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PRONAC 241810Apresentou prestação de contasMecenato

Afrolatinas

INSTITUTO AFROLATINAS
Solicitado
R$ 3,12 mi
Aprovado
R$ 3,12 mi
Captado
R$ 2,00 mi
Outras fontes
R$ 485,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10456016000167SHELL BRASIL PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 1,80 mi
56228356000131CRBS S.A1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

64.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-06-20
Término

Resumo

Trata-se da realização do projeto Afrolatinas, voltado para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial produzido por mulheres negras a partir do Distrito Federal. O projeto é multilinguagens e será realizado em Brasília, cidade considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. As atividades a serem executadas terão duração de 02 meses e focarão nas culturas populares locais e regionais, com ênfase nas culturas negras. As entregas que integram o projeto são: 1. Exposição de artistas visuais negras e indígenas no Museu Nacional da República; 2. Produção e manutenção de acervos audiovisuais relacionados às culturas negras e das comunidades tradicionais da região; 3. Mostra Audiovisual; 4.Apresentação musical.

Sinopse

20 de julho Universidade AfrolatinasLocal: Quilombo Mesquita, Cidade Ocidental - RIDE, Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno 10h Mostra audiovisual Afrolatinas12h Almoço afro-indígena15h Roda de conversa: Guardiões do amanhã: mulheres e homens negros e indígenas do campo e da cidade em diálogo para superar as injustiças e emergências climáticas e racismo ambiental, apontam, por meio de sua cultura, tecnologias, caminhos práticos e poéticos para o futuro da humanidade. Ouvir e proteger defensoras do meio ambiente como forma de adiar o fim do mundo e proteger as culturas tradicionais. O evento terá estrutura para a produção de parte dos materiais audiovisuais que compoem os 04 curta--metragens a serem produzidos. Tema: patrimônio imaterial, sustentabilidade e culturas tradicionais. 16h às 18h Entrevistas 25 de julho a 25 de setembro - Exposição "MULHERES-RAÍZES: DA ALDEIA AO QUILOMBO"Local: Museu Nacional da República, Esplanada dos Ministérios, Brasília - Galerias I e II Nota conceitualA exposição integra o Primeiro Ciclo de Exposições Afro-indígenas Amefricanas em Museus Brasileiros e tem curadoria da mineira afro-indígena, Aline Ambrósio, cujas centralidades são as narrativas e produções artísticas brasileiras de homens e mulheres negros e indígenas cujas obras tenham foco na representação figurativa e simbólica das mulheres afro-brasileiras e indígenas na contemporaneidade, tecendo relações entre corpo, território, ancestralidade, representação, representatividade e poder.Nesse sentido, a exposição busca tensionar os limites sociais e os limites da História da Arte Brasileira que, por séculos, inferiorizou, oprimiu e silenciou a produção de artistas mulheres negras e indígenas, distorcendo também suas representações a partir de perspectivas eurocentradas, masculinas, brancas e pouco representativas, carregadas de misoginia, preconceitos, erotização e ideários colonialistas. Desse modo, a hipersexualização, a docilização, o trabalho servil e doméstico, a mãe preta e indígena, a fragilidade, o exotismo e a romantização das lutas e resistências dessas mulheres foram alguns dos estereótipos construídos social e politicamente, permeando ainda hoje os imaginários coletivos brasileiros e estrangeiros. Essa objetificação e coisificação da mulher afro-indígena e de seus corpos impulsiona e amplia as violências sofridas por esses grupos sociais, pois são reguladores de condutas e criam identidades fixas nocivas socialmente naturalizadas, ampliando vulnerabilidades e diferenças sociais e de gênero. Em contraponto a essas representações nocivas e imbricadas de violência e patriarcalismo, a exposição “MULHERES-RAÍZES: da aldeia ao quilombo” rejeita e contesta tais estigmas, propondo a criação de novos imaginários sociais acerca dessas mulheres negras e indígenas, de seus corpos, suas representações e representatividades a partir de olhares mais sensíveis, humanos, críticos e afetuosos vindos de mulheres e homens artistas igualmente afro-indígenas de diferentes centralidades do Brasil. É fundamental a