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PRONAC 241861Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Medo (Título Provisório)

LIMA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 499,1 mil
Aprovado
R$ 499,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-07-01
Término
2027-04-11
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Realizar a montagem e temporada do espetáculo "Medo", título ainda provisório. A propostaé erguida a partir da temática do MEDO: o medo arquetípico que nos rodeia a todos, o medo que assola a vida das mulheres desde sempre, o medo como dispositivo de controle da criança, do subalterno, do mais fraco, da sociedade. Serão realizadas 16 apresentações teatrais em Belo Horizonte/MG, a preços populares.

Sinopse

Este projeto é erguido a partir da temática do MEDO: o medo arquetípico que nos rodeia a todos, o medo que assola a vida das mulheres desde sempre, o medo como dispositivo de controle da criança, do subalterno, do mais fraco, da sociedade. Tendo como dramaturgo Jô Bilac, na direção Paulo de Moraes, em cena Rita Clemente e Leonardo Fernandes e na produção Marcelo Carrusca (Lima Produções Culturais). Como ponto de partida para a dramaturgia, Jô Bilac, juntamente com a equipe de atores, escolhe discorrer sobre o medo em nossa civilização: a partir do medo animal, instinto de sobrevivência, onde o medo é dissecado numa cultura que faz uso desse artifício para determinar estruturas de poder. A livre adaptação de histórias de terror, servem como estrutura narrativa que expande as diversas relações humanas com o medo. Desde a infância cercada por mitos amedrontadores, até o funcionamento biológico do medo, ou o medo como mola propulsora de uma sociedade adoecida. Temas como saúde mental e necropolitica, são abordados por um realismo fantástico, própria dos contos de terror, como referência Stepher king, João do Rio, Zé do Caixão, Marina Colassante, entre outros. Do que você tem medo? De onde vem o medo? Por que sentimos medo? O medo te paralisa ou é força que te faz seguir adiante? Se o medo fosse um Ser material, eu o colocaria no colo e diria: pode chorar, tô aqui com você, vai tudo acabar bem. Ou não. A montagem terá como resultado uma escrita dramaturgica original. A peça teatral terá aproximadamente 70 minutos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar a montagem e temporada do espetáculo "Medo", título ainda provisório. A proposta é erguida a partir da temática do MEDO: o medo arquetípico que nos rodeia a todos, o medo que assola a vida das mulheres desde sempre, o medo como dispositivo de controle da criança, do subalterno, do mais fraco, da sociedade. Serão realizadas 16 apresentações teatrais em Belo Horizonte/MG, a preços populares (R$30,00 inteira e R$15,00 meia). Conforme art. 02 do Decreto 10.755, de 2021, temos como premissa: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; OBJETIVOS ESPECIFICOS: - Realizar 16 apresentações teatrais, com ingressos à preços populares (R$30,00 inteira e R$15,00 meia), com intuito de promover e fomentar o encontro com o público. - Como contrapartida social a realização de um ensaio aberto com a presença de alunos da rede pública de ensino (Ensino Médio, EJA, entre outros grupos e perfis de alunos) e o custeio de dois ônibus para garantir a mobilidade dos mesmo; - Realizar três palestras, sendo um com o ator e atriz do espetáculo; outro com a cenógrafa; e outro com o iluminador; - Contribuir para a formação de público, bem como o acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - Promover e valorizar a cultura nacional, com a contratação de recursos humanos nacionais;

