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O projeto visa a ocupação dos diversos espaços do Palacete Gentil Braga, prédio histórico tombado pelo IPHAN, no Centro de São Luís, por meio de atividades relacionadas ao chorinho. Serão realizadas uma exposição sobre a história do chorinho no Brasil e no Maranhão, com visitação de escolas públicas, e três rodas de conversa. Após a promoção de cada uma das quatro atividades, ocorrerá uma apresentação de chorinho com grupos locais no jardim do Palacete Gentil Braga.
De modo geral, todas as ações têm classificação indicativa livre, são gratuitas e ocorrerão no Palacete Gentil Braga (Rua Grande, 782, Centro de São Luís) Exposição: será dividida em quatro seções: a história do chorinho, grandes representantes do gênero, o chorinho no Maranhão e o atual cenário do chorinho. Serão expostos instrumentos, oriundos do Bar/Museu Bar do Léo, localizado no Mercado do Vinhais, painéis, banners, fotos, partituras, cartazes e vídeos. A exposição terá acessibilidade por meio de material veiculado em braile. A mostra ficará exposta na Galeria Antônio Almeida, principal sala de exposições do Palacete Gentil Braga. Rodas de conversa: ocorrerão três, com os seguintes temas: “A Chorografia do Maranhão’’, com Ricarte Almeida, Rivânio Almeida Santos e Zema Ribeiro, autores do livro “Chorografia do Maranhão: 54 Bambas do choro em entrevistas’’; “Chorinho: História, Estilos e Influências” (com debatedores ainda a definir, mas priorizando estudiosos do assunto e músicos) e “Chorinho, Patrimônio Cultural do Brasil: e agora?’’ com a presença de representantes da UFMA (realizadora do projeto), instituições públicas e privadas, agentes culturais e membros do poder público, de modo a articular estratégias para a eficiente difusão do chorinho na sociedade brasileira. As rodas de conversa terão duração de uma hora e ocorrerão no Cineteatro Aldo Leite, equipamento com capacidade para 120 lugares. Haverá uma comunicação especial dirigida a estudantes de música da UFMA e da Lilah Lisboa, escola de música do Maranhão. Apresentações: serão realizadas quatro apresentações, uma na abertura da exposição e outras três após as rodas de conversa. Ocorrerão no Jardim do Palacete Gentil Braga, preferencialmente no final da tarde. Serão convidados grupos de chorinho locais (com cachê definido a partir do cobrado usualmente em outras apresentações). A duração da apresentação terá de 40 minutos a 1 hora.
GERAL: Realização, no Palacete Gentil Braga (Centro, São Luís) do projeto "Choro Gentil’’, composto por diversas atividades inspiradas no chorinho, gênero musical recém reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil. ESPECÍFICOS: -Realização da exposição "Do Rio ao Maranhão: Chorinho, o Gênero Brasileiro", com duração de 30 dias, na Galeria Antônio Almeida (Palacete Gentil Braga) e público estimado em 400 visitantes, incluindo discentes de escolas públicas contemplados por meio de agendamento de turmas; -Realização da roda de conversa "A Chorografia do Maranhão’’, com Ricarte Almeida, Rivânio Almeida Santos e Zema Ribeiro, autores do livro "Chorografia do Maranhão: 54 Bambas do choro em entrevistas’’, no Cineteatro Aldo Leite (Palacete Gentil Braga) com público estimado em 120 pessoas; -Realização da roda de conversa: "Chorinho: História, Estilos e Influências’’ no Cineteatro Aldo Leite (Palacete Gentil Braga) com público estimado em 120 pessoas e debatedores posteriormente definidos de acordo com a captação de recursos para o projeto; -Realização da roda de conversa: "Chorinho, Patrimônio Cultural do Brasil: e agora?’’ com a presença de agentes culturais e membros do poder público, no Cineteatro Aldo Leite (Palacete Gentil Braga) com público estimado em 120 pessoas; -Realização de quatro apresentações de chorinho de grupos locais (maranhenses), distribuídas da seguinte maneira: uma na abertura da exposição e outras três após as rodas de conversa. Todas as apresentações ocorrerão no Jardim do Palacete Gentil Braga de modo gratuito, assim como as outras atrações do projeto. Na última apresentação de chorinho, ocorrerá também um encontro de sebos no Jardim do Palacete, contribuindo com a movimentação de renda.
