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PRONAC 241809Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Do Romance ao Galope Nordestino - 50 anos

36.050.705 LUCAS TINE DA SILVA
Solicitado
R$ 270,1 mil
Aprovado
R$ 270,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-07-01
Término
2027-04-09
Locais de realização (5)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

O projetoconsiste na circulação do espetáculo"Do Romance ao Galope Nordestino - 50 anos", realizado pelo grupo Rugendas, que reune músicos de para celebrar os 50 anos do lançamento do disco "Quinteto Armorial - Do Romance ao Galope Nordestino", que se tornou um marco na história da música instrumental brasileira. A circulação passará pelas cidades do Recife, João Pessoa, Salvador, Brasília, São Paulo.

Sinopse

O projeto consiste na realização de circulação do espetáculo "Do Romance ao Galope Nordestino", montado pelo grupo Rugendas e que resgata repertório gravado pelo consagrado Quinteto Armorial no disco de mesmo nome, e que em 2024 celebra 50 anos de lançado. Durante o projeto, as cidades do Recife, Salvador e Brasília receberá também uma concerto-aula de forma gratuita para alunos de escolas públicas, como contrapartida social, visando o fomento da troca e democratização do acesso à informação e formação na área da música instrumental brasileira, com ênfase na Música Armorial. O espetáculo contará com direção musical de Antonio Madureira, líder, compositor e violonista do Quinteto Armorial; Cenário e figurinos assinados pelo artista plástico Dantas Suassuna, filho do criador do Movimento Armorial, Ariano Suassuna; Direção de palco e cena de Maria Paula Costa Rêgo, parceira de Ariano Suassuna por mais de 30 anos; Desenho de Luz de Luciana Raposo.

Objetivos

Objetivo Geral: Contribuir com a formação de público, promovendo a preços populares e/ou gratuitos apresentações de um dos repertórios mais consagrados da música instrumental brasileira; Contribuir com a promoção do mercado de trabalho, pesquisa e difusão da música instrumental no Brasil, passando por 5 capitais e 3 regiões do País; democratizar o acesso à música de excelência; Realizar debates sobre música instrumental nordestina, com ênfase na Música Armorial, promovendo assim o acesso à pesquisa, estudo e difusão da formação na música; possibilitar acesso gratuito de alunos da rede pública aos espetáculos. Objetivo específico: Realizar circulação do espetáculo "Do Romance ao Galope Nordestino" do grupo Rugendas, que passará pelas cidades do Recife, João Pessoa, Salvador, Brasília e São Paulo; Realizar intercâmbio artístico a partir de rodas de debate e oficinas em instituições de ensino musical em cada cidade; Impulsionar a cadeia produtiva da economia criativa na área da música, gerando emprego e renda para cerca de 40 profissionais; envolver cerca de 2.700 pessoas, entre público em geral, estudantes e profissionais.