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Apresentado junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, o projeto só é passível de realização mediante a parceria Público-Privado, que viabiliza através da Leis de Incentivo à execução plena de projetos como este, que são imprescindível sua existência para democratizar a cultura. A proposta viabiliza a montagem de um novo espetáculo teatral e a realização de 16 apresentações em Belo Horizonte/MG, possibilitando empregar artistas, técnicos e profissionais diversos. Tendo sempre em consideração o custo-benefício de cada iniciativa cultural, informamos que o projeto prevê a comercialização dos ingressos à preços de R$30,00 e R$15,00; a realização de um ensaio aberto com a presença de alunos da rede pública de ensino e o custeio de dois ônibus para garantir a mobilidade dos mesmo; a realização de três palestras, sendo um com o ator e atriz do espetáculo; outro com a cenógrafa; e outro com o iluminador; para a execução disso tudo a utilização do mecanismo de incentivo fiscal é crucial para a plena execução do projeto. RESULTADOS ESPERADOS - contribuir para o fomento das atividades de teatro; - oferecer ao público um espetáculo de alta qualidade técnica e artística; - contribuir para a formação de público e para ampliação do acesso aos bens culturais; - proporcionar o intercâmbio entre artistas; - oferecer uma programação cultural na cidade de Belo Horizonte/MG;

Estratégia de execução

Os custos de pré e pós-produção estão zerados, pois já foram contemplados no item de produção do projeto.O proponente será remunerado pela rubrica de COORDENAÇÃO DO PROJETO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS, visto que a mesma realizará o planejamento das atividades, bem como garantirá a execução dos objetivos.

Especificação técnica

O proponente será remunerado pela rubrica de Coordenação do Projeto e Captação de Recursos.

Acessibilidade

Como ações de promoção do acesso físico e de conteúdo propomos para o produto principal ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 1 - Acessibilidade para deficientes auditivos: A realização de duas sessões com intérprete de libras. Haverá uma grande mobilização nas associações, ongs e escolas para tentar garantir a presença deste público. 2 - Acessibilidade para deficientes visuais: Gravação da audiodescrição do espetáculo que será disponibilizada por um aplicativo, no qual o público poderá instalar em seu celular e utilizar no dia do espetáculo. 3 - Acessibilidade Física: Selecionar espaço que tenha facilidade de acesso aos portadores de necessidades especiais e para terceira idade. O estabelecimento deverá possuir alguns dos itens exigidos por lei: corrimão; rampa; faixa indicativa; etc (não há previsão na planilha, pois é critério básico e fundamental para seleção do espaço público já incluir itens obrigatórios por lei). Como ações de promoção do acesso físico e de conteúdo propomos para o produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: 1 - Acessibilidade para deficientes auditivos: A realização de uma sessão com intérprete de libras. 2 - Acessibilidade para deficientes visuais: Gravação da audiodescrição do espetáculo que será disponibilizada por um aplicativo, no qual o público poderá instalar em seu celular e utilizar no dia do espetáculo. 3 - Acessibilidade Física: Selecionar espaço que tenha facilidade de acesso aos portadores de necessidades especiais e para terceira idade. O estabelecimento deverá possuir alguns dos itens exigidos por lei: corrimão; rampa; faixa indicativa; etc (não há previsão na planilha, pois é critério básico e fundamental para seleção do espaço público já incluir itens obrigatórios por lei).

Democratização do acesso

As apresentações terão ingressos comercializados à preços de R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia) e ampla divulgação na cidade. Como contrapartida social a realização de um ensaio aberto com a presença de alunos da rede pública de ensino (Ensino Médio, EJA, entre outros grupos e perfis de alunos) e o custeio de dois ônibus para garantir a mobilidade dos mesmo;

