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O Festival AFROPOP, visa promover a conexão entre artistas negros de projeção local, regional e nacional, através da realização de uma experiênciaque une música, artes visuais, moda, etnogastronomia e ações formativas. O projeto celebra o Movimento AFROPOP Brasileiro e tem como princípio envolver diversos agentes da cadeia produtiva cultural e fomentar a economia criativa.
O projeto Festival AFROPOP vem para afirmar e amplificar a voz afro-urbana brasileira, envolvendo o intercâmbio entre artistas nacionais que expressam e defendem a força da arte negra ao fazê-la viva, atualizada, contemporânea e inventiva, através da perspectiva afrofuturista. O festival tem como intuito desenvolver ações que visam proporcionar espaços de visibilidade, valorização, difusão, discussão e formação da cultura negra expressa pelo movimento AFROPOP, a partir da interação colaborativa e criativa entre artistas de diferentes momentos de carreira. Durante 04 dias serão realizadas diversas ações do Festival, conectando diferentes linguagens. Neste sentido o projeto prevê: exposição interativa de artes visuais de arte e tecnologia; shows musicais de artistas da música regional com diferentes trajetórias; estabelecimento de praças de alimentação com stands de chefs da etnogastronomia; e a realização de um desfile de moda afro. No espaço onde serão realizadas as ações haverá também a instalação de obras de artistas visuais, que farão parte da composição cênica do festival. O objetivo é fortalecer a atual cena afro no Brasil, valorizando e saudando as referências do Movimento AFROPOP brasileiro.
Objetivo geral: - Realizar o Festival AFROPOP, prevendo apresentações musicais, desfile de moda, exposição de obras artísticas, gastronomia e ações formativas. Objetivos específicos: - Realizar 10 apresentações shows de música regional, sendo: 04 apresentações de artistas da nova cena; 04 apresentações de artistas de médio porte e 02 apresentações de artistas de grande porte; - Realizar um desfile de moda com coleção de 06 estilistas; - Realizar a montagem de um circuito expositivo envolvendo obras e intervenções de 05 artistas visuais; - Realizar uma feira gastronômica com stands de 06 chefs da etnograstronomia; - Realizar 6 ações formativas, sendo 02 masterclasses e 04 painéis de debate.
O AFROPOP é um movimento internacional que afirma e amplifica a voz afro-urbana. No Brasil, seu objetivo é preservar a identidade da cultura afro-brasileira. Ele se alinha ao propósito de trazer novas narrativas contemporâneas para fortalecer a negritude e resguardar a sua existência, pautando a forte conexão com suas raízes africanas, traduzindo-se como manifestação de criação cultural e artistística afrodiaspórica, que relaciona profundamente passado-presente-futuro, em um tempo não-linear. Carregado de simbologias estéticas e sonoras, o AFROPOP é global e trabalha para retomada histórica, ao mesmo tempo em que adiciona camadas de inovação e tecnologia, representando a brasilidade real. Do ancestral ao contemporâneo, visa o imperativo do tempo futuro que ressignifica a música afro-brasileira como ela é: vibrante, moderna, diversa e em constante transformação. É neste contexto que se propõe o Festival AFROPOP, como um festival multilinguagem emergente da relação entre a tradição e a inovação, capaz de abraçar a diversidade artística e cultural e comprometido ativamente com a promoção da identidade afro-brasileira em suas várias manifestações, desafiando estereótipos através da pluralidade criativa e autenticidade da cultura negra. Previsto para acontecer no município de Itaparica (BA), durante 04 dias, o festival trará como fundamento para a sua programação a intersecção entre diferentes expressões artísticas, sendo elas artes visuais, música e moda . Para que isso seja possível, será formado um time curador com um representante de cada linguagem, que estarão compartilhando trocas e experiências durante a pré-produção, para a definição da programação do projeto, mantendo a conexão entre todas as áreas artísticas. É importante dizer que serão realizadas ações formativas e que a experiência imersiva do festival também inclui ações de etnogastronomia, contando com a presença de diferentes chefs. No que diz