presença de homens artistas negros e indígenas brasileiros nessa exposição dedicada às mulheres, visto que a luta por equidade e pelo feminismo são movimentos coletivos que devem envolver toda a sociedade na busca pela ampliação de oportunidades, pela igualdade de gênero e de direitos, pela valorização e reconhecimento das mulheres e de seu lugar social e, principalmente, na luta pela vida e pela liberdade das mulheres afro- indígenas, tendo em vista que os maiores índices de violência contra a mulher no Brasil são referentes a esses grupos sociais. Além disso, é didaticamente importante para as ações socioeducativas decorrentes da exposição que os públicos vejam como homens emulheres têm tecido igualmente narrativas sensíveis e olhares cuidadosos, criando lugaresde afeto, respeito e admiração pelas mulheres. O corpo das mulheres negras e indígenas é entendido na exposição como lugar sagrado e lugar de memória, transformação, poder, força e ancestralidade. A ancestralidade interliga simbolicamente, através das raízes presentes no título da exposição, os dois mundos - afro-brasileiro e indígena - visto que, para essas duas etnias, o ser humano é entendido como extensão e parte integrante da natureza, ou seja, nós, mulheres afro-indígenas somos a natureza. Nesse sentido, não existe hierarquização ou dominação do meio, mas sim, uma comunicação entre os diversos seres e um cruzamento contínuo de mundos e realidades. Criar o imaginário das raízes como extensão desses corpos é reafirmar a importância dos saberes ancestrais femininos para a preservação da natureza, para a cura de feridas do passado colonial, para a exaltação de suas matrizes religiosas e saberes medicinais e para a conservação da vida na terra, visto que essas mulheres são as guardiãs da floresta. Ao mesmo tempo, olhar para legado e para o desenvolvimento dessas mulheres-matrizes-raízes é compreender que elas representam as gerações presentes, passadas e futuras, em um ideário de continuação, filiação e criação de novos mundos e lugares sociais possíveis. Desse modo, na impossibilidade de traçar suas origens ancestrais devido aos processos do colonialismo do poder, os corpos dessas mulheres recorrem à natureza e à terra para identificar suas raízes e seus ancestrais. As raízes como extensão do corpo demonstram também a produção contemporânea das artistas mulheres que utilizam seus próprios corpos como suporte para suas obras, em um aprofundamento e imersão em seus desejos, dores, memórias e ancestralidade, pois sentem cotidianamente na pele as agruras de serem mulheres negras e indígenas em um país que ainda é colonialista e patriarcal. O corpo que, por muitas vezes foi silenciado, agora fala, grita e cria laços, tramas, redes, conexões e diálogos, refletindo sobre suas subjetividades e destacando suas singularidades em contraponto à homogeneização estabelecida para corpos racializados. Portanto, essa exposição tem o objetivo de olhar profundamente para a produção artística brasileira negra e indígena, contribuindo para situar nossas produções em relação ao restante do mundo, para que seja possível tecer outros diálogos e participar dos debates do panorama internacional da arte, possibilitando a participação brasileira na revisão internacional da História da Arte e História das Exposições. Os artistas contemporâneos que irão figurar nessa exposição trazem em suas produções seus códigos culturais e ancestrais e são responsáveis pela reconstrução da História da Arte Brasileira e da História Social Afro-indígena a partir de suportes artísticos diversos. Serão colocados em diálogo artistas jovens e artistas estabelecidos de diferentes regiões do Brasil a partir de obras com diferentes linguagem e suportes, incluindo instalações, pinturas, fotografias, escultura, performance, videoarte, desenho, obras têxteis, entre outros. 20h Mostra Audiovisual AfrolatinasLocal: Auditório I, Museu Nacional da República 26 de julho 14h Mostra Audiovisual Afrolatinas19h Shows na Área Externa 27 de Julho 14h Mostra Audiovisual Afrolatinas15h às 17h Julho das Pretas que Escrevem no DFLocal: anexo do Museu Nacional 17h Stand Up Comedy: Cega na Comédia, com Tatá MendonçaLocal: Auditório II, Museu Nacional 18h Shows 28 de julho 19h Espetáculo: Pequeno Manual Antirracista, A PeçaLocal: Auditório I, Museu Nacional da República