Ficha técnica

Lima Produções Culturais (Coordenação do projeto): Produtora de artes especializada em artes cênicas. Atua desde a concepção, organização, execução e pós-produção de projetos culturais. Possui em seu currículo diversas produções de espetáculos teatrais, bem como projetos culturais. Tem como Diretor Marcelo Carrusca, com ampla formação em Artes Cênicas / Produção e uma larga experiência como ator, diretor e produtor cultural, com uma trajetória marcada por atuações profissionais em eventos culturais e artísticos. Principais eventos / projetos realizados: Cinema na Praça - Exibições de longa-mentragem em Canãa dos Carajás, PA; Mostra Integracine - Exbições de longa-mentragem em Contagem/MG; Turnê Espetáculo “Deuses” – na Itália e na Grécia; Produção do II International Cultural Exchange com o Grupo Jobel de Teatro de Roma (Ouro Preto, Belo Horizonte e São Paulo/Brasil); Foi produtor e proponente do projeto Circuito Cultural em Feira de Santana/BA nos últimos anos. Turnê do espetáculo “A fantástica floresta” por São Paulo e Bahia; Produção de mais de 80 apresentações teatrais infantis nas cidades de Itaúna, Belo Horizonte, Juiz de Fora, João Monlevade em Minas Gerais; Realização do projeto Circuito Cultural Osasco (2014 e 2015); Produção do espetáculo "Boca cheia d´água"; Produção do espetáculo "O que mora no escuro"; Produção do espetáculo "A menina que entra em livros". MARCELO CARRUSCA é Pós-Graduação em Bens Culturais pela FGV/SP; Pós-Graduação em Produção e Crítica Cultural pela PUC-MINAS, formado na Universidade Federal de Minas Gerais em Licenciatura em Artes Cênicas. Participou de diversos eventos culturais, como: Workshop Cultural: Responsabilidade e Visibilidade; Participação no Seminário de Diversidade Cultural: Educação, Desenvolvimento Humano; Monitor da ABRACE - IV Reunião de Científica de Pesquisa e Pós Graduação em Artes; Curso de Dramaturgia e Direção Teatral - Galpão Cine-Horto; Participação do VI Encontro Internacional de Teatro de Linea Transversale. Experiência como ator, diretor e produtor cultural, com uma trajetória marcada por atuações profissionais em eventos culturais e artísticos. Produziu diversos espetáculos e turnês no interior de Minas Gerais e outros Estados Brasileiros. Esteve na Itália e Grécia para palestra sobre os meios de produção no Brasil. Lucas Chiaradia (Produtor Executivo): 2022 - Mestre em Engenharia Civil pela UFMG; 2019 - Bacharel em Engenharia Civil - Faculdade Kennedy // 2014 - Pós-Graduação em Gestão Cultural, Centro Universitário UNA // 2012 - Laboratório de Trilha Sonora ministrado por Ricardo Garcia // 2011 - Curso básico de Música no Centro de formação artístico – CEFAR // 2009 - Graduado em Geografia e Análise Ambiental (bacharelado e licenciatura), Centro Universitário de Belo Horizonte. Fez diversos cursos de palhaço, tais como: Solar da Mímica com Alberto Gaus; Barracão com Ézio Magalhães; Casa do Humor com Márcio Ballas; Grupo Maria Cutia com Mariana Arruda; NUPA com Rafael Protzner. Produtor executivo dos projetos desenvolvidos pela produtora Lima Produções Culturais, desde 2013, com mais de 120 espetáculos teatrais apresentados nas cidades de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Contagem, Itaúna, Sabará, João Monlevade, Feira de Santana/BA, São Paulo/SP, Iracemápolis/SP, etc. Foi ainda produtor executivo de: 2017 - Produtor assistente do espetáculo "Caldeirão da Santa Cruz do Deserto", em 2017, pelo Edital do Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais e Prêmio Myriam Muniz; 2016 - Produtor assistente da viagem à Portugal da peça "O