Justificativa

Inaugurado em 1970 pelo escritor, professor e dramaturgo Ariano Suassuna, o Movimento Armorial, tinha como objetivo a valorização da Cultura Popular do Nordeste Brasileiro, buscando se fixar em seus vastos campos - da literatura de cordel à música, da cerâmica à escultura, da gravura à tapeçaria, da pintura aos espetáculos de rua, entre outros aspectos -, e sua valiosa contribuição como expressão do pensamento, para construção de uma identidade nacional. Nesse desafio tem-se que perquirir as origens de nossa Cultura, respeitando sua forma pura e simples de apresentação, e procurando entrar uma Arte Erudita nacional, com base em suas raízes populares. No momento de seu lançamento, o Movimento também contou com a participação de nomes como Francisco Brennand, Gilvan Samico, J. Borges, Janice Japiassu, Guerra Peixe, Clóvis Pereira, Capiba, Antonio Madureira e outros artistas populares. Foi em 1969, com a ainda primeira formação "primitiva" do Quinteto Armorial, fundado por Ariano, contendo duas flautas - por causa dos dois pífanos do "terno" - um violino e uma viola de arco - por causa das duas rabecas - e percussão, por causa da "zabumba", que começaram a testar o que seria a música armorial. Nesse primeiro quinteto, algumas coisas não satisfizeram na busca pela estética, uma vez que estava composto apenas por instrumentos refinados, excluindo a sonoridade dos rústicos, assim como o uso da bateria em vez de "zabumba". Mas uma das questões mais marcantes para o fim desta primeira tentativa foi a falta da viola sertaneja. Em 1970, já sob direção de Ariano juntamente com o violonista e compositor Antonio Madureira, que chegam então na formação de flauta/pifano, violino/rabeca, violão, viola sertaneja e percussão, chegando assim numa encontro do erudito e o rústico popular que representa a estética da música armorial. E foi pensando no resgate desta estética que surgiu o grupo Rugendas, e a proposta de recuperar esse repertório composto e apresentado pelo Quinteto Armorial, assim como a partir dele compor novas peças e circular para apresentar essa busca tão necessária por uma identidade nacional. Em palco um encontro de gerações envolve os músicos Lucas Tiné, flautista e pesquisador do Movimento Armorial há 10 anos; Rafaela Fônseca, violinista, faz parte do corpo de músicas da Orquestra Sinfônica do Recife e desenvolve pesquisa musical com base no Movimento Armorial; Claudio Moura, compositor e professor há 30 anos, foi um dos responsáveis pela trilha sonora do filme Auto da Compadecida e é diretor musical do grupo SaGRAMA; Ruti Freitas, jovem compositora e violonista, formada pelo Conservatório Pernambucano de Música e bacharelanda em violão pela UFPE; e Fernando Trigueiro, bacharel em música pela UFPE e violoncelista das Orquestras Sinfônica do Recife e da Paraíba. O espetáculo "Do Romance ao Galope Nordestino" nasce para regatar o repertório e do disco que leva o mesmo nome, gravado pelo Quinteto Armorial e que em 2024 completará 50 anos; o trabalho terá a direção musical do ex-líder do Quinteto Armorial, Antonio Madureira, e Lucas Tiné; arranjos desenvolvidos em coletivo pelo grupo; direção de cena de Maria Paula Costa Rêgo; Design de luz da iluminadora Luciana Raposo; cenário e figurino assinados pelo artista plástico e filho de Ariano Suassuna, Manuel Dantas Suassuna. Dentro do projeto também está previsto a realização de um workshop/oficina em cada cidade, onde serão abordados aspectos históricos e estéticos no trabalho de composição e execução da música armorial, buscando ampliar a rede de pesquisadores, incentivando e promovendo a formação.

Especificação técnica

Não se enquadra.

Acessibilidade

Todos os espaços escolhidos para receber as atividades previstas no projetos possuem adequamento para receber todo o público atipico.

Democratização do acesso

Em todas as apresentação serão destinados ingressos gratuitos para distribuição em instituições de ensino, democratizando o acesso para o público que não pode abrir mão de algum valor de sua subsistência para compra de ingresso. Em todas as cidades que o projeto passar, também acontecerá workshop/intercâmbio com artistas, estudantes e pesquisadores, tendo sua realização totalmente gratuita.