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o projeto Afrolatinas para contribuir para a preservação/valorização do patrimônio imaterial e da diversidade cultural, com foco nas matrizes africanas e afro-brasilienses, em diálogo com a diáspora negra. Por meio das linguagens artes visuais, audiovisual e artes cênicas, Afrolatinas mira, ainda, na ampliação de direitos culturais relacionados ao acesso, produção e fruição dos bens culturais no Distrito Federal. Objetivos Especi´ficos: - Realizar a exposição de artes visuais "MULHERES-RAÍZES: DA ALDEIA AO QUILOMBO", com duração de 02 meses e protagonismo de artistas visuais negros e indígenas; - Realizar 01 mostra com produções audivisuais do Distrito Federal; - Produzir 04 curta-metragens em torno dos temas: patrimônio cultural imaterial negro, sustentabilidade e comunidades tradicionais; - Realizar 02 espetáculos de artes cênicas; - Realizar de 05 apresentações de música popular cantada; - Implementar 01 programa para as Pessoas Com Deficiência, envolvendo a contrataça~o de inte´rprete de libras para as atividades, comunicação assistiva e espaço de atendimento ao pu´blico PCD; - Realizar ações voltadas para Sustentabilidade Ambiental: separaça~o de lixo, doaça~o de sobra de materiais para associaça~o de catadores de lixo, compensação de CO2.

