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PRONAC 241852Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Artistas Portugueses em Coleções Brasileiras - Obras nunca vistas em Portugal

DOIS UM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,80 mi
Aprovado
R$ 1,80 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-06-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar exposição reunindo obras de artistas portugueses em coleções públicas e privadas no Brasil, produzidas no período de 1820 a 1920. Acompanha o catálogo da mostra com imagens das obras expostas e textos inéditos.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral · Fomentar a pesquisa por segmentos importantes da arte portuguesa, através de colóquios, exposições e publicações. · Divulgar obras de arte de consagrados artistas portugueses, tais como Antonio Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro, Rafael Bordalo Pinheiro, António Carneiro, Carlos Reis, Teixeira Lopes, António Soares dos Reis entre outros. · Destacar as relações bilaterais, iniciadas nos oitocentos, fortalecendo os laços culturais e afetivos entre os dois países. Objetivos específicos (1) Realizar exposição de obras de arte no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado/MNAC em Lisboa e no Museu Nacional Soares dos Reis na cidade do Porto, reunindo 58 obras de coleções brasileiras públicas e privadas. Cada mostra terá uma duração de 04 meses, e ocupará uma área de 250 m². Prevemos a disponibilização de uma exposição virtual, acessível em hotsite do projeto para todos os públicos. (2) Publicação de catálogo da mostra com imagens das obras expostas e de arquivo, textos inéditos de curadores e especialistas, e informações sobre os artistas, com tiragem de 1.000 exemplares para distribuição gratuita.

Justificativa

Trata-se de relevante exposição que pretende apresentar um recorte da arte produzida no período de 1820 a 1920, por escultores, pintores, gravadores, desenhistas e ceramistas portugueses que se encontram no Brasil em coleções públicas e privadas. Algumas das obras foram adquiridas por colecionadores particulares do próprio artista ou em exposições no Brasil e no exterior. Vamos tornar conhecida a diversidade dos artistas portugueses em acervos brasileiros e obras que, na maioria dos casos, nunca foram expostas em Portugal e constituem-se núcleos formadores de singulares instituições culturais públicas e privadas do Brasil. Farão parte da exposição obras de importantes acervos como o MASP _ Museu de Arte de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro e Museu Imperial de Petrópolis. Assim como também serão expostas obras pertencentes a duas instituições de prestígio internacional, como a Academia Brasileira de Letras e o Real Gabinete Português de Leitura, ambas situadas no Rio de Janeiro. O interesse desta exposição é contribuir no estudo e desenvolvimento do circuito artístico entre os dois países, e no aprofundamento de pesquisas relativamente ao gosto da época, às amizades entre artistas e à construção de uma teia de contatos e sociabilidades que alterariam também os mercados de arte portugueses. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

Detalhamento passagens aéreas: 01 - Coordenador - trecho: RJ/Porto/RJ (2 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (2 vezes) 02 – Arquiteta/expografia - trecho: RJ/Porto/RJ ( 1 vez) - trecho RJ/Lisboa/Rio (1 vez) 03 - Assistente/Design - trecho: RJ/Porto/RJ ( 1 vez) - trecho RJ/Lisboa/Rio (1 vez) 04 - Curador 1 - trecho: RJ/Porto/RJ ( 1 vez) - trecho RJ/Lisboa/Rio (1 vez) 05 - Courier MASP - trecho: RJ/Porto/RJ (2 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (2 vezes) 06 - Courier IBRAM (2) – atende às obras do MNBA / MHN / Museu imperial - trecho: RJ/Porto/RJ (2 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (2 vezes) 07 - Courier PINACOTECA - trecho: RJ/Porto/RJ (2 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (2 vezes) 08 - Courier ABL -trecho: RJ/Porto/RJ (1 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (1 vezes) 09 - Courier RGPL - trecho: RJ/Porto/RJ (1 vezes) - trecho RJ/Lisboa/Rio (1 vezes) Detalhamento hospedagem e diárias de alimentação e transporte 01 - Coordenador - montagem Porto - 10 diárias/ - desmontagem Porto - 8 diárias / montagem Lisboa - 10 diárias/ - desmontagem Lisboa - 8 diárias 02 - Arquiteta/expografia - montagem Porto - 10 diárias/ montagem Lisboa - 10 diárias 03 - Assistente/Design -montagem Porto - 10 diárias/ montagem Lisboa - 10 diárias 04 - Curador 1 - Abertura Porto - 8 diárias / Abertura Lisboa - 8 diárias 05 - Curador 2 - Abertura Porto - 8 diárias 06 - Courier MASP - montagem Porto - 4 diárias/ - desmontagem Porto - 4 diárias / montagem Lisboa - 4 diárias/ - desmontagem Lisboa - 4 diárias 07 - Courier IBRAM (2) - engloba MNBA/ MHN / Museu imperial - montagem Porto - 8 diárias/ - desmontagem Porto - 8 diárias / montagem Lisboa - 18 diárias/ - desmontagem Lisboa - 8 diárias 08 - Courier PINACOTECA - montagem Porto - 4 diárias/ - desmontagem Porto - 4 diárias / montagem Lisboa - 4 diárias/ - desmontagem Lisboa - 4 diárias 09 - Courier ABL - Montagem Lisboa 4 diárias / Desmontagem Porto 4 diárias 10 - Courier RGPL - Montagem Lisboa 4 diárias / Desmontagem Porto 4 diárias

