sul; São Paulo/Capital e Belo Horizonte em Minas Gerais, realizando 08 apresentações no total, para difundir o trabalho da sua Trupe Circus, composta por adolescentes e jovens, negros e negras das periferias do Recife. Tais regiões se deu, por já temos um trabalho reconhecido no estado e no Nordeste, na formação profissional, com inovação na área artística circense, quebrando preconceitos sobre a valorização das juventudes como artistas pretos e pretas, das periferias da cidade, no entanto, desejamos ampliar a visibilidade e reconhecimento por isso, o Sudeste, mas também queremos ir onde acreditamos que precisamos levar nossa experiência, no caso para o Centro Oeste.
Circo Science do Mangue ao Picadeiro...como vivemos esse processo, dando um passo à frente...saindo do mesmo lugar! Circo Science, o espetáculo, é uma obra idealizada em homenagem a esse grande artista pernambucano que foi e que ainda é: Chico Science e aos 30 anos do movimento Manguebeat e do lançamento do primeiro CD de Chico e sua banda Nação Zumbi, o super famoso Da Lama ao Caos. Encaixamos cada música remixada para o momento, e percebemos como tudo que acontece nos movimentos das periferias do Recife ainda é resultado do Movimento Mangue, principalmente o que é desenvolvido por gripos minoritarios e marginalizados: artista, negro, gay, periférico, e como é tudo tão atual, então é a cara de TODES que fazem parte do espetáculo, jovens, negros e negras, que fazem arte e cultura nas periferias do Recife e que precisam ser vistos, valorizados, ouvidos e terem apoio em todos os sentidos para manterem seus trabalhos, suas vidas e sua arte pulsante, que dá outra cara e tira o preconceito quando se fala em periferias, em favelas. Adentramos neste universo, nos envolvemos na lama do mangue, dançamos ao som de cada música, fomos descobrindo coisas, fomos nos vendo, fomos nos aproximando de Chico Science e do movimento mangue, fizemos um movimento, cá dentro de nós, e entre nós, Trupe Circus – coletivo, união, persistência, RESISTÊNCIA! Caso Chico estivesse vivo, o que ele estaria defendendo e dando visibilidade com o movimento mangue nas periferias da cidade? Essa foi a pergunta que nos norteou durante todo o processo de criação, por isso a importância da inclusão da força feminina, da comunidade LGBTQIAPN+ e do movimento Brega Funk. No circo pode tudo, e com isso não poderíamos deixar de ser ousados, como Chico Science foi! Adentramos em emoções internas e externarmos as angustias guardadas durante toda nossas vidas, os preconceitos vividos, a desigualdade social gritante, nos permitimos a tudo isso com o desejo latente de mostrar a necessidade dos nossos corpos e corpas presentes. Somos diversos. Somos pretos, somos mulheres, somos gays, somos lésbicas, somos uma Trupe Circense! E Viva a Diversidade! Através dos números circenses, das coreografias, das expressões, dos nossos movimentos, o público irá reviver grandes sucessos do grande Chico Science, e dos ritmos mais atuais do momento, o que a gente escuta, o que a gente dança, o que a gente veste, como nos movemos, como nos definimos, como nos mostramos, como somos. O que rola na periferia atualmente faz parte do Movimento Mangue, sem nem percebermos ele faz mover um poder que TEMOS SIM! O que apresentamos no espetáculo é uma superação de limites e desafios, unimos números tradicionais circenses a números inéditos criados e elaborados por toda a Trupe Circus, e cada um que assistir ao nosso espetáculo, vai se identificar com algo que estaremos mostrando, vivendo, e vai se permitir viver histórias, memórias, identificações, emoções, porque é isso que o circo faz: alegrar, encantar e emocionar!