respeito às ações formativas, serão promovidos duas masterclasses e dois painéis com convidados para troca de experiências e debate. Os temas serão definidos durante a etapa de pré-produção e irão abordar pautas atuais inseridas no contexto do afroempreendedorismo, economia criativa e sustentabilidade. Já a programação artística será distribuída em dois dias e prevê uma série de intervenções e apresentações, selecionadas por um time curador especialista em cada linguagem. Nas artes visuais, serão convocados artistas que já possuam obras produzidas, capazes de estabelecer o diálogo com as demais linguagens do festival a partir da perspectiva e estética afrofuturista. Assim, o projeto prevê a montagem de instalações envolvendo a exposição de obras e intervenções de arte e tecnologia, com intuito de amplificar a experiência sensorial do festival, buscando criar para o público presente um ambiente interativo e imersivo. Compreendendo a gastronomia como a manifestação das identidades de povos e lugares, abrangendo os aspectos e significados simbólicos e culturais, serão selecionados chefs de destaque na culinária afro-brasileira para compor os stands e apresentar ao público cardápios da etnogastronomia, relacionadas a cozinha ancestral de matrizes africana e indígena, tecnologias culinárias e a comida afetiva. Para experiência musical, o festival prevê a realização de shows de artistas da nova cena musical local e artistas nacionais. Estes artistas serão selecionados pela curadoria musical, observando artistas de destaque da música regional de diversas localidades, representantes da música preta brasileira que dialoguem ritmos e elementos tradicionais com inovações da musicalidade contemporânea e que estejam inseridos no contexto ou relacionados com o movimento AFROPOP nacional. No campo da moda, será realizado um desfile, trazendo produções e coleções de estilistas e designers que desenvolvam criações afrocentradas. A trilha sonora ficará a cargo de uma atração musical que fará uma apresentação ao vivo durante o desfile. Buscando romper ainda mais com o padrão estético eurocêntrico, será incentivada a participação de modelos que promovam a diversidade de corpos comumente excluídos da construção sobre o conceito e ideia de beleza, como pessoas gordas, trans, não bináres e portadoras de deficiência. Desta forma, o Festival AFROPOP conta com uma programação que conecta grandes artistas de diferentes expressões, localidades e áreas artísticas. Cabe ressaltar que o projeto traz a estética AFROPOP através da difusão de elementos ancestrais e de dispositivos artísticos e tecnológicos, configurando-se como um mecanismo de avanço, contra o apagamento racista da memória, a favor do protagonismo e da representatividade do povo negro nas mais diversas áreas de atuação. Vale ainda dizer que o Festival AFROPOP possui uma curadoria artística 100% composta por pessoas negras, sendo as principais funções do projeto, como coordenação, produção e direção, realizadas por mulheres, além de promover impacto econômico positivo na cadeia criativa e de afroempreendedores baianos.
O proponente e a equipe de produção do projeto são residentes do município de Salvador e o Festival AFROPOP está previsto para ser realizado em Itaparica (BA), havendo, a previsão de locação de vans para deslocamento, bem como reserva de hospedagem para 10 pessoas, sendo: 1. Coordenação geral 2. Direção geral 3. Direção artística 4. Diretor de produção 5. Diretor de produção 6. Produção executiva 7. Assistente de produção 8. Assistente de produção 9. Produtor 10. Produtor PASSAGENS AÉREAS Os beneficiários das passagens aéreas são as artistas e bandas de médio e grande porte e suas respectivas equipes, que irão se deslocar das cidades/estados/países onde residem para participar presencialmente do evento em Itaparica (BA), a saber: 06 artistas nacionais, sendo 4 de médio porte e 02 de grande porte, que estarão presentes no festival. A previsão é de uma equipe com 5 pessoas para cada artista (incluindo produtor, técnicos e músicos), totalizando 30 pessoas beneficiadas. *Obs: A definição efetiva dos artistas será realizada pela curadoria musical contratada pelo projeto após a captação dos recursos durante a etapa de pré-produção, conforme o cronograma previsto.