que mora no escuro", em 2016, pelo Edital Circula Minas; 2016 - Produtor assistente da peça "Boca Cheia D´Água"; 2014 - Músico em cena no espetáculo Cabaré Vagabundo, direção de Antonio Hildebrando; 2013 - Produtor assistente do II International Cultural Exchange com o Grupo Jobel de Teatro de Roma (Ouro Preto, Belo Horizonte e São Paulo); 2014/2013 - Produtor e músico em cena no espetáculo Fábulas Errantes, projeto “Pé na Rua” do Galpão Cine Horto; 2013 - Músico e produtor do videoclipe da cantora Bella Michielini; 2013 - Show e Gravação de DVD da banda MESTRE PIRAÍ no Teatro Bradesco; 2010-2009 - Composição e execução da trilha sonora do espetáculo EXERCÍCIO ANTÍGONA; 2016 – “Beijo de Tangerina”, direção de Mariana Bizzoto. Leonardo Fernandes (Ator): Recebeu em 2016 o APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de Melhor Ator pela peça “Cachorro Enterrado Vivo”, além de ser indicado ao Prêmio Aplauso Brasil. Com 20 peças em seu currículo, seus trabalhos mais recentes são: protagonizou a ópera "Matraga" da Fundação Clóvis Salgado, com direção de Rita Clemente, “Neblina”, com direção de Yara de Novaes e “Casa Submersa”, da Velha Companhia (SP), com direção de Kiko Marques. Em 2008, recebeu os prêmios Usiminas/Sinparc e Sesc/Sated de ator revelação por “Dois Perdidos Numa Noite Suja”. Em 2009, ganhou o Prêmio Usiminas/Sinparc de Melhor Ator em espetáculo infantil por “Flicts”. E em 2010, recebeu o Prêmio Usiminas/Sinparc de Melhor Ator por “Esperando Godot”. Fernandes atuou na série “Irmandade”, da NETFLIX, onde interpreta o personagem “Formiga”. Recentemente estreou o filme “Pérola”, dirigido por Murilo Benício, onde protagoniza o longa ao lado de Drica Moraes. Na trama, o ator interpreta o dramaturgo Mauro Rasi. Rita Clemente (Atriz): Gestora cultural do estúdio Clementtina: Plataforma de Criação. Formada pelo curso de formação de atriz no CEFAR(Palácio das Artes), graduação em Educação Artísticas pela Universidade Estadual de Minas Gerais, Mestra em Artes também pela UEMG, realizou cursos de cinema em Madrid e diversos outros cursos de curta duração sobre cinema, teatro e literatura. Com experiência em teatro, cinema e televisão, que tem se dedicado à pesquisa de criação contínua em Belo Horizonte há 30 anos com notável reconhecimento de público e crítica em seus trabalhos. Diretora premiada pelas peças “Dias Felizes”, com texto de Samuel Beckett (Prêmio Questão de Crítica Rio de Janeiro 2013 e Prêmio Usiminas Sinparc 2006) e “O que você foi quando era criança”, de Lourenço Mutarelli (Premio Cemig Sinparc 2015), foi também indicada aos prêmios Shell SP e Qualidade SP em 2008 pela direção do espetáculo “Amores Surdos”, do Grupo Espanca. Na televisão, estreou como atriz no seriado “A Cura” e fez parte do elenco das novelas “A vida da gente”, “Amor à Vida”, e “Liberdade, Liberdade”, todas pela TV Globo. Em 2015 estreia AMANDA de jô Bilac no Sesc Palladium inaugurando o curso CECAD e dá início a sua tetralogia sobre o tempo com "19:45!"; " em 2016 "Ricochete" (Verão Arte Contemporânea), em 2017 "Antes do Fim" (CCBB/BH) e em 2019 no projeto Centrão BH (Hiper Centro) a performance "Para desencadear reviravoltas na Indonésia". Em 2017 escreve e dirige a peça "Mergulho" com produção do Novo Coletivo apartir da peça teatral, em 2021, desenvolve o roteiro de mesmo nome para o filme 'Mergulho" (curta metragem); No cinema, atuou nos longas-metragens “Pequenas Histórias” e “Batismo de Sangue”, do diretor Helvécio Ratton. Jô Bilac (Dramaturgo): Formado na Escola Martins Penna de Teatro e em Ciências Politicas na UERJ. Palestrante