Ficha técnica

Grupo Rugendas: Lucas Tiné (Flautista) - Estudou no Conservatório Pernambucano de Música. Foi primeiro solista (flauta transversal) na Orquestra de Choro do SESC Pernambuco (2008-2011). Produziu a trilha sonora do espetáculo Par ou Ímpar (2009). Trabalhou como curador do Brazilian Winter Festival em Estocolmo/Suécia (2011-2012). Trabalhou como assistente de produção no MIMO Festival Olinda (2013, 2014, 2016, 2017). Em 2015 realizou a produção executiva do CD Outro Canto, do cantor e compositor português Fernando Tordo, premiado como melhor CD português de 2016. Produziu a turnê pelo nordeste em comemoração aos 25 anos do grupo português Azeituna (2017). Produziu gravação do documentário Movimen'Tordo, do cantor e compositor português Fernando Tordo, gravado em Buenos Aires e Montevidéu (2017). Trabalhou como assistente de produção no Festival Porto Musical (2018). Produziu a turnê Outro Canto - América Latina, com shows em Montevidéu, Colonia do Sacramento e Buenos Aires (2018). Este profissional será remunerada com a rúbrica de direção artística do projeto. ; Rafaela Fonseca (Violinista) - Bacharela em Violino (com Láurea Acadêmica) pela Universidade Federal de Pernambuco, com orientação de Ângela Perazzo e Ricardo Brafman, Licenciada em Música pelo Centro Universitário Claretiano, além de pós-graduada em Produção e Gerenciamento em Eventos pela Faculdade SENAC/PE. Iniciou seus estudos formais em música no ano de 2003, quando foi aprovada no teste de admissão para alunos do Conservatório Pernambucano de Música, onde ingressou na classe do professor de violino Ademar Rocha. Nesta mesma instituição, foi vencedora do I Concurso de Cordas em 2004. Já foi integrante da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música, Orquestra Experimental de Câmara de Pernambuco e Orquestra Jovem de Pernambuco, atuando em turnês estaduais e regionais. Participou em diversos festivais como o Virtuosi Brasil e Virtuosi Internacional, Festival de Inverno de Garanhuns, Seminário Internacional de Música (BA), Mostra Internacional de Música de Olinda e Semana de Música de Ouro Branco (MG). Em 2009 viajou com a Orquestra Experimental de Câmara através do Itamaraty no Festival de Cultura Brasileira no Timor Leste.Atuou na gravação de CDs de diversos grupos, entre eles Academia da Berlinda, Mombojó, Profiterolis, Cláudia Beija, Igor de Carvalho e Silvério Pessoa.; RUTI FREITAS (Violonista) - Participou do V seminário de Violão José Carrión 2018 Recife, Festival Música em Domicílio TV Universitária Recife e da Classe de violão do Festival Internacional de Música em Casa (Fimuca)- UFRN ; IX Festival Gramado in Concert participando de masterclasses e apresentações na Cidade de Gramado - RS ; XXV Festival Eleazar de Carvalho em Fortaleza. Formada em violão erudito pelo Conservatório Pernambucano de Música. Atualmente cursa Bacharelado em Música na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).; Claudio Moura (Violeiro) - É Mestrando do curso de Design e Desenvolvimento em Jogos Digitais pela Universidadeda Beira Interior em Portugal. É Pós-Graduado em Cultura e Comunicação pela FaculdadesIntegradas Barros Melo, tendo se formado anteriormente em Bacharelado em Música pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE Como instrumentista tem participado ativamente do cenário musical, tocando com vários grupos, dentre eles: Orquestra Armorial de Pernambuco, Orquestra de Cordas Dedilhadas, Orquestra Retratos do Nordeste, Oficina de Cordas, SaGRAMA. Atualmente é professor do Conservatório Pernambucano de Música e do Centro de Educação Musical de Olinda.; Fernando Trigueiro (violoncelista) - Natural do Recife, Pernambuco. Iniciou os estudos em violoncelo no ano de 2009 no projeto social Orquestra Criança Cidadã e é formado no curso de Bacharelado em violoncelo, com Láurea