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A História em Quadrinhos (HQ) "SERIGY - O HERÓI DOS EXCLUÍDOS" visa apresentar em um formato de leitura mais dinâmico a vida de João Pedro, um menino de rua, ex usuário de crack, que se metia em confusões para sobreviver nas ruas de Aracaju. Um dia, após sofrer um acidente ainda sem explicações próximo a um antigo navio atracado no porto, começou a perceber que estava adquirindo novas habilidades e passou a proteger os moradores de rua que estão sujeitos a qualquer tipo de violência. Mas suas ações também começam a despertar a ira de traficantes e criminosos que não querem que alguém atrapalhe seus negócios... A HQ contará com 5 capítulos para contar a sua história e extras, fazendo assim uma nova proposta de apresentar novos olhares para as HQs aproximando jovens a leitura e fortalecendo a cultura e sentimento de pertencimento e identidade.
Produção de uma história em quadrinhos com o título "SERIGY - herói dos excluídos". Formato 15x21, 240 páginas coloridas, Classificação indicativa etária: 14 anos. A história é sobre João Pedro, um garoto morador de rua, ex usuário de crack, logo depois de um acidente no antigo cais próximo a cidade de Aracaju, ele passa a ter habilidades. Ao descobrir seus poderes, passa a proteger os moradores de rua dos perigos eminentes como gangs de extermínios e traficantes que lucram com o vício. Porém suas atitudes incomodam também os poderosos que usarão suas influências para derrotar o garoto. A proposta é trazer novos olhares para o gênero de herói atribuindo a aspectos culturais locais, quebrando estereótipos sobre o nordeste brasileiro e também discussões sobre problemas sociais e preconceito. Como resultado esperado, fomentar a leitura usando as HQs como uma ferramenta poderosa de interação imagem e texto, fortalecimento cultural e pertencimento, abrindo espaço para novas produções e difusão. O nome SERIGY surge do resgate histórico da formação do estado de Sergipe. É informado que o local onde hoje se encontra o município de Aracaju era a residência oficial cacique Serigy, que, segundo Clodomir Silva no Álbum de Sergipe, de 1922, dominava desde as margens do rio Sergipe até as margens do rio Vaza-Barris. Em1590, Cristóvão de Barros atacou as tribos do cacique Serigy e de seu irmão Siriri, matando e derrotando os índigenas. Assim, no dia 1 de janeiro de 1590, Cristóvão Barros fundou a cidade de São Cristóvão (mais tarde capital da província) junto à foz do Rio Sergipe e definiu a Capitania de Sergipe. Segundo a lenda, Serigy comandou seu povo por cerca de trinta anos, tendo, em diversas oportunidades, rechaçado tropas militares portuguesas na busca de fundar cidades e fixar caminhos seguros até a foz do Rio São Francisco. Serigy, além de guerreiro, era líder incontestável nesse espaço territorial sergipano. Foi com essas inspirações na história de Sergipe, que surgiu a ideia de um personagem chamado SERIGY para a HQ. Era necessária uma representação muito forte para o personagem, e assim também nos traz uma reflexão sobre os símbolos locais. Era necessário enxergar nossas fontes para que pudéssemos criar um sentimento de pertencimento a cultura sergipana. Também foi aberto um leque para que pudéssemos ressignificar o termo Serigy, pois ajudaria também as pessoas a pesquisar mais sobre os marcos históricos sergipanos e poder fazer uma ponte entre o herói que entrou para história de Sergipe, e para um super-herói que carrega seu nome e sua força. A importância deste projeto é fortalecer a produção nacional de quadrinhos é incentivar novas produções, algo tão carente no nosso país.
Objetivo geral: Criar uma história em Quadrinhos com o título SERIGY - O herói dos Excluídos visando o fomento a leitura e ao fortalecimento de identidade cultural. Objetivos específicos: Produzir uma história em quadrinhos; Impressão da revista colorida e distribuição nacional; Incentivo à leitura por meio de parcerias com escolas e secretárias públicas; Fortalecimento cultural com debates sobre esteriótipos culturais. Debates sociais sobre pessoas em situação de vulnerabilidade.
Como uma ferramenta importante de fomento a leitura, as HQs ajudam a fortalecer esso hábito, e ajuda a discutir sobre temáticas muito importantes. Quadrinhos como Maus, Angola Djanga e Gen Pés descalços são exemplos de como as HQs levantam debates sociais e ajudam a criticar e debater a realidade. Quadrinhos de super-heróis tem uma penetração ainda maior ligado a indústria do entretenimento, fazendo assim um despertar a assuntos mais delicados, quando são usados para esse propósito. A HQ "SERIGY - O herói dos excluídos" tem como proposta trazer essa discussão social de pessoas em situação de rua, que precisam de amparo estatal, são excluídas da sociedade e, como pessoas que tem mais acesso a recursos, usam para seu próprio interesse. Usando o cenário de Aracaju, proponho um processo de identidade, pois ao vermos representações do local vindo de uma cultura de fora, normalmente é carregada de estereótipos. Assim é importante falar sobre a nossa própria cultura a partir dos atores locais, discutindo seus processos históricos e buscando o sentimento de pertencimento espalhando assim, nosso olhar cultural mostrando a multiplicidade de culturas do nosso país.
