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PRONAC 241882Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Projeto de Restauro Solar Barão do Guajará

INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO DO PARA
Solicitado
R$ 14,80 mi
Aprovado
R$ 14,80 mi
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

1.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-05-01
Término

Resumo

A Restauração, Preservação e Adaptação do espaço físico do imóvel histórico denominado de Solar Barão de Guajará, ocupado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Pará, fazendo a salvaguarda do bem dentro da plenitude das atividades a que o Instituto se propõe, estando essas em conformidade com a estrutura física e arquitetônica do imóvel. Realizar a restauração do mobiliário histórico do Solar, 20 gravuras e 10 telas pertencentes ao acervo museológico do Instituto Históricos e Geográfico do Pará. Realizar duas publicações e um vídeo documentário sobre o Solar e o processo de restauração.

Sinopse

Livro sem título 1 - Uma publicação que abordará a história do Solar do Barão do Guajará e a sua relação com a história do Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Livro sem título 2 - Uma Publicação que mostrará os processos de restauração que o projeto contempla. Uma compilação de artigos e textos escritos pelos profissionais envolvidos, apresentando os detalhes dos trabalhos que serão realizados. Cursos e treinamentos. Educação Patrimonial: O curso vai apresentar conceitos teóricos e práticos de Educação Patrimonial com docentes, gestores e acomunidade, tendo como objetivo o patrimônio cultural para ser apropriado socialmente como ferramenta de compreensão sociohistórica das referências culturais em todas as suas manifestações, a fim de colaborar para o seu reconhecimento, sua valorização e sua preservação. Gerencimento de Risco: Apresentar o conceito de gerenciamento de risco para preservação em museus e lugares de memória, assim como executar diagnóstico e elaborar plano de segurança em acervos, tendo como objetivo fazer o trabalho de Gerencimento de risco do Solar Barão do Guajará. Capacitação em inclusão: Capacitação em mediação relacional com a pessoa com deficiência e instrumentalização sobre acessibilidade. O objetivo da iniciativa é ofertar à equipe funcional do Instituto técnicas e ferramentas para lidar de maneira plenamente inclusiva com pesquisadores e usuários com deficiências (visuais, auditivas, físicas e/ou cognitivas)

Objetivos

Objetivo Geral A preservação do imóvel histórico denominado de Solar Barão de Guajará, ocupado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Pará, e do seu mobiliário histórico. A adequação do espaço para as tividades do Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Produção de documentario e duas publicações sobre o Solar do Barão do Guajará e o processo de restauração. Objetivos Específicos - Restauração do Solar Barão de Guajará, sede do Instituto Histórico e Geográfico do Pará; - Restauração do Mobiliário Histórico pertencente ao 'Solar Barão do Guajará"; - Acondicionamento, tranporte e armazenamento em depósito do acervo Museologico, bibliográfico e arquivistico durante periodo das obras de restauração; - Criação de uma reserva técnica para guarda do acervo museológico, com controle de teperatua e umidade; - Aquisição de estantes deslizantes para aguarda dos acervos arquivisticos e bilbiográficos; - Aquisição de mobiliário para as salas de consulta de acervos e espaços administrativos do Instituto Histórico e Geográfico do Pará; - Adaptação do espaço para o recebimento de Pessoas com Deficiência (PcD), com instalação de rampas, elevadores e plataformas para acesso aos andares superiores e móveis apropriados nas salas de consulta do acervo. Impantação de ferramentas de acessibilidade de conteúdos nos espaços de consulta e visita. - Instalação de placas geradoras de energia solar, para a produção de energia limpa; - Implantação e implementação de projeto luminotécnico para preservação do patrimônio historico e iluminação artistica para museus. - Paisagismo do Jardim interno resgatando as caracteristicas originais do espaço basiado em pesquisas históricas - Produção de duas publicações sobre o processo de restauro e a historia da união do Prédio Solar Barão do Guajará e o Instituto Historico e Geográfico do Pará. - Documentario sobre o processo de restauro do Solar Barão do Guajará. - Realização de oficinas sobre Educação Patrimonial, Gerenciamento de risco do Patrimônio e Inclusão e acessibilidade.