O mote do "Choro Gentil’’ é o reconhecimento do chorinho como Patrimônio Cultural do Brasil. O projeto estimula a difusão do gênero por meio de uma exposição que objetiva retratar a história e as características do chorinho, com atenção especial à música maranhense; rodas de conversa com estudiosos sobre o assunto, músicos e demais interessados e apresentações de chorinho gratuitas. A iniciativa prevê o agendamento de turma de escolas públicas de São Luís para visitação na exposição, contribuindo com a educação e a expansão do repertório cultural dos estudantes. Além disso, o projeto promove a ocupação do Palacete Gentil Braga, sede da Diretoria de Assuntos Culturais da Universidade Federal do Maranhão, prédio fundado em 1822 e tombado pelo Instituto Brasileiro do Patrimônio Histórico e Artístico. Há de se destacar também o encontro de sebos previsto para o encerramento do projeto, momento oportuno para a geração de renda e para a divulgação e valorização do trabalho realizado por donos de sebo de São Luís, figuras importantes na preservação da mídia física e de produtos culturais de diversas ordens. Com base no exposto, pode-afirmar que a proposta atende o Art. 1° da Lei 8.313 pois contempla os artigos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3° da Lei 8.131, a proposta observa os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O projeto pretende fazer com que o chorinho ganhe ainda mais espaço na sociedade maranhense, também por isso, a roda de conversa prevista com agentes públicos pretende ser um momento para a articulação de políticas públicas voltadas para a difusão do chorinho. O projeto conta com estratégia de divulgação baseada em mídias sociais da Universidade Federal do Maranhão, principalmente os perfis @cultura.ufma e @ufma_proec, mas, também, os perfis @tvufma, @ufmaoficial e @radiouniversidadefm. Além disso, usaremos o mailling da Diretoria de Assuntos Culturais da UFMA, composto pelos principais veículos de comunicação de São Luís e responsável pela divulgação de eventos como o Festival Maranhense de Coros (FEMACO) e o Festival Guarnicê de Cinema, também promovidos pela UFMA. Outro ponto a ser destacado é a parceria com a Rádio Universidade, equipamento da UFMA, que, inclusive, realiza semanalmente o programa “Chorinhos e Chorões’’ com apresentação de Ricarte Almeida.
Algumas especificações dependem da captação de recursos, mas podemos prever Exposição: ocorrerá na Galeria Antônio Almeida, composta por uma sala com 59,32m² de área expositiva com pé direito de 3,80m e um Hall de 17,61m² com pé direito de 5,15m. O equipamento conta com segurança, feita por empresa especializada licitada pela UFMA, climatização, equipe para auxílio na montagem/desmontagem e divulgação. A Galeria também conta com módulos e expositores para fixação das peças a serem expostas. Os vídeos serão exibidos em projetor pertencente à Universidade Federal do Maranhão. Os instrumentos musicais expostos serão oriundos do Bar/Museu Bar do Léo. Há a previsão de: 10 painéis 1x2m, 8 banners 0,80x1,80m, 20 fotos em moldura e 10 cartazes A3. Reitera-se que a quantidade exata e as especificações dos materiais dependerá dos recursos captados. Rodas de conversa: Ocorrerão no Cineteatro Aldo Leite, espaço com 120 lugares, iluminação e ventilação. O equipamento de som para os debatedores será locado. O projetor utilizado pertence à Universidade Federal do Maranhão. Haverá a impressão de banner e cartazes na entrada do Cineteatro Aldo Leite. A roda de conversa tem duração estimada em uma hora, incluindo debate com o público de 20 minutos. Apresentações: ocorrerão no Jardim do Palacete Gentil Braga; será realizada por grupos locais contratados; terão duração de cerca de uma hora; a estrutura de sonorização será locada, assim como as cadeiras para os músicos. O repertório será de livre escolha do grupo contratado, desde que a classificação indicativa seja livre, em consonância com o objetivo do projeto de garantir a participação de todos os públicos.
Acessibilidade física - o Palacete Gentil Braga, onde serão executadas todas as atividades do projeto, conta com: elevador, assento para pessoas obesas no Cineteatro Aldo Leite, assento para pessoas com mobilidade reduzida e rampa. Acessibilidade comunicacional - haverá intérpretes de libras nas rodas de conversa e na cerimônia de abertura da exposição - item previsto no orçamento. A exposição contará com materiais em braile. Em materiais produzidos para as redes sociais, haverá a produção de texto alternativo acessível para pessoas com deficiência visual. Acessibilidade atitudinal - a equipe realizadora do projeto é composta por funcionários da Diretoria de Assuntos Culturais da UFMA, capacitados para atender públicos dos mais diversos recortes sociais.
Todas as ações do projeto são gratuitas e de classificação indicativa livre. O projeto prevê também o agendamento de turmas de escolas públicas para visita à exposição “Do Rio ao Maranhão: Chorinho, o Gênero Brasileiro”. Em atenção a IN 2024, o projeto observa os seguintes incisos do Art.30: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Aqui há de se destacar o acompanhamento intenso do aparato de comunicação da UFMA, incluindo TV UFMA e Rádio Universidade. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - No caso, estudantes do ensino fundamental e médio convidados para a exposição.