Geral: Difundir e ampliar a visibilidade, para além do Nordeste, do trabalho desenvolvido pela Escola Pernambucana de Circo há 28 anos, através da sua Trupe Circus, de formação profissional de adolescentes e jovens, negros e negras, das periferias do Recife, em artistas circenses, valorizando ainda mais o trabalho artístico que fazem na pesquisa para uma inovação estética através da nossa diversidade cultural no campo das ates do circo. Específicos: - Ampliar a visibilidade e difundir o trabalho de formação profissional de adolescentes e jovens negros e negras no campo das artes circenses, atendendo 20 pessoas diretamente da Trupe Circus e da OSC Escola Pernambucana de Circo; - Realizar 01 circulação do espetáculo Circo Science _ do Mangue ao Picadeiro, que homenageia o grande mestre da música contemporânea pernambucana: Chico Science e os 30 anos do Movimento Manguebeat, criado por ele e outros artistas pernambucanos; - Realizar 08 apresentações do espetáculo Circo Science _ do Mangue ao Picadeiro, sendo duas em cada estado das regiões Sudeste e Centro Oeste; - Atender 04 estados de 02 regiões do país/Centro Oeste e Sudeste, sendo - Góias, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais; - Realizar, antes da circulação, 02 apresentações, na sede da Escola Pernambucana de Circo, para o público em geral das comunidades da zona norte do Recife, aonde atuamos há 28 anos; - Atender um púbico total de 5.720 pessoas do púbico em geral nas 10 apresentações, contando as 02 em Recife, e as 02 de cada cidade/estado, sendo 300 por dia em Recife e 600 em cada apresentação nas cidades/estados. - Gerar emprego e renda diretos para cerca de 30 artísticos e técnicos envolvidos no projeto; - Gerar renda para cerca de 60 pessoas envolvidas indiretamente com o projeto entre ambulantes atuantes em torno de onde acontecerão as apresentações e ensaios, trabalhadores de gráfica, transporte, carregadores, motoristas, ASGs, bilheteiros, camareiras, dentre outros; - Realizar 04 oficinas de iniciação às artes circenses, com duração de 06 horas, para 40 adolescentes e jovens, sendo 01 em cada cidade; - Realizar 08 rodas de diálogo após cada apresentação do espetáculo sobre processos de formação profissional no campo das artes e da cultura, de jovens, negros e negras, das periferias do país; - Realizar 04 workshops, com duração de 04 horas, para 40 pessoas, sobre processos de mobilização de recursos através das Leis de Incentivo à Cultura para OSCs, sendo 01 em cada cidade atendida pelo projeto; - Portanto o projeto atende um público total, contando os dois produtos de: 6.640 pessoas.
"Deixai que os fatos sejam fatos naturalmente, sem que sejam forjados para acontecer. Deixai que os olhos vejam pequenos detalhes lentamente". Chico Science O Movimento "Mangue beat" se desenvolveu nas cidades do Recife e Olinda/Pernambuco e invadiu a cena musical do país. Além da mistura dos ritmos, o grupo desenvolveu uma forma própria de exprimir visualmente. Foi e ainda é um movimento de contracultura surgido a partir de 1991, que a partir de Chico Science e sua Nação Zumbi, mistura ritmos regionais, como o maracatu, com rock, hip hop, funk, rock e música eletrônica e que teve ampla difusão e identificação entre as juventudes periféricas, negras, marginalizadas do país. O movimento teve como principais características, nas letras, críticas ao abandono econômico-social do mangue, da desigualdade de Recife (sendo apenas um reflexo do descaso do Estado fora do eixo Rio-São Paulo), tendo como referência os mangues e alagados da cidade de Recife, o caranguejo, forma de vida típica dos manguezais, que é capturado e vendido por trabalhadores da região, tornou-se o símbolo do movimento Mangue beat. Dessa forma, ressaltando a importância do Movimento Manguebeat e, principalmente a genialidade de Chico Science, que esse espetáculo aborda não só as questões que fizeram e fazem parte do Movimento, mas principalmente, a forma como as juventudes das periferias de Recife e depois do país se identificaram com o Movimento, e isso criou uma sinergia entre o movimento e as formas de expressões dessas juventudes: pobres, pretos e marginalizados, se viram e se identificaram com o Movimento. E é isso que o espetáculo Circo Science do Mangue ao Picadeiro traz para a cena: a identificação das juventudes que vivem nas periferias e dos morros de Recife com a expressão sócio cultural do movimento mangue beat, e a frase da música da Lama ao Caos, que completa 30 anos em 2024, e que foi uma ode do movimento para o mundo: "Eu me organizando, posso desorganizar", continua nos guiando a "saímos do mesmo lugar"! trazendo para a cena a realidade das juventudes negres das periferias e morros do Recife, nos envolvemos na lama do mangue, dançamos