História em Quadrinhos Formato 15 x 21 cm Páginas Coloridas 240 páginas Papel Couché Fosco 120gm
Acessibilidade de conteúdo disponibilizando versões para públicos diversos, caso o projeto aprovado com HQ audiovisual por meio de apps ou redes sociais com tais finalidades.
A democratização do acesso será via distribuição gratuita de uma parte da produção para biblitecas públicas e escolas por meio de parcerias com secretarias de educação municipais e estaduais.
Roteiro, Arte, Cores e Diagramação: Marlone Santana @marlonesantana Marlone Santana é quadrinista, professor de Arte, roteirista, ilustrador e baixista. Em 2016, junto a um coletivo de artistas, idealizou o projeto Serigy Comics, com o objetivo de colocar aspectos culturais de Sergipe em páginas de histórias em quadrinhos. Começou criando o personagem Serigy, um garoto de origem humilde que recebe poderes e decide proteger a vida das pessoas em situação de rua na capital sergipana. Em 2020, encabeçou a curadoria da coletânea ‘CONTOS SERIGY: Uma antologia sergipana em quadrinhos’, trazendo diversos artistas locais para colaborar com o projeto. Marlone sempre traz em seus trabalhos a paixão pelos quadrinhos e pela leitura, espalhando por onde passa seu sonho de criar histórias que retratam Sergipe e seus problemas reais, os seus folclores e sua rica produção cultural. Revisão de textos: Renato Mascarenhas @renatomascarenhas_ Advogado por profissão, autor de histórias macabras por paixão, Renato é um jovem nordestino que sonha em rabiscar o medo nas linhas por aí. Amante do cinema, em especial o de terror, também é poeta nas horas vagas, traduzindo em versos as desventuras do ser humano em tempos de cólera. Revisor de HQs na Serigy Comics e um grande admirador das artes. Revisão de Arte: Rodrigo Seixas Rodrigo Seixas é uma das maiores autoridades brasileiras na área dos quadrinhos. Quadrinista de alto quilate, é dono de um traço marcante e original, dando vida a personagens dos submundos urbanos, como o seu tarantinesco Samurai Tango. O autor publicou e editou várias revistas na área, sempre tratando a nona arte com a devoção de um monge apaixonado. Atualmente, teve de se desfazer de uma parte de sua imensa biblioteca, buscando espaço para a chegada de seu primeiro herdeiro nerd, o Bernardo. Mas não importa, todo o seu conhecimento enciclopédico em sua área faz de Rodrigo uma metralhadora ambulante de referências, histórias, personagens e afins. No meio de sua rotina de produção encontra tempo para ser um dos professores de Arte mais amados e requisitados da cidade. O mestre grisalho também atende pelo vulgo Cabuloso. Participou da coletânea “Contos Serigy: uma antologia sergipana em quadrinhos” em 2021. Nas suas redes sociais apresenta as tiras “A Vida de B”, um quadrinho que fala sobre o cotidiano do seu filho Bernado. Recentemente participou da produção de animação do lançamento do Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchoa, em 2023. Revisor Final: André Comanche @do.conto.ao.traço André é um contador de histórias. Quando não consegue narrar com palavras, recorre aos desenhos e vice-versa. Ao mesmo tempo em que estudava mais a sério suas paixões de infância, o desenho e as narrativas, acabou formando-se em História por acidente. Em 2016 lançou sua primeira série de quadrinhos, as tirinhas de “Tino, um caçador de si mesmo”, que agora está em formato impresso lançado pela Serigy Comics no ano de 2022. Em 2018, foi finalista no 1° Prêmio ABERST de Literatura, na categoria “Melhor conto policial”. Em 2019, lançou seu primeiro livro, “O dia em que minha vó me apresentou a morte”, encontrando excelente receptividade de público e crítica. André também é fundador do projeto social “Lê Gibi”, que incentiva a leitura em escolas públicas através da distribuição gratuita de quadrinhos. O projeto existe desde 2013. Em 2020, lançou seu segundo grande livro, o livro infantil “Tem um monstro na minha orelha”. Ainda em 2020, foi ganhador do prêmio ALA (Academia de Letras de Aracaju) de Reconhecimento Cultural, na categoria Literatura. Em 2022, lança seu terceiro livro infantil juntamente com a Editora Novo Século, o livro “O pequeno nomeador de Estrelas” que contou com o préfacio de Felipe Castanhari, sendo um sucesso de vendas na Bienal Internacional de São Paulo em 2022.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.