Especificação técnica

(1) Exposição Com 58 obras e ocupação de área expositiva de 250 m², a exposição será dividida em núcleos temáticos com textos de outros curadores brasileiros e portugueses convidados. Destacamos que as despesas com a implantação da expografia em cada Museu é a contrapartida oferecida pelas Instituições que receberão a mostra. Núcleo PAISAGEM As ligações artísticas luso-brasileiras intensificam-se em contexto republicano, na viragem do século XIX para o XX, especialmente no Rio de Janeiro e S. Paulo. Formam-se grandes coleções, com especial destaque para o acervo de arte portuguesa, incorporado no Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro. As escolhas incidiam na temática do paisagismo, ligada à importância do Naturalismo, sendo Silva Porto o impulsionador desta “arte moderna”, seguido por José Malhoa e o Grupo do Leão, e na geração seguinte, Carlos Reis e tantos outros. Também a crescente importância do Real Gabinete Português de Leitura e a realização de uma grande exposição de José Malhoa nesta instituição, proporcionou a muitos artistas portugueses um vantajoso mercado de arte com repercussões notórias em Portugal. Núcleo CENAS RURAIS Em 1906, a exposição de José Malhoa afirmava-se como o início de uma longa relação dos artistas portugueses com o Brasil. Malhoa expunha com sucesso um conjunto de obras que registavam as vivências rurais portuguesas, características da sua zona de veraneio, Figueiró dos Vinhos, no centro de Portugal. A identificação do local diluía-se na representação do país. O poder da imagem ajustava-se à afirmação dos nacionalismos, e consideravam-se as paisagens e costumes rurais de Figueiró caracteristicamente portugueses. Em As cócegas, uma paisagem dimensionada ao enquadramento de cena épica, Malhoa registava a sensualidade, numa pausa do trabalho duro do campo, e outras obras surgiam com um realismo, por vezes crítico. Nesta época, José Júlio de Souza Pinto também se revela nas exposições do Rio de Janeiro. As suas pinturas registavam a luz suave da Bretanha, onde se estabeleceu grande parte da sua vida, relatando os modos de vida e narrativas rurais, numa estética atualizada pela moderna pintura francesa. Núcleo O RISO A Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) interessava encarar a verdade a fazer rir com observações críticas. Desde o seu sucesso na imprensa, no Calcanhar de Aquiles, Rafael produzia febrilmente e participava na história sociocultural e política do país. O seu sonho de artista era trabalhar no Brasil. Rafael conseguiu convite e um bom contrato assinado. Partia para o Rio de Janeiro, nos anos 70, e em poucos anos produziu muito, conheceu o sucesso, muitas contrariedades e a oposição dos que se sentiram agredidos porque o que mais lhe interessava era o “diálogo entre a reação e a opinião pública”. De regresso a Portugal, Rafael inventou a figura do Zé Povinho, em 1875, interlocutor anônimo das suas críticas políticas, religiosas e satíricas. A partir de 1880 a 1902 desenvolveu um Álbum de Glórias onde se reconheciam as figuras famosas e os grandes vultos da intelectualidade e política portuguesa, como o rei D. Fernando II e o escritor Eça de Queirós. Núcleo RETRATO E INTIMISMOS O retrato é um dos gêneros, por excelência, mais antigos de representação. Na arte portuguesa encontramos singulares exemplos do modelo e dos artistas, ou seja, auto-retratos. As relações culturais entre o Brasil e Portugal, desde o início do século XIX, se consolidaram e um profícuo intercâmbio artístico foi estabelecido entre os dois países. Existem em coleções públicas brasileiras raríssimas obras de Columbano Bordalo Pinheiro, Vicente Mallio, Constantino Fernandes, Rodrigo Soares entre outros, onde estão apresentados intelectuais portugueses e brasileiros. Núcleo ARTE E HISTÓRIA O século XIX no Brasil foi o período da construção simbólica da memória nacional brasileira. Grandes fatos históricos aconteceram no país durante esse período. Festejados artistas brasileiros e portugueses, desempenharam papel fundamental no registro da História do Brasil, documentando fatos alusivos aos feitos de bravura ocorridos durante o Império e seus principais personagens, tendo produzido trabalhos que até hoje se mantém vivos em nosso imaginário. Destacamos os pintores portugueses José Malhoa, António Carneiro. entre outros. (2) Catálogo 250 págs + capa dura, 120 laudas e 150 imagens; Miolo: Formato Aberto 360 x 250 mm, Formato Fechado 180 x 250 mm;Papel Couchê 150 g/m2, 4/4 cores, verniz água frente e verso; Guarda em Color Plus 180g/m2; Capa: Formato Aberto: 410 x 260 mm, Formato fechado: 190 x 260 mm; Capa dura revestida com couchê brilho 150g/m2, 4/0 cores, laminação fosca frente. Tiragem 1000, Shirink individual

