Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O objetivo principal é a circulação e continuidade do espetáculo LUIZA MAHIN - EU AINDA CONTINUO AQUI, que estreou - presencial e online - em Março de 2021, com grande sucesso de crítica e de público, mesmo frente às dificuldades da pandemia; teve sua temporada prorrogada por 3 vezes no extinto Teatro Petra Gold; foi premiado em Festivais Nacionais de Teatro; foi indicado a diversos prêmios de teatro; foi convidado para participar do Festival de Inverno da UFMG,Universidade que incluiu a dramaturgia em sua grade de Pós-Graduação em Letras;entre outros retornos positivos, que justificam o intuito de levar o espetáculo a um número maior de espectadores, em diferentes cidades.
Em cena, 3 mães: 2 vítimas do assassinato covarde de seus jovens filhos e uma vítima do feminicídio de sua filha narram suas histórias de sofrimento, perda, dor e superação. Suas narrativas trazem para o espectador o questionamento sobre tudo o que é ceifado cada vez que uma criança uniformizada, indo pra escola, ou que um jovem universitário são cruelmente assassinados: ceifam-se vidas, famílias, futuro, sonhos e, também, projetos sociais, na medida em que cada ser humano carrega consigo e é em si um projeto social de futuro. Costurando essas narrativas, Luiza Mahin, enquanto figura ancestral, surge para contar a sua história e a de seu povo, o seu passado que se entrelaça com a própria história do país. Surge, também, como energia espiritual e mítica que, simbolicamente, dá suporte àquelas mães. Juntas, elas entrelaçam um passado e um presente de violência e, também, de resistência. Uma violência cíclica, que teima em se perpetuar e se naturalizar em nossas sociedades. O texto é permeado por canções originais, cantadas ao vivo com o acompanhamento de inúmeros instrumentos de percussão. Um espetáculo forte, potente e contundente, que inquieta e leva à reflexão. Agora em março de 2024, a montagem completou 3 anos de uma exitosa jornada que contabiliza os seguintes feitos: TEMPORADAS 2021 - TEATRO PETRA GOLD 2022 - TEATRO LAURA ALVIM 2022 - CIRCO CRESCER E VIVER 2023 - SANTO ANDRÉ - SÃO PAULO --------- PREMIAÇÕES E INDICAÇÕES A PRÊMIOS 2021 MOSTRA NACIONAL DE TEATRO DE VARGINHA MG PRÊMIO DE MELHOR ATRIZ (MÁRCIA SANTOS) PRÊMIO DE MELHOR ESPETÁCULO INDICAÇÃO DE MELHOR ATRIZ – MARCIA DO VALLE 13º. FESTIVAL DE TEATRO DE VARGINHA MG PRÊMIO DE MELHOR ATRIZ (CYDA MORENO) 2022 PRÊMIO SHELL DE TEATRO INDICAÇÃO DE MELHOR MÚSICA – JORGE MAYA E REGINA CAFÉ PRÊMIO APTR DE TEATRO INDICAÇÃO DE MELHOR ATRIZ - MÁRCIA DO VALLE PRÊMIO CENYM DE TEATRO INDICAÇÃO DE MELHOR ATRIZ - CYDA MORENO INDICAÇÃO DE MELHOR ELENCO – CYDA MORENO; JONATHAN FONTELLA, MÁRCIA DO VALLE, MÁRCIA SANTOS, REGINA CAFÉ E TAÍS ALVES INDICAÇÃO MELHOR QUALIDADE ARTÍSTICA ----------- PARTICIPAÇÃO EM FESTIVAIS 2022 FIT – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE S. J. DO RIO PRETO – SP Público de aproximadamente 1.500 pessoas, em 2 apresentações. FESTIVAL DE TEATRO VERTENTES TIRADENTES - MG FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG -------------- CIRCULAÇÃO 2022 SESI – SÃO PAULO CIDADES: Marília / Franca/ Birigui / Rio Claro/ Piracicaba / A E Carvalho 2023 SESC – RIO DE JANEIRO CIDADES: São Gonçalo/ Nova Iguaçu/ Petrópolis / São João de Meriti /Barra Mansa / Campos de Goytacazes 2024 SESC – SÃO PAULO CIDADES: Santo André (4 semanas) / Sorocaba
Objetivo Geral A ideia é levar a um público ainda maior a história dessa heroína negra e ampliar o debate sobre as diversas questões colocadas na montagem, como a necessidade de reconhecimento de valores históricos nacionais; a responsabilidade social frente à naturalização da violência contra os nossos jovens e mulheres negros e pobres; a necessidade de valorização da mulher e do seu papel fundamental na sociedade; entre outros. Luiza Mahin ainda é considerada por muitos historiadores como uma "construção simbólica, fictícia e imaginária", porém, é identificada como uma "ganhadeira" (escrava de ganho) que teria participado da Revolta dos Malês (1835- BA) e é estudada a partir do poema sobre ela, deixado por seu filho Luiz Gama, conhecido jornalista e advogado abolicionista. LUIZA MAHIN - EU AINDA CONTINUO AQUI coloca em perspectiva a questão das perdas sociais representadas pela morte de tantos jovens, na medida em que traça um paralelo com a bem-sucedida trajetória de Luiz Gama, provocando uma reflexão sobre qual poderia ter sido o curso de vida - pessoal e social - de cada um desses jovens assassinados cotidianamente nas periferias das cidades brasileiras. Tornar esta história conhecida do grande público é uma reverência à memória de Luiza Mahin e à história do país, sendo esta, também, uma das funções do Teatro. Os teatros pretendidos para as apresentações são: Teatro Glauce Rocha (RJ) Teatro Itaú Cultural (SP) Teatro Jorge Amado (Salvador) Teatro de Câmara do Cine Brasil (BH) DESTAQUES DA MONTAGEM: - Indicado Ao Prêmio Shell 2022 Categoria Melhor Música; - Prêmio de Melhor Espetáculo na tradicional Mostra de Teatro de Varginha - MG, versão 2021; - Prêmio de Melhor Atriz para Márcia Santos, Mostra de Teatro de Varginha - MG, versão 2021; - Prêmio de Melhor Atriz para Cyda Moreno, No 13º. Festival de Teatro De Varginha, Versão 2021; - Participação no 53o. Festival de Inverno da UFMG. Objetivos Específicos: - Dar continuidade à montagem, levando-a a um maior número de pessoas, por meio de uma circulação por 3 diferentes cidades e mais uma temporada no Rio de Janeiro, em aproximadamente 30 apresentações, democratizando, assim, o acesso ao bem cultural; - Oferta e manutenção do trabalho dos diversos profissionais envolvidos; - Promoção de 03 debates com diferentes Universidades (Professores e alunos) dos locais de apresentação, com participação de personalidades importantes no âmbito da temática do espetáculo; - Realizar 03 apresentações com a presença de grupos comunitários e coletivos de mães que tiveram filhos vítimas de assassinatos para posterior debate; PÚBLICO-ALVO O espetáculo se destina ao público em geral, jovens e adultos de todas as camadas sociais, raça e gênero que se sensibilizam com esta causa e com a luta pelos direitos humanos, bem como aos que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre personalidades históricas nacionais. Destina-se, ainda, a estudantes, professores, historiadores, artistas, psicólogos, sociólogos, advogados, políticos, comissão de direitos humanos, bem como a mulheres, mães, familiares e todos que já foram e continuam sendo atingidos pela problemática abordada.
Considerando as mudanças sociais contemporâneas, entre as quais o aumento da violência urbana tem destaque, assombrando as populações das cidades, particilarmente as das grandes metrópolis, e cujo alvo principal têm sido os jovens e as mulheres, torna-se de grande importância a discussão sobre este tema, que, por meio da linguagem teatral pode ser, não apenas potencializada, mas, apresentada de maneira mais visceral e emotiva, contribuindo para o aprofundamento de uma reflexão. Trazer para a cena a dor de tantas mães que têm tido seus filhos e filhas assassinados e desaparecidos em incidências aterrorizantes, em rituais que já se tornaram lugar comum na sociedade brasileira e associar estas mulheres à dor de Luiza Mahin, negra africana traficada para o Brasil e que teve o filho de apenas 10 anos de idade arrancado do seu convívio, é traçar uma linha de continuidade entre passado e presente, na qual a violência, infelizmente, se apresenta perene. Essa é uma questão que coloca no centro do debate a nossa responsabilidade social diante desses fatos cotidianos, mais ainda diante da naturalização dessa violência, tristemente presente diuturnamente em nossos telejornais, e cuja ocorrência se dá nas periferias de todas as grandes capitais do país. Por outro lado, Luiza Mahin é, até hoje, uma personagem enigmática da nossa história. E a discussão quanto à sua existência ou não permanece um desafio para muitos historiadores. Ao longo da temporada, o espetáculo despertou grande interesse, tanto de Universidades, - uma delas, inclusive, acrescentou o texto da peça ao seu núcleo de Pós-Graduação -, tanto de diversas personalidades ligadas à Justiça e aos Direitos Humanos. Esse interesse demonstrado; a necessidade de ampliação desse debate tão contemporâneo e urgente; o aprofundamento do conhecimento de personalidades que fazem parte da nossa história, como é o caso de Luiza Mahin, e a receptividade do público nas diversas cidades onde a montagem já se apresentou, reafirmam e corroboram a importância de se dar continuidade à produção, possibilitando levar espetáculo e debate a um público cada vez maior.
Espetáculo de teatro musicado - Tragédia social em 01 Ato de 70 minutos.
Embora os locais de apresentação ainda não estejam definidos, a produção se compromete, por meio de recursos próprios, com pessoal de apoio para locomoção e acomodação de pessoas com necessidades especiais. Em todas as cidades, a produção realizará um dia de apresentação com a presença de um profissional de LIBRAS, o que será devidamente divulgado com antecedência. Nas cidades com temporada, haverá 01 sessão semanal com LIBRAS. Assim, serão ao todo 09 apresentações com a presença de um profissional de LIBRAS.
- Em cada cidade será estabelecido um dia de apresentação com cota de ingressos para estudantes de escolas públicas (de acordo com a capacidade do teatro) e debates ao fim do espetáculo, no intuito de promoção de, ao menos, 03 debates com diferentes Universidades (Professores e alunos) dos locais de apresentação, com participação de personalidades importantes no âmbito da temática do espetáculo; - Realização de 03 apresentações com a presença de grupos comunitários e coletivos de mães que tiveram filhos vítimas de assassinatos para posterior debate; - A título de contrapartida, a produção oferecerá em BH, SP e Salvador uma oficina/palestra, que será escolhida de acordo com a demonstração de interesse em cada local. Entre as Oficinas que poderão ser escolhidas, temos: i) Oficina sobre a História do Teatro Negro e ii) Oficina de Percussão. INFORMAÇÕES SOBRE AS OFICINAS PROPOSTAS 1- A CONTRIBUIÇÃO DO CORPO NEGRO NA CONSTRUÇÃO DO TEATRO BRASILEIRO Ministrante: Cyda Moreno Esta oficina se propõe a traçar o percurso e a contribuição do povo negro na construção da história do teatro brasileiro, do século XVII, até a cena contemporânea. Para tanto, serão abordadas uma breve história e personalidades que fizeram desta ferramenta uma luta de resistência contra a opressão, a invisibilidade e o racismo na cena nacional. Por meio de vídeo aula, o debate se dará em torno das primeiras companhias de teatro do século XVII, a personagem negra no século XIX, as Companhias de Revistas das primeiras décadas do século XX, o TEN- Teatro Experimental do Negro, a companhia de Solano Trindade, e o legado de Abdias do Nascimento como influência para os coletivos de teatro negro no século XXI, com destaque para o Bando de Teatro do Olodum. A metodologia se dará através de exibição de imagens, depoimentos, entrevistas, vídeos e pequenos textos. Público alvo: Estudantes e interessados em teatro e dança negra, historiadores, professores e público em geral. Faixa etária: a partir de 16 anos Carga horária: 3 horas 2- INTRODUÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA PERCUSSÃO Ministrante: Regina Café Introdução aos princípios básicos da percussão, como o conhecimento dos diversos instrumentos, sua história e confecção, utilidade e sonoridade; conceitos rítmicos, etc. Metodologia – Aula prática, na qual os participantes entram em contato direto com os instrumentos musicais, possibilitando que eles possam, além de acessar o conhecimento prático em relação ao instrumento, tenham uma vivência pessoal e sensível na sua relação com a sonoridade, estimulando descobertas de suas próprias vertentes, tendências e preferências musicais e instrumentais. Público alvo: Adolescentes, jovens e adultos interessados no contato e no conhecimento do universo da percussão. Faixa etária: a partir de 14 anos Carga horária: 4 horas
Idealização, Direção de Produção e Papel Principal: Cyda Moreno Cyda Moreno é atriz desde 1983, produtora, pesquisadora do teatro negro, mestre em ensino de artes cênicas, professora de teatro com ênfase em teatro político e projetos sociais. É doutoranda em história do teatro negro pela Uni rio. Em 2008, foi convidada a escrever e dirigir um espetáculo em Londres no Teatro Young Vic, com 100 pessoas da comunidade britânica, Já atuou em diversas montagens teatrais nas cidades de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e no exterior. Trabalhou com renomados diretores teatrais, entre eles: Antunes Filho, Ulysses Cruz, Renato Borghi, André Paes Leme, Yara de Novais, Isaac Bernard, entre outros. Em 1989 atuou no espetáculo Os negros, ao lado de Gésio Amadeu, João Acaiabe, Eduardo Sil va, Dirce Thomaz e um grande elenco de atores negros. Foi integrante do renomado grupo de Arte Boi Voador em São Paul o, no final dos anos 1980, com o qual excursionou por vários países da Europa e América Latina. Em 1993 foi co-fundadora da Cia. Black Preto produções artísticas, ao lado de lléa Ferraz, Luiz Pil ar, Carmem Luz e Naira Fernandes. Atua em teatro, televisão e cinema desde 1984, Na televisão teve destaque com o papel de Maria do Rosário, na TV Globo em 2002, além de várias participações em novelas e séries. No cinema atuou em As filhas do vento, de Joelzito Araujo vencedor de 6 Kikitos em Gramado. Integra o elenco do longa M8, QUANDO A MORTE SOCORRE A VIDA, de Jeferson D. Seus últimos trabalhos em teatro foram EU AMARELO, monólogo sobre a escritora Carolina Maria de Jesus. Atualmente idealizou e produziu o espetáculo LUIZA MAHIN... Eu ainda continuo aqui. Como dirigente/proponente/diretora de produção será responsável pela contratação de pessoal; agenda; pautas; contatos diversos; solução de questões relacionadas à montagem, às viagens e a todo a equipe e fornecedores, sendo neste projeto mensalmente remunerada por essas funções. Texto e atuação: Márcia Santos Márcia Santos é Atriz, Mestra em Sociologia Política pelo IUPERJ/Cândido Mendes; Cientista Política pela (UNIRIO), onde também graduou em Artes Cênicas/ Interpretação. Autora da peça Luiza Mahin - Eu Ainda Continuo Aqui. No segmento cultural tem mais de 30 anos de experiência como atriz, produtora e diretora teatral , e em administração e produção de eventos, com expertise em elaboração e gerência de projetos, coordenação de equipes e gestão de patrocínio. Realizou diversas produções, inclusive no exterior do país. No setor político, atua na Comunicação e Assessoria político-eleitoral de candidatos; como Analista Pesquisa Qualitativa de Comportamento Eleitoral; e na Coordenação Operacional de Programa Eleitoral para TV e Rádio. Docente de diversas disciplinas dos segmentos artístico-cultural e político. Autora do monólogo AS PESSOAS, Prêmio SESC Artes Cênicas 2022. Autora do musical Joãosinho e Laíla, Prêmio Shell 2022 de Melhor Ator. 2011 - Atuação, Concepção, Roteiro e Direção de BRASIL 70 - Musical, com o qual se apresentou no Cassino Estoril - Portugal, a convite da Embaixada do Brasil em Lisboa, em 2013. Direção artística e corporal: Édio Nunes Como Ator, Cantor, Bailarino, Coreógrafo e Diretor Teatral, participou de mais de 130 montagens teatrais , ao longo de mais de 30 anos de carreira, trabalhando com diretores como Miguel Falabella, Paulo Betti, José Possi Neto, entre muitos outros. Participou de Turnês Internacionais aos EUA (NY), Alemanha, França, Suí ça, Holanda e outros. Possui Licenciatura Plena em Teatro pela UNIRIO e Pós-Graduação em Teatro Musicado pela mesma Universidade. É Diretor, Autor e Professor de Teatro na Fundação Real Grandeza onde já montou 23 espetáculos. Premiações: CBTJ 2017 - Melhor Coreógrafo por O Choro de Pixinguinha CBTJ 2015 - Melhor Coreógrafo por Forró Miudinho CBTJ 2014 - Melhor Coreógrafo por Sambinha FESTART RJ 2014 - Melhor Direção por Satã, o Show de Madame Indicações a Prêmios CESGRANRIO 2017 - Melhor Ator de Musical por Kid Morengueira Botequim Cultural 2017 - Melhor Ator de Musical por Kid Morengueira Botequim Cultural 2017 - Melhor Ator por O Choro de Pixinguinha Direção Musical e preparação vocal: Jorge Maya ATOR, CANTOR, FONOAUDIÓLOGO, MÚSICO, COMPOSITOR E PREPARADOR VOCAL. Ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, participou de diversos musicais adultos e infantis como: Um Peixe Fora D'agua, de Sura Berditechevsky, Theatro Muzical Brazileiro 11, de Luiz Antônio Martinez Correa e Marshall Netherlands, Metralha e , Crioula, a dama do swing, de Stella Miranda, Gota D, agua, de Chico Buarque, Noel - Feitiço da Vila, de Andrea Fernandez, South American Way, de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa, Otelo da Mangueira - adaptação de Gustavo Gasparani para o Otelo de Shakespeare, Caia na Gandaia, da Cia Dramática de Comédia. Personificou dois lendários compositores/sambistas, Geraldo Pereira no espetáculo Geraldo Pereira, um Escurinho Brasileiro, de Ricardo Hoffstetter e o Mestre Candeia no espetáculo É samba na veia, é Candeia de Eduardo Rieche . Atuou nos musicais A Gaiola das Loucas com o personagem Jacob, As Mulheres de Grey Gardens, dirigido pelo Wolf Maya, Beijo no Asfalto Musical, dirigido pelo João Fonseca, o premiadíssimo O Homem de la Mancha, com direção e adaptação de Miguel Falabella e atualmente faz parte do elenco do Musical A Cor Purpura, com direção de Tadeu Aguiar. Trilha sonora original: Jorge Maya e Regina Café (Ver currículo abaixo em "percussão") Cenário e figurinos: Wanderley Gomes Cenógrafo, Figurinista e Ator. Prêmio Shell e Prêmio Ubuntu 2021 pelos Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. Prêmio Shell 2022 de Melhor Figurinos por VOZES NEGRAS. Prêmio APTR 2022 pelos figurinos de VOZES NEGRAS Elenco: Cyda Moreno Márcia Santos Márcia do Valle - Na TV Globo, participou de novelas, minisséries e programas. Em Cinema, fez o longa metragem Vende-se essa moto, de Marcus Faustini, produção Cavi Borges, prêmio especial do júri no Festival do Rio 2017; além dos curtas Asfixia, de Roberval Duarte; Comportamento Humano de Flavio Leandro de Souza e de Lucas Magalhães. Produziu seu primeiro solo UM ATO. Dirigiu o solo Lima Entre Nós, sobre Lima Barreto, indicado ao prêmio Shell e o show Mona canta Dalva homenagem ao centenário da cantora Dalva de Oliveira e roteirizou Mona Canta Linda homenageando o centenário da rainha do rádio Linda Batista, direção Vilma Melo. Foi professora da CAL e Escola Martins Pena, RJ. Foi coordenadora do pioneiro Ciclo de Leituras Dramatizadas da Casa da Gávea no RJ. Tais Alves Atriz, produtora e ativista nascida na Bahia, radicada no Rio de Janeiro. Bacharel em Artes Cênicas pela UFBA. Bacharel em Comunicação Social pela UCSal Em Salvador, integrou A Outra Companhia de Teatro, grupo à época residente do Teatro Vila Velha. No Rio, esteve com a Companhia Ensaio Aberto em algumas produções no Armazém da Utopia. Atuou na produção em diversas edições do Encontro do Cinema Negro, promovido pelo Centro Afro Carioca de Cinema ainda sob a direção de Zózimo Bulbul. Seu primeiro filme Você Não Me Conhece recebeu o prêmio de Melhor Curta Metragem pelo Voto Popular no Festival do Rio e estreou recebendo Menção Especial do Juri do Festival de Málaga, na Espanha. Percussão: Regina Café Atriz e percussionista no espetáculo Solano Vento Forte Africano, indicado ao prêmio Shell, melhor ator - encenado por Vai Perré. Trabalhou com Alcione, Luiz Melodia, Teresa Cristina e Banda Semente, Leila Maria, Seu Jorge, Reppolho, Simone Moreno, Selma Reis, Xiomara Fortuna (República Dominicana), Fabiana Cozza, Rosemary, Jads Macalé, Ivo Meirelles, entre outros. Já realizou workshops de percussão e percepção musical em Bélgica, Holanda, Alemanha, Egito, Suíça, Noruega, França, República Dominicana, Costa Rica. Participou como percussionista nos espetáculos Ópera do grupo Tá Na Rua, direção Amir Haddad, As Bacantes de Eurípedes - direção de Zé Celso Martinez Corrêa . Coordena a Escola de Possibilidades Sonoras Regina Café e o Funk Verde, projeto social de música e meio ambiente nas comunidades da Rocinha, Roquete Pinto - Ramos e Vidigal
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.