ao som de cada música, fomos descobrindo coisas, fomos nos vendo, fomos nos aproximando de Chico Science e do movimento mangue, fizemos um movimento, cá dentro de nós, e entre nós, Trupe Circus _ coletivo, união, persistência, RESISTÊNCIA! Caso Chico estivesse vivo, o que ele estaria defendendo e dando visibilidade com o movimento mangue nas periferias da cidade? Essa foi a pergunta que nos norteou durante todo o processo de criação, por isso a importância da inclusão da força feminina, da comunidade LGBTQIA+ e do movimento Brega Funk. No circo pode tudo, e com isso não poderíamos deixar de ser ousados, como Chico Science foi! E foi assim, que durante todo o processo de criação do espetáculo, nós tivemos que adentrar em emoções internas e externar as angustias guardadas durante toda nossas vidas, os preconceitos vividos, a desigualdade social gritante, nos permitimos a tudo isso com o desejo latente de mostrar a necessidade dos nossos corpos e corpas presentes. Somos diversos. Somos pretos, somos mulheres, somos gays, somos lésbicas, somos uma Trupe Circense! E Viva a Diversidade! Com isso, demos mais espaço às mulheres do que elas tiveram no auge do Movimento, ao brega funk, as drags queens, trouxemos para a cena, para os números circenses, para as músicas ressignificadas, as expressões atuais das periferias, para mostrar a força cultural que temos e que precisa ser mostrada. Somos esculturas de lamas - lama do mangue - rica como um dos nossos melhores ecossistemas, firmes e fortes, e estamos prontos para mostrar o que há de melhor para TODES! E é isso que queremos fazer com este projeto, ampliar a visibilidade de um trabalho que traz nele há 28 anos, a própria resistência: Existir e atuar com adolescentes e jovens, negros e negras, LGBTQIA+, mulheres, grupos marginalizados, para que TODES tenham oportunidades sócio pedagógicas, artísticas e culturais que possam lhe trazer forças de fazer emergir suas competências socioemocionais que lhe possibilitem sonhar sonhos possíveis, e como dizia o Mestre Paulo Freire, conquistem o direito de "Ser Mais": ser mais na vida, ser mais para si mesmos, para outros, para a sociedade, para suas famílias, para suas escolas, para suas comunidades e, por isso tudo, é que precisamos de recursos para continuarmos fazendo este trabalho e ampliando sua visibilidade para outras regiões do país, porque podemos dizer que somos um case de sucesso e isso precisa ser visto, reconhecido, experienciado, vivido, sentido, por outros públicos, por outras paragens, para dizermos ainda mais que é POSSÍVEL SIM TRANSFORMAR PELA ARTE. Assim, podemos afirmar que este projeto se justifica a partir do momento de que tudo que relatamos até agora, se enquadra nos objetivos do Art. 3º da referida norma com resultados que serão alcançados, como no I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023). Estreamos o espetáculo em outubro de 2023 e, com muita força e superação de desafios, como é o risco na própria arte circense, foi um estrondoso sucesso de público e de crítica. Todas as sessões que fizemos na sede da Escola Pernambucana de Circo, foram lotadas, com dias em que foi preciso fazermos duas sessões corridas. Para nós não foi surpreendente porque sabemos o poder que já temos de agradar ao nosso público, à nossas comunidades, ao público do meio artístico e cultural, mas nossa surpresa e satisfação veio com a participação do público de diversos outros segmentos, inclusive artistas e personalidades que fizeram parte ativamente do Movimento Mangue e que, não só aprovaram o espetáculo, mas se emocionaram, se viram, perceberam a necessidade e urgência da ressignificação que fizemos das músicas, para que tivessem essa pegada da juventude contemporânea, mas que também não perdessem a característica da crítica social que ainda é muito, muito necessária, como também a nossa diversidade cultural. Portanto, o mesmo se justifica ainda como de extrema relevância para a cultura local, regional e nacional, porque segundo o artigo II - fomento à produção cultural e artística, ele traz resultados que serão alcançados, mediante a alínea: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. E ainda no Artigo III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante as alíneas: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais, e o Artigo IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Se "eu me organizando, posso desorganizar". É porque é possível abalar e mudar o sistema como ele é. E isso trazemos no espetáculo: as expressões das juventudes contemporâneas e sua força para fazer sempre mais e mais em busca de um mundo melhor e mais igualitário pensando a partir da força das periferias e seus modos de vida, de convivência e suas expressividades.