Justificativa

O projeto Afrolatinas enquadra-se nas seguintes finalidades presentes na Lei 8313/91: Art. 1º : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Os objetivos do artigo 3o da lei 8313/91 a serem alcançados sa~o: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:c) realizaça~o de exposiço~es, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; III - preservaça~o e difusa~o do patrimônio arti´stico, cultural e histo´rico, mediante:d) proteça~o do folclore, do artesanato e das tradiço~es populares nacionais;IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos; A cultura popular brasileira e´ formada, em grande medida, por manifestaço~es afro-brasileiras e, desde sempre, esta´ impregnada de danças, cultura corporal, li´nguas, ritmos, sons, religiosidade, cosmoviso~es e manifestaço~es artísticas que constituem inegável patrimônio imaterial a ser protegido. No Distrito Federal, onde a população negra é de 58% (e,portanto, acima da média nacional), esse enorme legado e patrimônio cultural imaterial sobreviveu a um contexto de escravida~o e violência racial, o que demandou muita organizaça~o e resistência e que ainda hoje marginaliza e exclui parte de suas manifestações. Os fazedores de cultura popular negra no Brasil precisaram criar espaços de fortalecimento, muitas vezes clandestinamente, ja´ que a pra´tica de manifestaço~es como capoeira e candomble´, por exemplo, foram consideradas crimes pelo Co´digo Penal ate´ a de´cada de 1930. Hoje, ainda vivem os resqúicios da escravização e da criminalização de sua cultura. Certa vez a ativista e filo´sofa Sueli Carneiro afirmou que tudo o que existe de mais popular e erudito no Brasil diz respeito à cultura negra, pore´m, ha´ poucos mecanismos de apoio e financiamento a essa riqueza, sobretudo quando falamos em reconhecer, visibilizar e remunerar a produção negra, especialmente as produções de mulheres negras. O projeto Afrolatinas propõe-se a olhar para esta realidade, incidindo positivamente sobre a mesma com ações democráticas e ampliadas. Por acreditarmos em ações descentralizadas e democráticas, realizamos um conjunto de ações onde todas as ações totalmente gratuitas, realizadas em espaços diversificados que vão desde o Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, à quilolombos e comunidades tradicionais de terreiro. Queremos, por meio do projeto, contribuir para a salvaguarda do patrimônio cultural negro e fortalecer cadeias e arranjos produtivos intensivos nos negócios de mulheres negras. Por princípios, o projeto tem como foco a efetivação de direitos como proeteção à diversidade cultural e ao patrimônio cultural, a equidade social e acesso aos bens, serviços e meios de produção e difusão culturais, além do fortalecimento de identidades. Esses valores passam também pela diversidade das equipes, que prioriza mulheres negras, trans e periféricas nas funções diretivas. A exposição de artistas visuais, por exemplo, tem como centralidade as narrativas e produções artísticas brasileiras de homens e mulheres negros e indígenas cujas obras tenham foco na representação figurativa e simbólica das mulheres afro-brasileiras e indígenas na contemporaneidade, tecendo relações entre corpo, território, ancestralidade, representação, representatividade e poder. Criar o imaginário das raízes como extensão desses corpos é reafirmar a importância dos saberes ancestrais negros femininos para a preservação da natureza, para a cura de feridas do passado colonial, para a exaltação de suas matrizes religiosas e saberes medicinais e para a conservação da vida na terra, visto que essas mulheres são as guardiãs da floresta (tudo isso é cultura tradicional). Ohar para legado e para o desenvolvimento dessas mulheres-matrizes-raízes da cultura é compreender que elas representam as gerações presentes, passadas e futuras, em um ideário de continuação, filiação e criação de novos mundos e lugares sociais possíveis. Afrolatinas promove democratização da cultura por meio de atividades com acesso 100% gratuito para o público. Além disso, gera impacto social e econômico e impulsiona à cadeia produtiva da cultura à mudanças, com a contratação majoritária de mulheres negras, trans e periféricas, base da pirâmide social no Brasil e população com maior índice de vulnerabilidade na capital do país. Considerando os desafios históricos deixados pelo racismo estrutural e seu espelhamento em toda a sociedade, solicitamos enquadramento do projeto no Artigo 18, pois, além da proposta atuar nos seguimentos contemplados e cumprir as finalidades impostas pela normativa, o mecanismo de isenção fiscal irá permitir que um projeto promovido por mulheres negras do Distrito Federal e voltado para a promoção da cultura negra local e regional seja viabilizado, gerando benefícios para toda a sociedade. A política pública em cultura é definidora do acesso e produção por parte de grupos culturais historicamente excluídos, sendo a Lei Rouanet, hoje, o principal e um dos mais importantes mecanismos de fomento à cultura. O patrimômino cultural material e imaterial negro geram riqueza para a sociedade de diversas formas, sobretudo no que diz respeito à cadeia produtiva das artes e da cultura, empreendedorismo e economia criativa. O panorama socioeconômico e do mercado no Brasil traz questões urgentes a serem sanadas sobre as desigualdades estruturais que também se reproduzem de forma intensificada no ecossistema da cultura.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Ações de acessibilidade do projeto: O projeto prevê produção de acessibilidade para acompanhamento continuado das ações e mobilização de público PCD. Também prevê inclusão produtiva com a contratação de pessoas com deficência para a produção e programação. Acessibilidade física: banheiros adaptados, rampas e piso tátil Acessibilidade de Conteúdo: Intérpretes de libras na abertura da exposição, nas visitas guadas previamente agendadas e nas apresentações artísticas; vídeos com legendagem na mostra audiovisual, comunicação assistiva nas redes sociais

Democratização do acesso

O acesso a todas as atividades do projeto será gratuito. A democratização do acesso é uma premissa de alta importância incorporada em todas as ações do Instituo Afrolatinas. Para tanto, o projeto irá disponibilizar ônibus para que estudantes de escolas públicas e grupos de regiões periféricas do Distrito Federal tenham acesso facilitado à programação. Para a campanha de divulgação, possuímos plano que envolve gerenciamento de redes sociais, impulsionamentos, newsletter, carros de som, veiculação de vídeo- chamada em tvs públicas e privadas, veiculação de spot em rádio e assessoria de imprensa especializada. Algumas atividades serão transmitidas online nas redes do Instituto Afrolatinas, bem como na de parceiros do projeto.