Justificativa

Um dos primeiros prédios erguidos no entorno da praça que agora é chamada Dom Pedro II, o Solar é um dos poucos vestígios, que chegaram a nossos dias, da presença da nobreza na cidade colonial. O prédio pertenceu a dois nobres do período imperial, ao Visconde de Arary e ao Barão de Guajará, antes de ser doado, no ano de 1944, ao Instituto Histórico e Geográfico do Pará pela Prefeitura de Belém. O Solar é um testemunho de várias fases da vida da cidade. A casa pertenceu, por herança, a Antonio de Lacerda Chermont, o primeiro Visconde de Arary. Dono de dezenas de propriedades, ele deu a casa, provavelmente como presente de núpcias, a sua sobrinha Maria Victoria Pereira de Chermont, que casou com Domingos Antonio Rayol, futuro barão de Guajará, havendo relatos de que a cerimônia de casamento dela se deu já no Solar onde o casal moraria até a morte do Barão em 1912. A trajetória histórica do secular imóvel, atualmente denominado "Solar Barão do Guajará", nos pauta os segmentos históricos de variadas ordens, tais como: evolução de sua localização no centro histórico, da sua arquitetura colonial e da sua cadeia de proprietários, entre outros acontecimentos. A relação do Barão com a cidade constitui um capítulo à parte, de vez que o mesmo ocupou a presidência da Província do Pará, no século XIX, tendo ele uma atuação politica e cultural de engajamento, em meados de 1900. O Barão, junto com um grupo de intelectuais, fundou a Academia de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Embora o Instituto tivesse objetivos ambiciosos com vistas à preservação da memória regional, ele só começou efetivamente a funcionar quando ocupou a então antiga residência do Barão. Após um período sem atividades, em 1917, o Instituto foi reinstalado. A Prefeitura Municipal de Belém (PMB) adquiriu o imóvel e o cedeu ao IHGP, em decreto Municipal nº 168 de 10 de novembro de 1944, pelo então Prefeito Alberto Engelhard. Essa compra e posterior doação envolveram também os acervos mobiliário, bibliográfico e documental e o imóvel passou a funcionar como museu, pinacoteca, arquivo e biblioteca, conforme a visão reinante na época. O IHGP ganhou maior importância em 1950, quando o imóvel e o Instituto foram tombados pelo Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional _ IPHAN. Após o ano de 1979, foi beneficiado por obras civis de manutenção, com o apoio do IPHAN. A última intervenção restaurativa do Solar foi realizada em 2007, pelo Programa "Monumenta", ação estratégica do Ministério da Cultura, com financiamento do BID e da Prefeitura de Belém e apoio da UNESCO. A proposta-Projeto aqui definida, tem como base essa última intervenção de 2007, muito embora os serviços sejam de uma proposta atual, porém com encaminhamentos nos mesmos parâmetros de leitura intervencionista do Projeto de 2007, com restabelecimento de lacunas, posicionamento conservativo de forma prudente e, quando necessárias, posturas críticas com tradução na reversibilidade, distinguibilidade e compatibilidade. Nos últimos anos, sem apoio governamental e com reduzido número de sócios, o Instituto Histórico e Geográfico foi incapaz de frear a decadência física do prédio e a situação de insegurança do próprio Centro Histórico facilitou a atuação de ladrões que por repetidas vezes saquearam o prédio levando, dentre outras coisas, as calhas de cobre, objetos decorativos, destruíram luminárias e quebraram janelas. Além do Solar, este projeto também almeja modernizar e equipar o Instituto Histórico e Geográfico para melhor servir os seus propósitos de lugar de memória na cidade de Belém. O IHGP possui um relevante acervo arquivístico e bilbiográfico que frequentemente é consultado por pesquisadores de diversas áreas. Porém, este acervo, com obras que datam deste do século XVII (livros) e XVIII (documentos) precisam de um espaço com materias adequados para o tratamento de conservação e restauração, como equipamentos de digitalização e salas de consulta com computadores, pois atualmente essas consultas são realizadas diretamete nos originais, colocando em risco a integridade dessas coleções. O projeto prevê a intervenção direta em algumas das coleções do IHGP, como o conjunto formado por 16 gravuras (litografia) que retratam uma parte da chamada "nobreza paraense" no século XIX. A nobreza paraense se refere aos indivíduos e famílias de alta classe social e poder político que se originaram no estado do Pará. Durante o período imperial do Brasil, muitas famílias da elite do Pará foram elevadas à nobreza através da concessão de títulos nobiliárquicos pelo imperador do Brasil. No entanto, a história da nobreza paraense é complexa e multifacetada, refletindo a rica tapeçaria cultural e histórica do estado do Pará. Também esta projetado o resrtauro de 10 telas (óleo sobre tela) pertencentes a pinacoteca do IHGP, entre elas uma tela de Teodoro Braga (Retrato de Lauro Sodré, 1937). O projeto aprecia vários dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, mais notadamente os incisos I, II e VI, que tratam especificamente da disponiblização, regionalização e preservação das fontes de cultura. O objetivo deste projeto está em plena harmonia com todo inciso III do Art. 3º da lei, que descreve a preservação e difusão do patrimônio histórico e artístico nacional. Por fim, o restauro da sede do IHGP para sua readequação do espaço físico para as atividades do Instituto, ressaltando a visitação pública e consulta no seu acervo será a reaproximação da Instituição com a comunidade, como uma forma de atrair a atenção e despertar o olhar da sociedade para a valorização de um espaço tão único quanto ainda desconhecido na cidade de Belém.