convidado para o Salão do Livro em Paris, França; Feira do Livro em Frankfurt, Alemanha; Feira do Livro em Gotemburgo, Suécia; Festival Ibero Americano Bogotá, Colômbia; Literatura e Arte de Bolonha, Itália; Dramaturgia Mundial Universidade de NY, EUA; Publicação Internacional em Yale, EUA; FLUP Museu MAR RJ. Escreveu os textos: 2020 - Pá de cal - Ray Lux (Companhia de Teatro Independente, direção Paulo Verlings); 2019 - Hoje não saio daqui (Companhia Marginal, direção Isabel Penoni);2018 - A menina e o pote (direção Fernanda Bonde); 2018 - P.I. Panoramica insana (direção Bia Lessa); 2018 - Insetos (direção Rodrigo Portella); 2017- Fatal (direção Guilherme Leme); 2017 - Enterro dos ossos (direção Sandro Pamponet); 2016 - Rio diversidade (direção Ivan Sugarhara); 2016 - 5 x comédia (direção Monique Gardenberg e Hamilton Vaz Pereira); Recebeu os Prêmios e Indicações "O matador de Santas" (Prêmio Contigo de melhor autor 2010); "Savana Glacial" (Prêmio Shell de melhor autor 2011, indicado APRT 2011, eleito um dos dez melhores espetáculos no RJ pelo Jornal O Globo); "Rebú" (APCA/SP indicado melhor autor 2011); "Mamutes" (Festival Internacional FITA/2012 melhor autor); "Limpe todo sangue antes que manche o carpete" (Prêmio de Teatro SP/Cubatão 2012); "Fluxorama" (indicado ao prêmio APTR/2013 melhor autor, eleito um do dez melhores espetáculos do ano RJ pelo Jornal O Globo, APCA 2016 melhor autor); "Conselho de Classe" (Premio Cesgranrio 2014, melhor autor, APTR, Shell, APCA, FITA, Prêmio Botequim Cultural); "Beije minha lápide" (indicado melhor autor APTR 2015, Shell 2015, prêmio de melhor ator APTR Marco Nanini); Paulo de Moraes (Diretor): Formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina. Ator, Dramaturgo, Cenógrafo e Diretor de teatro desde 1987, quando formou a Armazém Companhia de Teatro, um dos coletivos mais importantes do país. Seus espetáculos já foram apresentados em quase todos os Estados brasileiros, além de Portugal, França, Escócia, Noruega, Uruguai e China. Foi diretor e professor da Escola Municipal de Teatro, em Londrina e professor de Interpretação da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro. Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro. Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Foi premiado com o Prêmio Shell 5 vezes, 2 vezes como autor (“Inveja dos Anjos” e “A Marca da Água”), 2 vezes como cenógrafo (“Da Arte de Subir em Telhados” e “Hamlet”) e 1 vez como diretor (“Toda Nudez Será Castigada”). Recebeu por 2 vezes o Fringe First Award (no Festival de Edimburgo/Escócia), por “A Marca da Água” e “O Dia em que Sam Morreu”. Atualmente, está indicado ao Prêmio APTR de Teatro, nas categorias de Direção, Cenografia e Espetáculo por “Brás Cubas”. Ricco Viana (Diretor Musical): De uma família de músicos, nasceu em Recife em 1984, onde morou até os 19 anos, quando foi para o Rio de Janeiro (2003). Participou como músico e ator do longa-metragem “A Máquina”, de João e Adriana Falcão, ocasião em que teve contato com Chico Buarque de Hollanda, o que transformaria sua vida. Uma nova linguagem artística surgia para o músico. Junto a Daniel Rangel (guitarra), Antônio Van Ahn (teclado), Rick De La Torre (bateria) e Lancaster (baixo), Ricco Viana, (voz e guitarra), performaria no filme a canção DIA BRANCO, de Geraldo Azevedo e Renato Rocha, um dos principais temas do filme “A Máquina”. A formação deu origem a banda Vermelho 27, que teve um disco produzido por Robertinho do Recife. Começou sua parceria com Paulo de Moraes em 2007, como músico na montagem de “Mãe Coragem e seus Filhos”. Como