O QUE É, QUEM FAZ PARTE DA TRUPE CIRCUS DA ESCOLA PERNAMBUCANA DE CIRCO, COMO FUNCIONAMOS, NO QUE ACREDITAMOS! TIRA UM TEMPINHO E VEM NOS CONHECER....GARANTIMOS QUE VAI VALER À PENA! “Para que uma arte sobreviva, ela precisa fazer escola” Annie Fratellini – Artista Francesa Sentido de grupo, a importância de cada um no coletivo, o sentido de cooperação, superação de desafios, trabalho em equipe, persistência, força de vontade, coragem, abertura ao novo, comunicação, disciplina, empatia, altruísmo, resolução de problemas, responsabilidade, autoestima e autoconfiança. Competências essas que estão intrinsecamente ligadas à pedagogia do circo social e que até hoje faz parte do trabalho artístico e estético da Trupe Circus. Um grupo composto por adolescentes e jovens negros e negras, pardos e pardas, moradores das periferias do Recife, que se formaram desde crianças na Escola Pernambucana de Circo e hoje são artistas circenses profissionais, que desenvolvem seu trabalho com foco no circo, mas também em tudo que os movem na vida em sociedade na contemporaneidade. Com mais de 15 espetáculos em seu repertório, sempre trabalhamos nos nossos espetáculos uma dramaturgia que traz nossa visão de mundo e o que queremos levar de reflexão para o público, juntando isso à nossa diversidade cultural nordestina, pernambucana e brasileira, o que nos transformou num grupo que tem uma identidade técnica e estética próprias, como diferencial nesse sentido e também por sermos um dos poucos grupos/trupes circenses tanto em Pernambuco, até no Brasil, que trabalha de forma coletiva, o que possibilita fazermos números que atualmente nãos e vê nas companhias circenses que atuam em solo, duos, trios, no máximo quartetos. Mas fazemos isso porque acreditamos que a coletividade que é uma premissa da arte circense é o que nos move, por isso, que somos circo social, mesmo atuando de forma profissional com as artes circenses, não esquecemos nem abandonamos nossas raízes, e esse é outro diferencial do nosso trabalho: somos uma trupe que tem objetivos com nossos espetáculos e na ação coletiva mantemos nossa missão de atuar através do circo social, porque nossas relações são diferenciadas, humanizadas, nossos espetáculos levam entretenimento mas, também reflexões, não trabalhamos apenas com o virtuosismo de um artista, mas de todos que fazem parte do elenco. De alguma forma, todos e todas contribuem para que o espetáculo seja bom, bonito, alegre, mágico e encantador, mas que o público leve consigo o pensamento de que: o que eu faço para mover o mundo para ser melhor para TODES NÓS! Atualmente os serviços artísticos produzidos pela Trupe Circus, como: espetáculos e números circenses, apresentações em diversos espaços como festivais, mostras, seminários, escolas privadas, escolas públicas, atividades lúdicas e recreativas em eventos corporativos públicos e privados, animações e recepções de festas diversas, oficinas de técnicas circenses, dentre outros, e está presente em várias ações do calendário de eventos da cidade e do Estado, e é responsável por 40% do orçamento de manutenção das atividades da Escola Pernambucana de Circo. Uma vantagem de nos contratar é que nos apresentamos em qualquer espaço, adequamos nossos espetáculos para ruas, teatros, praças, parques, quadras esportivas, dentre outros, o importante pra gente é estar aonde o povo está, e levarmos nossa diversão para o público em geral. Por isso, que quando você compra um serviço nosso, você está fazendo a diferença para a Trupe Circus, mas também para mais de 500 crianças, adolescentes e jovens que atendemos diariamente nas nossas atividades pedagógicas, com artes circenses, teatro, dança afro e popular, música, percussão, escrita e leitura! Acreditando no potencial da Trupe Circus e de nossos espetáculos, você também está trabalhando com responsabilidade social que é basicamente a ética aplicada nas relações, seguindo o propósito de contribuir para uma sociedade mais justa. Compreendendo esse pressuposto, acreditamos que você entende a importância de apoiar causas sociais e ações que promovam o bem-estar de todos, e é isso que fazemos há 28 anos e VOCÊ PODE CONTRIBUIR COM TUDO QUE FAZEMOS! E, sempre será uma construção coletiva, sempre iremos levar ao público o que nos move, nos motiva, nos faz refletir sobre a contemporaneidade na formação contínua de nossa vida social, política e humana. Sempre será um processo que considera o respeito à diferença, à diversidade, e à realidade de cada um como ser individual e como integrante de um grupo diverso, múltiplo de desejos, inquietações e sonhos de uma vida melhor, mais justa, mais igualitária e mais feliz, mágica e encantadora, superando todos os desafios, como é no circo! E é para este mundo circense, diferente, inovador e encantado que convidamos você! Venha fazer parte dessa aventura mágica: quando você se torna nosso parceiro, você adquire um produto artístico de alta qualidade, e também se engaja nas causas sociais e políticas da atualidade, agregando responsabilidade social à sua empresa, ao seu negócio, ao seu evento, fazendo a diferença na construção de um mundo melhor para todes nés! E, olha, não se assuste, ACREDITE, porque garantimos o que prometemos, do mesmo jeito que o mágico garante ser verdade tudo que cria e encanta e faz ser sonho aquilo que os olhos não mostram, mas a cabeça imagina e o coração sente!
1 - Espetáculo Circo Science - do Mangue ao Picadeiro: Duração de 01 hora - composto por números circenses de contorção, malabares, acrobacias aéreas como força capilar, acrobacias de solo e coreografias, tudo envolto pelas músicas de Chico Science. Público alvo: Pessoas em geral, sendo crianças a partir de 12 anos, adolescentes, jovens e adultos, dano prioridade às classes minoritárias, mulheres, comunidade LGBTQIAPN+, pretos e pretas, e grupos que atuam na área das artes em geral, educação, cultura e atiivismos sócio-político e ambietal. 2 - Oficinas de iniciação às artes circenses para 40 adolescentes e jovens, entre 16 e 24 anos, estudantes das redes públicas de ensino e integrantes de OSCs que atuam em cada cidade com formaçao no campo das artes cênicas. Duração:06 horas - divididas em dois turnos de 03 horas cada. Modalidades a serem trabalhadas: malabares (bolas, prato chinês e argolas), perna de pau, bola de equilíbrio e acrobacias de solo, centradas na criação de pirâmides humanas. 3 - Rodas de diálogo após cada apresentação, duração de 01:30: Conversa com o público sobre a experiência da Escola Pernambucana de Circo, através da sua Trupe Circus, na formação profissional de adolescentes e jovens para atuação no campo das artes circenses. Que desafios enfrentamos, quais os processos de formação artística, cultural e humana, como trabalhar de forma coletiva no campo do circo social a formação profissional, quais os resultados obtivemos até agora? 4 - Workshop de 03 horas de duração para o público 40 pessoas, sendo gestores, coordenadores, educadores de OSCs e pessoas que atuam na área das artes cênicas - Conteúdo: mobilização de recursos para OSCs através das Leis de Incentivo à Cultura. Quais as Leis podemos acssar, como acessar, quais são os desafios, como elaborar um projeto cultural, como mostrar a força da arte na formação humana de adolescentes e jovens das periferias do país para um patrocinador?
Do ponto de vista da acessibilidade trabalharemos com a acessibilidade no aspecto atitudinal, arquitetônico, comunicacional e metodológica. Primeiro do que qualquer outra ação de acessibilidade, acreditamos que a mais importante é a atitudinal, porque esse é o aspecto mais simples de ser colocado em prática, porque depende apenas de nós. Acessibilidade atitudinal diz respeito às ações que tomamos como indivíduos para diminuir as barreiras entre as pessoas com deficiência e sem deficiência. É se colocar minimamente no lugar do outro, pensar e realizar ações que promovam um mundo mais justo e inclusivo para todas as pessoas. - No aspecto arquitetônico, Para os ensaios abertos, a sede da Escola Pernambucana de Circo foi construída pensando em possibilitar o acesso de todas as pessoas e para as deficientes, existem rampas de acesso e sanitários para cadeirantes além de condições adequadas de acesso, pisos táteis e sinalização para pessoas com deficiência motora e visibilidade reduzida e cegas, essas contam ainda com sinalização especifica no espaço/galpão. Já para as apresentações, buscaremos locais com os mesmos aspectos e características de acessibilidade arquitetônica, e quando houver algum impedimento por conta das características dos espaços, faremos as devidas adaptações para que as pessoas com deficiências físicas de qualquer natureza tenham acesso irrestrito. No aspecto comunicacional: Haverá tradução em libras em todas as apresentações e ensaios abertos do espetáculo, bem como, as legendas ou closed captions (CC) em textos de falas de personagens e pessoas que estão em um conteúdo audiovisual em todas as apresentações e ainda, audiodescrição, em 05 apresentações, sendo 01 em Recife e 01 em cada cidade cidade para um público de pessoas com visão reduzida e cegas. Já no aspecto da acessibilidade metodológica, que é a inexistência de barreiras nos métodos, teorias e técnicas de ensino-aprendizagem - técnicas essas que nossa equipe pedagógica já domina e pratica nas nossas ações de formação, podemos afirmar que dos processos de formações como oficinas e workshps, trabalharemos com a acessibilidade programática - que envolve iniciativas de formação no combate ao preconceito, trabalhando com os adolescentes e jovens, o combate ao preconceito e à discriminação e demais atitudes que impeçam ou dificultem o acesso aos recursos e serviços oferecidos pela sociedade, promovendo a inclusão e a equiparação de oportunidades. Acessibilidade arquitetônica: Buscaremos locais com os