Especificação técnica

Livro sem título 1: Livro BrochuraFORMATO: 300x300mm (fechado)MIOLO: 120 páginas, policromia (4X4); papel couchê fosco 150g;GUARDAS: Policromia (4x4); papel offset AP 180g.CAPA DURA: Policromia (4x0); Papel couchê fosco 150g, revestido em papelão, verniz localizado e laminação BOPP total.ACABAMENTO: Costura em caderno c/ 16 páginas, Lombada quadrada.Brochura com XXX páginas . Capa em cor e miolo em P&B e uma sessão com fotos em cor. Livro sem título 2: Livro de Luxo / Mesa.FORMATO: 230x160mm (fechado)MIOLO: 180 páginas, policromia (4X4); papel pólen 90g;GUARDAS: Policromia (4x4); papel offset AP 120g.CAPA: Policromia (4x0); Papel couchê fosco 150g, verniz localizado e laminação BOPP total.ACABAMENTO: Costura em caderno c/ 16 páginas, Lombada quadrada. Documentário: - Até 40 minutos em formato digital, a ser publicado em site aberto de compartilhamento de vídeos e nas páginas do Instituto Histórico e Geográfico do pará e nas empresas patrocinadoras.

Acessibilidade

A garantia do pleno acesso a bens e conteúdos públicos não é apenas uma benesse ético-moral. Essa premissa é, na atualidade, exigência legal. As leis brasileiras contemporâneas, seguindo o que também determina o ordenamento jurídico internacional, estabelecem irrefutavelmente que a acessibilidade é um direito de todo e qualquer cidadão e um dever de todo e qualquer prestador de serviço, gestor e/ou mantenedor de patrimônios histórico-culturais. O assunto é basilarmente pontuado na própria Constituição Brasileira que, em seu art 5o, salvaguarda: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Desta feita, dar acesso qualitativo a obras, bens e insumos memoriais precisa ser compromisso de empreendimentos sérios. A Pessoa com Deficiência, outrossim, não pode ser excluída de todo esse entendimento. A Organização das Nações Unidas passou a determinar a partir de 2006, com a Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência uma série de garantias à vida plena para quem convive com questões como cegueira, surdez, limitações físicas e/ou cognitivas. O Brasil promulgou esses princípios estabelecidos pela ONU em 2009. Várias legislações já vigoravam antes disso e foram sancionadas a posteriori no território nacional para especificar tais deliberações. Dispositivos como a Lei 10.098 (Lei dos Critérios Básicos da Acessibilidade), Lei 12.527/11, art. 8o (Lei de Acesso à Informação), Lei 10.436/02 (Lei da Língua Brasileira de Sinais), Lei 12.764/12 (Lei da Política Nacional em defesa do Autismo) e o ordenamento máximo no que se refere à proteção inclusiva: a Lei 13.146/15 (que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) No bojo de toda essa robusta jurisprudência, o presente projeto assume o compromisso de implantar insumos, recursos e mediações que garantam ampla acessibilidade aos usuários do Instituto Histórico Geográfico do Pará, garantindo que possam, assim, fruir e usufruir do acervo e da patrimonialidade predial da instituição. Além dos recursos arquitetônicos mínimos e básicos exigidos por lei, como rampas, elevadores, espaçamentos e portais acessíveis, também serão implantadas ações e estratégias de acessibilidade como: uso de maquetes táteis e transcrição em braile de materiais expositivos e informativos (para o público cego); legendações de objetos e tradução em Libras de produtos audiovisuais usados em exposições permanentes e/ou visitas guiadas (para o público surdo); espacialização acessível (para o público com deficiência física); e adaptações cognitivo-sensoriais de exposições (para o público com Transtorno do Espectro Autista e outras atipias). A proposta é também a de realizar capacitações em Inclusão junto ao corpo funcional do Instituto. A implementação de tais recursos de acessibilidade será coordenada pelo terapeuta e jurista inclusivo Carlos Correia Santos, especialista em Inclusão e Mediação Relacional com a Pessoa com Deficiência.