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE Acessibilidade física: Os Museus que receberão a mostra atendem às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. Rubrica na planilha: Sem custo, não se aplica Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição, áudio-guia Rubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: vídeo-libras Rubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: Os Museus que receberão a mostra contam com equipe treinada para atendimento especializado. Rubrica na planilha: sem custo PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: audiolivro Rubrica na planilha: Audiodescrição Acessibilidade para PcD auditivo: Não se aplica. Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: O acesso à exposição será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso III, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: DOIS UM Produções / Claudia Pinheiro (proponente) A DOIS/UM PRODUÇÕES constituída em 1996, com sede no Rio de Janeiro, dedica-se à realização de exposições e edições de livros de arte. Tem como diretora e produtora executiva, Claudia Pinheiro, carioca, arquiteta com pós-graduação em Economia Política da Urbanização e em Engenharia do Meio Ambiente. A empresa abriu sua sucursal em Portugal em 2018, no intuito de promover a troca cultural entre Brasil e Portugal, promovendo experiências enriquecedoras com a realização de projetos culturais de interesse mútuo. Dentre os mais de 60 projetos realizados, destaca-se a produção executiva das seguintes exposições: SERGIO BERNARDES – 100 ANOS. Museu Nacional de Belas Artes/RJ, –2019; GIANNI RATTO - 100 ANOS, com parceria com o Teatro Scalla de Milão –2017 – SESC/ SP; MESTRES DA GRAVURA – MATRIZES ITALIANAS DO SÉCULO XVI AO XX, em parceria com Istituto per la grafica de Roma com 51 matrizes do Istituto per la grafica de Roma de mestres como Piranesi, Morandi, Carrá, Tempesta entre outros. Museu Nacional de Belas Artes – RJ -2015/ 2016; “ARQUITETURA PORTUGUESA NO TRAÇO DE LUCIO COSTA” – Rio de Janeiro, 2012 e remontagem no Ano do Brasil em Portugal - Lisboa –, 2013; LÚCIO COSTA – ARQUITETO, exposição que fez parte das comemorações dos 50 anos de Brasília. Museu Nacional– Brasília - DF, 2010; PAISAGEM BRASILEIRA de Guilherme Secchin, Roma e Berlim, Alemanha, 2002; LUIZ AQUILA , Lisboa, 1999; CEM ANOS DE CINEMA BRASILEIRO, Lisboa, 1998; Curadoria: Monica Figueiredo Braunschweiger Xexéo Museóloga e Mestre em História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro /UFRJ. Ingressou em 1980 no corpo técnico do Museu Nacional de Belas Artes/ Ministério da Cultura, onde foi Curadora da Coleção de Desenho Brasileiro, entre os anos de 1987 e 2004. Sendo Coordenadora Técnica do MNBA no período de 2004 a 2005. Tem experiência nas áreas de Patrimônio e Crítica da Arte. Seu interesse na história da arte no Brasil fixa – se no século XIX e primeiras décadas do século XX, tendo publicado ensaios em catálogos e periódicos especializados. Realizou curadoria de importantes exposições no Brasil e no exterior. Na última década tem se dedicado a projetos de preservação do patrimônio cultural e artístico brasileiro, realizando palestras e conferências sobre o assunto. É membro do ICOM Internacional e do Conselho Regional de Museologia – 2ª Região, tendo sido vice-presidente do COREM- 2ª Região entre os anos de 1987 e 1989. Foi Diretora do Museu Nacional de Belas Artes, unidade museológica do Instituto Brasileiro de Museus/IBRAM entre março de 2006 a janeiro de 2021. Em 2014, foi condecorada pelo Presidente da Itália, com a L’Onorificenza Di Cavaliere. Curadoria: Maria de Aires Silveira Licenciatura em História e Grau de Mestre em História de Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1986. Conservadora no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, desde 1989. Dedica-se muito especialmente ao estudo de temáticas e autores oitocentistas e de inícios do século XX. Curadora das exposições João Cristino da Silva, em 2000, de Miguel Ângelo Lupi, em 2002, e autora dos respectivos catálogos. Colaborou na curadoria e produção de várias exposições dos séculos XIX-XX. Curadoria da exposição de Columbano Bordalo Pinheiro, em 2010, de Sousa Lopes (1879-1944), Efeitos de luz, em 2015 e exposição da coleção do MNAC, Arte portuguesa (1850-1980). Razões e emoções, em 2018-19, Biografia do traço, 2021, e, Paisagens povoadas, em 2022. Organiza a exposição de Veloso Salgado, de Lisboa a Wissant (Fevereiro de 2023), na sequência de Curadoria desta exposição, no Museu de Boulogne-sur-mer, França, em 2022.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.