mesmos aspectos e características de acessibilidade e quando houver alguma questão necessária que o espaço não obtenha por qualquer motivo, como espaços de patrimônio histórico, ou outro, faremos as devidas adaptações para que as pessoas com deficiências físicas tenham acesso irrestrito. Serviços de apoio: Além dessas ações, teremos também os serviços de apoio, com pessoas treinadas e com os recursos necessários para todas as pessoas com deficiência e cegas, como: serviço de guia condutor para pessoas cegas desacompanhadas; serviço de condutor para pessoas em cadeiras de rodas manuais ou com dificuldade de locomoção; serviço de brigadista com ambulância no local das apresentações para eventuais emergência ou urgências médicas.
Segundo a Constituição Federal de 1988 (Art. 215) compete ao Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, através da democratização do acesso aos bens de cultura. A cultura materializa o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Arte, tradições populares, folclore, festas, danças, religiosidade, música, crenças, lendas e mitos, arquitetura, artesanato e hábitos alimentares formam a cultura peculiar a um povo, que não pode ser reduzida a simples entretenimento. O Brasil é admirado por sua diversidade cultural e produção artística. No entanto, o que é produzido em solo nacional é inacessível para uma grande parcela da população, segundo o IBGE (2010), as regiões metropolitanas concentram 41% de todo consumo cultural. Em outras palavras, existe um descompasso entre a oferta dos produtos artísticos e o acesso a eles. É por meio da cultura e da arte que novos hábitos podem ser criados. O capital cultural traz mudanças que se traduzem em comportamentos, como a melhoria da autoconfiança e da autoestima, que podem contribuir diretamente para a mobilidade social, e a redução da pobreza. Um importante agente desse processo são as instituições sociais que atuam nas milhares de comunidades periféricas no Brasil. Essas iniciativas buscam fortalecer indivíduos para que as comunidades sejam multiplicadores e apropriem-se das suas histórias e culturas e avancem no processo de acesso à arte e à cultura no nosso país. Trazemos essas questões para reafirmar que a importância de como OSC, entidade sem fins lucrativos, estarmos acessando a Lei de Incentivo à Cultura, e acreditamos que isso por si só já seria uma forma do Governo de democratizar o acesso aos bens culturais, pois não temos fontes permanentes de financiamento de nenhum órgão governamental de nenhuma instância e também de iniciativas privadas, o que mantém há 28 anos nosso trabalho em Recife/Pernambuco, região Nordeste, uma das mais pobres do país, é a participação constante e sistemática em editais públicos e privados e a oferta de nossos serviços artísticos, portanto, esse seria por si só já a nossa forma de fazer chegar ao público em geral o acesso total e irrestrito aos bens culturais. No entanto, sabemos que cada vez mais a arte e a cultura precisam chegar em mais pessoas, em mais locais, em espaços diversos, em formas diversas, precisamente a grandiosidade de nossa diversidade cultural brasileira, por isso, como retorno social, cultural e artístico, temos neste projeto como acesso aos bens culturais temos as seguintes ações: - Todas as apresentações serão gratuitas para o público em geral, incluindo estudantes e professores das redes públicas de ensino municipal e estadual e OSCs que atuem no campo da formação em arte e cultura no segmento das artes cênicas e com crianças, adolescentes, jovens e adultos com PCDs ou om dificuldades de locomoção e pessoas cegas e/ou com baixa visão; - As apresentações em Recife, serão gratuitas, como são todas as ações que desenvolvemos na instituição sede da Escola Pernambucana de Circo/periferia/zona norte do Recife; - Teremos em cada localidade ações formativas de artes circenses, para o público de adolescentes e jovens, incluindo estudantes e professores das redes públicas de ensino municipal e estadual e OSCs que atuem no campo da formação em arte e cultura no segmento das artes cênicas; - Após cada apresentação do espetáculo teremos rodas de diálogo com o público sobre a formação profissional de adolescentes e jovens das periferias do país no campo das artes e da cultura; - Também iremos oferecer em cada cidade workshp sobre mobilização de recursos através de Leis de Incentivo para instituições sem fins lucrativos que atuam nas periferias das cidades.