PÚBLICO ALVO DO PROJETO: O público alvo do festival AFROPOP é negro, afro-urbano, jovem e adulto (18 à 50 anos), contemporâneo dos movimentos de afirmação identitária, pertencente às classes B, C, D e E e engajado nas pautas de inclusão social e acesso à cultura. AÇÕES FORMATIVAS: O projeto prevê a realização de ações formativas durante 02 dias. Estas ações serão definidas pelo time curatorial após captação do projeto, na etapa de pré-produção, e serão devidamente apresentadas todas as informações pertinentes, como temas, duração, objetivos, etc.
Todos os produtos previstos no projeto contarão com medidas de acessibilidade física e de conteúdo, bem como na divulgação das ações do projeto, desenvolvidas e orientadas através de consultoria especializada em acessibilidade. PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL Acessibilidade física: Os espaços onde o festival será realizado serão completamente acessíveis a deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, os locais apresentam rampas de acesso, piso tátil e banheiros para deficientes específicos. Os bares do evento terão balcões rebaixados, adaptados para atender cadeirantes. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras que estarão disponíveis no festival para orientar pessoas surdas PRODUTO SECUNDÁRIO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade para deficientes visuais e pessoas TDAH : disponibilização de equipamentos de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações terão tradução simultânea em Libras ARTES VISUAIS Acessibilidade para deficientes visuais e pessoas TDAH : disponibilização de equipamentos de audiodescrição para o desfile e descrição das obras em braile Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações dos desfiles terão tradução simultânea em Libras AÇÕES FORMATIVAS Acessibilidade para deficientes auditivos: As masterclasses e paineis contarão tradução simultânea em Libras.
O Festival será realizado em 04 dias, abrangendo uma programação diversa que conta com ações formativas, shows, exposição de artes visuais, desfiles e gastronomia prevendo um público de 10.500 (dez mil e quinhentas pessoas). Como forma de alcançar um público amplo e diverso, será priorizado um local de fácil acesso e descentralizado. Além disso, todas as ações formativas serão gratuitas e os ingressos comercializados terão valores acessíveis. A distribuição do público e do acesso se dará da seguinte forma: 1. Festival (atrações artísticas) O projeto prevê a comercialização de 10.000 ingressos (5 mil por dia de evento), sendo: - 10% (1000 unidades) distribuídos gratuitamente em caráter social, destinados à pessoas de baixa renda e pessoas travestis, trans e não bináries; - 10% (1000 unidades) serão destinado aos patrocinadores; - 10% (1000 unidades) destinada ao proponente para divulgação gratuita; - 20% (2000 unidades) serão comercializados a preços populares (até 3% do salário mínimo vigente), sendo R$ 40,00 (quarenta reais) a inteira e R$ 20,00 (vinte reais) a meia-entrada, respeitando a parametrização indicada por lei. - Os 50% (5000 unidades) de ingressos restantes, serão comercializaados a critério do proponente em lotes, com valores entre R$ 70,00 (setenta reais) e R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), respeitando a parametrização indicada por lei, da seguinte forma: 1º lote: 1000 ingressos, sendo 500 no valor de R$ 70,00 (setenta reais) a meia-entrada / 500 unidades no valor de R$ 140,00 (cento e quarenta reais) a inteira; 2º lote: 2000 ingressos, sendo 1000 no valor de R$ 100,00 (cem reais) a meia-entrada)/ 1000 unidades no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) a inteira; 3º lote: 2000 ingressos, sendo 1000 unidades no valor de R$ 125,00 (cento e vinte e cinco reais) a meia-entrada / 1000 unidades no valor de R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) a inteira. 2. Ações formativas: - 500 pessoas alcançadas pelos produtos das ações formativas de acesso gratuito. Em consonância com o Art. 30 da IN 2024, será adotada a seguinte medida: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