Ficha técnica

PRINCIPAIS FUNÇÕES Equipe diversa com mulheres negras, PCDs, pessoas trans, periféricas, jovens e 40+ NOME DO PROFISSIONAL: Griô Produções FUNÇÃO NO PROJETO: Direção Geral DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Responsável pela concepção do projeto, essa coordenação é quem inicia as ações do projeto como um todo e faz um link entre todas as áreas. Profissional capacitado responsável por dirigir e coordenar os trabalhos necessários para a execução global do projeto em nível estratégico, mantendo reuniões periódicas com as equipes, a fim de monitorar e controlar a execução das atividades para o alcance de metas e objetivos, além de garantir a qualidade dos produtos previstos bem como as datas de entrega no prazo programado, contando com o assessoramento produção executiva. NOME DO PROFISSIONAL: Aline Ambrósio FUNÇÃO NO PROJETO: Curadoria da exposição DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Definição de artistas da exposição, escrita dos textos conceituais, produção de maps e expografia, acompanhamento de montagem e desmontagem da exposição. NOME DO PROFISSIONAL: Odara FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação de Comunicação DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Responsável por definir junto com a coordenação geral a campanha publicitária e de divulgação do projeto. Responsável pelo macroprojeto de comunicação, orientação das ações de assessoria de imprensa, aprovação de releases, coordenação de demandas do audiovisual e tecnologia da informação. Serviço de elaboração da estratégia de comunicação e coordenação de planejamento e execução de todos os itens relacionados à comunicação. O serviço compreende também o monitoramento das entregas de relatórios da área durante a pós-produção. Responsável por definir a estratégia de mídias sociais. NOME DO PROFISSIONAL: Inova Roda FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação Administrativa e Financeira DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Desenvolvimento do processo de gestão administrativa do projeto. Acompanha a organização e a formalização das contratações cumprindo o plano de trabalho aprovado; orientação para os pagamentos das despesas, monitoramento da prestação dos serviços e prestação de contas dos recursos. É quem faz a gestão da conta do projeto e faz a cobrança dos relatórios finais. É responsável pela entrega da prestação de contas do mesmo, portanto participa da execução com o intuito de fiscalizar se todas as áreas estão em cumprimento com o objeto proposto. NOME DO PROFISSIONAL: Cinthia Santos FUNÇÃO NO PROJETO: Produção Executiva DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Inicia as ações do projeto como um todo e faz um link entre todas as áreas. Cria e monitora os cronogramas gerais, supervisiona e garante o andamento dos cronogramas específicos, faz contato logístico com artistas para as apresentações, busca orçamentos junto ao mercado e trabalha de forma alinhada e direta, especialmente com com a direção geral, produção artística, produção logística e coordenação administratovo- financeira. Gestão das equipes executivas, para garantir o alinhamento entre as áreas e o cumprimento dos cronogramas de entrega. Coordenação dos assistentes de produção. Relatoria da execução executiva do projeto, de subsidio para a Gestão Administrativa. NOME DO PROFISSIONAL: Kellen Vieira FUNÇÃO NO PROJETO: Produção Coordenação Logísica DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: criação de mapa estratégico de log;isrica de aéreos, transporte terrestre, traslados locais, hospedagens e alimentação. Coordemação de execução dos mapas logísticos. NOME DO PROFISSIONAL: NARA OLIVEIRA FUNÇÃO NO PROJETO: Design gráfico DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Profissional capacitado para a execução dos serviços de criação e desenvolvimento de logotipo e identidade visual, diagramação e organização campanhas promocionais do projeto , sendo orientado e supervisionado pela coordenação de comunicação NOME DO PROFISSIONAL: ARQUIDESIGNER FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação de Infraestrutura e Operações DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Arquitetura, Cenografia, Montagem e desmontagem das estruturas. Quanto às demais funções, não trabalhamos com equipe fixa (até mesmo para renovar o projeto e gerar novas oportunidades), de forma que buscaremos os nomes no mercado, sendo obrigatório que a experiência profissional esteja alinhada e comprovadamente dentro do que se pede.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal