| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 92816560000137 | BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 82873068000140 | GENESIO A MENDES & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 83648477000105 | GIASSI & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 80490618000116 | COMPLEXO MEDICO PROVIDA S/A | 1900-01-01 | R$ 9,7 mil |
| 10646998000150 | KFG DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS LTDA - EPP | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
O projeto visa a criação de uma oficina de artesanato para pessoas com deficiência visual (cegos e de baixa visão), com foco na utilização de argila. O manejo de materiais alternativos e procedimentos que utilizam e aprimoram o tato, o contato com texturas, traz inovação. Serão atendidas até 40 pessoas, pelo período de 12 meses. O tema a ser explorado será o folclore brasileiro. A proposta democratiza oportunidades onde existem poucas ofertas para pessoas com deficiência. Ao final do projeto serão realizadas exposições das obras. Incluir atividades lúdico pedagógicas combatem à exclusão social e promovem o desenvolvimento de aptidões, o despertar talentos, promove o acesso às expressões culturais; podendo até, eventualmente, revelar uma fonte de renda.
O projeto promoverá orientação cultural, de forma lúdica, propiciando vivências inclusivas, buscando acessibilidade na comunicação (com a utilização de libras, braile, desenhos e formas, textos ampliados; provocando os participantes e o público a se tornarem agentes de inclusão. Visa fomentar o exercício da ética e da diversidade, promovendo a interação. Prestará informações sobre a legislação brasileira inclusiva, a fim de possibilitar o exercício da cidadania em sua plenitude. As ações serão orientadas por uma concepção que o novo se constrói a partir da realidade existente, com todas as contradições e limites, combatendo-se as desigualdades. A oficina se desenvolverá na sede da ATIDEV, duas vezes por semana, com duração de 90 minutos cada encontro, com formação de 02 grupos com 20 pessoas de 07 a 70 anos, conforme o nivelamento dos participantes. As aulas práticas e teóricas serão expositivas dialogadas. Serão realizadas 04 exposições em espaços púbicos de livre acesso, com a apresentação das técnicas e materiais utilizados, temáticas desenvolvidas, contexto das obras na linha do tempo, grau de dificuldade. Todas as atividades oferecidas serão totalmente gratuitas e o projeto terá duração de 12 meses. As ações envonvidas no projeto compreendem: ofertar oficina de artesanato ao portador de cegueira ou baixa visão; folclore brasileira e sua importância no cenário cultural nacional; promover a inclusão cultural, social e escolar ao portador de deficiência visual; proporcionar a discussão propositiva a cerca da importância da participação das minorias para a evolução da sociedade; promover 04 exposições, abertas ao público em geral, abordando o tema flocore brasileiro; realizar o monitoramento do projeto, com acompanhmento do plano de aula, frequência, desenvolvimento das atividades previstas; avaliação dos documentos, prestação de contas, divulgação dos resultados, elaboração de relatório e divulgação do vídeo publicitário do projeto, execuçãodo plano de divulgação.
Objetivo Geral Promover oficina de artesanato, de forma pedagógica e criativa para 40 pessoas, cegas ou com baixa visão, na faixa etária de 10 a 70 anos, preferencialmente em situação de vulnerabilidade social, do Município de Tubarão e região, durante 12 meses, propiciando condições de socialização, aprendizado e orientação cultural, democratizando oportunidades. Objetivos específicos - Adquirir materiais, equipamentos e contratar recursos humanos para oferecer oficinas de artesanato (argila), com atividades pedagógicas e sensoriais, para pessoas com deficiência visual; - viabilizar o acesso de 40 pessoas cegas ou com baixa visão à prática do artesanato com argila, desenvolvendo oficinas de artesanato com argila para 2 (dois) grupos de até 20 pessoas, cegas ou com baixa visão, no período vespertino; -permitir as pessoas com deficiência visual (cegeira ou baixa visão) o acesso à cultura, desenvolvendo habilidades e incentivando a aproximação às obras culturais nacionais e regionais, tratando do folclore brasileiro ou outras temáticas celebrando o calendário anual oficial (páscoa, natal, dia da independência, dia do índio, dia do meio ambiente, etc.); - promover quatro exposições em ambiente público, com os trabalhos desenvolvidos no projeto ( escolas públicas, eventos culturais municipais).
A Associação desenvolve um trabalho especializado, com atividades voltadas à habilitação, à reabilitação integral, à interação social, à saúde, à educação, impulsionando autonomia e convivência junto às pessoas cegas ou com baixa visão, promovendo a cidadania e a inclusão social. A pessoa com deficiência visual requer ações e atenção diferenciadas, na condição de atividades complementares de amparo e proteção social para a população com severa deficiência visual, que visem à inclusão, contribuindo para a autonomia e a participação efetiva na sociedade, bem como a democratização de acesso integral ao "Estado de Direito". "O último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010, mostra que existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil, sendo 506 mil cegas e cerca de 6 milhões com baixa visão. Entre as pessoas cegas, 110 mil tem 15 anos ou mais e não são alfabetizadas." (https://www.poder360.com.br/brasil/acessibilidade-para-cegos-ainda-e-problema-no-pais/). Em matéria divulgada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em 2017 o Estado possuía cerca de 30 mil pessoas completamente cegas, além de outros 170 mil catarinenses com baixa visão (https://agenciaal.alesc.sc.gov.br/index.php/noticia_single/alesc-presta-homenagem-a-acic-e-ao-professor-joaeo-de-paula). Este público que faz parte das minorias, na sua necessidade específica, deve contar com a atenção do Estado e da comunidade a fim de propiciar a sua inclusão e participação no desenvolvimento social do seu entorno. Numa expectativa de ação complementar, a criação de oficina de artesanato, com foco na utilização de argila, permite o manejo de materiais alternativos e procedimentos que utilizam e aprimoram o tato, o contato com texturas e inovação em ações que trazem socialização, protagonismo e elevação da autoestima. Incluir atividades lúdico-pedagógicas alternativas promove a inclusão e o desenvolvimento de aptidões, podendo revelar uma fonte de renda, despertar talentos e acesso à expressões culturais. O artesanato pode ser definido como "um complexo de atividades de natureza manual, através das quais o homem manifesta a criatividade espontânea" (PEREIRA, 1979, p.21). O incentivo à produção artesanal constitui, portanto, uma forma alternativa de democratização da arte, assegurando a preservação da cultura regional, bem como pode gerar uma fonte de renda, contribuindo para a manutenção da pessoa que se dedica à pratica do artesanato. Este projeto rompe paradigmas, confirmando que qualquer pessoa, independente das dificuldades que tenha, pode trabalhar/criar e expressar seu talento. A oficina de modelagem e argila busca promover habilidade cognitiva, capacidade reflexiva e até, possível geração de renda aos participantes. A arte é capaz de produzir sensações únicas. Além de estimular o deficiente visual a identificar relevos, formas e a elaborar o conceito de figura em sua mente, a oficina de artesanato vai diversificar e estimular manifestações artísticas fundamentadas na nossa cultura. A argila dá sensibilidade nas mãos, por meio dos movimentos, aguçando sentidos, especialmente o tato, além da orientação e preparação do portador de deficiência visual da ATIDEV, que permite o acesso ao ambiente escolar tradicional, propicia autonomia, socialização e inclusão social, irá inserir o aluno em atividade de expressão cultural. Por ser um material maleável, a argila permite a exploração tátil para a estruturação de formas, sendo um excelente meio de estimular a criatividade e desenvolver a concentração, além de trabalhar a coordenação motora. O aluno vai utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar), explorar cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. A oficina de artesanato trará o estudo sobre elementos culturais, folcloricos, dissiminando a criação artística, flexibilizando as fronteiras entre arte e artesanato. Nessa perspectiva, a oficina de desenvolvimento do artesanato tem como meta criar oportunidades que venham contribuir com melhores condições de vida aos portadores de deficiência visual, gerando empoderamento e socialização. A ATIDEV busca o bem estar de seus usuários e tem como objetivo democratizar ambientes, elevando oportunidades, por meio da preparação de cada pessoa com limitação visual, estimulando a superar barreiras e desafios, apresentando formas auxiliares de participação individual e coletiva no panorama social, desmistificando preconceitos. Ao final do projeto, serão realizadas 04 exposições, em espaços de acesso público, para apresentar as obras produzidas ao longo do projeto, bem como divulgar, ainda mais a ação e seus patrocinadores/apoiadores. Todo o trabalho será registrado por material audiovisual com imagens e depoimentos colhidos ao longo do período e publicado nas redes sociais da Associação. Os recursos das leis de incentivo à cultura trazem real suporte para a realização de atividades, que desenvolvem potencialidades e aprimoram a evolução do ser humano. Sem o apoio destes recursos, que fortalecem a produção cultural brasileira, o acesso seria essencialmente limitado. O estímulo à cultura, permitindo mais acesso as pessoas para eventos culturais e oportunidades que provocam a democratização de saberes, ao mesmo tempo em que preservam o patrimônio cultural e estimulam a criação e a inovação nessa área. No caso específico das pessoas com deficiência, que se veem com suas opções limitadas, promover a aproximação a recursos de lei de incentivo à cultura é propciar efetiva inclusão social e o combate às desigualdades, criando oportunidades para pessoas, artistas e grupos culturais de diferentes origens, especialmente àqueles com mais vulnerabilidade soocial, podendo inclusive criar ofertas de trabalho ou servir como fonte de renda, numa visão mais abrangente. A lei de incentivo à cultura é de suma relevância para a criação da identidade cultural local e até brasileira, estimulando a conexão dos cidadãos com sua história, tradições e valores, combatendo a exclusão social, promovendo o empoderamento e observando a diversidade. O projeto atende aos incisos I; II; III e V do art. 1o. da Lei n. 8.313/91, os quais especificam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e, V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". Os temas base, a serem desenvolvidos nas aulas serão o folclore brasileiro, com o boi de mamão, as lendas brasileiras, as regionalidades, esculpindo em argila e em materiais alternativos o produto da imaginação que flui da diversidade brasileira, tambpem artistas renomados, como Tarsila do Amaral, serão inspiração para uma releitura cultural. No cumprimento das finalidades expressas da lei anteriormente citada, o projeto atenderá no art. 3o.: será canalizado para fomento à produção cultural e artística (inciso II), com a realização de exposições, feira de arte ( item "c"); no inciso III terá a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais (item "d"); e no inciso IV promoverá o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (item "a").
A parceria com o Município de Tubarão e o apoio financeiro da Fundação Municipal de Desenvolvimento Social de Tubarão e da Fudação Catarinense de Educação Especial- FCEE, permite o custeio das despesas e manutenção de funcionários, encargos sociais e demais serviços, cujo aporte é significativo para a execução das atividades realizadas na Associação, que tem como objetivo a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência visual, cegos e baixa visão. Visa garantir os seus direitos, colaborar para melhor compreensão e realização das potencialidades deste público alvo, o que permite fornecer aos destinatários dos seus serviços o desenvolvimento de atividades necessárias para habilitação e reabilitação com técnicas e recursos específicos, como: estimulação visual/multissensorial, atividades da vida autônoma (AVA), informática educativa com programas de voz, educação física e desporte e prepara para o mercado de trabalho. Fornece orientação e facilita a mobilidade (com o uso da bengala), alfabetiza no sistema Braille (com recurso de máquina Braille); técnicas do soroban (para cálculos matemáticos), estimulação essencial e convivência em oficina de artes. Também se articula com o Fórum das Entidades Não Governamentais de Tubarão – FENGT; Fundação de Assistência Social; Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente e Conselho Municipal de Assistência Social. Tem como valores ser instituição comprometida com a habilitação e reabilitação da pessoa com deficiência visual. A visão da Organização reflete comprometimento e ética com os objetivos da instituição e da sociedade. O projeto será realizado na cidade de Tubarão/SC, com possibilidade de atendimento a pessoas residentes nos municípios circunvizinhos. Haverá oferta de alimentação e transporte para que o acesso seja amplamente facilitado. Tubarão é um município brasileiro localizado no sul do estado de Santa Catarina. Tem área de 301,755 km² e contava com 105 686 habitantes no último censo, número que foi atualizado para 110.088 pessoas na cidade, em 2022. O aumento de 12.853 habitantes equivale a 13,2%, o que significa que Tubarão foi a cidade da Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel) que apresentou o maior aumento populacional na região. A densidade demográfica é de 351,9 habitantes por km² no território do município. Vizinho dos municípios de Capivari de Baixo, Gravatal e Jaguaruna, Tubarão se situa a 43 km a Norte-Leste de Criciúma. Fica a 126 km da capital do Estado. Segundo dados do IBGE, a exemplo do que ocorreu no estado e no país, a cidade de Tubarão apresentou nas últimas décadas uma evolução da renda per capita média. De acordo com dados do último Censo Demográfico de 2010, o valor do rendimento médio domiciliar per capita dos domicílios tubaronenses alcançou o patamar R$ 1.002,00 – o que significou a 19ª melhor média catarinense. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social, em dezembro de 2016, 974 famílias de Tubarão foram beneficiadas pelo Programa Bolsa Família. E somente naquele mês, foram repassados R$ 134,6 mil, o que significou um benefício médio de R$ 138,22. A cobertura do programa é de 53,5% em relação à estimativa de pobreza no município. Promover a inclusão com medidas alternativas de socialização, atende a Lei 13.146/2015, que trata da Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
PROJETO: MÃO NA MASSA RESPONSÁVEL/ EDUCADORA: Valéria Cardoso de Souza HABILITAÇÃO: ARTESANATO EM ARGILA COMPONENTE CURRICULAR: Modelagem e Design de Argila e escultura. TEMA PRINCIPAL: Folclore brasileiro DURAÇÃO DA OFICINA: 10 meses - duas aulas por semana, com uma hora e meia de duração cada. DURAÇÃO TOTAL DO PROJETO: 12 MESES (01 MÊS DE PRÉ PRODUÇÃO; 10 MESES DE OFICINA DE ARTESANATO, 01 MÊS DE POS PRODUÇÃO). Turmas: 01, 02, 03, 04 (máximo 10 alunos por turma). CARGA HORÁRIA Carga horária total: 100/mês – contratação via MEI. Carga horária teórica: 50% Carga horária prática: 50% CURSO: presencial: 100% PÚBLICO-ALVO: 40 (quarenta) pessoas portadoras de deficiência visual (cegueira ou baixa visão). INSCRIÇÕES: alunos inscritos na ATIDEV de Tubarão terão prioridade para inscrição na oficina, com o preenchimento de ficha de matrícula e apresentação de cópia do CPF e comprovante de residência. Obs,: havendo vagas remanescentes, serão abertas às indicações para CRAS, CREAS, Clube de idosos e centros comunitários, bem como à demanda espontânea. EMENTA Apresentação e estudo de material teórico, sobre temas da cultura brasileira com enfoque no folclore. Aulas práticas de confecção de artesanato. Estudos e procedimentos para confecção de artesanato em argila, esculturas, com enfoque na cultural local, regional e inspiração nas origens brasileiras. Utilização de moldes em diversos materiais; estudos de ornatos; processos de confecção e modelagem com formas realistas, estilizadas, simplificadas e abstratas; desenvolvimento de projetos de elementos escultóricos. Realização de exposição com os trabalhos confeccionados em locais públicos. COMPETÊNCIAS / HABILIDADES ● Participar de aulas teóricas sobre temas relacionados à cultura e ao folclore brasileiro, formando aprendizado cultural. ● Compreender o contexto no qual está inserida a técnica da manipulação de argila, apresentação do histórico, do uso e seu desenvolvimento cultural, bem como a sua importância na rotina e no embelezamento estético de ambientes. ●Identificar e selecionar temas e adereços para elaboração de moldes. ● Confeccionar moldes a partir das técnicas apresentadas. ● Identificar espaços de memória que possuem ornamentos. ● Confeccionar releituras de ornamentos e esculturas. ● Identificar e experimentar formas volumétricas de diversos tipos. ● Confeccionar moldes e peças ornamentais com design. ● Conhecer conceitos e exemplos de escultores renomados. ● Desenvolver protótipos autorais. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS ● Bibliografia específica com textos em Braille e fonte ampliada, áudiolivros; e-books; ● Materiais acessíveis; ● Filmes com áudio-descrição; ● Aulas expositivas dialogadas. AVALIAÇÃO: O plano de avaliação é composto por relatório mensal de atividades; controle de frequência, com participação mínima de 70% nas atividades e realização de reunião bimestral com o coordenador do projeto; equipe técnica, presidente da ATIDEV para análise da frequência, evolução e desempenho dos participantes, com a confecção de ata e análise de relatórios. BIBLIOGRAFIA 1. Básica: BAZIN, Germain. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: 1971. CARVALHO, Anna Maria Fausto Monteiro de. Mestre Valentim. São Paulo: Cosac & Naify, 1999. Espaço da Arte Brasileira. MASCARENHAS, Alexandre. Ornatos, restauração e conservação. Rio de Janeiro: In Folio, 2008. Col. Artes e Ofícios. 2. Complementar ANDRADE, Mário de. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984. Obras completas de Mario de Andrade. ARAÚJO, Emanuel (Org.). A mão afro-brasileira: significado da contribuição artística e histórica. São Paulo: Tenenge, 1988. CUNHA, Almir Paredes. Dicionário de artes plásticas. Rio de Janeiro: EBA/UFRJ, 2005. ZANINI, Walter (Org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. * Plano pedagógico anexo.
Importante frisar que o projeto se destina prioritariamente a pessoas com deficiência visual (cegueira ou baixa visão), portando a observação e a importância de estabelecer as diretrizes de acesso são essenciais em toda a execução, cuidado que o proponente tem na regular oferta de suas atividades, vez que atua há 18 anos na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência, cumprindo sua missão de assegurar e promover equidade no exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Preza pela igualdade de oportunidades com as demais pessoas e combate qualquer espécie de discriminação. O acesso à cultura e à alternativas de aprendizado são ferramentas de inclusão social, portanto as medidas de acessibilidade serão respeitadas em todas as atividades do projeto, havendo previsão de recursos para enfrentamento de eventual adequação (itens 11, 12 e 16 da planilha orçamentária, como por exemplo, a utilização de interprete de libras, audiodescrição e tradução em braile). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO OFICINA DE ARTESANATO: a oficina de artesanato será ofertada para pessoas cegas ou com baixa visão, na sede da ATIDEV, que conta com instalações adequadas para o desenvolvimento das atividades, sendo que o local atende todas as normas e diretrizes estabelecidas na Lei n. 10.098/2000. As aulas e ações previstas serão acompanhadas por professor habilitado e monitor, com apostilas com descrição em braile. Os atendimentos aos beneficiários do projeto são livres, gratuitos, sem limites de gênero, raça, credo, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao produto cultural ofertado. Itens 8 e 12, da planilha orçamentária. EXPOSIÇÕES: o local a ser escolhido para apresentação dos trabalhos, terá boa fruição, permitindo que pessoas com deficiências físicas ou intelectuais, idosas, com mobilidade reduzida, tenham franqueado o seu acesso. Para as exposições, haverão materiais descritivos da obra e técnica utilizadas, em Braile; e um interprete de libras que acompanhará cada sessão prevista, agregando e propagando a cultura para o maior número de pessoas possível, promovendo acessibilidade aos portadores de deficiência visual e/ou auditiva. Itens 11 e 16 da planilha orçamentária. VÍDEO DO PROJETO: O video institucional, contará com interprete de libras e audiodescrição, favorecendo o acesso para pessoas com deficiência visual e auditiva, representando um apanhado da oferta cultural abrangida pelo projeto. Item 11 da planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A oficina de artesanato terá sua execução na sede da entidade que possui ambiente adequado (sala ampla); barras laterais nas escadas; banheiro com barras, identificação em braille nas portas, compondo estrutura física viável para a execução da proposta. As exposições ocorrerão em locais públicos que permitam acessibilidade física, preferencialmente em local térreo, com rampa, corredores; e elevadores, conforme o caso, garantindo que o público com restrição de mobilidade, pessoas idosas possam ter acesso ao produto cultural ofertado. A pretensão é realizar as exposições no shopping da cidade, que é polo regional; em escolas públicas; centro comunitários e na arena Multiuso, da cidade, que no momento está em reforma para melhorias em sua estrutura.
As oficinas serão oferecidas de forma totalmente gratuita aos participantes e as exposições serão livres para todos os públicos, sem cobrança de ingressos. Haverá a produção de um vídeo sobre o projeto que será divulgado em redes sociais, também sem custos, permitindo as medidas de ampliação de acesso, descritas no ar. 47 da IN n. 23/2025, em especial nos incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede de Atenção Psicossocial.
A Associação Tubaronense para Integração do Deficiente Visual - ATIDEV é uma organização não governamental, filantrópica, sem fins lucrativos, de caráter socioassistencial, educacional, de saúde, cultural, de estudo, de pesquisa e desportiva. Fundada em 04 de outubro de 2005 é mantenedora do Centro Educacional Especializado de Reabilitação, Profissionalização e Convivência – CEERPC. O CEERPC oferece atendimento especializado nas áreas: do serviço social, psicologia, saúde, aulas de orientação e mobilidade, simbologia Braille, Soroban, atividades da vida autônoma (AVA), oficina de arte, atividades desportivas, introdução à informática com programas de voz, acesso à rede de comunicação virtual, momentos de confraternização e convivência entre os usuários e seus familiares. A ATIDEV é instituição de referência no Município de Tubarão para o apoio socioeducativo de habilitação e reabilitação integral, estimulando a autonomia das pessoas com Deficiência Visual (cegos e de baixa visão), tendo como objetivo a execução de atividades de Proteção Social Especial/Média Complexidade, cuja relevância faz parte das diretrizes do SUAS/SUS na condição de atividade complementar de amparo e proteção social para a população com severa deficiência visual. As atividades da ATIDEV são ofertadas gratuita e diariamente, alcançado 20 horas de atendimento semanal, cuja metodologia é de ação especializada, construída para um público alvo de 42 pessoas por mês, atualmente e por extensão as suas famílias. A OSC tem por missão promover ações de defesa e garantias de direito da pessoa com deficiência visual, através do Centro Educacional Especializado de Reabilitação Profissionalização e Convivência – CEEPC. Em Parceria com a Fundação Catarinense de Educação Especial – FCEE, fornece aos destinatários dos seus serviços o desenvolvimento de atividades necessárias para habilitação e reabilitação com técnicas e recursos específicos, como: estimulação visual/multissensorial, atividades da vida autônoma (AVA), informática educativa com programas de voz. EQUIPE: Responsável pelo projeto na ATIDEV, assistente social JOSIANE TEIXEIRA QUERINO, desde 2015, exercendo sua funções na ATIDEV - Associação Tubaronense para Integração do Deficiente Visual, desde 2020 e na STAN - Associação Tubaronense de Apoio à Familia, desde 2017, conselheira do CMDCA - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, de Tubarão/SC; conselheira do COMUDE-Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, de Tubarão, desde 2020; conselheira do Conselho Municipal da Assistência Social, de Tubarão/SC, desde 2021; Vice Presidente da Escuta Especializada, em Tubarão/SC, desde 2023 e Técnica de REferência como representante da STAN, junto ao CRAS, do Município de Tubarão. Coordenadora do Projeto: Silvana Zardo Francisco, com formação em direito, exerceu a função de coordenação do Forum das Entidades Não Governamentais de Tubarão/SC- FENGT, de janeiro de 2019 a dezembro de 2022; e de 2023 a 2026, atua e atuará como vice coordenadora, dessa associação. Em 2024 atuou como asssessoria de projetos da Sociedade Recreativa Lira Tubaronense; da ADCRUS E da Associação Tubaronense de Ingetração do DEficiente Visual, ATIDEV de Tubarão; é Coordenadora do Projeto Inclusão Digital Um Olhar no Futuro da ATIDEV, desde dezembro de 2024, subsidiado pelo FIA/SC e desde 2025, atua como assessora de projetos da STAN, de Tubarão/SC. Exerceu a Coordenação Geral da Associação de Atendimento à Criança e Adolescente de Tubarão/SC - COMBEMTU, de 2020 a 2021, entidade da qual foi presidente de 2018 a 2020. Foi assessora de Projetos da Associação de Voleibol Tubaronense de 2019 a 2022, tendo coordenado o projeto Voleibol Mente e Corpo, subsidiado pelo FIA Municipal, em 2022. EDUCADOR SOCIAL ARTESANATO: Valeria Cardoso de Souza, formada em pedagogia, com qualificação para atuação com Pessoa Com Deficiência Visual, educadora deartes visuais (artesanato). Realizou as atividades complementares: curso Abeline Associação Brasileira de Educação online: Educação Especial com carga horária total 50 horas; curso Abeline Associação Brasileira de Educação online: Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Visual com carga horária total 50 horas; curso de Capacitação Estado, Sociedade e as Políticas Públicas 120 horas; curso PATRIMONIO CULTURAL FERROVIÁRIOS: PERSPECTIVA E POSSIBILIDADE PARA A EDUCAÇÃO 20(vinte) horas; Curso Dificuldades de aprendizagens: desafio para um professor 300 horas; curso de Educação Especial: contribuição das teorias psicomotoras no processo de ensino aprendizagem 240 horas. Interprete de Libras: a contratar, profissional com conhecimento e domínio em lingua portuguesa e de sinais, que fará a interpretação da lingua dos sinais no vídeo institucional e acompanhará as exposições de artesanato. LOCAL: a OSC servirá de sede para as oficinas ofertadas no projeto e fará a gestão orçamentária e acompanhamento administrativo da coordenação da proposta. As exposições serão realizadas em espaços públicos, como escolas, centros comunitários, shopping, ambientes que permitem maior circulação e acessibilidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.