Proponente: Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da UFMA. Foi fundada em 1982 para atuar no gerenciamento dos projetos desenvolvidos pela UFMA, apoiar programas, ações, projetos e atividades de ensino, pesquisa, extensão, inovação e desenvolvimento institucional, científico e tecnológico cuidando da formatação dos projetos, acompanhamento financeiro, realizando aquisições e prestando contas dos recursos recebidos. Durante a sua história, já atuou nos projetos: · LABORATÓRIO INTERNACIONAL DE MÍDIAS LIVRES, FESTIVAL GUARNICÊ DE CINEMA EDIÇÕES 25, 26, 27, 31, 33, 34, 35, 36 e 37, FESTIVAL MARANHENSE DE COROS EDIÇÕES 29, 30, 31 E 32, TOCATA DE BANDAS E FANFARRAS, FESTIVAL DE CINEMA HISPANO BRASILEIRO, MOSTRA ITINERANTE DE GUARNICÊ DE CINE-VÍDEO, MOSTRA MARANHENSE DE CANTO LÍRICO - MARACANTO e outros eventos descritos no curriculo anexado. Coordenação Institucional (voluntária): Josefa Melo e Sousa Bentivi Andrade (Zefinha Bentivi). Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UFMA, Prof. Associada da UFMA dos curso de Comunicação Social; Doutora em Comunicação Social pela PUC-RS; Mestre em Comunicação Social pela UFF; Especialista em Jornalismo Cultural pela UFMA. Coordenadora institucional do Guarnicê e dos projetos culturais da UFMA desde 2020. Coordenação Geral: Rosélis de Jesus Barbosa Câmara. Professora Associada III do Departamento de Turismo e Hotelaria da UFMA. Graduada em Turismo pela UFMA, Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ e Doutora em Letras e Linguística pela UNESP, São Paulo. É diretora de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFMA. Diretora geral do Guarnicê desde 2020. Idealizador, produtor executivo e coordenador de comunicação: Paulo Vinicius Coelho é bacharel em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão e assessor de comunicação da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFMA. Coordenou a comunicação e foi produtor e programador de conteúdo das últimas quatro edições do Festival Guarnicê de Cinema. Contribui com a organização de eventos tradicionais do calendário cultural da UFMA, a exemplo do Festival Maranhense de Coros (FEMACO) e o projeto Do Nosso Jeito. Foi curador do Guarnicê Itinerante 2021, do Cine Solar Etapa Maranhão e das mostras especiais "Eu Canto Porque o Instante Existe'' e "Os Filhos Pródigos do Brasil'' do Guarnicê 2023. Coordenação de Produção: Saulo Simões da Silva. Graduado em Artes Visuais pela UFMA e funcionário concursado da instituição, onde exerce a função de Técnico em Artes Gráficas desde 1995. É ilustrador, desenhista gráfico e comunicador visual. Responsável, há 13 anos, pela programação visual das peças gráficas de divulgação dos projetos culturais da Diretoria de Assuntos Culturais da UFMA. Produtor: Jeremias Silva Abreu possui 23 anos de carreira em gestão cultural. Atuou na implementação de projetos, coordenação, consultoria e execução de iniciativas desenvolvidas pela Universidade Federal do Maranhão, Fundação Sousândrade, Governo do Estado do Maranhão/Casa Civil, Fundação da Criança e do Adolescente/FUNAC, IBRAPP - Instituição de Políticas Públicas, Global Serviços e Comercio e Tecnews Eirelli. Coordenação Técnica: José Guterres Filho. Tecnólogo em Recursos Audiovisuais. Foi técnico dos projetos Vídeo Escola, TV Escola e Canal Futura. Coordenador estadual das ações do projeto Cinema BR em Movimento. Assinou algumas obras audiovisuais, entre elas: Exilados na Esperança, Sonho Móvel e Bumba Meu Boi do Maranhão, este exibido no 20° JVC, Festival de Vídeo em Tóquio, e premiado pela Fundação Roberto Marinho. Coordena as projeções das mostras do Festival Guarnicê de Cinema. Coordenação de Ações Formativas: Terezinha Smith. Graduada em Biblioteconomia (2008) e em Pedagogia (2011) pela Universidade Federal do Maranhão. Pós-Graduação em Língua Portuguesa "Lato Sensu" (2010) pela Universidade Estadual do Maranhão. Mestrado em Educação e Formação pela Universidade de Lisboa. Funcionária concursada da Diretoria de Assuntos Culturais da UFMA. Coordena as ações formativas do Festival Guarnicê de Cinema.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.