A produção do espetáculo é do Grande Circo Arraial - nome fantasia Escola Pernambucana de Circo - Uma OSC com 28 anos de história no trabalho na área de formação humana e cidadã de crianças, adolescentes e jovens, através do circo social e atua na zona norte do Recife/Periferias da cidade. Sendo uma OSC, temos uma Diretoria e a mesma tem uma presidência, que no momento, é comandada por Maria de Fátima Aguiar, e sendo a mesma presidenta da instituição, ela coordena de forma geral todos os proetos desenvolvidos pela instituição. Dessa forma, a atividade desenvolvida pela onstituição é de produção geral do projeto/espetáculo e o da dirigente é de coordenação geral de todo o desenvolvimento do mesmo. A equipe total do projeto é composta por 10 pessoas, entre elenco e equipe técnica (sonoplastia, iluminação e execução de projeção de vídeos), que realizará as ações do projeto das apresentações às ações formativas em todas as cidades listadas no projeto para a circulação. Apenas em Recife que contaremos com 11 pessoas, já que teremos a execuçãod a trilha sonora executada pela DJ que fez a remixagem das músicas, dando em Recife uma roupagem diferenciada nestas duas apresentações, como forma de atender ao público num formato mais acústico do espetáculo. Ficha técnica do projeto/espetáculo: Roteiro/Dramaturgia/Assistência de Direção e Produção executiva: Fátima Pontes: Mestra em Educação Popular e Licenciada em Educação Artística/Teatro, ambas pela Universidade Federal de Pernambuco. É Produtora Cultural e Coordenadora Executiva da Escola Pernambucana de Circo há 27 anos. Atua na garantia da sustentabilidade da instituição por meio da elaboração e produção executiva de projetos da instituição e dos serviços artísticos da Trupe Circus (Grupo artístico da instituição), integrante do Conselho Municipal de Cultura do Recife como titular de cadeira de circo, faz parte do Grupo de Pesquisa Circus da Unicamp. Direção Artística/Criação dos Números Circenses e Coreografias: Ítalo Feitosa: Ítalo Feitosa iniciou sua trajetória na Escola Pernambucana de Circo como aluno no ano de 2007, hoje é Artista Circense, Educador de Circo Social da instituição desde 2014, e Coordenador Artístico da Trupe Circus desde 2020, tendo dirigido os espetáculos produzidos pelo grupo: Vidas Entrecruzadas no Picadeiro (2020/2021); Nordestinados In Circus (2021/2022); Que Palhaçada é Essa? (2022/2023) e Circo Science – do Mangue ao Picadeiro (2023/2024). Direção Musical: Vibra DJ (Vírginia Brasil) – Performer - atriz, produtora cultural – diretora musical – DJ – feminista atuante n Movimento de Mulheres Negras de Pernambuco - atua na área artística e cultural no campo da cultura popular e pop desde 2016 como produtora de conteúdos musicais para espetáculos de música, dança, teatro e circo. Preparação de elenco e projeto de iluminação: Felipe Braccialli Formado em Técnico de Produção Cultural e Design (PRONATEC). Graduado em Teatro (Bacharelado - Integral) pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com intercâmbio acadêmico no curso de Teatro da Universidade de Évora (Portugal). Especialista em Iluminação e design de Interiores pela IPOG. Mestre em Artes pela UFU, com foco de pesquisa sobre a relação existente entre iluminação cênica e comicidade (Dissertação: Luz-personagem: o jogo de manipulação da iluminação cênica em cenas cômicas) e Doutor em Educação Física pela UNICAMP. Coreografias: Patrícia Costa Criadora da Compassos Cia de Danças, que surgiu no Recife em 1990 – grupo que atua com elementos da dança popular e contemporânea em diálogo com o teatro. É bailarina, diretora e produtora executiva da Companhia e trabalhou nos espetáculos de maior repercussão do grupo, como Portas (1994); Pássaros (1997); Nós e Três aberturas iluminadas (1997); Oratorium (1999). Coreografou os seguintes espetáculos da Trupe Circus: Ilusão – Um Ensaio Melodramático Circense (2008); Círculos que Não se Fecham (2011 e 2013) e Vidas Entrecruzadas no Picadeiro(2020/2021). Figurino: Marcondes Lima Diretor, cenógrafo, figurinista, ator e titeriteiro. É um dos mais atuantes profissionais da cena pernambucana desde 1990. Em suas encenações, lida igualmente bem com os recursos artesanais e com os que empregam sofisticada tecnologia. É professor da UFPE desde 1992,ministrando as disciplinas de figurino, cenário, iluminação, práticas em artes cênicas, e obtém o grau de mestre em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com a dissertação A Arte do Brincante no Mamulengo e no Bumba Meu Boi, com orientação do professor Marco Antônio Camarotti Rosa, em 2003. Desenvolveu os projetos de figurino e cenário para os espetáculos da Trupe Circus: O Vendedor de Caranguejo (2004/2005) e Ilusão – Um Ensaio Melodramático Circense (2008). Videocenografia: Gabriel Furtado É VJ, um dos participantes do Movimento Mangue Beat desde o início, atuou em diversos eventos do Movimento, trazendo para aquela nova cena musical o conceito de VJ, participando de diversos shows, inclusive de Chico Science e Nação Zumbi, trazendo para os shows apresentações audiovisuais que mostravam o caos da cidade do Recife na década de 1990 e 2000. É VJ há mais de 20 anos de um dos maiores palcos alternativos do carnaval multicultural do Recife, o REC BEAT. É VJ de grandes nomes da música pernambucana como Alceu Valença, Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, entre outros. Cenário/Equipamento Circense: Diego Ferreira/Aerius Soluções em Altura Atualmente dedica-se a ações e estudos relacionados com a segurança no circo, em cavernas e no acesso por cordas. Atua como gerente de operações de treinamentos na empresa Aerius Soluções em Altura que nasceu de uma escola de circo e dança que hoje se chama Aerius Movimento e Arte. Atua como Rigger Artístico realizando diversos serviços em teatros, galpões e lonas. Autor do primeiro e único livro sobre segurança no circo do Brasil, livro este que derivou de sua dissertação de mestrado. Ministra o curso de Segurança no Circo e NR35 – Segurança nos Trabalhosem Altura para Profissionais do Circo. Em 2022 formatou e lançou o curso Rigger Especialista em Circo e demais Produções Artísticas. Diego Ferreira e a sua empresa tem parceria com a Escola Pernambucana de Circo desde 2018, quando vem atuando em conjunto na cultura da segurança no circo no estado de Pernambuco. Assessoria de Comunicação: Michelle de Assumpção Jornalista, escritora, assessora de comunicação e gestora pública na área da Comunicação da Cultura. Cobriu movimentos como Manguebeat e vem acompanhando a cena da cultura popular de Pernambuco. Como gestora especializada, tem vasta experiência em projetos que capitalizam a força da instituição e dos fazedores culturais. Coordena grandes coberturas, como a do Festival de Inverno de Garanhuns. É autora da biografia Lia de Itamaracá e do livro Festival de Inverno de Garanhuns - 30 anos do maior festival de Arte, Cultura, Formação e Diversidade da América Latina. Elenco/integrantes da Trupe Circus: Maria Karolaine, Bruno Luna, Ítalo Feitosa, Gabriel Marques, João Fernando, João Vítor. Um grupo composto por adolescentes e jovens negros e negras, pardos e pardas, moradores das periferias do Recife, que se formaram desde crianças na Escola Pernambucana de Circo e hoje são artistas circenses profissionais, que desenvolvem seu trabalho com foco no circo, mas também em tudo que os movem na vida em sociedade na contemporaneidade. Com mais de 15 espetáculos em seu repertório, sempre trabalhamos nos nossos espetáculos uma dramaturgia que traz nossa visão de mundo e o que queremos levar de reflexão para o público, juntando isso à nossa diversidade cultural nordestina, pernambucana e brasileira, o que nos transformou num grupo que tem uma identidade técnica e estética próprias, como diferencial nesse sentido e também por sermos um dos poucos grupos/trupes circenses tanto em Pernambuco, até no Brasil, que trabalha de forma coletiva.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.