● Joana Giron Margalho de Gois (Proponente) – Função: Coordenação Geral. A profissional será responsável pela concepção artística, orientação e seleção das obras a serem expostas, bem como planejamento e execução do projeto em todas suas etapas; definir e contratar equipe; atribuir tarefas; acompanhar e documentar o andamento da execução através de ferramentas e técnicas apuradas; integrar as pessoas para trabalharem juntas em prol da realização do projeto e gerenciamento do escopo do projeto. Currículo: Joana Giron é graduada em Produção Cultural na UFBA e cursou MBA em Marketing na FGV. Desde 2010 atua como produtora cultural. Em 2014 fundou, com Gabriela Rocha e Flávia Santana, a Giro Planejamento Cultural, empresa baiana focada em criar, desenvolver e assessorar ações criativas na área da cultura. Ao longo desses anos a Giro já realizou mais de 85 projetos, em 26 cidades diferentes, dentro e fora do país. Junto com suas sócias idealizou a Mostra Elas, uma plataforma de visibilidade, valorização, formação e difusão de trabalhos de realizadoras brasileiras nas indústrias criativas. Entre as ações coordenados por Joana estão do Festival AFROPOP, o projeto internacional Pagodão da Bahia em Londres, o show Conexão Bahia Angola, com Afrocidade, Titica e Majur, a circulação do espetáculo Bisco a Seco, na Caixa Cultura, entre outros. Foi também coprodutora de projetos como o disco Vivão do grupo Afrocidade e o Circuito Expositivo, Interativo e Imersivo Auss&Auss, Atualmente está produzindo o projeto de lançamento de um disco póstumo inédito do sambista Riachão. ● Gabriela Fico da Rocha – Função: Direção de Produção Currículo: Produtora cultural, atuante em diferentes mercados e segmentos, parceira da empresa Giro Planejamento Cultural. Dentre os trabalhos desenvolvidos na área de artes cênicas estão: direção de produção do espetáculo “Quaseilhas”, primeira obra brasileira totalmente falada em idioma africano, com direção de Diego Pinheiro; direção de produção do premiado espetáculo carioca “Estamira – Beira do Mundo” entre os anos de 2011 a 2013; direção de produção do espetáculo “Sobretudo Amor”, de Mônica Santana. No segmento de audiovisual atuou enquanto produtora em projetos como: Mostra Internacional Alô Alô Mundo, contemplada no edital de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural – RJ; Mostra Elas – Filmes Dirigidos Por Mulheres; produção de curtas metragens (“Memória da Pedra”, “Restos” e “Sentido!”) produção de séries para a televisão (“Culturama” e “Iyas Idanas – Mulheres na Cozinha”). Produziu ações formativas e palestras voltadas para a área do design (S+Dobras, contemplado no edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural – DF); projetos de música (Afrocidade e Bichos de Cá, do grupo Nhambuzim, contemplado do edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural – São Paulo e Recife); projeto de artes visuais (exposição fotográfica “Mulher Dama”, do artista Flávio Damm), dentre outros. ● Marina Pires Guerra Aguiar – Função: Produção executiva Atua desde 2014 na área cultural. Como produtora, trabalhou em diferentes projetos e festivais, com destaques para: Festival Mistura Minas (2016 e 2016); Festival Vozes do Brasil, - Espaço Oi Futuro BH (2014) e Espaço Oi Futuro RJ (2016); Circuito Gastronômico de Favelas - BH (2018); e FELIM - Festival de Literatura Marginal (2019). Foi realizadora e produtora executiva do projeto de Divulgação do Acervo de Adam Firnekaes em Salvador/BA (2021). Esteve na produção do Slam das Minas BA (2022), na Casa Preta Espaço Cultural e do Show de Mayra Andrade na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (2022).
PROJETO ARQUIVADO.