acadêmica, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).No ano de 2013, atuou como instrumentista da Orquestra Criança Cidadã no Encontro de Orquestras Jovens da Alemanha, Equador e Brasil, na cidade de Kassel, Alemanha. Em 2014 participou da Turnê Europa, quando a Orquestra criança cidadã se apresentou para o Papa Francisco na Sala Paulo VI, no Vaticano. Em 2015 ingressou no curso de Bacharelado em Violoncelo na Universidade Federal de Pernambuco sob a orientação do Professor Pedro Huff. No mesmo ano participou da gravação do CD e DVD Concertos de Bach para violino e Orquestra por Orquestra Criança Cidadã e Yoko Kubo, em Roma, juntamente com a renomada solista japonesa. Entre os anos de 2013 a 2017, participou sequencialmente como instrumentista dos festivais Virtuosi Gravatá (2013 a 2017), Virtuosi Brasil (2013), Virtuosi Século XXI (2013) e do Virtuosi Internacional (2014 e 2015). Também em 2014 participou do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) e em 2016 do Festival Música nas Montanhas, em Poços de Caldas-MG. Desde 2019 compõe o naipe de violoncelo da Orquestra Sinfônica da Paraíba como bolsista, e como chefe de naipe nas temporadas de 2022 e 2023. || Maria Paula Costa Rêgo - Direção de palco e cena - ● Coreógrafa, Diretora, Interprete e Produtora ● Formação em dança com as mestras Maria Fux (Consciência Corporal através da Expressão Livre em dança por 08 anos); Laura Proença (da Escola Mudra/FR, por cinco anos) e Cultura popular com diversos Mestres de Tradição ● Formada em Teatro pela UFPE (1986), Especialização em Coreografia pela UFBA (1988) e Licenciatura em Dança na Sorbonne Paris VIII (1993) ● Cria o Grupo Grial de Dança em 1997 junto ao escritor Ariano Suassuna ●Responsável artística (Diretora, Coreógrafa, e Interprete) das aulas espetáculos de Ariano Suassuna (08 anos) ● Junto ao Grupo Grial cria 13 peças coreográficas ●Recebe indicação de Melhor espetáculo pelo Jornal Estado de São Paulo em 2012 com TRAVESSIA ●Recebe APCA em 2013 de Interprete Criadora com o espetáculo TERRA. Com este espetáculo percorre 17 cidades em 2014/2015. ●Em 2012 foi a Homenageada do Festival Internacional de Dança do Recife. ●Recebe o Prêmio Afro em 2014 de criação da peça coreográfica ABÔ. ●Assina a Direção do concerto O Duelo da Rabeca com o Violino com Mestre Maciel Salu e Maestro Maciel de França, patrocinado pelos Correios. ●Indicada como Personalidade do ano em 2017 pelo Jornal do Comercio. ●Grupo Grial faz 25 anos de estrada. ●Assessora de Dança da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco entre 2018 a 2022. ●Assina Direção conjunta com o ator Tuca Andrada, da peça solo intitulada Torquato, do mesmo ator. ●Escreve o livro Poeira Sagrado e Festa – 25 anos do Grupo Grial pela Companhia Editora de Pernambuco/CEPE. ●Retoma os trabalhos junto ao Grupo Grial com datas marcadas na Caixa Cultural Recife e Sesc Pompeia/SP para lançamento do livro e estreia da peça coreográfica Uma mulher vestida de Sol, escrita por Ariano Suassuna. || Dantas Suassuna - Direção de Arte - Pintor, desenhista, gravador, ceramista. Sua primeira experiência em direção de arte para audiovisual foi na tv, um especial da Globo "A Farsa da Boa Preguiça" baseado na obra de Ariano Suassuna, onde ele fez parte do processo de concepção na equipe de Arte. Principais trabalhos em CINEMA & TV: Assistência de Direção para ’A Pedra do Reino’ versão para tv dirigida por Luiz Fernando Carvalho; Direção de Arte dos dvd’s ’Lunário Perpétuo ’ & ’Nove de Frevereiro’ , do músico de Antônio Nóbrega; Direção de Arte para o curta-metragem ’Koster’ das diretoras Carla Francine e Germana Pereira, Pernambuco, Direção de Arte para o curta-metragem ’Azul’, do diretor Eric Laurence, Pernambuco, 2008; Direção de Arte para o curta-metragem ’Querença’, da diretora Iziane Mascarenhas, Ceará, 2008.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.