Democratização do acesso

O Solar conta com museu que através de seu acervo reproduz a história do periodo imperial do Brasil através de sua arquitetura e elementos, como azulejos, gradios, salões, mobiliário e jardins. O Instituto Historico e Geográfico do Pará abre suas portas para aulas de História, Geografia e Folclore Amazônico para escolas públicas e particulares, apresentando o contexto histórico e social do século XIX, assim como lendas e festas regionais em seus espaços expositivos sempre com temas educativos. Com novos equipamentos o Solar e o IHGP terá a possibildade de abranger ainda mais essas ações, com a possibilidade de realizar palestras, oficinas e workshops culturais através da implantação de um auditório. Além disso, o IHGP possui um relevante acervo arquivístico e bilbiográfico que frequentemente atraem pesquisadores das áreas da história, sociologia, antropologia, geografia e artes visuais, entre outros. A pesquisa nesse acervo é aberta e gratuita e, com a equipagem para digitalização e consulta digital desse material, este serviço poderá ser melhorado e ampliado.

Ficha técnica

Anaíza Vergolino e Silva - Presidente do IHGP Graduada em História pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Campinas (UNICAMP/SP), pesquisadora das Religiões afro-brasileiras no Pará, conselheira titular do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Pará e Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará IHGP. Professora adjunta 4 aposentada do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/UFPA) e do Programa de Pós-Graduação Lato-Sensu (Especialização) em Estudos Culturais da Amazônia no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NUMA/UFPA). Atualmente é professora da disciplina Antropologia Cultural Faculdade Católica de Belém (FACBEL) e da disciplina Religiosidade Amazônica no Instituto de Pastoral Regional IPAR/CNBB Norte 2. Ethel Valentina Ferreira Soares - Coordenadora Geral Preservadora de patrimônio histórico Bibliográfico e Documental atua há vinte e quato anos na Amazônia como consultora e voluntária em instituições Públicas principalmente em educação patrimonial desenvolvendo projetos para qualificar funcionários públicos em conservação para bibliotecas e arquivos; curso de especialização em Assistente de conservação e restauro pela ABER (Associação Brasileira de Encadernação e Restauro) e SENAI (Serviço Nacional de Aprendizado Industrial); Trabalhou no Núcleo Edson Motta de Conservação e Restauro - Laboratório ABER/SENAI (1999 à 2003); em 2003 iniciou sua pesquisa sobre tipos de fibras para feitura de papel para conservação, cursando modulos do curso Técnico em Celulose e Papel do SENAI nas áreas de química, física e biologia do papel; ganha uma bolsa para o Japão pela JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão 2006) continuando pesquisa agora com as fibras amazonicas; Coordenadora do Setor de Conservação do Arquivo Público do Estado do Pará (2010-2013), Diretora (2013-2017) coordenando projetos de Preservação de Patrimonio Documental e Bibliográfico; Conservadora da Biblioteca Fran Paxeco do Gremio Literário e Recreativo Portugues. Foi coordenadora de 06 (seis) projetos aprovados por Editais Caixa, Petrobrás, BNDES, Ementa Parlamentar, Governo Portugues (dois projetos aprovados); Hoje atua na construção para a fundação do Instituto Pauxis- Instituto Cultural de Preservação do Patrimonio Material e Imaterial da Amazônia. Antonio da Conceição Pacheco Neto - Consultor de conservação de Arquivo e Biblioteca. Possui especialização em conservação e restauro de acervos em papel pela escola Theobaldo de Nigris do SENAI de São Paulo e Associação Brasileira de Encadernação e Restauro e Mestrado em Antropologia Social pela Programa de Pós-graduação em Antropologia pela Universidade Federal do Pará. Trabalhou na Associação dos Amigos dos Arquivos Públicos do Pará, onde coordenou o ateliê de conservação e restauro e participou da elaboração dos projetos "preservação e acesso ao acervo da Amazônia legal", com patrocínio do BNDES e "preservação e literatura - acesso ao acervo raro da biblioteca Fran Paxeco do grêmio literário português", aprovado pela Lei Rouanet. Também trabalhou na conservação e restauro do acervo do Memorial do Conservatório Carlos Gomes, na Biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico e Coordenou o Projeto de Restauro do acervo da Diocese de