resultado dessa parceria, assinou a direção musical de “Inveja dos Anjos”, “Antes da Coisa Toda Começar”, “Mente Mentira”, “Mecânica das Borboletas”, “A Marca da Água”, “O Outro Van Gogh”, “Jim”, “Chuva Constante”, “O Dia em que Sam Morreu”, “A Dama do Mar”, “Inútil a Chuva”, “Hamlet”, “Angels In America”, “Neva” e “Brás Cubas”. Recebeu o Prêmio APTR por “Jim”, além de indicações aos prêmios Shell (“Jim” e “Angels in America”) e Cesgranrio (“Jim” e “Hamlet”). Maneco Quinderé (Iluminador): Da segunda geração de iluminadores descendentes de Jorginho de Carvalho (1946), Maneco Quinderé é o mais prestigiado iluminador carioca nos anos 80 e 90, transitando entre produções comercias e trabalhos experimentais. Autor da luz de Exercício nº 1, de Bia Lessa (1958), 1987, Pérola, de Mauro Rasi (1949 - 2003), e Melodrama, de Felipe Miguez, 1995, espetáculos marcantes desse período. Um dos mais importantes iluminadores do país, Maneco Quinderé começou sua parceria com Paulo de Moraes em 2004, como iluminador da montagem de “O Pequeno Eyolf”. Como resultado dessa parceria, assinou a iluminação de cerca de 20 espetáculos, entre eles “Toda Nudez Será Castigada” (prêmio Shell Melhor Iluminação 2005 e prêmio Eletrobrás 2006), “Pequenos Milagres” (prêmio SESC/Sated Melhor Iluminação 2007), “Inveja dos Anjos” (prêmio APTR Melhor Iluminação 2008), “A Marca da Água”, (prêmio APTR Melhor Iluminação 2012) “A Dama do Mar” (prêmio Shell Melhor Iluminação 2014) e “Hamlet” (prêmio Cesgranrio Melhor Iluminação 2017). Carla Berri (Cenógrafa): Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná (Curitiba). É parceira frequente nas montagens dirigidas por Paulo de Moraes. Os cenários das peças de Moraes são criados em dupla por ele e Carla Berri. Fazem parte dessa parceria as seguintes montagens: Inútil a Chuva (2015) - indicado aos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio de Melhor Cenografia, O Dia em que Sam Morreu (2014), A Marca da Água (2012) - indicado ao prêmio Shell de Melhor Cenografia, Antes da Coisa Toda Começar (2010) - indicado ao Prêmio APTR de Melhor Cenografia, Inveja dos Anjos (2008) - vencedor do Prêmio Contigo de Melhor Cenografia e indicados aos Prêmios Shell e APTR, Pequenos Milagres (2007) - espetáculo do Grupo Galpão, dirigido por Paulo de Moraes, vencedor dos Prêmios SESC/Sated MG e Simparc/MG de Melhor Cenografia, além de indicado ao Prêmio Contigo, Toda Nudez Será Castigada (2005) - vencedor do Prêmio Eletrobrás de Melhor Cenografia e indicado ao Prêmio Shell, A Caminho de Casa (2004) e Pessoas Invisíveis (2002) - indicado ao Prêmio Shell de Melhor Cenografia. Com o cenário de “Hamlet”, venceram os prêmios Shell e APTR (2017), além de serem indicados ao Prêmio Cesgranrio. Carol Lobato (Figurinista): Formada em Design de Moda pela Universidade Veiga de Almeida. Mestranda em Design pela UFRJ. Atua em produções artísticas diversas, como cinema, teatro, musicais e publicidade. Trabalha com renomados diretores como Paulo de Moraes, João Fonseca, José Mauro Brant, Charles Moeller e Claudio Botelho, Ullysses Cruz, Vitor Garcia Peralta, Moacyr Goes e Amir Haddad. Prêmio APRT e Prêmio Cenym de teatro melhor figurino 2015 - O Grande Circo Místico, Prêmio FITA de melhor figurino 2016 – Bilac Vê Estrelas, Prêmio Cesgranrio e Prêmio Reverência de teatro melhor figurino 2017 - Kiss Me Kate - O Beijo da Megera (direção Charles Moeller e Claudio Botelho), Prêmio Botequim Cultural de teatro 2017 - Cinderella, O Musical e Prêmio CBTIJ de teatro infantil 2018 - Makuru - Um Musical de Ninar.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.