Óbidos, patrocinada pelo Cultural Emergency Response, da Holanda. Ministra Palestras e cursos sobre conservação e gerenciamento de risco do patrimônio. Rosa Maria Lourenço Arraes - Restauradora de Obras de Arte. Graduada em Belas Artes /UFBa (1989). Licenciada (Artes Plásticas -UFPa 1993) Especializada em Conservação e Preservação do Patrimônio Histórico pela UFPa(2008) , Mestre e Doutora em História Social da Arte pela UFPa (2006)(2019)com ênfase em História Social da Arte na Amazônia. Técnica em Restauração de Acervos, concursada da- Prefeitura Municipal de Belém, com a função de Conservadora e Restauradora de Acervos (de 1993 até hoje), experiência na área de Conservação e Restauração de Acervos de Museus, conservação preventiva, pesquisa, manutenção e sustentabilidade de museus e edifícios históricos. É Professora de História da Arte do Bacharelado de Música da UEPa/IECG, desde 1998 até os dias de hoje. Diretora do Museu Casa Francisco Bolonha, membro do Conselho Internacional de Museus Comité Internacional de Conservação (ICOM-ICC), Conselheira Titular das Artes Visuais (CNIC/MINC.20023-2025) Suelen Vinagre Braz - Historiadora Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade Ideal (2021), em História- Licenciada e Bacharel pela Universidade Federal do Pará (2014). Com experiência em Conservação e restauração deacervos em suporte de papel; em pesquisa histórica de bens de natureza material e imaterial, e atuação em órgão público da esfera municipal de preservação do patrimônio cultural de Belém/Pa. Acácio Antônio de Almeida Gonçalves - Engenheiro Civil Engenheiro Civil formado pela Universidade da Amazônia em 1989. Participou de obras relevantes para o patrimônio histórico de Belém, entre elas a Intervenção Restaurativa do Palacete Faciola E Dos Prédios Vizinhos. a Intervenção de Reforma Interna e Externa Do Theatro Da Paz, a Reforma e Restauração do Arquivo Público do Estado do Pará e a Restauração na Igreja Nossa Senhora do Carmo e Capela da Ordem Terceira do Carmo. Aurélio Augusto Freitas de Meira - Arquiteto. Engenheiro Civil e Arquiteto e Urbanista formado pela Universidade Federal do Pará em 1975 (Engenharia Civil) e 1978 (Arquitetura e Urbanismo), mestre em patrimônio e sociedade pela centro de tecnologia do estado do Pará (PPGPATRI). Participou de obras relevantes para o patrimônio histórico de Belém, como a Execução do Projeto e Fiscalização da Reforma e Revitalização da Estação das docas, a Execução do Projeto do Complexo Feliz Lusitâni, a Reforma e Projetos do Hotel escola Atrium quinta de pedras e a Execução de Projeto e Reforma da Sede da Empresa Barra do Pará. Ricardo Gonçalves de Moraes - Engenheiro. Engenheiro Civil formado, pela Universidade Federal do Pará em 2019, atualmente mestrando no Programa de Pós-graduação em Ciências do Patrimônio com previsão de conclusão em 2024. Participoudos projetos de Intervenção Restaurativa do Palacete Faciola E Dos Prédios Vizinhos, da Intervenção de Reforma Interna e Externa Do Theatro Da Paz, da Restauração de Mausoléus e Túmulos do Cemitério Nossa Senhora Da Soledade e da Revitalização Dda Cobertura, Restauração das Fachadas e Átrio Do Museu Do Estado Do Pará. Fernanda Mokdesi Auada - Restauradora de Acervos de em Papel Doutoramento em “Ciências - Programa de Tecnologia Nuclear - Aplicações” pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, desenvolvendo estudo sobre aplicação da radiação gama no combate a fungos em acervos em papel. Graduação em História pela Universidade de São Paulo (1993) e especialização em Preservação de Papéis em várias instituições no Brasil e exterior, como Fundação Casa de Rui Barbosa (RJ), NeDCC -- Northeast Document Conservation Center (MA, EUA) e Library of Congress (DC, EUA). Foi responsável durante 19 anos pelo Núcleo de Conservação e Restauro Edson Motta – Laboratório ABER/SENAI (Associação Brasileira de Conservação e Restauro e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e pelos cursos de preservação, desenvolvendo atividades em: preservação, conservação e restauro em suporte papel; ciência da conservação; educação e ensino. Atualmente participa do Folio – Coletivo de Preservação de Acervos e colabora com a ABER. Aprovada por concurso de docente substituta da Escola de Belas Artes/UFMG em 2021, não pode assumir por questões de saúde.

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.

2025-10-31
Locais de realização (1)
Belém Pará